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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The aim of this study was to analyze the effect of training programs with active video games (AVGs) structured and unstructured on body composition and performance in the physical fitness tests during six weeks. Study participants were 20 men who were evenly divided into three groups: Control Group - CG (n = 7; 20.6 ± 2.8 years), Experimental Structured Group -GET (n = 6; 20.2 ± 2.1 year) and Experimental Unstructured Group - GEN (n = 7; 19.1 ± 1.2 years). The AVGs program was performed three times a week (thirty minutes each) during six weeks. There were significant improvements in the front support testing (GET p = 0.02), flexibility (GEN: p = 0.04 and GET: p = 0.01) and handgrip (GEN p = 0.05). And only GEN increased significantly the fat percentage (p = 0.05) and fat mass (p = 0.01). After six weeks of each parallel AVGs training, these two groups presented maintenance in lean mass and increase in the level of physical fitness.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><b><font size="2" face="verdana">ARTIGO ORIGINAL</font></b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="4" face="verdana"><b>Efeito do   treinamento com videogames ativos nas dimensões morfológica e funcional: estudo   clínico randomizado</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="verdana"><b>Effects of   active video games training in the morphological and functional dimensions:   randomized clinical trial</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><font size="2" face="verdana">Raphael José Perrier-Melo<sup>1,<a name="topo"></a><a href="#end">*</a></sup>; Jorge Luiz Brito-Gomes<sup>2</sup>; Nuno Domingos Garrido<sup>3,4</sup>; Saulo Fernandes Oliveira<sup>5</sup>; Fernando José de Sá Pereira Guimarães<sup>6</sup>; Manoel da Cunha Costa<sup>7</sup></font></b></p>     <p><font size="2" face="verdana"><sup>1</sup> Universidade de Pernambuco, Recife, Brasil. Escola Superior de Educação Física, ESEF, Brasil.    <br> </font><font size="2" face="verdana"><sup>2 </sup>Universidade Federal de   Pernambuco, Vitória de Santo Antão, Brasil. Centro Acadêmico de Vitória, CAV, Brasil.    ]]></body>
<body><![CDATA[<br> </font><font size="2" face="verdana"><sup>3 </sup>Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, Vila Real, Portugal.    <br> </font><font size="2" face="verdana"><sup>4</sup> Centro de Investigação em Desporto, Saúde e Desenvolvimento Humano, CIDESD, Portugal    <br> </font><font size="2" face="verdana"><sup>5 </sup>Universidade Federal de   Pernambuco, Vitória de Santo Antão, Brasil. Centro Acadêmico de Vitória, CAV, Brasil.    <br> </font><font size="2" face="verdana"><sup>6 </sup>Universidade de Pernambuco, Recife, Brasil. Escola Superior de Educação Física, ESEF, Brasil.    <br> </font><font size="2" face="verdana"><sup>7 </sup> Universidade de Pernambuco, Recife, Brasil. Escola Superior de Educação Física, ESEF, Brasil.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>     <p><font size="2" face="verdana"><b>RESUMO</b></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">O objetivo do   presente estudo foi analisar o efeito de programas de treinamento com   videogames ativos (VGAs) estruturados e não estruturados sobre a composição   corporal e desempenho nos testes de aptidão física durante seis semanas.   Participaram do estudo 20 homens, os quais foram divididos homogeneamente em   três grupos: Grupo controle – GC (n=7; 20.6 ± 2.8 anos), Grupo Experimental   Estruturado -GET (n=6; 20.2 ± 2.1 anos) e Grupo Experimental Não estruturado   GEN (n=7; 19,1 ± 1,2 anos). O programa com VGAs foi realizado três sessões por   semana (30 minutos cada) durante seis semanas. Houve melhoras significativas   nos testes de apoio de frente (GET p=0.02), flexibilidade (GEN: p=0.04 e GET:   p=0.01) e preensão manual (GEN: p=0.05). E apenas o GEN aumentou   significativamente o percentual de gordura (p=0.05) e massa gorda (p=0.01).   Conclui-se que após seis semanas de treinamento com VGAs, os dois grupos   experimentais apresentaram manutenção na massa magra e aumento no nível de aptidão física.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"><i><b>Palavras-chave</b></i><b>:</b> exercício; atividade física; jogos de vídeo; composição corporal; aptidão física.</font></p> <hr size="1" noshade>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="verdana"><b>ABSTRACT</b></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">The aim of this   study was to analyze the effect of training programs with active video games   (AVGs) structured and unstructured on body composition and performance in the   physical fitness tests during six weeks. Study participants were 20 men who   were evenly divided into three groups: Control Group - CG (n = 7; 20.6 ± 2.8   years), Experimental Structured Group -GET (n = 6; 20.2 ± 2.1 year) and   Experimental Unstructured Group - GEN (n = 7; 19.1 ± 1.2 years). The AVGs program   was performed three times a week (thirty minutes each) during six weeks. There   were significant improvements in the front support testing (GET p = 0.02),   flexibility (GEN: p = 0.04 and GET: p = 0.01) and handgrip (GEN p = 0.05). And   only GEN increased significantly the fat percentage (p = 0.05) and fat mass (p   = 0.01). After six weeks of each parallel AVGs training, these two groups   presented maintenance in lean mass and increase in the level of physical fitness.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"><i><b>Keywords</b></i><b>:</b> exercise; physical activity; videogames; body composition; physical fitness.</font></p> <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="verdana"><b>INTRODUÇÃO</b></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">A inatividade física associada as atividades sedentárias de lazer tais   como jogar videogame, utilizar computador e assistir televisão, aumentam o <i>screen     time </i>– tempo de tela das pessoas, diretamente relacionado ao aumento dos   fatores de riscos cardiovasculares e diminuição da aptidão física (Davies,   Vandelanotte, Duncan, &amp; Uffelen, 2012). A manutenção desses comportamentos   sedentários à longo prazo, favorecem o desenvolvimento e/ou agravamento das   doenças crônicas degenerativas não transmissíveis e outras morbidades, como   sobrepeso, obesidade, diabetes e hipertensão (Chau et al., 2014; Grøntved et   al., 2014). Por outro lado, a prática regular de atividade física/exercício   favorece na prevenção e tratamento dessas doenças, além de produzir benefícios relacionados à aptidão física e qualidade de vida (Garber et al., 2011).</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">É possível tornar uma pessoa fisicamente ativa por meio da realização de   atividade física/exercício de forma planejada, estruturada e repetida com nível   de intensidade leve a moderada, segundo o recomendado pelo <i>American College     of Sports Medicine </i>- ACSM (Haskell et al., 2007). Dessa maneira, diversos   métodos de atividades físicas eletrônicas têm sido propostos com o objetivo de   manter ou otimizar um ou mais componentes da aptidão física relacionada à   saúde, bem como as capacidades físicas de força/resistência muscular e flexibilidade (Pate, 1988; Peng, Crouse, &amp; Lin, 2012).</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Os programas de treinamento com videogames ativos (VGAs), estruturados   (jogos específicos que seguem os princípios do treinamento para avanço no   desempenho) e não estruturados (jogos esportivos-recreativos que não seguem os   princípios do treinamento), surgem como uma forma de atividade física, na qual   proporciona diferentes estímulos à musculatura esquelética, alterando os   diversos componentes da aptidão física relacionada à saúde (Lieberman et al., 2011). </font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Estudos anteriores (Adamo, Rutherford, &amp; Goldfield, 2010; Warburton   et al., 2007)  reportam que programas de   treinamento com VGAs, quando realizados entre seis e dez semanas, oferecem   melhoras em torno da aptidão física relacionada à saúde. No entanto, ainda são   poucas as evidências científicas que verificaram o tempo mínimo necessário para   provocar tais alterações na população adulta jovem. Neste sentido, considerando   que os VGAs são categorizados como uma forma de atividade física e que   proporcionam modificações positivas na composição corporal e incrementos de   força, resistência muscular localizada e flexibilidade, torna-se necessário   investigar os efeitos da sua prática sistematizada sobre a manutenção ou desenvolvimento dos marcadores da aptidão física e composição corporal.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="verdana">Sendo assim, o objetivo deste estudo foi analisar o efeito de programas   de treinamento com VGAs (estruturado e não estruturado) sobre a composição   corporal e desempenho nos testes de aptidão física durante seis semanas de   intervenção. A hipótese do estudo foi que o programa com VGA estruturado, no   qual possui características semelhantes do treinamento físico, apresentaria   melhores valores e alterações precoces sobre os testes da aptidão física e alterações na composição corporal. </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="verdana"><b>MÉTODO</b></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Trata-se de um estudo clínico randomizado - UTN: U1111-1159. No qual   recebeu aprovação do comitê de ética da instituição local (protocolo nº 858.209), respeitando a Resolução 244/2012 do Conselho Nacional de Saúde.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"><b>Amostra</b></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">A determinação mínima dos sujeitos foi calculada pelo programa   estatístico <i>Gpower </i>versão 3.0, respeitando um poder amostral &gt;80%   sobre um nível de significância de 5% (erro alfa: 0,05). A análise indicou que seria necessário o mínimo de 18 participantes (6 em cada grupo).</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">A amostra foi constituída por universitários, do sexo masculino, com   idade entre 18 e 25 anos, os quais foram recrutados de maneira voluntária, por   meio de rede social e cartazes distribuídos pela Universidade local, no ano de   2014. Os critérios de inclusão para participação do estudo foram: I) ser adulto   jovem (18 aos 25 anos), do sexo masculino; II) não fazer parte de algum   programa de exercício físico há pelo menos 3 meses; III) não apresentar   comprometimento físico (articular ou muscular) e/ou audiovisuais; IV) responder   negativamente ao Questionário de Prontidão para a Atividade Física (PAR-Q) e V)   não ser usuário frequente de videogames ativos. Foram excluídos: I) os que   faltaram em mais de 15% das sessões; II) os sujeitos que adquiriram algum   comprometimento físico que impedissem ou contraindicassem a realização das atividades propostas e/ou III) os que iniciaram programas de exercício físico. </font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Após os critérios de seleção 24 voluntários foram recrutados para o   estudo. Durante o programa de treinamento quatro participantes foram excluídos:   três por não completarem a frequência mínima necessária e um em virtude de   complicações musculares fora do ambiente de pesquisa. Dessa forma, a amostra   final consistiu em 20 homens adultos jovens, os quais completaram mais de 85% das sessões de treino com VGA.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"><b>Delineamento experimental</b></font></p>     <p><font size="2" face="verdana"><i>Primeira etapa</i></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="verdana">Após o critério de seleção da amostra, os sujeitos incluídos foram   encaminhados ao Laboratório de Avaliação e receberam informações gerais a   respeito dos procedimentos a serem adotados nas coletas e foram orientados a assinar o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"><i>Anamnese</i></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">A triagem inicial consistiu na realização de uma anamnese, com o intuito   de unir informações relacionadas aos aspectos sócio demográficos (nome, idade e   sexo), além da confirmação de ausência dos fatores de risco cardiovasculares,   obtidos pela mensuração da pressão arterial e do preenchimento negativo do   PAR-Q. Em seguida, foram orientados a retornar ao laboratório no dia seguinte para a realização da bateria de avaliações.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"><b>Instrumentos e Procedimentos</b></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Todas os procedimentos foram realizados no mesmo local e por um único   avaliador treinado. Os voluntários foram encaminhados a realização das medidas   antropométricas, do exame de absorciometria radiológica de dupla energia   (DEXA), avaliação antropométrica do somatório das dobras cutâneas (DC), teste   de resistência muscular localizada, força de preensão manual, flexibilidade e um teste incremental máximo em cicloergometro. </font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Os sujeitos foram aconselhados a manter o padrão alimentar e horário do   sono, a comparecer ao estudo vestidos de maneira adequada para avaliação e a   não transportarem objetos metálicos para não causar interferência nos   resultados da DEXA. Foi também recomendado a não realização de atividades   físicas exaustivas nas 24 horas precedentes, absterem-se do consumo de produtos   que contivessem cafeína, álcool ou tabaco nas três últimas horas antes dos testes e foram orientados a urinar e evacuar antes das avaliações.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"><i>Antropometria e Composição Corporal</i></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">As variáveis massa corporal e estatura foram mensuradas obedecendo as   técnicas  da <i>International Society for     the Advancement of Kinanthropometry </i>- ISAK (Stewart, Marfell-Jones, Olds,   &amp; Ridder, 2001). Utilizou-se uma balança (Filizola, Brasil), com precisão   de 100g e um estadiômetro de madeira montado, com escala em milímetros para a   verificação da estatura. O Índice de Massa Corporal (IMC) foi calculado pela massa corporal (kg) dividida pela estatura (m) ao quadrado.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Para determinar o somatório das dobras cutâneas foi realizado a   mensuração da espessura da dupla camada de gordura + pele nas regiões do   tríceps, subescapular, bíceps, axilar média, peitoral, supra ilíaca, abdominal,   coxa e perna, utilizou-se o adipômetro da marca Lange (EUA), com precisão de   0.1 mm. Coletou-se duas medidas, caso apresentassem diferenças, seria realizada   a terceira, adotando a mediana como valor final. Para avaliação do percentual   (%) de gordura total, massa magra e massa gorda, foi realizado o exame de absorciometria radiológica de duplo feixe - DEXA (<i>Hologic, Discovery WI</i>).</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"><i>Testes Neuromotores</i></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="verdana">Para o teste de resistência muscular abdominal, os sujeitos permaneceram   deitados em decúbito dorsal, com as pernas flexionadas, joelhos formando um   ângulo de 90º, com os pés fixados ao chão (auxílio do avaliador) e mãos   cruzando os ombros. Em seguida, mediu-se o número máximo de flexões abdominais   durante sessenta segundos. Para avaliar a resistência muscular localizada de   apoio de frente, os voluntários partiram de uma posição inicial em quatro   apoios, com o corpo estendido e cotovelos flexionados, em seguida realizavam   uma extensão completa dos cotovelos, voltando à posição inicial. Foi verificado   o número máximo de execuções realizadas de maneira correta independentemente do tempo de acordo com o protocolo estabelecido por Pollock e Wilmore (1993). </font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Para avaliação da flexibilidade, utilizou-se o teste de sentar e   alcançar com o aparelho banco de Wells. Os sujeitos mantiveram-se sentados em   frente ao banco de Wells, permanecendo com as pernas estendidas e os   calcanhares encostados no equipamento. Com as mãos sobrepostas, inclinaram o   tronco sobre o banco deslizando pela régua, até atingir o máximo alcance mantendo os joelhos estendidos (Pollock &amp; Wilmore, 1993). </font></p>     <p><font size="2" face="verdana">O desempenho na força de preensão manual em kg, foi verificada por meio   do dinamômetro (Jamar, EUA), no qual considerou-se o maior valor registrado em duas medidas (Heyward, 2004). </font></p>     <p><font size="2" face="verdana"><i>Avaliação Metabólica</i></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Os voluntários foram submetidos à uma    análise direta do consumo de oxigênio (CPX/D, Cortex, Germany) com   máscara (Metalyser, Germany), por meio de um teste incremental máximo no   cicloergômetro de frenagem eletromagnética (Cateye, Japão) de acordo com o   protocolo descrito por Astrand Ryhming (1954). Em seguida foram alocados de   maneira homogênea, de acordo com os valores dos resultados obtidos no teste   incremental máximo nos grupos: Grupo Experimental não Estruturado – GEN, Grupo Controle – GC e Grupo Experimental Estruturado – GET.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"><i>Videogames utilizados e grupo controle</i></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">O GET utilizou o jogo <i>Microsoft Nike Kinect Fitness®</i>, trata-se de   uma atividade estruturada, que possui características semelhantes às do   treinamento físico, voltada para melhora da performance, por meio de um   trabalho personalizado. O jogo utiliza exercícios calistênico, envolvendo   movimento de saltar, empurrar, mudança de direção, agachamento, corrida   estacionária, <i>push-ups </i>e abdominais. Além disso, conta com a   realização de uma avaliação inicial, com o objetivo de classificar o estado de   condicionamento físico atual do participante, e direcioná-lo para as atividades.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">O GEN fez o uso do <i>Microsoft Kinect Sports® Boxe</i>, que é um jogo   baseado em uma disputa de boxe, com o objetivo de vencer o adversário, como na   luta real. É um jogo de característica livre – não estruturado, no qual o   participante tem até três <i>Rounds </i>para definir a partida, e   obrigatoriamente realiza movimentos laterais, rotações e saltos para se defender e atacar, aumentando a movimentação corporal e a motivação. </font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Diferente dos grupos experimentais o grupo controle (GC) não realizou   atividades físicas durante o período de intervenção, permanecendo com suas atividades cotidianas normais.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"><i>Segunda etapa – Protocolo de treinamento </i></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="verdana">O protocolo de treinamento consistiu em três sessões semanais, com   duração de 30 minutos por sessão. Cada grupo realizou um programa de   treinamento com videogame ativo, com as atividades virtuais do console <i>Microsoft</i>   <i>Kinect Xbox </i>360™, durante um período de seis semanas, baseado nas   diretrizes do ACSM (2007) e de estudos realizados anteriormente (Adamo et al., 2010; Lee &amp; Shin, 2013; Warburton et al., 2007). </font></p>     <p><font size="2" face="verdana">As sessões experimentais foram realizadas, em horários alternados (manhã   e tarde), de acordo com a disponibilidade dos sujeitos, mantendo intervalo de   um dia entre elas. Antes das partidas, os voluntários eram orientados a seguir   tais condutas: não realizar atividades exaustivas nas 24 horas antecedentes,   abster-se de produtos que contivessem cafeína, álcool ou tabaco nas últimas   três horas e eram aconselhados a realizar refeições leves 30 minutos à uma hora antes das sessões. </font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Durante o período de intervenção, a progressão do treinamento foi   garantida apenas para o GET, pois a cada quatro semanas a programação dos   exercícios e estímulos eram modificados pelo próprio sistema. Já o GEN apesar   de manter a mesma intensidade (nível: amador), era possível elevar a velocidade   de reação do oponente durante a partida. Porém, sem maiores dificuldades que garantissem uma variação no nível do jogo. </font></p>     <p><font size="2" face="verdana">A estratégia adotada para verificar as possíveis evoluções nas variáveis   estudadas a partir da avaliação inicial, foi a realização semanal (todas   segundas-feiras) das medidas antropométricas e os testes neuromotores.   Diferente das outras medidas, a DEXA foi realizada apenas na primeira e última avaliação.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"><b>Análise Estatística</b></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Foi utilizada análise estatística descritiva e os dados estão   apresentados em média ± desvio-padrão (DP). A normalidade da distribuição dos   dados foi verificada por meio do teste de <i>Shapiro-Wilk</i>. Para examinar a   relação intergrupos no momento pré intervenção, foi realizado o teste ANOVA <i>one   </i>way. Para comparação intergrupo das variáveis antropométricas e dos testes   da aptidão física nos momentos de avaliação foi utilizada análise de variância   de dois caminhos para medidas repetidas, quando verificado efeito   significativo, empregou-se o <i>post-hoc </i>de <i>Bonferroni</i>. Quanto as   respostas pré e pós intervenção da composição corporal, utilizou-se o teste <i>t-student   </i>pareado. Foi considerado significativo o valor de p&lt;0.05 (SPSS, versão 10.0).</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="verdana"><b>RESULTADOS</b></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Na <a href="/img/revistas/mot/v12n2/12n2a09t1.jpg">Tabela 1</a>, estão expostas as características   demográficas, antropométricas, da composição corporal e metabólica da amostra.   Não foram verificadas diferenças significativas nestas variáveis analisadas no   início do estudo entre os grupos, podendo ser considerada uma amostra homogênea.</font></p>     
<p><font size="2" face="verdana">Na <a href="/img/revistas/mot/v12n2/12n2a09t2.jpg">Tabela 2</a>, estão apresentados os resultados das   modificações ocorridas nas variáveis antropométricas e da composição corporal   durante o programa de treinamento com VGAs estruturados e não estruturados.   Pode-se notar que tanto o grupo experimental estruturado (GET), como o controle   (GC) não demonstraram modificações significativas nessas variáveis. Por outro   lado, o grupo experimental não estruturado (GEN) apresentou aumento   significativo da massa gorda total (p=0.05) e do percentual de gordura total (p=0.01).</font></p>     
]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="verdana">A <a href="/img/revistas/mot/v12n2/12n2a09f1.jpg">figura 1</a> apresenta os valores referentes ao desempenho nos testes de   aptidão física durante os momentos de avaliação (momento inicial, durante e   após seis semanas). A análise de variância com medidas repetidas não   identificou diferenças significativas entre os grupos nos momentos de avaliação para todos os testes de aptidão física (p&gt;0.05). </font></p>     
<p><font size="2" face="verdana">A <a href="/img/revistas/mot/v12n2/12n2a09f1.jpg">figura 1</a> apresenta os valores referentes ao desempenho nos testes de   aptidão física durante os momentos de avaliação (momento inicial, durante e   após seis semanas). A análise de variância com medidas repetidas não   identificou diferenças significativas entre os grupos nos momentos de avaliação para todos os testes de aptidão física (p&gt;0.05). </font></p>     
<p><font size="2" face="verdana">Pode-se observar que os grupos do presente estudo não apresentaram   modificações significativas no teste de resistência muscular localizada de   abdominal. Porém, a análise comparativa da variável de resistência muscular   localizada de apoio de frente demonstrou que o grupo experimental estruturado –   GET, obteve diferenças significativas entre os momentos pré e quinta semana de intervenção (p=0.02).</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Ao analisar o desempenho no teste de flexibilidade pela análise   intragrupo, verificou-se que o grupo experimental não estruturado – GEN, obteve   incrementos significativos entre o momento pré e segunda semana de intervenção   (p=0,04). Já o grupo experimental estruturado – GET, atingiu resultados   significativos apenas entre o primeiro e quinto momento (p=0.01). Em relação a   força de preensão manual, exclusivamente o grupo experimental não estruturado   exibiu modificação significativa, entretanto, essa alteração só foi verificada   ao final do programa de treinamento, entre o momento pré e pós intervenção (p=0.05). </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="verdana"><b>DISCUSS&Atilde;O</b></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">O principal objetivo deste estudo foi analisar o efeito de seis semanas   de intervenção com VGAs estruturados e não estruturados sobre a aptidão física   e composição corporal de adultos jovens. Considerando que não houve diferenças   significativas iniciais entre os grupos, confirma-se a hipótese de que o treinamento   com VGA estruturado apresentaria melhores resultados sobre a aptidão física e   composição corporal. No entanto, não se confirma sobre a velocidade precoce do   aparecimento das alterações, uma vez que apenas um teste (apoio de frente) apresentou melhoras significativas de maneira precoce no grupo estruturado. </font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Do nosso conhecimento, a presente pesquisa foi a primeira que realizou   avaliações semanais durante os programas de treinamento com VGAs, com o intuito   de identificar o momento que ocorre alterações sobre as variáveis de composição   corporal e aptidão física relacionada à saúde. Neste sentido, os resultados   indicam que períodos inferiores à seis semanas de intervenção são adequados   para causar manutenção na massa magra total e ganhos significativos na força, resistência muscular localizada e flexibilidade nos grupos experimentais.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Observa-se na literatura a existência de estudos apresentando o efeito   positivo do treinamento com VGAs sobre a diminuição dos componentes de gordura   corporal (Adamo et al., 2010; Maddison et al., 2011). Entretanto, os resultados   encontrados na presente pesquisa demonstram efeitos antagônicos, pois o grupo   não estruturado aumentou significativamente os valores de massa gorda e % de   gordura, ao comparar os valores entre os momentos pré e pós intervenção,   corroborando os resultados de Graves, Ridgers, Atkinson, e Atinkson (2010), que   após 12 semanas de intervenção com VGAs exibiram aumento significativo na gordura corporal. </font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Outros estudos (Graves et al., 2010; Grilo, 1994; Machado et al., 2013)   apontam que quando analisados isoladamente, os programas de exercício físico   sem modificação na dieta e acompanhamento nutricional, não apresentaram   resultados satisfatórios na diminuição significativa da gordura corporal. Em   contrapartida, observa-se que a prática de exercício físico eleva o gasto   energético e a necessidade de repor essas calorias após o treinamento, causando   equilíbrio energético (Meirelles &amp; Gomes, 2004). Em nosso estudo o grupo   não estruturado não alterou o nível de intensidade (amador) durante o programa   de intervenção, diferente do grupo estruturado. Isso pode ter influenciado na   manutenção do gasto energético e aumento do consumo calórico, atingindo um   balanço energético positivo, auxiliando no acúmulo de gordura corporal   (Drewnowski, Mennella, Johnson, &amp; Bellisle, 2012; Mendonça &amp; Anjos, 2004). </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="verdana">Com relação a força de preensão manual, os resultados mostram que o   grupo estruturado não apresentou alteração significativa, corroborando os   resultados obtidos no estudo de Warbuton et al. (2007). Entretanto, verifica-se   que essa variável parece não ter sido influenciada pelo aumento da massa gorda   e percentual de gordura. Pois de acordo com os painéis da <a href="/img/revistas/mot/v12n2/12n2a09f1.jpg">figura 1</a>, o grupo VGA   não estruturado exibiu valores significativamente maiores entre os momentos pré   e sexta semana, isto pode ter ocorrido devido a atividade realizada (jogo de   boxe) utilizar predominantemente exercícios dinâmicos para os membros   superiores, influenciando o aumento de impulsos excitatórios que favorecem maior   recrutamento de unidades motoras, gerando maior nível de força (Maior &amp; Alves, 2003; Rodrigues, Pagnussat, &amp; Chiquetti, 2012). </font></p>     
<p><font size="2" face="verdana">Observou-se no presente estudo aumento significativo da flexibilidade em   todos os grupos experimentais. Estes resultados são contrários aos achados no   estudo de Warburton et al. (2007), que após seis semanas de intervenção com o   VGA estruturado <i>Gamebike</i>, não identificaram alterações nesta variável.   No entanto, nesta investigação o programa de treinamento não estruturado apesar   de não possuir exercícios específicos para flexibilidade, obteve aumento   significativo já na segunda semana de intervenção, diferente do grupo   estruturado, o qual apresentou incrementos significativos apenas na quinta semana.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Provavelmente a manutenção da massa magra, bem como a execução de   movimentos dinâmicos específicos, tais como agachamentos, socos e mudanças de   direção, tenham sido aspectos que ocasionaram aumento do estímulo articular,   refletindo em uma maior adaptação sensorial das propriedades musculotendíneas,   influenciado assim o aumento da extensibilidade precoce dos sujeitos (ACSM, 1998; Gama, Medeiros, Dantas, &amp; Souza, 2007; Santos &amp; Domingues, 2008).</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Quanto aos testes de resistência muscular localizada (RML), apesar do   grupo estruturado apresentar média maior, não foram verificadas diferenças   significativas entre os grupos experimentais durante as seis semanas de   intervenção. Por outro lado, os dados apontam que a prática do VGA estruturado   proporcionou incrementos significativos no teste apoio de frente pela análise intragrupo já na quinta semana. </font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Podemos destacar algumas possíveis explicações para apenas o GET ter   apresentado progressos na RML. Uma delas está relacionada a característica   mecânica do jogo, que utiliza princípios do treinamento físico, empregando o   próprio corpo como carga externa, que de acordo com Pollock e Wilmore, (1993),   exercícios quando realizados frequentemente com carga externa, proporcionam   manutenção ou evolução da função muscular esquelética, causando eficiência no desempenho   dos testes neuromotores. Além disso, uma vez que a massa magra apresenta certa   manutenção nos valores ao longo do tempo, pode-se esperar efeito positivo no desempenho e ganho de resistência muscular (Lohman et al., 2008).</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Uma das limitações do estudo foi a utilização apenas de homens para   compor a amostra. Além disso, não houve controle da dieta e dos turnos das   sessões de treino dos sujeitos. Porém, em locais de práticas de atividades   físicas ou em ambientes residenciais, constantemente os praticantes não mantém   uma regularidade no turno de treinamento, bem como no controle da ingestão   calórica. Aumentando assim a validade externa deste presente estudo sobre a população estudada e os videogames ativos praticados nas residências em geral.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="verdana"><b>CONCLUS&Atilde;O</b></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Conclui-se que após seis semanas de intervenção, com frequência de três   dias por semana, o VGA estruturado proporcionou mudanças positivas na força de   membro superior e flexibilidade. Já o VGA não estruturado, apesar de apresentar   aumento nos componentes de gordura corporal, obtiveram evoluções em dois   componentes da aptidão física (flexibilidade e força de preensão manual).   Adicionalmente, percebemos que para a flexibilidade e para a resistência   muscular localizada, a prática de VGAs pode proporcionar melhoras em períodos   mais curtos do que seis semanas de treinamento. Sendo assim, os VGAs são   eficientes para manutenção e desenvolvimento da aptidão física em adultos previamente não treinados.  </font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="3" face="verdana"><b>REFERÊNCIAS</b></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">ACSM<i>, </i>American College of Sports Medicine Position Stand <i>(</i>1998).   The recommended quality and quantity of exercise for developing and maintaining   cardiorespiratory and muscular fitness and flexibility in healthy adults. <i>Medicine and Science in Sports and Exercise, 30</i>(6), 975-991.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=354651&pid=S1646-107X201600020000900001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">Adamo, K. B., Rutherford, J. a, &amp; Goldfield, G. S. (2010). Effects   of interactive video game cycling on overweight and obese adolescent health. <i>Applied Physiology, Nutrition, and Metabolism</i>, <i>35</i>(6), 805–15. <a target="_blank" href="http://doi.org/10.1139/H10-078">http://doi.org/10.1139/H10-078</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=354653&pid=S1646-107X201600020000900002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">Astrand, P. O., &amp; Ryhming, I. . (1954). A Nomogram for Calculation   of Aerobic Capacity (Physical Fitness) From Pulse Rate During Submaximal Work. <i>Journal of Applied Physiology</i>, <i>7</i>(2), 218–221.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=354654&pid=S1646-107X201600020000900003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">Chau, J. Y., Grunseit, A., Midthjell, K., Holmen, J., Holmen, T. L.,   Bauman, A. E., &amp; van der Ploeg, H. P. (2014). Cross-sectional associations   of total sitting and leisure screen time with cardiometabolic risk in adults.   Results from the HUNT Study, Norway. <i>Journal of Science and Medicine in Sport / Sports Medicine Australia</i>, <i>17</i>(1), 78–84. <a target="_blank" href="http://doi.org/10.1016/j.jsams.2013.03.004">http://doi.org/10.1016/j.jsams.2013.03.004</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=354656&pid=S1646-107X201600020000900004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">Davies, C. a, Vandelanotte, C., Duncan, M. J., &amp; Uffelen, J. G. Z.   V. (2012). Associations of physical activity and screen-time on health related quality of life in adults. <i>Preventive Medicine</i>, <i>55</i>(1), 46–9. <a target="_blank" href="http://doi.org/10.1016/j.ypmed.2012.05.003">http://doi.org/10.1016/j.ypmed.2012.05.003</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=354657&pid=S1646-107X201600020000900005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">Drewnowski, A., Mennella, J. a., Johnson, S. L., &amp; Bellisle, F. (2012). Sweetness and Food Preference. <i>Journal of Nutrition</i>, <i>142</i>(7), 1142S–1148S. <a target="_blank" href="http://doi.org/10.3945/jn.111.149575">http://doi.org/10.3945/jn.111.149575</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=354658&pid=S1646-107X201600020000900006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">Gama, Z. A. da S., Medeiros, C. A. de S., Dantas, A. V. R., &amp; Souza,   T. O. de. (2007). Influência da freqüência de alongamento utilizando   facilitação neuromuscular proprioceptiva na flexibilidade dos músculos   isquiotibiais. <i>Revista Brasileira de Medicina Do Esporte</i>, <i>13</i>(1), 33–38. <a target="_blank" href="http://doi.org/10.1590/S1517-86922007000100008">http://doi.org/10.1590/S1517-86922007000100008</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=354659&pid=S1646-107X201600020000900007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">Garber, C. E., Blissmer, B., Deschenes, M. R., Franklin, B. a, Lamonte,   M. J., Lee, I.-M., … Swain, D. P. (2011). American College of Sports Medicine   position stand. Quantity and quality of exercise for developing and maintaining   cardiorespiratory, musculoskeletal, and neuromotor fitness in apparently   healthy adults: guidance for prescribing exercise. <i>Medicine and Science in Sports and Exercise</i>, <i>43</i>(7), 1334–59. <a target="_blank" href="http://doi.org/10.1249/MSS.0b013e318213fefb">http://doi.org/10.1249/MSS.0b013e318213fefb</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=354660&pid=S1646-107X201600020000900008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">Graves, L. E., Ridgers, N. D., Atkinson, G., &amp; Atkinson, G. (2010). The effect of   active video gaming on children’s physical activity, behavior preferences and body composition. <i>Pediatric Exercise Science</i>, <i>22</i>(4), 535–546.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=354661&pid=S1646-107X201600020000900009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">Grilo, C. M. (1994). Physical activity and obesity. <i>Biomed Pharmacother</i>, <i>48</i>(3-4), 127–136.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=354663&pid=S1646-107X201600020000900010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">Grøntved, A., Ried-Larsen, M., Møller, N. C., Kristensen, P. L.,   Wedderkopp, N., Froberg, K., … Andersen, L. B. (2014). 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(2004). <i>Avaliação Física e Prescrição de Exercício: técnicas avançadas. </i>Porto Alegre: Artmed.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=354668&pid=S1646-107X201600020000900013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">Lee, S., &amp; Shin, S. (2013). Effectiveness of virtual reality using   video gaming technology in elderly adults with diabetes mellitus. <i>Diabetes Technology &amp; Therapeutics</i>, <i>15</i>(6), 489–96. <a target="_blank" href="http://doi.org/10.1089/dia.2013.0050">http://doi.org/10.1089/dia.2013.0050</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=354670&pid=S1646-107X201600020000900014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">Lieberman, D. a, Chamberlin, B., Medina, E., Franklin, B. a, Sanner, B.   M., &amp; Vafiadis, D. K. (2011). 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Efetividade de uma intervenção nutricional associada à   prática de atividade física. <i>Caderno de Saúde Coletiva</i>, <i>21</i>(2), 148–153.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=354673&pid=S1646-107X201600020000900017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">Maddison, R., Foley, L., Mhurchu, C. N., Jiang, Y., Jull, A.,   Prapavessis, H., … Rodgers, A. (2011). Effects of active video games on body composition&#8239;: a randomized controlled trial. <i>The American Journal of Clinical Nutrition</i>, <i>94</i>(6), 156–163. <a target="_blank" href="http://doi.org/10.3945/ajcn.110.009142.INTRODUCTION">http://doi.org/10.3945/ajcn.110.009142.INTRODUCTION</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=354675&pid=S1646-107X201600020000900018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">Maior, A. S., &amp; Alves, A. (2003). A contribuição dos fatores neurais   em fases iniciais do treinamento de força muscular&#8239;: uma revisão bibliográfica. <i>Revista Motriz</i>, <i>9</i>(3), 161–168.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=354676&pid=S1646-107X201600020000900019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">Meirelles, C. D. M., &amp; Gomes, P. S. C. (2004). Efeitos agudos da   atividade contra-resistência sobre o gasto energético: revisitando o impacto   das principais variáveis. <i>Revista Brasileira de Medicina Do Esporte</i>, <i>10</i>(21), 122–130. <a target="_blank" href="http://doi.org/10.1590/S1517-86922004000200006">http://doi.org/10.1590/S1517-86922004000200006</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=354678&pid=S1646-107X201600020000900020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">Mendonça, C. P., &amp; Anjos, L. A. (2004). Aspectos das práticas   alimentares e da atividade física como determinantes do crescimento do   sobrepeso. <i>Cad. 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The Evolving Definition of Physical Fitness. <i>Quest</i>, <i>40</i>(3), 174–179. <a target="_blank" href="http://doi.org/10.1080/00336297.1988.10483898">http://doi.org/10.1080/00336297.1988.10483898</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=354681&pid=S1646-107X201600020000900022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">Peng, W., Crouse, J. C., &amp; Lin, J.-H. (2012). Using active video games for physical   activity promotion: a systematic review of the current state of research. <i>Health     Education &amp; Behavior&#8239;: The Official     Publication of the Society for Public Health Education</i>, <i>40</i>(2), 171–92. <a target="_blank" href="http://doi.org/10.1177/1090198112444956">http://doi.org/10.1177/1090198112444956</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=354682&pid=S1646-107X201600020000900023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">Pollock, M. L., &amp; Wilmore, J. H. (1993). <i>Exercícios na Saúde e na Doença: Avaliação e Prescrição para Reabilitação. </i>Rio de Janeiro: Medsi.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=354683&pid=S1646-107X201600020000900024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">Rodrigues, B. S., Pagnussat, A. de S., &amp; Chiquetti, E. M. dos S.   (2012). Efeitos da Realidade Virtual em Paciente Adulto eom Paralisia Braquial Obstétrica. <i>Revista Neurociencias</i>, <i>20</i>(4), 567–575. <a target="_blank" href="http://doi.org/10.4181/RNC.2012.20.720.9p">http://doi.org/10.4181/RNC.2012.20.720.9p</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=354685&pid=S1646-107X201600020000900025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">Santos, C. F. Dos, &amp; Domingues, C. A. (2008). Avaliação pré e   pós-mobilização neural para ganho de ADM em flexão do quadril por meio do alongamento dos isquiotibiais. <i>ConScientiae Saúde</i>, <i>7</i>(4), 487–495. <a target="_blank" href="http://doi.org/10.5585/conssaude.v7i4.1389">http://doi.org/10.5585/conssaude.v7i4.1389</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=354686&pid=S1646-107X201600020000900026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">Stewart, A., Marfell-Jones, M., Olds, T., &amp; Ridder, de H. (2001). <i>International   Society for the Advancement of Kinantropometry. International Standards for   Anthropometric Assessment. Australia</i>. Lower Hutt, New Zealand: International Society for the Advancement of Kinanthropometry</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=354687&pid=S1646-107X201600020000900027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">Warburton, D. E. R., Bredin, S. S. D., Horita, L. T. L., Zbogar, D.,   Scott, J. M., Esch, B. T. a, &amp; Rhodes, R. E. (2007). 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<body><![CDATA[<p><font size="2" face="verdana"><b>Agradecimentos:</b></font>    <br> <font size="2" face="verdana">Nada a declarar    <br> </font><font size="2" face="verdana"><b>Conflito de Interesses:    <br> </b></font><font size="2" face="verdana">Nada a declarar.    <br> </font><font size="2" face="verdana"><b>Financiamento:    <br> </b></font><font size="2" face="verdana">Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes)</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Artigo   recebido a 04.09.2015; Aceite a 22.03.2016</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="verdana"><a name="end"></a><a href="#topo">*</a><i> Autor correspondente</i>: Universidade de Pernambuco, Rua   Arn&oacute;bio Marques, 310, Santo Amaro, Recife-Pernambuco, Brasil. <i>E-mail</i>: <a href="mailto:rperrier2@gmail.com">rperrier2@gmail.com</a></font></p>     ]]></body>
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