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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Eficácia do Side-out no Voleibol sénior masculino em função do jogador interveniente]]></article-title>
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<institution><![CDATA[,Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro  ]]></institution>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Match Analysis is a particular importance in the process team’s preparation, to the extent to increase the chances of coach’s success to enhance their knowledge on skills teams’ performance. The aim of the present study is identify the game skills, answer service or side-out (KI). The sample was composed of 743 actions of reception, belonging to 5 games of Play-off of the National Championship 2012-2013. We analyzed the reception, the intervenient player at the reception, the service type, the reception area. The statistical procedures used were the descriptive statistics and the multinomial logistic regression. The results show that the player who has done more receptions is the z4 (priority reception player). The receptions that occur in the central zone distant are those which provide more situations with all the attack options and the floating jump service is allowing a higher percentage of receptions with all the attack tactical options. In this sense in the training process team, and to increase the effectiveness of reception procedures in side-out (KI), must be considered to be effective coordination of the line of team’s receptions and priority reception player establish regularity routines of double function what they practice, reception and attack.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[Análise do Jogo]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font size="2" face="Verdana"><b>ARTIGO ORIGINAL</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="4" face="Verdana"><b>Eficácia do Side-out no Voleibol sénior masculino em função   do jogador interveniente</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Effectiveness of   Side-Out in the male senior volleyball according intervention player </b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><font size="2" face="Verdana">Paulo Vicente João<sup>1,<a href="#end">*</a></sup><a name="topo"></a>;   Pedro Miguel Pires<sup>1</sup></font></b></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><sup>1</sup> <i>Universidade de Tr&aacute;s-os-Montes e Alto Douro, Vila Real, Portugal</i></font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p> <hr noshade size="1">     <p><font size="2" face="Verdana"><b>RESUMO</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A Análise do jogo   assume particular importância no processo de preparação das equipas de   Voleibol. Neste sentido, pretende-se identificar as ações de jogo na resposta   ao serviço no Voleibol (denominado por side-out ou KI: receção, distribuição e   ataque). A amostra foi composta por 743 ações de receção, pertencentes a 5   jogos da final do <i>Play-off</i> do Campeonato Nacional sénior masculino   2012-2013. Foram analisados a eficácia da receção, o jogador interveniente na   receção, o tipo de serviço e zona de receção. Nos procedimentos estatísticos   recorreu-se à estatística descritiva e análise de regressão logística   multinominal. Os resultados mostram que o jogador que fez mais receções foi o   jogador de zona 4. As receções que ocorreram na zona central distante são   aqueles que fornecem mais qualidade na organização ofensiva. Já em relação ao   tipo de serviço: suspensão flutuante é o que permite uma maior percentagem de receções com melhor qualidade nas opções de ataque.</font> <font size="2" face="Verdana">No processo de   formação da equipa, para aumentar a eficácia das ações de jogo em side-out,   deve ser considerada uma coordenação eficaz da 1ª linha de receção através do   jogador prioritário estabelecendo rotinas de regularidade, na dupla função que tem durante o jogo, ou seja receber e atacar.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Palavras-chave: </b>Análise do Jogo, Voleibol, Regressão Logística, <i>Side-out</i>, ações de jogo, rendimento. </font></p> <hr noshade size="1">     <p><font size="2" face="Verdana"><b>ABSTRACT</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Match   Analysis is a particular importance in the process team’s preparation, to the   extent to increase the chances of coach’s success to enhance their knowledge on   skills teams’ performance. The aim of the present study is identify the game   skills, answer service or side-out (KI). The sample was composed of 743 actions   of reception, belonging to 5 games of Play-off of the National Championship   2012-2013. We analyzed the reception, the intervenient player at the reception,   the service type, the reception area. The statistical procedures used were the   descriptive statistics and the multinomial logistic regression. The results   show that the player who has done more receptions is the z4 (priority reception   player). The receptions that occur in the central zone distant are those which   provide more situations with all the attack options and the floating jump   service is allowing a higher percentage of receptions with all the attack   tactical options. In this sense in the training process team, and to increase   the effectiveness of reception procedures in side-out (KI), must be considered   to be effective coordination of the line of team’s receptions and priority   reception player establish regularity routines of double function what they practice, reception and attack.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Keywords: </b>match   analysis, volleyball, multinomial logistic regression, Side-out, skills, Performance. </font></p> <hr noshade size="1">     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>INTRODUÇÃO</b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">A análise da   performance tática é de fundamental importância para os treinadores e   investigadores, na medida em que possibilita a identificação de regularidades e   contingências, com base na observação do modo como os jogadores e equipas   engendram e gerem os eventos de jogo (Garganta, 2009). Neste sentido torna-se   fundamental identificar as principais características e exigências táticas em causa. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Para além disso nos   Jogos Desportivos Coletivos (JDC) é possível identificar um processo de   cooperação e competição, caracterizado pela tentativa de conquista de ponto e   pela tentativa de evitar que o adversário conquiste ponto (João, Leite, Mesquita, &amp; Sampaio, 2010).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">É neste contexto que no   caso do Voleibol, se deve considerar não só o facto de ser um dos JDC, onde é   mais acentuado um carácter determinista, ou seja onde se verifica de uma forma   bem acentuada o carácter cíclico e sequencial das ações de jogo, como também as interações que se verificam entre as duas equipas e os seus jogadores.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Sendo que dentro da   sequência lógica do jogo de Voleibol, se diferenciam várias fases ou complexos   de jogo (Afonso, Esteves,   Araújo, Thomas, &amp; Mesquita, 2012; Costa, Caetano, et al., 2011; João et   al., 2010; Marcelino, Mesquita, Sampaio, &amp; Moraes, 2010; Palao, Santos,   &amp; Ureña, 2004; Silva, Lacerda, &amp; João, 2014; Zetou, Moustakidis,   Tsigilis, &amp; Komninakidou, 2007),   a investigação realizada no domínio da Análise de Jogo tem vindo a destacar a   preponderância do Complexo de Jogo I ou <i>side-out</i> (KI) no resultado final   de jogo (Palao et al.,   2004; Palao, Santos, &amp; Ureña, 2005; Yiannis &amp; Panagiotis, 2005; Zetou   et al., 2007) que é   suportado por Rocha e Barbanti (2004) que concluíram que dois fatores   influenciam a qualidade do ataque em KI, a receção e o destino do ataque,   também Afonso, Esteves,   Araújo, Thomas, e Mesquita (2012)   concluem sobre a importância da receção na determinação da dinâmica ofensiva em   KI, quando refere que todas as investigações apresentam receções excelentes em amostras   de alto nível, seniores masculinos (acima dos 50%), o que equivale a dizer que   KI oferece condições melhores de finalização do ataque, em relação aos demais complexos. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Para a melhoria dessas   condições de finalização contribuiu a introdução de um novo jogador, o Jogador   Libero, com efeito, a eficácia da sua receção tem vindo a ser demonstrada em   alguns estudos (João, Mesquita,   Sampaio, &amp; Moutinho, 2006; Maia &amp; Mesquita, 2006; Mesquita &amp; Manso, 2007).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Com o presente estudo,   e seguindo as tendências atuais de Análise de Jogo, com recurso a métodos de   análise dinâmicos, pretendemos analisar a eficácia da receção tendo em atenção   de que forma os acontecimentos anteriores a esta ação a podem ter condicionado,   ou seja, pretende-se analisar o efeito preditor das ações de jogo que antecedem   a ação de receção, sobre a eficácia da receção, que é tão importante para a eficácia do side-out (KI) e consequentemente para o resultado final do jogo.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>M&Eacute;TODO</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Amostra</b>    </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A amostra do presente   estudo foi retirada das ações referentes a todos os jogos da Final do Play-Off   do Campeonato Nacional Seniores Masculinos de Voleibol de 2012-2013 da Divisão   A1, disputado pelas equipas do Sporting Clube de Espinho e do Sport Lisboa e Benfica, Portugal.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">Nos cinco jogos foram   observados 22 sets, correspondentes a 734 ações de receção ao serviço, das   quais 263 foram realizadas pelos jogadores libero (JL), 471 pelos jogadores recebedores prioritários (JRP). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A amostra foi escolhida   de forma intencional e respeitando três critérios: ser atual; ser retirada da   competição de nível mais elevado disputada por clubes em Portugal e ser   exclusivamente masculina, uma vez que se pretende caracterizar o topo das equipas masculinas de elite nacional.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Instrumentos</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Para registo e análise   das frequências das ações de jogo a observar, foi também utilizado o <i>software</i>   <i>Data Volley 2007</i> e ainda uma ficha de observação, especificamente elaborada para o efeito, após consulta da literatura específica da modalidade.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Procedimentos</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">As variáveis consideradas no presente estudo foram:</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><i>Variável Dependente:</i></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Na medida que o   presente estudo pretende analisar e comparar a eficácia da receção em função do   jogador interveniente, esta constitui-se como a variável dependente. Para   análise desta variável foi aplicado o instrumento de Lima, Mesquita, e Pereira (2008), uma escala com cinco categorias (n=5) de apreciação da ação efeito de receção (ver <a href="#t1">tabela 1</a>).</font></p>     <p><a name="t1"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="center"><img src="/img/revistas/mot/v11n4/11n4a15t1.jpg" width="403" height="392"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><i>Variáveis Independentes:</i></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">·&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;   Zona de   receção, que identifica o local onde os jogadores recebedores executam a   receção ao serviço. Para a análise desta variável foram definidas sete   categorias (n=7) de acordo com o modelo zonal de receção (conforme <a href="#f1">figura 1</a>)   proposto por Lima, Mesquita, e Pereira (2008) e que foi validado pelas suas autoras pelo método de peritagem:</font></p>     <p><a name="f1"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/mot/v11n4/11n4a15f1.jpg" width="381" height="504"></p>     
<p>&nbsp;</p> <ul>       <li><font size="2" face="Verdana">Zona Lateral Curta do Lado Esquerdo     (LCE) – na zona de ataque entre a linha lateral esquerda e até 1.5m para o     interior do campo a partir dessa mesma linha lateral.</font></li>       <li><font size="2" face="Verdana">Zona Central Curta (CC) - na zona     central da zona de ataque, ou seja, é uma zona com 6 metros de largura     (afastada 1.5m de cada linha lateral) e três metros de comprimento. </font></li>       ]]></body>
<body><![CDATA[<li><font size="2" face="Verdana">Zona Lateral Curta do Lado Direito     (LCD) - na zona de ataque, entre a linha lateral direita e até 1.5m para o     interior do campo a partir dessa mesma linha lateral.</font></li>       <li><font size="2" face="Verdana">Zona Lateral Distante do Lado Esquerdo     (LDE) – zona com 1.5m de largura a partir de linha lateral esquerda para o     interior do campo e compreendida entre a linha de ataque e a linha final.</font></li>       <li><font size="2" face="Verdana">Zona Central Distante (CD) – Zona     atrás da linha de ataque e a 1.5m das linhas laterais e da linha final.</font></li>       <li><font size="2" face="Verdana">Zona Lateral Distante do Lado     Direito (LDD) - zona com 1.5m de largura a partir de linha lateral direita para     o interior do campo e compreendida entre a linha de ataque e a linha final.</font></li>       <li><font size="2" face="Verdana">Zona Fundo do Campo (F) – Atrás da     zona central distante e a 1.5m das linhas laterais.</font></li>     </ul>     <p><font size="2" face="Verdana">·&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;   Jogador   recebedor: em função do jogador interveniente na ação de receção foram definidas as seguintes categorias de jogadores (n=4):</font></p> <ul>       <li><font size="2" face="Verdana">JL - Jogador com tarefas     exclusivamente defensivas, com função especializada na defesa e na receção do     serviço.</font></li>       <li><font size="2" face="Verdana">JRP1 – Jogador especializado na     receção que se encontra nas posições 1, 5 e 6 no momento da receção ao serviço.</font></li>       <li><font size="2" face="Verdana">JRP2 – Jogador especializado na     receção que se encontra nas posições 2, 3 e 4 no momento da receção do serviço.</font></li>       ]]></body>
<body><![CDATA[<li><font size="2" face="Verdana">Outros – Jogadores não     especializados na função de receção ao serviço e que normalmente não tem     responsabilidade na receção ao serviço. Estão incluídos neste grupo o jogador     oposto e o jogador central.</font></li>     </ul>     <p><font size="2" face="Verdana">·&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;   Tipo de Serviço:   foram definidas três categorias de acordo com o encontrado na revisão da   literatura (Afonso et al.,   2012; Ejem, 2001; Palao et al., 2004; Ureña, Ferrer, &amp; Sundvisq, 2000) e que se baseiam na combinação da   descrição da forma de realização do mesmo (em apoio ou em suspensão) e da trajetória da bola (flutuante, em rotação ou potente), ou seja:</font></p> <ul>       <li><font size="2" face="Verdana">Serviço apoio flutuante</font></li>       <li><font size="2" face="Verdana">Serviço suspensão flutuante</font></li>       <li><font size="2" face="Verdana">Serviço suspensão potente</font></li>     </ul>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Recolha de Dados</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Foram utilizadas   imagens de vídeo que foram captadas pelo Departamento Técnico do Sporting Clube   de Espinho, através de uma câmara de vídeo Sony CCD-F555E, localizada num plano   superior fixo, atrás da linha final do campo no topo do pavilhão, isto é, com   vista longitudinal de todo o campo, de forma a permitir a recolha de informação   sobre o posicionamento, deslocação e execução de todos os jogadores, e gravadas   em formato digital “avi”. Estas Imagens foram gentilmente cedidas, pelo Departamento   Técnico do Sporting Clube de Espinho. A observação dos jogos foi realizada,   através do <i>software</i> <i>Data Volley 2007 </i>instalado num computador HP   Pavilion dv6, em velocidade real, e sempre que necessário, recorreu-se a observações adicionais das mesmas jogadas em câmara lenta.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="3" face="Verdana"><b>AN&Aacute;LISE ESTAT&Iacute;STICA</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Para a caracterização   da amostra e de cada uma das variáveis estudadas utilizou-se a estatística descritiva, nomeadamente a frequência e a percentagem. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Com o propósito de   medir o possível efeito preditor de variáveis independentes sobre uma variável dependente, recorreu-se à regressão logística multinomial. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Cada uma das variáveis   foi testada isoladamente em relação à variável dependente, com o objetivo de se   verificar se existia uma associação significativa pela obtenção de Odds Ratio.   Caso existisse uma associação significativa, a variável era incluída num modelo   final. Valores de Odds Ratio e respetivos intervalos de confiança a 95% são   calculados para cada variável independente e ajustados à presença de todas as outras variáveis.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O critério para a   inclusão de variáveis explicativas, ou seja, de variáveis independentes nos   modelos de regressão observou a lógica acontecimental do jogo, tendo-se   considerado as variáveis pertencentes a procedimentos que antecedem o   procedimento em análise, isto é, a variável dependente ou ainda variáveis que   pertencendo a esse procedimento podem ser preditoras do perfil comportamental   que assume. O que se justifica porque a elevada interação em termos sequenciais   no jogo de voleibol, sugere que sejam considerados os acontecimentos anteriores   impostos pela regularidade funcional do jogo (Afonso, Mesquita, &amp; Palao, 2005; Castro &amp; Mesquita, 2008).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Na execução da   regressão logística multinomial algumas variáveis foram recodificadas em   virtude de apresentarem valores de ocorrência inferiores a 5%, nomeadamente na   variável Zona de Receção em que optamos por eliminar as categorias Zona Lateral   Curta Esquerda, Zona Central Curta e Zona Lateral Curta Direita, e ainda   agrupar as categorias Zona Lateral Distante Direita, Zona Lateral Distante   Esquerda e Zona Fundo na Zona Laterais Distantes e Fundo (ZLDF) devido à baixa   representação destas. Na variável Jogador Recebedor eliminamos as categorias   “Outros”, dados os valores de ocorrência serem muito baixos. Também na variável   Tipo de Serviço se eliminou a categoria Apoio Flutuante pelos valores de ocorrência serem quase nulos.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Na variável efeito da   receção eliminamos a categoria 1 (receção do serviço não permite a organização   do ataque - resulta numa bola morta para o adversário), uma vez que os valores de ocorrência serem muito baixos.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A análise dos dados foi   desenvolvida com o programa estatístico Pasw Statistics 21, tendo sido estabelecido um grau de significância estatística de 5%.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><i>Fiabilidade dos Dados Observados</i></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A fiabilidade da   observação foi testada, apresentando valores de Kappa de Cohen intra-observador   entre 0,98 e 1 e valores de Kappa de Cohen inter-observadores de 0,94 e 1, o   que significa elevada fiabilidade dos dados e que puderam ser utilizados no presente estudo.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p> <font size="3" face="Verdana"><b>RESULTADOS</b></font><font face="Verdana">     <p><font size="2">Os resultados da   análise descritiva, relativos às variáveis <i>eficácia da receção, tipo de jogador, zona de receção, tipo de serviço, </i>estão apresentados na <a href="/img/revistas/mot/v11n4/11n4a15t2.jpg">tabela 2</a>.</font></p>     
<p><font size="2">Da análise de todas as   ações de receção realizadas, <i>a receção que proporcionou todas as opções de     ataque </i>foi a mais observada (48.1%), seguida da <i>receção que proporciona       no mínimo duas opções de ataque ao distribuidor </i>(35.60%). As restantes   categorias da eficácia da receção apresentam resultados similares e relativamente baixos.</font></p>     <p><font size="2">O <i>JRP1 </i>foi   o jogador que realizou mais ações de receção (39.80%), seguido do <i>JL</i> (35.80%). O jogador que realizou menos receções foi o <i>JRP2</i>.</font></p>     <p><font size="2">É por demais evidente a   grande supremacia de receções efetuada na <i>zona central distante </i>(80.00%) em relação às <i>zonas laterais distantes e fundo </i>(20.00%).</font></p>     <p><font size="2">Relativamente ao tipo   de serviço o mais frequente foi o <i>serviço em suspensão</i> <i>flutuante</i> (59.0%) em detrimento do <i>serviço em suspensão potente</i> (41.00%)</font></p>     <p><font size="2">Após o reajustamento do   modelo para execução da regressão logística multinomial, verificou-se uma   associação significativa entre a eficácia da receção e as variáveis   independentes em estudo (c<sup>2 </sup>= 420.794; <i>p</i>= 0.000),   conforme se pode verificar na <a href="/img/revistas/mot/v11n4/11n4a15t3.jpg">tabela 3</a>, referente ao modelo, e onde é possível   identificar as seguintes variáveis preditoras: eficácia da receção em relação aos jogadores intervenientes, zona de receção e tipo de serviço.</font></p>     
<p><font size="2">Neste sentido, quanto   maior for o número de intervenção dos JL e os JRP1 na receção, maior será a   eficácia da mesma. Os valores encontrados indicam ainda que as receções   realizadas na zona central distante apresentam maiores índices de eficácia e   que o serviço adversário em suspensão potente promove receções de melhor qualidade.</font></p>     <p><font size="2">A intervenção dos   jogadores na receção apresentam valores de eficácia muito próximos (ver <a href="/img/revistas/mot/v11n4/11n4a15t4.jpg">tabela   4</a>), os JRP1 realizaram 51.40% e os JL realizaram 47.50% de receções excelentes   (permitem todas as opções de ataque), respetivamente. Já no que concerne à zona   de receção, 51.40% das receções realizadas na zona central distante permitiram realizar todas as opções de distribuição ao distribuidor. </font></p>     
<p><font size="2">O tipo de serviço   adversário, com características de suspensão potente traduziu-se em receções de qualidade máxima (43.2%).</font></p> </font>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p> <font size="3" face="Verdana"><b>DISCUSS&Atilde;O</b></font><font face="Verdana">     <p><font size="2">O objetivo do presente   estudo reside na identificação do efeito preditor dos procedimentos de jogo que   antecedem a ação de receção, após a execução do serviço. Este efeito foi   identificado nas categorias JL e JRP1 da variável tipo de jogador, na categoria   ZCD, da variável zona de receção e ainda na categoria SP da variável tipo de serviço.</font></p>     <p><font size="2">O estudo demonstrou que   existe uma elevada qualidade na ação de receção com 84,80% e 84,60% das   receções efetuadas pelo JL e pelo JRP1, respetivamente, permitindo sempre duas   ou mais opções de ataque para o distribuidor, contribuindo assim de forma   decisiva para o sucesso da organização do ataque da equipa em situação de <i>side     out</i> ou KI, resposta ao serviço (Costa, Mesquita, Greco, Ferreira,   &amp; Moraes, 2011; Palao et al., 2005; Rocha &amp; Barbanti, 2004; Zetou et al., 2007). </font></p>     <p><font size="2">Os resultados do   presente estudo não apontam para a supremacia da intervenção do JL em relação   ao JRP1, o que contraria o estudo de João, Mesquita,   Sampaio, e Moutinho (2006),   em que confirmou a influência do JL no incremento da qualidade da receção do   serviço comparativamente aos JRP. No entanto, pode ser justificável pela   diferença da qualidade do JL utilizados nesse estudo (serem todos jogadores de   seleções nacionais) e onde apresentavam uma qualidade técnico-tática muito superior em relação aos restantes jogadores.  </font></p>     <p><font size="2">Pelo contrário no   presente estudo existe uma ligeira preponderância na intervenção do JRP1 em   relação ao JL, pois não só realizou um maior número total de receções como   também se revelou mais eficaz, com 51.40% de receções perfeitas em comparação   aos 47.50% de receções perfeitas do JL. Estes resultados vão de encontro aos   obtidos por Lima et al. (2008), Maia e Mesquita (2006), embora este tenha sido realizado   no voleibol feminino (existindo características diferentes entre o voleibol masculino e feminino). </font></p>     <p><font size="2">Estes resultados   parecem sugerir uma tendência atual no voleibol de alto rendimento que é   direcionar o serviço para o JRP1, procurando assim alcançar o objetivo de   retirar da ação de receção o jogador especialista JL e dificultar a organização   ofensiva em KI da equipa adversária ao fazer intervir o atacante de zona 4 na   receção do serviço. Sugere-se neste sentido uma preocupação constante no treino   na coordenação da linha de receção das diversas equipas (JL e JRP), assim como   na regularidade da dupla tarefa dos jogadores de zona 4, onde têm que intervir   constantemente durante o jogo. Numa primeira fase, em relação à receção   (dirigindo a bola nas melhores condições para o distribuidor) e logo de seguida   na preparação da sua intervenção ofensiva na primeira linha (zona de ataque),   ou segunda linha (ataques da zona defensiva). Indicamos para os jogadores de   zona 4, uma repetição intensa e variabilidade desta dupla tarefa, porque se   houver esta premissa, o atleta quando confrontado em competição com situações   similares, poderá ter um melhor desempenho, atingindo o sucesso com mais facilidade.</font></p>     <p><font size="2">No que se refere à zona   de receção conclui-se que a zona de receção mais solicitada pelo serviço   adversário foi a zona central distante, o que está condizente com outros   estudos que utilizaram o mesmo modelo topográfico (Lima et al., 2008), refira-se ainda que outros   estudos (Afonso et al.,   2012; Moreno, Alcaraz, Moreno, Molina, &amp; Santos, 2007; Ureña, Calvo, &amp;   Lozano, 2002) apesar   de utilizarem modelos topográficos distintos do utilizado neste estudo mostram   tendência para o recurso à zona central do campo como a preferencial para a   direção do serviço. Curiosamente e apesar de ser a mais solicitada pelo serviço   adversário esta zona é também onde se registam os melhores resultados da ação   de receção com 51.40% das receções realizadas nesta zona serem perfeitas e apenas 5.50% resultarem na perca de ponto para o adversário. </font></p>     <p><font size="2">Assim estes resultados   sugerem que um dos motivos que levam os jogadores a direcionar o serviço para   esta zona se relaciona mais com a necessidade de não falhar o serviço (não   perdendo assim um ponto para a equipa adversária) do que com o objetivo de   conquistar ponto direto com o serviço. Outro motivo que poderá justificar a   preferência por esta zona para a direção do serviço, prende-se com a intenção   de envolver o RP1 na receção, na medida que normalmente esse jogador tem responsabilidade sobre a parte mais à esquerda dessa zona de receção.</font></p>     <p><font size="2">O tipo de serviço   mostrou influência nas condições de distribuição, mais especificamente o   serviço potente em suspensão, cuja utilização criou condições favoráveis à   distribuição, pois 43.20% das receções a este tipo de serviço proporcionaram   receções que permitiram todas as opções de ataque, estes resultados contrariam   os obtidos por Afonso et al. (2012) que concluiu que o serviço em   suspensão potente criou mais distribuições pela zona aceitável e não aceitável   do que pela zona excelente, e ainda os obtidos por Palao, Santos, e   Ureña (2004), em que o   serviço potente em suspensão permitiu menos que o esperado a realização do   ataque adversário com todas as opções disponíveis. O mesmo estudo indicou ainda   uma maior utilização deste tipo de serviço bem como uma maior prevalência do erro do que o esperado. </font></p>     <p><font size="2">No presente estudo a   prevalência do serviço potente em suspensão em relação aos demais tipos de   serviço, nomeadamente o serviço em suspensão flutuante não se verificou, com   efeito neste estudo 59% das ações de serviço foram executadas em suspensão   flutuante. Estes resultados poderão sugerir, ser mais eficaz a utilização do   serviço flutuante, do que tentar conquistar ponto diretamente, porque as   equipas ao arriscarem no serviço em suspensão potente podem ocorrer em erro (Moreno et al.,   2007; Ureña et al., 2000),   assim surge o recurso preferencial ao serviço em suspensão flutuante, que é um   serviço com menor probabilidade de erro e cria muitas dificuldades aos   recebedores. Visto a trajetória da bola apresentar muitas oscilações durante o   seu percurso, obrigando a uma movimentação extra por parte dos intervenientes,   resultando por vezes reenvios diferenciados para o distribuidor (zona alvo posição 2,3), podendo condicionar a sua tarefa.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2">Os resultados obtidos   para esta variável (criação de condições favoráveis à distribuição) podem ser   explicados, quer pelas características próprias da amostra (equipas a disputar   o título de campeão nacional), pois o receio de errar com a consequentemente   perca de ponto e/ou jogo poderão ter provocado nos jogadores uma inibição ao   nível do risco na execução do serviço, optando estes assim por uma postura mais   prudente, quer pelo incremento da qualidade das ações de receção dos JL e ainda pela intervenção dos RP 1 e 2. </font></p>     <p><font size="2">Após observação e   análise de toda uma época desportiva, optou-se por analisar somente os <i>play-off</i> do campeonato, ou seja, os 5 jogos entre os primeiros dois classificados para apuramento do Campeão Nacional. </font></p>     <p><font size="2">Esta decisão poderá ser   uma possível limitação do estudo, no entanto, quisemos analisar os aspetos mais   importantes nas equipas mais equilibradas do campeonato, e as possíveis variáveis de sucesso.</font></p>     <p><font size="2">Como possíveis   sugestões para futuras investigações, a possibilidade de se analisar o mesmo   tipo de procedimento no Campeonato do Mundo ou Liga Mundial, no sentido de se observar se os resultados serão muito díspares.</font></p> </font>     <p>&nbsp;</p> <font size="3" face="Verdana"><b>CONCLUS&Otilde;ES</b></font><font face="Verdana">     <p><font size="2">Em função dos   resultados obtidos podemos concluir que o jogador que realiza mais ações de   receção é o <i>jogador recebedor prioritário 1</i>, seguindo-se o <i>jogador libero </i>e finalmente o <i>jogador recebedor prioritário 2</i>.</font></p>     <p><font size="2">A zona de receção mais   solicitada pelo serviço adversário é a <i>zona central distante</i>, seguida da <i>zona laterais distantes e fundo</i>.</font></p>     <p><font size="2">O tipo de serviço que   mais se verificou foi o <i>serviço em suspensão flutuante</i>, seguido do <i>serviço em suspensão potente.</i></font></p>     <p><font size="2">Relativamente à <i>eficácia   da receção</i>, o efeito mais frequente ocorre em <i>receções que permitem ao     distribuidor todas as opções de ataque</i>, seguido da receção que permite <i>duas       ou mais opções de ataque </i>e de receções que permitem<i> apenas uma opção de         ataque</i>. Por fim surgem as situações em que a receção <i>resulta num ponto direto para o adversário</i>.</font></p>     <p><font size="2">Quanto à associação   entre as variáveis independentes com a variável dependente, concluímos que o   jogador que apresenta maior percentagem de receções que <i>permitem todas as     opções de ataque</i>, é o <i>jogador recebedor prioritário 1.</i> As receções   que ocorrem na <i>zona central distante </i>são as que proporcionam uma maior   percentagem de <i>todas as opções de ataque </i>em oposição à <i>zona laterais     distantes e fundo</i> que apresentam uma maior percentagem de receções que   originam <i>ponto direto para o adversário </i>e finalmente é o <i>serviço em     suspensão flutuante </i>que permite maior percentagem de receções com <i>todas       as opções de ataque</i>, em oposição ao <i>serviço em suspensão potente </i>que   é o que origina maior percentagem de receções que resultam<i> em ponto direto para o adversário</i>.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2">As conclusões do   presente estudo permitem reforçar a necessidade de os treinadores, por um lado   poderem criar situações que conduzam ao incremento do serviço em suspensão   potente e do serviço direcionado para as zonas laterais distantes e fundo, na   medida que estas duas situações condicionam a organização ofensiva da equipa   adversária. Por outro lado devem ser desenvolvidas as ações de receção nas   zonas mais próximas das linhas laterais e do fundo, por aqueles que   habitualmente tem essa função, o JL e os JRP, no sentido em que estes   apresentem receções nestas zonas com o mesmo índice de eficácia das restantes zonas.</font></p> </font>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>REFER&Ecirc;NCIAS</b></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Afonso, J.,   Esteves, F., Araújo, R., Thomas, L., &amp; Mesquita, I. (2012). Tactical   Determinants of Setting Zone in Elite Men’S Volleyball. <i>Journal of Sports     Science &amp; Medicine</i>, <i>11</i>(1), 64–70.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=352127&pid=S1646-107X201500040001500001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Afonso, J., Mesquita, I., &amp; Palao, J.   (2005). Relationship   between the tempo and zone of spike and the number of blockers against the   hitters. <i>International Journal of Volleyball Research</i>, <i>8</i>(1), 19–23.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=352129&pid=S1646-107X201500040001500002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Castro, J. M. de, &amp; Mesquita, I.   (2008). Estudo   das implicações do espaço ofensivo nas características do ataque no Voleibol   masculino de elite. <i>Revista Portuguesa de Ciências do Desporto</i>, <i>8</i>(1), 114–125.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=352131&pid=S1646-107X201500040001500003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Costa, G. C., Caetano, C. J., Ferreira, N.   N., Junqueira, G., Afonso, J., Costa, P., &amp; Mesquita, I. (2011). Determinants   of attack tactics in Youth male elite volleyball. <i>International Journal of Performance Analysis in Sport</i>, <i>11</i>(1), 96–104.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=352133&pid=S1646-107X201500040001500004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Costa, G. C., Mesquita, I., Greco, P. J.,   Ferreira, N. N., &amp; Moraes, J. C. (2011). Relação saque, recepção e ataque   no voleibol juvenil masculino. <i>Motriz</i>, <i>17</i>(1), 11–18. <a href="http://doi.org/10.5016/1980-6574.2011v17n1p11" target="_blank">http://doi.org/10.5016/1980-6574.2011v17n1p11</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=352135&pid=S1646-107X201500040001500005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Ejem, M. (2001). Brief technical evaluation of the 27th Olympiad in Sydney. <i>The Coach</i>, <i>1</i>, 6–12.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=352136&pid=S1646-107X201500040001500006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Garganta, J. (2009). Trends of tactical   performance analysis in team sports: bridging the gap between research,   training and competition. <i>Revista Portuguesa de Ciências do Desporto</i>, <i>9</i>(1), 81–89.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=352138&pid=S1646-107X201500040001500007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">João, P. V., Leite, N., Mesquita, I.,   &amp; Sampaio, J. (2010). Sex differences in discriminative power of   volleyball game-related statistics. <i>Perceptual and Motor Skills</i>, <i>111</i>(3), 893–900. <a href="http://doi.org/10.2466/05.11.25.PMS.111.6.893-900" target="_blank">http://doi.org/10.2466/05.11.25.PMS.111.6.893-900</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=352140&pid=S1646-107X201500040001500008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">João, P. V., Mesquita, I., Sampaio, J.,   &amp; Moutinho, C. (2006). Análise comparativa entre o jogador libero e os   restantes recebedores prioritários na organização ofensiva a partir da receção   ao serviço, em voleibol. <i>Revista Portuguesa de Ciências do Desporto</i>, <i>6</i>(3), 318–328.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=352141&pid=S1646-107X201500040001500009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Lima, R., Mesquita, I., &amp; Pereira, F.   (2008). Estudo da recepção em voleibol masculino de elite em função da zona de   recepção, do jogador recebedor e do seu efeito. <i>EFDeportes.com, Revista Digital</i>, <i>13</i>(121).    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=352143&pid=S1646-107X201500040001500010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Maia, N., &amp; Mesquita, I. (2006).   Estudo das zonas e eficácia da recepção em função do jogador recebedor no voleibol   sênior feminino. <i>Revista Brasileira de Educação Física e Esporte</i>, <i>20</i>(4), 257–270. <a href="http://doi.org/10.1590/S1807-55092006000400004" target="_blank">http://doi.org/10.1590/S1807-55092006000400004</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=352145&pid=S1646-107X201500040001500011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Marcelino, R., Mesquita, I., Sampaio, J.,   &amp; Moraes, J. (2010). Estudo dos indicadores de rendimento em Voleibol em   função do resultado do set. <i>Revista Brasileira de Educação Física e Esporte</i>, <i>24</i>(1), 69–78.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=352146&pid=S1646-107X201500040001500012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Mesquita, I., &amp; Manso, F. (2007). Defensive   participation and efficacy of the libero in volleyball. <i>Journal of Human Movemente Studies</i>, <i>52</i>(2), 95–107.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=352148&pid=S1646-107X201500040001500013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Moreno, M. P., Alcaraz, A. G. de, Moreno,   A., Molina, J. J., &amp; Santos, J. A. (2007). Estudio de la   dirección del saque en la Superliga Masculina de Voleibol. <i>Motricidad. European Journal of Human Movement</i>, <i>18</i>, 111–134.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=352150&pid=S1646-107X201500040001500014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Palao, J., Santos, J., &amp; Ureña, A.   (2004). Effect of team level on skill performance in volleyball. <i>International Journal of Performance Analysis in Sport</i>, <i>4</i>(2), 50–60.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=352152&pid=S1646-107X201500040001500015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
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