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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Nível de Desempenho Técnico-Tático das Equipas de Voleibol em Escalões de Formação]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The aim of study was to analyze the level of technical-tactical performance of young volleyball players from Santa Catarina state. The 271 participants were from 24 volleyball teams U-15, U16 and U-17 that played the finals of 2010 Santa Catarina State Championship. The games were recorded and the technical-tactical actions were analyzed through the Technical-Tactical Assessment-Instrument in Volleyball. For data analysis we used descriptive and inferential statistics available on SPSS Program version 23 in order to present the performance levels of the players and associate them with gender and competitive level. Overall, the results showed that most of the players had adequate levels of technical-tactical performance, highlighting the components adjustment and efficiency. Most of the players revealed intermediary levels on decision-making and efficacy components. The scores were similar considering different competitive level and gender. To conclude, considering that study occurred with athletes in development, the tactical components can be enhanced by the sport´s practice, improving the quality and the velocity of decision-making and consequently the player´s efficacy.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><b><font size="2" face="verdana">ARTIGO ORIGINAL</font></b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="4" face="verdana"><b>Nível de   Desempenho Técnico-Tático das Equipas de Voleibol em Escalões de Formação</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="verdana"><b>Level of   technical-tactical performance of youth volleyball teams </b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="verdana"><b>Margareth Porath<sup>1</sup>; Carine Collet<sup>1,<a name="topo"></a><a href="#end">*</a></sup>; Michel Milistetd<sup>1</sup>; William das Neves Salles<sup>1</sup>; Juarez Vieira do Nascimento<sup>1</sup></b></font></p>     <p><font size="2" face="verdana"><sup>1</sup><i> Núcleo de Pesquisa em Pedagogia do Esporte. Centro de Desportos. Universidade Federal de Santa Catarina.</i></font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>     <p><font size="2" face="verdana"><b>RESUMO</b></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">O objetivo do   estudo foi analisar o nível de desempenho técnico-tático de jogadores de   voleibol dos escalões de formação em Santa Catarina. Participaram no estudo 271   jogadores de 24 equipas de voleibol, finalistas do campeonato estadual de 2010,   dos escalões mirim, infantil e infanto-juvenil. Os jogos foram filmados e,   posteriormente, as ações técnico-táticas analisadas por meio do Instrumento de   Avaliação do Desempenho Técnico-Tático no Voleibol. Na análise dos dados foram   utilizadas a estatística descritiva e inferencial através do Programa SPSS   versão 23, para apresentar os níveis de desempenho dos jogadores e associá-los   com o género e o escalão competitivo. No desempenho global, os resultados   mostraram que a maioria dos jogadores apresentou nível adequado de desempenho   técnico-tático, com destaque para as componentes ajustamento e eficiência. Nas   componentes tomada de decisão e eficácia, a maioria dos jogadores apresentou níveis   intermediários de desempenho, com resultados semelhantes quando consideradas os   diferentes escalões e géneros. Conclui-se que, por se tratar de escalões de   formação, as componentes táticas poderão ser aperfeiçoadas a partir das   vivências com a modalidade, melhorando a qualidade e a velocidade na tomada de decisão, fatores que influenciam diretamente a eficácia do jogador.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"><i><b>Palavras-chave:</b></i> Voleibol, Análise de jogo, Ações técnico-táticas, Escalões de formação.</font></p> <hr size="1" noshade>     <p><font size="2" face="verdana"><b>ABSTRACT</b></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">The aim of study   was to analyze the level of technical-tactical performance of young volleyball   players from Santa Catarina state. The 271 participants were from 24 volleyball   teams U-15, U16 and U-17 that played the finals of 2010 Santa Catarina State Championship.   The games were recorded and the technical-tactical actions were analyzed   through the Technical-Tactical Assessment-Instrument in Volleyball. For data   analysis we used descriptive and inferential statistics available on SPSS   Program version 23 in order to present the performance levels of the players   and associate them with gender and competitive level. Overall, the results   showed that most of the players had adequate levels of technical-tactical   performance, highlighting the components adjustment and efficiency. Most of the   players revealed intermediary levels on decision-making and efficacy   components. The scores were similar considering different competitive level and   gender. To conclude, considering that study occurred with athletes in development,   the tactical components can be enhanced by the sport´s practice, improving the   quality and the velocity of decision-making and consequently the player´s efficacy. </font></p>     <p><font size="2" face="verdana"><i><b>Keywords:</b></i> Volleyball, Game Analysis, Technical-tactical actions, Youth sport.</font></p> <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="verdana"><b>INTRODUÇÃO</b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="verdana">O desporto é reconhecido como um fenômeno social que tem despertado cada   vez mais o interesse de crianças, jovens e adultos. Estes buscam a prática   desportiva com diferentes objetivos, do desempenho competitivo ao simples   prazer de estar envolvido numa prática culturalmente difundida. A inserção na   prática sistematizada de diferentes desportos envolve determinadas regras,   condições e princípios que têm influência direta na evolução e no desempenho   técnico-tático dos jogadores. A excelência no rendimento esportivo, por sua   vez, só pode ser alcançada se os processos de aprendizagem, treino e competição   forem corretamente perspetivados e concretizados durante os escalões de   formação (Brito, Fonseca, &amp; Rolim, 2004; Côté &amp; Abernethy, 2012; Côté,   Turnnidge, &amp; Evans, 2014). Em termos pedagógicos, a qualidade desse   processo pode determinar o sucesso do desenvolvimento desportivo, tanto na evolução pessoal e desportiva como no rendimento em situações de jogo. </font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Neste sentido, a realização de análises minuciosas das situações   específicas que ocorrem durante a prática desportiva, por meio da quantificação   dos indicadores de natureza técnico-tática (Menezes &amp; Reis, 2010;   Valladares, García-Tormo, &amp; João, 2016), representa um importante recurso   através do qual é possível estabelecer estratégias para a melhoria do   desempenho individual e coletivo de jogadores e equipas (Rose Jr &amp; Lamas,   2006). De facto, a investigação centrada na análise da <i>performance</i> técnico-tática esportiva na última década tem demonstrado os efeitos que o   desenvolvimento adequado da prática desportiva desencadeia nos processos de   iniciação e especialização dos jogadores (Afonso, Mesquita, &amp; Marcelino,   2008; Costa et al., 2014; French &amp; Thomas, 1987; González-Víllora,   Serra-Olivares, Pastor-Vicedo, &amp; da Costa, 2015; Mesquita, Graça, Gomes,   &amp; Cruz, 2005; Prudente, Garganta, &amp; Anguera, 2004; Richard, Godbout, &amp; Gréhaigne, 2000). </font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Um dos aspetos que contribui para a obtenção de resultados positivos nos   jogos e no próprio processo de formação desportiva diz respeito ao   desenvolvimento técnico-tático adequado das ações de jogo, tendo em linha de   conta as componentes do desempenho desportivo. As componentes do desempenho   desportivo compreendem não somente elementos relacionados à eficiência   (técnica) e à eficácia (resultado) dos movimentos, mas também à tomada de   decisão e à execução da habilidade e ações de apoio (ajustamento/movimentação   sem a bola), que se configuram como competências essenciais ao domínio do jogo   (Mesquita et al., 2005; Oslin, Mitchell, &amp; Griffin, 1998).   Consequentemente, estas habilidades permitem hierarquizar características que   discriminam atletas de nível de rendimento distinto (Garganta, 2001; Rezende, 2003).</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Considerando que a análise pormenorizada das ações técnico-táticas de   jogadores e equipas em situações de jogo pode contribuir para fornecer   informações úteis a respeito da evolução individual e coletiva no processo de   formação esportiva, o objetivo da presente investigação foi analisar o nível de   desempenho técnico-tático de jogadores de voleibol pertencentes às equipas dos   escalões de formação do estado de Santa Catarina/Brasil. Além de identificar o   nível de desempenho dos jogadores nas ações técnico-táticas relacionados com as   componentes ajustamento, eficiência, tomada de decisão e eficácia nos   diferentes escalões de formação, houve a preocupação em descrever os resultados específicos considerando o género e o escalão competitivo dos jogadores.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="verdana"><b>MÉTODO</b></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Este estudo observacional adotou a técnica de análise notacional   (O’Donoghue, 2010) para identificar o nível de desempenho esportivo em situação real de jogo. </font></p>     <p><font size="2" face="verdana">É caracterizada, igualmente, como sendo de natureza aplicada e com abordagem quantitativa dos dados. </font></p>     <p><font size="2" face="verdana"><b>Participantes</b></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Participaram deste estudo os jogadores das equipas de voleibol   finalistas do Campeonato Estadual de Santa Catarina de 2010, sendo oito equipas   do escalão mirim (sub-15), quatro masculinas e quatro femininas; oito do   escalão infantil (sub-16), quatro masculinas e quatro femininas; e oito do   escalão infanto-juvenil (sub-17), quatro masculinas e quatro femininas, totalizando 24 equipas e 271 jogadores.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="verdana"><b>Instrumentos</b></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">O Instrumento de Avaliação do Desempenho Técnico-Tático no Voleibol   (IAD-VB) de Collet, Nascimento, Ramos, e Stefanello (2010) foi utilizado para a   análise do desempenho dos jogadores. Este contempla a avaliação das ações   técnico-táticas do voleibol (serviço, receção ao serviço, distribuição, ataque,   bloco e defesa baixa), relacionados às componentes do desempenho (ajustamento, eficiência, tomada de decisão e eficácia). </font></p>     <p><font size="2" face="verdana">O IAD-VB possibilita a avaliação individual do desempenho dos jogadores   de voleibol inseridos nas situações de jogo formal. Além de viabilizar a   identificação dos níveis de Desempenho Específico por Ação (DEA), o IAD-VB   permite determinar os níveis de Desempenho Específico por Componente (DEC) e o   nível de Desempenho Geral (DEG) do jogador de acordo com as equações propostas   pelo instrumento, as quais levam em consideração a quantidade de ações   técnico-táticas realizadas pelo jogador e as suas respetivas avaliações. O   nível de desempenho dos jogadores, correspondente ao resultado percentual   obtido pelas equações, pode ser classificado como inadequado (0 a 33.3%), intermediário (33.4% a 66.6%) ou adequado (66.7% a 100%).</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"><b>Procedimentos </b></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Inicialmente foi enviada uma Declaração de Ciência à Federação   Catarinense de Voleibol (FCV), informando sobre os objetivos do estudo e os   procedimentos para a recolha dos dados. Após a obtenção da autorização da FCV,   o projeto foi encaminhado para apreciação do Comité de Ética para Pesquisa com   Seres Humanos da Universidade Federal de Santa Catarina e posteriormente   aprovado (Parecer n<sup>o</sup> 377922/2010). Na sequência, o Termo de   Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE) foi entregue ao dirigente desportivo e   ao treinador de cada equipa, solicitando autorização para a realização da   pesquisa. Além disso, foi solicitada a autorização e a assinatura do TCLE aos pais ou responsáveis e a aceitação dos próprios jogadores participantes da pesquisa.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Todos os jogos da fase final de cada campeonato foram filmados com duas   câmaras digitais, colocadas uma de cada lado do campo, atrás da zona de serviço   de cada equipa, para posterior transcrição, interpretação e análise dos dados   obtidos. Após as filmagens, os jogadores foram avaliados a partir do IAD-VB e   os dados provenientes da avaliação foram transcritos em grelhas de registo, previamente elaboradas para a utilização no estudo.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">A recolha dos dados foi realizada no mês de novembro de 2010, aquando   das etapas finais do Campeonato Estadual de cada escalão e sexo. O local da   recolha ocorreu nas cidades onde se realizaram os jogos de cada etapa final, de acordo com o calendário da competição.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"><b>Análise estatística</b></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Os dados obtidos a partir da aplicação do instrumento foram organizados   e agrupados na grelha de cálculo do <i>software</i> <i>Statistical Package for     the Social Sciences</i> (SPSS), versão 23. No processo de análise utilizaram-se   recursos estatísticos descritivos (percentuais) e inferenciais (testes de   hipóteses). A associação do sexo e do escalão competitivo com o nível de   desempenho técnico-tático dos jogadores investigados foi analisada a partir da   aplicação do teste Qui-quadrado, adotando-se o nível de significância 0.1% (IC=99.99%).</font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="3" face="verdana"><b>RESULTADOS</b></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Do Os 49 jogos de voleibol analisados totalizaram 176 sets, sendo 61   sets de jogos do escalão mirim, 56 sets do infantil e 59 sets do   infanto-juvenil. Das 36866 ações técnico-táticas analisadas, 6407 foram de   serviço, 5223 de recepção ao serviço, 8.490 de distribuição, 8848 de ataque,   2496 de bloco e 5402 de defesa baixa. Do total das ações, 12868 foram realizadas pelos jogadores do escalão mirim, 11044 do infantil e 12954 do infanto-juvenil.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Na sequência apresentam-se os dados obtidos a partir das análises de   jogo. Cada tabela apresenta os dados da componente de desempenho relacionado   com os escalões de formação e subdividida por género. Finalmente, apresentam-se   os dados referentes ao nível de desempenho geral dos jogadores, ou seja, considerando-se todas as componentes do desempenho de forma integrada.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">O nível de desempenho técnico-tático dos jogadores na componente   ajustamento (<a href="/img/revistas/mot/v12n2/12n2a03t1.jpg">Tabela 1</a>) apresentou associação significativa com o sexo dos   atletas em todos os escalões investigados. Neste sentido, os atletas do sexo   masculino obtiveram maior proporção de ações com ajustamento adequado em   comparação às atletas do sexo feminino. Verificou-se predominância de   ajustamento adequado em todos os escalões, sendo que o maior percentual geral foi encontrado no escalão infantil (96.7%) e o menor na mirim (61.5%).</font></p>     
<p><font size="2" face="verdana">Ao considerar a componente eficiência (<a href="/img/revistas/mot/v12n2/12n2a03t2.jpg">Tabela 2</a>) também foi   diagnosticada associação significativa do desempenho técnico-tático com o sexo   dos atletas, nos três escalões. Os atletas do sexo masculino apresentaram maior   proporção de ações com eficiência adequada nos escalões mirim e   infanto-juvenil, enquanto as atletas foram proporcionalmente mais eficientes no   escalão infantil. A eficiência adequada foi predominante em todos os escalões,   com destaques para a o maior percentual encontrado no escalão infantil (83.2%) e o menor no escalão mirim (57.9%).</font></p>     
<p><font size="2" face="verdana">Na análise da tomada de decisão (<a href="/img/revistas/mot/v12n2/12n2a03t3.jpg">Tabela 3</a>), identificou-se associação   significativa desta componente do desempenho com o sexo dos atletas em todos os   escalões de disputa, embora não no cômputo geral. As atletas do sexo feminino   apresentaram maior proporção de ações com tomada de decisão adequada e   intermediária no escalão infantil, ao passo que os atletas masculinos   destacaram-se no escalão mirim, pois apresentaram somente 5.7% de tomadas de   decisão inadequadas. No escalão infanto-juvenil, as mulheres apresentaram maior   proporção de tomadas de decisão adequadas (44.6%), mas também foram   proporcionalmente mais inadequadas que os homens (18.4% contra 16.1%) nesta   componente. Predominaram tomadas de decisão intermediárias nos escalões mirim (55.1%) e infantil (49.6%), e adequadas no escalão infanto-juvenil (43.5%).</font></p>     
<p><font size="2" face="verdana">A análise da componente eficácia (<a href="/img/revistas/mot/v12n2/12n2a03t4.jpg">Tabela 4</a>) revelou associação   significativa do desempenho técnico-tático com o sexo dos atletas no cômputo   geral e no escalão infantil, em ambos os casos com maiores proporções de   desempenhos adequados das atletas do sexo feminino. Além disso, diagnosticou-se predominância de eficácia intermediária em todos os escalões.</font></p>     
<p><font size="2" face="verdana">A análise do desempenho técnico-tático geral (<a href="/img/revistas/mot/v12n2/12n2a03t5.jpg">Tabela 5</a>), que considera   as quatro componentes simultaneamente, indicou associação significativa do   desempenho com o sexo dos atletas tanto no cômputo geral quanto nos escalões de   disputa em específico. Os atletas do sexo masculino obtiveram maior prevalência   de desempenhos adequados nos escalões mirim e infanto-juvenil, e as atletas do   sexo feminino foram superiores no escalão infantil. Observou-se predominância   de desempenhos adequados em todos os escalões, sendo que o infantil obteve o maior percentual geral (73.9%) e o mirim, o menor (57.1%).</font></p>     
<p><font size="2" face="verdana">De maneira geral, as evidências sinalizaram predominância de desempenhos   adequados nas componentes ajustamento e eficiência, e intermediários nas   componentes tomada de decisão e eficácia. As equipas masculinas, em sua   maioria, foram superiores no ajustamento e na eficiência, apresentando maior   proporção de desempenhos adequados em comparação às femininas. Por fim,   considerando os escalões de disputa, verificou-se que as equipas dos escalões   mais avançados de formação (infanto-juvenil e infantil) geralmente demonstraram desempenhos superiores às equipas mirins em todas as componentes.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="3" face="verdana"><b>DISCUSSÃO</b></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">O planeamento, a condução e a posterior avaliação dos momentos de treino   e de jogo exigem conhecimento sistemático do jogo e das especificidades que   envolvem a modalidade, apresentando importantes informações sobre o alcance dos   objetivos em termos de evolução no desempenho técnico-tático dos jogadores   (Côté &amp; Abernethy, 2012; Matias &amp; Greco, 2009; Menezes &amp; Reis, 2010; Mesquita, 2004). </font></p>     <p><font size="2" face="verdana">A participação dos jogadores nas situações de jogo no voleibol requer o   envolvimento de diferentes aspetos, os quais estão relacionados com a execução   técnica (eficiência) e o resultado obtido com a execução dos movimentos   (eficácia). Além disso, outros contextos são importantes para a realização das   ações técnico-táticas, tais como as movimentações e posturas realizadas antes,   durante e depois do contato com a bola (ajustamento) e as escolhas e decisões   que são tomadas no desenrolar do jogo (tomadas de decisão) (Collet et al.,   2010; Mesquita et al., 2005; Oslin et al., 1998). Estas quatro componentes   foram observadas no presente estudo, de maneira a obter e descrever informações   relevantes acerca dos níveis de desempenhos dos jogadores em cada componente específico e seu desempenho técnico-tático geral.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Embora tenha sido constatada predominância de ajustamentos adequados em   todos os escalões de formação investigados no presente estudo, destaca-se que   as equipes mirins foram as que apresentaram, no geral, os percentuais mais   baixos de ajustamento adequado em comparação às equipes infantis e   infanto-juvenis. É importante ressaltar que o ajustamento consiste no ajuste   dos jogadores às movimentações da bola e na posterior definição da melhor   posição que deve assumir, tanto nos momentos anteriores como naqueles   imediatamente após o contato efetivo com a bola. Neste sentido, esta componente   do desempenho exige do atleta rápida tomada de decisão e, fundamentalmente,   tempo de reação e agilidade corporal para que se consiga alinhar o   posicionamento ao contexto específico do jogo, que no voleibol é extremamente   dinâmico em decorrência da brevidade dos contatos com a bola e do limite do número de toques por jogador e por equipa (Matias &amp; Greco, 2009). </font></p>     <p><font size="2" face="verdana">O tempo de reação e a agilidade são capacidades que dependem da   interação de processos mentais e físicos, os quais podem ser tanto inatos   quanto treináveis (Gallahue, Ozmun, &amp; Goodway, 2013; Morales, Maciel,   Silva, &amp; Silva, 2011). Da mesma forma, o nível de experiência esportiva e o   sexo também exercem influência sobre estas capacidades. Em estudo realizado com   30 jogadores de voleibol italianos (15 profissionais e 15 amadores), Piras,   Lobietti, e Squatrito (2014) identificaram que os jogadores especialistas   (profissionais) foram mais rápidos e precisos para prever a direção de ações de   levantamento exibidas em vídeo, especialmente por serem mais habilidosos para   codificar eficazmente as informações relevantes da tarefa e, por isso, despenderem menos tempo em comparação aos atletas menos experientes.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Considerando que os atletas mais experientes conseguem mapear as   situações de jogo de maneira mais eficaz e rápida, é de se esperar que também   ajustem-se mais rápida e adequadamente às demandas do jogo, o que pode auxiliar   a explicar o melhor desempenho nesta componente, apresentado no presente estudo   pelas equipes dos escalões mais avançados do voleibol. Além disso, é importante   salientar que os níveis de agilidade começam a se estabilizar por volta dos 13 anos   nas meninas, enquanto nos meninos continuam a melhorar por mais alguns anos   (Gallahue et al., 2013), o que pode justificar o melhor desempenho geral no ajustamento das equipes masculinas investigadas no presente estudo.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">A segunda componente investigada diz respeito à eficiência, a qual está   relacionada com o domínio da habilidade exigida ao jogador de acordo com os   critérios de execução mecânica estabelecidos pelo desporto praticado (Mesquita   et al., 2005; Rose Jr &amp; Silva, 2006). De fato, a execução correta dos   fundamentos técnicos permite que os jogadores tenham maior domínio sobre o   manuseio da bola, por meio de ações coordenadas, sem que haja consumo   desnecessário de energia para alcançar os objetivos do jogo, porém sem desvinculá-la dos elementos táticos.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">O nível de desempenho da maioria dos jogadores na componente eficiência   foi adequado, o que parece acompanhar os resultados esperados do processo de   ensino-aprendizagem-treino implementado nos diferentes escalões de formação do   voleibol, cujas investigações têm destacado a realização de exercícios de   fixação/diversificação e aplicação da técnica (Collet, Donegá, &amp;   Nascimento, 2009; Ramos, Nascimento, &amp; Collet, 2009). A realização   sistemática e prolongada de exercícios de fixação, diversificação e aplicação   da técnica nas sessões de treinamento, portanto, também pode auxiliar a   justificar o melhor desempenho das equipes dos escalões mais avançados da   formação na componente eficiência. A importância da execução técnica adequada   também foi estudada por Clemente, Martins, e Mendes (2015), em que demonstrou   grandes níveis de associação entre a acurácia técnica e a proeminência tática de jogadores de basquetebol de diferentes níveis competitivos.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Os níveis de eficiência mais elevados no naipe masculino, por sua vez,   podem encontrar respaldo na capacidade de coordenação motora, que costuma ser   mais desenvolvida nos meninos desde os seis anos de idade (Gallahue et al.,   2013). O estudo de João, Leite, Mesquita, e Sampaio (2010) e Palao, Manzanares,   e Ortega (2009) também identificaram diferenças entre as características do   jogo nos naipes masculino e feminino, as quais podem ser respondidas a partir   dos parâmetros físicos e psicológicos relacionados a cada género, as quais   influenciam nos seus padrões técnicos e táticos e devem ser treinados de maneira distinta.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Outro elemento fundamental analisado no presente estudo foi maneira como   os jogadores interpretam as situações, tomam suas decisões e agem de acordo com   as diferentes informações durante o jogo. A tomada de decisão tem papel   fundamental no desempenho esportivo de jogadores, pois, de acordo com Afonso,   Garganta, e Mesquita (2012), os elementos de atenção, antecipação e memória   auxiliam na compreensão dos fatores relacionados à tomada de decisão no   desporto, determinantes do sucesso na ação tática. Além disso, a tomada de   decisão corresponde à seleção do modo correto de agir, pela avaliação de   informações relevantes e rápida seleção da melhor ação para atingir o objetivo   desejado de acordo com as circunstâncias do jogo, aliada com as experiências passadas (Bianco, 2006; Menezes &amp; Reis, 2010). </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="verdana">De maneira geral, os jogadores investigados apresentaram níveis   intermediários de desempenho nesta componente. De fato, a tomada de decisão é a   componente mais difícil de se ensinar, pois está relacionada com as   interpretações e as escolhas realizadas no jogo. Além disso, a qualidade dessas   interpretações e escolhas está relacionada com as vivências e experiências nas   situações imprevisíveis e instantâneas que se apresentam durante o processo de treinamento e nas situações de jogo.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Os jogadores do escalão infanto-juvenil demonstraram predominância de   desempenho adequado na tomada de decisão em comparação aos outros escalões em   virtude do maior tempo de prática. De fato, o desenvolvimento cognitivo dos   jovens jogadores está relacionado à quantidade e à qualidade das situações   desportivas em que estão envolvidos, ou seja, a qualidade e a velocidade na   tomada de decisão ocorrem a partir das experiências vivenciadas anteriormente   na modalidade em questão (Figueira &amp; Greco, 2013; Menezes &amp; Reis, 2010).</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Como consequência do ajustamento, da eficiência e da tomada de decisão   obtém-se um resultado, ou seja, a eficácia no desempenho de cada ação   técnico-tática. Neste sentido, a eficácia consiste na exigência de rendimento   que resulta da execução da habilidade motora, de acordo com os propósitos das ações dentro do jogo (Mesquita, Marques, &amp; Maia, 2001).</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">No presente estudo, observou-se predominância do nível de desempenho   intermediário (ações que proporcionam a continuidade do jogo) na componente   eficácia, seguido do desempenho adequado (ações que proporcionam o êxito) e do   desempenho inadequado (ações que proporcionam o erro) em todos os escalões   investigados. Estes resultados corroboram os encontrados no estudo de Pinheiro   (2006), o qual verificou a prevalência das ações de continuidade de jogo,   seguido das ações de êxito e das ações de erro. Tais dados podem ser explicados   pela fase de desenvolvimento em que os escalões iniciais se encontram, em   termos físicos e cognitivos, ainda longe das condições ideais quando comparados   aos escalões adultos, possibilitando maior número de continuidade nas ações de jogo.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">A maioria dos jogadores apresentou, igualmente, níveis de desempenho   intermediário na eficácia, assim como na tomada de decisão. Além do fato de o   voleibol ser considerado desporto de especialização tardia (Milistetd,   Mesquita, Nascimento, &amp; Sobrinho, 2010), destaca-se que a melhoria do   desempenho em tais componentes somente ocorre a partir de um longo tempo de   prática deliberada na modalidade (Baker, Cote, &amp; Abernethy, 2003), o qual   tem o potencial de contribuir para a melhora da qualidade e da velocidade na tomada de decisão, fatores que influenciam diretamente a eficácia do jogador.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">As limitações do estudo estão relacionadas a não identificação do   momento específico do jogo em que as ações aconteceram e foram avaliadas   (início do set, estar a frente do placar, etc.), o que poderia influenciar no   desempenho dos jogadores e, consequentemente na sua avaliação final. Além   disso, outros fatores (motivação, pressão competitiva, etc.) que podem influenciar no momento do jogo não foram foco de avaliação no presente estudo.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="verdana"><b>CONCLUSÕES</b></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">A descrição dos níveis de desempenho dos jogadores pertencentes aos   escalões de formação no voleibol apresentou variações nos dados relacionados   aos sexos e aos escalões, considerando cada componente do desempenho. A maioria   dos jogadores apresentou melhor desempenho nas componentes que envolvem as   posturas e os pormenores da execução técnica das ações de jogo. Por se tratar   de escalões de formação, que visam a iniciação ao desporto, os jogadores ainda   estão buscando a automatização dos movimentos técnicos, mais preocupados com as   ações específicas do que propriamente relacionando-as com o contexto geral do jogo. </font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Em última análise, de maneira geral, quando analisados todas as   componentes de forma conjunta, a maioria dos jogadores apresentou níveis   adequados de desempenho, indicando que o processo de ensino-aprendizagem-treino   está a conseguir atingir as suas metas, a partir do planeamento, execução e   avaliação. A partir da qualidade desse processo, os jogadores conseguirão   transferir, da melhor forma possível, as aprendizagens para as situações de   jogo e competição, as quais servem não somente para classificar, mas tem como   função fornecer feedback ao grupo acerca das potencialidades e fragilidades individuais e coletivas, as quais podem ser objeto de treino.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="verdana">Ressalta-se por fim, importância de desenvolver de forma conjunta todos   os aspetos relacionados ao rendimento esportivo no voleibol, levando em conta,   inclusive os contextos e inter-relações que envolvem este ambiente. Para tanto,   sugere-se que os treinadores conheçam quem são seus atletas, para a partir   disso planejar sessões de treinamento mais efetivas e adequadas às   características dos jogadores, a fim de atingir bons resultados em termos de competição e formação esportiva. </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="verdana"><b>REFERÊNCIAS</b></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Afonso, J., Garganta, J., &amp; Mesquita, I. (2012). Decision-making   in sports: the role of attention, anticipation and memory. <i>Revista Brasileira de Cineantropometria &amp;amp; Desempenho Humano</i>, <i>14</i>(5), 592–601. <a target="_blank" href="http://doi.org/10.5007/1980-0037.2012v14n5p592">http://doi.org/10.5007/1980-0037.2012v14n5p592</a></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">Afonso, J., Mesquita, I., &amp; Marcelino, R. (2008). Estudo de   variáveis especificadoras da tomada de decisão, na organização do ataque, em   voleibol feminino. <i>Revista Portuguesa de Ciências do Desporto</i>, <i>8</i>(1), 137–147.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=353446&pid=S1646-107X201600020000300002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">Baker, J., Cote, J., &amp; Abernethy, B. (2003). Sport-Specific   Practice and the Development of Expert Decision-Making in Team Ball Sports. <i>Journal of Applied Sport Psychology</i>, <i>15</i>(1), 12–25. <a target="_blank" href="http://doi.org/10.1080/10413200305400">http://doi.org/10.1080/10413200305400</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=353448&pid=S1646-107X201600020000300003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">Bianco, M. A. (2006). Capacidades Cognitivas nas modalidades desportivas   coletivas. Em D. Rose Jr (Ed.), <i>Modalidades Desportivas Coletivas</i> (pp. 24–39). Rio de Janeiro: Koogan.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=353449&pid=S1646-107X201600020000300004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">Brito, N., Fonseca, A. M., &amp; Rolim, R. (2004). Os melhores atletas   nos escalões de formação serão igualmente os melhores atletas no escalão   sénior? Análise centrada nos rankings femininos das diferentes disciplinas do   Atletismo ao longo das últimas duas décadas em Portugal. <i>Revista Portuguesa de Ciências do Desporto</i>, <i>4</i>(1), 17–28.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=353451&pid=S1646-107X201600020000300005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">Clemente, F. M., Martins, F. M. L., &amp; Mendes, R. S. (2015). Technical   Accuracy It Is Associated with Prominence Levels in Basketball? <i>Journal of Physical Education and Sport</i>, <i>15</i>(3), 400–406.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=353453&pid=S1646-107X201600020000300006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">Collet, C., Donegá, A. L., &amp; Nascimento, J. V. (2009). A organização pedagógica do   treinamento de Voleibol: um estudo de casos em equipas mirins masculinas catarinenses. <i>Motriz</i>, <i>15</i>(3), 209–218.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=353455&pid=S1646-107X201600020000300007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">Collet, C., Nascimento, J. V. do, Ramos, V., &amp; Stefanello, J. M. F.   (2010). Construction and   validation of a technical-tactical performance evaluation instrument in   volleyball. DOI: 10.5007/1980-0037.2011v13n1p43. <i>Brazilian Journal of Kinanthropometry and Human Performance</i>, <i>13</i>(1), 43–51. <a target="_blank" href="http://doi.org/10.5007/1980-0037.2011v13n1p43">http://doi.org/10.5007/1980-0037.2011v13n1p43</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=353457&pid=S1646-107X201600020000300008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">Costa, I., Garganta, J., Greco, P., Mesquita, I., Silva, B., Muller, E.,   … Seabra, A.   (2014). Analysis of Tactical Performance of Youth Soccer Players. <i>The Open Sports Sciences Journal</i>, <i>3</i>(1), 70–72. <a target="_blank" href="http://doi.org/10.2174/1875399X010030100070">http://doi.org/10.2174/1875399X010030100070</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=353458&pid=S1646-107X201600020000300009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">Côté, J., &amp; Abernethy, B. (2012). A Developmental Approach to Sport   Expertise. Em  s Murphy (Ed.), <i>The     Oxford handbook of sport and performance psychology</i> (pp. 435–447). New York, NY: Oxford University Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=353459&pid=S1646-107X201600020000300010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">Côté, J., Turnnidge, J., &amp; Evans, M. B. (2014). The dynamic process of development through sport. <i>Kinesiologia Slovenica</i>, <i>20</i>(3), 14–26.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=353461&pid=S1646-107X201600020000300011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">Figueira, F. M., &amp; Greco, P. J. (2013). Futebol: um estudo sobre a   capacidade tática no processo de ensino-aprendizagem–treinamento. <i>Revista Brasileira de Futebol</i>, <i>1</i>(2), 53–65.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=353463&pid=S1646-107X201600020000300012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">French, K. E., &amp; Thomas, J. R. (1987). The Relation off Knowledge Development   to Children’s Basketball Performance. <i>Journal of Sport Psychology</i>, <i>9</i>(1), 15–32. <a target="_blank" href="http://doi.org/10.1123/jsp.9.1.15">http://doi.org/10.1123/jsp.9.1.15</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=353465&pid=S1646-107X201600020000300013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">Gallahue, D. L., Ozmun, J. C., &amp; Goodway, J. D. (2013). <i>Compreendendo o Desenvolvimento Motor   - 7ed: Bebês, Crianças, Adolescentes e Adultos</i> (7.<sup>a</sup> ed.). Porto Alegre: ARTMED.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=353466&pid=S1646-107X201600020000300014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">Garganta, J. (2001). A análise da performance nos jogos desportivos.   Revisão acerca da análise do jogo. <i>Revista Portuguesa de Ciências do Desporto</i>, <i>1</i>(1), 57–64.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=353468&pid=S1646-107X201600020000300015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">González-Víllora, S., Serra-Olivares, J., Pastor-Vicedo, J. C., &amp; da   Costa, I. T. (2015). Review of the tactical evaluation tools for youth players, assessing the tactics in team sports: football. <i>SpringerPlus</i>, <i>4</i>(1), 1–17. <a target="_blank" href="http://doi.org/10.1186/s40064-015-1462-0">http://doi.org/10.1186/s40064-015-1462-0</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=353470&pid=S1646-107X201600020000300016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">João, P. V., Leite, N., Mesquita, I., &amp; Sampaio, J. (2010). Sex differences in discriminative power of volleyball game-related statistics. <i>Perceptual and Motor Skills</i>, <i>111</i>(3), 893–900. <a target="_blank" href="http://doi.org/10.2466/05.11.25.PMS.111.6.893-900">http://doi.org/10.2466/05.11.25.PMS.111.6.893-900</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=353471&pid=S1646-107X201600020000300017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">Matias, C. J. A. da S., &amp; Greco, P. J. (2009). Análise de jogo nos   jogos esportivos coletivos: a exemplo do voleibol. <i>Pensar a Prática</i>, <i>12</i>(3), 1–16. <a target="_blank" href="http://doi.org/10.5216/rpp.v12i3.6726">http://doi.org/10.5216/rpp.v12i3.6726</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=353472&pid=S1646-107X201600020000300018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">Menezes, R. P., &amp; Reis, H. H. B. (2010). Análise do jogo de handebol   como ferramenta para sua compreensão técnico-tática. <i>Motriz</i>, <i>16</i>(2), 458–467.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=353473&pid=S1646-107X201600020000300019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">Mesquita, I. (2004). Regulação da interferência contextual no ensino das   tarefas desportivas. <i>Revista Portuguesa de Ciências do Desporto</i>, <i>4</i>(2 supl), 76–78.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=353475&pid=S1646-107X201600020000300020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">Mesquita, I., Graça, A., Gomes, A. R., &amp; Cruz, C. (2005). Examining the   impact of a step game approach to teaching volleyball on student tactical decision making and skill execution during game play. <i>ResearchGate</i>, <i>48</i>(6), 469–492.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=353477&pid=S1646-107X201600020000300021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">Mesquita, I., Marques, A., &amp; Maia, J. (2001). A relação entre a   eficiência e a eficácia no domínio das habilidades técnicas em Voleibol. <i>Revista Portuguesa Ciências do Desporto</i>, <i>1</i>(3), 33–39.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=353479&pid=S1646-107X201600020000300022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">Milistetd, M., Mesquita, I., Nascimento, J. V., &amp; Sobrinho, A. P. de   S. (2010). 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Techniques used and   efficacy of volleyball skills in relation to gender. <i>International Journal of Performance Analysis in Sport</i>, <i>9</i>(2), 281–293.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=353488&pid=S1646-107X201600020000300027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">Pinheiro, M. (2006). <i>Análise do desempenho no jogo 2x2 em crianças e   jovens de 13-15 anos, no âmbito do projeto Gira-Vôlei</i> (Dissertação de   Mestrado). 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<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">Piras, A., Lobietti, R., &amp; Squatrito, S. (2014). Response Time,   Visual Search Strategy, and Anticipatory Skills in Volleyball Players. <i>Journal of Ophthalmology</i>, <i>2014</i>, 1–10. <a target="_blank" href="http://doi.org/10.1155/2014/189268">http://doi.org/10.1155/2014/189268</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=353492&pid=S1646-107X201600020000300029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">Prudente, J., Garganta, J., &amp; Anguera, M. T. (2004). Desenho e validação de um sistema de   observação no Andebol. <i>Revista Portuguesa Ciências do Desporto</i>, <i>4</i>(3), 49–65.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=353493&pid=S1646-107X201600020000300030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">Ramos, M. H. K. P., Nascimento, J. V., &amp; Collet, C. (2009).   Avaliação do desenvolvimento das habilidades técnico-táticas em equipas de   voleibol infantil masculino. <i>Revista Brasileira de Cineantropometria e Desempenho Humano</i>, <i>11</i>(2), 181–189.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=353495&pid=S1646-107X201600020000300031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">Rezende, A. L. G. (2003). <i>Elaboração e estudo de uma metodologia de   treinamento voltada para o desenvolvimento das habilidades táticas no futebol   de campo com base nos princípios da teoria de formação das ações mentais por   estágios idealizada por Galperin</i> (Tese de Doutorado). Faculdade de Ciências da Saúde, Universidade de Brasília, Distrito Federal, Brasil.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=353497&pid=S1646-107X201600020000300032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">Richard, J. F., Godbout, P., &amp; Gréhaigne, J. F. (2000). Students’   precision and interobserver reliability of performance assessment in team sports. <i>Research Quarterly for Exercise and Sport</i>, <i>71</i>(1), 85–91. <a target="_blank" href="http://doi.org/10.1080/02701367.2000.10608885">http://doi.org/10.1080/02701367.2000.10608885</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=353499&pid=S1646-107X201600020000300033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">Rose Jr, D., &amp; Lamas, L. (2006). Análise de jogo no basquetebol: perfil   ofensivo da Seleção Brasileira Masculina. <i>Revista Brasileira de Educação Física e Esporte</i>, <i>20</i>(3), 165–173. <a target="_blank" href="http://doi.org/10.1590/S1807-55092006000300002">http://doi.org/10.1590/S1807-55092006000300002</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=353500&pid=S1646-107X201600020000300034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">Rose Jr, D., &amp; Silva, T. A. F. (2006). As Modalidades Esportivas   Coletivas (MEC): História e Caracterização. Em D. Rose Jr (Ed.), <i>Modalidades Esportivas Coletivas</i> (pp. 1–14). Rio de Janeiro: Guanabara Koogan.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=353501&pid=S1646-107X201600020000300035&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">Valladares, N., García-Tormo, J. V., &amp; João, P. V. (2016). Analysis   of variables affecting performance in senior female volleyball World Championship 2014. <i>International Journal of Performance Analysis in Sport</i>, <i>16</i>(1), 401–410.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=353503&pid=S1646-107X201600020000300036&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="verdana"><b>Agradecimentos:    <br> </b></font><font size="2" face="verdana">Nada a declarar    <br> </font><font size="2" face="verdana"><b>Conflito de Interesses:    <br> </b></font><font size="2" face="verdana">Nada a declarar.    <br> </font><font size="2" face="verdana"><b>Financiamento:    <br> </b></font><font size="2" face="verdana">Nada a declarar</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="verdana">Artigo recebido a 20.10.2014; Aceite a 18.04.2016</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="verdana"><a name="end"></a><a href="#topo">*</a><i> Autor correspondente</i>: Campus Reitor Jo&atilde;o David Ferreira Lima. Florian&oacute;polis, SC. CEP. 88040-900. <i>E-mail</i>: <a href="mailto:ca_collet@hotmail.com">ca_collet@hotmail.com</a></font></p>      ]]></body><back>
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