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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Caracterização do perfil de jovens jogadores de futebol: uma análise das habilidades técnicas e variáveis antropométricas]]></article-title>
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<institution><![CDATA[,Universidade de São Paulo Escola de Educação Física e Esporte de Ribeirão Preto ]]></institution>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The objective of this study was to verify the anthropometric variables, biological maturation and technical characteristics of young soccer players. 151 players in the lower grades were evaluated for height, body mass and skinfold, Growth Rate Peak (PVC) and specific tests. Differences in sub-09 to under-13 for% fat were found, and under-09 to under-14 to height, body mass, fat mass and pass the wall. PVC was different between the categories under-09 to under-16. In addition, there were differences between the sub-09 to under-13 for ball driving and sub-09 to U-15 in ball control. It is concluded that the anthropometry, maturation and technical skill may be influenced by the growth and development inherent in childhood and adolescence.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[Formação esportiva]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><b><font size="2" face="verdana">ARTIGO ORIGINAL</font></b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="4" face="verdana"><b>Caracterização   do perfil de jovens jogadores de futebol: uma análise das habilidades técnicas   e variáveis antropométricas </b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="verdana"><b>Profile   characterization of young soccer players: an analysis of the technical skills   and anthropometric variables</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><font size="2" face="verdana">Luiz Guilherme Cruz   Gonçalves<sup>1,<a name="topo"></a><a href="#end">*</a></sup>; Rodrigo Leal de Queiroz Thomaz Aquino<sup>1</sup>; Hugo Tourinho Filho<sup>2</sup>; Enrico Fuini Puggina<sup>2</sup></font></b></p>     <p><font size="2" face="verdana"><sup>1</sup><i> Programa de Pós-Graduação em Reabilitação   e Desempenho Funcional, Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, USP, Ribeirão Preto, Brasil.    <br> </i></font><font size="2" face="verdana"><sup>2</sup><i> Escola de Educação Física e Esporte de Ribeirão Preto, USP, Ribeirão Preto, Brasil. </i></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>     <p><font size="2" face="verdana"><b>RESUMO</b></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">O objetivo deste   estudo foi verificar as variáveis antropométricas, maturação biológica e as   características técnicas de jovens futebolistas. 151 jogadores das categorias   de base foram avaliados para estatura, massa corporal e dobras cutâneas, Pico   de Velocidade de Crescimento (PVC) e testes específicos. Foram encontradas   diferenças de sub-09 à sub-13 para % de gordura, e sub-09 a sub-14 para   estatura, massa corporal, massa gorda e passe à parede. O PVC foi diferente   entre as categorias sub-09 a sub-16.    Ademais, diferenças foram encontradas entre o sub-09 a sub-13 para   condução de bola, e sub-09 a sub-15 no controle de bola. Conclui-se que a   antropometria, a maturação biológica e a habilidade técnica podem ser   influenciadas pelo crescimento e desenvolvimento inerentes à infância e adolescência.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"><i><b>Palavras-chaves</b></i><b>:</b> Formação esportiva; Esportes, Crescimento e Desenvolvimento.</font></p> <hr size="1" noshade>     <p><font size="2" face="verdana"><b>ABSTRACT</b></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">The objective of   this study was to verify the anthropometric variables, biological maturation   and technical characteristics of young soccer players. 151 players in the lower   grades were evaluated for height, body mass and skinfold, Growth Rate Peak   (PVC) and specific tests. Differences in sub-09 to under-13 for% fat were   found, and under-09 to under-14 to height, body mass, fat mass and pass the   wall. PVC was different between the categories under-09 to under-16. In   addition, there were differences between the sub-09 to under-13 for ball   driving and sub-09 to U-15 in ball control. It is concluded that the   anthropometry, maturation and technical skill may be influenced by the growth and development inherent in childhood and adolescence.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"><i><b>Keywords</b></i><b>:</b> Sports training; Sports, Growth and Development.</font></p> <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="3" face="verdana"><b>INTRODUÇÃO</b></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">O futebol ocupa um lugar importante na cultura esportiva mundial entre   crianças e jovens das mais diversas classes sociais e culturais. Muito   provavelmente isso é resultado da sua popularidade entre os adultos e da sua   universalidade da prática (Ramos, 2003). Fato evidenciado no Brasil com maior   intensidade devido a aspectos como a grande miscigenação do seu povo e sua   história vitoriosa no cenário mundial, transformando o futebol em uma identidade nacional.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Em relação a esse esporte, considera-se a imprevisibilidade e   aleatoriedade das ações características predominantes em seu jogo. De modo que   os aspectos físicos, táticos, psicológicos e técnicos se inter-relacionam e   exercem influência mútua durante uma partida de futebol, tornando-o um sistema complexo (Guimarães &amp; Paoli, 2013).</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Atrelada a essa complexidade, fatores como a necessidade elaborada da   consciência corporal, direcional e espacial, sincronia, ritmo e sequência de   movimentos (Gallahue, 2000) exigidos na execução das ações requeridas no jogo   de futebol podem ser variáveis explicativas para a dificuldade de aprendizagem   dos jovens jogadores de futebol, principalmente quando estão no processo de crescimento e desenvolvimento. </font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Associado a tais dificuldades na aprendizagem, verifica-se que a   variação individual no processo de crescimento e desenvolvimento interfere na   maturação biológica dos jovens. Desta maneira, o estado maturacional difere   mesmo quando comparados indivíduos com a mesma idade cronológica (Villar &amp;   Zuhl, 2006). De modo que o desempenho no futebol, assim como em outras   modalidades esportivas, sofre influência da maturação e, portanto, observa-se a   necessidade de investigação de como os jovens jogadores de futebol se desenvolvem ao longo dos anos.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">A literatura tem investigado o desenvolvimento dos jovens jogadores por   meio da análise de variáveis antropométricas, do estado de maturação e das   habilidades motoras específicas do futebol. Malina e Bouchard (2004)   acompanharam o comportamento das variáveis antropométricas em jovens atletas do   sexo masculino, onde verificaram um aumento da massa corporal e estatura com o   avanço da idade cronológica. Além de observarem que a massa adiposa (% de   gordura) permanece equilibrada durante a fase da adolescência. Em relação à   maturação, verifica-se que o PVC máximo ocorre na idade média de 14 anos para   os jogadores do sexo masculino (Mirwald, Baxter-Jones, Bailey, &amp; Beunen, 2002).</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">No que refere-se ao desempenho técnico, autores têm analisado as   habilidades motoras específicas do futebol por meio de testes específicos, como   controle de bola, chute, condução de bola e passe (Federação Portuguesa de   Futebol [FPF], 1986; Figueiredo, 2001; Kiekendall, Gruber, &amp; Johnson, 1987;   Malina et al., 2005; Seabra, Maia, &amp; Garganta, 2001; Vaeyens et al., 2006;   Valente-dos-Santos et al., 2012), verificando variabilidade nos resultados principalmente na idade entre 11 e 14 anos.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Apesar do Brasil ser reconhecido internacionalmente por apresentar   jogadores de futebol com elevada capacidade técnica (Miranda, Antunes, Pauli,   Puggina, &amp; da Silva, 2013), percebe-se escassez de estudos que   investigam o comportamento dos aspectos técnicos com uma amostra nacional. Além   disso, se faz necessário mais estudos sobre variáveis antropométricas,   maturacionais e técnicas no decorrer das diferentes categorias de formação,   verificando possíveis alterações e interações entre os fatores de crescimento, maturação e técnico. </font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Ademais, informações pertinentes ao processo de desenvolvimento   antropométrico, maturacional e técnico podem contribuir para ampliação do   conhecimento de maneira aplicada, ajudando treinadores e cientistas do esporte na obtenção de referenciais nesta temática ao longo das categorias de formação.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Com base no exposto, o objetivo do presente estudo foi avaliar e   comparar as variáveis antropométricas, maturação biológica e as características   técnicas de jovens jogadores brasileiros de futebol ao longo de diferentes faixas etárias.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="verdana"><b>MÉTODO</b></font></p>     <p><font size="2" face="verdana"><b>Participantes</b></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Foram estudados 151 atletas divididos em nove diferentes categorias,   Sub-9 (n= 09), Sub-10 (n= 13), Sub-11 (n= 13), Sub-12 (n= 19), Sub-13 (n= 21),   Sub-14 (n= 21), Sub-15 (n= 14), Sub-16 (n= 18), Sub-17 (n= 24) pertencentes a   uma escola de futebol de um clube profissional de futebol do interior do estado   de São Paulo - Brasil, na qual disputavam competições a nível regional. Como   critério de inclusão foi adotado a prática de no mínimo um ano ininterrupto de   treinamento no futebol, para minimizar a variabilidade entre os participantes do estudo.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Este estudo foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa do Hospital   das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São   Paulo, sob parecer nº. 711.038. Todos os responsáveis pelos participantes   assinaram um termo de consentimento livre e esclarecido informando os procedimentos e objetivos do estudo.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"><b>Instrumentos e Procedimentos</b></font></p>     <p><font size="2" face="verdana"><i>Antropometria</i></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Foram realizadas medidas da estatura (m), massa corporal (kg) e dobras   cutâneas por meio dos seguintes procedimentos: estatura alongada através da   utilização de um estadiômetro <i>Sanny</i><sup>®</sup> com precisão de 1 cm e   medida máxima de 2,20m e massa corporal foi mensurada com uma balança digital com precisão de 100 g, modelo 2096 da marca <i>Toledo</i><sup>®</sup>. </font></p>     <p><font size="2" face="verdana"><i>Composição Corporal</i></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Para realização da medida da gordura corporal, foram utilizados um   adipômetro científico da marca <i>Sanny</i><sup>®</sup> e o modelo   antropométrico multicomponente para cálculo simultâneo da massa de gordura (MG)   e % de gordura de Machado (2009). As dobras cutâneas triciptal, supraíliaca,   abdominal vertical, coxa medial e os perímetros de braço relaxado e coxa medial   foram avaliados de forma rotacional ou sequencial, sendo a mediana de três avaliações utilizada para os cálculos.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="verdana"><i>Maturação Biológica </i></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">A maturação biológica foi determinada em anos pelo PVC proposta   por Mirwald, Baxter-Jones, Bailey, e Beunen (2002). O estabelecimento da   maturação foi mensurado por meio de uma fórmula específica para homens, na qual   corresponde à distância, em anos, a que um indivíduo se encontra do PVC. O valor deve ser positivo (extrapolando o PVC) ou negativo (não superando o PVC).</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"><i>Testes de habilidades motoras específicas do futebol</i></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">O protocolo de cada teste foi explicado previamente aos jovens jogadores   de futebol avaliados. Os testes de habilidades motoras especificas do futebol   foram baseados em dois autores Kiekendall, Gruber, e Johnson (1987) e FPF   (1986): passa à parede, controle de bola, condução de bola e chute. Todos os   testes foram realizados no mesmo local, dia e horário de treinamento dos   jovens. Previamente ao início dos testes foi realizado um aquecimento padrão.   Os testes foram realizados em formato de circuito, adotando a mesma sequência descrita acima, e também houve períodos de recuperação entre os testes. </font></p>     <p><font size="2" face="verdana">O protocolo de operacionalização do teste passe à parede é composto por   um desenho de um quadrado na parede, com 1.22m de altura (a partir do solo) e   2.44m de largura, e, no solo, foi determinada uma área à uma distância de 1.83m   da parede, demarcado com 4 cones em formato de retângulo de 4.23m de   comprimento por 1.83m de largura. O jovem atleta foi posicionado dentro do   retângulo, iniciando o teste através de um estímulo sonoro do avaliador. A   prova consistia em realizar a máxima quantidade de toques na parede em 20   segundos. Porém, cada vez que o jovem errava a área alvo, era descontado um   toque do total alcançado, o mesmo ocorreria quando o participante fazia o passe   fora da área demarcada no solo ou quando pegava a bola com a mão. Foram   realizadas três tentativas, sendo considerada a melhor pontuação (Kiekendall et al., 1987). </font></p>     <p><font size="2" face="verdana">O processo de execução do teste de controle de bola é constituído por um   espaço de 9 x 9m. Onde, posicionou-se o executante dentro do quadrado e com o   estímulo sonoro do avaliador dado, abriu-se a contagem dos toques. Porém, a   interrupção da contagem acontecia quando: a bola tocava ao solo ou executante   saiu do respectivo quadrado. Foram adotadas duas tentativas e foi determinada a maior quantidade de toques como o melhor resultado (FPF, 1986).</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">O procedimento de realização do teste de condução de bola é formado a   partir do posicionamento do executante ao lado do primeiro cone, logo, que o   examinador deu o estímulo sonoro, o jovem jogador de futebol tinha o objetivo   de conduzir a bola o mais rápido possível no percurso com o formato de um “M”.   Em um quadrado de 9 x 9m e um cone no meio do quadrado, caso o jogador   derruba-se algum dos 5 cones, esse deveria parar para levantar e prosseguir o   teste. Ao final, se o participante deixar algum cone fora da marca, ele seria   eliminado. Foram realizadas duas tentativas, levando em considerando o menor   tempo como o melhor resultado (FPF, 1986).  </font></p>     <p><font size="2" face="verdana">O formato de aplicação do teste do chute é feito com o início no   posicionamento do jovem jogador de futebol com a bola a 9 metros das traves,   tendo como objetivo chutar a bola para que a mesma atinja um dos alvos, de   acordo com a pontuação respetiva: 1 ponto (espaço central), 2 pontos (espaço   central superior), 3 pontos (retângulos laterais), 5 pontos (quadrados   superiores laterais). Se a bola batesse na trave ou ia para fora do gol era   contado como 0 ponto. O gol tinha as dimensões de 2m de altura por 3m de   largura. Se a bola alcançasse-se a fita que dividia os espaços, seria   considerada a maior área de pontuação. Buscou-se obter a maior pontuação, considerando a soma de cinco tentativas (FPF, 1986). </font></p>     <p><font size="2" face="verdana"><b>Análise estatística</b></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Os resultados foram descritos em média e desvio padrão e tratados   utilizando-se dos pacotes estatísticos <i>Graph-Pad Instat<sup>®</sup> </i>e<i>   Prism<sup>®</sup></i> (La Jolla, EUA). Para caracterização da amostra –   comparação entre as médias da antropometria, composição corporal, maturação   biológica e os testes das habilidades motoras especificas do futebol entre as   categorias, determinando as diferenças encontradas entre as faixas etárias. A   distribuição normal dos dados foi verificada pelo teste de <i>Shapiro-Wilk</i>.   Foi utilizado o teste de <i>one-way anova</i> para possíveis diferenças,   seguido, quando necessário, do pós-teste de <i>Tukey-Kramer</i>. O nível de significância utilizado foi de 5%.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="verdana"><b>RESULTADOS</b></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Os resultados antropométricos, composição corporal e maturação biológica   foram comparados para verificar a existência de diferenças entre as categorias   que compuseram este estudo. </font></p>     <p><font size="2" face="verdana">A <a href="/img/revistas/mot/v12n2/12n2a05t1.jpg">Tabela 1</a> está evidenciando a descrição e comparação dos valores,   representados por média e desvio padrão, entre todas as categorias. Foram   analisadas seis variáveis, sendo relacionadas à idade cronológica, antropometria, composição corporal e maturação biológica.</font></p>     
<p><font size="2" face="verdana">Em geral, as medidas de estatura e massa corporal aumentam de forma   progressiva e contínua à medida que os jovens atletas se tornam mais velhos,   especificamente, da categoria sub-9 até a categoria sub-14. Por outro lado, aos   15 anos há um platô das medidas dessas variáveis antropométricas, portanto, não   se pode dizer que existe elevação significativa desde a primeira categoria até a última investigada nesse estudo.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Em relação a variável PVC, obteve-se diferença significante entre o   sub-9 ao sub-16, percebendo que as mudanças da maturação biológica ocorrem até   os 16 anos, e acima dessa idade, os valores se tornam positivos, ocorrendo à estabilização desta variável até a última categoria (sub-17).</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Percebe-se que a dinâmica das variáveis massa gorda e % de gordura segue   aumentando desde a categoria sub-9 até o sub-13 e, após o sub-14 há uma   diminuição e manutenção dos resultados até a categoria sub-17, ou seja, a   medida que os jovens ficam mais velhos até os 14 anos, eles ficam com maior   massa gorda, porém esse quadro se inverte depois dessa idade, os mesmos   emagrecem e permanecem com os mesmos valores das variáveis massa gorda e % de gordura.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Os dados coletados a partir dos testes específicos para as habilidades   técnicas foram realizados em todos os jovens jogadores de futebol nas nove   diferentes categorias: sub-9, sub-10, sub-11, sub-12, sub-13, sub-14, sub-15,   sub-16 e sub-17. A <a href="/img/revistas/mot/v12n2/12n2a05t2.jpg">Tabela 2 </a>mostra os dados descritivos, representados por média e desvio padrão.</font></p>     
<p><font size="2" face="verdana">Os resultados dos testes das habilidades motoras específicas do futebol   foram comparados para verificar a existência de diferenças entre todas as categorias (<a href="/img/revistas/mot/v12n2/12n2a05f1.jpg">Figura 2</a>).</font></p>     
<p><font size="2" face="verdana">Pode-se observar adaptações e melhoras no desempenho do teste de passe à   parede (<a href="/img/revistas/mot/v12n2/12n2a05f1.jpg">Figura 1</a> – A) entre as categorias sub-9 à sub-14. Uma vez que, após   esse período chave de aprendizagem da capacidade técnica em especial (passe) acontece à manutenção dos resultados até a categoria sub-17.</font></p>     
]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="verdana">A mudança nos resultados frente à melhora do desempenho no teste de   controle de bola ocorre do sub-9 até o sub-15 (<a href="/img/revistas/mot/v12n2/12n2a05f1.jpg">Figura 1</a> – B). Um período em que   pode-se verificar que há melhora dos dados de forma gradativa até o sub-15 e,   logo nas categorias seguintes parece haver a manutenção do rendimento nessa habilidade técnica. </font></p>     
<p><font size="2" face="verdana">Novamente, o período em que acontece a melhora dos resultados do teste   de condução de bola (<a href="/img/revistas/mot/v12n2/12n2a05f1.jpg">Figura 1</a> – C) é parecido com os demais testes, isto é, o   momento em que ocorre aperfeiçoamento do desempenho na condução de bola é entre   sub-9 e o sub-13, acontecendo uma redução do tempo dos resultados de forma   progressiva até os 13 anos. Desta maneira, no sub-14 até a o sub-17 parece não   existir evolução no rendimento técnico, podendo observar que o desempenho do sub-14 e sub-17 são semelhantes.</font></p>     
<p><font size="2" face="verdana">No que se refere aos valores médios do teste de chute (<a href="/img/revistas/mot/v12n2/12n2a05f1.jpg">Figura 1</a> – D),   não foram encontradas diferenças significantes quando comparadas às diferentes categorias.</font></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="verdana"><b>DISCUSSÃO</b></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">O principal achado desse estudo foi com relação às análises dos testes   para as habilidades motoras específicas do futebol na qual pode-se verificar   que há uma evolução na medida que se vai progredindo na categoria até,   aproximadamente os 14 anos, já que, após esta categoria é possível observar uma   estabilização do desempenho técnico até os 17 anos. Especificamente, para o   teste de passe à parede a melhora dos resultados acontece de forma progressiva   até os 14 anos, já para o teste de controle de bola os ganhos verificam-se até   o sub-15 e, para o teste de condução de bola os incrementos dos valores ocorrem   até os 13 anos, entretanto, o teste de chute é a única exceção quando comparado   aos demais testes, ou seja, o teste de chute não segue uma dinâmica de melhora do desempenho com o aumento da idade cronológica.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Uma limitação prática vista sobre esse teste do chute foi o fato de que   os jovens atletas com níveis positivos de PVC, acima da categoria sub-15,   buscavam os alvos com pontuações mais elevadas, porém o que acontecia era que   esses apresentavam os maiores índices de erro, como chutes para fora do gol,   obtendo pontuação igual à zero. Já os jovens atletas com níveis negativos de   PVC, abaixo da categoria sub-15, buscavam alvos teoricamente mais fáceis,   obtendo uma pontuação não tão alta, porém uniforme. Contudo, pode-se discutir sobre a característica estrutural deste teste na avaliação do chute.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Os resultados obtidos nos testes das habilidades motoras específicas do   futebol podem ser explicados por um conjunto de fatores que influenciam no   desenvolvimento do aprendizado técnico da modalidade em questão, sendo eles: a   idade cronológica, a maturação biológica, desempenho atlético e as variáveis antropométricas (Dias, 2007). </font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Os dados deste estudo corroboram com os estudos de Abreu (2008) e Dias   (2007) onde indicam que, o desenvolvimento do processo de formação e preparação   esportiva aliado ao avanço da idade cronológica, favorece a melhora dos resultados dos testes de habilidade motora no futebol. </font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Também foi possível detectar essa concordância no estudo de Malina,   Ribeiro, Aroso, e Cumming (2007) com jovens jogadores de futebol dos 13 aos 15   anos, onde foi identificado que o estado maturacional e a resistência aeróbia   contribuem de forma positiva sobre a pontuação e o tempo nos testes das   habilidades motoras específicas do futebol. Por outro lado, a estatura   apresenta contribuição negativa para o desempenho técnico. Ou seja, estas três   variáveis juntas são responsáveis por 29% de variação nos resultados da capacidade técnica.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="verdana">O estudo de Valente-dos-Santos et al. (2012) corrobora com os resultados   encontrados neste estudo, onde os autores analisaram o perfil de jovens jogadores   de futebol por meio da avaliação da idade cronológica, antropometria, maturação   e dos testes das habilidades motoras específicas do futebol em diferentes   categorias, verificando que os valores do desempenho técnico melhoram com o avanço da idade cronológica e do estado maturacional.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">No presente estudo, de maneira geral, observou-se variabilidade nos   resultados das habilidades motoras específicas do futebol, com exceção ao teste   de chute, entre as idades de 11 a 14 anos. Esse fato associa-se as mudanças no   estado de maturação marcadas por essa fase. O mesmo não acontece nas categorias   acima de 14 anos, grupos esses pertencentes quase que exclusivamente por   indivíduos pós-púberes (Dias, 2007). Além disso, pode-se justificar tal   variabilidade por aspectos individuais, como o talento esportivo e a aptidão motora para a modalidade (Williams &amp; Reilly, 2000).</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Por outro lado, segundo Horta (2003) o estado de maturação parece ser   independente da habilidade técnica no futebol, ou seja, o indivíduo pós-púbere   não necessariamente apresenta melhores resultados nos testes das habilidades   motoras específicas do futebol em relação aos indivíduos pré-púberes e púberes, o que não corrobora com os dados do presente estudo.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Além dos fatores citados, existem uma série de elementos que influenciam   no desenvolvimento das habilidades motoras do futebol durante a formação dos   esportistas, como o conteúdo do treinamento, a oportunidade da prática   deliberada/especializada e o seu respectivo tempo, perfil dos atletas,   motivação, marcadores genéticos, aparecimento de lesões, além das mudanças   biopsicossociais que estas crianças e adolescentes estão passando durante essa   fase da vida (Morris, 2000; Williams &amp; Franks, 1998; Williams &amp; Reilly, 2000).</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Além disso, outros elementos podem explicar as mudanças no desempenho   técnico que ocorrem ao longo das categorias e até mesmo dentro das próprias   categorias, tais como: as diferenças individuais no tempo e ritmo de maturação   do controle neural e nos processos perceptivo-cognitivos (pe. antecipação e estratégias de busca visual) (Morris, 2000).</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">No tocante do processo de desenvolvimento das habilidades técnicas ao   longo das categorias de formação, Martin (1982) verificou que o período entre 6   aos 14 anos parece ser o mais sensível para o desenvolvimento do gesto motor,   pois ocorre uma grande evolução na coordenação e controle motor. Ademais, entre   10 e 14 anos o principal foco no treinamento deve estar na continuidade da   aprendizagem e no aperfeiçoamento das habilidades técnicas (Barbanti, 2001;   Martin, 1982). Por consequência, esse é o período ideal para desenvolver as   habilidades motoras complexas (FPF, 1986; Gallahue &amp; Ozmun, 1995; Weineck, 1999) próximas às exigências da modalidade esportiva em questão.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Logo, observou-se nos resultados deste estudo um panorama de evolução no   desempenho técnico entre as faixas etárias dos 9 aos 14 anos, o que corrobora com o período sensível supracitado no estado de Martin (1982).</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Em relação à estatura e a massa corporal, o presente estudo encontrou   resultados semelhantes aos encontrados na literatura específica desta temática   (Abreu, 2008; Dias, 2007; Moore, Moore, Klentrou, Sullivan, &amp; Falk, 2010;   Neves, 2010; Valente-dos-Santos et al., 2012; Vandendriessche et al., 2012;   Vänttinen, Blomqvist, Nyman, &amp; Häkkinen, 2011). As medidas antropométricas   parecem ser semelhantes, independente da nacionalidade. O aumento da estatura e   da massa corporal são processos normais durante o crescimento e desenvolvimento humano.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Além de que, o aumento da massa corporal tende a seguir a mesma   amplitude da curva do aumento em estatura. Assim, esse acréscimo da massa   corporal é motivado pelo incremento da estatura e também da massa muscular (Malina &amp; Bouchard, 2004).</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Peña Reyes e Malina (2004) ainda sugerem que a massa corporal aumenta de   acordo com o avanço do estado maturacional, ou seja, à medida que o jovem pré-púbere passa a ser púbere e pós-púbere.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="verdana">Quanto à maturação biológica, no estudo de Neves (2010) verificou-se que   os resultados médios dos jovens jogadores de futebol portugueses com idades de   13-14 anos estavam a -1,37 anos do PVC. Por outro lado, Abreu (2008) mostra   média referente à maturação biológica de, também, jovens jogadores de futebol   portugueses que apresentavam faixa etária entre 13 e 14 anos estavam a -0,35   anos do PVC. Desse jeito, o estudo de Abreu (2008) corrobora com os achados deste estudo em contrapartida do estudo de Neves (2010).</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">De maneira sumarizada, a literatura e os resultados encontrados no   presente estudo mostram que nas idades abaixo dos 14 anos há valores negativos   e acima dos 14 anos observa-se valores positivos para o PVC, ou seja, conforme   aumenta a idade cronológica, aumentam também os valores do PVC. Nesse sentido,   na idade média de 14 anos para os sujeitos do sexo masculino normalmente ocorre o PVC (Mirwald et al., 2002). </font></p>     <p><font size="2" face="verdana">No que diz respeito às variáveis de massa gorda e % de gordura, no   estudo de Valente-dos-Santos et al. (2012) investigaram as diferentes   características de jovens jogadores de futebol portugueses de sete diferentes   faixas etárias, dos 11 até os 17 anos. Os resultados referentes à massa livre   de gordura ou massa gorda foram semelhantes em alguns pontos e divergentes em   outros. Na idade de 11 anos os resultados foram semelhantes, já nas idades de   12 e 13 anos verificou-se que os valores estavam abaixo do que foram   apresentados neste estudo. Dos 14 até os 17 anos houve um aumento no estudo de   Valente-dos-Santos et al. (2012), por outro lado, neste estudo, ocorreu um decréscimo. </font></p>     <p><font size="2" face="verdana">No estudo de Vänttinen, Blomqvist, Nyman, e Häkkinen (2011) observou-se   que os resultados referentes à % de gordura são inferiores em todas as   categorias quando comparado com os encontrados no presente estudo. Entretanto,   foi verificado que há um aumento dos valores da % de gordura entre a idade de   11 até os 14 anos e logo em seguida há um decréscimo dos valores até a idade de 17 anos, como foi visto nos resultados deste estudo.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Nikolaidis &amp; Karydis (2011) analisou a composição corporal que   ocorre na adolescência, a amostra foi constituída de adolescentes gregos, todos   pertenciam a clubes de futebol, e foram classificados em nove grupos de idade,   ou seja, desde o sub-12 até o sub-21, entretanto, para discussão com os   resultados do presente estudo, utilizou-se apenas os valores respectivos até a   categoria sub-17. Os resultados obtidos na massa gorda foram semelhantes aos   encontrados no presente estudo em relação a categoria sub-12. Quando analisados   os valores das categorias sub-13 à sub-17, obteve-se médias superiores a que   foram constatados neste estudo. Já em relação a % de gordura se observou   mudanças de acordo com a faixa etária, ou seja, há variabilidade entre a comparação dos dados de cada categoria. </font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Diante dos resultados encontrados, percebe-se que há um aumento da massa   gorda e da % de gordura até os 13 anos e diminuição até os 15 anos, quase   estabilizando os valores até a última idade (17 anos). Esse processo pode ser   elucidado pela repleção energética, onde ocorre o armazenamento da gordura para   que logo em seguida seja utilizada na fase do pico de estirão do crescimento (Lacerda &amp; Accioly, 2003).</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Os resultados deste estudo mostraram que a massa gorda foi reduzida e   praticamente estabilizada após os 13 anos, resultado que pode ser explicado   pela possibilidade do rápido aumento da estatura e pelo incremento dos níveis   de secreção de testosterona, ao mesmo tempo em que pudesse ter aumentado a   massa magra, por consequência, havendo aumento da massa corporal. Uma das   características da testosterona é favorecer a diminuição da síntese de triglicerídeos (Arslanian &amp; Suprasongsin, 1997).</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Portanto, existem diversos fatores, sejam eles do tipo tático, técnico,   físico/fisiológico e psicológico que implicam na identificação, seleção e   promoção de talentos esportivos. Às vezes, profissionais cometem o erro no   momento da seleção do talento chamar-se a atenção apenas para o aspecto   maturacional e não realmente para as demais capacidades, por exemplo, técnico-táticas (Malina, 2003).</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Nesse sentindo, visto a natureza complexa, hierárquica, adaptativa e   dinâmica a qual caracteriza-se o futebol, entende-se que os jogadores devem   possuir uma formação polivalente, interligando os aspectos táticos-técnicos, físicos-fisiológicos e psicológicos (Paoli, Silva, &amp; Soares, 2013). </font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Com isso, o desenvolvimento do talento é dependente de multifatores   relacionados com o processo esportivo, porém, é de extrema valia o   acompanhamento de um treinamento a longo prazo de forma sistemática, orientada e pedagógica (Weineck, 1999). </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="verdana">Assim, o talento mesmo possuindo características/desempenho acima da   média comprovada para aquele grupo de atletas observados, ainda se faz   necessário o processo de desenvolvimento para que o talento se torne uma   comprovação da expectativa que fora criada no momento da seleção, pois sabe-se   que o talento é uma parte limita do desenvolvimento do aprendizado de uma   habilidade, uma vez que o nível de desempenho está intimamente ligada com o   tempo e a qualidade do treinamento, ou seja, muitos anos de treino são   necessários para alcançar o alto rendimento (Ericsson, Krampe, &amp; Tesch-romer, 1993). </font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Nessa perspectiva, o objetivo dos clubes em ter categorias de formação é   proporcionar aos seus jovens atletas um momento de aperfeiçoamento em todas as   capacidades. Entender e desenvolver diretrizes a serem seguidas por seus   atletas dentro do clube. Por meio do ensino-aprendizagem-treinamento dos gestos   motores, estimulação e conscientização tática, desenvolvimento da condição   física e transparecendo uma conduta ética/educacional/moral alinhada com a   filosofia do clube. Portanto, os treinadores deveram equilibrar os conteúdos do   treinamento dentro e fora de campo para possibilitar o progresso de maneira harmônica de todas as capacidades (Williams &amp; Reilly, 2000).</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="verdana"><b>CONCLUSÕES</b></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Com base na análise dos dados, pode-se concluir que há evidências de que   ocorrem mudanças antropométricas e evolução na capacidade técnica ao longo da   adolescência, por isso, a exigência de entendimento desse assunto por parte dos   profissionais do esporte é de extrema relevância na hora de transmitir suas   instruções aos seus atletas a partir do conhecimento teórico na aplicação   prática sobre as mudanças que norteiam durante essa fase da vida,   principalmente em relação às questões de crescimento, desenvolvimento e estado   de maturação. A fim de melhorar as interações entre o jovem atleta e o seu treinador e aperfeiçoar o processo de formação esportiva.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Por fim, considera-se fundamental a investigação relativa às crianças e   jovens esportistas, cujo objetivo esteja no entendimento do comportamento multifatorial que envolve a prática esportiva.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="verdana"><b>REFERÊNCIAS</b></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">Abreu, A. F. R. (2008). <i>Selecção desportiva de jovens futebolistas.   Estudo com a selecção sub-14 da Associação de Futebol de Coimbra</i> (Dissertação de Mestrado em Treino Desportivo para Crianças e Jovens).   Faculdade de Ciências do Desporto e Educação Física, Universidade de Coimbra, Coimbra.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=353840&pid=S1646-107X201600020000500001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">Arslanian, S., &amp; Suprasongsin, C. (1997). Testosterone treatment in   adolescents with delayed puberty: changes in body composition, protein, fat,   and glucose metabolism. <i>The Journal of Clinical Endocrinology and Metabolism</i>, <i>82</i>(10), 3213–3220. <a target="_blank" href="http://doi.org/10.1210/jcem.82.10.4293">http://doi.org/10.1210/jcem.82.10.4293</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=353842&pid=S1646-107X201600020000500002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">Barbanti, V. J. (2001). <i>Treinamento físico: bases científicas</i> (3.<sup>a</sup> ed.). São Paulo: CLR Balieiro.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=353843&pid=S1646-107X201600020000500003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">Dias, N. M. M. (2007). <i>Maturação sexual, morfologia e aptidão   desportivo-motora em jovens futebolistas do escalão de infantis. Validade   concorrente entre a pilosidade púbica auto-percepcionada e avaliada por um   perito</i> (Dissertação de Mestrado em Treino Desportivo para Crianças e   Jovens). Faculdade de Ciências do Desporto e Educação Física, Universidade de Coimbra, Coimbra.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=353845&pid=S1646-107X201600020000500004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">Ericsson, K. A., Krampe, R. T., &amp; Tesch-romer, C. (1993). The role of deliberate practice in the acquisition of expert performance. <i>Psychological Review</i>, <i>100</i>(3), 363–406. <a target="_blank" href="http://doi.org/10.1037/0033-295X.100.3.363">http://doi.org/10.1037/0033-295X.100.3.363</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=353847&pid=S1646-107X201600020000500005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">Federação Portuguesa de Futebol. (1986). <i>Habilidades e destrezas do futebol: os skills do futebol</i>. Lisboa: Federação Portuguesa de Futebol.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=353848&pid=S1646-107X201600020000500006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">Figueiredo, A. (2001). <i>Efeitos da selecção dimensional e funcional em   jogadores de futebol infantis e iniciados, segundo o tempo de permanência no   escalão</i> (Dissertação de Mestrado em Ciências da Actividade Física   (Biocinética)). Faculdade de Ciências do Desporto e Educação Física, Universidade de Coimbra, Coimbra.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=353850&pid=S1646-107X201600020000500007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">Gallahue, D. L. (2000). Educação Física desenvolvimentista. <i>Cinergis</i>, <i>1</i>(1), 7–17.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=353852&pid=S1646-107X201600020000500008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">Gallahue, D. L., &amp; Ozmun, J. C. (1995). <i>Understanding motor development: infants, children, adolescents, adults</i> (3.<sup>a</sup> ed.). Iwoa: Benchmark.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=353854&pid=S1646-107X201600020000500009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">Guimarães, M. B., &amp; Paoli, P. B. (2013). O treinamento técnico por   posição no futebol: as especificidades na percepção dos técnicos de categorias   de base do futebol mineiro. <i>Revista Brasileira de Futebol</i>, <i>4</i>(1), 42–53.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=353856&pid=S1646-107X201600020000500010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">Horta, L. (2003). <i>Factores de predição do rendimento desportivo em   atletas juvenis de futebol</i> (Tese de Doutoramento). Faculdade de Medicina, Universidade do Porto, Porto.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=353858&pid=S1646-107X201600020000500011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">Kiekendall, D., Gruber, J., &amp; Johnson, R. (1987). <i>Measurement and   evaluation for physical educators</i> (2.<sup>a</sup> ed.). Champaign Ilinois: Human Kinetics.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=353860&pid=S1646-107X201600020000500012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">Lacerda, E. M. A., &amp; Accioly, E. (2003). Alimentação do pré-escolar e escolar.   Em E. Accioly, C. Saunnders, &amp; E. M. A. Lacerda (Eds.), <i>Nutrição em obstetrícia e pediatria</i> (pp. 369–382). São Paulo: Cultura Médica.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=353862&pid=S1646-107X201600020000500013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">Machado, D. R. L. (2009). <i>Análise multivariada da composição corporal   em jovens esportistas e não esportistas</i> (Tese de Doutoramento em Educação   Física). Escola de Educação Física e Esporte, Universidade de São Paulo, São Paulo.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=353864&pid=S1646-107X201600020000500014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">Malina, R. M. (2003). Growth and maturity status of young soccer   (football) players. Em T. Reilly &amp; M. Williams (Eds.), <i>Science and Soccer</i> (pp. 287–306). London: Routledge.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=353866&pid=S1646-107X201600020000500015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">Malina, R. M., &amp; Bouchard, C. (2004). <i>Growth, maturation and physical activity</i> (2.<sup>a</sup> ed.). Champagn, IL: Human Kinetics.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=353868&pid=S1646-107X201600020000500016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">Malina, R. M., Cumming, S. P., Kontos, A. P., Eisenmann, J. C., Ribeiro,   B., &amp; Aroso, J. (2005). Maturity-associated variation in sport-specific skills   of youth soccer players aged 13-15 years. <i>Journal of Sports Sciences</i>, <i>23</i>(5), 515–522. <a target="_blank" href="http://doi.org/10.1080/02640410410001729928">http://doi.org/10.1080/02640410410001729928</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=353870&pid=S1646-107X201600020000500017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">Malina, R. M., Ribeiro, B., Aroso, J., &amp; Cumming, S. P. (2007).   Characteristics of youth soccer players aged 13–15&#8197;years classified   by skill level. <i>British Journal of Sports Medicine</i>, <i>41</i>(5), 290–295. <a target="_blank" href="http://doi.org/10.1136/bjsm.2006.031294">http://doi.org/10.1136/bjsm.2006.031294</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=353871&pid=S1646-107X201600020000500018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">Martin, D. (1982). Die leistungsfähigkeit und entwicklung derkinder als grundlage für den sportlichen leistungsaufbau. <i>Beiheft zu Leistungssport</i>, <i>8</i>(2), 47–64.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=353872&pid=S1646-107X201600020000500019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">Miranda, R. E. E. P. C., Antunes, H. K. M., Pauli, J. R., Puggina, E.   F., &amp; da Silva, A. S. R. (2013). Effects of 10-week soccer training program on   anthropometric, psychological, technical skills and specific performance   parameters in youth soccer players. <i>Science &amp; Sports</i>, <i>28</i>(2), 81–87. <a target="_blank" href="http://doi.org/10.1016/j.scispo.2012.02.005">http://doi.org/10.1016/j.scispo.2012.02.005</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=353874&pid=S1646-107X201600020000500020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">Mirwald, R. L., Baxter-Jones, A. D. G., Bailey, D. A., &amp; Beunen, G.   P. (2002). An assessment of maturity from anthropometric measurements. <i>Medicine and Science in Sports and Exercise</i>, <i>34</i>(4), 689–694.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=353875&pid=S1646-107X201600020000500021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">Moore, S. A., Moore, M., Klentrou, P., Sullivan, P., &amp; Falk, B.   (2010). Maturity status in male child and adolescent athletes. <i>The Journal of Sports Medicine and Physical Fitness</i>, <i>50</i>(4), 486–493.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=353877&pid=S1646-107X201600020000500022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">Morris, T. (2000). Psychological characteristics and talent   identification in soccer. <i>Journal of Sports Sciences</i>, <i>18</i>(9), 715–726. <a target="_blank" href="http://doi.org/10.1080/02640410050120096">http://doi.org/10.1080/02640410050120096</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=353879&pid=S1646-107X201600020000500023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">Neves, J. M. P. (2010). <i>Caracterização multidimensional de jogadores   de futebol com 13-14 anos</i> (Dissertação de Mestrado em Treino Desportivo   para Crianças e Jovens). Faculdade de Ciências do Desporto e Educação Física, Universidade de Coimbra, Coimbra.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=353880&pid=S1646-107X201600020000500024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">Nikolaidis, P. T., &amp; Karydis, N. V. (2011). Physique and body composition in   soccer players across adolescence. <i>Asian Journal of Sports Medicine</i>, <i>2</i>(2), 75–82.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=353882&pid=S1646-107X201600020000500025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">Paoli, P. B., Silva, C. D., &amp; Soares, A. J. G. (2013). Tendência atual da detecção, seleção e   formação de talentos no futebol brasileiro. <i>Revista Brasileira de Futebol</i>, <i>1</i>(2), 38–52.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=353884&pid=S1646-107X201600020000500026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">Peña Reyes, M., &amp; Malina, R. M. (2004). Growth and maturity profile of youth   swimmers in México. Em M. Coelho &amp; R. M. Silva (Eds.), <i>Children and Youth in Organized Sports</i>. Coimbra: Imprensa da Universidade.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=353886&pid=S1646-107X201600020000500027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">Ramos, F. (2003). <i>Futebol. Da «Rua» à Competição</i> (2.<sup>a</sup> ed.). Lisboa: Centro de estudos e Formação Desportiva.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=353888&pid=S1646-107X201600020000500028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">Seabra, A., Maia, J., &amp; Garganta, J. (2001). Crescimento, maturação,   aptidão física, força explosiva e habilidades motoras específicas. Estudo em   jovens futebolistas e não futebolistas do sexo masculino dos 12 aos 16 anos de idade. <i>Revista Portuguesa de Ciências do Desporto</i>, <i>1</i>(2), 22–35.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=353890&pid=S1646-107X201600020000500029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">Vaeyens, R., Malina, R. M., Janssens, M., Van Renterghem, B., Bourgois,   J., Vrijens, J., &amp; Philippaerts, R. M. (2006). A multidisciplinary selection model   for youth soccer: the Ghent Youth Soccer Project. <i>British Journal of Sports Medicine</i>, <i>40</i>(11), 928–934; discussion 934. <a target="_blank" href="http://doi.org/10.1136/bjsm.2006.029652">http://doi.org/10.1136/bjsm.2006.029652</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=353892&pid=S1646-107X201600020000500030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">Valente-dos-Santos, J., Coelho-e-Silva, M. J., Simões, F., Figueiredo,   A. J., Leite, N., Elferink-Gemser, M. T., … Sherar, L. (2012). Modeling   developmental changes in functional capacities and soccer-specific skills in male players aged 11-17 years. <i>Pediatric Exercise Science</i>, <i>24</i>(4), 603–621.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=353893&pid=S1646-107X201600020000500031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">Vandendriessche, J. B., Vaeyens, R., Vandorpe, B., Lenoir, M., Lefevre, J.,   &amp; Philippaerts, R. M. (2012). Biological maturation, morphology, fitness, and motor   coordination as part of a selection strategy in the search for international   youth soccer players (age 15-16 years). <i>Journal of Sports Sciences</i>, <i>30</i>(15), 1695–1703. <a target="_blank" href="http://doi.org/10.1080/02640414.2011.652654">http://doi.org/10.1080/02640414.2011.652654</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=353895&pid=S1646-107X201600020000500032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">Vänttinen, T., Blomqvist, M., Nyman, K., &amp; Häkkinen, K. (2011).   Changes in body composition, hormonal status, and physical fitness in 11-, 13-,   and 15-year-old Finnish regional youth soccer players during a two-year   follow-up. <i>Journal of Strength and Conditioning Research / National Strength &amp; Conditioning Association</i>, <i>25</i>(12), 3342–3351. <a target="_blank" href="http://doi.org/10.1519/JSC.0b013e318236d0c2">http://doi.org/10.1519/JSC.0b013e318236d0c2</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=353896&pid=S1646-107X201600020000500033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">Villar, R., &amp; Zuhl, C. A. (2006). Efeito da idade cronológica e da   maturação biológica sobre a aptidão física em praticantes de futebol de 13 a 17 anos. <i>Motricidade</i>, <i>2</i>(2), 69–79.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=353897&pid=S1646-107X201600020000500034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">Weineck, J. (1999). <i>Treinamento Ideal</i> (9.<sup>a</sup> ed.). São Paulo: MANOLE.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=353899&pid=S1646-107X201600020000500035&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">Williams, A. M., &amp; Franks, A. (1998). Talent identification in soccer. <i>Sports, Exercise and Injury</i>, <i>4</i>, 159–165.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=353901&pid=S1646-107X201600020000500036&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">Williams, A. M., &amp; Reilly, T. (2000). Talent identification and development in soccer. <i>Journal of Sports Sciences</i>, <i>18</i>(9), 657–667. <a target="_blank" href="http://doi.org/10.1080/02640410050120041">http://doi.org/10.1080/02640410050120041</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=353903&pid=S1646-107X201600020000500037&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="verdana"><b>Agradecimentos:    <br> </b></font><font size="2" face="verdana">Escola Oficial de Futebol Botafogo Futebol Clube, Ribeirão Preto, Brasil.    <br> </font><font size="2" face="verdana"><b>Conflito de Interesses:    <br> </b></font><font size="2" face="verdana">Nada a declarar.    <br> </font><font size="2" face="verdana"><b>Financiamento:    <br> </b></font><font size="2" face="verdana">Nada a declarar</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Artigo recebido a 01.04.2015; Aceite a 17.03.2016</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="verdana"><a name="end"></a><a href="#topo">*</a><i> Autor correspondente</i>: USP-RP, Av. Bandeirantes 3.900, Monte Alegre, 14040-900, Ribeir&atilde;o Preto. <i>E-mail</i>: <a href="mailto:luiz.goncalves@usp.br">luiz.goncalves@usp.br</a></font></p>      ]]></body><back>
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<ref id="B1">
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<person-group person-group-type="author">
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<surname><![CDATA[Abreu]]></surname>
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