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<article-id pub-id-type="doi">10.6063/motricidade.8800</article-id>
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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Resumos do 5º Simpósio de Força & Condição Física (2015)]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Proceedings of the 5th International Symposium on Strength & Conditioning (2015)]]></article-title>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font size="2" face="Verdana"><b>RESUMOS</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="4" face="Verdana"><b>Resumos do 5º Simpósio de Força &amp; Condição   Física (2015)</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Proceedings of the 5<sup>th</sup> International Symposium on Strength &amp; Conditioning (2015)</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center">&nbsp;</p>     <p align="center"><a href="/img/revistas/mot/v11n4/11n4a17f1.jpg"><font size="2" face="Verdana">Figura</font></a></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana">Os trabalhos   publicados no presente livro de resumos/proceedings foram submetidos à   apreciação da Comissão Científica do 5º Simpósio Internacional de Força e   Condição Física, realizado nos dias 4, 5 e 6 de Dezembro de 2015, no Instituto   Federal do Pará, Belém do Pará - Brasil. O conteúdo dos resumos é única e   exclusivamente da responsabilidade dos seus autores. Os editores e a Comissão   Científica do 5º Simpósio Internacional de Força e Condição Física não assumem   qualquer tipo de responsabilidade pelas opiniões e afirmações expressas pelos   autores. É permitida a reprodução parcial dos textos e sua utilização sem fins   comerciais, desde que devidamente citada a fonte/referência.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">164         Painel 1: Análise da Performance Desportiva</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">175         Painel 2: Treino de Força</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">183         Painel 3: Avaliação Fisiológica e Biomecânica</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">195         Painel 4: Condição Física e Saúde</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">207        Painel 5: Pedagogia e Intervenção Profissional</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Avaliação   dos efeitos de duas metodologias de formação esportiva em distintos níveis de   maturação biológica sobre a qualidade física resistência aeróbica de meninos de   10 anos</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">MND Portal<sup>1,2</sup>, FR Ribeiro<sup>1</sup>, RC Albuquerque<sup>1</sup>, TAJ Kikuchi<sup>1</sup>, EHM Dantas<sup>2,3</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">1. Universidade da Amazônia, UNAMA, Belém do Pará, Brasil; <a href="mailto:ndiasportal@gmail.com">ndiasportal@gmail.com</a>; 2.   Laboratório de Biociências e Motricidade Humana, LABIMH, UNIRIO, Rio de Janeiro, Brasil; 3. Universidade Tiradentes, UNIT, Aracaju, Brasil</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">É importante associar   e recomendar a forma eficaz de treinamento e desenvolvimento das qualidades   físicas a ser utilizada em cada etapa de desenvolvimento da criança, visando a   elevação   dos   limites máximos. O   objetivo do presente estudo foi avaliar os efeitos de duas distintas   metodologias de formação esportiva, a Tradicional e a Maturacional, sobre a   resistência aeróbica de meninos na faixa etária de 10 anos em diferentes níveis   de maturação biológica e níveis de idade cronológica. O estudo teve a amostra   de 60 escolares divididos em três grupos de 20 crianças, por faixa etária:   Grupo de treinamento tradicional (G1); Grupo de treinamento maturacional (G2) e   Grupo controle (G3). A avaliação da maturação biológica por Raio-X de mão e    punho, utilizando o Protocolo de <i>Greulich-Pyle</i>. Foi avaliada a   resistência aeróbica (Teste <i>Shuttle Run</i> Progressivo). Os grupos G1 e G2   realizaram aulas de Educação Física, durante o período de 16 (dezesseis)   semanas, com frequência de 02 (duas) vezes por semana e  duração de 45   (quarenta e cinco) minutos cada aula. O grupo G3, realizou a metodologia de   formação esportiva tradicional, O G2, realizou atividades esportivas com ênfase   no treinamento da  psicomotricidade e o G3 não recebeu qualquer tratamento   especial. Na análise de dados foram utilizados os testes de <i>Shapiro Wilk</i>,   Levene e ANOVA seguido do <i>Post Hoc de Scheffé</i>. O nível de significância   foi de p&lt;0,05. observou-se que tanto o G1 quanto o G2 apresentou diferença   significativa na variável analisada: resistência aeróbica, quando comparadas ao   G3. Nas variável em estudo o G2 foi superior ao G1 e ao G3 (G2&gt;G1&gt;G3). Concluiu-se que   a prática esportiva, independente da metodologia utilizada, promove melhora no   desenvolvimento de qualidades física resistência aeróbica, essencial para a aptidão neuromotora.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana"><i>Palavras-chave: </i>esporte, maturação, crianças, educação física, resistência física</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Métodos de   treino de força na natação competitiva</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">AM Dotta<sup>1,2</sup>, A Zaar<sup>2,3</sup>, J Vilaça-Alves<sup>1,2,4</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">1. Grupo de Estudos em treino de Força e Atividades de Academia,   Vila Real, Portugal; 2. Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, Vila Real,   Portugal; 3. Instituto de Desenvolvimento Educacional do Alto Uruguai, Getúlio   Vargas, Brasil; 4. Centro de Investigação em Desporto, Saúde e Desenvolvimento Humano, CIDESD, Vila Real, Portugal; <a href="mailto:josevilaca@utad.pt">josevilaca@utad.pt</a></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O treinamento de   força na natação competitiva tem como objetivo melhorar a potência muscular   para tornar a propulsão mais eficiente reduzindo o arrasto. O presente estudo   teve como objetivo investigar os tipos de treino de força empregados pelos   nadadores de alto nível competitivo, baseado em evidências. Foram utilizadas as   fontes de dados: <i>Pubmed, Science Direct</i>, <i>Web of Science</i> e <i>Google</i> Acadêmico. Compilados os artigos de língua inglesa identificados através de   palavras-chave, títulos de periódicos e pesquisas nas bases de dados   eletrônicas acima, referente ao tema proposto. Com essas pesquisas provenientes   do processo de revisão, foram agrupados ensaios controlados em que a população   do estudo foi constituída por nadadores competitivos. Os tipos de treinamento   de força empregados caracterizam-se por exercícios de sobrecarga dentro da água   (com a utilização de palmares e paraquedas) e fora da água (exercícios   tradicionais de força). Os métodos hoje realizados não se mostram plenamente   autênticos, pouco se transferem da força ganha para a melhora no desempenho.   Estudos atuais apresentam melhoras significativas de ganho de força quando   utilizam-se de trabalhos próximos da realidade do gesto técnico do nadador.   Esta breve revisão sustenta que é necessário mais estudos que evidenciem uma   maior transferência da força, que culminará no desenvolvimento da velocidade e potência dos nadadores competitivos.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><i>Palavras-chave: </i>treinamento de   força, performance, natação</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Variáveis   de desempenho e saúde de um atleta de futebol de 5 com retinoblastoma   bilateral: um relato de caso</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">SSM Furtado<sup>1</sup>; CJ Borba-Pinheiro<sup>1,2</sup></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">1. Universidade do Estado do Pará, UEPA, Campus XIII de Tucuruí,   Laboratório de Treinamento Resistido e Saúde, LERES, Pará, Brasil; <a href="mailto:silastuc1@hotmail.com">silastuc1@hotmail.com</a>; 2. Instituto   Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Pará, IFPA, Campus de Tucuruí, Pará, Brasil</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A ausência ou diminuição da visão torna-se um obstáculo para   o aprendizado, desenvolvimento ou manutenção das capacidades e habilidades   motoras.   Pretendemos verificar o perfil de variáveis de saúde e desempenho físico de um   atleta de futebol de 5 com retinoblastoma bilateral. Foi realizado através do   relato de caso, onde o voluntário é do sexo masculino com 19 anos de   idade, integrante a 1,3 anos da seleção de futebol de 5 (fut5) do Estado do   Pará/Brasil, com frequência do treinamento de duas a três vezes/semana. O   participante tem deficiência visual total (Blind 1 = B1) causada por um Retinoblastoma   bilateral (câncer na retina) desde de os dois anos de idade. As avaliações   realizadas foram as seguintes: a) Índice de Massa Corporal (IMC) e Índice da   Relação Cintura Quadril (IRCQ); b) Testes de resistência muscular localizada   (RML): flexão de braços, de quadril e de joelhos; c) teste de resistência   aeróbica de 12min; teste de flexibilidade. As avaliações revelaram que o atleta   possui o IMC abaixo do normal e em consequência disto um IRCQ com valor que não   apresenta risco. Os testes de RML mostraram classificação fraca para flexão de   braços, média flexão do quadril e excelente para agachamentos. O teste de 12   min mostrou uma classificação para VO<sub>2Máx</sub> muito ruim e o teste de   flexibilidade também foi classificado como ruim. O estudo constatou que o perfil   das variáveis de saúde e de desempenho do atleta com deficiência visual mostra   que há uma necessidade de atenção para melhorar o estado nutricional e com   exceção da RML de membros inferiores, também precisa melhorar as variáveis de desempenho do atleta de futebol de 5.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><i>Palavras-chave: </i>distúrbios visuais, exercício físico, saúde </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Comparação   do perfil morfológico e funcional de judocas e corredores</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">C Gouveia<sup>1</sup>, T Figueiredo<sup>1,2</sup>, H Louro<sup>2,3,4</sup>, A Conceição<sup>2,3</sup>, ND Garrido<sup>4</sup>, M Espada<sup>1,5</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">1. Instituto Politécnico de Setúbal,   Escola Superior de Educação, Portugal; <a href="mailto:mario.espada@ese.ips.pt">mario.espada@ese.ips.pt</a>; 2. Centro de   Investigação em Qualidade de Vida, Santarém, Portugal; 3. Escola Superior de   Desporto de Rio Maior, ESDRM, Instituto Politécnico de Santarém, Portugal; 4.   Centro de Investigação em Desporto, Saúde e Desenvolvimento Humano, CIDESD,   Vila Real, Portugal; 5. Centro Interdisciplinar de Estudo da Performance e Rendimento, CIPER, FMH-Cruz Quebrada, Portugal.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Em função da   especificidade da modalidade desportiva, determinadas capacidades ou perfis   morfológicos afirmam-se como determinantes no desempenho, conduzindo à   necessidade de avaliação e controlo do treino desportivo com vista à obtenção   do melhor rendimento desportivo. Foi nosso objetivo comparar o perfil   morfológico e funcional de corredores e judocas com bom nível competitivo. Constituíram   a amostra 14 atletas masculinos com mais de 7 anos de experiência na modalidade   e participação em campeonatos nacionais, 7 corredores (G1) (13.8±0.8 anos;   1.61±0.12 m; 56.9±12.0 kg) e 7 judocas (G2) (14.3±1.0 anos; 1.61±0.11 m;   54.1±9.7 kg). A avaliação da composição corporal foi realizada com recurso a   uma balança de bioimpedância Tanita (modelo Bc 601). Para avaliação de força de preensão manual foi utilizado um dinamómetro   digital (Camry 90 Kg) e força dos membros inferiores um sistema Ergojump <b>Bosco Ergojump System</b> (Byomedic, S.C.P., Barcelona, Spain) para   avaliar a altura máxima do salto em contramovimento (SCM). Foi ainda realizado <i>sprint</i> de 30 metros e lançamento de bola medicinal de 3 kg. Foi utilizado o   Teste de Shapiro-Wilk para verificação da distribuição. Para comparação entre   grupos foi utilizado o teste t de amostras emparelhadas (p&#8804;0.05). Os   dados foram analisados através do <i>software</i> SPSS versão 20.0. Foram verificadas diferenças significavas (p&lt;0.01) entre   G1 e G2 ao nível da % de massa gorda (respetivamente 7.6±1.6 e 16.8±4.6), <i>sprint</i> de 30 m (respetivamente 4.24±0.41 e 4.95±0.44 segundos) e SCM (respetivamente   45.0±8.7 e 31.0±5.8 metros). Ao nível do índice de massa corporal observaram-se   igualmente diferenças (18.5±1.7 e 21.6±2.2 kg/m<sup>2</sup> respetivamente G1 e   G2; p&lt;0.05). Diferentes modalidades desportivas estão associadas a   especificidades a nível morfológico e funcional. Este aspeto deve ser   considerado na deteção e seleção de talentos e no treino quotidiano visando capacitar os atletas para a especificidade da competição. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><i>Palavras-chave: </i>judo, corredores, morfologia, capacidades físicas, desempenho</font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="3" face="Verdana"><b>Comparação entre o treinamento de hipertrofia e treinamento complexo </b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">J Spineti<sup>1</sup>, VB Oliveira<sup>2</sup>, M Assis<sup>1</sup>, LF Oliveira<sup>2</sup>, VM Reis<sup>3</sup>, R Simão<sup>4</sup> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">1. Departamento de Fisiologia do Exercício do   Fluminense Football Club, Duque de Caxias, Rio de janeiro, Brasil; <a href="mailto:juliano.spineti@hotmail.com">juliano.spineti@hotmail.com</a>; 2. Programa   de Engenharia Biomédica, COPPE, UFRJ, Rio de Janeiro, Brasil; 3. Centro de Investigação em Ciências do Desporto, Saúde e   Desenvolvimento Humano, CIDESD, Vila Real, Portugal; 4. Universidade Federal do Rio de Janeiro, UFRJ, Brasil</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Elaborar   um programa que resulte em adaptações positivas sobre o desempenho motor pode   ser uma tarefa desafiadora, especialmente em atletas. O objetivo foi comparar o treinamento de hipertrofia (TH) com o treinamento   complexo e de contraste (TCC) em sessões de treinamento com controlo de   velocidade sobre o salto vertical, testes de velocidade e agilidade em jovens   jogadores de futebol de elite do sexo masculino, durante a temporada   competitiva.   Vinte e dois jogadores de futebol do sexo masculino (idade: 18,4 ±   0,5 anos; peso: 70,2 ± 9,1 kg; estatura: 179,9 ± 7,5 centímetros, % de gordura   corporal: 6,5 ± 2,8%) pertencentes à categoria Sub-20 da equipe Fluminense   Football Club. Foram distribuídos aleatoriamente em dois grupos: TCC (n = 10) e   TH (n = 12) e submetidos a treinamento durante oito semanas. Durante o período   do estudo, medidas de salto vertical, velocidade e agilidade foram aplicadas com o objetivo de verificar a eficiência dos protocolos TCC e TH. </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><a href="/img/revistas/mot/v11n4/11n4a17t1.jpg"><font size="2" face="Verdana">Tabela 1</font></a></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana">O   protocolo TCC com velocidade de execução controlada pode ser usado para   melhorar o resultado em testes de desempenho motor.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><i>Palavras-chave: treinamento de força, velocidade e futebol.</i></font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><strong><font size="3" face="Verdana">Padrão   alimentar e estado nutricional: caracterização de atletas de jiu–jitsu, em Belém do Pará</font></strong></p>     <p><font size="2" face="Verdana">FAR Neto<sup>1</sup>, JKR Moreira<sup>1</sup>.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">1.   Universidade da Amazônia, UNAMA, Belém do Pará, Brasil; <a href="mailto:fernando_alipio@hotmail.com">fernando_alipio@hotmail.com</a></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O   Jiu-jitsu é um esporte no qual se desenvolvem diversas valências físicas e   psicológicas. Levando-se em conta a importância da nutrição sobre o desempenho   atlético dos lutadores de jiu-jitsu, torna-se importante um conhecimento mais   profundo sobre o assunto. Pretendemos avaliar o perfil nutricional de atletas de   jiu-jitsu de uma academia de Belém do Pará. Foram   avaliados 30 atletas, com idade igual ou superior a 18 anos e inferior a 60   anos, de ambos os sexos, matriculados na modalidade Jiu-Jitsu em uma academia   de Belém (PA). Foi realizada uma palestra educativa mostrando os objetivos e   benefícios da pesquisa. Após a palestra, os atletas realizaram as avaliações   antropométricas e dietéticas. Foi utilizado um questionário padronizado, sob a   forma de entrevista, no qual constou dados sobre idade, peso, estatura, dobras   cutâneas, escolaridade, profissão, hábitos, antecedentes médicos familiares e   pessoais, e ao final o inquérito alimentar denominado Recordatório 24 horas. A   análise de dados foi a partir do consumo de energia, macronutrientes e valores   antropométricos, no qual foram calculados utilizando o Sistema de Análise   Nutricional (<i>NutriLife     7.4) e pelo Programa Estatístico Bio Estat 5.0. A amostra apresentou uma média     de 24 anos de idade, de 86,15 kg de peso, 1,74 m de altura, com o IMC médio de     28,37 </i>kg/m<sup>2</sup><i> e 70% dos atletas se encontravam com       percentual de gordura corporal adequado. A média do consumo de proteína na       dieta foi de 24,5% (recomendado), de carboidratos 47,8% (abaixo), de lipídeos       27,7% (recomendado), de vitamina A 895, 64 µg (abaixo), de vitamina C 174,72 mg       (recomendado), de Cálcio 705, 12 mg (abaixo), de Ferro 16,9 mg (recomendado),       de fibras 19,44 g (abaixo) e de Colesterol Total 382,9mg (acima). Se faz       necessário um acompanhamento nutricional destes atletas para a adequação de       suas dietas e melhora dos valores antropométricos, visando ao aprimoramento das suas performances.</i></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><i>Palavras-chave: </i>antropometria, estado   nutricional, artes marciais</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Perfil   cineantropometrico de jogadoras de vôlei de praia europeu</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">JC Pastore<sup>1,2,3</sup>, CA Ferreira<sup>1,2,3</sup>, FH Costa<sup>3,4</sup>, E Pessin<sup>1,2</sup>, M Albergaria<sup>1,2</sup>, PV João<sup>3</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">1. Universidade Estácio de Sá, UNESA, Rio   de Janeiro, Brasil; <a href="mailto:juliocesar_pastore@gmail.com">juliocesar_pastore@gmail.com</a>; 2. Laboratório de   Fisiologia do Exercício e Medidas e Avaliação, LAFIEX, Universidade Estácio de   Sá; 3. Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, Vila Real, Portugal; 4.   Instituto Estadual de Hematologia “Arthur de Siqueira Cavalcanti”, HEMORIO, Rio de Janeiro, Brasil</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Os atletas de vôlei em geral são amplamente abordados na   literatura científica e a cada vez novas observações dentro de mesmos pontos   são apresentadas, tanto a variável antropométrica da estatura quanto a característica   do somatótipo são particularmente importantes no vôlei de praia, porque o   tamanho absoluto contribui significativamente no percentual da variância total   associada com o sucesso atlético. Objetivámos descrever o perfil cineantropométrico de jogadoras de vôlei de praia   de alto rendimento nas categorias sub 19 e sub 21 por funções. Foram identificadas a composição corporal, somatótipo,   proporcionalidade corporal e score-z em 9 jogadoras de voleibol, agrupados por   funções no jogo. Todas eram membros da equipe nacional da Europa que   participaram dos Jogos Mundiais na Europa (2015) nas suas respetivas   categorias. Para análise dos dados foram calculados as média e desvios-padrão e   de acordo com a normalidade foi realizou-se uma a análise da variância (<i>ANOVA</i> one-way) para comparar as variáveis para diferentes funções, sendo analisado as   de variáveis massa corporal, estatura, massas adiposa, residual, muscular e óssea   e o índice de massa corporal, componentes somatotípicos e score-z   (proporcionalidade corporal). A análise discriminante foi realizada para   identificar variações antropométricas diferenciadoras em função dentro do jogo   (defensora e bloqueadora), adotando <i>p</i> &lt; 0,05 como limiar de significância.   As bloqueadoras apresentaram maior estatura (182±0,0 cm), adiposidade   (11,41±1,6 kg), massa muscular (52,08±2,5 kg) e % de gordura (16,6±1,6 kg). A   média do somatótipo de todas as jogadores foi ectomorfo. Classificadas por   função, as bloqueadoras apresentaram um somatótipo endo-ectomorfo e as   defensoras meso-ectomorfo. O perfil cineantropométrico das jogadoras de vôlei   foi considerado dentro dos padrões internacionais, com um somatótipo   predominantemente mesomorfo-ectomorfo. A estatura e composição corporal variou dentro das proporções em relação as suas funções.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana"><i>Palavras-chave: </i>composição corporal, somatótipo, voleibol, antropometria</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Controlo e avaliação do processo de treino no futebol sénior amador</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">VA Santos<sup>1</sup>, RJ Ferreira<sup>1</sup>, PG Morouço<sup>1</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">1. Escola Superior de Educação e Ciências Sociais, Instituto Politécnico de Leiria, Portugal; <a href="mailto:pedro.morouco@ipleria.pt">pedro.morouco@ipleria.pt</a></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O Futebol é uma   modalidade coletiva que requer uma aptidão física adequada para se alcançar o   sucesso desportivo. Para tal, dever-se-á ter em conta um elevado conjunto de   fatores, sendo determinantes a capacidade aeróbia e as caraterísticas   antropométricas. O presente estudo pretendeu avaliar alterações do desempenho   físico e das características antropométricas em jogadores de futebol amador,   durante uma época desportiva. A amostra foi composta por 14 jogadores de   futebol do sexo masculino pertencentes a uma equipa sénior (26.1 ± 6.3 anos de   idade). Os jogadores realizaram 4 categorias de testes: análise de composição   corporal, saltos verticais, velocidade e teste YO-YO de recuperação   intermitente Nível 1, para estimar o VO<sub>2</sub>máx. A recolha de dados foi   efetuada no início e no final da época desportiva. O estudo teve por objetivo   principal avaliar o consumo máximo de oxigénio e as características   antropométricas em atletas de futebol sénior amador, durante uma época   desportiva com a duração de 6 meses. Os resultados demonstraram um incremento   significativo do consumo máximo de oxigénio (53.5±5.0 vs. 69.3±3.6 ml/kg/min,   p&lt;.001), acompanhado por uma significativa diminuição da percentagem de   massa gorda (9.89±2.2 vs. 8.17±2.2 %, p=.003). Os resultados obtidos no   presente estudo estão em consonância com os apresentados na literatura,   apresentando valores ligeiramente superiores no final da época. Esta ligeira   diferença poderá ter resultado do efeito provocado pela carga de treino a que a   amostra foi submetida no decorrer da época desportiva. Concluiu-se que os   efeitos provocados de uma época desportiva estão associados a uma melhoria dos   valores de VO<sub>2</sub>máx e a uma otimização das características   antropométricas em jogadores de futebol. É na estrutura e no conteúdo do treino   que se asseguram a aquisição, a conservação da forma, e em grande parte, se fixa a sua duração.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><i>Palavras-chave: </i>futebol, VO2máx, treino e avaliação, indicadores de desempenho, capacidade aeróbia</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Avaliação da aceleração, velocidade máxima e agilidade de futebolistas júniores</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">JH Cintra<sup>1</sup>; RP Lustosa<sup>1</sup>; AM Silva<sup>1</sup>; FN Macedo<sup>2, 3</sup>; AB Carneiro<sup>4</sup>; TM Costa<sup>4</sup>.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">1. Centro Universitário Estácio do Ceará,   Brasil; <a href="mailto:joaquimcintra@hotmail.com">joaquimcintra@hotmail.com</a>; 2. Faculdade   Integrada da Grande Fortaleza; 3. Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro,   Vila Real, Portugal; 4 Universidade Federal do Ceará, UFC, Fortaleza, Brasil</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A aceleração,   velocidade máxima e agilidade são características motoras distintas em   futebolistas, sugerindo assim, que estas capacidades devem ser testadas de   forma específica. Entretanto, determinar o quanto capacidades inerentes ao   desempenho esportivo estão relacionadas entre si, são importantes para a   determinação de testes e métodos de treinamento mais específicos ou para a   interpretação dos resultados dos mesmos. O objetivo foi analisar a relação das   capacidades motoras específicas de velocidade, agilidade e de potência   anaeróbica de futebolistas juniores. Participaram do estudo 21 futebolistas   juniores da categoria sub-17 da instituição desportiva Ferroviário Atlético   Clube da cidade de Fortaleza – CE. Realizaram os seguintes testes e   correlacionadas as suas variáveis: Teste Velocidade de 30 metros (V30m), tempo   de aceleração de 0-10m (V10m) e 0-30m (velocidade média); testes de agilidade:   Illinois Agility Test (IAT) e o Teste em T; Teste de potência anaeróbica: RAST   avaliando a potência anaeróbica de pico, valores relativos e absolutos   (PAn-Pico). Foi utilizada análise descritiva e correlação multivariada (p &lt;   0.05). Os dados foram organizados utilizando o software Assistent Beta 7.7. Não   foi encontrada significância entre o V10m e as demais variáveis dos testes de   corridas, testes de agilidade e com o RAST. No entanto, foi encontrada   relevância entre o tempo de V30m com a o teste de agilidade em T, com a   PAn-Pico relativa e PAn-Pico (r=0,42, -0,64 e -0,48 respetivamente). O teste de   agilidade em T se relacionou moderadamente com o a PAn-Pico relativa e absoluta   (r= -0,57 e -0,59 respetivamente), já o teste IAT se correlacionou somente com   a PAn-Pico relativa (r= -0,48). Verificou-se correlações significativas entre   algumas capacidades motoras avaliadas, principalmente no Teste em T, que se   relacionou modernamente, com a velocidade (v30) e com a PAn-Pico de   futebolistas juniores. Sugere-se novos estudos de acordo com a especificidade tática ou posicionamento tático. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><i>Palavras-chave: </i>capacidade motora, futebol, potência, velocidade, agilidade</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Perfil de estados de humor pré competitivo em judocas</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">LS Oliota Ribeiro<sup>1,2,3</sup>, RDB Paz<sup>1</sup>, JCG Silva<sup>2</sup>, GR Batista<sup>2,3</sup>, JO Macêdo<sup>1</sup>, MS Cirilo-Sousa<sup>2,3</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">1. Laboratório de Cinesiologia e   Biomecânica, LACIB, Faculdades Integradas de Patos, FIP, Patos, Paraíba, Brasil, <a href="mailto:prof.oliota@yahoo.com.br">prof.oliota@yahoo.com.br</a>; 2. Laboratório de   Cineantropometria e Desempenho Humano, LABOCINE, Universidade Federal da   Paraíba, João Pessoa, Paraíba, Brasil; 3. Programa Associado de Pós-Graduação em Educação Física, UPE/UFPB, Pernambuco/Paraíba, Brasil.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Esportes de combate   podem apresentar situações que desfavoreçam o estado emocional pré competitivo   em atletas, principalmente no Judô, pois neste esporte os atletas competem   contra adversários com diferentes graduações em uma mesma categoria de peso.   Com este estudo pretendemos analisar o Perfil de Estados de Humor (PEH)   pré-competitivo de Judocas e sua relação com o desempenho esportivo. Tratou-se   de uma pesquisa descritiva com delineamento transversal e abordagem   quantitativa. A amostra foi composta por 11 atletas do sexo masculino, com   idade média de 20,36 ± 1,68 anos, participantes dos Jogos Universitários Brasileiros   de 2015, em Uberlândia/MG. Para mensuração do PEH foi utilizando a Escala de   humor de Brunel BRUMS. Este instrumento contém 24 itens indicadores simples de   humor, que mede seis domínios: tensão, depressão, raiva, vigor, fadiga e   confusão mental, sentimentos e atitudes, positivas e negativas, autorrelatadas.   O teste permite a deteção de alterações psicológicas, em que os avaliados   respondem como se situam em relação as tais sensações, de acordo com a escala   de 5 pontos (0=Nada, 1=Um pouco, 2=Moderadamente, 3=Bastante, 4=Extremamente),   e o escore final pode variar entre -80 a 16. Para a mensuração do desempenho   esportivo foi anotado o resultado das lutas. A pesquisa foi aprovada no comitê   de ética e todos os voluntários assinaram o termo de consentimento livre e   esclarecido. Os atletas apresentaram um vigor médio de 10,6 ± 2,54, tensão   média de 9,18 ± 1,07, depressão média de 2,00 ± 3,57, raiva média de 3,27 ±   2,10, fadiga média de 5,63 ± 3,95, confusão mental média de 3,63 ± 1,61 e   escore médio de -13,09 ± 11,70. No tocante ao desempenho, todos os atletas   perderam por <i>ippon.</i> Concluiu-se que, os atletas de Judô apresentam um   PEH demasiadamente ruim o que pode ter explicado o desempenho dos mesmos na competição.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><i>Palavras-chave: </i>artes marciais, atletas, estresse psicológico, estados de humor</font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="3" face="Verdana"><b>Eficácia   do treinamento de precisão e sua influência nas capacidades coordenativas em atletas de ginástica</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">BR Palomares<sup>1</sup>, MT Rocha<sup>2</sup>, LA Novikova<sup>1</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">1. Universidade Estatal de Cultura Física Esporte, Juventude e   Turismo da Rússia, Moscovo, Rússia; 2. Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, Vila Real, Portugal; <a href="mailto:tatiana_rl@yahoo.com.br">tatiana_rl@yahoo.com.br</a></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A   ginástica rítmica (GR) é uma modalidade que demanda níveis altos das   manifestações das capacidades coordenativas, buscando a coesão entre   graciosidade e precisão de movimentos. Pretendemos avaliar a eficácia do treinamento específico de precisão e sua influência   nas capacidades coordenativas em atletas de GR. Realizámos uma pesquisa de campo experimental, na qual participaram 30 atletas   (n=15 controle; n=15 experimental) da categoria juvenil, da cidade de   Fortaleza/CE. As atletas realizaram cinco pré-testes específicos descritos em   Karpenko e Rumba (2012), posteriormente foram submetidas a seis meses de   treinamento específico de precisão e ao final realizou-se pós-teste. Para   calcular as diferenças dos resultados utilizou-se o teste de Mann-Withney.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><a href="/img/revistas/mot/v11n4/11n4a17t2.jpg"><font size="2" face="Verdana">Tabela 1</font></a></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><i>Palavras-chave: </i>ginástica rítmica, treinamento de precisão, coordenação motora</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Perfil antropométrico e funcional na vela adaptada</b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">FB Maia da Silva<sup>1,2</sup>, DA Barbosa<sup>2</sup>, LM Silveira<sup>2</sup>, RGT Mello<sup>3</sup>, PH Marchetti<sup>4</sup>, CR Lopes<sup>5</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">1. Universidade Trás-os-Montes e Alto   Douro, Vila Real, Portugal; <a href="mailto:fbms78@hotmail.com">fbms78@hotmail.com</a>; 2. Seleção   Brasileira de Vela Adaptada, Niterói, Rio de Janeiro, Brasil; 3. Universidade   Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brasil; 4.   Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, São Paulo, Brasil; 5. Faculdade Adventista de Hortolândia, São Paulo, Brasil.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Na vela adaptada,   assim como a olímpica, a competitividade tem aumentado nas últimas décadas   tornando o esporte mais complexo, onde vários fatores determinam o desempenho   como, por exemplo, as características antropométricas e funcionais de seus   competidores. Pretendemos descrever o perfil antropométrico e funcional dos   velejadores participantes do Campeonato Brasileiro de Vela Adaptada. Todos os   participantes foram medidos e avaliados no primeiro e   segundo dias antes da competição. Inicialmente, uma reunião para orientação e   familiarização dos procedimentos metodológicos de coleta dos dados   antropométricos foi realizada e as medidas de massa corporal, estatura,   comprimento dos membros, circunferência e diâmetros ósseos foram coletadas pelo   fisioterapeuta e as medidas de dobras cutâneas e força de preensão manual pelo   preparador físico da seleção Brasileira de Vela Adaptada que tem o curso do   ISAK nível 1, em dois momentos para testar a reprodutibilidade e o erro técnico   da medida (ETM) intra-avaliador para dobras cutâneas, sendo considerado 5% como   valor aceitável. A média de idade foi de 38,3 ± 10,7 anos, massa   corporal total de 67,2 ± 15,7 kg, estatura 1,70 ± 0,1 m, estatura sentada 84,1   ± 8,6 cm, comprimento do membro superior 70,1 ± 11,4 cm, comprimento do membro   inferior 83,7 ± 10,9 cm, perímetros de tórax 100,7 ± 9,8 cm, cintura 92,1 ±   14,0 cm, abdome 94,8 ± 13,8 cm, quadril 92,4 ± 5,9 cm, diâmetros umeral 6,9 ±   0,6 cm, rádio ulnar 5,6 ± 0,4 cm, fêmur 9,6 ± 0,7 cm, maleolar 6,8 ± 0,5 cm. A   média do somatório das dobras cutâneas foi de 111,1 ± 5,94 mm, com erro técnico   da medida (ETM) menor que 5%. Para avaliação de preensão manual apresentou uma   média de 35,8 ± 12,9 kgf. Estes dados podem auxiliar preparadores e técnicos na formação dos barcos e periodização do treinamento para o velejador adaptado.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><i>Palavras-chave: </i>vela adaptada,   perfil antropométrico, perfil funcional</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Correlação entre perfil morfológico e capacidades físicas em judocas</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">C Gouveia<sup>1</sup>, T Figueiredo<sup>1,2</sup>, H Louro<sup>2,3,4</sup>, A Conceição<sup>2,3</sup>, ND Garrido<sup>4</sup>, M Espada<sup>1,5</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">1. Instituto Politécnico de Setúbal,   Escola Superior de Educação, Setúbal, Portugal; <a href="mailto:mario.espada@ese.ips.pt">mario.espada@ese.ips.pt</a>; 2. Centro de   Investigação em Qualidade de Vida, Santarém, Portugal; 3. Escola Superior de   Desporto de Rio Maior, ESDRM, Instituto Politécnico de Santarém, Rio Maior   Portugal; 4. Centro de Investigação em Desporto, Saúde e Desenvolvimento Humano,   CIDESD, Vila Real, Portugal; 5. Centro Interdisciplinar de Estudo da Performance e Rendimento, CIPER, FMH-Cruz Quebrada, Portugal.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O judo é uma   modalidade desportiva que requer controlo morfológico uma vez que o peso   determina a categoria em momento competitivo. Paralelamente, algumas   capacidades físicas poderão revelar-se determinantes no sucesso desportivo no   judo e associadas a perfis morfológicos. Pretendemos analisar a correlação   entre antropometria e composição corporal e capacidades físicas em judocas. Constituíram   a amostra 13 atletas masculinos com mais de 5 anos de experiência na modalidade   (14.2±0.8 anos; 1.65±0.13 m; 55.9±9.2 kg). A avaliação da composição corporal   foi realizada com recurso a uma balança de bioimpedância Tanita (modelo Bc   601). Para avaliação de força de preensão manual   foi utilizado um dinamómetro digital (Camry 90 Kg) e força dos membros   inferiores um sistema Ergojump <b>Bosco Ergojump     System </b>(Byomedic, S.C.P., Barcelona, Spain) para avaliar a   altura máxima do salto em contramovimento (SCM). Foi ainda realizado <i>sprint</i> de 30 metros e lançamento de bola medicinal (LBM) de 3 kg. Foi utilizado   o Teste de Shapiro-Wilk para verificação da distribuição. Foram determinadas   as correlações de Pearson   e adotada a significância p&#8804;0.05. Os dados foram analisados através do <i>software</i> SPSS versão   20.0. Observaram-se correlações significativas entre LBM (4.4±0.9 metros) e SCM   (30.9±7.2 metros) (r=0.80, p&lt;0.01) e LBM e <i>sprint</i> de 30 metros   (r=-0.62, p&lt;0.05). Relativamente a questões relacionadas com morfologia   (nomeadamente antropometria e composição corporal), a altura correlacionou-se   com o desempenho no <i>sprint</i> de 30 m (r=-0.58, p&lt;0.05) e com o peso   (r=0.67, p&lt;0.05). Índice de massa corporal e % massa gorda não se   correlacionaram com outras variáveis. Nesta fase de início do período pubertário   em judocas, as correlações mais significativas relacionam-se com capacidades   físicas (força e velocidade). Esta evidência leva-nos a concluir que é   importante uma correta planificação e controlo do processo de treino num   período em que variáveis como altura e composição corporal (associadas a   morfologia) não estão estabilizadas e não se revelam determinantes para capacidades físicas e, consequentemente, no desempenho desportivo.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><i>Palavras-chave: </i>judo, capacidades físicas, morfologia, treino, desempenho</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Correlação entre special judo fitness test e força isométrica total </b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A da Rosa<sup>1</sup>, MM Gonçalves<sup>2,3</sup>, L Camposo<sup>1</sup>, RA Marson<sup>2</sup>, C Araujo<sup>3</sup>, JS Novaes<sup>3</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">1. Escola de Educação Física do Exército; <a href="mailto:aarlom@gmail.com">aarlom@gmail.com</a>; 2. Instituto de   Pesquisa da Capacitação Física do Exército; 3. Universidade Federal do Rio de Janeiro, UFRJ, Brasil</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O judô é um esporte   de combate que assumiu em 2012 a posição de possuir maior número de medalhas   olímpicas em âmbito nacional. No judô, como em qualquer outro esporte,   estuda-se formas de melhorar o rendimento em competições. Acredita-se que a   força, resistência e velocidade sejam fatores importantes na obtenção de um bom   resultado em uma competição de judô. A literatura indica o <i>Special Judo     Fitness Test </i>(SJFT) como um teste que simula a exigência de uma luta de   judô. O   objetivo foi verificar a correlação do SJFT com a força   isométrica total (somatório do pico de torque isométrico manual, escapular e   lombar) com a finalidade de verificar se este somatório é um fator de   importância no desempenho em uma luta de judô. Foram avaliados 15 atletas de   judô do Centro de Instrução Almirante Alexandrino da Marinha do Brasil, com   mais de um ano de prática de judô. Os testes de dinamometria manual, escapular   e lombar foram aferidos por um dinamômetro eletrônico de força, modelo TRF200   (EMG System do Brasil, São José dos Campos, São Paulo, Brasil) com cabo de dois   metros flexível, blindado e com um sistema de aquisição de dados que permite a   leitura deste equipamento até 200kgf. Utilizou-se o software Biostat 5.3 e o   teste de correlação de Pearson para executar as análises estatísticas.   Observou-se a correlação positiva e forte (r = 0,80) entre o pico de torque   isométrico total e o desempenho no SJFT, para a amostra desse estudo. Segundo   os resultados, os atletas que apresentaram maior força isométrica, apresentaram melhor desempenho no <i>Special Judo Fitness Test</i>.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><i>Palavras-chave: </i>special judo   fitness test, força isométrica, atletas amadores de judo</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Perfil antropométrico e desempenho do atleta de pararremo</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">FB Maia da Silva<sup>1</sup>, DA Barbosa<sup>2</sup>, GR Soares<sup>3</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">1. Universidade Trás-os-Montes e Alto   Douro, Vila Real, Portugal; 2. Seleção Brasileira de Vela Adaptada, Niterói,   Rio de Janeiro, Brasil; <a href="mailto:fbms78@hotmail.com">fbms78@hotmail.com</a>; 3 Confederação Brasileira de Remo, Rio de Janeiro, Brasil</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">O   aumento da competitividade no remo torna o esporte complexo, e algumas   variáveis podem auxiliar na formação de um barco e consequentemente nos   resultados, como o perfil antropométrico deste remador. O   presente estudo objetivou descrever o perfil antropométrico e desempenho dos   remadores adaptados participantes do Campeonato Brasileiro de Remo. Durante o   Campeonato Brasileiro de Remo foram coletados os dados antropométricos de 15   remadores adaptados, no último dia de competição.   Ainda, foi perguntado para cada técnico dos atletas, sobre o melhor tempo no   teste máximo de 1000 metros no remoergômetro. Inicialmente, uma reunião para   orientação e familiarização dos procedimentos metodológicos para coleta. Foram   realizadas medidas de comprimento e alcance dos membros superiores,   circunferências, diâmetros ósseos e dobras cutâneas medidas pelo autor por ter   o curso do ISAK nível 1, em dois momentos para testar a reprodutibilidade e o   erro técnico da medida (ETM) intra-avaliador, sendo considerado 5% como valor   aceitável. A média de idade foi de 36,9 ± 5,4 anos, estatura sentada   84,1 ± 8,6 cm, comprimento do membro superior direito 65,4 ± 2,8 cm, comprimento   do membro superior esquerdo 64,0 ± 3,5 cm, alcance membro superior direito 76,0   ± 3,1 cm, alcance membro superior esquerdo 75,2 ± 3,6 cm, perímetros de tórax   105,5 ± 8,7 cm, cintura 90,7 ± 9,3 cm, abdome 94,9 ± 15,1 cm, bíceps contraído   direito 37,62 ± 3,5 cm, bíceps contraído esquerdo 37,4 ± 3,1 cm, diâmetros   umeral 7,5 ± 0,4 cm, rádio ulnar 6,3 ± 0,3 cm, nos diâmetros de fêmur e   maleolar somente 12 atletas foram avaliados 10,2 ± 0,9 cm e 7,1 ± 0,6 cm   respetivamente. A média da dobra cutânea tricipital foi de 11,16 ± 7,43 mm,   subscapular 16,94 ± 7,01 mm, peitoral 4,88 ± 3,63 mm, axilar 10,20 ± 5,65 mm,   suprailíaca 14,90 ± 8,46 mm, abdome 20,33 ± 8,91 mm. Todas as medidas   apresentaram erro técnico da medida (ETM) menor que 5%. O teste máximo de 1000   metros no remoergômetro apresentou velocidade média de 2,26±0,38 m/s. Estes   dados podem auxiliar preparadores e técnicos na formação dos barcos e periodização do treinamento para o remador adaptado.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><i>Palavras-chave: </i>pararremo, desempenho, perfil antropométrico</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Avaliação   dos efeitos de duas metodologias de formação esportiva em distintos níveis de   maturação biológica sobre a qualidade física resistência aeróbica de meninos de 10 anos</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">MND Portal<sup>1,2</sup>, FR Ribeiro<sup>1</sup>, RC Albuquerque<sup>1</sup>, TAJ Kikuchi<sup>1</sup>, EHM Dantas<sup>2,3</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">1. Universidade da Amazônia, UNAMA, Belém do Pará, Brasil; <a href="mailto:ndiasportal@gmail.com">ndiasportal@gmail.com</a>; 2.   Laboratório de Biociências e Motricidade Humana, LABIMH, UNIRIO, Rio de Janeiro, Brasil; 3. Universidade Tiradentes, UNIT, Aracaju, Brasil</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">É   importante associar   e recomendar a forma eficaz de treinamento e desenvolvimento das qualidades   físicas a ser utilizada em cada etapa de desenvolvimento da criança, visando a   elevação   dos   limites máximos.   Pretendemos   avaliar os efeitos de duas distintas metodologias de formação esportiva, a   Tradicional e a Maturacional, sobre a resistência aeróbica de meninos na faixa   etária de 10 anos em diferentes níveis de maturação biológica e níveis de idade   cronológica. O estudo teve a amostra de 60 escolares divididos em três grupos   de 20 crianças, por faixa etária: Grupo de treinamento tradicional (G1); Grupo   de treinamento maturacional (G2) e Grupo controle (G3). A avaliação da   maturação biológica por Raio-X de mão e punho, utilizando o Protocolo de <i>Greulich-Pyle</i>.   Foi avaliada a resistência aeróbica (Teste <i>Shuttle Run</i> Progressivo). Os   grupos G1 e G2 realizaram aulas de Educação Física, durante o período de 16   semanas, com frequência de 2 vezes por semana e duração de 45 minutos cada   aula. O grupo G3 realizou a metodologia de formação esportiva tradicional, O   G2, realizou atividades esportivas com ênfase no treinamento da   psicomotricidade e o G3 não recebeu qualquer tratamento especial. Na análise de   dados foram utilizados os testes de <i>Shapiro Wilk</i>, Levene e ANOVA seguido   do <i>Post-Hoc de Scheffé</i>. O nível de significância foi de p&lt;0,05.   Observou-se que tanto o G1 quanto o G2 apresentaram diferenças significativas   na variável analisada: resistência aeróbica, quando comparadas ao G3. Nas   variável em estudo o G2 foi superior ao G1 e ao G3 (G2&gt;G1&gt;G3). Concluiu-se que a   prática esportiva, independente da metodologia utilizada, promove melhora no   desenvolvimento de qualidades física resistência aeróbica, essencial para a aptidão neuromotora.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><i>Palavras-chave: </i>esporte, maturação, crianças, educação física, resistência física</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Relação de variáveis da prática anaeróbia de futebolistas juniores</b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">AM Silva<sup>1</sup>, JH Cintra<sup>1</sup>, RP Lustosa<sup>1</sup>, FN Macedo<sup>3</sup>, TM Costa<sup>4</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">1. Centro Universitário Estácio do Ceará,   Brasil; <a href="mailto:arthurmonteiro10@hotmail.com">arthurmonteiro10@hotmail.com</a>; 2. Faculdade   Integrada da Grande Fortaleza, Fortaleza, Brasil; 3. Universidade de Trás-os-Montes   e Alto Douro, Vila Real, Portugal; 4 Universidade Federal do Ceará, UFC, Fortaleza, Brasil</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">As variáveis   relacionadas ao metabolismo anaeróbio podem ser determinantes no desempenho de   futebolistas, pois é a habilidade para converter rapidamente energia química em   mecânica, um fato de grande valia na velocidade dos deslocamentos, nas ações   curtas e intensas realizadas durante os jogos. Mesmo ocorrendo durante o jogo   uma maior utilização do metabolismo aeróbio, que se faz mais importante na   otimização da recuperação, a maioria das habilidades decisivas, como a   capacidade da saltar alto e correr rápido nos duelos contra os adversários são   anaeróbios, entretanto, capacidades motoras treinadas adequadamente propiciam   melhores resultados dos atletas. Pretendemos verificar a correlação entre as   variáveis pertinentes no desempenho anaeróbio de futebolistas juniores, sendo   capacidades físicas como, velocidade de corrida e potência anaeróbica,   mensuradas através de testes específicos da modalidade. Participaram do estudo   24 futebolistas juniores da categoria sub-17 da instituição desportiva   Ferroviário Atlético Clube da cidade de Fortaleza – CE. Realizaram os seguintes   testes e correlacionadas as suas variáveis: Teste de Corrida de Velocidade de   30 metros (V30m), tempos de aceleração 0–10m (V10m), 0–30m (velocidade média);   RAST, Potência Anaeróbica de Pico (PAn-Pico), Potência Anaeróbica Média   (PAn-Média) e Índice de Fadiga (IF). Utilizada análise descritiva e Correlação   Multivariada (p&lt;0,05). Para tratamento dos dados foi utilizado o software   Assistent Beta 7.7. Não foi encontrada correlação entre o V10m e as demais   variáveis dos testes de corridas, nem com as variáveis do RAST. No entanto foi   encontrada relação entre o tempo de V30m com a PAn-Pico relativa, Pan-Pico   absoluta e PAn-Média relativa (r=0,62, r=0,45 e r=0,57 respetivamente), não   havendo correlação com a PAn média absoluta (p&gt;0,05). Verificaram-se   correlações significativas entre algumas variáveis do desempenho anaeróbio   específico. Sugere-se que novos estudos sejam feitos de acordo com a   especificidade tática ou posicionamento tático, para que possa auxiliar na compreensão fisiológica e motora dos atletas. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><i>Palavras-chave: </i>capacidades motoras, futebol, jovens atletas</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Potência anaeróbica em jogadores profissionais de futebol</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">CM Klein<sup>1</sup>, JC Silva<sup>1</sup>, DS Martins<sup>2</sup>, G Araújo<sup>3</sup>, T Gomes<sup>3,4</sup>, JS Novaes<sup>3</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">1. Fundação Oswaldo Aranha, UniFOA, Volta   Redonda, Rio de Janeiro, Brasil; <a href="mailto:profgleisson@hotmail.com">profgleisson@hotmail.com</a>; 2.   Barra Mansa Futebol Clube, Barra Mansa, Rio de Janeiro, Brasil;3. Universidade Federal   do Rio de Janeiro, UFRJ, Brasil; 4. Universidade Estácio de Sá, Rio de Janeiro, Brasil</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A popularidade do   futebol tornou o desporto uma atividade capaz de ser realizada por pessoas com   diferentes faixas etárias. Para o desempenho atlético, o nível de rendimento   físico é uma exigência freqüente no condicionamento através das habilidades de   deslocamento, velocidade e agilidade apresentadas por movimentos precisos em   alta intensidade. Uma boa capacidade anaeróbica é de fundamental importância   para os atletas de alto rendimento. A avaliação do estado de treinamento é uma   importante ferramenta para a orientação adequada e planejada de um programa de   treinamento físico desportivo. O objetivo foi verificar a potência anaeróbica   de jogadores profissionais da Barra Mansa Futebol Clube e comparar com o nível   médio de potência anaeróbica de atletas de futebol profissionais, encontrado na   literatura. Um grupo de 18 homens saudáveis jogadores de futebol profissional   da equipe do Barra Mansa Futebol Clube apresentando média de idade 23±2 (anos); massa corporal 66±10,6 (kg); estatura   1,78±6,69 (m);  IMC 23,49±1,36 kg/m<sup>2</sup>. Foram realizadas   medidas antropométricas e IMC. Para medir a capacidade anaeróbica foi utilizado   o Rast test. Foi utilizada a estatística descritiva com média e desvio padrão. A   análise estatística descritiva apresentou valores médios de 851, 9±103,3W para   a potência anaeróbica máxima dos voluntários testados que, quando comparados   com os resultados de outros estudos que apresentaram um nível médio de   725±115,2W para a potência anaeróbica, demonstraram um nível de   condicionamento cardiorrespiratório superior. Os atletas   profissionais de futebol do Barra Mansa Futebol Clube  apresentaram uma média   superior a potência anaeróbica quando comparado com estudos anteriores, o que poderá favorecer a desempenho desportiva.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><i>Palavras-chave: </i>corrida, condicionamento físico humano, futebol</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Ansiedade pré competitiva e atletas de fisiculturismo </b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">LC Ferreira<sup>1</sup>, JS Novaes<sup>2</sup>, FM Aidar<sup>1,3</sup>, N Sousa<sup>1,4</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">1. Universidade Trás-os-Montes e Alto   Douro, Vila Real, Portugal; <a href="mailto:liciafcerq@yahoo.com.br">liciafcerq@yahoo.com.br</a>; 2. Universidade   Federal do Rio de Janeiro, UFRJ, Brasil; 3. Universidade Federal de Sergipe,   Aracajú, Brasil; 4. Centro   de Investigação em Desporto, Saúde e Desenvolvimento Humano, CIDESD, Vila Real, Portugal</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A ansiedade de   diferentes atletas antes das competições pode prejudicar o rendimento esportivo   durante a competição. A literatura publicada sobre este assunto em relação ao   fisioculturismo (Fcult) é escassa. Este estudo pretendeu investigar os níveis   de ansiedade pré-competitiva em atletas masculinos de Fcult de Belém do Pará   (Brasil). A amostra foi constituída por 25 atletas, sendo todos do sexo   masculino e com idade entre 20 e 50 anos. O instrumento utilizado foi um   questionário denominado Inventário de Estado de Ansiedade competitiva – II   (CSAI-2), composto por 27 questões, com variação em baixa, média e alta   ansiedade, em sua interpretação. O questionário foi aplicado um dia antes da   competição. O teste de <i>Kruskal-Wallis</i> com <i>post-hoc</i> de Dunn foi   realizado para a comparação entre os níveis de ansiedade; a interdependência   entre os fatores da ansiedade (CSAI-2) foi avaliada pela correlação de <i>Pearson</i>.   Foram encontradas diferenças significativas nos níveis de ansiedade entre os   fatores ansiedade cognitiva e autoconfiança. O nível de ansiedade pré-competitiva   demonstrado por atletas de Fcult variou entre baixa e média em alguns fatores   da ansiedade. Pode-se inferir que as diferenças individuais, fatores sociais e   a personalidade são aspetos importantes a serem considerados nos estudos da   ansiedade, podendo atuar como um facilitador ou não ao seu desempenho, independentemente do nível a ser classificado.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><i>Palavras-chave: </i>ansiedade, fisioculturismo </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Periodização tradicional no remo em escaler</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">FB Maia da Silva<sup>1,2</sup>, J Vilaça-Alves<sup>1,3</sup>, JP Brito<sup>4</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">1. Universidade Trás-os-Montes e Alto   Douro, Vila Real, Portugal; <a href="mailto:fbms78@hotmail.com">fbms78@hotmail.com</a>; 2. Seleção   Brasileira de Vela Adaptada, Niterói, Rio de Janeiro, Brasil; 3. Centro de   Investigação em Desporto, Saúde e Desenvolvimento Humano, CIDESD, Vila Real,   Portugal; 4.   Escola Superior de Desporto de Rio Maior, ESDRM, Instituto Politécnico de Santarém, Portugal</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">As competições de   remo em escaler tenham sido reconhecidas pela Federação de Remo do Estado do   Rio de Janeiro. Contudo, é escassa na literatura científica informações a   respeito do efeito da periodização clássica nas demandas físicas e de   performance inerentes a esta modalidade Desta forma, torna-se pertinente a   obtenção de informações científicas sobre o real efeito nessas variáveis da   periodização clássica para que se possa planear com maior segurança dos seus   resultados. Pretendemos comparar o efeito do modelo tradicional de periodização   sobre a força máxima e pico do consumo de oxigênio e o tempo aos 500 metros. Participaram   do estudo 30 atletas de remo em escaler da Escola Naval, do sexo masculino, com   idade entre 19 e 23 anos, que foram sujeitos a 4 meses de um treino de remo em   escaler seguindo o modelo de periodização tradicional. Este treino foi dividido   em 4 mesociclos de um mês cada (colocar se os mesosciclos de introdução,   aquisição, de choque e de transição). Todos os sujeitos efetuaram, antes de   começarem o plano de treino e após o término de cada mesociclo uma medição: da   força máxima dinâmica (1RM) nos exercícios de levantamento de terra (LT),   agachamento (AG) e remada deitada (RD); e do consumo de oxigénio total (VO<sub>2</sub>T),   do VO<sub>2 </sub>de pico e do tempo aos 500 metros (T500) realizados no remoergômetro.   Para análise dos resultados foi efetuado uma <i>ANOVA</i> para medidas   repetidas, com o modelo 1 grupo x 4 momentos, com post-hoc de <i>Bonforroni</i>.   Os pressupostos para o uso desta estatística inferencial não foram violados e o   nível de significância foi mantido em 5%. O eta parcial quadrado (&#951;<sub>p</sub><sup>2</sup>), foi usado para   analisar o tamanho do efeito. Foi observado um efeito momento significativo em   todas as variáveis analisadas (F<sub>(3,87)</sub>=431,327;p&lt;0,0001; &#951;<sub>p</sub><sup>2</sup>=0,937; F<sub>(3,87)</sub>=98,744;p&lt;0,0001;   &#951;<sub>p</sub><sup>2</sup>=0,773; F<sub>(3,87)</sub>=52,652;p&lt;0,0001;   &#951;<sub>p</sub><sup>2</sup>=0,645; F<sub>(3,87)</sub>=283,384;p&lt;0,0001;   &#951;<sub>p</sub><sup>2</sup>=0,907; F<sub>(3,87)</sub>=35,446;p&lt;0,0001;   &#951;<sub>p</sub><sup>2</sup>=0,550; F<sub>(3,87)</sub>=939,172;p&lt;0,0001;   &#951;<sub>p</sub><sup>2</sup>=0,970; LT 1RM, AG   1RM, RD 1RM, T500, VO<sub>2</sub>T e VO<sub>2</sub> de pico, respetivamente).   Observou-se no LT 1RM, no AG 1RM, no RD 1RM e no T500 uma diminuição   significativa (p&lt;0,0001) da performance do primeiro para o segundo mesociclo   e um aumento significativo do segundo para o terceiro mesociclo e do terceiro   para o quarto mesociclo. Em relação ao VO<sub>2</sub>T e ao VO<sub>2</sub> de   pico foi observado uma diminuição significativa do primeiro para o terceiro mesociclo   e posteriormente uma melhoria significativa destes valores do terceiro para o   quarto mesociclo, sendo os valores em todas as variáveis, significativamente   (p&lt;0,029), superiores no final do quarto mesociclo em relação aos valores   iniciais do treino. A periodização tradicional usada no presente estudo   mostrou-se eficaz na melhoria nos indicadores de força máxima dinâmica, de   capacidade ventilatória e de performance analisados no presente estudo no final   de 4 meses de intervenção. Contudo, existe uma diminuição desses indicadores nos primeiros 3 meses.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><i>Palavras-chave: </i>periodização tradicional, remo em escaler, pico do consumo de oxigênio</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Periodização anual com incremento do treinamento pliométrico em atletas de ginástica</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">BR Palomares<sup>1</sup>, MT Rocha<sup>2</sup>, LA Novikova<sup>1</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">1. Universidade Estatal de Cultura Física Esporte, Juventude e   Turismo da Rússia, Moscou, Rússia; 2 Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, Vila Real, Portugal; <a href="mailto:tatiana_rl@yahoo.com.br">tatiana_rl@yahoo.com.br</a></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A Ginástica Rítmica   é uma modalidade esportiva que inclui no seu repertório de movimentos   obrigatórios diversas manifestações de saltos. Para que estes saltos sejam   eficientes e válidos no momento da série devem ser realizados com boa altura e   forma bem definida. Uma das metodologias mais difundidas para incrementar os   níveis de força-potência, necessários para boa execução dos saltos é o   treinamento pliométrico (TP). O objetivo deste estudo foi avaliar e eficiência   da aplicação do treinamento pliométrico em atletas das categorias juvenil e   adulta durante o período de um (1) ano na composição de dois macrociclos. Para   tal objetivo 15 atletas de Ginástica Rítmica compuseram o grupo experimental,   avaliadas em três parâmetros: impulsão vertical, impulsão horizontal e   agilidade, aplicados em um pré-teste e dois testes de controlo, da mesma forma   que o grupo de controlo, que seguiu a rotina de treinamentos sem o incremento   do treino pliométrico. Em relação à impulsão vertical, detetou-se efeito   estatisticamente significativo do grupo experimental (p-valor=0,0096). Já em   relação à impulsão horizontal, foi detetado efeito estatisticamente   significativo da interação entre grupo experimental e tempo (p-valor=0,0355).   Em relação à agilidade, detetou-se efeito estatisticamente significativo do   grupo experimental (p-valor=0,0049). Vale ressaltar que p-valor da interação   entre grupo e tempo, que é igual a 0,0595, é muito próximo do limite de 5% de   significância. Os resultados obtidos demonstraram uma superioridade nos aspetos   da impulsão vertical, horizontal e agilidade no grupo experimental, demonstrando a eficiência do treino pliométrico.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><i>Palavras-chave: </i>treinamento de choque, pliometria, periodização para ginástica</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Potência anaeróbica em jogadores profissionais de futebol</b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">CM Klein<sup>1</sup>, JC Silva<sup>1</sup>, DS Martins<sup>2</sup>, G Araújo<sup>3</sup>, T Gomes<sup>3,4</sup>, JS Novaes<sup>3</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">1. Fundação Oswaldo Aranha, UniFOA, Volta   Redonda, Rio de Janeiro, Brasil; <a href="mailto:profgleisson@hotmail.com">profgleisson@hotmail.com</a>; 2.   Barra Mansa Futebol Clube, Barra Mansa, Rio de Janeiro, Brasil; 3. Universidade   Federal do Rio de Janeiro, UFRJ, Brasil; 4. Universidade Estácio de Sá, UNESA, Rio de Janeiro, Brasil</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A popularidade do   futebol tornou o desporto uma atividade capaz de ser realizada por pessoas com   diferentes faixas etárias. Para o desempenho atlético, o nível de rendimento   físico é uma exigência freqüente no condicionamento através das habilidades de   deslocamento, velocidade e agilidade apresentadas por movimentos precisos em   alta intensidade. Uma boa capacidade anaeróbica é de fundamental importância   para os atletas de alto rendimento. A avaliação do estado de treinamento é uma   importante ferramenta para a orientação adequada e planejada de um programa de   treinamento físico desportivo. Pretendeu-se verificar a potência anaeróbica de   jogadores profissionais da Barra Mansa Futebol Clube e comparar com o nível   médio de potência anaeróbica de atletas de futebol profissionais, encontrado na   literatura. Um grupo de 18 homens saudáveis jogadores de futebol profissional   da equipe do Barra Mansa Futebol Clube apresentando média de idade 23±2 (anos);   massa corporal 66±10,6 (kg); estatura 1,78±6,69 (m); IMC 23,49±1,36 kg/m<sup>2</sup>.   Foram realizadas medidas antropométricas e IMC. Para medir a capacidade   anaeróbica foi utilizado o Rast test. Foi utilizada a estatística descritiva   com média e desvio padrão. A análise estatística descritiva apresentou valores   médios de 851, 9±103,3W para a potência anaeróbica máxima dos voluntários   testados que, quando comparados com os resultados de outros estudos que   apresentaram um nível médio de 725±115,2W para a potência anaeróbica,   demonstraram um nível de   condicionamento cardiorrespiratório superior. Os atletas   profissionais de futebol do Barra Mansa Futebol Clube  apresentaram uma média superior   a potência anaeróbica quando comparado com estudos anteriores, o que poderá favorecer a desempenho desportiva.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><i>Palavras-chave: </i>corrida, condicionamento físico humano, futebol</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Correlação do teste de força de pressão manual com avaliações dinâmicas de força</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">MM Gonçalves<sup>1,2</sup>, RA Marson<sup>1</sup>, M Fortes<sup>1</sup>, A Gil<sup>2</sup>, JS Novaes<sup>2</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">1. Instituto de Pesquisa da Capacitação   Física do Exército; <a href="mailto:michel_fitness@hotmail.com">michel_fitness@hotmail.com</a>; 2. Universidade Federal do Rio de Janeiro, UFRJ, Brasil</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O Exército   Brasileiro utiliza os testes dinâmicos de flexão de braços no solo e na barra   fixa para avaliar resistência e força muscular. Porém, a força também pode   ser medida de forma estática, sendo o <i>handgrip </i>o instrumento que mede a   força de preensão manual (FPM). Apesar de haver muitos estudos em idosos e   situações clínicas, a relação entre as avaliações de força dinâmica e a FPM   ainda não está bem definida em indivíduos jovens e saudáveis. Pretendemos verificar   a correlação entre o desempenho da FPM com os testes de força dinâmica de   flexão de braços no solo e barra fixa. Participaram do estudo 32 militares,   (22,4±5,28 anos, 73,17±11,57Kg e 1,73±0,05m). Foi realizado o   teste de FPM com a familiarização no <i>handgrip</i> Jamar®, cinco preensões   submáximas. Depois foram 3 testes de 4 segundos, com 15 segundos de intervalo.   Após 24h, foram executados os testes de flexão de braço no solo e na barra   fixa. A   FPM da mão direita 56,66±11,02Kgf com a esquerda 51,81±8,40Kgf apresentou   correlação forte (r = 0,866), significativa (&#447; = 0,000); &#447; &#8804; 0,05. A relação entre o teste de   FPM e flexão de braço no solo foi r = 0,106, &#447; = 0,562. A relação entre o teste de   FPM e o teste de flexão na barra fixa foi   r = 0,245, &#447; = 0,177. A relação entre o   desempenho no teste de flexão   de braços no solo e o   teste de flexão na barra fixa foi   r = 0,777 e &#447; = 0,000. Concluiu-se   que a correlação entre o desempenho da FPM e o desempenho nos testes de flexão   de braço no solo e teste de flexão de braço na barra fixa foi positiva e fraca,   provavelmente devido à fadiga antecipada dos músculos do ombro em relação aos do punho e cotovelos. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><i>Palavras-chave: </i>dinamômetro de força muscular, aptidão física, militares</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Treinamento resistido com oclusão vascular sobre a flexibilidade</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">C Araujo<sup>1</sup>, A Brown<sup>1</sup>, E Chaves<sup>1</sup>, MM Gonçalves<sup>1</sup>, GR Neto<sup>1,2</sup>, JS Novaes<sup>1</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">1. Universidade Federal do Rio de Janeiro,   Brasil;     <a href="mailto:karol.eefd@gmail.com">karol.eefd@gmail.com</a>;2. Laboratório   de Cineantropometria e Desempenho Humano, LABOCINE, Universidade Federal da Paraíba, UFPB, João Pessoa, Paraíba, Brasil</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">As modificações   realizadas a cada ciclo menstrual (CM) e as suas respostas fisiológicas, podem   repercutir de uma forma global sobre o organismo feminino influenciando o   desempenho durante o exercício. Este trabalho teve como objetivo verificar o   efeito crônico do Treinamento Resistido (TR) de Alta Intensidade (AI) e de   baixa intensidade (BI) com restrição do fluxo sanguíneo (RFS) na flexibilidade   nas diferentes fases do CM<b>. </b>Participaram   do estudo 29 mulheres destreinadas, que fizeram um treinamento de duas vezes   semanais durante um CM no exercício de cadeira extensora. A amostra foi   dividida em 3 grupos experimentais: AI; BI + RFS e grupo controle (GC). O grupo   AI, os participantes realizaram 4 séries de 8 repetições (80% 1RM) com   intervalo de 1 min entre as séries; para o grupo com BI+RFS, os participantes   realizaram 1 série de 30 repetições, seguido de mais 3 séries de 15 repetições   (20% 1RM), com intervalo de 30 s entre as séries, enquanto usava um   esfigmomanómetro padrão de pressão arterial para a RFS, com a pressão   necessária determinada de 80% do fluxo sanguíneo mensurado pelo <i>doppler. </i>A   pressão do manguito foi mantida durante toda a sessão de treinamento, exceto no   intervalo entre as séries. O GC foi orientado a manter suas atividades de vida   diária. A flexibilidade foi testada durante as três fases do CM utilizando o   teste de sentar e alcançar através do Banco de Wells. Não houve diferenças significativas na flexibilidade durante as diferentes fases do CM.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><a href="/img/revistas/mot/v11n4/11n4a17t3.jpg"><font size="2" face="Verdana">Tabela 1</font></a></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><i>Palavras-chave: </i>treinamento resistido, oclusão vascular, flexibilidade, ciclo menstrual</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>&nbsp;</b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="3" face="Verdana"><b>O treinamento resistido entre adolescentes em academias de Conceição do Araguaia-PA</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">LRF Pereira<sup>1</sup>; RHP Lima<sup>1</sup>, VC Melo<sup>1</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">1. Universidade do Estado do Pará, UEPA,   Belém do Pará, Brasil; <a href="mailto:lucasranyelli@outlook.com">lucasranyelli@outlook.com</a> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O público jovem vem   sendo o principal alvo das mídias, e é   cada vez maior e mais frequente a busca pela musculação, e nas salas de ginástica   de Conceição do Araguaia o público jovem está cada vez mais presente seguindo uma “imposição” que é vivida em meio   a sociedade atual. Este estudo teve como objetivo avaliar os dados e dar   resultados que possam contribuir com a sociedade acadêmica para que pesquisa   seja ampliada, visando todos os jovens estudantes e profissionais da área de   educação física em Conceição do Araguaia e indicar as lacunas existentes, e   traças soluções. Este trabalho contém resultados de uma pesquisa de campo,   feita a partir de um questionário semiestruturado, onde buscou-se identificar   os objetivos métodos utilizados no treinamento resistido entre jovens de 14 a   18 anos praticantes de musculação em duas academias de Conceição do Araguaia   (PA) Tratou-se de uma pesquisa descritiva com uma abordagem quantitativa. Após   a análise dos dados chegou-se à conclusão que a maioria dos jovens pesquisados buscam   o treinamento resistido como uma forma de inserção em meio a sociedade em que   vivem, constatando que a estética vem em primeiro plano e a saúde e a qualidade   de vida ficam em segundo. A suplementação é um recurso largamente utilizado   para obtenção de seus objetivos, porém o método não é importante para eles, pois não utilizam sua ficha de treinamento, seguindo seu próprio programa.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><i>Palavras-chave: </i>treinamento, adolescentes, academia, saúde</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Efeito   de seis meses de treino de força versus hidroginástica no bem estar subjetivo, satisfação corporal e percepção de saúde geral em idosas</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">GS Novaes<sup>1</sup>, J Vilaça-Alves<sup>1,2</sup>, H Furtado<sup>1</sup>, HM Fernandes<sup>1,2</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">1. Universidade de Trás-os-Montes e Alto   Douro,   Vila Real,Portugal; <a href="mailto:giovanninovaes@gmail.com">giovanninovaes@gmail.com</a>; 2. Centro de Investigação   em Desporto, Saúde e Desenvolvimento Humano, CIDESD, Vila Real, Portugal; 3.Universidade Federal do Rio de Janeiro, UFRJ, Brasil</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Muito se tem   estudado sobre a idade adulta avançada nos últimos anos, visando encontrar   subsídios para um estilo de vida saudável, principalmente no que respeita à   qualidade de vida nos campos físicos e psicológicos. Este estudo incide nas   dimensões psicológicas: bem-estar subjetivo composta pela dimensão cognitiva   (satisfação com a vida) e pela dimensão afetiva com diferenciação entre afetos   positivos e negativos (felicidade); satisfação com a imagem corporal e a   perceção de saúde geral. O objetivo do estudo foi verificar o efeito de um   programa de treino de força e de hidroginástica na melhoria das dimensões acima   mencionadas. A amostra foi constituída por 38 voluntárias com idade média de   66,9±6,1 anos, massa corporal de 73,70±10,38 kg e uma estatura de 1,55±0,10 m,   distribuídas em dois grupos experimentais, um que realizou 24 semanas de treino   de força (GTF; n =14) e outro que realizou 24 semanas de hidroginástica (GH; n   = 17) e ainda um grupo de controlo (GC; n = 7), que continuou as suas   atividades quotidianas sem participarem em nenhuma atividade de exercício   físico orientado. Foi avaliada a influência conjunta entre as variáveis grupo e   tempo, para as várias dimensões através de ANOVAS (3x3). Foi verificado que as variáveis que sofriam   influência significativas eram: satisfação com a imagem corporal com valores de   [F(3,56)=2,94, p&lt;.05, &#951;2 = 0,144], a perceção de saúde geral com   valores de [F(4,63)=3,28, p&lt; 0,05, &#951;2 = 0,158], e afetos positivos com   [F(4,64)=3,03, p&lt; 0,05, &#951;2   = 0,148]. A dimensão negativa, afetos   negativos não mostrou qualquer   efeito significativo através das nossas análises. Concluímos que   os constructos positivos mostram ser positivamente influenciados pela aplicação   de um programa de exercício físico e que a prática de atividades físicas demonstra ser benéfico para a saúde mental em idosos.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana"><i>Palavras-chave: </i>força vs.   hidroginástica, bem-estar subjetivo, satisfação corporal, perceção de saúde geral</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>&nbsp;</b></font></p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Métodos de fracionamento em séries e pressão arterial</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">L Teixeira<sup>1</sup>, LH Carvalho<sup>1</sup>, S Azevedo<sup>1</sup>, VGC Neto<sup>1,2</sup>, A Brown<sup>1</sup>, H Miranda<sup>1</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">1. Universidade Federal do Rio de Janeiro, UFRJ, Brasil; <a href="mailto:leolimarc@yahoo.com.br">leolimarc@yahoo.com.br</a>; 2. Faculdade Gama e Souza, Rio de Janeiro, Brasil</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O treinamento   resistido (TR) gera um aumento na pressão arterial (PA) durante a execução do   exercício e a correta manipulação de algumas variáveis pode minimizar a   elevação dos níveis de pressão arterial, sem causar prejuízo no ganho de força.   O objetivo deste estudo foi de avaliar o comportamento agudo da PA durante a   execução do exercício extensão de joelhos bilateral em séries fracionadas e   tradicional. A amostra foi composta por 11 homens recreacionalmente treinados   (30,5 ± 3,7 anos; 81 ± 8 Kg; 1,8 ± 0,1 m). Os voluntários foram divididos   aleatoriamente em três situações experimentais: Fracionado 1 (F1), com pausa de   três segundos entre a sexta e a sétima repetições; Fracionado 2 (F2) com pausa   de três segundos entre a quarta e a quinta repetições e entre a oitava e a nona   repetições; e, Tradicional (TRAD) sem pausa entre as repetições. Todos os   protocolos foram realizados a 80% da carga de 12 repetições máximas (12RM), de   forma a manter o mesmo volume de treinamento. As aferições da PA foram feitas   através da auscultação, em repouso e entre a décima primeira e décima segunda   repetição de cada série. O protocolo F1 apresentou aumentos significativos na PAS durante a   primeira série comparado ao protocolo TRAD (p=0,003) e F2 foi   significativamente maior nas três séries em relação a TRAD (p=0,000; p=0,007;   p=0,012). Para a PAD, F1 e F2 provocaram respostas mais acentuadas em relação   ao TRAD apenas na primeira série (p=0,003; 0,000). O TR com séries   fracionadas proporciona maior elevação da PA durante o exercício quando   comparado ao treinamento com o método tradicional e, quanto maior o número de fracionamentos, de maior magnitude foi o aumento da PA.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><i>Palavras-chave: </i>pressão arterial, exercício resistido, força muscular</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Exercício com restrição de fluxo sanguíneo e estado de humor</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">LS Oliota Ribeiro<sup>1,2,3</sup>, JCG Silva<sup>2</sup>, VC Araújo<sup>2</sup>, RR Aniceto<sup>1,2,3</sup>, MS Cirilo-Sousa<sup>2,3</sup></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">1. Laboratório de Cinesiologia e   Biomecânica, LACIB, Faculdades Integradas de Patos, FIP, Patos, Paraíba, Brasil; <a href="mailto:prof.oliota@yahoo.com.br">prof.oliota@yahoo.com.br</a>; 2. Laboratório de   Cineantropometria e Desempenho Humano, LABOCINE, Universidade Federal da   Paraíba, UFPB, João Pessoa, Paraíba, Brasil; 3. Programa Associado de Pós-Graduação em Educação Física, UPE/UFPB, Pernambuco/Paraíba, Brasil.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O exercício de   força com baixa carga (BC) combinado a restrição de fluxo sanguíneo (RFS)   apresenta resultados semelhantes na alteração da frequência cardíaca e perceção   subjetiva de esforço quando comparados ao exercício com alta carga (AC),   contudo não se encontra na literatura o efeito da RFS no Perfil de Estados de   Humor (PEH). Pretendeu-se analisar o efeito do exercício de força (EF) com e   sem restrição de fluxo sanguíneo no PEH. Tratou-se de uma pesquisa quase-experimental e a amostra foi composta por 11 atletas de   Basquetebol do sexo masculino, idade (19,90 ± 2,85 anos), estatura   (180,80 ± 7,83 cm) e massa corporal (71,12 ± 9,13 kg). Os indivíduos foram   submetidos a quatro sessões, a primeira para medidas antropométricas e teste de   uma repetição máxima (1RM), a segunda, terceira e   quarta, em dias distintos, foram submetidos a três condições experimentais   (crossover, randomizado), no exercício agachamento, separados por 7 dias de   intervalo: a) EF de BC (30% de 1RM) com 80% da RFS; b) EF de BC (30% de 1RM)   sem RFS; e c) EF de AC (75% de 1RM) sem RFS. No EF de BC foi aplicado quatro   séries (30,15,15,15) e para AC três séries (10,10,10). Para mensuração do PEH   foi utilizando a Escala de Humor de Brunel (BRUMS). Este instrumento contém 24   itens indicadores simples de humor, que mede seis domínios: tensão, depressão,   raiva, vigor, fadiga e confusão mental. O escore final do PEH foi   significativamente alterado apenas no método com RFS (p=0,027), escore médio   pré de 0,18 ± 6,69 e pós de -7,36 ± 11,03. Concluiu-se que, dentre os métodos   de EF, o exercício com BC combinado a RFS foi o único capaz de alterar os domínios positivos e negativos do PEH, afetando-o negativamente pós intervenção.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><i>Palavras-chave: </i>restrição de fluxo sanguíneo, estados de humor, basquetebol, atletas</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>&nbsp;</b></font></p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Efeito   hipotensivo agudo em mulheres de idade avançada, após diferentes ordens de exercícios resistidos</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">EMS Torres<sup>1</sup>; KNO Amaral<sup>1</sup>; RGS Vale<sup>3,4</sup>; JKRM Silva<sup>5</sup>; CJ Borba-Pinheiro<sup>1,2</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">1. Universidade   do Estado do Pará, UEPA, Laboratório de Treinamento Resistido e Saúde, LERES,   campus de Tucuruí, Pará, Brasil; <a href="mailto:elentorres09@hotmail.com">elentorres09@hotmail.com</a>; 2. Laboratório de Biociências da Motricidade Humana,   LABIMH, Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, UNIRIO, Rio de   Janeiro, Brasil; 3. Universidade do Estado do Rio de Janeiro, UERJ, Rio de   Janeiro, Brasil; 4. Universidade Estácio de Sá, campus Cabo Frio, Rio de   Janeiro, Brasil; 5. Faculdade Metropolitana da Amazônia, FAMAZ, Belém do Pará, Brasil</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Pretendeu-se verificar o efeito   hipotensivo agudo em mulheres hipertensas de idade avançada, após diferentes   ordens de exercícios resistidos. Treze voluntárias com 61±7,4 anos em   tratamento farmacológico realizaram três sessões: a) sessão controle –   avaliação da pressão arterial (PA) sem exercícios; b) experimental I (Exp.I) –   a ordem de exercícios foi dos membros-superiores para os inferiores; e c)   experimental II (Exp.II) – teve ordem inversa. O protocolo de avaliação da PA   do Ministério da Saúde para a Pressão Arterial Sistólica (PAS) e Diastólica   (PAD), além da média (PAM) pelo cálculo PAM = [(PAS+2*PAD)/3] e o teste de 1   Repetição Máxima (1RM) para calcular a intensidade de 70% (1RM) com três séries   de 10 a 15 repetições para cada exercício foram realizados. A ANOVA foi usada   na análise estatística. Para intra-sessões a PAS apresentou redução (p&lt;0,05)   em 20min, 30min, 40min e 60min na Exp. I. Para Exp.II a redução (p&lt;0,05) foi   em 10min, 20min e 30min. Para inter-sessões a PAS apresentou redução   (p&lt;0,05) em 30min e 60min para Exp.I e na Exp.II em 20min e 60min comparada   ao controle. Para a PAD o Exp. I melhorou (p&lt;0,05) na avaliação de 30min e   no Exp.II no 0min comparado ao controle. E, para a PAM, a Exp.I melhorou   (p&lt;0,05) nas avaliações de 30min e 60min e a Exp. II em 20min e 60min   comparado ao controle. As sessões experimentais (I e II) apresentaram efeito   hipotensor agudo intra-sessões e comparados a sessão controle. Porém não houve diferenças significativas entre Exp. I e Exp.II. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><i>Palavras-chave: </i>hipertensão arterial, hipotensão pós-exercício, treinamento resistido, saúde</font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="3" face="Verdana"><b>Treinamento de força com oclusão vascular na força isométrica</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">E Chaves<sup>1</sup>, C Araujo<sup>1</sup>, A Gil<sup>1</sup>, GR Neto<sup>1,2</sup>, A Brown<sup>1</sup>, JS Novaes<sup>1</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">1. Universidade Federal do Rio de Janeiro, UFRJ,   Brasil; <a href="mailto:profeduchaves@gmail.com">profeduchaves@gmail.com</a>; 2. Laboratório   de Cineantropometria e Desempenho Humano, LABOCINE, Universidade Federal da Paraíba, UFPB, João Pessoa, Paraíba, Brasil</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O treinamento de   força (TF) com oclusão vascular (OV) têm mostrado ganhos na força e na   hipertrofia. Entretanto, os resultados não são conclusivos sobre a existência   desses ganhos na força isométrica durante as fases do ciclo menstrual (CM). Pretendeu-se   verificar o efeito do TF de alta intensidade (AI) e baixa intensidade (BI) com   e sem OV sobre a força isométrica em diferentes fases do CM de mulheres amenorreicas.   Participaram do estudo 30 mulheres destreinadas que realizaram duas sessões semanais   de TF na cadeira extensora durante um CM, divididas em 3 condições   experimentais: alta intensidade (AI), onde realizaram 4 séries de 8 repetições   a 80% de 1RM, com intervalos de 2’ entre as séries e 1’ entre exercícios; baixa intensidade com OV (BI + OV) e o BI, onde ambos realizaram 1 série de 30 +   3 séries de 15 repetições à 20% de 1RM, com intervalos de 30” entre as séries e  1’ entre exercícios. Para a OV utilizou-se um dopler vascular pra determinar   80% da OV total do fluxo sanguíneo. As coletas foram realizadas no 1º, no 14º e   entre o 26º e 28º dia do CM. A força isométrica foi realizada através da   dinamometria de membros inferiores. Na análise comparativa da dinamometria de   membros inferiores, foram observadas diferenças entre BI+OV <i>vs</i>. BI na   fase folicular (p=0,013). Na interação tempo, foram observadas melhoras no AI   entre as fases folicular <i>vs</i>. ovulatória (p=0,037 / TE= 0,41). Para o grupo   de BI, foram observadas melhoras entre as fases folicular <i>vs</i>. ovulatória,   folicular <i>vs</i>. lútea e ovulatória <i>vs </i>lútea (p=0,002 / TE=0,75;   p&lt;0,001 / TE= 1,33; p=0,013 / TE= 1,05), respetivamente. Para o grupo de   BI+OV não foram observadas melhoras entre as fases. O TF com OV parece não influenciar na força isométrica de membros inferiores.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><i>Palavras-chave: </i>oclusão vascular, força isométrica, ciclo menstrual</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>&nbsp;</b></font></p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Respostas   hemodinâmicas do exercício de força com a restrição de fluxo sanguíneo durante as diferentes fases do ciclo mestrual</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">GR Neto<sup>1</sup>, JS Novaes<sup>2</sup>, AT Araújo Júnior<sup>1</sup>, JCG Silva<sup>1</sup>, MS Cirilo-Sousa<sup>1</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">1. Laboratório de Cineantropometria   e Desempenho Humano, LABOCINE, Universidade Federal da Paraíba, UFPB, João   Pessoa, Paraíba, Brasil; <a href="mailto:gabrielrodrigues_1988@hotmail.com">gabrielrodrigues_1988@hotmail.com</a>; 2. Universidade Federal do Rio de Janeiro, UFRJ, Brasil</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O exercício de   força (EF) combinado à restrição do fluxo sanguíneo (BFR) tem sido utilizado   para aumentar a força, hipertrofia e resistência muscular em diferentes   populações, entretanto, não há estudos que avaliaram a hemodinâmica durante as   fases do ciclo menstrual (CM). Pretendemos com este estudo verificar a   influência do EF de baixa intensidade (BI) com RFS sobre a pressão arterial   sistólica (PAS), diastólica (PAD), média (PAM), frequência cardíaca (FC), duplo   produto (DP) e saturação de oxigênio (SpO2) durante as diferentes fases do CM. Trinta   mulheres destreinadas (21,7±3,4 anos; 23,5±3,9 m<sup>2.</sup>kg<sup>-1</sup>),   foram divididas de forma randomizada e proporcionalmente em três grupos: AI =   exercícios de alta intensidade a 80% de 1RM; BI = exercícios de BI a 20% de   1RM; BI+RFS = exercícios de BI a 20% de 1RM combinados a RFS. As sessões dos   exercícios (rosca bíceps e extensão de joelhos) foram realizadas durante o   3º-4º dia (fase folicular), 16º dia (fase ovulatória) e 24º-26º dia (fase   lútea) do CM. Antes e imediatamente após os exercícios foram avaliadas a PAS,   PAD, FC e SpO2. Observou-se que houve aumento nas três fases do CM para todos   os grupos na PAS, FC e DP (p&lt;0,05). Na PAD, houve aumento durante a fase   lútea no grupo de BI+RFS (<i>p</i>=0,024). Na PAM, houve aumento na fase   folicular para o grupo de AI (<i>p</i>=0,039) e em todas as fases nos grupos de   BI+RFS e BI (p&lt;0,05). Na SpO2, houve redução na fase ovulatória para o grupo   de BI (<i>p</i>=0,017). Os três grupos elevaram a PAS, FC e DP nas três fases   do CM, e os grupos de BI+RFS e BI elevaram a PAM em todas as fases. O grupo com   RFS elevou a PAD na fase lútea, entretanto, houve redução na SpO2 apenas na fase ovulatória no grupo de BI.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana"><i>Palavras-chave: </i>kaatsu training, oclusão vascular, mulheres</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Diferentes métodos de treinamento na morfologia do tríceps sural</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">LS Oliota Ribeiro<sup>1,2,3</sup>, AID Axiole<sup>1</sup>, RR Aniceto<sup>1,2,3</sup>, JCG Silva<sup>1</sup>, JO Macêdo<sup>1</sup>, MS Cirilo-Sousa<sup>2,3</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">1. Laboratório de Cinesiologia e   Biomecânica, LACIB, Faculdades Integradas de Patos, FIP, Patos, Paraíba, Brasil; <a href="mailto:prof.oliota@yahoo.com.br">prof.oliota@yahoo.com.br</a>; 2. Laboratório de   Cineantropometria e Desempenho Humano, LABOCINE, Universidade Federal da   Paraíba, UFPB, João Pessoa, Paraíba, Brasil; 3. Programa Associado de Pós-Graduação em Educação Física, UPE/UFPB, Pernambuco/Paraíba, Brasil.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A hipertrofia e a   força do músculo gastrocnêmio é de essencial importância, visto que, é   cientificamente comprovada a responsabilidade deste na postura ortostática,   locomoção e no retorno do sangue venoso ao coração. Foi nosso objetivo analisar   o efeito dos métodos de treinamento de força drop-set (MDS) e tradicional (MT)   sobre a morfologia do tríceps sural. Trata-se de uma pesquisa   quase-experimental com delineamento randomizado e contrabalanceado. A amostra   foi composta por 16 adultos jovens treinados do sexo masculino com idade média   de 23,44 ± 3,37 anos. Os indivíduos foram submetidos a um teste de repetições   máximas para predição de uma repetição máxima (1RMp) e divididos em dois grupos   de forma randomizada, no MDS os sujeitos foram submetidos ao método de   treinamento <i>Drop-Set </i>(1ªfase com 70% de 1RMp até a falha e 2ªfase com   50% de 1RMp, sem intervalo entre as fases) e no grupo MT os sujeitos foram   submetidos a 12 repetições com 65% de 1RMp. Os grupos realizaram oito semanas   de treinamento, 3x/semana e fizerem três séries nos exercícios: flexão plantar   na barra guiada e flexão plantar na sentadilha. Foi mensurada a circunferência   (CP) e dobra cutânea medial da perna (DCmp) para encontrar a circunferência   corrigida da perna (CCP), (CCP = CP – (DCmp * &#960;), nos momentos pré e pós   treinamento. A pesquisa foi aprovada no Comitê de Ética em Pesquisa (CAAE:   48170815.0.0000.5181). Foi utilizado o teste t independente para a comparação.   Os indivíduos apresentaram diferença significativa, entre os momentos, em   relação a DCmp (p&lt;0,05), contudo não houve diferença entre os grupos. Com   relação a circunferência corrigida, houve diferença entre os momento   (p&lt;0,01) e entre os grupos (p&lt;0,01). Concluiu-se que, tanto o MDS e MT   diminui a DCmp, bem como aumentaram a CP. Adicionalmente o MDS apresentou resultados significativamente maiores na CP e CCP em relação ao MT.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><i>Palavras-chave: </i>morfologia, treinamento com pesos, músculo-esquelético</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>&nbsp;</b></font></p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Efeito   de seis meses de treino de força versus hidroginástica na densidade mineral óssea em idosas</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">GS Novaes<sup>1</sup>, J Vilaça-Alves<sup>1,2</sup>, H Furtado<sup>1</sup>, A Gil<sup>3</sup>, J Maria<sup>3</sup>, G Araújo<sup>3</sup></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">1. Universidade de Trás-os-Montes e Alto   Douro,   Vila Real,Portugal; <a href="mailto:giovanninovaes@gmail.com">giovanninovaes@gmail.com</a>; 2. Centro de Investigação   em Desporto, Saúde e Desenvolvimento Humano, CIDESD, Vila Real, Portugal; 3.Universidade Federal do Rio de Janeiro, UFRJ, Brasil</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O crescimento do   número de idosos na sociedade contemporânea é um fato evidente e que fez com   que estas populações venham sendo investigadas por diferentes áreas do   conhecimento. O presente estudo teve como objetivo comparar os efeitos de dois   programas de exercícios físicos (treino de força vs. hidroginástica) na   densidade mineral óssea (DMO) de idosas. A amostra foi constituída por 38   voluntárias com idade média de 66,9±6,1 anos, massa corporal de 73,70±10,38 kg   e uma estatura de 1,55±0,10 m, distribuídas em dois grupos experimentais, um   que realizou 24 semanas de treino de força (GTF; n =14) e outro que realizou 24   semanas de hidroginástica (GTH; n = 17) e ainda um grupo de controlo (GC; n =   7), que continuou as suas atividades quotidianas sem participarem em nenhuma   atividade de exercício físico orientado. Foram cumpridos 2 momentos de   avaliação da (DMO) do fémur esquerdo e das vértebras lombares: um no início do   programa; outro e outro final, logo após o término das 24 semanas de intervenção.   Foi observado um aumento significativo, do 1º para o 2º momento de avaliação,   no (GTF) na (DMO) do fémur e das vértebras lombares de 4,2% e 5,3%, respetivamente.   Contudo, não se observou diferenças significativas nestas variáveis entre os 3   grupos estudados. Pode-se concluir que em 24 semanas de intervenção somente o   grupo que utilizou o treino de força é que obteve melhorias nos valores de (DMO) nas zonas analisadas.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><i>Palavas chave: </i>treino de força, hidroginástica, densidade mineral óssea, idosas</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Efeito do método pré-exaustão sobre o desempenho da força</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">E Monteiro<sup>1</sup>, A Brown<sup>1</sup>, T Gomes<sup>1,2</sup>, I Dias<sup>1</sup>, A Gil<sup>1</sup>, JS Novaes<sup>1</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">1. Universidade Federal do Rio de Janeiro,   Brasil; <a href="mailto:profestevaomonteiro@gmail.com">profestevaomonteiro@gmail.com</a>; 2. Universidade Estácio de Sá, UNESA, Rio de Janeiro, Brasil.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O método de   pré-exaustão consiste na realização de um exercício monoarticular seguido de um   multiarticular. Tal método sugere uma diminuição na ativação do motor primário,   permitindo assim maior ativação das demais musculaturas envolvidas. Foi nosso   objetivo comparar o efeito de séries tradicionais (TRAD) com séries em   pré-exaustão (PRE) sobre o desempenho da força e o índice de fadiga (IF) no   exercício supino horizontal (SH). A amostra foi composta por 20 homens   treinados (25,2 ± 2,1 anos, 179,7 ± 93,5 cm, 95,6 ± 29,6 kg). Foi   realizado teste e reteste de dez repetições máximas (10RM) no exercício SH e   flexão de ombro em dois dias não consecutivos (72h de intervalo).   Posteriormente, foram realizadas duas visitas experimentais, com entrada   aleatória, todas com quatro séries em repetições máximas de 80% de 10RM e com três minutos de intervalo entre as séries. Na   primeira visita experimental, o exercício SH foi executado em séries TRAD e na   segunda visita em PRE foi realizado o exercício flexão de ombro em rotação   interna antes do SH. O desempenho da força será verificado através do número de   repetições registrado ao final de cada série. Os resultados demonstraram que o   número de RM na comparação entre as séries (2ª série PRE vs 2ª série TRAD; 3ª   série PRE vs. 3ª série TRAD; 4ª série PRE vs. 4ª série TRAD) foi   significativamente maior (p=0,045; p=0,000; p=0,000) no método PRE em relação   ao método TRAD. Da mesma forma, o IF foi significativamente maior no PRE em   comparação ao TRAD (p=0,000). Foi possível concluir que séries TRAD apresentam melhor desempenho da força e menor índice de fadiga.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><i>Palavras-chave</i>: treinamento resistido, força muscular, pré exaustão</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>&nbsp;</b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="3" face="Verdana"><b>Levantamento de peso olímpico na escola para ganho de força</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">GP Oliveira<sup>1</sup>, T Estevam<sup>1</sup>, V Faria<sup>2</sup>, GA Pussieldi<sup>1</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">1. Universidade Federal de Viçosa, Campus Florestal,   Viçosa, Brasil; <a href="mailto:guilhermepo019@gmail.com">guilhermepo019@gmail.com</a>; 2. Instituto UFV de Seguridade Social, AGROS, Belo Horizonte, Brasil</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O projeto   Levantamento de Peso Olímpico (LPO) na escola para ganho de força foi vinculado   e financiado pelo Piben – UFV 2015. Propôs através da Educação Física Escolar   (EFE) o ganho de força máxima por meio de movimentos coordenados inerentes ao   LPO. Pretendemos verificar a influência de exercícios de coordenação através do   LPO na melhoria da força de membros inferiores e força isométrica dorsal de   estudantes do Ensino Médio através da EFE. Aprovado pelo comitê de ética e   pesquisa da UFV, parecer nº 1.187.465. O estudo foi desenvolvido nas aulas de   EFE com 72 estudantes do 1°, 2° e 3° anos do ensino médio, com idade de 16,25   anos ± 0,97 anos (38 meninos e 34 meninas). Divididos aleatoriamente em grupos   Experimental (EX) e Controle (CO). Foram avaliadas a composição corporal (CP),   força isométrica dorsal (FID), força explosiva de membros inferiores (FMMI) e o   gesto motor. Os estudantes do grupo EX após a avaliação receberam a intervenção   nas aulas de EFE com treinamento de exercícios de força e melhoria do gesto   motor durante 8 sessões, enquanto o grupo CO somente participou da EFE sem exercícios   de força ou melhoria do gesto motor. Após 8 semanas os indivíduos foram   reavaliados. Os resultados referentes à CP, FID, FMMI não apresentaram   diferença estatisticamente significativa entre os grupos, no entanto foi   observado que a FMMI tendeu aumentar e diminuir para os grupos EX e CO, respetivamente.   Em relação aos dados qualitativos da melhoria do gesto motor do movimento de   levantamento de carga, foi identificado um aumento expressivo para o grupo EX   em relação ao CO. Concluímos que a pesquisa foi muito relevante para a área,   pois faltam estudos de intervenção com a mesma temática, pois mesmo não havendo   diferença estatisticamente significativa, foi observado melhoria do gesto motor para o grupo experimental. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><i>Palavras-chave: </i>força muscular, habilidade motora, educação física</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Efeito   de seis meses de treino de força versus hidroginástica na aptidão funcional e na aptidão cardiorrespiratória de idosas</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">GS Novaes<sup>1</sup>, J Vilaça Alves<sup>1,2</sup>, H Furtado<sup>1</sup>, R Rodrigues<sup>3</sup>, R Traverik<sup>3</sup>, AC Barreto<sup>3</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">1. Universidade de Trás-os-Montes e Alto   Douro,   Vila Real,Portugal; <a href="mailto:giovanninovaes@gmail.com">giovanninovaes@gmail.com</a>; 2. Centro de Investigação   em Desporto, Saúde e Desenvolvimento Humano, CIDESD, Vila Real, Portugal; 3.Universidade Federal do Rio de Janeiro, UFRJ, Brasil</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O crescimento do   número de idosos na sociedade contemporânea é um fato que vem sendo investigado   por diferentes áreas do conhecimento. O presente estudo teve como objetivo   comparar os efeitos de dois programas de exercícios físicos (Treino de Força   vs. Hidroginástica) sobre a aptidão funcional e cardiorrespiratória de idosas   portuguesas. A amostra foi constituída por 38 voluntárias com idade média de   66,9±6,1 anos, massa corporal de 73,70±10,38 kg e uma estatura de 1,55±0,10 m,   distribuídas em dois grupos experimentais, um que realizou 24 semanas de treino   de força (GTF; n =14) e outro que realizou 24 semanas de hidroginástica (GH; n   = 17) e ainda um grupo de controlo (GC; n = 7), que continuou as suas   atividades quotidianas sem participarem em nenhuma atividade de exercício   físico orientado. Foram usados 3 momentos de avaliação: um no início do   programa; outro 12 semanas após; e outro após as 24 semanas de intervenção.   Para avaliação da aptidão funcional foram utilizados alguns testes propostos   por Jones e Rikli (2002) e para a capacidade cardiorrespiratória o teste de   Bruce adaptado em tapete rolante. Só foram observadas diferenças   estatisticamente significativas (p&lt;0,05) entre os dois métodos de treino nos   testes que apelam predominantemente à capacidade motora força muscular. Na   massa corporal e índice de massa corporal, somente no GTF foram observadas   diferenças significativas (p&lt;0,05) ao longo dos 3 momentos de avaliação. Nos   valores obtidos nas variáveis que dizem respeito à capacidade   cardiorrespiratória, verificaram-se alterações positivas significativas em   ambos os grupos experimentais. Concluiu-se que os programas de exercícios   físicos promovem melhorias em alguns indicadores de aptidão funcional e cardiorrespiratória de mulheres idosas portuguesas.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana"><i>Palavras-chave: </i>força vs. hidroginástica, aptidão funcional, aptidão cardiorrespiratória</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>&nbsp;</b></font></p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Força e flexibilidade entre praticantes de exercícios físicos</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">JP Filho<sup>1,2</sup>, FPPassos<sup>1</sup>, IP Castro<sup>3</sup>, JM Neto<sup>1</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">1. Escola Superior Madre Celeste, ESMAC, Ananindeua, Pará,   Brasil;   2. Comando da Aeronáutica (ETRB – I COMAR); <a href="mailto:prof.japf@gmail.com">prof.japf@gmail.com</a>; 3. Universidade Estadual do Pará, UEPA, Brasil</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A força e a   flexibilidade são capacidades físicas que podem ser mantidas e/ou   potencializadas, visando performance e/ou promoção da saúde, através de   treinamentos como o resistido e o Método Pilates. Foi nosso objetivo avaliar   força muscular do membro superior dominante, e a flexibilidade global entre   praticantes do método pilates e do treinamento resistido. O estudo foi do tipo   descritivo transversal, realizado em um estúdio   de pilates e em uma academia de ginástica no município de Belém-PA, no período   de 1 de Fevereiro de 2014 a 28 de fevereiro de 2014. A amostra foi composta por   40 pessoas, 20 participantes de cada modalidade, sendo 12 homens e 8   mulheres do grupo treinamento resistido (TR) e 3 homens e 17 mulheres do grupo   do método pilates (MP). Foram avaliados a força do membro superior dominante   por meio da dinamometria, através do dinamômetro <i>Jamar®</i>, e a   flexibilidade foi avaliada através do Teste do Terceiro Dedo ao Solo e o Teste   de Flexibilidade (Flex). Todos os participantes da amostra assinaram o termo de   consentimento livre e esclarecido (TCLE), para participar da pesquisa. O grupo   do TR no teste de dinamometria apresentou o somatório total de &#425;=1506 kg/F,   enquanto o grupo do MP obteve &#425;=   526,5 kg/F. No Teste do Terceiro Dedo ao Solo o grupo do TR teve a soma total   de &#425;= 82 cm enquanto o   grupo do MP teve &#425;= 140,4 cm. Quanto   ao Teste Flex o grupo do TR obteve a soma total de &#425;= 918 cm e o grupo   MP obteve &#425;= 1011 cm. Ambos os grupos foram beneficiados com seus treinamentos,   alcançando níveis adequados nas capacidades motoras avaliadas, entretanto, o   grupo treinamento resistido obteve melhores resultados de força e de flexibilidade em comparação ao grupo do Método Pilates. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><i>Palavras-chave: </i>método pilates, força, flexibilidade</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Características   dermatoglíficas na identificação da força muscular de escolares do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Paraíba</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">CR Paz<sup>1</sup>, MDT Paz<sup>2</sup>, NH Pereira<sup>3</sup>, JC Silva<sup>1</sup>, AT Araújo Júnior<sup>1,4</sup>, MS Cirilo-Sousa<sup>4</sup> </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">1. Instituto Federal da Paraíba, Campus   Campina Grande, IFPB/CG, Brasil; <a href="mailto:renatopaz@hotmail.com">renatopaz@hotmail.com</a>; 2. Núcleo de   Apoio da Saúde da Família, NASF, Secretaria de Saúde de Juripiranga, Paraíba,   Brasil; 3. Faculdades Maurício de Nassau, João Pessoa, Paraíba, Brasil; 4. Laboratório de   Cineantropometria e Desempenho Humano, LABOCINE, Universidade Federal da Paraíba, João Pessoa, Paraíba, Brasil</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A participação dos   estudantes do Instituto Federal da Paraíba em competições em nível regional e   nacional vem crescendo ano após ano, tornando-se necessário identificar as   potencialidades físicas de cada aluno/atleta se torna imprescindível. A força   muscular é uma qualidade física indispensável para o sucesso em algumas modalidades   esportivas, por isso é extremamente necessário identificar o aluno/atleta que   tem o perfil genético inerente a essa qualidade física. A dermatoglifia é um   eficiente método de avaliação, que se correlaciona com as qualidades físicas   básicas e que pode identificar através da análise das impressões digitais o   indivíduo que tem a predisposição genética para desenvolver altos níveis de   força muscular.   Esta   pesquisa teve como objetivo identificar o perfil dermatoglífico dos alunos do   Instituto Federal da Paraíba campus Campina Grande, buscando identifica o   percentual de alunos/atletas com características genéticas inerentes a força   pura. Realizou-se uma pesquisa descritiva, tendo caráter transversal,   identificando o perfil dermatoglífico de 213 adolescentes com idades entre 13 e   14 anos, (95 do sexo masculino e 118 do sexo feminino). Nesta pesquisa foi   utilizado o protocolo de (Cummins &amp; Midlo, 1961) e o protocolo de   classificação proposto por Abramova, 1996 para identificar os padrões   dermatoglíficos. Foram identificados quatro grupos com padrões dermatoglíficos   distintos: G1, n= 8,5% dos indivíduos com características inerentes à potência   anaeróbica; G2, n= 31,9% dos indivíduos com características inerentes a   resistência e coordenação; G3, n= 40,4% dos indivíduos com características   inerentes à resistência de velocidade e G4, n=19,2 dos indivíduos com   características propícias à força pura. A dermatoglifia é uma ferramenta   eficaz na identificação das potencialidades individuais, possibilitando a   identificação de um grupo com características físicas propícias ao alto nível   de força muscular, permitindo, a seleção e o direcionamento desses indivíduos para modalidades esportivas que exijam essa qualidade física. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><i>Palavras-chave: </i>dermatoglifia, força muscular, estudantes</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Efeito da liberação miofascial na força muscular</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">SF Nunes<sup>1</sup>, RO Abrantes<sup>1</sup>, G Araújo<sup>1</sup>, A Melo<sup>1</sup>, TM Gomes<sup>2</sup>, JS Novaes<sup>1</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">1.   Universidade   Federal do Rio de Janeiro, UFRJ, Brasil; <a href="mailto:suzy_fn@hotmail.com">suzy_fn@hotmail.com</a>; 2. Universidade Estácio de Sá, UNESA, Rio de Janeiro, Brasil</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A técnica de   liberação miofascial é capaz de promover mudanças na regulação do tônus   neuromuscular e na amplitude de movimento. Através da fáscia é possível   modificar a tensão produzida pelo músculo, o que pode influenciar no desempenho   da força muscular. Entretanto, sua relação com a força ainda não está bem   evidenciada na literatura. Pretendemos com este estudo verificar o efeito agudo   da liberação miofascial sobre o desempenho da força no teste de 10RM de membros   superiores. Participaram do estudo 12 voluntários do sexo masculino (24,58 ± 3,60 anos; 1,76 ±   0,06m; 82,50&nbsp;± 15,67 Kg, 26,52&nbsp;± 4,02 kg<sup>-1</sup>/m<sup>2</sup>)   experientes no exercício de força. O estudo foi composto por duas visitas não   consecutivas. Os voluntários foram divididos aleatoriamente nas seguintes   condições experimentais: a) teste de 10RM sem liberação miofascial (For) e b)   teste de 10RM com realização de liberação miofascial com a técnica manual   (ForLMF). Foi utilizada a estatística descritiva e o teste T <i>Student </i>pareado   para observar as diferenças específicas. O valor significativo adotado foi de   p&lt;0,05. Os resultados mostraram que houve diferença significativa para o   desempenho da força (For = 54,66 ± 10,56kg <i>vs.</i> ForLMF = 66,50 ± 12,24kg;   p = 0,00) no teste 10RM. A liberação miofascial foi capaz de interferir de   forma significativa no aumento da força no teste de 10RM do músculo peitoral no exercício supino reto.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><i>Palavras-chave: </i>liberação miofascial, força muscular, manipulações musculoesqueléticas</font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="3" face="Verdana"><b>Esforço de testes cardiorrespiratórios em praticantes de futsal</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">LS Oliota Ribeiro<sup>1,2,3</sup>, RS Morais<sup>1</sup>, ACQ Trigueiro<sup>1</sup>, G L Araujo<sup>1</sup>, CAA Silva<sup>1</sup>, IOR Macêdo<sup>1</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">1. Laboratório de Cinesiologia e   Biomecânica, LACIB, Faculdades Integradas de Patos, FIP, Patos, Paraíba, Brasil; <a href="mailto:prof.oliota@yahoo.com.br">prof.oliota@yahoo.com.br</a>; 2. Laboratório de   Cineantropometria e Desempenho Humano, LABOCINE, Universidade Federal da   Paraíba, João Pessoa, Paraíba, Brasil; 3. Programa Associado de Pós-Graduação em Educação Física, UPE/UFPB, Pernambuco/Paraíba, Brasil.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O futsal apresenta   características de exercícios intermitentes de alta intensidade, onde exige muito   do praticante, sendo necessária a realização de testes cardiorrespiratórios   máximos. Foi o nosso objetivo verificar o efeito dos testes   cardiorrespiratórios indireto, no esforço fisiológico e psicofísicos em   jogadores de futsal. Tratou-se de uma pesquisa quase experimental com   delineamento transversal e abordagem quantitativa. A amostra foi   composta por 17 adultos jovens praticantes de futsal com uma média de idade de   21,2 ± 2,1 anos, massa corporal média de 72,59 ± 5,0, estatura média de 1,73 ±   0,04 e o IMC com a média de 24,03 ± 1,6A. Os indivíduos foram submetidos ao teste   de esteira, com velocidade inicial de 4km/h com incremento de 1km/h e 1% de   inclinação por minuto, e ao teste de campo <i>The Yo-Yo Intermittent Recovery     Test Level 1</i> (YYIR1), que consiste em repetidas idas e vindas de 20 metros   com descanso ativo de 5 metros. Os mesmos foram realizados em dias distintos,   separados entre si por no mínimo 48 horas e no máximo 7 dias. Para mensuração   da PSE foi utilizada a Escala de OMNI; para frequência cardíaca (FC) foi   utilizado um cardiofrequêncimetro POLAR RS100 BLK; e para mensuração da pressão   arterial sistólica (PAS) e diastólica (PAD), foi utilizado o monitor de pressão   arterial de pulso automático da marca OMRON. A pesquisa foi aprovada no comitê   de ética (CAAE: 34183814.5.0000.5188) e todos os voluntários assinaram o termo   de consentimento livre e esclarecido. Para a análise dos dados foi utilizado o   teste t pareado, com significância de p&lt;0,05. Os resultados apresentaram valores   similares para PSE, PAS, PAD e FC, entre os testes de esteira e o YYIR1   (p&gt;0,05). Concluiu-se que o esforço proporcionado pelo teste de esteira, bem   como o teste de campo YYIR1, apresentam similaridade nos parâmetros fisiológicos e psicofísicos.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><i>Palavras-chave: </i>exercício, teste de esforço, futsal</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>&nbsp;</b></font></p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Análise das principais lesões em academia de musculação</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">TC Costa<sup>1</sup>, ER Costa<sup>1</sup>, ALS Costa<sup>1</sup>, ARM Paiva<sup>2</sup>, JEVR Paiva<sup>1</sup>, RC Silva<sup>1</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">1. Universidade da Amazônia,   UNAMA, Belém do Pará, Brasil; <a href="mailto:thamires.cristina77@gmail.com">thamires.cristina77@gmail.com</a>; 2. Escola Superior Madre Celeste, ESMAC, Ananindeua, Pará, Brasil</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A OMS define saúde   como “um estado de completo bem-estar físico, mental e social e não somente a   ausência de afeções e enfermidades”. A atividade física praticada   regularmente possui diversos benefícios, porém sua prática nas academias   envolve riscos à saúde, destacando-se lesões na coluna vertebral, ombro e   joelho, portanto, conhecer os traumas mais comuns torna-se fundamental para   traçar estratégias de prevenção. O objetivo do presente estudo foi analisar   as lesões mais prevalentes em alunos de academia localizada na cidade de   Ananindeua, Pará. O estudo foi do tipo observacional e transversal. Foi   realizado em uma academia localizada na cidade de Ananindeua, Pará, com 29   alunos e idades entre 15 e 50 anos (média de 26,8 anos). Após assinatura do   TCLE, os alunos responderam a um questionário semi-estruturado, contemplando   dados pessoais, tipo e tempo de atividade desenvolvida, além das regiões   lesionadas. Os dados obtidos no presente estudo mostraram que 51% dos alunos já   sofreu algum tipo de lesão, sendo que 66% atribuem ao exercício esse tipo de   trauma. As regiões mais lesionadas foram joelho (30%), mão/punho (25%), ombro   (25%), quadril (10%) e coluna vertebral (10%). Além disso, outro dado   interessante foi que 89,6% dos alunos relatou que <i>sempre </i>segue algum   programa de treinamento elaborado e proposto pelo instrutor da academia. O presente estudo   mostrou que pouco mais da metade dos alunos já sofreu algum tipo de lesão   durante a prática da atividade física, sendo que o joelho, seguido de ombro,   punho e mão foi o local mais acometido. Esses dados oferecem suporte para que   os profissionais observem se os alunos realizam o exercício físico contemplando   biomecânica correta, dentro de seus limites individuais, já que a maioria diz seguir rigorosamente a prescrição de seu instrutor.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana"><i>Palavras-chave: </i>academias de ginástica, treinamento de resistência, ferimentos e lesões</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Capacidades físicas e habilidades específicas do futebol em crianças</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">R Dias<sup>1</sup>, V Menino<sup>1</sup>, PG Morouço<sup>1</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">1. Escola Superior de Educação e Ciências Sociais, Instituto Politécnico de Leiria, Leiria, Portugal; <a href="mailto:pedro.morouco@ipleria.pt">pedro.morouco@ipleria.pt</a></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O futebol da   atualidade caracteriza-se por ser bastante competitivo, começando os jovens a   treinar mais cedo de forma a obterem resultados desportivos o mais rapidamente   possível, através do desenvolvimento das suas capacidades. O principal objetivo   do presente estudo foi perceber que diferenças existem a nível das capacidades   físicas e ainda a influência da bola nos testes de velocidade e agilidade,   entre os escalões de sub-13 e sub-15. A amostra foi composta por um grupo do   escalão sub-13 (28 rapazes, 12.3 ± 0.5 anos de idade) e outro sub-15 (16   rapazes, 14.4 ± 0.5 anos de idade). Foram medidas variáveis morfológicas   (estatura, massa corporal, massa gorda, índice de massa corporal) e de   desempenho funcional (velocidade 20 metros, agilidade em zig-zag 20 metros,   salto contra movimento). Estes testes foram aproximados às habilidades motoras   específicas de futebol (inclusão da bola nos testes de velocidade e agilidade,   e realização do salto vertical livre e com corrida prévia). Os valores obtidos   para a composição corporal apresentam diferenças estatisticamente   significativas na estatura e na massa corporal mostrando que o grupo de sub-15   apresenta uma tendência natural para possuir um maior tamanho corporal. Ao   nível das capacidades testadas, foi visível uma superioridade no rendimento dos   sub-15. No entanto, ao incluir-se a bola na prova de velocidade, ambos os   grupos são afetados com uma perda de rendimento de 9%. Os principais resultados   demonstram que existe uma grande diferença dentro destas idades, com a equipa   de sub-15 a obter resultados superiores, o que poderá derivar do salto   pubertário que ocorre entre estas idades. No outro âmbito deste estudo   percebeu-se que a influência da bola nos testes realizados é idêntica entre   escalões, algo que poderá estar relacionado com os anos de prática e que poderá ser avaliado em estudos futuros.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><i>Palavras-chave: </i>futebol, adolescentes, treino e avaliação</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>&nbsp;</b></font></p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Variação   da capacidade de tomada de decisão dos árbitros de futebol em função da experiência e aptidão aeróbia</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">ML Silva<sup>1</sup>; AJ Sampaio<sup>1,2</sup>; D Araújo<sup>3</sup></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">1. Universidade Trás-os-Montes e Alto   Douro, Vila Real, Portugal; <a href="mailto:magnatrainer@gmail.com">magnatrainer@gmail.com</a>; 2. Centro de Investigação em Desporto, Saúde e Desenvolvimento   Humano (CIDESD), Vila Real, Portugal; 3.Faculdade de Motricidade Humana, Universidade de Lisboa, Portugal</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Uma partida   solicita dos árbitros muito mais do que a aplicação das regras do jogo, requer   condicionamento físico e treinamento prático, para que o contexto no qual o   sujeito está inserido e a forma como as situações decisivas são apresentadas   possam ser controladas, a fim de não interferir nas tomadas de decisões. O objetivo deste   estudo foi analisar a variação da capacidade de tomada de decisão dos árbitros   de futebol de campo, relacionando a prática deliberada e a aptidão aeróbia, ao seu   estado cognitivo durante os jogos. A amostra foi composta de 28 sujeitos do   sexo masculino filiados à Federação Cearense de Futebol, sendo 15 enquadrados   num grupo de experientes (GE, idade 34,15±3,84 anos; massa corporal 80,74±8,71   kg; altura 179,38±6,91 cm; IMC 25,04±1,78 kg/m2 e VO<sup>2</sup>máx 44,28±2,   ml.kg.min), e 13 num grupo de não experientes (GNE, idade 28,60±5,06 anos;   massa corporal 72,56±9,31 kg; altura 173,20±4,37 cm; IMC 24,14±2,53 kg/m2 e VO<sup>2</sup>máx   44,37±2,78 ml.kg.min). Todos os sujeitos foram submetidos ao <i>Yo-Yo intermitent     recovery test Level 1</i> para descrever o perfil da aptidão aeróbica. A   variação da capacidade de decisão foi identificada através da quantidade de   acertos, ao realizar o <i>Video-Test Interactivo</i> elaborado pela <i>Federação     Internacional de Futebol Association</i>, aplicado no árbitro antes e após um   jogo monitorado. Os grupos apresentaram diferenças sigificativas na quantidade   de distância percorrida no primeiro tempo de jogo e na quantidade de acertos do   pós-teste, com melhores resultados para o GE (p&lt;0,05). O presente estudo   concluiu que a experiência favorece o árbitro na tomada de decisão e prevalece sobre a aptidão aeróbia sem afetar o desempenho ao arbitrar uma partida.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><i>Palavras-chave: </i>árbitro, futebol de campo, tomada de decisão, vídeo teste, experiência, aptidão aeróbia</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Influência   de um programa de ginástica para todos nas habilidades motoras de crianças que vivem em unidades de acolhimento</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">MT Rocha<sup>1</sup>, BR Palomares<sup>2</sup>, FN Uchoa<sup>1</sup>, TM Daniele<sup>3</sup>, AC Aranha<sup>1</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">1. Universidade   Trás-os-Montes e Alto Douro, Vila Real, Portugal; <a href="mailto:tatiana_rl@yahoo.com.br">tatiana_rl@yahoo.com.br</a>; 2. Universidade Estatal de   Cultura Física Esporte, Juventude e Turismo da Rússia, Moscovo, Rússia; 3. Universidade Federal do Ceará, Fortaleza, Brasil</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A Ginástica   Para Todos   (GPT)   é   entendida   como uma prática corporal estruturada no olhar pedagógico, que valoriza as   experiências corporais dos indivíduos praticantes, que proporciona o diálogo e   a socialização dos mesmos, reconhecendo suas individualidades dentro do coletivo. O   presente estudo teve por objetivo avaliar as   modificações que um programa de GPT podem   gerar nas habilidades motoras de crianças que vivem em   unidades de acolhimento. Caracterizou-se   como pesquisa qualitativa e quantitativa, com caráter exploratório e   longitudinal. Foram avaliadas 22 meninas de 7 a 12 anos. O instrumento   de avaliação foi a Escala de Desenvolvimento Motor – EDM, que foi aplicado num   desenho de pré e pós teste intermediados pelo programa de 8 semanas em GPT.   Pesquisa aprovada pelo Comitê de Ética em Pesquisa com parecer nº   1.207.163. O tempo de 8 semanas de aula mostrou-se   significativo tanto na comparação Grupo Controle (GC)   e Grupo Experimental (GE), quanto na comparação pré e pós testes do GE,   destacando-se nas variáveis das habilidades motoras a comparação entre   grupos os itens Idade Motora Geral (p=0,01), Equilíbrio (p=0,0003), Quociente   Motricidade Global (p=0,01) e Quociente Equilíbrio (p=0,001) e na relação de   efeito com o tempo constatou-se melhoria na Idade Motora Geral (p=&lt;.0001),   Motricidade Fina (p=&lt;.0001), Esquema Corporal (p=0,01), Organização Espacial   (p=0,05), Quociente Motor Geral (p=0,0005), Quociente Motricidade Fina   (p=&lt;.0001), Quociente Motricidade Global (p=0,04) e Quociente Esquema   Corporal (p=0,05). A prática da GPG é uma estratégia pedagógica motivacional para fortalecer as experiências   de sucesso dos alunos nas atividades motoras, na maestria das habilidades e na autonomia em aprender novas tarefas.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><i>Palavras-chave: </i>habilidade motora, ginástica para todos, ginástica geral, unidades de acolhimento</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>&nbsp;</b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="3" face="Verdana"><b>Frequência cardíaca e percepção subjetiva do esforço no power jump</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">LS Oliota Ribeiro<sup>1,2</sup>, IOR Macêdo<sup>1,3</sup>, JOR Macêdo<sup>1,3</sup>, DAN Souza<sup>1</sup>, FAS Lira<sup>1</sup>, VM Reis<sup>3,4</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">1. Laboratório de Cinesiologia e Biomecânica   (LACIB), Faculdades Integradas de Patos, Patos, Paraíba, Brasil; <a href="mailto:prof.oliota@yahoo.com.br">prof.oliota@yahoo.com.br</a>; 2. Laboratório de   Cineantropometria e Desempenho Humano (LABOCINE), Universidade Federal da   Paraíba, João Pessoa, Paraíba, Brasil; 3.Universidade de Trás-os-Montes e Alto   Douro, Vila Real, Portugal; 4. Centro de Investigação em Desporto, Saúde e Desenvolvimento Humano (CIDESD), Vila Real, Portugal.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Os   programas em academia de ginástica têm oferecido diferentes metodologias   inovadoras como forma de estratégia na motivação e adesão dos seus praticantes   em busca da estética e saúde. O presente estudo teve como objetivo investigar a   reprodutibilidade da frequência cardíaca (FC) e perceção subjetiva de esforço   (PSE) durante três aulas idênticas de <i>Power Jump </i>(PJ). Participaram 10   mulheres voluntárias com 32 ± 6,9 de idade, massa corporal de 66,8 ± 9,4,   índice de massa corporal de 24,6 ±2,3, % de gordura de 29,1 ± 2,8 e 164,3 ±   5,5 de estatura, fisicamente ativas, praticantes de PJ com mais de seis meses de   prática. As voluntárias foram submetidas a três sessões idênticas de aula de   PJ. Foram monitoradas pelo cardiofrequêncímetro e a PSE pela escala de OMNI-BS.   Para as comparações da FC e da PSE foi realizada Anova de medidas repetidas. Na   resposta da FC os valores   médios foram: 168,0 ±   12,2   bpm, 163,5 ±   14,2   bpm e 166,4 ±   13,9   bpm e para a PSE os valores médios foram: 4,4 ± 2,1; 4,7 ± 2,0 e 4,5 ± 2,2 nas aulas de PJ1,   PJ2 e PJ3, respetivamente. O efeito momento mostrou que não houve   diferença entre aulas. Houve efeito significativo do momento da FC (&#951;<sup>2 </sup>= 0,588, 0,567 e   0,711) nas aulas de PJ1, PJ2 e PJ3. O efeito momento da PSE calculado pelo   teste d Cohen (<i>d</i>) foram: 0,776, 0,757 e 0,740 confirmando que não houve   diferenças entre aulas PJ1, PJ2 e PJ3, respetivamente. Foi encontrado   correlação positiva e significativa entre a FC e PSE em cada aula, PJ1 (r =   0,536, p&lt;0,001), PJ2 (r = 0,359, p&lt;0,001) e PJ3 (r = 0,351, p&lt;0,001). Concluiu-se que os valores da FC e PSE na metodologia das   três aulas de PJ apresentaram similaridade, demonstrando uma reprodutibilidade de ambas nas aulas de PJ<i>.</i></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><i>Palavras-chave: </i>frequência cardíaca, perceção subjetiva de esforço, minitrampolim, power jump</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Lesões na luta olímpica : uma revisão de literatura</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">TN Aquino<sup>1</sup>, F Macedo<sup>1</sup>, J lopes<sup>2</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">1. CBLA; <a href="mailto:tiago@gmail.com">tiago@gmail.com</a>; 2. UNAERP </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A luta olímpica é uma arte marcial   caracterizada por contato intenso entre os adversários, sendo que os golpes   estão associados à imobilização do oponente. Sendo uma modalidade   acíclica de alta intensidade e complexidade o uso de pegas, puxadas ao solo,   projeções, derrubes, rolamentos e rotações que explica o alto índice de lesões. Essas   lesões, quando severa pode deixar o atleta fora das principais competições do   calendário. Dessa forma, conhecimento de uma possível epidemiologia das lesões   na luta olímpica é necessário, para que os treinadores periodizem adequadamente   seus atletas. O objetivo do trabalho foi delinear a prevalência dos principais   tipos de lesões que ocorrem na luta olímpica. A partir do levantamento bibliográfico   foram focados os seguintes aspetos: prevalência de lesões, segmentos onde   ocorrem as lesões e registro de lesões. Alguns locais de lesões foram   identificados como sendo específicos desse esporte, tais como: lesões de pele,   ossos, articulações e musculares, com maior ocorrência em: joelho   (25,5%), o ombro (20%), a coxa (15,2%), seguido do tornozelo (14,5%), sendo as   principais causas, entorses (34,5%), lesões musculares (30,4%), tendinites   (14,5%), luxações (10,3%), fraturas (6,2%) e finalmente, contusões (4,1%). Sabe-se que, os   mecanismos dessas lesões são variados, podendo surgir por meio de projeções,   derrubes e rolamentos. Este estudo demonstra que   existe à exigência de uma maior consciência para possibilitar segurança no   ambiente de treinamento, assim como a escassez de estudos em relação a este assunto   deixa claro a necessidade de mais pesquisas para que as intervenções necessárias sejam feitas com maior segurança e eficiência.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana"><i>Palavras-chave: </i>lesões, luta olímpica, epidemiologia</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>&nbsp;</b></font></p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Biomecânica   da pressão plantar e estabilidade postural entre mulheres grávidas e mulheres não grávidas</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">IS Oliveira¹, D Souza¹, TA Silva², CAS Santos¹, R Gabriel³</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">1. Universidade do Estado do Pará; <a href="mailto:irafisiopa@yahoo.com.br">irafisiopa@yahoo.com.br</a>; 2. Universidade   do Estado do Pará, UEPA, Belém do Pará, Brasil; 3. Universidade Trás-os-Montes e Alto Douro, Vila Real, Portugal</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Alterações da   biomecânica da pressão plantar parecem afetar a estabilidade postural durante a   gestação. Este estudo objetivou investigar a relação entre pressão plantar e estabilidade   postural em mulheres grávidas e mulheres não grávidas. A amostra foi de dois   grupos: um composto por 20 mulheres grávidas que constituíram o grupo   experimental, com média de idade é 23,65±5.14, e outro formado por 20 mulheres   não grávidas que formaram o grupo controle cuja média de idade foi de   24,20±4.76. A distribuição da pressão plantar em ambos os grupos foi avaliada   com a plataforma Footwork Pró em posição bípede, estática, olhos abertos   durante 20 segundos. ANOVA e os testes de Tukey   para o <i>post hoc </i>e do Qui-quadrado mostraram diferença estatística   significativa no balanço corporal do grupo controle ao primeiro trimestre da   gravidez e para o terceiro trimestre. Os resultados evidenciaram que mulheres   grávidas podem apresentar instabilidade postural aumentada devido à alteração na distribuição da pressão plantar e no deslocamento do baricentro corporal. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><i>Palavras-chave: </i>força compressiva plantar, baropodometria, equilíbrio postural, gestante e não gestante</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Testes cardiorrespiratórios de campo em idosos: uma revisão sistemática</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">GRO Venturini<sup>1</sup>, PTV Farinatti<sup>1</sup>, ML Mazini Filho<sup>2</sup>, HL Furtado<sup>3</sup>, NSL Silva<sup>1</sup></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">1. Instituto de Educação Física e Desporto,   UERJ, Rio de Janeiro, Brasil; <a href="mailto:gabriela-venturini@hotmail.com">gabriela-venturini@hotmail.com</a>; 2. Universidade   Trás-os-Montes e Alto Douro, Vila Real, Portugal; 3. Universidade Castelo Branco, Brasil</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Diante do cenário   do envelhecimento populacional, a da Prefeitura do Rio de Janeiro, por meio da   Secretaria Especial de Envelhecimento Saudável e Qualidade de Vida, desenvolve   o projeto Rio ao Ar Livre (RAL) visando dar acesso a prática de exercícios   físicos a idosos. O presente estudo teve como objetivo levantar o atual estado   da arte sobre testes de campo que possam ser eficazes para avaliar a aptidão   cardiorrespiratória de idosos frequentadores do RAL. O estudo caracterizou-se   como uma revisão sistemática, na qual foi realizada uma busca nas bases de   dados <i>Medline, Web of Science e SportDiscus</i>, de 11/06/2015 a 18/11/2015.   Os descritores utilizados na busca foram: “estudos de validação” e “teste de   aptidão física” (ambos seguidos por seus sinônimos segundo o Mesh). Foram   adotados os seguintes critérios de inclusão para análise: estudos de validação   de testes de campo para avaliação da capacidade cardiorrespiratória, estudos   desenvolvidos com seres humanos idosos, aparentemente saudáveis e de ambos os   sexos, estudos que apresentassem a metodologia do teste bem definida, estudos   que estavam disponíveis em versão completa nas bases de dados. Após a triagem e   elegibilidade, foram encontrados cinco estudos: o “Teste de 1 Milha” (Kline et   al., 1987), o “Teste de 2 km” (Oja et al., 1991), o “Teste de caminhada de 6   minutos” (Rikli e Jones, 1998), o “Teste de Marcha Estacionária” (Johnston,   1999), o “Teste de Banco Auto-Ritmado” (Petrella et al., 2001). O presente   estudo encontrou diferentes testes de campo que avaliam a capacidade   cardiorrespiratória em idosos, porém, nenhum deles apresenta-se como adequado   ao projeto RAL, devido a seus espaços físicos ou especificidade de seus aparelhos.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><i>Palavras-chave: </i>testes de aptidão física, idosos, estudos de validação</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>&nbsp;</b></font></p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Treinamento de pliometria entre as posições no de volei de praia</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">JC Pastore<sup>1,2,3</sup>, CA Ferreira<sup>1,2,3</sup>, FH Costa<sup>3,4</sup>, PV João<sup>3</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">1. Universidade Estácio de Sá, UNESA, Rio   de Janeiro, Brasil; <a href="mailto:juliocesar_pastore@gmail.com">juliocesar_pastore@gmail.com</a>; 2. Laboratório de   Fisiologia do Exercício e Medidas e Avaliação, LAFIEX, Universidade Estácio de   Sá; 3. Universidade Trás-os-Montes e Alto Douro, Vila Real, Portugal; 4.   Instituto Estadual de Hematologia “Arthur de Siqueira Cavalcanti”, HEMORIO, Rio de Janeiro, Brasil</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Prescrever   treinamentos torna-se árdua tarefa para o preparador físico e elaborar   periodização baseada nas ações desenvolvidas nas partidas algo complexo. O   objetivo do presente estudo foi identificar a carga de saltos realizados por   atletas de vôlei de praia considerando suas funções em quadra (bloqueadores e   defensores), ações de jogo (ataque/contra-ataque/bloqueio/defesa) e sets   (primeiro, segundo e terceiro). A amostra foi constituída pelas equipes   participantes das cinco etapas do Circuito Mundial de Vôlei de Praia 2014 (34   homens e 50 mulheres). Realizou-se observação específica para classificação de   saltos, segundo função do atleta, ação de jogo e set e também análise da   estatura e massa corporal. Para a proporcionalidade   corporal dos jogadores e correção da massa corporal foi utilizado a estratégia <i>Phantom</i> de Ross e Ward (1982). Para análise, fez-se uso da estatística descritiva,   verificação da normalidade, teste-t de <i>Student</i> para amostras   independentes e ANOVA <i>one way</i> com <i>post hoc</i> de Bonferroni de   acordo com a variável estudada e todos os testes observaram <i>p</i> &lt;0,05. O   resultado para ambos os gêneros foi similar. Os bloqueadores apresentaram   estatura e massa corporal maior que os defensores. Ao realizar a   proporcionalidade da massa corporal à estatura identificou-se que defensores   são mais baixos e proporcionalmente mais pesados que bloqueadores, sendo o   grupo feminino proporcionalmente mais pesado que o masculino. Os bloqueadores   realizam número de saltos significativamente maior que defensores, e tanto para   bloqueadores quanto para defensores existe diferença significativa no número de   saltos realizados no terceiro set para com os demais. Quando realizada a   avaliação do número de saltos por ações de jogo existe uma variância   significativa nas ações de jogo. Bloqueadores e defensores apresentaram   variância significativa nas ações de bloqueio e contra ataque quando comparada   com as demais. Após análise, observou-se a necessidade de um treinamento   pliométrico diferencado entre jogadores defensores e bloqueadores e também entre gêneros.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><i>Palavras-chave: </i>vôlei de praia, teinamento, pliometria</font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="3" face="Verdana"><b>Lesões musculoesqueléticas na corrida</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A Zaar<sup>1,2</sup>, AI Rouboa<sup>1,3,4</sup>, EB Neves<sup>5</sup> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">1. Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, Vila Real,   Portugal; <a href="mailto:andrigozaar@yahoo.com.br">andrigozaar@yahoo.com.br</a>; 2. Instituto de Desenvolvimento   Educacional do Alto Uruguai, Getúlio Vargas, Brasil; 3. CIENER-INEGI,   Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto, Porto, Portugal; 4. MEAM Department,   University of Pennsylvania, Philadelphia, PA, EUA; 5. Instituto de Pesquisa da Capacitação Física do Exército, IPCFEx, Rio de Janeiro, Brasil </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A busca por   melhores hábitos diários em prol da saúde e qualidade de vida resulta na adesão   à prática de modalidades esportivas, entre elas a corrida de rua. No entanto, a corrida também pode causar lesões,   especialmente nas extremidades inferiores. O objetivo do presente estudo   foi investigar a incidência de lesões   musculoesqueléticas em corredores recreacionais. Setenta e sete   corredores participantes da Maratona Caixa do Rio Grande do Sul, de ambos os   sexos (masculinos = 47 femininos = 30) com idade de 37,45±4,31 anos,   estatura de 1,72±0,07 m, massa corporal de 72,59±3,65 Kg, foram submetidos a   um inquerito consoante as principais queichas de lesões. A distribuição de   frequência de lesões musculoesqueléticas   foi: Fascite Plantar (33%), Periostite Tibial (21%), Tendinopatia Patelar (17%),   Tendinopatia Calcânea (13%), Condropatia Patelar (11%), Síndrome do Atrito do   Trato Ílio-Tibial (5%). Estas lesões podem ser minimizadas através da adequação   dos fatores envolvidos no treinamento. Corredores recreacionais devem buscar orientações quanto aos fatores: metodologia de   treino, calçado de corrida e tipo de terreno para reduzir a incidência destas lesões. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><i>Palavras-chave: </i>corrida de rua, lesões musculoesqueléticas, atletas recreacionais</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>&nbsp;</b></font></p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Avaliação   do lactato sanguíneo após a luta e após teste e sua relação com teste específico no judô</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">AAG Simão<sup>1,2,3</sup>, FJ Aidar<sup>1,4</sup>, CF Guimarães<sup>2,5</sup>, DG Matos<sup>1</sup>, HA Junior<sup>4</sup>, NA Barros<sup>4</sup>, AA Bastos<sup>4</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">1. Universidade   de Trás-os-Montes e Alto Douro, Vila Real, Portugal; <a href="mailto:fjaidar@gmail.com">fjaidar@gmail.com</a>; 2.   Faculdade de Tecnologia e Ciências, FTC, Vitoria da Conquista, Bahia, Brasil; 3.   Faculdade Independente do Nordeste, FAINOR, Vitoria da Conquista, Bahia, Brasil;   4. Universidade Federal de Sergipe, São Cristóvão, Sergipe, Brasil; 5. Universidade do Estado da Bahia, UNEB, Guanambi, Bahia</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O Judô é um esporte   com várias lutas por competição, o que eleva as concentrações de lactato (Lac).   Pretendemos   avaliar a resposta Lac após a luta e 15 minutos depois e sua relação com a   frequência cardíaca (FC) após teste Special Judo Fitness Test (SJFT) após teste   e um minuto depois deste, com o lactato após o teste 15 minutos em atletas de   judô. Participaram 30 Judocas com mais de um ano de prática, do gênero   masculino. A coleta em dois momentos, primeiro, aplicação do SJFT e Lac,   segundo, após luta com coleta de sangue. No <i>SJFT</i>, os atletas foram   separados por peso equivalente. A estatística utilizou o <i>SPSS for Windows</i>,   20.0. Foi verificada a correlação do SJFT, com o Lac e FC (p &lt; 0,05). Os   resultados estão apresentados na tabela 1, o Lactato após a luta e 15 minutos depois.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p align="center"><a href="/img/revistas/mot/v11n4/11n4a17t4.jpg"><font size="2" face="Verdana">Tabela 1</font></a></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana">O Lpl n&atilde;o apresentou boa correla&ccedil;&atilde;o com, SJFT e Lpt, houve correla&ccedil;&atilde;o intermedi&aacute;ria entre o Lpl com a FCFim, facilitando o controlo das atividades atrav&eacute;s da FC.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><i>Palavras-Chave: </i>judô, lactato sanguíneo, teste específico</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Caracterização das lesões em jogadores de futebol de salão</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">ALS Costa<sup>1</sup>, ER Costa<sup>1</sup>, TC Costa<sup>1</sup>, JÁ Pires Filho<sup>2</sup>, JEVR Paiva<sup>1</sup>, RC Silva<sup>1</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">1. Universidade da Amazônia,   UNAMA, Belém do Pará, Brasil; <a href="mailto:alba__lucia01@hotmail.com">alba__lucia01@hotmail.com</a>; 2. Escola Superior Madre Celeste, ESMAC, Ananindeua, Pará, Brasil</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A definição de trauma   envolve existência real de lesão, ferida, dano ou prejuízo produzido no   organismo. O futebol é uma paixão mundial, seja na versão “campo” ou “salão”,   com participantes em todas as faixas etárias. Contudo, estima-se que seja   responsável por aproximadamente 55% das lesões desportivas no mundo,   principalmente devido às exigências do esporte, incluindo o contato físico.   Apesar dos esforços, não há padronização desses dados em bancos de dados para   consulta. Pretendemos ccaracterizar   as lesões osteomioarticulares prevalentes em atletas amadores de futebol de   salão de Belém do Pará. O estudo é do tipo observacional e   transversal. Após assinatura do TCLE, foram entrevistados 15 atletas de futebol   de salão amador, com idade entre 25 e 37 anos, do gênero masculino, que   desenvolviam essa atividade no mínimo uma vez por semana. Os atletas   responderam a um questionário semi-estruturado contemplando os dados pessoais,   posição de jogo em quadra e as lesões ocorridas no esporte. Os dados obtidos no   presente estudo mostraram que os jogadores que ocupam a posição de pivô   apresentaram um percentual maior de lesão, provavelmente pelo fato de proteger   a bola, ficando de costas para o marcador. A maior parte dos traumas foi de   origem articular (25%), sendo a entorse de tornozelo a mais prevalente (38%),   seguido de contusão muscular (17%) e distensão miotendinosa (15%), com P-valor   &lt; 0,01<b>,</b> discordando do estudo de Cohen e colaboradores (1997), que   mostrou a maioria das lesões ser de origem muscular (39,2%). O presente estudo   mostrou que a lesão mais frequente foi a entorse de tornozelo em jogadores   quando ocupam a posição de pivô. Sugere-se que profissionais do desporto   elaborem estratégias preventivas como fortalecimento muscular e estabilização   das articulações dos membros inferiores com o objetivo de reduzir a frequência desses traumas.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana"><i>Palavras-chave: </i>futebol, traumatismos em atletas, medicina esportiva</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>&nbsp;</b></font></p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Desempenho, morfologia e força máxima no remo</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">FB Maia da Silva<sup>1,2</sup>, VM Reis<sup>1,3</sup>, JP Brito<sup>3</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">1. Universidade Trás-os-Montes e Alto   Douro, Vila Real, Portugal; 2. Seleção Brasileira de Vela Adaptada, Niterói,   Rio de Janeiro, Brasil; <a href="mailto:fbms78@hotmail.com">fbms78@hotmail.com</a>; 3. Centro de   Investigação em Desporto, Saúde e Desenvolvimento Humano, CIDESD, Vila Real,   Portugal; 4.   Escola Superior de Desporto de Rio Maior, Instituto Politécnico de Santarém, Rio Maior, Portugal</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O remo em escaler   são embarcações distintas do remo tradicional, apresenta proa fina e popa   quadrada, com dez remadores, posicionados dois lado a lado, sendo original da   Marinha para formação, cerimônias e, atualmente, são utilizadas em competições   Nacionais e Internacionais. Foi nosso objetivo descrever as características   morfológicas, de força máxima, de desempenho no barco e no remoergômetro e o   pico do consumo de oxigênio dos remadores em escaler da Escola Naval Brasileira.   Participaram do estudo 20 atletas de remo em escaler da Escola Naval, do sexo   masculino, com idade entre 19 e 23 anos. Todos foram submetidos a testes e   exame no aparelho de absortometria de raio-X de dupla energia (DEXA), para   avaliar a composição corporal, peso, estatura, força máxima no agachamento,   remada deitada e levantamento terra, teste máximo de 500 metros no   remoergômetro e teste 500 metros no barco. Para determinar o pico do consumo de   oxigênio foi realizado o teste no remoergômetro com o VO2000. A massa corporal   apresentou a média de 79,16±1,56 kg, massa magra 61,93±0,99 kg, massa gorda   13,51±0,91 kg, estatura 179,57±1,32 cm, força máxima de agachamento 127,30±4,70   kg, remada deitada 86,00±1,29 kg, levantamento terra 136,30±6,19 kg. O teste   máximo de 500 metros no remoergômetro apresentou velocidade média de 5,36±0,04   m/s e o teste máximo de 500 metros no barco velocidade média de 2,83±0,08 m/s.   O pico do consumo de oxigênio apresentou média de 50,44±1,23 ml/kg/min e o pico   da frequência cardíaca de 203,80±0,39 bpm. A partir dos dados apresentados   podemos caracterizar a modalidade do remo em escaler, visto que a bibliografia especializada não apresenta as características destes remadores. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><i>Palavras-chave: </i>remo em escaler, pico do consumo de oxigênio, absortometria de raio-X de dupla energia (DEXA) </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Acupuntura e resistência física em exercícios repetitivos</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">S Silvério-Lopes<sup>1</sup>, MP Mota<sup>1</sup></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">1.   Universidade Trás-os-Montes e Alto Douro, Vila Real, Portugal; <a href="mailto:san.silverio@yahoo.com.br">san.silverio@yahoo.com.br</a></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O movimento de   plantiflexão e dorsiflexão do tornozelo tem uma importância funcional na   sustentação da postura bípede e no caminhar, assumindo relevância em atividades   diárias e no contexto desportivo. A acupuntura tem sido estudada como possível   recurso coadjuvante às técnicas convencionais de recuperação a cargas de treinamento.   O objetivo do nosso estudo foi avaliar a influência da intervenção aguda por   acupuntura na resistência física em sujeitos submetidos a exercício repetitivo   de plantiflexão e dorsiflexão de tornozelo. O estudo foi do tipo ensaio   clínico-experimental cego por parte do voluntário e avaliador com avaliação   quantitativa e grupo controle. A amostra foi composta por 47 voluntários do   sexo feminino, com idades de 18 a 55 anos (média 36,3 ± 10,6). Os voluntários   foram separados por alocação determinista em alternância sequencial em três   grupos iniciais: acupuntura (GACP n=16), acupuntura <i>sham</i> (G<i>sham </i>n=16)   e controle (GCRT=15). Todos os grupos realizaram o exercício de planti e   dorsiflexão no equipamento <i>reformer</i> do método Pilates, antes e após a   intervenção. Utilizou-se no GACP o acuponto E36 (<i>zusanli</i>). O G<i>sham </i>recebeu   agulhamento superficial, fora do ponto de ACP, e o GCRT não recebeu intervenção.   Foram utilizadas agulhas filiformes descartáveis 0,25x40mm. Após 24 horas todos   os voluntários foram reavaliados no número de repetições. Houve diferenças   significativas na variação no número máximo de repetições no pré tratamento   para o pós imediato (<i>p</i>= 0,004), porém não entre os momentos pré   tratamento comparado ao pós 24 horas. Houve um aumento no número máximo de   repetições em todos os grupos, sendo no GACP o responsável pelo maior aumento (31,5%).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><i>Palavras-chave: </i>acupuntura, resistência física, exercícios de tornozelo</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>&nbsp;</b></font></p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Salto   vertical em crianças pré-púberes: influência da massa corporal na altura de salto</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A Henriques<sup>1</sup>, A Matos<sup>1</sup>, B Jorge<sup>1</sup>, C Lagoa<sup>1</sup>, D Mendes<sup>1</sup>, H Rodrigues<sup>1</sup>, M Nunes<sup>1</sup>, S Canales<sup>1</sup>, S Matos<sup>1</sup>, V Santos<sup>1</sup>, PG Morouço<sup>1</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">1. Escola Superior de Educação e Ciências Sociais, Instituto Politécnico de Leiria; <a href="mailto:pedro.morouco@ipleria.pt">pedro.morouco@ipleria.pt</a></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O salto vertical é   uma habilidade motora amplamente utilizada em ciências do desporto, para   inferir acerca da força dos membros inferiores. Trata-se de um teste de fácil   aplicação, com recurso a pouco material e que permite categorizar praticantes   de modalidades desportivas. O valor obtido e, comummente, utilizado tem sido a   altura de salto. No entanto, este parâmetro não tem em consideração um dos   principais fatores para a sua realização: a massa corporal do sujeito. O   presente estudo pretendeu comparar os valores obtidos no salto vertical em   crianças pré-púberes, tendo em consideração a massa corporal. Para inferir   sobre a pertinência de ter em consideração a massa corporal, foi necessário   avaliar uma amostra homogénea. Assim, foi questionado o estágio de Tanner,   medida a estatura e a massa corporal e testada a altura de salto vertical em 52   rapazes, com idades compreendidas entre os 08 e os 10 anos de idade (8.9±0.8   anos de idade, estágios de Tanner 1 (37%) e 2 (63%), 1.38±0.07m de estatura,   36.3±8.9kg de massa corporal). A altura de salto obtida pela totalidade da   amostra foi de 28.1±5.0cm, o que representa um coeficiente de variação de   17.8%. A amostra foi dividida em 2 grupos de igual dimensão tendo em conta a   sua estatura: maiores e menores que 1.36m. Ao nível da altura de salto não   houve diferenças entre os grupos (28.0±4.6 vs. 28.1±5.6cm, p=0.89). No entanto,   se for tida em consideração a massa corporal, i.e., calculando o trabalho   mecânico para realização do salto (W=m.g.h), as crianças mais altas obtiveram   maior trabalho mecânico (84.1±19.6 vs. 114.6±27.4J, p&lt;0.001). Concluiu-se   que investigações que pretendam avaliar a força dos membros inferiores deverão   ter em consideração a massa corporal do sujeito, recorrendo ao cálculo do   trabalho mecânico. Desta forma, é possível, descriminar o rendimento de 2   crianças que tenham massa corporal diferente, mas obtenham o mesmo valor de   altura de salto. Recomenda-se que novos estudos sejam realizados, tendo em   conta que um dos fatores que influenciam a força dos membros inferiores é a especificidade da modalidade desportiva praticada.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><i>Palavras-chave: </i>crianças, salto vertical, massa corporal, trabalho mecânico</font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="3" face="Verdana"><b>Intervenção fisioterapêutica no membro superior do hemiplégico</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">LS Oliota Ribeiro<sup>1,2</sup>, ACQ Trigueiro<sup>1</sup>, LMMM Soares<sup>1,3</sup>, RMQ Magalhães<sup>1</sup>, HMW Filho<sup>1</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">1. Laboratório de Cinesiologia e   Biomecânica, LACIB, Faculdades Integradas de Patos, FIP, Patos, Paraíba, Brasil; <a href="mailto:prof.oliota@yahoo.com.br">prof.oliota@yahoo.com.br</a>; 2. Universidade   Federal da Paraíba, UFPB, João Pessoa, Paraíba, Brasil; 3. Centro Universitário de João Pessoa, UNIPÊ, João Pessoa, Paraíba, Brasil</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O Acidente Vascular   Encefálico (AVE) é um distúrbio que lesiona o encéfalo devido a uma interrupção   na irrigação do fluxo sanguíneo do sistema nervoso central (SNC), que pode ser   de forma isquêmica ou hemorrágica. As alterações tônicas e de força muscular   afetam a funcionalidade do indivíduo. Na reabilitação, um dos principais   objetivos é torná-lo mais independente, a fim de possibilitar o melhor   desempenho de atividades de vida diária (AVD) e minimizar as sequelas   adquiridas. Através dos métodos convencionais e atuais, tais como: Método   Kabat, Trilhos fasciais e Kinesiotapping® as perdas funcionais são minimizadas.   O objetivo do presente estudo foi analisar a influência de um programa de   intervenção fisioterapêutica neuromuscular na funcionalidade do membro superior   hemiplégico de uma pessoa acometida por AVE. Tratou-se de um caso clínico   único, do tipo descritivo que foi realizado em uma Clínica Escola de   Fisioterapia de uma faculdade de Patos – PB. Os instrumentos de coleta de dados   foi composto por: ficha de triagem, Escala de Fugl-Meyer, que mensura o   comprometimento motor, Teste de Goniometria, para avaliação da amplitude de   movimento, e a Escala Visual Analógica (EVA), para quantificação da perceção de   dor. O programa interventivo foi realizado entre abril e maio de 2015 com   duração de 50 minutos cada sessão, totalizando 10, respeitando-se a sequência:   (1) Liberação miofascial, (2) Treino de atividades funcionais nas diagonais de   Kabat, (3) Aplicação da Kinesiotapping®. Verificou-se um grande ganho de   amplitude em ombro e punho, principalmente em abdução (pré: 60º/pós: 118º),   adução horizontal (pré: 42º/pós: 100º), rotação interna (pré: 35º/pós: 120º),   rotação externa (pré: 68º/pós: 80º) e pronação (pré: 90º/pós: 130º). Em relação   a dor, foi relatado a sensação de número 7 e após as intervenções diminuiu para   1. O protocolo interventivo elaborado apresentou-se eficaz no ganho de ADM, funcionalidade e diminuição da dor do indivíduo com AVE.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><i>Palavras-chave: </i>AVE, fisioterapia, hemiplegia, avaliação, kinesiotapping®</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Efeito do exercício em circuito nos indicadores de lesão muscular e função renal</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">SP Costa<sup>1</sup>, ML Mazini Filho<sup>1</sup>, RC Teixeira<sup>1</sup>, P Augusto-Silva<sup>2</sup>, JV Coutinho<sup>3</sup>, VM Curty<sup>3</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">1. Universidade de Trás-os-Montes e Alto   Douro, Vila Real, Portugal; <a href="mailto:sauloedif@gmail.com">sauloedif@gmail.com</a>; 2. Universidade   Camilo Castelo Branco, São José dos Campos, São Paulo, Brasil; 3. Universidade Federal do Espírito Santo, UFES, Vitória, Espírito Santo, Brasil</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Um programa de   treinamento passa por processos adaptativos que envolvem sistemas importantes   para o bom funcionamento do organismo, nestes processos estão os microtraumas   ocasionados pelo estresse em que o individuo foi submetido na sessão de treino,   sendo este, importante especto a ser mensurado para uma melhor dosagem de   intervalo entre as sessões. O objetivo do presente estudo foi verificar como duas   sessões de exercícios em circuito, com 24 ou 48hs de intervalo entre elas,   afeta os marcadores de micro-lesões e os indicadores de eficiência da função   renal, através da variação da atividade sérica da CK e a variação da creatinina   sérica e da urina. Amostra foi composta por 18 mulheres, praticantes de   ginástica localizada por no mínimo seis meses. As participantes foram divididas   e dois grupos de igual número de componentes. Os grupos realizaram duas sessões   de uma aula composta por 12 exercícios alternados por segmento, com intervalos   de 15 segundos, e uma intensidade entre seis e oito da escala OMINI-RES. Um   grupo realizou as sessões com 24 horas de intervalo e o outro com 48 horas. Foi   dosada a atividade sérica da CK e a atividade da creatinina do sangue e da   urina previamente e repetido o protocolo 72 horas após o início do teste em   todas as mulheres.   Os dados   do presente estudo mostraram que ambos os grupos apresentaram aumento da   atividade sérica de CK e aumento da creatinina sérica. O grupo que realizou as   sessões de circuito com apenas 24 horas de intervalo apresentou redução da   creatinina da urina, dado não observado no grupo que realizou as sessões com 48   horas de intervalo. Podemos concluir que a função renal foi reduzida somente no   grupo que executou as duas sessões do circuito de exercícios com o intervalo menor, o de 24 horas entre as sessões.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana"><i>Palavras-chave: </i>creatina kinase, creatinina, treinamento em circuito, ginástica localizada</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Efeito da liberação miofascial na potência muscular</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">SF Nunes<sup>1</sup>, RO Abrantes<sup>1</sup>, A Melo<sup>1</sup>, G Araújo<sup>1</sup>, TM Gomes<sup>2</sup>, JS Novaes<sup>1</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">1. Universidade Federal do Rio de Janeiro,   Brasil; <a href="mailto:suzy_fn@hotmail.com">suzy_fn@hotmail.com</a>; 2. Universidade Estácio de Sá, UNESA, Rio de Janeiro, Brasil</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A potência muscular   é conhecida como a máxima velocidade de contração muscular em um determinado   espaço ou tempo. A realização da técnica de liberação miofascial gera melhora   da resposta neuromuscular e amplitude de movimento, entretanto a relação de   causa e efeito com a potência ainda não está bem evidenciada na literatura. ObjetivámosVerificar o efeito agudo da libera  ção miofascial no desempenho da potência   muscular de membros inferiores nos testes de impulsão. Participaram do presente   estudo 10 voluntários do sexo masculino (23,4 ±   3,47anos, 1,77 ± 0,06m, 84,8&nbsp;± 16,7kg, 27,12&nbsp;± 4,14kg<sup>-1</sup>/m<sup>2</sup>).   O estudo foi composto por duas visitas não consecutivas. Os voluntários foram   divididos aleatoriamente nas seguintes condições experimentais: a) teste de   impulsão vertical sem liberação miofascial (ImpVer), b) teste de impulsão   horizontal sem liberação miofascial (ImpHor), c) teste de impulsão vertical com   liberação miofascial (IVLMF), d) teste de impulsão horizontal com realização de   liberação miofascial (IHLMF). Utilizou-se um bastão para o protocolo de   liberação miofascial nos músculos ísquiotibiais, tríceps sural e quadríceps em   cada dímidio, totalizando 6 minutos de intervenção. Foi utilizada a estatística   descritiva e o teste T <i>Student </i>pareado para observar as diferenças   específicas. O valor significativo adotado foi de p &lt; 0,05. Os resultados   mostraram que houve diferença significativa para o desempenho da potência   muscular (ImpVer = 2,55 ± 0,31J <i>vs.</i> IVLMF = 1,96 ± 0,50J, p = 0,002) no   teste de impulsão vertical. Porém, não foi encontrada diferença significativa   para o desempenho da potência muscular (ImpHor = 1,80 ± 0,26J <i>vs.</i>IHLMF =   1,96 ± 0,50J, p = 0,107) no teste de impulsão horizontal. A liberação   miofascial interferiu de forma significativa no aumento da impulsão vertical.   Entretanto, não foi capaz de interferir de forma positiva no aumento da impulsão horizontal. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><i>Palavras-chave: </i>liberação miofascial, força muscular, manipulações musculoesqueléticas, potência muscular</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>&nbsp;</b></font></p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Desempenho físico e motor de um escolar cego: estudo de caso</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">R P Pinheiro<sup>1</sup>, AB Carneiro<sup>1</sup>, FN Uchoa<sup>1</sup>, NM Uchoa<sup>2</sup>, ND Garrido<sup>1,2</sup>, LF Felício<sup>3</sup></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">1. Universidade Trás-os-Montes e Alto   Douro, Vila Real, Portugal; <a href="mailto:ndgarrido@gmail.com">ndgarrido@gmail.com</a>; 3. Centro de   Investigação em Desporto, Saúde e Desenvolvimento Humano, CIDESD, Vila Real,   Portugal; 3 Faculdade Metropolitana de Fortaleza, Brasil</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A cegueira pode   conduzir o indivíduo ao sedentarismo, provocando problemas físicos,   psicológicos e sociais irreversíveis. Neste sentido, a prática de exercícios   físicos orientados poderá levar esse indivíduo a manter-se ativo, contribuindo   para que estes problemas não se enraízem e tornem reversíveis. O objetivo do   presente estudo foi verificar o efeito de um programa de exercícios físicos   (Natação e Atletismo) no desempenho físico e motor de um adolescente cego.   Participou deste estudo um adolescente de 15 anos, matriculado no ensino médio,   com cegueira adquirida por atrofia do nervo ótico em ambos os olhos, aos 13   anos de idade. Foi aplicada a Bateria de testes do <i>FitnessGram</i>® antes e   após o programa de intervenção. Este teve duração de 04 semanas, com três   sessões semanais de 60 minutos, sendo duas sessões de natação e uma sessão de   atletismo. Após a análise dos dados verificou-se que   o participante do estudo mostrou uma melhora nos valores obtidos nos seis   testes executados, mas em apenas cinco essa evolução foi positiva ao ponto de   se estabelecer dentro da respetiva zona saudável de aptidão física. O que é   possível evidenciar que ele apresenta as mesmas potencialidades físicas e   motoras que os indivíduos sem deficiência da sua idade, porém não tem o mesmo   acesso aos estímulos do meio. A realização deste estudo permitiu concluir que o   programa de intervenção foi benéfico para o sujeito alvo. Concluiu-se também, ao final do estudo, que a prática de   atividades de esporte e lazer (natação e atletismo) por pessoas cegas, em   geral, é recomendada, pois as mesmas sugerem melhorias tanto no aspecto fisiolósico quanto psicológico.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><i>Palavras-chave: </i>cegueira, exercício físico, desempenho físico e motor</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Efeito da liberação miofascial no agachamento</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">E Monteiro<sup>1</sup>, A Brown<sup>1</sup>, T Gomes<sup>1,2</sup>, I Dias<sup>1</sup>, A Gil<sup>1</sup>, JS Novaes<sup>1</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">1. Universidade Federal do Rio de Janeiro,   UFRJ, Brasil; <a href="mailto:profestevaomonteiro@gmail.com">profestevaomonteiro@gmail.com</a>; 2. Universidade Estácio de Sá, UNESA, Rio de Janeiro, Brasil</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Evidências práticas   sugerem que a autoliberação miofascial (ALM) promove uma melhora na mobilidade   articular e consequentemente no padrão de movimento. Pretendemos verificar a   efeito de diferentes volumes de ALM nas fáscias plantar (FP), tensor da   fáscia-lata (TFL) e fáscia dorsal (FD) sobre a amplitude de movimento do   agachamento afundo. A amostra foi composta por 20 mulheres treinadas (26,1 ± 6,3   anos, 1,63 ± 0,69 m, 63,5 ± 10,1 kg) e inexperientes na prática da liberação   miofascial. Foi realizado o teste do overhead deep squat (DS) padronizado pela <i>Functional     Movement Systems</i> (FMS) para verificação da amplitude e mobilidade   musculoarticular. Posteriormente, as participantes realizaram quatro protocolos,   com entrada aleatória, em três séries de ALM para a FP, TFL e FD: P30 (30 seg),   P60 (60 seg), P90 (90 seg), P120 (120 seg). Para todos os procedimentos foi   utilizado intensidade moderada-forte (entre 6 e 7 em escala subjetiva de   esforço), sendo 1 (muito fraco) e 10 (muito forte). Foi utilizado bola de tênis   da marca Head e foam roller da <i>Trigger Point</i>. Ao final foi registrado o score   do movimento em cada protocolo. A FP apresentou diferenças significativas   (p=0,022) na amplitude do agachamento em relação aos diferentes volumes de AFM.   Os valores médios indicaram que o P120 (2,5 ± 0,6) foi maior comparado a P90   (2,4 ± 0,6), P60 (2,1 ± 0,7) e P30 (1,8 ± 0,6). O TFL, não apresentou   diferenças significativas (p=0,145) no protocolo FMS em relação aos diferentes   volumes de ALM. Da mesma forma, a FD não foi diferente significativamente nos   diferentes tempos de ALM. Foi possível concluir que volumes mais altos parecem   ser mais efetivos para potencializar a amplitude de movimento. Sendo assim, a ALM pode ser uma importante ferramenta na melhora dos padrões de movimento.    </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><i>Palavras-chave: </i>liberação miofascial, amplitude de movimento, padrão de movimento</font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="3" face="Verdana"><b>Resposta do potencial pós-ativação em atletas velocistas </b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A Zaar<sup>1,2</sup>, AI Rouboa<sup>1,3,4</sup>, EB Neves<sup>5</sup> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">1. Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, Vila Real,   Portugal; <a href="mailto:andrigozaar@yahoo.com.br">andrigozaar@yahoo.com.br</a>; 2. Instituto de Desenvolvimento   Educacional do Alto Uruguai, Getúlio Vargas, Brasil; 3. CIENER-INEGI,   Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto, Porto, Portugal; 4. MEAM Department,   University of Pennsylvania, Philadelphia, PA, EUA; 5. Instituto de Pesquisa da Capacitação Física do Exército, IPCFEx, Rio de Janeiro, Brasil, </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O <i>Complex   Training</i> é uma metodologia de Treino de Força que tem como objetivo   potencializar os gestos desportivos explosivos. O presente estudo teve como objetivo verificar   se a utilização de uma série de saltos em profundidade (SP) promove um   potencial pós-ativação (PPA) e consequentemente proporciona uma melhoria da <i>performance</i> do salto vertical (SV). A amostra composta por sete atletas   velocistas, do sexo masculino, com idade de 22,31±1,72 anos,   estatura de 1,81±0,05 m, massa corporal de 70,57±2,81 Kg, foram   sujeitos à realização de um SV controle (HsC) e em outra sessão, com um   intervalo de 72 horas, os mesmos sujeitos, realizaram de forma randomizada: i)   uma série de 6 SP, seguido de 4 minutos de descanso passivo e de 3 SV após   potencialização pelo exercício Salto em Profundidade (HsP), ii) e uma   série de 5RM do exercício Agachamento na <i>Smith Machine</i> (ASM), seguido de   4 minutos de recuperação passiva, e 3 SV após potencialização pelo exercício   Agachamento   (HsA). Foi medida a altura de salto. Foi verificado uma   diferença significativa na altura do SV entre intervenções (F=372.576,p&lt;0.001,µ<sub>p</sub><sup>2</sup>=0.950).   Foram observadas diferenças significativas entre a altura no HsC e o HsP e o   HsA (p&lt;0.001) e entre o HsP e o HsA (p&lt;0.001). Apresentando o HsA valores   significativamente  superiores em relação ao HsP e HsC. Ambas as   intervenções, (HsP e HsA), promovem um PPA que reflete na altura do SV que o   sucede. A utilização do SP, em situações de treino e em situações   pré-competitivas parecem ser um meio efetivo para aprimorar a <i>performance</i>. Contudo, o exercício de ASM provoca um PPA superior.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><i>Palavras-chave: </i>potência, complex training, performance</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Níveis   de pressão arterial e sobrepeso de escolares da CEDAF</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">RW Trigo<sup>1</sup>, LP Oliveira<sup>1</sup>, RL Fernandes<sup>1</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">1 Universidade Federal de Viçosa, Campus Florestal, Viçosa, Brasil; <a href="mailto:rdyltrigo@yahoo.com.br">rdyltrigo@yahoo.com.br</a></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Este estudo é   produto do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica Júnior   (BIC-JR/UFV/FAPEMIG/CNPq), desenvolvido no <i>Campus </i>Florestal da   Universidade Federal de Viçosa, e buscou-se realizar um mapeamento dos casos de   hipertensão arterial e índice de sobrepeso, de escolares do ensino médio   federal da Central de Ensino e Desenvolvimento Agrário de Florestal – CEDAF,   instituição de ensino ligada à Universidade supracitada. Teve como temática, a   grande preocupação existente nos dias atuais, com relação a níveis indesejáveis   de sobrepeso e obesidade que afetam a esta faixa etária, além de se identificar   de forma precoce níveis de pressão arterial elevados. Foi nosso objetivo investigar   índices de sobrepeso e níveis elevados de pressão arterial em escolares do   ensino médio federal da CEDAF. Realizou-se uma pesquisa quantitativa   exploratória do tipo descritiva, a amostra é composta por 65 escolares do   ensino médio que estão regularmente matriculados na CEDAF e que apresentaram os   Termos de Consentimento e Assentimento devidamente assinados. Para o cálculo do   índice de massa corporal foram mensurados a massa corporal e a estatura dos   participantes. A pressão arterial foi aferida através de medidas no braço   direito, estando os adolescentes em repouso de 10 minutos antes das aferições. Dentre   os 65 voluntários foram encontrados 9 (13,9%) com excesso de peso, sendo 5   casos de sobrepeso (7,7%) e 4 casos de obesidade (6,2%). De toda a amostra   apresentaram-se 26 casos de alteração nos níveis de pressão, equivalente à 40%   dos participantes, sendo 17 (65,4%) casos limítrofes, 8 (30,8%) casos de   hipertensão estágio 1 e 1 (3,8%) caso de hipertensão estágio 2. Dos casos de   alteração nos níveis pressão, 7 (26,9%) casos também apresentaram excesso de   peso. De acordo com os resultados obtidos, foi possível realizarmos o   levantamento dos casos de excesso de peso e sua relação com a hipertensão,   criando possibilidades para a prevenção e tratamento deste quadro junto à comunidade.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana"><i>Palavras-chave: </i>pressão arterial elevada, obesidade, escolares</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Efeitos do exercício físico na aptidão física e saúde de adolescentes </b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">AB Carneiro<sup>1</sup>, AC Aranha<sup>1</sup>, PM Soares<sup>2</sup>, RA Andrade<sup>3</sup>, CM Lamboglia<sup>4</sup>, FC Moura<sup>2</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">1. Universidade de Trás-os-Montes   e Alto Douro, Vila Real, Portugal; <a href="mailto:adrianobc_10@hotmail.com">adrianobc_10@hotmail.com</a>; 2. Universidade   Estadual do Ceará, UFC, Fortaleza, Brasil; 3. Faculdade Integrada da Grande Fortaleza, Brasil; 4. Universidade de Fortaleza, Brasil</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Observa-se no   cotidiano das escolas de tempo integral, principalmente no ensino médio, uma   constante redução e/ou substituição das aulas de Educação Física por outras   disciplinas, já que há uma grande intensificação das disciplinas cobradas nas   avaliações externas. Foi nosso objetivo analisar os efeitos de um programa de   exercícios físicos orientado extraclasse no aprimoramento de alguns componentes   da aptidão física relacionada à saúde de adolescentes do ensino médio de uma   escola de tempo integral da cidade de Fortaleza-Ceará. Participaram do estudo   60 adolescentes, distribuídos em dois grupos: controle e intervenção. O   programa teve duração de 12 semanas, com duas sessões semanais de 40 minutos   cada. A aptidão física foi avaliada antes e após o programa por meio da bateria   de medidas e testes do Projeto Esporte Brasil. No tratamento estatístico foram   utilizados os seguintes testes: <i>Shapiro-Wilk, </i>Levene, Teste <i>t</i>   pareado, Teste <i>t</i> para amostras independentes, Test <i>t</i> para uma   amostra, além do cálculo do tamanho de efeito padronizado de cada grupo e as   medidas de efeito e os intervalos de confiança 95% nos grupos intervenção e   controle. Observou-se   que houve diferença estatisticamente significativa (p &#8804; 0,05) em todas as   variáveis mensuradas, entre o pré e o pós-teste, tanto no grupo controle quanto   no grupo intervenção, e quando comparados ambos. Em relação aos critérios   utilizados, a maioria dos escolares do grupo intervenção finalizou o programa   nas zonas saudáveis de aptidão física e saúde. Ao término do programa de   intervenção observou-se que houve uma significativa melhora nos componentes da   aptidão física mensurados. Tendo a maioria dos participantes finalizado o   programa dentro das zonas saudáveis de saúde. O que não aconteceu com o grupo   controle que, ao final do programa, teve decréscimo nos níveis de aptidão física e saúde. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><i>Palavras-chave: </i>aptidão física, saúde, adolescente, exercício físico </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><i>&nbsp;</i></font></p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Frequência cardíaca, glicemia, função endotelial e força isométrica de gestantes</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A Melo<sup>1</sup>, R Tarevnic<sup>1</sup>, R Rodrigues<sup>1</sup>, AC Barreto<sup>1,2</sup>, I Dias<sup>1</sup>, JS Novaes<sup>1</sup></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">1.   Universidade Federal do Rio de Janeiro, UFRJ, Brasil; <a href="mailto:alinegfmelo@gmail.com">alinegfmelo@gmail.com</a>; 2. Centro Universitário Celso Lisboa, Brasil</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A Hidroginástica   durante a gestação é uma prática segura que minimiza as possíveis   intercorrências gestacionais contribuindo para um bem-estar materno e fetal. Objetivámos   descrever o perfil da glicemia com e sem a ingesta de dextrosol, da   função endotelial e da força isométrica e comparar o efeito agudo antes e depois   de uma sessão de treino de hidroginástica na frequência cardíaca (FC) de   gestantes no terceiro trimestre. Dezasseis gestantes (31,18±4,40 anos,   1,53±0,05 m, 70,33±17,61 kg, 27,87±2,78 kg<sup>-1</sup>/m<sup>2</sup>,   30,9±0,98 semanas gestacionais) praticantes de hidroginástica a pelo menos   quatro meses, duas vezes por semana durante 45 minutos. Foram avaliados a FC no repouso e 15 min   após a sessão (Polar RS800CX), a função endotelial do fluxo sanguíneo   (Pletismografia de oclusão venosa), a força isométrica (dinamómetro para preensão   manual <i>Jamar</i> 5030JI) e a glicose com e   sem a ingesta de dextrosol. Foi utilizado teste t de student pareado para   comparar as respostas da FC e da glicemia. A função endotelial e força isométrica   foram analisadas por estatística descritiva. Os resultados mostram que os   valores da FC no repouso (90,93±9,47 bpm) reduziram significativamente (p=0,00)   quando comparadas aos valores após a sessão (86,06±8,89 bpm). A taxa de   glicemia antes (73,18±6,83 ml/dL) aumentou significativamente (p=0,00) quando   comparadas aos valores após a ingesta de dextrosol (107,18±15,41 ml/dL). Os   valores descritivos médios da função endotelial do fluxo sanguíneo basal foi igual   a 0,82± 0,45 mL/min/100mL e a resistência vascular foi de -317,05±267,73   mmHg/mL/min/100mL. A força isométrica apresentou valores médios de 9,43±2,58   Kgf. Pode-se inferir que as gestantes   praticantes de hidroginástica redução nos valores da FC após a sessão e aumento da taxa de glicemia após a ingesta de dextrosol.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><i>Palavras-chave: </i>gestantes, glicose, força muscular</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Hemodinâmica e exercício resistido no ciclo menstrual</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">AS Neto<sup>1</sup>, A Brown<sup>1</sup>, AC Barreto<sup>2</sup>, GR Neto<sup>1,3</sup>, A Gil<sup>1</sup>, JS Novaes<sup>1</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">1. Universidade Federal do Rio de Janeiro, Brasil; <a href="mailto:antoniopaulo13@gmail.com">antoniopaulo13@gmail.com</a>; 2. Universidade Celso Lisboa, UCL, Brasil; 3. Universidade Federal da Paraíba, UFPB, João Pessoa, Brasil</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">As variações   hormonais que ocorrem durante o ciclo menstrual (CM) podem influenciar na   resposta hemodinâmica durante os exercícios resistidos (ER). Quisemos verificar   o efeito agudo de ER sobre a frequência cardíaca (FC), pressão arterial   sistólica (PAS) e duplo produto (DP) durante diferentes fases do CM. Participaram   do estudo 10 mulheres destreinadas (21 ± 2,2 anos, 53,7 ± 9,7 Kg, 1,57 ± 0,06   m) que realizaram o teste e reteste de força muscular máxima (1RM). As   voluntárias realizaram um protocolo composto pelos exercícios flexão de   cotovelo e extensão de joelho bilateral a 80% de 1RM na fase folicular,   ovulatória e lútea do ciclo menstrual. Foi adotado um intervalo de 10 minutos   entre os exercícios e a FC, a PA e o DP foram verificados antes e imediatamente   após os exercícios. A FC na fase folicular (80 ± 5, 107 ± 17 bpm) não   demonstrou diferenças significativas (p=0,82) quando comparada aos valores da   fase ovulatória (80 ± 10, 113 ± 22 bpm) e lútea (77 ± 14, 110 ± 8 bpm) entre os   momentos pré e pós-treinamento. Na PAS observou-se que na fase folicular (100,   00 ± 13,81, 125,00 ± 11,42 mmHg) não foram encontradas diferenças significativas   (p=0,82) quando comparada a ovulatória (103,10 ± 9,42, 121,40 ± 12,52 mmHg) e   fase lútea (101,50 ± 12,50, 124,11 ± 14,68 mmHg) entre os momentos pré e   pós-treinamento. Os valores médios de DP na fase folicular (8029,70 ± 989,47,   13519,00 ± 3170,24 mmHg.bpm) não apresentaram diferenças significativas   (p=0,82) quando comparado a ovulatória (8239,20 ± 1217,47, 13858,40 ± 3688,02   mmHg.bpm) e a lútea (7858,80 ± 1821, 15, 13759,00 ± 2281,07 mmHg.bpm) em função   do pré e pós-treinamento. Os exercícios flexão de cotovelo e extensão de joelho   bilateral realizados em alta intensidade não exerceram influência nos parâmetros hemodinâmicos, nas diferentes fases do ciclo menstrual.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><i>Palavras-chave: </i>exercício   resistido, frequência cardíaca, pressão arterial, duplo produto, ciclo menstrual</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>&nbsp;</b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="3" face="Verdana"><b>Análise   comparativa da aplicação do método pilates solo e fisioterapia convencional em casos de lombalgia crônica relacionada à discopatias</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">RV Lima<sup>1</sup>, TA Silva<sup>2</sup>, C Santos<sup>2</sup> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">1. Hospital Pronto-Socorro Humberto   Maradei, Belém do Pará, Brasil; <a href="mailto:rhay.maracema@hotmail.com">rhay.maracema@hotmail.com</a>; 2. Universidade do Estado do Pará, UEPA, Belém do Pará, Brasil</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O termo lombalgia   refere-se à dor na coluna lombar e é um dos processos patológicos que estão crescendo   com maior frequência na atualidade. Configura-se em uma das alterações músculo-esqueléticas   mais comuns nas sociedades industrializadas, afetando 70% a 80% da população   adulta em algum momento da vida, em especial adultos jovens, em fase   economicamente ativa, sendo um dos principais motivos de consultas médicas,   hospitalizações e intervenções cirúrgicas e uma das razões mais comuns para   aposentadoria por incapacidade total ou parcial, o que traz sofrimento a   pacientes e familiares e acarreta custos decorrentes da perda de produtividade.   Pretendemos   comparar dois protocolos de atendimento a pacientes que possuíam diagnóstico de   lombalgia crônica relacionada á discopatia. A amostra foi composta de 13   indivíduos entre 25 e 55 anos, divididos em dois grupos. O primeiro realizou   exercícios de fisioterapia convencional e o segundo, exercícios baseados no   método Pilates solo durante 20 sessões, no período de maio a julho de 2012.   Foram utilizados a Escala de Borg e o Índice de Funcionalidade de Owestry para   avaliação da dor e da funcionalidade. Obteve-se como resultado uma melhora   significante da dor e funcionalidade no grupo que realizou exercícios baseados   no método Pilates solo, o grupo que realizou fisioterapia convencional   apresentou melhora importante somente na variável dor. Exercícios baseados no   método Pilates se mostraram mais efetivos na melhora da dor e da funcionalidade dos pacientes com lombalgia.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><i>Palavras-chave: </i>dor lombar, técnicas de exercício e de movimento, fisioterapia</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Percepção da qualidade de vida de tetraplégicos no power soccer</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">E Farias<sup>1</sup>, GO Lopes<sup>1</sup>.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">1. Universidade Estácio de Sá; <a href="mailto:edvaldo.farias@gmail.com">edvaldo.farias@gmail.com</a></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O <i>Power Soccer</i> destina-se a tetraplégicos cadeirantes motorizados e visa permitir sua   integração social por meio do esporte, ainda que o grau de comprometimento   severo os impeça de realizar boa parte das atividades da vida diária. A   modalidade é variante do futebol com adaptações nos recursos, espaço físico e   regras, uma vez que os praticantes usam cadeiras de rodas adaptadas para a   modalidade. A qualidade de vida é um estado que não representa ausência de   doenças ou desordens, mas sim uma síntese de vivências, sentimentos e   relacionamentos entre a própria existência e o sentido da vida, com os quais a   prática de atividades físicas e esportivas pode contribuir de forma decisiva. O   presente trabalho teve como objetivo mensurar a perceção de qualidade de vida   de tetraplégicos praticantes de <i>Power Soccer</i> na cidade do RJ. Tratou-se   de uma pesquisa de campo quali-quantitativa, com aplicação única do WHOQOL- <i>bref</i> relacionado a perceção de qualidade da própria vida. Coleta de dados feita   imediatamente após os treinos, na presença de familiar/acompanhante, em 2   clubes no Rio de Janeiro com entrevista de 15 atletas tetraplégicos e usuários   de cadeiras de rodas motorizadas<i>, </i>com média de 26,2 anos. Foram obtidos   valores médios de 66% de satisfação no domínio FÍSICO, 78,2% no domínio   PSICOLÓGICO, 60,1% no domínio ligado as RELAÇÕES SOCIAIS e 73,2% de satisfação   no domínio AMBIENTE, gerando um valor médio de 72,2%, indicativo de uma perceção   positiva de qualidade de vida por estes sujeitos, mesmo dotados de severas   restrições na sua mobilidade cotidiana, contrariando pesquisas anteriores com   resultados negativos em pessoas de mesma característica não praticantes de   esportes. Concluiu-se que a prática do <i>Power Soccer </i>foi fator   determinante do resultado positivo obtido na pesquisa, constatando que o   paradesporto pode desempenhar papel importante na perceção de qualidade da vida dessas pessoas, contribuindo assim para a sua inserção social. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana"><i>Palavras-chave: </i>cadeira de rodas, qualidade de vida, funcionalidade, autonomia </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>&nbsp;</b></font></p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Idade   funcional, parâmetros antropométricos, nível de atividade física e pressão arterial de idosas com diferentes faixas etárias</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">EA Silva<sup>1</sup>, ML Mazini Filho<sup>2</sup>, DF Borges<sup>1</sup>, SP Costa<sup>2</sup>, GRO Venturini<sup>3</sup>, EHM Dantas<sup>4</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">1. Centro Universitário de Volta Redonda, UNIFOA,   Rio de Janeiro, Brasil; 2. Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, Vila   Real, Portugal; 3. Universidade Estadual do Rio de Janeiro, UERJ, Rio de   Janeiro, Brasil; 4. Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, UNIRIO, Rio de Janeiro, Brasil, <a href="mailto:esteliodantas@gmail.com">esteliodantas@gmail.com</a> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O processo de   envelhecimento provoca no organismo modificações biológicas, psicológicas e   sociais. Sendo   o envelhecimento um processo progressivo e inevitável caracterizado pela   diminuição das capacidades físicas e funções fisiológicas, o que   consequentemente faz com que os cuidados sejam redobrados com esta população,   uma vez que a saúde cardiovascular, fatores hemodinâmicos, metabólicos e os   parâmetros neuromusculares são afetados, trazendo grande dependência para   estes. Foi   nosso objetivo comparar a capacidade funcional, circunferência abdominal e do   quadril, índice massa corporal, nível de atividade física e pressão arterial de   acordo com a idade cronológica de idosas ativas. A amostra   foi composta por 36 idosas divididas em dois grupos, G1 grupo menor de 70 anos   (64,619 ± 2,854) e G2 grupo maior que 70 anos (74,904 ± 3,207). Os dados foram   analisados utilizando o software (SISVAR 5.3). Foram analisados os testes de   capacidade funciona, circunferência do quadril e cintura, pressão arterial   sistólica e diastólica e nível de atividade física diária (IPAQ). Foi encontrada   diferença significativa na capacidade funcional dos idosos do G1 em comparação   com o G2 em todos os testes analisados. Não houve diferença significativa nos   perímetros do quadril e cintura comparados os grupos. Também não foi encontrada   diferenças nas pressões arterial sistólica e diastólica. Também não houve   diferenças significativas entre os grupos com relação a quantidade de atividade   física diária.   Conclusões: Sendo assim conclui-se que os idosos com a   idade superior a 70 anos possuem menor autonomia funcional, contudo, não foi observado diferenças nas outras variáveis analisadas.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><i>Palavras-chave: </i>pessoal, idosos, esforço físico</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Pereceção da imagem corporal em adolescentes do ensino médio</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">FN Uchôa<sup>1</sup>, RP Lustosa<sup>2</sup>, MT Rocha<sup>1</sup>, TM Daniele<sup>3</sup>, N Alves<sup>4</sup>, AC Aranha<sup>1</sup></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">1. Universidade Trás dos Montes e Alto Douro, Vila   Real, Portugal; <a href="mailto:nataniel4@hotmail.com">nataniel4@hotmail.com</a>; 2. Centro   Universitário Estácio do Ceará, Brasil; 3. Universidade Federal do Ceará, UFC,   Fortaleza, Brasil; 4. CIMA   Research Group,   Faculty of Dentistry, La Frontera University, Chile</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A adolescência é   uma fase de profundas transformações fisiológicas e psicológicas que são   observadas distorções e insatisfações quanto a Imagem Corporal (IC), sendo um   processo complexo que necessita melhores elucidações. O objetivo deste estudo foi   comparar as variáveis e relacioná-las à IC entre alunos da rede pública e   particular na cidade de Fortaleza – CE, Brasil. Foram avaliados 450 estudantes da rede pública e   particular de ensino, com idade entre 14 e 16 anos. Os protocolos utilizados   foram o Questionário de Satisfação Corporal (BSQ), as Escalas de Silhuetas   Brasileiras em Adolescentes, desenvolvidas por Kakeshita e, o Questionário de   Atitudes Socioculturais em Relação à Aparência (SATAQ-3). O trabalho foi   aprovado no Comitê de Ética em Pesquisa em Seres Humanos, tendo obtido parecer favorável   sob o nº1.351.573. Após análise do SATAQ-3 entre os escolares da rede pública e   particular, constatou-se que os média demostrou influência nos índices do   SATAQ-3 nos alunos da rede privada (p=0,04). Na avaliação da autoimagem (BSQ),   constatou-se que os alunos da rede pública demostraram maior preocupação com a   imagem corporal (p=0,000). Na comparação entre o sexo dos alunos da rede   pública, observou-se que as meninas tem maior preocupação com sua imagem   corporal (p=0,000). Analisando o Kakeshita dos alunos da rede privada,   observa-se que os meninos demostraram superioridade no estado de magreza, porém   as meninas julgam-se estar no perfil normal, mostrando supremacia nesta descrição.   Foi constatada a presença de distorções na IC nos escolares e alterações   significativas nos alunos da rede pública e particular, assim, como nas   alterações por sexo, em que as meninas da rede pública apresentaram uma maior insatisfação da IC.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><i>Palavras-chave: </i>imagem corporal, escolares, adolescentes</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>&nbsp;</b></font></p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>A   importância dos recursos mecanoterapêuticos na recuperação de pacientes   acometidos por acidente vascular encefálico atendidos na unidade de ensino assistência de fisioterapia e terapia ocupacional</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">DD Henriques<sup>1</sup>, ELS Sousa<sup>1</sup>, TA Silva<sup>1</sup>, VSC Gaia<sup>1</sup>, CAS Santos<sup>2</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">1. Universidade do Estado do Pará, UEPA, Belém do Pará, Brasil; <a href="mailto:cesylamazon@gmail.com">cesylamazon@gmail.com</a> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O   acidente vascular encefálico representa uma das principais causas de morte do   mundo. Caracteriza-se pela interrupção do fluxo sanguíneo em uma área do   encéfalo devido à obstrução de uma artéria (AVE isquêmico) ou pela rutura de   uma artéria (AVE hemorrágico), causando destruição celular e morte do tecido   cerebral, o que leva a um comprometimento das funções controladas pela área   atingida. Acomete principalmente pessoas com idade acima de 55 anos,   com envelhecimento o corpo passa inevitavelmente por alterações fisiológicas. Pretendemos   analisar os benefícios ocasionados pela   mecanoterapia na recuperação da capacidade funcional de pacientes pós-AVE e sua   contribuição na reeducação da marcha, equilíbrio estático e dinâmico e proprioceção   em pacientes hemiplégicos. Foi elaborado um questionário com 10 perguntas a   respeito da utilização dos aparelhos de mecanoterapia, a importância da   fisioterapia, dificuldades e facilidades de cada aparelho e melhoras   apresentadas. Foram entrevistados 10 sujeitos (7 homens e 3 mulheres) que   tiveram AVE e realizavam regularmente fisioterapia no ambulatório geral de   neurologia adulto da Unidade de Ensino e Assistência em Fisioterapia e Terapia   Ocupacional. As informações coletadas foram analisadas pela técnica de Bardin   (1977), o qual se trata de uma análise qualitativa dos dados. Foi unânime entre   os participantes o quanto a fisioterapia é importante para sua recuperação   funcional. Todos utilizaram os recursos mecanoterapêuticos presentes no setor   em diferentes estágios de tratamento, sendo que a maioria alegou realizar com   facilidade e conforto a bicicleta ergométrica e outros de maior dificuldade   como as barras paralelas. Devido ao tratamento com mecanoterapia os pacientes   relataram estar evoluindo na sua locomoção e estavam mais seguros para realizar   atividades de vida diária. Comprovou-se que a aplicação dos recursos   mecanoterapêuticos empregados na reabilitação de pessoas pós-AVE, ajuda o   paciente na retomada de atividades da vida diária e na melhora da qualidade de vida.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><i>Palavras-chave: </i>mecanoterapia, AVE, reabilitação</font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="3" face="Verdana"><b>Influência   do número de sessões semanais dos exercícios resistidos sobre a saúde geral em usuários de um programa de bem estar corporativo</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">R Serra<sup>1,2</sup>,F Saavedra<sup>2</sup>,MR Dias<sup>2,3</sup>,B Jotta1,JS Novaes<sup>1</sup>,R Simão<sup>1</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">1. Universidade Federal do Rio de Janeiro,   UFRJ, Brasil; <a href="mailto:rhodesserra@gmail.com">rhodesserra@gmail.com</a>; 2. Universidade   Trás-Os-Montes e Alto Douro, Vila Real, Portugal; 3. Faculdade Metodista Granbery, Juiz de Fora, Minas Gerais, Brasil </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Os exercícios   resistidos (ER) têm sido indicados para melhoria da condição física e saúde. Entretanto,   pouco se sabe a respeito da influência do número de sessões semanais em relação   à praticantes de ER em centros de bem estar corporativo, desenvolvidos   para promoção da saúde dos trabalhadores. O objetivo deste estudo foi averiguar   a influência do número de sessões semanais dos ER na composição corporal   (percentual de gordura, massa magra e perímetro abdominal), na força, flexibilidade   e saúde psicológica de adultos jovens participantes de programas de bem-estar   coorporativo. Sessenta   e sete   sujeitos (39 homens e 28 mulheres) com idades entre 30 e 45 anos, foram   distribuídos em três grupos, de acordo com a frequência semanal de treinamento   (2, 3 e 4 x p/semana) e submetidos à mesma metodologia de treinamento de ER,   com duração de 12 semanas. Foram realizados testes de 10RM para os   exercícios de supino, <i>leg press</i> e puxada pela frente, avaliação da   composição corporal e aplicação do Questionário de Saúde Geral (QSG 12) no   início e após três meses de treinamento. Todos os grupos apresentaram aumentos nas   cargas de 10RM para todos os exercícios após três meses de treinamento   (p&lt;0,05). A flexibilidade revelou um aumento significativo pré e   pós-treinamento em todos os grupos (p&lt;0,05). No QSG 12, foram observadas   diferenças significativas (p&lt;0,05) entre os momentos pré e pós-intervenção   para todos os grupos. Observou-se uma diferença significativa (p&lt;0,05) no percentual   de gordura pré e pós-intervenção somente no grupo que treinou 4 vezes por   semana. O ER como componente de um programa de bem-estar corporativo tende a   melhorar força, composição corporal, flexibilidade e estado psicológico de seus   adeptos e o número de sessões semanais de ER, não teve impacto significativo na maioria das variáveis investigadas.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><i>Palavras-chave: </i>exercícios   resistidos, programa corporativo, bem-estar</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Exercício físico baseado no método pilates no tratamento da fibromialgia</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">TC Delfino<sup>1</sup>, VM   Reis<sup>1,2</sup>, R Mendes<sup>3</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">1. Universidade de Trás-os-Montes e Alto   Douro, Vila Real, Portugal; 2. Centro de Investigação em Desporto, Saúde e   Desenvolvimento Humano, CIDESD, Vila Real, Portugal; 3. Unidade de Saúde Pública do ACES Douro I - Marão e Douro Norte, Portugal, <a href="mailto:romeuduartemendes@gmail.com">romeuduartemendes@gmail.com</a></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A fibromialgia é   uma patologia reumática caracterizada por dor musculo-esquelética crónica   generalizada e por um aumento da   sensibilidade a uma variedade de estímulos que podem causar dor e desconforto.   Nos últimos anos, os exercícios baseados no método Pilates têm sido amplamente   utilizados em protocolos de reabilitação física e programas de fitness. Este   trabalho teve por objetivo analisar a literatura sobre os efeitos dos   protocolos de exercício físico baseado no método pilates no tratamento da   fibromialgia. Foi realizada uma revisão sistemática da literatura (em Novembro   de 2015),   com pesquisa nas bases de dados Pubmed, Web of Science, Scopus, PEDro, Cochrane   Library, SciELO, SPORTDiscus e CINAHL, por publicações com os termos “Fibromialgia” e   “Pilates” (Fibromyalgia AND Pilates), no título. No total das bases de dados foram   encontradas 21 referências (Pubmed [1], Web of Science [2], Scopus [5] PEDro   [1], Cochrane Library [4], SciELO [0], SPORTDiscus [2] e CINAHL   [6]) a   oito publicações diferentes (inglês [6] e turco [2]). Uma   publicação é um artigo de opinião, uma publicação é um estudo não controlado,   quatro publicações são estudos randomizados controlados/comparativos (embora   duas destas publicações sejam referentes a diferentes resultados do mesmo   estudo), e duas publicações   são revisões/comentários a um dos estudos randomizados já referidos. Os   resultados dos estudos evidenciaram melhorias significativas na dor, sintomas   de depressão, ansiedade, fadiga e qualidade de vida relacionada com a saúde,   após um protocolo de exercícios do método Pilates. São escassos os   estudos experimentais publicados sobre os efeitos do método Pilates no   tratamento da fibromialgia. As publicações encontradas sugerem que o pilates é   um método seguro e efetivo no controlo sintomático desta patologia. No entanto   são necessárias mais investigações com maior número de indivíduos e com protocolos de exercício e períodos de seguimento mais longos.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana"><i>Palavras-chave: </i>fibromialgia, exercício, pilates</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Prontidão para a prática de atividades físicas de universitários</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">J Pires Filho<sup>1,2</sup>, AR Paiva<sup>1</sup>, RC Silva<sup>3</sup>, IP Castro<sup>4</sup>, OR Ribeiro<sup>1</sup>, JM Neto<sup>1</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">1. Escola Superior Madre Celeste, ESMAC, Ananindeua, Pará,   Brasil;   2. Comando da Aeronáutica (ETRB – I COMAR); <a href="mailto:prof.japf@gmail.com">prof.japf@gmail.com</a>; 3. Universidade da   Amazônia, UNAMA, Belém do Pará, Brasil; 4. Universidade Estadual do Pará, UEPA, Brasil</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A prática regular   de atividade física promove inúmeros benefícios e está diretamente relacionada   à qualidade de vida e a prevenção de patologias, porém, muitos dos que buscam a   prática de exercícios não se sujeitam ao processo de avaliação física ou médica.   O questionário PAR-Q pode ser utilizado como auxílio capaz de detetar possíveis   riscos que possam ocorrer durante a execução das atividades. Foi nosso objetivo   investigar o perfil sociodemográfico e o estado de prontidão para a prática de   atividade física regular de discentes de uma faculdade privada. Realizou-se uma   pesquisa descritiva transversal, em uma faculdade privada no município de   Ananindeua-PA, no período de junho a setembro de 2014, aplicando um   questionário para delinear o perfil sociodemográfico e socioeconômico dos   sujeitos, assim como, o de Questionário de Prontidão para Prática de Atividade   Física (PAR-Q) com 122 discentes dos variados cursos da faculdade. Ressalta-se   que todos os integrantes da amostra assinaram o termo de consentimento livre   esclarecido (TCLE). Dos 122 entrevistados, 35,24% (n=43), responderam   positivamente a alguma pergunta do (PAR-Q), dos quais o sexo feminino   apresentou maior prevalência dentre os possíveis inaptos, 72% (n= 31), a se   inserirem em programas de atividade física. Percebeu-se que os possíveis riscos   a saúde se apresentam principalmente nos parâmetros oste-mio-articulares e de   origem metabólica, já os riscos cardiovasculares se apresentaram com maior   prevalência no grupo de sexo feminino. Ressalta-se que 32,78% (n=40) dos   discentes consomem bebida alcoólica, e os que consomem, dores no peito foram as   respostas mais recorrentes no PAR-Q. A anamnese se destacou como padrão mínimo   de avaliação para praticantes de atividade física, esportiva ou recreacional.   Diante dos dados obtidos é importante ressaltar que, embora o questionário   PAR-Q seja simples e eficaz, avaliações médicas e exames laboratoriais mais específicos, não podem ser descartados e sim somados a anamnese. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><i>Palavras-chave: </i>atividade física, anamnese, prevenção</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><i>&nbsp;</i></font></p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Respostas hemodinâmicas de gestantes praticantes de hidroginástica</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">R Rodrigues<sup>1</sup>, R Tarevnic<sup>1</sup>, AC Barreto<sup>1,2</sup>, I Dias<sup>1</sup>, M Reis<sup>1</sup>, JS Novaes<sup>1</sup></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">1. Universidade Federal do Rio de Janeiro,   UFRJ, Brasil; <a href="mailto:renata.rodrigues@ciaathletica.com.br">renata.rodrigues@ciaathletica.com.br</a>; 2. Centro Universitário Celso Lisboa, Brasil</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A hidroginástica é   recomendada pelos obstetras como prática de atividade física segura e adequada   na gestação.   Este trabalho   objetivou Verificar a resposta da frequência cardíaca, pressão arterial, duplo   produto e saturação de oxigênio em gestantes no terceiro trimestre, praticantes   de hidroginástica em uma academia no Rio de Janeiro. Vinte e Três mulheres   gestantes (31,18   ± 3,21 anos, 1,53 ± 0,05 m, 70,33 ± 17,61 kg, 27,87 ± 2,78 kg<sup>-1</sup>/ m<sup>2</sup>).   As voluntárias foram submetidas a uma sessão de hidroginástica de 45 minutos e   foram aferidas as respostas da FC, PA, DP e SPO<sub>2</sub>. Os resultados   mostraram que os valores médios das variáveis PAS (117,04±10,52 mmHg), PAD   (111,39±14,20 mmHg) e DP (10400,00±1278,82 mmHg x bpm) antes da sessão de   Hidroginástica foram significativamente diferentes (p=0,01, &lt;0,05) quando   comparado a resposta dos valores após a sessão PAS (73,08±8,37 mmHg), PAD   (63,08±18,37 mmHg) e DP (9192,00±1327,78 mmHg x bpm). A FC antes (90,26±10,28   bpm) não mostrou diferença estatística quando comparada aos dados após o treino   (88,17±8,69 bpm) assim como SPO2 (97,52±1,12 e 97,26±4,08). A sessão de hidroginástica induziu uma redução significativa da PA e DP.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><i>Palavras-chave: </i>gestante, hidroginástica e variáveis hemodinâmicas</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>O   efeito da ordem dos exercícios no treino concorrente sobre os indicadores da sindrome metabólica em mulheres sedentárias</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">SP Costa<sup>1</sup>, R Teixeira<sup>1</sup>, ML Mazini Filho<sup>1</sup>, JM Vilaça Alves<sup>1,2</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">1. Universidade   de Trás-os-Montes e Alto Douro, Vila Real, Portugal; 2. Centro de Investigação em Desporto, Saúde e Desenvolvimento Humano, CIDESD, Vila Real, Portugal; <a href="mailto:sauloedif@gmail.com">sauloedif@gmail.com</a></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O Treino   Concorrente (TC) mostra-se um exercício físico para prevenção/tratamento de   fatores associados à síndrome metabólica (SM). Contudo, não é claro se, a ordem   de conjugação do exercício predominantemente aeróbio (EPA) em relação aos   exercícios de Treino de Força (ETF) os pode afetar. O objetivo deste trabalho   foi observar   a ordem de conjugação do EPA em relação aos ETF no TC influencia os indicadores   da SM de mulheres sedentárias. Setenta e sete mulheres, idade de 51,23±5,67 anos, 65,34±7,89   kg e 161 ± 4,53cm, dividas em 4 grupos: G1 (EPA contínuo antes ETF), G2 (EPA entre   ETF), G3 (ETA após ETF), e GC (grupo de controle), submetidas por 12 semanas ao   mesmo protocolo de TC, a exceção do GC. Os ETF foram realizados com uma carga   de 70% 1RM, 3 séries de 10 repetições, intervalos de 60 segundos, e foram eles:   supino reto (SR), Avanço com halteres (AH), Puxada Média (PM), e Agachamento Halteres.   O EPA utilizou-se numa bicicleta ergométrica com intensidade de 60-70% da   frequência cardíaca de reserva, durante 30 minutos. Realizou-se exames   laboratoriais (HDL, triglicerídeos (TRI), glicemia em jejum (GJ), circunferência   da cintura (CC) e aferição de pressão arterial (PA), momentos 0 e 12 semanas.   Utilizou-se o teste de kolmogorov-smirnov, os testes de <i>Levene </i>e <i>Mauchly</i>,   e também utilizada uma Anova para medidas repetidas com o modelo (4 grupos X 2   momentos). O nível de significância foi p&lt;0,05. Observou-se   diferenças significativas entre momentos nas variáveis GJ, CC e PA, somente nos   grupos experimentais. Intergrupos não houve diferenças significativas entre os   grupos experimentais. Os grupos experimentais obtiveram valores   significativamente diferentes em relação ao GC nas variáveis GJ, CC e PA. A   ordem de conjugação do EPA em relação aos ETF no TC parece não influenciar os   fatores de SM analisados. O TC parece ser eficaz no controle dos fatores de SM nas mulheres sedentárias.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><i>Palavras-chave: </i>síndrome metabólica, treinamento concorrente, exercício físico</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>&nbsp;</b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="3" face="Verdana"><b>Associação   entre a aptidão física e técnica de uma sub-unidade operacional de polícias de elite</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">S Morgado<sup>1,2,3,4,5</sup>, F Belchior<sup>1</sup>, A Neves<sup>1</sup>, L Massuça<sup>1,3,4</sup> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">1. Instituto Superior de Ciências   Policiais e Segurança Interna, Portugal; <a href="mailto:smmorgado@psp.pt">smmorgado@psp.pt</a>; 2. Escola   Superior de Desporto de Rio Maior, ESDRM, Instituto Politécnico de Santarém,   Portugal; 3. Faculdade de Educação Física e Desporto, Universidade Lusófona,   Portugal; 4. Centro de Investigação do ISCPSI – ICPOL, Portugal; 5. Centro de Investigação em Qualidade de Vida, CIEQV</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Associado ao   conceito de aptidão ocupacional tem sido propostas provas de aptidão técnica   (PAT) para profissionais de equipas táticas. Estas provas (PAT) compreendem um   conjunto de tarefas e exercícios que simulam cenários operacionais, reconhecido   um como um instrumento válido para monitorizar a ApF dos elementos policiais. O   objetivo do presente estudo foi estudar a associação entre a aptidão física   (ApF) e o desempenho na prova de aptidão técnica (PAT). Foram considerados neste   estudo os resultados do desempenho dos operacionais da SO/CI em quatro provas   de avaliação da ApF (i.e.: elevações na barra, extensões de braços no solo,   flexão do tronco à frente, e teste Cooper) e uma PAT, realizadas desde 2010 a   2014 (n = 1747 observações). Os dados foram facultados pelo Subgrupo   Operacional Técnico de Formação do Corpo de Intervenção (SO/CI), e as observações   foram distribuídas por cinco classe de idade dos avaliados (i.e.: 25-29 anos,   30-34 anos, 35-39 anos, 40-44 anos, 45-49 anos). Observou-se que, para todas as   classes de idade, a capacidade aeróbia apresenta uma associação negativa e   significativa com o tempo despendido na realização da PAT. Apesar de existirem   várias associações significativas entre os diversos testes de ApF e o tempo de   conclusão da PAT, denotou-se uma clara dominância da associação da capacidade   aeróbia com o desempenho na PAT. Assim, parece ser pertinente enfatizar o   treino das capacidades físicas avaliadas, em particular da capacidade aeróbia,   contribuindo assim para a otimização do desempenho operacional dos polícias desta SO.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><i>Palavras-chave: </i>aptidão técnica, endurance, força, polícia, resistência</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Perceção de qualidade de vida em idosos após treinamento aeróbico</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">E Farias<sup>1</sup>, CFernanda<sup>1</sup>, R Barros<sup>1</sup> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">1. Universidade Estácio de Sá, Rio de janeiro, Brasil; <a href="mailto:edvaldo.farias@gmail.com">edvaldo.farias@gmail.com</a></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O envelhecimento   humano causa grande impacto social que, para ser minimizado, demanda   engajamento de diferentes áreas de conhecimento em saúde. Tendo em vista sua   taxa de crescimento, sobretudo nos países em desenvolvimento, com a adoção de   um estilo de vida ativo a ciência tem demonstrado que é possível envelhecer com   mais saúde. A qualidade de vida de idosos é tema recorrente e cada vez mais   este segmento social demonstra interesse por uma vida mais saudável, e sendo   assim há uma demanda crescente por programas específicos relacionados à prática   de exercícios físicos por esta população para a promoção da saúde e bem-estar. O   objetivo deste trabalho foi mensurar os efeitos na perceção de qualidade de   vida e bem-estar de idosas submetidas a um programa de treinamento aeróbico   específico em academias de ginástica. A pesquisa foi do tipo semi-experimental,   quali-quantitativa, e foi realizada em 1 academia no RJ com 30 idosas   submetidas a um programa de exercícios aeróbicos com intensidade moderada,   durante 8 semanas consecutivas, com frequência de 3 vezes/semana utilizando   caminhada em esteiras e bicicletas ergométricas. A perceção de intensidade dos   treinos foi monitorada com Escala de Borg. A perceção da qualidade de vida foi   mensurada com aplicações do protocolo SF-36 no primeiro e último dia. Foram   observadas variações positivas entre as 2 medições, nos 8 domínios abrangidos pelo   instrumento, que apresentaram as seguintes médias: capacidade funcional=1,9%,   limitações físicas=25%, saúde mental=4,5%, aspetos emocionais=22,6%, aspetos   sociais=16,9%, dor=16,3%, vitalidade=14,1%, estado geral de saúde=6,6%. Os   programas aeróbicos de exercícios físicos podem contribuir positivamente, para   um envelhecimento saudável, com autonomia, maior perspetiva de longevidade e   melhor perceção da qualidade da própria vida e, pelo baixo custo de realização   em espaços públicos, desde que sob orientação profissional, podem aumentar a   adesão da população idosa a um estilo de vida ativo sem onerar seus orçamentos pessoais.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana"><i>Palavras-chave: </i>idoso, qualidade de vida, saúde, educação física e treinamento</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>&nbsp;</b></font></p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Principal   público acometido por distorções de imagem corporal e sobrepeso: uma revisão sistemática</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">FN Uchôa<sup>1</sup>, RP Lustosa<sup>2</sup>, MT Rocha<sup>1</sup>, TM Daniele<sup>3</sup>, N Alves<sup>4</sup>, AC Aranha<sup>1</sup>.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">1. Universidade Trás dos Montes e Alto Douro, Vila   Real, Portugal; <a href="mailto:nataniel4@hotmail.com">nataniel4@hotmail.com</a>; 2. Centro   Universitário Estácio do Ceará; 3. Universidade Federal do Ceará; 4. CIMA   Research Group,   Faculty of Dentistry, La Frontera University, Chile</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A imagem corporal   (IC) é um processo multifatorial que engloba sentimentos, pensamentos,   comportamentos e crenças acerca do próprio corpo. A insatisfação com a IC pode   ser definida como um de seus componentes e relaciona-se ao descrédito com o   peso e a aparência física. O objetivo da revisão foi analisar o principal   público acometido por distorções da IC e sua relação com o sobrepeso. A   pesquisa realizada caracterizou-se como uma revisão de literatura. A busca dos   artigos ocorreu nos meses de setembro a novembro de 2015, nas bases de dados   eletrônicas Scielo, Medline, Pubmed, Scopus e Lilacs. Os descritores utilizados   foram IC, distúrbios da IC, insatisfação com a IC, preocupação com a IC,   combinados entre si e seus respetivos correspondentes em inglês. Após a   realização da busca nas bases de dados, os abstracts foram lidos para   selecionar os artigos que contemplassem os critérios de inclusão: que   abordassem estudos coerentes em relação ao tema e resultados significativos.   Foram encontrados 20 artigos utilizando os descritores citados acima, 9 foram   excluídos, pois utilizavam apenas um sexo na pesquisa, restando 11 artigos para   compor a amostra final. Dos 11 estudos selecionados, 6 concluíram que ambos os   sexos tem alta prevalência de insatisfação corporal e com o peso, o restante   afirma que as meninas obtiveram predomínio na insatisfação corporal. Notou-se   que há insatisfação corporal e relação com o peso em ambos os sexos. Porém, a   insatisfação corporal mostra-se diferente nos sexos. Meninas insatisfeitas com   o peso desejam estar mais magras, enquanto os meninos almejam elevar seu peso   corporal. Nas meninas a autoestima também está atrelada aos fatores citados acima.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><i>Palavras-chave: </i>imagem corporal, insatisfação corporal, distúrbios da imagem corporal</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Ocupação e saúde: um estudo de caso com paciente pós AVC</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">J Pires Filho<sup>1,2</sup>, JE Paiva<sup>3</sup>, EF Batista<sup>4</sup></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">1. Escola Superior Madre Celeste, ESMAC, Ananindeua, Pará,   Brasil;   2. Comando da Aeronáutica (ETRB – I COMAR); <a href="mailto:prof.japf@gmail.com">prof.japf@gmail.com</a>; 3. Universidade da   Amazônia, UNAMA, Belém do Pará, Brasil; 4. Universidade Estadual do Pará, UEPA, Brasil</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A saúde pode ser   afetada pela incapacidade de executar atividades, sejam elas barreiras   ambientais, psicológicas, sociais ou motoras, como as estruturas e funções do   corpo. O Acidente Vascular Cerebral (AVC) é um dos maiores causadores de   incapacidades adquiridas, ao se tratar de um défice neurológico, à medida que   gera comprometimento dos movimentos corporais, das atividades sensoriais, da   cognição, da linguagem e da perceção visual. O nosso objetivo foi analisar a relação   entre saúde e ocupação em um caso de AVC através de intervenções focadas nas   demandas do cotidiano. Tratou-se de um   relato de experiência desenvolvido em um projeto de extensão “Projeto LAR”, na   Universidade da Amazônia (UNAMA). Durante as intervenções, inicialmente,   utilizaram-se métodos auxiliares através de exercícios ativo assistido para   MMSS e MMII e métodos habilitadores, ambos realizados com atividades voltadas   para o cotidiano. Na próxima etapa do tratamento os atendimentos estiveram   voltados para a integração à comunidade, sendo estas intervenções realizadas na   rua, no ônibus e nos ambientes de circulação externa o qual o projeto é   desenvolvido. Identificou-se que as queixas elencadas foram: vestir-se   adequadamente (roupas de MMII), uso do transporte coletivo, alimentação   (carregar o copo), retorno ao trabalho, andar de bicicleta. As mensurações de   desempenho e satisfação, utilizando a Medida Canadense de Desempenho   Ocupacional (COPM), coletadas durante a avaliação apontaram as seguintes   médias: desempenho 1 = 4,6, satisfação 1 = 2,8. Após a intervenção, houve   aumento respetivo: desempenho 2 = 6,8, satisfação 2 = 6,6. Ao realizar a   comparação dos escores entre avaliação e reavaliação obteve-se mudança de   desempenho= 2,2 e de satisfação= 3,8. O que indica uma melhora na perceção do   usuário sobre sua condição frente as sequelas deixadas pelo AVC. Concluiu-se   que a ocupação é um fator determinante à saúde, tendo como parâmetro os ganhos observados. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><i>Palavras- chave: </i>saúde, ocupação, incapacidade</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>&nbsp;</b></font></p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Variabilidade da frequência cardíaca na hidroginástica de gestantes</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">R Tarevnic<sup>1</sup>, R Rodrigues<sup>1</sup>, AC Barreto<sup>1,2</sup>, I Dias<sup>1</sup>, M Reis<sup>1</sup>, JS Novaes<sup>1</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">1. Universidade Federal do Rio de Janeiro,   UFRJ, Brasil; <a href="mailto:gestanteehidroginástica@gmail.com">gestanteehidroginástica@gmail.com</a>; 2. Centro Universitário Celso Lisboa, Brasil</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A atividade física   durante a gestação é uma prática segura e agradável. A variabilidade da frequência   cardíaca (VFC) no terceiro trimestre gestacional pode diminuir com a prática da   hidroginástica, aumentando a atividade vagal e evitando possíveis   intercorrências gestacionais como a pré eclampsia. O objetivo do presente   trabalho foi verificar a VFC em gestantes praticantes de hidroginástica após   uma sessão de treino. Dezasseis mulheres gestantes (31,18 ± 3,21 anos,   1,53 ± 0,05 m, 70,33 ± 17,61 kg, 27,87 ± 2,78 m<sup>2</sup> kg<sup>-1</sup>).   As voluntárias foram submetidas à intervenção de hidroginástica e aferida a   VFC, antes e até 15 minutos após intervenção. A VFC foi analisada no domínio da   frequência (LF, HF, HF/LF). O tratamento estatístico incluiu a análise   descritiva dos dados e análise inferencial através do teste <i>t </i>de   Student pareado para comparação das respostas da VFC antes e após a sessão de   treino. O nível de significância do estudo foi de p&lt;0,05. Os resultados   mostraram que os valores médios de LF (0,08± 0,03 Hz) no momento antes da   sessão de treino foram significativamente menores (p=0,02) quando comparado à   resposta após (0,05±0,02 Hz) na modulação simpática. Por outro lado,   observou-se um aumento significativo (p=0,04) da modulação vagal HF antes   (0,17±0,02 Hz) da sessão de treino quando comparado ao momento após (0,18±0,04   Hz). E a razão HF/LF não apresentou diferença significativa no momento antes   (4,06±3,17) e após a sessão de treino (3,50±2,75). Os resultados sugerem que   uma sessão de hidroginástica tem efeito significativo na VFC traduzida pelo aumento da modulação vagal e diminuição da modulação simpática.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><i>Palavras-chave: </i>gestante, exercício aquático e variabilidade da frequência cardíaca</font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="3" face="Verdana"><b>Efeitos   de uma programa de ginástica para todos na qualidade de vida de crianças que passaram por abuso sexual e/ou negligência familiar</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">MT Rocha<sup>1</sup>, FN Uchoa<sup>1</sup>, TS Felix<sup>2</sup>, TM Daniele<sup>2</sup>, AC Aranha<sup>1</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">1. Universidade de   Trás-os-Montes e Alto Douro, Vila Real, Portugal; <a href="mailto:tatiana_rl@yahoo.com.br">tatiana_rl@yahoo.com.br</a>; 2. Universidade Federal do Ceará, UFC, Fortaleza, Brasil</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A criança que   passou por situações de maus-tratos necessita de uma ambiente estruturado na   diversificação de atividades e no apoio adicional, seja ela educacional ou terapêutico,   para que ela possam enfrentar as dificuldades e reduzir a chance de levar sequelas   incapacitantes para a vida adulta. O presente estudo teve por   objetivo avaliar   as modificações que um programa de Ginástica   Para Todos (GPT) pode gerar na Qualidade de Vida de   crianças que   passaram por abuso e/ou violência sexual.  Caracteriza-se   como pesquisa qualitativa e quantitativa, com caráter exploratório e   longitudinal. Foram avaliadas 22 meninas de 7 a 12 anos. O instrumento   de avaliação foi a “Escala   de Avaliação de Qualidade de Vida - AUQEI, que foi aplicado   num desenho de pré e pós teste intermediados pelo programa de 8 semanas em GPT.   Pesquisa aprovada pelo Comitê de Ética em Pesquisa com parecer nº   1.207.163. O tempo de 8 semanas de aula mostrou-se   significativo tanto na comparação Grupo Controle (GC)   e Grupo Experimental (GE), quanto na comparação pré e pós testes do GE,   destacando-se nas variáveis do AUQEI a comparação entre grupos as   dimensões lazer (p=0,02) e autonomia (p=&lt;.001), e na relação pré e pós teste   do GE as dimensões escola (p=0,002), família e si mesmo (p=0,001). A qualidade e a   diversidade das experiências motoras proporcionadas pela GPT para a criança   mostraram ser determinantes no desenvolvimento da perceção positiva de si e do   mundo que a cerca, gerando melhoria nos índices de QV na comparação GC e GE, e na comparação pré e pós testes do GE.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><i>Palavras-chave: </i>qualidade de vida, ginástica para todos, abuso sexual, e negligência familiar</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>&nbsp;</b></font></p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Força e massa muscular em indivíduos com diabetes tipo 2: estudo correlacional</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">JP Almeida<sup>1</sup>, A Almeida<sup>1,2</sup>, J Alves<sup>1</sup>, N Sousa<sup>1,2</sup>, F Saavedra<sup>1,2</sup>, R Mendes<sup>1,2,3</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">1. Universidade de Trás-os-Montes e Alto   Douro, Vila Real, Portugal; 2. Centro de Investigação em Desporto, Saúde e   Desenvolvimento Humano, CIDESD, Vila Real, Portugal; 3. Unidade de Saúde Pública do ACES Douro I - Marão e Douro Norte, Portugal; <a href="mailto:romeuduartemendes@gmail.com">romeuduartemendes@gmail.com</a></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A diabetes está   associada à sarcopenia com consequentes perdas de força muscular. Este trabalho   teve por objetivo analisar a relação entre a performance de   dois testes de força muscular e a massa muscular em indivíduos com diabetes   tipo 2. Participaram neste estudo transversal correlacional 93   indivíduos com diabetes tipo 2 (47 homens e 46 mulheres, 66.26 ± 6.32 anos de   idade) candidatos ao programa Diabetes em Movimento<sup>® </sup>em Vila Real   (Portugal). A massa muscular (total [MMTT], tronco [MMT], membros   superiores [MMSD e MMSE] e membros inferiores [MMID e MMIE]), foi predita   através de bioimpedância (Tanita BC-418 MA). A força dos membros superiores foi   determinada pela performance no Seated Medicine Ball Throw Test (SMBT) e a dos   membros inferiores através da performance no 30-Seconds Chair Stand Test   (30-SCS). Foram utilizados coeficientes de correlação de Pearson para analisar   a relação entre as variáveis. Após a análise das variáveis em estudo (SMBT   207.45 ± 73.04 cm, 30-SCS 12.71 ± 3.35 s, 45.74 ± 9.08 kg MMTT, 24.42 ± 4.46 kg   MMT, 2.45 ± 0.55 kg MMSD, 2.32 ± 0.53 kg MMSE, 8.33 ± 2.01 kg MMID, 8.22 ± 1.99   kg MMIE) foram observadas as seguintes correlações: SMBT e MMTT (r = 0.767, p   &lt; 0.001), SMBT e MMT (r = 0.771, p &lt; 0.001), SMBT e MMSD (r = 0.751, p   &lt; 0.001), SMBT e MMSE (r = 0.703, p &lt; 0.001), SMBT e MMID (r = 0.679, p   &lt; 0.001), SMBT e MMIE (r = 0.697, p &lt; 0.001), 30-SCS e MMTT (r = 0.102, p   = 0.332), 30-SCS e MMT (r = 0.082, p = 0.436), 30-SCS e MMSD (r = 0.129, p =   0.221), 30-SCS e MMSE (r = 0.105, p = 0.320), 30-SCS e MMID (r = 0.107, p =   0.312), 30-SCS e MMIE (r = 0.111, p = 0.291). Apenas o SMBTT se relacionou de   forma moderada a forte com todas as variáveis da massa muscular, indicando ser um teste de terreno com utilidade para avaliar a sarcopenia nesta população.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana"><i>Palavras-chave: </i>força muscular, massa muscular, diabetes tipo 2</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Qualidade de vida e interesse por exercícios de idosos deficientes</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">E Farias<sup>1</sup>, FM Soares<sup>1</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">1. Universidade Estácio de Sá, Rio de janeiro, Brasil; <a href="mailto:edvaldo.farias@gmail.com">edvaldo.farias@gmail.com</a></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A   sociedade contemporânea assiste ao crescimento quantitativo de pessoas idosas e   com algum tipo de deficiência e a presença dessas características   impacta&nbsp;negativamente na funcionalidade, expectativa e qualidade da vida   delas. A adoção de hábitos saudáveis e a prática orientada de exercícios   físicos têm-se mostrado relevantes para aquisição dessas características, ainda   que a maioria das ações em Educação Física não seja direcionada a este público.   O objetivo do presente estudo foi mensurar a perceção de qualidade de vida de   idosos com mobilidade reduzida na zona sul do Rio de Janeiro e seu respetivo   interesse pela prática orientada de exercícios físicos. A pesquisa foi de   campo, do tipo quali-quantitativa, e foi realizada com 40 idosos acima de 65   anos nos bairros de Ipanema e Copacabana no RJ com aplicação do WHOQOL <i>brief</i> associado a um roteiro de entrevistas contendo 4 perguntas ligadas a   disponibilidade e interesse pela prática orientada de exercícios. Os escores   percentuais obtidos nos diferentes domínios foram: RELAÇÕES SOCIAIS = 58,8%,   FÍSICO = 43,6%, PSICOLÓGICO = 58,8%, AMBIENTE = 74,6% e a perceção geral da   qualidade de vida obteve escore = 56,6%. Quanto ao interesse e disponibilidade   pela prática orientada de exercícios 82,5% declararam interesse positivo e   disponibilidade imediata para iniciar um programa específico e orientado.   Quanto a disponibilidade semanal, 50% reportaram 1-2 vezes, 45% de 2-5 vezes e   5% acima de 5 vezes/semana. Ficou evidente a perceção da qualidade de   vida como sendo frágil e com perdas qualitativas crescentes. Ao mesmo tempo   houve singular interesse pela prática de exercícios orientados como forma de   melhorar esta condição, demonstrando inclusive conhecimentos sobre os   benefícios possíveis a partir dessa prática. Ficou evidente ainda uma lacuna   quanto as ofertas desses serviços para este segmento, deixando claro um hiato   mercadológico em relação à prática orientada de atividades físicas por estas pessoas.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><i>Palavras-chave: </i>funcionalidade, envelhecimento, exercício, educação física, treinamento físico</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>&nbsp;</b></font></p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Índices   antropométricos preditores de saúde em estudantes do ensino médio público e particular</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">FN Uchôa<sup>1</sup>, MT Rocha<sup>1</sup>, JC Andrade<sup>2</sup>, TM Daniele<sup>3</sup>, RP Lustosa<sup>2</sup>, AC Aranha<sup>1</sup>.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">1. Universidade Trás dos Montes e Alto Douro, Vila   Real, Portugal; <a href="mailto:nataniel4@hotmail.com">nataniel4@hotmail.com</a>; 2. Universidade   Estadual do Ceará, UECE, Brasil; 3. Universidade Federal do Ceará, Brasil; 4. Centro Universitário Estácio do Ceará, Brasil </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A antropometria é definida como a atividade científica   relacionada à observação, quantificação e análise do desenvolvimento somático   humano, subsidiando através das dimensões corporais, parâmetros da   normatividade das práticas de saúde no âmbito clínico ou epidemiológico em   caráter individual ou coletivo objetivando a identificação e consequente   prevenção de fatores de risco patológicos. O objetivo deste estudo foi   comparar índices antropométricos preditores de saúde na rede de ensino público   e particular na cidade de Fortaleza–Ce, Brasil. Foram   avaliados 450 estudantes da rede pública e particular de ensino, com   idade entre 14 e 16 anos. Foram excluídos aqueles que não se voluntariaram e/ou   aqueles que possuíam alguma limitação anatômica. Foi utilizado o Índice de   Massa Corporal (IMC), a Estatura por Idade (EI) e a Circunferência   da Cintura (CC). O referido estudo foi aprovado no Comitê de Ética em Pesquisa em   Seres Humanos, tendo obtido parecer favorável sob o Nº1.351.57. A média da estatura   dos estudantes da escola particular foi maior que os da pública, 163,9 ± 8,1 cm   em contraste com 166,4 cm (± 8,4) (p=0,002). A média do IMC dos estudantes da   escola pública e particular foi de 21,8 ± 4,3 kg/m² e 21,8 ± 5,9 kg/m² nessa   ordem, não relatando diferenças estatisticamente significativas (p=0,96).   Acerca da CC, a média da escola pública e particular foi de 75,5 ± 10,1 cm e   74,1 ± 9,6 cm por essa ordem, não sendo diferentes entre os grupos (p=0,12).   Relacionando à prevalência da prática da EFE, 106 (47%) alunos da rede pública   e 96 (42%) na rede particular de ensino relataram praticar regularmente. Os dados encontrados constatam diferenças   antropométricas nos escolares, alterações comparativas entre os alunos da rede   pública e privada, e, desmotivação do grupo feminino em relação à prática das atividades de Educação Física Escolar. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><i>Palavras-chave: </i>antropometria, escolares, sedentarismo</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Impacto da idade na aptidão física e técnica de polícias de elite</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">L Massuça<sup>1,3,4</sup>, F Belchior<sup>1</sup>, A Neves<sup>1</sup>, S Morgado<sup>1,2,3,4,5</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">1. Instituto Superior de Ciências   Policiais e Segurança Interna, Portugal; <a href="mailto:smmorgado@psp.pt">smmorgado@psp.pt</a>; 2. Escola Superior   de Desporto de Rio Maior, ESDRM, Instituto Politécnico de Santarém, Portugal; 3.   Faculdade de Educação Física e Desporto, Universidade Lusófona, Portugal; 4.   Centro de Investigação do ISCPSI – ICPOL, Portugal; 5. Centro de Investigação em Qualidade de Vida, CIEQV</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A literatura   caracteriza as tarefas policiais mais comuns e destaca que o trabalho de   polícia requer uma aptidão física (ApF) ótima. No entanto, como complemento aos   testes de avaliação da ApF são, em algumas organizações (e.g.: Royal Canadian   Mounted Police), adotadas provas de avaliação técnica que se caracterizam por   uma série de movimentos básicos que podem surgir durante o desempenho da missão   dos polícias. O objetivo do presente trabalho foi estudar o impacto   da idade na ApF e no desempenho na prova de aptidão técnica (PAT). Foram   considerados neste estudo os resultados do desempenho dos operacionais da SO/CI   em quatro provas de avaliação da ApF (i.e.: elevações na barra, extensões de   braços no solo, flexão do tronco à frente, e teste Cooper) e uma PAT,   realizadas desde 2010 a 2014 (n = 1747 observações). Os dados foram facultados   pelo Subgrupo   Operacional Técnico de Formação do Corpo de Intervenção (SO/CI), e as observações   foram distribuídas por cinco classe de idade dos avaliados (i.e.: 25-29 anos,   30-34 anos, 35-39 anos, 40-44 anos, 45-49 anos). Observou-se que com o aumento   das classes de idade, o desempenho nos testes de avaliação da ApF e na PAT   decrescem significativamente. O impacto da idade na ApF e na aptidão técnica   enfatiza a necessidade do treino físico dos operacionais (ao longo da vida profissional), no sentido de atenuar o impacto do aumento da idade.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><i>Palavras-chave: </i>idade, aptidão física, capacidade física, segurança, polícia tática</font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="3" face="Verdana"><b>Análise dos procedimentos metodológicos de aulas de jiu-jitsu</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">JCG Silva<sup>1</sup>, AT Araújo Junior<sup>1</sup>, LS Oliota Ribeiro<sup>1,2,3</sup>, R Poderoso<sup>1</sup>, JO Macêdo<sup>2</sup>, MS Cirilo-Sousa<sup>1,3</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">1. Laboratório de Cineantropometria e   Desempenho Humano, LABOCINE, Universidade Federal da Paraíba, João Pessoa,   Paraíba, Brasil; <a href="mailto:juliociesar10@hotmail.com">juliociesar10@hotmail.com</a>; 2. Laboratório de   Cinesiologia e Biomecânica, LACIB, Faculdades Integradas de Patos, FIP, Patos,   Paraíba, Brasil; 3. Programa Associado de Pós-Graduação em Educação Física, UPE/UFPB, Pernambuco/Paraíba, Brasil</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">As lutas estão   relacionadas à cultura corporal incluídos no âmbito esportivo e   consequentemente da Educação Física. O nosso objetivo foi analisar procedimentos   metodológicos de aulas de Jiu-Jitsu (JJ) em academias da cidade de João Pessoa-   PB. A amostra foi constituída por 14 professores faixas preta de JJ com idade   (31.4 ± 3.5) anos e tempo de ensino de 1.5 ± 0.5 anos. Para mensuração das   variáveis utilizou-se como instrumento uma entrevista estruturada, cujas   perguntas abrangiam os critérios específicos de um treino de JJ, utilizando   como norte as variáveis de volume e intensidade estabelecidas pelo Colégio   Americano de Medicina Esportiva (ACSM): duração e frequência semanal de treino,   controle da intensidade de esforço pela escala de Borg, presença (ou não) de   atividades de aquecimento, fortalecimento muscular e flexibilidade. Para   análise dos dados utilizou-se a estatística descritiva de distribuição de frequências,   média e desvio padrão. As comparações com os valores preconizados pelo ACSM   foram realizadas por meio do teste de Qui-quadrado (&#967;2), com nível de significância p&lt;0,5.   Verificou-se que 78,3% dos professores não possuem formação acadêmica na área   de Educação Física. As aulas de JJ são realizadas entre 90 e 120 minutos em 5   sessões semanais e todos os professores avaliados relataram que em suas aulas   são realizados aquecimentos, (92,1%) dos avaliados realizam 5 dias de   atividades que incluem o treino da flexibilidade e (42,9%) não incluem   atividades para fortalecimento muscular. Concluiu-se que, a intensidade e a   duração, assim como as capacidades estimuladas nas aulas dos professores de JJ   da cidade de João Pessoa são realizados de acordo com os parâmetros da ACSM,   podendo ser classificadas como intensas. Contudo, é imprescindível que os   professores adquiram uma formação acadêmica na área de Educação Física e desta   forma, possam prescrever o treinamento sistematizado utilizando-se dos conhecimentos adquiridos tanto na prática quanto embasados pela ciência.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><i>Palavras-chave: </i>arte marcial, jiu-jitsu, professores</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Nível de desenvolvimento motor em escolares surdos</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">AE Amorim<sup>1</sup>, FN Uchoa<sup>2</sup>, TM Daniele<sup>3</sup>, AB Carneiro<sup>2</sup>, MT Rocha<sup>2</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">1. Faculdade Integrada da Grande Fortaleza,   Brasil; 2. Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, Vila Real, Portugal; <a href="mailto:adrianobc_10@hotmail.com">adrianobc_10@hotmail.com</a>; 3 Universidade Federal do Ceará, UFC, Fortaleza, Brasil</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Vários são os   fatores sociais que desencadeiam a baixa ou até mesmo a inatividade motora nas   crianças. Figura-se entre eles a violência, a falta de espaços públicos   voltados para as práticas corporais e os avanços tecnológicos. Com os alunos   surdos não é diferente, tendo o agravante da dificuldade de comunicação. O objetivo foi analisar   e comparar o nível de desenvolvimento motor de escolares surdos praticantes e   não praticantes de Educação Física escolar. Participaram   do estudo 30 escolares surdos, com idade entre 06 e 14 anos. Divididos em dois   grupos: grupo I formado por 20 alunos surdos praticantes de Educação Física   escolar, sendo 13 do sexo feminino e 07 do sexo masculino, grupo II composto   por 10 alunos surdos não praticantes de Educação Física escolar, sendo 03 do   sexo feminino e 07 do sexo masculino. Para avaliar o nível de   desenvolvimento motor de ambos os grupos foi utilizada a Escala de   Desenvolvimento Motor – (E. D. M) de Rosa Neto. Verificou-se que a idade   cronológica média dos participantes foi de 115,25 meses para o grupo I e 125,7 para o grupo   II. De modo geral, a maioria das áreas motoras analisadas obteve   classificação abaixo do normal. De acordo com os dados coletados, esta pesquisa   indicou que os escolares surdos de ambos os grupos apresentaram deficiências em   todas as áreas da Escala de Desenvolvimento Motor, muito embora o grupo de   praticante de Educação Física escolar se tenha sobressaído em relação ao grupo   de não praticantes. Concluiu-se que tanto os escolares surdos que participam   quanto os que não participam das aulas de Educação Física escolar apresentaram   desempenho motor aquém do esperado. Porém, o grupo que participa das aulas de   Educação Física apresentou resultados satisfatórios em duas áreas motoras,   sendo estas a motricidade global e esquema corporal, demonstrando que as aulas de Educação Física escolar influenciam positivamente no desenvolvimento motor.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana"><i>Palavras-chave: </i>desenvolvimento motor, surdos, educação física escolar</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>&nbsp;</b></font></p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Lutas na Educação Física escolar</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">AM Marques<sup>1</sup>, MS Catharina<sup>1</sup>, W Buziki<sup>1</sup>, A Zaar<sup>2,3</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">1. Instituto de Desenvolvimento   Educacional do Alto Uruguai, Getúlio Vargas, Brasil; <a href="mailto:aline.mk89@gmail.com">aline.mk89@gmail.com</a>; 2. Universidade de Trás-os-Montes   e Alto Douro, Vila Real, Portugal; 3. Instituto de Desenvolvimento Educacional do Alto Uruguai, Getúlio Vargas, Brasil</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O tema “lutas”,   indicado para ser tratado pedagogicamente pela disciplina curricular de   Educação Física na escola, apresenta algumas restrições. Foi nossa intenção verificar   a aceitação dos alunos na Educação Física no Ensino Infantil e Fundamental,   totalizando 252 alunos da rede de Escolas Municipais de Erechim. A pesquisa foi   de natureza descritiva, com dados quantitativos e com recurso exploratório <i>ex     post facto</i>. A aceitação dos alunos das escolas da rede de Ensino Infantil   foi de 95,21% e no Ensino Fundamental de 90,53%. As   lutas corporais foram aceitas pelos alunos da rede Municipal de Erechim, assim, o conteúdo pode ser instituído desde que torne esta vivência salutar.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><i>Palavras-chave: </i>educação física escolar, artes marciais, muay thai</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Adaptações necessárias ao tênis de campo para a prática de cadeirantes</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">E Farias<sup>1</sup>, J Belmar<sup>1</sup></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">1. Universidade Estácio de Sá, Rio de Janeiro, Brasil; <a href="mailto:edvaldo.farias@gmail.com">edvaldo.farias@gmail.com</a>  </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O tênis é um   esporte mundialmente difundido e sua prática pode aprimorar variadas qualidades   físicas além de propiciar desenvolvimento intelectual e social embora, em se   tratando de pessoas com deficiência, sejam reduzidas estas possibilidades   muitas das vezes pela simples falta das adaptações necessárias para que possam   participar efetivamente. Pretendemos investigar adaptações empreendidas por   treinadores de tênis para cadeirantes em relação à infraestrutura, métodos,   recursos, regras e cuidados especiais. A pesquisa é de campo, do tipo   qualiquantitativa, e foi realizada com aplicação de roteiro de entrevistas com   20 (vinte) treinadores em plena atividade, arguindo-os sobre adaptações necessárias   e empreendidas para que cadeirantes pudessem aprender e praticar a modalidade.   Foi realizada nas cidades de Niterói/RJ e Belo Horizonte/MG em competições   distintas nas quais esses técnicos estavam presentes. Quanto à infraestrutura,   82,4% adotam a instalação de rampas e corrimãos, redução dos espaços para jogo   e aumento da largura de portões de acesso às quadras. Quanto aos métodos de   ensino, 69,2% fazem adaptações, utilizando a estratégia <i>play and stay</i> para gerar aprendizagem da modalidade caso haja dificuldades de aprendizagem.   Quanto aos recursos, 22,2% modificam a bola de jogo e/ou o tipo de raquete   adotada. Quanto às regras, 89,5% relatam adaptá-las por meio de aumento do n<sup>o</sup>.   possível de quiques e da proibição de perda do contato entre atleta/cadeira   para golpear a bola ou deslocar-se na quadra. Em relação aos cuidados   especiais, 100% relatam que há atenção em relação a preparação metabólica e   musculo-articular anterior as aulas, necessárias as demandas orgânicas   mecânicas durante o jogo, além da hidratação durante aulas e jogos. Concluiu-se   pela adaptabilidade desta modalidade esportiva as pessoas paraplégicas   cadeirantes e, portanto, a inexistência de razões para a não oferta dela aos   interessados, que passam a poder beneficiar-se de todos os ganhos físicos, metabólicos, psicológicos e sociais que a prática esportiva pode propiciar.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><i>Palavras-chave: </i>tênis, cadeira de rodas, funcionalidade, autonomia</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>&nbsp;</b></font></p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Avaliação motivacional de praticantes de brazilian jiu-jitsu em Belém do Pará</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">HK Campos<sup>1</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">1. Universidade Federal do Rio Grande do Norte, UFRN, Natal, Brasil; <a href="mailto:heloiana_14@hotmail.com">heloiana_14@hotmail.com</a></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A prática de lutas,   artes marciais e esportes de combate aparecem amplamente difundidas. Nesse   cenário, o <i>Brazilian Jiu-Jitsu</i> (BJJ) se apresenta como uma luta derivada   do Jiu-Jitsu original japonês, desenvolvida por Hélio Grace e baseada e   sistemas de alavancas, onde se busca submeter o adversário através de   finalizações. A motivação esta ligada ao estado de movimento para que se chegue   a um determinado objetivo, podendo conter elementos intrínsecos e extrínsecos.   O presente trabalho objetivou investigar a motivação para permanência e   possível abandono da prática de BJJ na cidade de Belém do Pará, e suas   interrelações com temas confinantes. A investigação foi realizada em 3   academias de ginástica que oferecem espaço e horário disponível para a prática   de BJJ e em um centro de treinamento, todos no município de Belém do Pará.   Participaram 42 atletas de Jiu-Jitsu de ambos os sexos, dentre os quais 7 foram   eliminados por não praticarem a arte marcial pelo tempo mínimo pré-requisitado   para a pesquisa. Todos os eles assinaram um Termo de Consentimento Livre e   Esclarecido e responderam ao “Questionário de Motivação para a Prática   Esportiva”, Proposto por Samulski e Noce (2000). Dentre os motivos para a   permanência esportiva os itens com maior frequência marcados como “decisivos”   foram: “para aumentar seus conhecimentos no esporte” (68,5%) e “pelo prazer da   prática de esporte” (65,7%). Dentre os motivos para possível abandono da   prática estão: “falta de tempo para estudar/trabalhar” (22,8%) e “problemas de   saúde (que impeçam a prática) ” (17,1%). Os resultados demonstraram que a   principal impulsão para a permanência da prática está ligada a dedicação dos praticantes pela arte marcial e não possui estímulo financeiro.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><i>Palavras-chave: </i>artes marciais, atletas, motivação</font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="3" face="Verdana"><b>Conceções metodológicas nas aulas de Educação Física</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">F Gonçalves<sup>1</sup>, N Almeida<sup>2</sup>, L Luís<sup>2</sup>, P Sá<sup>2</sup>, C Carvalho<sup>2</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">1. CI&amp;DETS: Centro de Estudos em   Educação, Tecnologias e Saúde; <a href="mailto:franciscojmg@gmail.com">franciscojmg@gmail.com</a>; 2. ISMAI: Instituto Universitário da Maia</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Os Jogos   Desportivos Coletivos constituem-se em meio formativo por excelência, devido às   exigências e relações estabelecidas entre os elementos que lhe são   característicos. Dentro deste contexto, o processo de iniciação e formação   desportiva compõe-se de maneira a exigir práticas congruentes com as características   de crescimento e desenvolvimento das crianças, adolescentes e jovens,   participantes no processo. O objetivo do presente trabalho foi identificar as   condições para a prática desportiva mais favoráveis com vista a serem identificados   os efeitos mais significantes, proveitosos e saudáveis da prática do exercício   físico. Foram utilizados questionários, aplicados aos alunos, da escolaridade   obrigatória entre os 14 e os 20 anos de idade (num total de 293 participantes),   40% do género feminino (n=118) e 60% do género masculino (n=175). Realizou-se   uma análise descritiva de todos os dados, assim como o T-Test para a variável   género e o teste ANOVA para a variável ano de escolaridade. Verificou-se que as   metodologias adequadas e significativas, desenvolvidas num ambiente favorável e   propício ao desporto, que se enquadre nos interesses, necessidades e anseios   dos alunos oferecem um resultado francamente positivo aos alunos. Daí, a nota   de que a prática desportiva, devidamente regulada, e um desempenho físico e   emocional inspirado nos afetos, proporcionam a satisfação da realização pessoal   e coletiva, num todo construtivo harmonioso na formação do aluno. Devido a   determinados fatores, dentre eles os que se situam no âmbito emocional-afetivo   surge o problema de muitos alunos não gostarem de Educação Física e,   consequentemente, de desporto, que tem efeitos indesejados manifestos em   diversos ambientes, além do desportivo, assim como problemas de bem-estar, problemas afetivos/sociais, de noção corporal e de coordenação.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><i>Palavras-chave: </i>jogos coletivos desportivos de invasão, ensino e aprendizagem, pedagogia do desporto</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>&nbsp;</b></font></p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Ganhar ou perder em esporte de combate: descrição de elementos do judô </b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">YS Campos<sup>1</sup>, YS Campos<sup>1</sup>, IS Campos<sup>1</sup>, A Gouveia Jr.<sup>1</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">1.   Universidade Federal do Pará, Brasil; <a href="mailto:yan-sobral-campos@hotmail.com">yan-sobral-campos@hotmail.com</a>; 2 Universidade Federal do Pará, Brasil </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Ganhar ou perder no   esporte exige uma análise que leve em consideração comportamentos com   antecedentes evolutivos ou desenvolvimentais vistos a partir de distintos   enfoques e modulados por circunstâncias internas e externas. A abordagem e a   compreensão de tais determinantes é complexa, e depende de efeitos cumulativos,   de processos de aprendizagem e atividade neuroendocrina. O objetivo do presente   estudo foi identificar na literatura os principais elementos que possam se   constituir em determinantes do ganhar ou perder no judô. O estudo   foi baseado em uma revisão bibliográfica nas ferramentas de buscas, Periódicos   Capes e no Google Acadêmico, utilizando-se dos seguintes descritores: ganhar e   perder, artes marciais, hormônios e judô. Como critério de inclusão foi   utilizado a associação entre ganhar e perder/artes marciais, hormônio/judô, em   um período de 10 anos, sendo utilizadas algumas referências clássicas   relacionadas a temática do estudo, anteriores a este período. O judô envolve uma   grande variedade de comportamentos permanentemente influenciados, por   circunstâncias internas (ritmo biológico, combinação de hormônios) e externas   (exigência física, torcida, importância do evento). A vantagem de casa, mídia,   contexto, regulamentos, adaptação orgânica, resultados anteriores, status,   comportamentos (ousadia e assertividade) são variáveis que provavelmente   poderão estar associadas com fatores neurohormonais e interações sociais. Elementos ambientais,   comportamentais e neuroendócrinos provavelmente podem interagir isoladamente ou   de forma integrada com o ganhar ou perder no judô. O   problema em questão é complexo, e merece ser interpretado a partir de   uma leitura interdisciplinar que leve em consideração as respostas individuais frente as principais demandas do contexto competitivo. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana"><i>Palavras-chave: </i>ganhar e perder, artes marciais, judô</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Respostas da bandagem funcional em teste de capacidade aeróbica</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">J Pires Filho<sup>1,2</sup>, AR Paiva<sup>1</sup>, JD Zisels<sup>3</sup>, JE Paiva<sup>4</sup>, IP Castro<sup>5</sup>, RC Silva<sup>4</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">1. Escola Superior Madre Celeste, ESMAC, Ananindeua,   Pará, Brasil; 2. Comando da Aeronáutica (ETRB – I COMAR); <a href="mailto:prof.japf@gmail.com">prof.japf@gmail.com</a>; 3. Escola Superior da Amazônia,   ESAMAZ; 4. Universidade da Amazônia, UNAMA, Belém do Pará, Brasil; 5. Universidade Estadual do Pará, UEPA, Belém do Pará, Brasil </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O aluno portador de   Paralisia Cerebral (PC) possui seu meio de locomoção comprometido devido a   distúrbios motores e alterações posturais podendo estar associado ou não a   alterações cognitivas. A bandagem funcional tem mostrado resultados positivos   em sua aplicabilidade ao proporcionar um suporte externo onde às ações   musculoesqueléticas sejam facilitadas por sua ação. O objetivo deste trabalho   foi avaliar o efeito da bandagem funcional no movimento de dorsiflexão do   tornozelo de uma criança portadora de PC submetida a um teste de velocidade. O   trabalho se caracteriza como estudo de caso e instrumental. A pesquisa foi   realizada em uma escola de ensino fundamental e médio, Sistema Educacional   Acrópole, em Belém-PA, sendo composta por um aluno do sexo masculino do 4º ano,   este portador de Paralisia Cerebral (PC) do tipo espástica hemiparética, com   idade de 13 anos. Os instrumentos utilizados foram: fita Kinésio sport, cones   para demarcação, cronômetro e apito. O circuito foi designado por quatro pontos   de referência onde cada um foi demarcado com um cone. A aplicação da bandagem   foi realizada nos músculos tibial posterior com o método de facilitação e   tibial anterior com o objetivo de relaxamento. Ressalta-se que o responsável   pelo discente, assinou o termo de consentimento livre e esclarecido (TCLE),   autorizando a pesquisa. No primeiro circuito o qual foi realizado sem a   bandagem funcional o aluno concluiu seu percurso com o tempo de 34 segundos.   Após a aplicação da bandagem, no segundo circuito, o aluno concluiu no tempo de   32,23 segundos. As respostas da bandagem Funcional foram positivas ao melhorar   o padrão motor e facilitar a marcha do individuo, diminuindo assim o tempo de percurso.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><i>Palavras-chave: </i>capacidade, teste, aeróbico</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>&nbsp;</b></font></p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Relação   personal-aluno: a influência do método ERE no ensino aprendizado de exercícios de musculação</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">LC Moraes<sup>1</sup>, JC Souza<sup>1</sup>, RW Rodrigues<sup>1</sup>, EC Sousa<sup>1</sup>, EAC Alves<sup>1</sup></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">1. Laboratório de Exercício Resistido e Saúde, LERES, Universidade Estadual do Pará, UEPA, Belém do Pará, Brasil; <a href="mailto:luana.correa02@hotmail.com">luana.correa02@hotmail.com</a> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A criação de um   treino bem estruturado, não necessariamente, garante a aderência por parte dos   alunos o que pode comprometer resultados. Porém esta aderência é influenciada   pela relação que o professor estabelece entre estes. A criação de estratégias   que possam melhorar o relacionamento professor-aluno é importante para o   sucesso do treinamento. O objetivo deste estudo foi   verificar o efeito de uma estratégia abordagem professor-aluno ERE (Estabelecer   contato, Recomendar, Elogiar) no ensino-aprendizado de exercícios de   musculação.   O método ERE, originalmente estruturado pela rede Body system, foi   adaptado para esta pesquisa. Durante dois meses, dez alunos foram selecionados   aleatoriamente para aplicação do método ERE: 1º Estabelecer contato com o aluno   lhe chamando pelo nome, 2º fazer Recomendações e por fim o 3º Elogiar o aluno   após a execução correta do exercício. Para avaliar os efeitos desse método foi aplicado um questionário com sete perguntas objetivas   (devidamente validado) e filmagens. Dentre os entrevistados, 90% avaliaram o   nível de preocupação do professor com sua execução do exercício como alto e   apenas 10% sendo nível médio. Após as intervenções feitas, 80% demonstraram   maior interesse no treinamento e perceberam um clima agradável, 20% dos alunos   perceberam melhor acolhimento e melhor atendimento indicando um clima de treino   afetuoso e nenhum se sentiu criticado negativamente ou que o treino havia   ficado mais rígido. Cem por cento afirmaram mais motivação após as intervenções   e que o ERE influencia positivamente na melhora do seu aprendizado do   exercício. Cinquenta por cento dos entrevistados classificou a abordagem feita   pelos professores como excelente, e a outra metade como boa, nenhum deles optou   pelas opções ruim ou regular. Com o ERE foi verificado maior aderência   (comprovado por 100% de frequência), maior compreensão, entendimento, maior   motivação e confiança por parte destes alunos. Demonstrando a possível   eficiência desse método no ensino-aprendizagem dos exercícios de treinamento resistido sugerindo pesquisa com populações maiores.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><i>Palavras-chave: </i>método, treinamento, aprendizagem</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Influência do personal trainer no percentual de 1RM com intensidade autosselecionada</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">MR Dias<sup>1,2</sup>, F Saavedra<sup>2</sup>, R Serra<sup>2,3</sup>, JS Novaes<sup>3</sup>, R Simão<sup>3</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">1. Faculdade Metodista Granbery, Juiz de   Fora, MG, Brasil; <a href="mailto:diasm@gmail.com">diasm@gmail.com</a>; 2. Universidade   Trás-os-Montes e Alto Douro, Vila Real, Portugal, 3. Universidade Federal do Rio de Janeiro, Brasil</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O treinamento   resistido é controlado por diversas variáveis na qual, nem sempre, o praticante   consegue controlar. Nem todos os indivíduos usam um <i>Personal Trainer</i> (<i>PT</i>)   para ajudar no controle das variáveis para alcançar seus objetivos. O objetivo   deste estudo foi comparar as alterações da força muscular e carga   autosselecionada durante o treinamento resistido entre indivíduos sob   supervisão de um <i>Personal Trainer</i> (<i>PT</i>) e aqueles que treinaram   sem <i>PT</i> (Sem<i>PT</i>). Vinte e um indivíduos (homens e mulheres)   completaram duas sessões de treinamento, na seguinte ordem: (1) três séries de   10 repetições nos seguintes exercícios: <i>leg press</i> 45º, supino, extensão   de perna e rosca bíceps, na qual utilizaram carga autosselecionada, que   consistiu na carga de treino habitual, e (2) teste de 1RM. A média das cargas   de treinamento e 1RM foi maior no grupo <i>PT</i>. O tamanho do efeito (TE) foi   pequeno a médio para a diferença de cargas entre os grupos. Os percentuais de   1RM apresentaram-se com TE médio a grande para os membros inferiores e TE pequeno para os membros superiores. </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><a href="/img/revistas/mot/v11n4/11n4a17t5.jpg"><font size="2" face="Verdana">Tabela 1</font></a></p>     
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<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana">O treinamento   resistido supervisionado por um <i>PT</i> parece ser vantajoso, tanto para os   homens quanto para as mulheres, mas o percentual de carga deve ser aumentada de modo a atender as recomendações normativas. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><i>Palavras-chave: </i>intensidade de treinamento, supervisão, treinamento personalizado</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><i>&nbsp;</i></font></p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Influência das atividades extracurriculares no rendimento</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">F Gonçalves<sup>1</sup>, T Costa<sup>2</sup>, M Lima<sup>2</sup>, C Carvalho<sup>2</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">1. CI&amp;DETS: Centro de Estudos em   Educação, Tecnologias e Saúde; <a href="mailto:franciscojmg@gmail.com">franciscojmg@gmail.com</a>; 2. ISMAI: Instituto Universitário da Maia, Portugal</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Um estilo de vida   fisicamente ativo ao longo do tempo traduz-se em inúmeros benefícios para a   saúde, evidenciando-se que a prática de exercício físico assume um papel de   extrema importância no nosso quotidiano, nomeadamente a nível da população   adolescentes. Foi objetivo deste estudo<b> a</b>nalisar   a associação existente entre o exercício físico, no âmbito das atividades   extracurriculares, e o sucesso escolar em estudantes do Ensino Secundário.   Procedeu-se à recolha de informação através da aplicação de questionários a   alunos de 6 escolas secundárias pertencentes ao norte do país, perfazendo uma   amostra de 1012 participantes, 425 alunos do 10º ano, 322 do 11º ano e 265 do   12º ano de escolaridade. Destes alunos, 519 participantes são do sexo feminino   e 493 do sexo masculino. Recorreu-se a métodos quantitativos através de   questionários, tratados no <i>software IBM<sup>®</sup> SPSS<sup>®</sup></i>. Os   resultados obtidos estiveram em concordância com os estudos encontrados que   defendem que os alunos que são fisicamente ativos e participam em atividades   extracurriculares apresentam um melhor rendimento académico em comparação aos   alunos que não participam. No que diz respeito às diferenças entre sexos, foi   evidente a maior participação do sexo masculino nas atividades de âmbito   extracurricular. Existe uma associação entre a prática de atividades   extracurriculares e o tempo dedicado ao estudo. Quando os adolescentes praticam   exercício físico, verifica-se uma melhoria a nível físico psicológico e social.   Sendo a escola um ambiente escolar privilegiado para a promoção de hábitos relacionados   com a prática desportiva, estes devem ser fomentados no meio escolar visto que   diversos estudos comprovam que o exercício físico leva ao aumento do interesse   do aluno em relação à escola e aos valores que esta incute, o que se traduz num   melhor rendimento académico. O exercício físico mostra ser um fator influente no rendimento escolar dos estudantes devido ao seu impacto a nível cognitivo.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><i>Palavras-chave: </i>exercício físico, atividades extracurriculares, rendimento escolar</font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="3" face="Verdana"><b>Associação   entre desenvolvimento motor e nível de exposição por mercúrio de crianças da ilha de Cotijuba, Amazônia, Brasil</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">LG Melo<sup>1</sup>, AC Lima<sup>2</sup>, MC Pinheiro<sup>3</sup>, M Lima<sup>4</sup>, CS Afonso<sup>5</sup>, JC Leitão<sup>1</sup> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">1.   Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, Vila Real, Portugal; <a href="mailto:ligia_chaves@hotmail.com">ligia_chaves@hotmail.com</a>; 2. Universidade   do Estado do Pará, UEPA, Belém do Pará, Brasil; 3. Universidade Federal do Pará, Brasil; 4. Instituto Evandro Chagas, Pará, Brasil</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O estudo do   desenvolvimento motor infantil envolve as demandas de ordem biológica, ambiental e de   tarefa, fornecendo informações de extrema relevância para o planejamento e   estratégias de intervenção. Foi nosso objetivo avaliar o desenvolvimento motor   e nível de exposição a mercúrio total (HgT) e observar a associação entre tais   variáveis em crianças residentes na Ilha de Cotijuba, Pará, Brasil. O   desenvolvimento motor foi avaliado através   do protocolo TGMD – 2 (Test of Gross Motor Development, Second Edition). A   análise de HgT foi realizada através da   metodologia de redução e espectrometria de absorção atômica por vapor frio   (CVAAS) (sistema aberto de circulação do fluxo de ar), utilizando um detector   de mercúrio automático. A análise dos   dados foi realizada pelo programa SPSS 20.0, adotou-se estatística   descritiva de tendência central e não central, e para a estatística inferencial   primeiramente foi realizado o teste de Kolmogorov-Smirnov para normalidade da   amostra, e o Teste t independente para comparar as médias da amostra de acordo   com o sexo e grupo etário. O teste de correlação de Pearson foi utilizado para   analisar o grau de associação entre as variáveis. Foi adotado um nível de   significância p&lt;0.05. O desenvolvimento motor se apresentou na média, em sua   maioria. O nível de exposição ao HgT se encontrou abaixo do Limite de   Tolerância Biológico, 0.545 µg.g<sup>-1</sup>(±.36). A associação entre as   variáveis Coeficiente Motor Amplo, Idade Locomotora e Idade Manipulativa com o   nível de HgT apresentam os respectivos valores. r= .048, r= .007 e r= -0.011 (p   &gt; 0.05). Concluiu-se que a avaliação do desenvolvimento motor e nível de HgT   e a associação entre tais variáveis em regiões da Amazônia são de fundamental   importância para vigilância do desenvolvimento infantil saudável e planejamento de estratégias de intervenção.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><i>Palavras-chave: </i>desenvolvimento infantil, mercúrio, criança, Amazónia</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>&nbsp;</b></font></p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Os   benefícios de inserção do judô na Educação Física escolar no ensino fundamental I</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">MCA Silva<sup>1</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">1. Escola Superior Madre Celeste, ESMAC, Ananindeua, Pará, Brasil; <a href="mailto:maurosilvajudoca@yahoo.com.br">maurosilvajudoca@yahoo.com.br</a> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Este trabalho   procurou mostrar aos professores e a comunidade educacional os benefícios que a   inserção do judô na Educação Física escolar no âmbito do ensino fundamental I   pode trazer ao aluno, assim como seu criador já anunciava que a arte marcial a   qual estava criando é uma potentíssima prática de Educação Física, utilizando   os princípios filosóficos na vida do aluno, como disciplina, respeito e   humildade, valores ora deixados e lado pelos alunos nos dias de hoje. O judô   também trabalha os três principais alicerces no desenvolvimento de uma criança   o cognitivo, pois leva criança a ter um rápido raciocínio em situações adversas,   a psicomotricidade, levando a criança a desenvolver cada vez mais sua   corporeidade e lateralidade e outros movimentos e o afetivo, fazendo com que a   criança crie laços de afinidade com os colegas e sociabilidade. Sabemos que   podemos encontrar alguns talentos para o judô no que diz respeito ao judô   esportivizado, mas o objetivo deste estudo é identificar os benefícios desta   arte no desenvolvimento na criança no ensino-aprendizagem, assim apontar os   pontos positivos da sua inserção na Educação Física escolar. Na busca de   verificar se realmente o judô tem como ajudar no processo educacional de uma   criança, procurou-se utilizar o procedimento de pesquisa bibliográfica, tendo   como referência autores que defendem o judô como veículo de socialização, além   de enriquecer o trabalho com a consulta a livros, teses, artigos, sistemas de   buscas e dissertações a respeito deste tema. De todos os trabalhos consultados   ficou demonstrado que o judô pode melhorar o desenvolvimento cognitivo,   psicomotor e afetivo de crianças, tanto na escola, como também no desenvolvimento educacional das mesmas.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana"><i>Palavra-Chave</i>: comunidade   educacional, judô, ensino fundamental i, educação física, princípios filosóficos</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Conhecimento do professor de Educação Física em emergências</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">FAB Brito Filho<sup>1</sup>, ER Costa<sup>2</sup>, TC Costa<sup>2</sup>, ALS Costa<sup>2</sup>, A M Lima<sup>2</sup>, RC Silva<sup>2</sup></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">1. Escola Superior Madre Celeste, ESMAC,   Ananindeua, Pará, Brasil; <a href="mailto:netobrt@hotmail.com">netobrt@hotmail.com</a>; 2. Universidade da Amazônia, UNAMA, Belém do Pará, Brasil</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O professor   de Educação Física trabalha com práticas esportivas, portanto, é comum esperar   que ocorra algum tipo de lesão durante as atividades. Quando se trata de uma   escola, esses riscos são ampliados em virtude do público infanto-juvenil, sendo   fundamental eleger condutas adequadas para os primeiros socorros, até a chegada   de uma equipe especializada, pois, muitas vezes, ele é o único profissional de   saúde no momento dos acidentes. Pretendemos identificar os conhecimentos do   professor de Educação Física em situações urgência ou emergência no âmbito   escolar. A   pesquisa foi de característica descritiva, onde foram entrevistados 10   profissionais de Educação Física de escolas da rede pública na cidade de   Ananindeua, PA. Para isso, utilizou-se um questionário contendo 12 questões,   adaptado de Sell (2010). Cada profissional foi esclarecido quantos aos   objetivos da pesquisa ao assinar um TCLE. A partir da coleta dos dados,   observou-se que 60% dos entrevistados declararam possuir treinamento em   primeiros socorros, obtidos durante ou após a graduação. Porém, um dado   preocupante foi que 50% dos entrevistados não souberam informar sequer um   telefone de urgência (SAMU ou bombeiros). Acerca dos conhecimentos em casos de   traumas ortopédicos (luxações e fraturas), 30% e 90% dos professores, respetivamente,   fariam os procedimentos corretos. Vale destacar que um dos entrevistados   informou que tentaria reposicionar a articulação em casos de luxação, o que   pode agravar a lesão inicial. O artigo 135 do Código Penal Brasileiro penaliza   o indivíduo que se omite em casos de urgência ou emergência. Apesar da   disciplina fazer parte da grade curricular, muitos professores ainda possuem   conhecimento limitado acerca do atendimento correto de uma vítima de evento   traumático. Portanto, faz-se necessário estimular sua formação continuada   através de cursos de extensão universitária, pois é um profissional fundamental no âmbito escolar.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><i>Palavras-chave</i>: primeiros socorros, emergência, educação física e treinamento.</font></p>     <p>&nbsp;</p>      ]]></body>
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