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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Epidemiologia de lesões musculoesqueléticas em praticantes amadores de futebol]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The present study analyzed the athletic injuries prevalence among soccer practitioners according with the practice frequency and physical activity level. Studied sample included 126 regular and amateur soccer players in different sport centers from Campo Grande, MS, Brazil. The volunteers were distributed in four groups, according with week frequency of soccer practice: G1, one day; G2, two days; G3, three days; G4, four or more days of soccer practice for 10 until 60 minutes per day. Physical activity level was investigated with the International Physical Activity Questionnaire (IPAQ) while athletic injuries were studied with Health Survey. Soccer practice was not associated with physical activity level; G4 showed higher values of metabolic spending. 96 athletic injuries were verified in 87 soccer players (69%), with occurrence of 1.52 injury/ practitioner. Muscle (36%) and articular (34%) damages were the more prevalent injury types; contact constituted the major etiologic mechanism to injury installation. As conclusion, the weekly practice magnitude had not associated with sports injuries occurrence in amateur soccer players.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[traumatismos em atletas]]></kwd>
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<kwd lng="en"><![CDATA[physical therapy]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font size="2" face="Verdana"><b>ARTIGO ORIGINAL</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="4" face="Verdana"><b>Epidemiologia   de lesões musculoesqueléticas em praticantes amadores de futebol</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Epidemiology of musculoskeletal injuries in amateur soccer   practitioners</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><font size="2" face="Verdana">Marcus   Victor Prudêncio Gonçalves<sup>1</sup>;   Giuliano Moreto Onaka<sup>1</sup>;   Dayana das Graças<sup>1</sup>;   Rodrigo Luiz Carregaro<sup>2</sup>;   Paula Felippe Martinez<sup>1</sup>;   Silvio Assis de Oliveira-Júnior<sup>1,<a href="#end">*</a></sup><a name="topo"></a></font></b></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><sup>1</sup> <i>Universidade   Federal de Mato Grosso do Sul, Campo Grande, MS, Brasil    <br> </i><sup>2</sup><i> Universidade de Bras&iacute;lia (UnB), Ceil&acirc;ndia, DF, Brasil </i></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr noshade size="1">     <p><font size="2" face="Verdana"><b>RESUMO</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Este estudo teve   por objetivo analisar a epidemiologia de lesões musculoesqueléticas (LME) no   futebol, relacionando-as com frequência de prática e nível de atividade física.   A casuística integrou 126 participantes homens, praticantes regulares de   futebol amador em diferentes centros poliesportivos de Campo Grande/MS. Os   participantes foram distribuídos em quatro grupos, de acordo com a frequência   semanal de prática de futebol: G1, um dia, G2, dois dias, G3, três dias, e G4,   quatro ou mais dias de atividade, com duração de 10 a 60 minutos. Para a tomada   de informações sobre o nível de atividade física e LME, foram utilizados,   respectivamente, o questionário internacional de atividade física (IPAQ) e um   inquérito de morbidade referida. Não se constatou uma associação entre prática   de futebol e nível de atividade física; o G4 mostrou maiores valores de gasto   metabólico. Foram registrados 96 LME, envolvendo 87 participantes (69%),   totalizando 1,52 LME/ praticante. Constatou-se um predomínio de lesões   musculares (36%) e articulares (34%) em membros inferiores. O trauma constituiu   o principal mecanismo de lesão (28%), destacando-se como a maior causa no G3.   Foi possível constatar que a frequência de prática de futebol não se associa diretamente com a ocorrência de LME entre jogadores amadores de futebol.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Palavras-chave: </b>futebol, atividade motora, traumatismos em atletas, fisioterapia</font></p> <hr noshade size="1">     <p><font size="2" face="Verdana"><b>ABSTRACT</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">The   present study analyzed the athletic injuries prevalence among soccer   practitioners according with the practice frequency and physical activity   level. Studied sample included 126 regular and amateur soccer players in   different sport centers from Campo Grande, MS, Brazil. The volunteers were   distributed in four groups, according with week frequency of soccer practice:   G1, one day; G2, two days; G3, three days; G4, four or more days of soccer   practice for 10 until 60 minutes per day. Physical activity level was   investigated with the International Physical Activity Questionnaire (IPAQ)   while athletic injuries were studied with Health Survey. Soccer practice was   not associated with physical activity level; G4 showed higher values of   metabolic spending. 96 athletic injuries were verified in 87 soccer players (69%),   with occurrence of 1.52 injury/ practitioner. Muscle (36%) and articular (34%)   damages were the more prevalent injury types; contact constituted the major   etiologic mechanism to injury installation. As conclusion, the weekly practice   magnitude had not associated with sports injuries occurrence in amateur soccer players.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Keywords: </b>soccer, motor activity, athletic injuries, physical therapy</font></p> <hr noshade size="1">     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="3" face="Verdana"><b>INTRODU&Ccedil;&Atilde;O</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A   associação entre a prática regular de exercícios físicos e os benefícios para a   saúde humana está bem documentada na literatura (Reiner,   Niermann, Jekauc, &amp; Woll, 2013). O exercício   físico é uma opção de lazer e de restaurar a saúde dos efeitos nocivos   decorrentes do sedentarismo. Após o período inicial de adaptação, a prática de   exercício físico pode se tornar um hábito usualmente agradável, integrando   inúmeros efeitos benéficos, inclusive, para a autoestima (Tofler,   Mittleman, &amp; Muller, 1996). Segundo a <i>American     Heart Association </i>(AHA) e o<i> American College of Sports Medicin</i>e   (ACSM), para promover   e manter a saúde, adultos sadios precisam realizar exercício físico aeróbio com intensidade moderada por um período mínimo de   30 minutos por dia em cinco dias na semana, ou de   intensidade vigorosa por um período   mínimo de 20 minutos por dia em   três dias semanais (Haskell   et al., 2007). Combinações de   exercícios físicos moderados e vigorosos podem ser realizadas   para atender tais diretrizes (Cid, Silva, &amp; Alves, 2007).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Nesse   contexto, a prática de futebol, seja por lazer ou competição, tem importância   paradoxal. Embora configure a modalidade desportiva mais popular do mundo, com   adeptos de várias nacionalidades, classes sociais e faixas etárias, o futebol é   o desporto competitivo com maior incidência de lesões musculoesqueléticas (LME)   (Bayraktar,   Dinc, Yucesir, &amp; Evin, 2011; Ekstrand, Waldén, &amp; Hägglund, 2004; Fuller   et al., 2006; Ribeiro, Vilaça, Oliveira, Vieira, &amp; Silva, 2007; Silveira et   al., 2013). De fato, a prática futebolística é   caracterizada pela ocorrência de contatos e solicitações físico-motoras   específicas, incluindo-se corridas, saltos, arrancadas, mudanças de direção e   quedas, que culminam em diferentes exigências de resistência, velocidade,   agilidade, flexibilidade e força (Hoff,   2005; Manning &amp; Levy, 2006; Waldén, Hägglund, &amp; Ekstrand, 2005).   Quando associadas ao contexto de uma competição, essas   diversas condições podem contribuir para o desgaste físico e a fisiopatologia de   LME, com a ressalva de que a sua etiologia é multifatorial, atrelada à   interação entre diferentes fatores intrínsecos e/ou extrínsecos (Bahr &amp; Holme, 2003).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Sendo   assim, o conhecimento da causa situacional, mecanismos de LME e fatores de   risco relacionados ao nível de atividade física, pode auxiliar profissionais da   área no processo de prevenção, diagnóstico e tratamento comuns ao futebol, a   modalidade mais praticada no mundo (Fuller   et al., 2006). Não obstante, embora diferentes estudos   tenham se voltado a detalhar o perfil epidemiológico de LME entre futebolistas (Ribeiro   et al., 2007; Santos, Assunção, Martinez, Christofoletti, &amp;   Oliveira-Junior, 2014; Silveira et al., 2013),   são escassas as evidências sobre a epidemiologia de LME entre praticantes   amadores. Além disso, outra grande dificuldade reside na ausência de um   instrumento clínico já estabelecido e validado para a avaliação e catalogação de lesões relacionadas a este público-alvo.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Portanto,   o presente trabalho teve por objetivo geral analisar a prevalência de LME em   praticantes amadores de futebol, caracterizando-as segundo o nível de atividade   física. O objetivo secundário foi descrever as lesões registradas,   caracterizando-as segundo natureza, mecanismo de manifestação e local de   acometimento, dentre outras informações epidemiológicas. Para tanto,   utilizou-se de um inquérito de morbidade já empregado em estudos prévios com   atletas profissionais (Santos   et al., 2014; Silveira et al., 2013). Tem-se como   hipótese inicial da pesquisa, que a incidência de LME é maior nos grupos com   maior prática desportiva semanal e os agravos musculares em membros inferiores são as principais ocorrências notificadas.</font></p>     <p>&nbsp;</p> <font size="3" face="Verdana"><b>M&Eacute;TODO</b></font><font face="Verdana">     <p><font size="2">Trata-se de um estudo   com delineamento transversal, de natureza observacional. O delineamento   constituiu-se pela análise epidemiológica de diferentes grupos, definidos   segundo a frequência semanal de prática de futebol, no contexto desportivo ou de lazer/ recreação.</font></p>     <p><font size="2"><b>Amostra</b></font></p>     <p><font size="2">Participaram da   pesquisa 126 voluntários do sexo masculino, praticantes regulares de futebol   amador em diferentes centros desportivos de Campo Grande/MS. Os participantes   foram selecionados à sorte, de forma intencional adotando-se, como critério de   inclusão, tempo mínimo de dois anos de prática regular e frequência de, pelo   menos, uma vez por semana, com duração de 10 a 60 minutos. Os participantes   foram informados sobre os objetivos da pesquisa, bem como do caráter voluntário   de participação. Todos os sujeitos ou seus responsáveis assinaram o Termo de   Consentimento Livre e Esclarecido. Esta pesquisa foi aprovada pelo Comitê de Ética em Pesquisa da UFMS, sob parecer 355.622/ 2013.</font></p>     <p><font size="2">Os voluntários foram   distribuídos em quatro grupos, definidos segundo a frequência semanal de   prática desportiva ou de recreação. Sendo assim, o grupo I (GI; n=36) integrou   praticantes com frequência de uma vez por semana. Os grupos II (G2; n=36), III   (G3; n=28) e IV (G4; n=26) foram constituídos por participantes que reportaram praticar duas, três e quatro ou mais ocasiões de jogo na semana, respetivamente.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2"><b>Instrumentos</b></font></p>     <p><font size="2">A aferição de estatura   foi realizada com uso de uma fita métrica ajustada à parede e a massa corporal   foi obtida com auxílio de uma balança digital (Leite et al., 2011; Sena et al., 2013).</font></p>     <p><font size="2">Para a coleta de dados   sobre LME, foram consideradas informações obtidas por meio do Inquérito de   Morbidade Referida (IMR) (Pastre, Carvalho   Filho, Monteiro, Netto Júnior, &amp; Padovani, 2004; Silveira et al., 2013). Este instrumento tem se mostrado   útil para estudos epidemiológicos, sobretudo, pela objetividade e facilidade em   se caracterizar o estado de agravos à saúde e suas características, como   natureza, local de instalação, mecanismos de manifestação e necessidade de   intervenção. Além disso, o inquérito conta com questões pertinentes sobre   idade, massa corporal, estatura, histórico de prática, dominância de membros e   motivação para a prática desportiva. Os dados foram coletados mediante   abordagem e entrevista para registro de informações relacionadas às eventuais   LME desportivas correntes ao longo dos últimos 24 meses. Vale ressaltar que o   processo foi realizado por um único pesquisador, treinado no manejo do IMR,   desde a abordagem ao participante até as anotações protocolares e de procedimentos clínicos.</font></p>     <p><font size="2">Para o detalhamento do   nível de atividade física foi utilizado o Questionário Internacional de   Atividade Física (IPAQ) (Matsudo et al., 2001). A forma longa do questionário   incluindo questões sobre atividade física no trabalho, atividade física na   locomoção, em casa (trabalho, tarefas domésticas e cuidar da família), na   recreação, esporte, exercício e lazer, além de informações sobre tempo gasto   sentado, foram utilizadas nas entrevistas, tomando como referência a última   semana e explorando-se a periodicidade e duração da realização de cada atividade.</font></p>     <p><font size="2"><b>Procedimentos</b></font></p>     <p><font size="2">Para caracterização dos   grupos, além da idade, foram consideradas informações antropométricas, tempo de prática de futebol e epidemiologia de LME.</font></p>     <p><font size="2">Como norteamento do   presente estudo, um episódio de lesão foi definido como qualquer manifestação   sintomática de dor ou disfunção musculoesquelética, decorrente da prática de   futebol, e que tenha resultado em alterações na prática de jogo, seja na forma, duração, intensidade ou frequência de participações (Bennell &amp; Crossley, 1996).</font></p>     <p><font size="2">O nível de atividade   física foi classificado em três categorias (Brito et al., 2012; Matsudo et al., 2001):</font></p>     <p><font size="2">1. Baixo:   não atingiu níveis de atividade física adequados para serem incluídos nas categorias dois e três (a seguir);</font></p>     <p><font size="2">2. Moderado:</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2">2.1. Atividade física intensa: 3 dias/semana e 20 min/dia; ou</font></p>     <p><font size="2">2.2. Moderada ou caminhada: 5 dias/semana e 30 min/dia; ou</font></p>     <p><font size="2">2.3.   Qualquer atividade somada: 5 dias/semana de qualquer combinação entre caminhada   e exercício moderado ou intenso. Atingir ao menos o total de 600 equivalentes metabólicos (MET) min/semana;</font></p>     <p><font size="2">3. Alto:</font></p>     <p><font size="2">3.1.   Atividade física intensa: 3 dias/semana. Atingir ao menos o total de 1.500 MET/min/semana; ou</font></p>     <p><font size="2">3.2.   Qualquer atividade somada: sete dias/semana de qualquer combinação entre   caminhada e exercício moderado ou intenso, atingindo ao menos 3.000 MET/min/semana.</font></p> </font>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>AN&Aacute;LISE ESTAT&Iacute;STICA</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Para a análise dos   resultados relativos ao perfil demográfico e antropométrico, assim como   histórico de prática e nível de atividade física, foi utilizada análise de   variância (ANOVA), complementada com teste de comparações múltiplas de Student-Newman-Keuls.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Para a análise dos   resultados descritivos de LME, considerou-se o teste de proporções multinomiais   de Goodman (Goodman, 1965). A significância adotada foi de 5%.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>RESULTADOS</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">As informações sobre   caracterização dos grupos, considerando-se perfil demográfico e antropométrico,   histórico de prática desportiva e gasto energético, são apresentadas na <a href="/img/revistas/mot/v11n4/11n4a14t1.jpg">Tabela   1</a>. Não foram constatadas diferenças significantes relativas aos dados   demográficos e antropométricos, entre os grupos sob estudo. No entanto, o   histórico de prática mostrou-se significativamente maior no G3, quando   comparado ao G1, e o G4 apresentou maiores valores de gasto energético em   atividades de moderada intensidade e atividade física total em relação aos demais grupos (<a href="/img/revistas/mot/v11n4/11n4a14t1.jpg">Tabela 1</a>).</font></p>     
<p><font size="2" face="Verdana">No contexto da   classificação segundo os níveis de atividade física, enquanto a maioria dos   constituintes de G1 enquadrou-se nas classes de baixa e alta exigência física,   a maior parte dos participantes do G4 (62%) integrou a classe de alto nível de   atividade física. Nos grupos G2 e G3, a maior parcela de voluntários situou-se no nível de moderada demanda físico-motora (<a href="/img/revistas/mot/v11n4/11n4a14t2.jpg">Tabela 2</a>).</font></p>     
<p><font size="2" face="Verdana">No contexto   epidemiológico, a prevalência de praticantes com registro de LME mostrou-se   maior no G3 (n=18; 64%), acompanhado por G1 (n=20; 56%), G4 (n=14; 54%) e G2   (n=16; 44%). Similarmente, a taxa de lesão foi maior no G3 (0.82   LME/indivíduo), seguido por G2 (0.77 LME/indivíduo), G1 (0.75 LME/ indivíduo) e   G4 (0.69 LME/indivíduo). Considerando-se a taxa de lesão por indivíduo, têm-se   as taxas de 1,8 casos/ indivíduo no G1, 1.75 casos/ indivíduo no G2, 1.27 casos/ indivíduo no G3 e 1.28 casos/indivíduo no G4.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Levando-se em conta a   natureza das afeções, as lesões musculares foram as mais relatadas pelos   atletas (36%), seguidas por lesões articulares (34%) (p&lt;0.05). No contexto   descritivo, G4 apresentou o maior número de casos de lesões musculares (11 LME;   69%); já as lesões articulares mostraram-se mais prevalentes no G2 (11 LME; 69%) (Figura 1).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Quanto à localização   anatômica dos acometimentos, houve uma grande prevalência de lesões em   extremidades inferiores (67 LME; 77%; p&lt;0.05), em relação às demais regiões   anatômicas (Figura 2). Por sua vez, dentre os mecanismos de causa de LME, o   trauma foi o principal fator etiológico das notificações de lesão (28%; p&lt;0.05). Esse achado foi também observado em todos os grupos (Figura 3).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Em relação à requisição   por tratamento, a maioria das ocorrências culminou em procura por assistência   terapêutica (n=57; 66%); situação semelhante foi observada em todos os grupos   estudados. Já nos retornos, quanto à manifestação de sintomas, 15 (33%), 13   (29%), 7 (16%) e 10 (22%) participantes pertenciam, respetivamente, aos grupos   G1, G2, G3 e G4. Entretanto, essa distribuição não foi diferente entre os grupos (p&gt;0.05).</font></p>     <p>&nbsp;</p> <font size="3" face="Verdana"><b>DISCUSS&Atilde;O</b></font><font face="Verdana">     <p><font size="2">O presente   estudo foi realizado com o propósito de analisar   a epidemiologia das lesões musculoesqueléticas em praticantes amadores de   futebol, relacionando-as com a frequência semanal de prática. Em contraste à   hipótese inicial da investigação, a incidência de LME mostrou-se maior entre   praticantes regulares de futebol em frequência de duas a três vezes por semana,   classificados como sujeitos de moderado nível de atividade física. As lesões musculares   em membros inferiores confirmaram-se como as principais ocorrências   registradas; no entanto, tal achado não se associou diretamente com a frequência de prática desportiva e da demanda físico-motora.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2">No aspeto   epidemiológico, levando-se em conta as maiores taxas de prevalência de LME em   G1 e G3 e as menores prevalências de afecções em G4, pode-se inferir que a   maior demanda por atividades de intensidade moderada e vigorosa, incluindo-se a   prática semanal de futebol, pode ter repercutido em maior adaptação e melhor   aptidão físico-motora nos participantes do G4, como efeitos comuns do exercício   físico regular (McArdle, Katch, &amp; Katch, 2010).   Em relação às afecções, a maioria dos registros integrou lesões   musculares, o que também se confirmou apenas no G4. Os resultados podem estar   ligados a repetitivas exigências de jogo, envolvendo gestual específico do   futebol, como chute, explosão e corrida (Hoff, 2005; Manning &amp; Levy,   2006),   executados em maior frequência. Neste sentido, a maior exposição à sobrecarga   do exercício pode ter repercutido em uma maior demanda musculoesquelética,   devido aos gestos desportivos e natureza competitiva da prática de futebol (Hoff, 2005). Outras desordens,   contudo, como alterações posturais e desequilíbrios musculares (Sena et al., 2013), também   poderiam contribuir para a ocorrência de LME no G4, atuando como fatores de risco intrínseco a esta população.</font></p>     <p><font size="2">As   notificações dos grupos G1 e G3 revelaram proporções similares entre lesões   musculares e articulares, enquanto no G2, a maior parte dos achados envolveu   lesões articulares. As altas taxas de afecções articulares nesses grupos podem   estar associadas com menor capacidade proprioceptiva e estabilidade articular   dinâmica (Leporace, Metsavaht, &amp;   Sposito, 2009). Esses atributos são determinados pela interação   entre diferentes fatores relacionados com a sensação mecânica ligamentar e   articular, decorrente de forças compressivas, gravidade e atividade muscular,   em intensidade e frequência de ocorrências. Considerando-se que as atividades   moderadas e vigorosas foram similares entre G1, G2 e G3, e menores do que em   G4, é possível que as adaptações sensório-motoras e musculares provindas do   exercício não tenham se consolidado nesses grupos. Além disso, não se pode   descartar a maior proporção de recidivas, especialmente nos grupos G1 e G2, que   reportaram taxas de 1.8 e 1.75 casos/indivíduo, respetivamente. Alguns estudos   demonstraram diminuição da propriocepção e da resposta motora, em decorrência   de lesões musculoesqueléticas (Myers et al., 2004; Swanick,   Lephart, Giannantonio, &amp; Fu, 1997), o que corrobora nossos achados. De fato, os grupos   G1 e G2 exibiram as maiores taxas de manifestação sintomática ao retorno da   prática de futebol, o que pode subsidiar a maior proporção de afecções   articulares nesses grupos. Silva, Abdalla, e Fisberg (2007) constataram que lesões   de tecidos articulares e periarticulares demandam maior tempo de regeneração e   retorno funcional, em relação a afecções musculares, entre jogadoras de basquetebol.</font></p>     <p><font size="2">Quanto ao   local das lesões, houve maior prevalência de acometimentos em membros   inferiores, os quais são decorrentes, principalmente, de situações de contato,   confirmando evidências prévias da literatura (Santos et al., 2014; Silveira et al., 2013). Este achado está   associado também a exigências típicas do futebol, incluindo-se solicitações   específicas de saltos, aterrissagens, mudanças de direção, chutes e pivoteios   que, por si só, constituem importantes causas extrínsecas para a instalação de   LME (Bahr &amp; Holme, 2003). Silveira et al. (2013) verificaram que a maioria das   afecções musculoesqueléticas resultou em procura por acompanhamento   terapêutico, evidenciando a gravidade de tais acometimentos, ainda que grande   parte dos agravos tenha culminado em retorno assintomático, como observado no presente trabalho.</font></p>     <p><font size="2">Embora o   presente manuscrito abranja uma temática inovadora em relação ao público   estudado, a relação entre frequência de prática desportiva e nível de atividade   física na fisiopatologia de lesões musculoesqueléticas ainda carece de maior   exploração. Estudos com delineamento longitudinal poderão melhor esclarecer as potenciais relações entre os assuntos abordados.</font></p>     <p><font size="2">Ademais,   outra importante limitação integra a imprecisão no desfecho clínico das   ocorrências listadas no presente estudo. Embora a maioria dos casos tenha   culminado em busca por assistência médico-terapêutica, o momento de alta e   retorno funcional é, de certo modo, impreciso. A relação entre tratamento e   sintomatologia remete à hipótese de que praticantes amadores de futebol possam   apresentar lesões de maior gravidade e morbidade, em decorrência do menor   condicionamento físico. Diante dos presentes achados, no entanto, pode-se   pressupor que a busca por abordagem terapêutica foi suficiente para a resolução   definitiva dos agravos registrados. Contudo, importantes fatores de risco   intrínseco para a instalação de lesões, como alterações anatômicas e posturais (Sena et al., 2013), além de atributos   extrínsecos, como o tipo de solo e vestimentas (Bahr &amp; Holme, 2003), não foram avaliados.   Tais fatores poderiam contribuir para a ocorrência de novas lesões e levar a possíveis recidivas de agravos pré-existentes.</font></p> </font>     <p>&nbsp;</p> <font size="3" face="Verdana"><b>CONCLUS&Otilde;ES</b></font><font face="Verdana">     <p><font size="2">A   frequência de prática de futebol não se associou com a incidência de lesões   musculoesqueléticas entre jogadores amadores de futebol. As lesões musculares em membros inferiores e decorrentes de trauma foram os principais agravos clínicos registrados.</font></p> </font>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>REFER&Ecirc;NCIAS</b> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Bahr, R., &amp;   Holme, I. (2003). Risk factors for sports injuries — a methodological   approach. <i>British Journal of Sports Medicine</i>, <i>37</i>(5), 384–392. <a href="http://doi.org/10.1136/bjsm.37.5.384" target="_blank">http://doi.org/10.1136/bjsm.37.5.384</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=351939&pid=S1646-107X201500040001400001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Bayraktar, B., Dinc, C., Yucesir, I.,   &amp; Evin, A. (2011). 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Musculoskeletal injuries in track and field: incidence, distribution and risk   factors. <i>Australian Journal of Science and Medicine in Sport</i>, <i>28</i>(3), 69–75.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=351941&pid=S1646-107X201500040001400003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Brito, W. F., Santos, C. L. dos,   Marcolongo, A. do A., Campos, M. D., Bocalini, D. S., Antonio, E. L., … Serra, A. J.   (2012). 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Actividade física e bem-estar psicológico - perfil dos participantes no   programa de exercício e saúde de rio maior. <i>Motricidade</i>, <i>3</i>(2), 47–55. <a href="http://doi.org/10.6063/motricidade.3(2).674" target="_blank">http://doi.org/10.6063/motricidade.3(2).674</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=351944&pid=S1646-107X201500040001400005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Ekstrand, J., Waldén, M., &amp; Hägglund,   M. (2004). 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Consensus   statement on injury definitions and data collection procedures in studies of football   (soccer) injuries. <i>Scandinavian Journal of Medicine &amp; Science in Sports</i>, <i>16</i>(2), 83–92. <a href="http://doi.org/10.1111/j.1600-0838.2006.00528.x" target="_blank">http://doi.org/10.1111/j.1600-0838.2006.00528.x</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=351947&pid=S1646-107X201500040001400007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Goodman, L. A. (1965). 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Importância do treinamento da propriocepção e do   controle motor na reabilitação após lesões músculo-esqueléticas. <i>Revista Acta Fisiátrica</i>, <i>16</i>(3), 126–131.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=351952&pid=S1646-107X201500040001400012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Manning, M. R., &amp; Levy, R. S. (2006).   Soccer. <i>Physical     Medicine and Rehabilitation Clinics of North America</i>, <i>17</i>(3), 677–695. <a href="http://doi.org/10.1016/j.pmr.2006.05.004" target="_blank">http://doi.org/10.1016/j.pmr.2006.05.004</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=351954&pid=S1646-107X201500040001400013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Matsudo, S., Araújo, T., Matsudo, V.,   Andrade, D., Andrade, E., Oliveira, L. C., &amp; Braggion, G. (2001).   Questionário internacional de atividade física (Ipaq): estudo de validade e   reprodutibilidade no Brasil. <i>Revista Brasileira de Atividade Física &amp; Saúde</i>, <i>6</i>(2), 5–18.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=351955&pid=S1646-107X201500040001400014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">McArdle, W. D., Katch, F. I., &amp; Katch,   V. L. (2010). <i>Exercise Physiology: Nutrition, Energy, and Human Performance</i> (3rd ed.). Philadelphia: Lippincott Williams &amp; Wilkins.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=351957&pid=S1646-107X201500040001400015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Myers, J. B., Ju, Y.-Y., Hwang, J.-H.,   McMahon, P. J., Rodosky, M. W., &amp; Lephart, S. M. (2004). 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Long-term health benefits of physical activity – a   systematic review of longitudinal studies. <i>BMC Public Health</i>, <i>13</i>, 813. <a href="http://doi.org/10.1186/1471-2458-13-813" target="_blank">http://doi.org/10.1186/1471-2458-13-813</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=351962&pid=S1646-107X201500040001400018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Ribeiro, R. N., Vilaça, F., Oliveira, H.   U. de, Vieira, L. S., &amp; Silva, A. A. da. (2007). 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