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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[This study aimed to identify the motor performance tests more strongly associated with frailty and respective cut-off points, and verify the best motor performance indicator as screening tool to discriminate frailty in elderly registered in Family Health Unit. Participated in the study 139 elderly aged &#8805;60 years, 105 women and 34 men. The frailty was identified by the criteria of Fried et al. (2001). The motor performance tests realized were: Handgrip strength (HS), sit-to-stand test, walk test (WT) and pick up a pen test. Logistic regression analysis was used to associate the motor performance tests and frailty. The cutoff points were evaluated by parameters provided by Receiver Operating Characteristic curve (ROC), with significance level of 5%. Data were analyzed using SPSS 21.0 and MedCalc. The mean age was 72.32 ± 8.4. The walk test was positively associated with frailty (OR 1.30; p <0.01), and handgrip strength in elderly women was inversely associated with frailty on feminine sex (OR 0.74; p <0.001). The WT presented a cutoff 5s (sensitivity 88.9 and specificity 74.5%) and the handgrip in the women obtained a cutoff point 14.6 kgf (sensitivity 83.3 and specificity 79.0%). It was concluded that the walk test was the best screening indicator to discriminate the frailty in elderly, both sexes, registered in a Family Health Unit.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><b><font size="2" face="verdana">ARTIGO ORIGINAL</font></b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="4" face="verdana"><b>Indicadores de   desempenho motor como preditores de fragilidade em idosos cadastrados em uma   Unidade de Saúde da Família</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="verdana"><b>Motor   performance indicators as fragility predicts in elderly registered in a Family   Health Unit</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><font size="2" face="verdana">Priscila Luzia de Souza   Santos<sup>1</sup>; Marcos Henrique Fernandes<sup>1</sup>; Patrícia Honório Silva Santos<sup>1</sup>; Tamiles Daiane Borges Santana<sup>1</sup>; Cesar Agusto Cassoti<sup>1</sup>; Raildo da Silva Coqueiro<sup>1</sup>; José Ailton Oliveira Carneiro<sup>1,<a name="topo"></a><a href="#end">*</a></sup></font></b></p>     <p><font size="2" face="verdana"><sup>1</sup> <i>Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia - UESB.</i> </font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>     <p><font size="2" face="verdana"><b>RESUMO</b></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Este estudo   objetivou identificar os testes de desempenho motor mais fortemente associados   à fragilidade e seus respectivos pontos de corte, e verificar o melhor   indicador de desempenho motor como instrumento de triagem para discriminar   fragilidade em idosos cadastrados em Unidade de Saúde da Família. Participaram   da pesquisa 139 idosos com idade &#8805;60 anos, sendo 105 mulheres e 34   homens. A fragilidade foi identificada por meio dos critérios de Fried et al.   (2001). Os testes de desempenho motor realizados foram: Força de preensão   manual (FPM), sentar e levantar, caminhada (TC) e pegar um lápis. A análise de   regressão logística foi usada para associar os testes de desempenho motor e   fragilidade. Os pontos de corte foram avaliados por parâmetros fornecidos pela   curva Receiver Operating Characteristic (ROC), com nível de significância de   5%. Os dados foram analisados usando SPSS 21.0 e MedCalc. A média de idade dos   idosos foi de 72.32 ±8.4 anos. O teste de caminhada foi positivamente associado   à fragilidade (OR 1,30; p&lt;0.01), e a força de preensão manual foi   inversamente associada à fragilidade no sexo feminino (OR 0.74; p&lt;0.001). O   TC apresentou um ponto de corte 5s (sensibilidade 88,9 e especificidade 74,5%)   e a FPM-F obteve um ponto de corte de 14.6 kgf (sensibilidade 83.3 e   especificidade 79.0%). Conclui-se que o teste de caminhada foi o melhor   indicador de triagem para discriminar a fragilidade em idosos, de ambos os sexos, cadastrados em uma Unidade de Saúde da Família.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"><i><b>Palavras-chave</b></i><b>:</b> Idosos, fragilidade, desempenho motor.</font></p> <hr size="1" noshade>     <p><font size="2" face="verdana"><b>ABSTRACT</b></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">This study aimed   to identify the motor performance tests more strongly associated with frailty   and respective cut-off points, and verify the best motor performance indicator   as screening tool to discriminate frailty in elderly registered in Family   Health Unit. Participated in the study 139 elderly aged &#8805;60 years, 105   women and 34 men. The frailty was identified by the criteria of Fried et al.   (2001). The motor performance tests realized were: Handgrip strength (HS),   sit-to-stand test, walk test (WT) and pick up a pen test. Logistic regression   analysis was used to associate the motor performance tests and frailty. The   cutoff points were evaluated by parameters provided by Receiver Operating   Characteristic curve (ROC), with significance level of 5%. Data were analyzed   using SPSS 21.0 and MedCalc. The mean age was 72.32 ± 8.4. The walk test was   positively associated with frailty (OR 1.30; p &lt;0.01), and handgrip strength   in elderly women was inversely associated with frailty on feminine sex (OR   0.74; p &lt;0.001). The WT presented a cutoff 5s (sensitivity 88.9 and   specificity 74.5%) and the handgrip in the women obtained a cutoff point 14.6   kgf (sensitivity 83.3 and specificity 79.0%). It was concluded that the walk   test was the best screening indicator to discriminate the frailty in elderly, both sexes, registered in a Family Health Unit.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"><i><b>Keywords</b></i><b>: </b>Elderly, frailty, motor performance.</font></p> <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="verdana"><b>INTRODUÇÃO</b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="verdana">Em paralelo ao processo de envelhecimento ocorrem inúmeras alterações   que comprometem as condições de saúde dos idosos, aumentando a prevalência de   doenças crônicas e síndromes geriátricas, dentre as quais pode-se observar a   Síndrome da Fragilidade  (Reis Júnior, Carneiro, Coqueiro, Santos, &amp; Fernandes, 2014). </font></p>     <p><font size="2" face="verdana">A fragilidade é considerada uma síndrome clínica geriátrica de condição   multissistêmica, sendo caracterizada pelo aumento da vulnerabilidade a   estressores, diminuição das reservas fisiológicas e desequilíbrios de múltiplos   sistemas (Fried et al., 2001; Fried et al., 2004, &amp; Walston, 2006). Tendo   como principais componentes, a sarcopenia, alterações imunológicas e alterações neuroendócrinas (Fried et al., 2001).  </font></p>     <p><font size="2" face="verdana">O idoso considerado frágil está mais vulnerável a efeitos adversos à sua   saúde, tais como: agravamento de doenças, comorbidades, institucionalização, quedas, hospitalização, incapacidade e morte (Fried et al., 2001). </font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Diante das consequências desencadeadas por esta síndrome, torna-se   importante identificar precocemente o idoso frágil ou com predisposição a   fragilidade para reabilitá-lo e tentar reverter esta condição. Sendo assim, é   de fundamental relevância utilizar instrumentos de fácil aplicação, rápido e   simples, capaz de triar o idoso frágil precocemente. Segundo Cooper et al.   (2011), diversos indicadores são utilizados na avaliação das condições de saúde   da população idosa, dentre eles o desempenho motor ocupa lugar peculiar, pois   expressa as habilidades físicas e mentais necessárias à vida independente e autônoma.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Os testes de desempenho motor são medidas objetivas importantes   para  avaliação da funcionalidade dos   idosos, possibilitando a identificação da capacidade física e motora envolvidas   nas diversas tarefas relacionadas às atividades de vida diária  (Guralnick &amp; Ferruci, 2003; Seidel,   Brayne, &amp; Jagger, 2011), podendo também auxiliar na execução de programas de intervenção (Barbosa, Miranda, Guimarães, Corseuil, &amp; Corseuil, 2011). </font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Diante do exposto, o objetivo deste estudo foi identificar os   indicadores de desempenho motor mais fortemente associados à fragilidade e seus   respectivos pontos de corte, e verificar o melhor indicador como instrumento de   triagem para discriminar fragilidade em idosos cadastrados em Unidade de Saúde da Família.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="verdana"><b>MÉTODO</b></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">O presente estudo caracteriza-se como observacional de corte   transversal, baseado em informações extraídas de um banco de dados de uma   pesquisa  intitulada “PET- Saúde Jequié:   Identificando o processo saúde-doença em população adstrita às Unidades de   Saúde da Família” o qual foi aprovado pelo comitê de ética e pesquisa,  parecer nº 084/2011 (CAAE 0064.0.454.000-11).   Os dados foram coletados com os idosos cadastrados na Unidade de Saúde da   Família (USF) Giserlando Biondi, localizada no bairro Pau Ferro, na cidade de Jequié-Ba, tendo como cenário o domicílio dos idosos.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"><b>Participantes</b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="verdana">Foram entrevistados 139 idosos em domicilio, sendo 105 mulheres e 34   homens, com idades &#8805; 60 anos, capazes de responder ao questionário e   realizar os testes de força de preensão manual, teste de equilíbrio, mobilidade   e de caminhada. Os idosos que não se adequaram a esses critérios, além dos   acamados, amputados, cadeirantes, com Acidente Vascular Cerebral (AVC), com   próteses, com dificuldade de entendimento e realização dos testes foram excluídos do estudo. </font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Antes da coleta de dados, os prontuários dos idosos cadastrados na   unidade de saúde foram analisados e aqueles com suspeita de déficit cognitivo,   avaliado pelo Mini Exame do Estado Mental (MEEM), foram excluídos. Durante a   coleta os idosos foram questionados se nos últimos meses eles se esqueciam das   coisas que faziam. Caso o idoso relatasse andar meio esquecido, um membro da família ou cuidador ajudava nas respostas durante a coleta. </font></p>     <p><font size="2" face="verdana"><b>Instrumentos </b></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Os dados foram coletados no período de maio a novembro de 2013, por   estudantes de diferentes áreas da saúde, após treinamento prévio, com   supervisão de seis preceptores e um tutor do Programa de Educação pelo Trabalho   para Saúde/PET-Saúde Grupo Idoso I, da Universidade Estadual do Sudoeste da   Bahia, por meio de um questionário estruturado, no qual foram questionados os   antecedentes pessoais, familiares, doenças associadas, informações   sóciodemográficas e tempo gasto realizando atividades físicas usando o   Questionário Internacional de Atividade Física– IPAQ, além da realização de   medidas antropométricas (massa corporal e estatura) e de alguns testes físicos:   Força de preensão manual, teste de sentar e levantar da cadeira, teste de   caminhada de 2,44 m e teste de mobilidade. Durante a realização dos testes de   desempenho motor, o avaliador explicava e demonstrava para os idosos como os testes seriam realizados.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"><b>Procedimentos</b></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Inicialmente foram mensuradas a massa corporal   e estatura . Para a medida da   massa corporal, os idosos ficaram de pé, de   frente para a escala de medida, sem calçado e com o mínimo de roupa possível. A   balança utilizada para a medida da massa    corporal foi uma balança digital de plataforma em vidro, da marca G.Tech,   com variação de 0,1 kg, capacidade mínima de 100g e capacidade máxima de 150 kg.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">A estatura corporal foi medida entre a distância do vértex e a região   plantar usando um esquadro e uma fita antropométrica inextensível com 2 metros   (Sanny). Os idosos foram orientados a permanecerem em posição ortostática,   descalços, com os pés unidos, calcanhares em contato com parede e respeitando   as orientações do plano de Frankfurt, também foi solicitado aos mesmos que   fizessem uma inspiração no momento da mensuração. Com os valores da massa e   estatura   foi calculado o índice de massa corporal (IMC). </font></p>     <p><font size="2" face="verdana"><i>Fragilidade (variável dependente)</i></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">A síndrome da fragilidade foi diagnosticada de acordo com os cinco   critérios proposto por Fried <i>et al</i>. (2001), sendo eles: Perda de peso,   baixa força muscular, fadiga, lentidão no teste de caminhada e baixo nível de atividade física.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"><i>Perda de peso</i>: foi definida por meio do autorrelato da perda de   peso não intencional (&#8805; 4,5kg ou &#8805; 5% do peso corporal no ano anterior).</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="verdana"><i>Baixa força muscular</i>: Foi definida pelo teste de força de preensão manual   (FPM) usando um dinamômetro (modelo EH101, e.clear). Para realização do teste o   idoso permaneceu sentado, coluna ereta, com os pés apoiados no chão e cotovelo   fletido a 90º. Os idosos foram orientados e incentivados a pressionar a alça do   dinamômetro exercendo o máximo de força    (Figueredo, Sampaio, Mancini, Silva, &amp; Souza, 2006). Foram   realizadas três tentativas com intervalo de 40 segundos, sendo usado para análise o maior valor.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">A baixa força muscular foi definida de acordo com o sexo e o índice de   massa corporal [IMC = massa corporal (kg) / estatura<sup>2</sup> (m)]. O IMC   foi classificado em três categorias (American Academy of Family Physicians,   2002): &lt; 22 kg/m<sup>2</sup>, baixo peso; 22.0 &#8804; IMC &#8804; 27 kg/m<sup>2</sup>,   adequado; &gt; 27 kg/m<sup>2</sup>, sobrepeso. Para cada categoria, os pontos   de corte para a FPM (kg) foi fixado no percentil 25, para homens e mulheres:   baixo peso, 21.2 e 10.7 kgf; peso adequado, 24,8 e 14.6 kgf; sobrepeso 21 e   15.5 kgf, respetivamente. Foi considerado critério de fragilidade os idosos que   apresentaram baixa força muscular corrigida pelo IMC e aqueles que foram incapazes de realizar o teste devido a limitações físicas.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"><i>Fadiga</i>: Foi definida de acordo com a exaustão avaliada por autorrelato de   fadiga, indicado por duas questões da <i>Center for Epidemiological Studies –   Depression</i> (CES-D) (Batistoni, Neri, &amp; Cupertino, 2007) : “<i>Você   sentiu que teve que fazer esforço para dar conta das suas tarefas habituais?” </i>e<i> “Você não conseguiu levar adiante as suas coisas?”. S</i>e o idoso respondeu na   “<i>maioria das vezes</i>” e/ou “<i>sempre</i>” para uma das duas questões foi considerado como critério de fragilidade.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"><i>Lentidão no teste de caminhada</i>: Foi definida por meio do desempenho físico no teste   de caminhada de 2.44 m. Para este teste o idoso foi orientado a caminhar de uma   extremidade a outra em sua velocidade habitual, como se estivesse andando pela   rua. Os idosos poderiam usar dispositivos de apoio, se necessário, e   realizou-se o trajeto duas vezes, com o tempo sendo registrado em segundos, com   o menor tempo usado nas análises. O idoso foi considerado capaz de realizar o   teste, quando conseguia concluí-lo em um tempo &#8804; 60 (Guralnik et al., 1994).</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">O tempo gasto para realizar o teste de caminhada foi ajustado de   acordo com o sexo e a estatura  dos idosos.   A estatura  foi dividida em duas   categorias, com base na mediana (percentil 50): homens &#8804; 1.59 m e   mulheres &#8804; 1.48 m, abaixo ou igual a mediana; homens &gt; 1.59 m  e mulheres &gt; 1.48 m, acima da mediana.   Para cada categoria, os pontos de corte para o teste de caminhada foi fixado no   percentil 75: abaixo ou igual a mediana &#8805; 5.3 s e &#8805; 6 s; e acima da   mediana &#8805; 5 s e &#8805; 6.2 s (para homens e mulheres, respetivamente).   Foi considerado como critério de fragilidade os idosos que pontuaram acima do   ponto corte no teste de caminhada e aqueles que foram incapazes de realizar o teste devido a limitações físicas.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"><i>Baixo nível de atividade física</i>: O instrumento utilizado para avaliar o nível de   atividade física habitual foi o <i>International Physical Activity Questionnaire</i> (IPAQ), versão curta (Craig et al., 2003). Os indivíduos que realizaram menos   de 150 minutos por semana em atividades físicas moderadas e/ou vigorosas foram   considerados insuficientemente ativos, pontuando como um critério de fragilidade.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Segundo Fried et al<i>.</i> (2001), são considerados “Não-frágeis” os   idosos que não apresentaram nenhum dos critérios, “Pré-frágeis” um ou dois dos   critérios e “Frágeis” três ou mais dos cinco critérios supracitados. No   entanto, para esse estudo a variável dependente, fragilidade, foi dicotomizada   em “Não-frágil” para os idosos que apresentaram no máximo dois critérios e “Frágil” para os idosos que apresentaram três ou mais critérios.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"><i>Testes de desempenho motor (variáveis independentes)</i></font></p>     <p><font size="2" face="verdana"><i>Força de preensão manual:</i> foi avaliada no braço dominante usando um dinamômetro   hidráulico (modelo EH101, e.clear), para testar a força do membro superior. Cujos procedimentos foram descritos anteriormente.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"><i>Teste de sentar e levantar da cadeira: </i>foi utilizado para avaliar a força/resistência de membros   inferiores. O idoso foi orientado sobre o teste, e em seguida foi   perguntado se o mesmo sentia-se confiante para levantar e sentar rapidamente da   cadeira por cinco vezes consecutivas com os braços cruzados sobre o peito. Para   a realização do teste foi utilizado uma cadeira de aproximadamente 45 cm, sendo   registrado o tempo que o idoso gastou para levantar e sentar da cadeira cinco   vezes o mais rápido possível. O idoso foi considerado capaz de realizar o   teste, quando conseguia concluí-lo em um tempo &#8804; 60 s (Barbosa et al., 2005). </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="verdana"><i>Teste de caminhada: </i>Foi definida por meio do desempenho físico no teste de caminhada de 2,44 m, cujos procedimentos foram descritos anteriormente. </font></p>     <p><font size="2" face="verdana"><i>Teste de mobilidade</i>: A mobilidade/flexibilidade foi avaliada por meio do   teste de pegar um lápis. Para esta tarefa, os idosos foram convidados a   permanecerem em pé, com os pés lado a lado e, ao comando do entrevistador os   mesmos deveriam se abaixar e pegar um lápis, colocado a 30 centímetros à frente   dos seus pés, o mais rápido possível e retornar a posição inicial. O idoso foi   considerado capaz de realizar o teste, quando conseguia concluí-lo sem qualquer apoio em um tempo &#8804; 30 segundos (Rúben &amp; Siu, 1990). </font></p>     <p><font size="2" face="verdana"><i>Variáveis de ajuste</i></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">As variáveis de ajuste foram: grupo etário (60 – 69, 70 – 79 e &#8805;   80 anos), sexo (masculino e feminino), arranjo familiar (acompanhado e sozinho)   e quedas (sim e não). Essas variáveis foram selecionadas e categorizadas de   acordo com um estudo prévio, que encontrou associação destas com a fragilidade   na amostra investigada (Santos, Fernandes, Cassoti, Coqueiro, &amp; Carneiro, 2014). </font></p>     <p><font size="2" face="verdana"><b>Análise estatística</b></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Inicialmente realizou-se uma análise descritiva das variáveis   (frequências, médias e desvios padrão). A associação entre os testes de   desempenho motor e a fragilidade foi testada por meio da técnica de regressão   logística binária. Apenas a variável FPM foi estratificada por sexo, devido aos   valores entre homens e mulheres serem discrepantes. Foram calculados modelos   ajustados para estimar as <i>odds ratio </i>(OR), com os seus respectivos   intervalos de confiança de 95% (IC95%). O poder de diagnóstico da fragilidade   dos indicadores de desempenho motor e a identificação dos melhores pontos de   corte foram avaliados por meio dos parâmetros fornecidos pela curva Receiver   Operating Characteristic (ROC): área sob a curva ROC (ASC), sensibilidade e especificidade.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Em todas as análises o nível de significância adotado foi de 5% (&#945; = 0,05). Os   dados foram analisados no IBM SPSS Statistics for Windows (IBM SPSS. 21.0, 2012, Armonk, NY: IBM Corp.) e MedCalc (versão 9.1.0.1, 2006). </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="verdana"><b>RESULTADOS</b></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Participaram do estudo 139 idosos, sendo 105 (75,5%) mulheres e 34   (24,5%) homens. A idade dos idosos variou de 60 a 101 anos, com idade média de   72,32 ± 8,4 anos. A idade média das mulheres foi 72,16 ± 8,51 (60 - 101 anos) e   dos homens foi 72.85 ± 8,43 (60-92 anos). Em relação ao grau de instrução do   chefe da família, 73,1% declararam serem analfabetos ou com ensino médio   incompleto, enquanto ao nível sócioeconômico 42% dos idosos pertence a   categoria C e 57,2% encontrou-se na categoria D e E. A <a href="#f11">Tabela 1</a> apresenta as variáveis qualitativas do estudo.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><a name="f11"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><font size="2" face="verdana"><img src="/img/revistas/mot/v12n2/12n2a11t1.jpg" width="362" height="279"></font></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="verdana">A <a href="#t2">Tabela 2</a> apresenta as variáveis quantitativas do estudo. Apenas a   variável força muscular foi estratificada pelo sexo devido aos valores   discrepantes entre homens e mulheres.</font></p>     <p><a name="t2"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/mot/v12n2/12n2a11t2.jpg" width="357" height="214"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="verdana">A <a href="#t3">Tabela 3</a> mostra a OR para fragilidade a partir dos testes de   desempenho motor. O modelo de regressão logística (ajustado pelo grupo etário,   sexo, arranjo familiar e quedas) apontou que apenas o tempo gasto para a   realização do teste de caminhada foi positivamente associado à fragilidade   (p&lt;0,01), indicando que cada incremento de 1s no tempo de realização deste teste aumenta 30% a probabilidade de fragilidade em idosos. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><a name="t3"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/mot/v12n2/12n2a11t3.jpg" width="346" height="209"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="verdana">O teste de força de preensão manual no sexo feminino foi inversamente   associado à fragilidade (p&lt;0,001), indicando que o aumento em uma unidade da   FPM (1kgf) diminui em aproximadamente 26% a probabilidade de fragilidade em mulheres idosas. </font></p>     <p><font size="2" face="verdana">A <a href="#t4">Tabela 4</a> mostra os valores de sensibilidade do teste de caminhada   (88,9%) e da FPM-F (83,3%), demonstrando adequada capacidade de identificar os   idosos portadores com a síndrome de fragilidade que ultrapassaram os valores   dos pontos de corte (verdadeiros positivos). Os valores de especificidade do   teste de caminhada foi 74,5% e da FPM-F 79,0%, demonstrando adequada capacidade   de identificar os idosos não portadores da síndrome de fragilidade que não ultrapassaram os valores dos pontos de corte (verdadeiros negativos). </font></p>     <p><a name="t4"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/mot/v12n2/12n2a11t4.jpg" width="350" height="184"></p>     
<p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="verdana">Na <a href="/img/revistas/mot/v12n2/12n2a11f1.jpg">Figura 1</a> encontram-se as áreas sob a curva ROC do teste de caminhada   para ambos os sexos (<a href="/img/revistas/mot/v12n2/12n2a11f1.jpg">figura 1</a>a) e da FPM para as mulheres (<a href="/img/revistas/mot/v12n2/12n2a11f1.jpg">figura 1</a>b).   Observou-se um valor satisfatório das áreas sob a curva ROC (&gt;70%) para ambos os testes.</font></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="verdana"><b>DISCUSSÃO</b></font></p>     <p><font size="2" face="verdana"> Este estudo se propôs a   identificar se os indicadores de desempenho motor poderiam ser utilizados como   preditores de fragilidade em idosos. Até o momento, esse foi primeiro estudo   nacional que usou testes de desempenho motor como indicadores de triagem para identificar idosos frágeis cadastrados em Unidade de Saúde da Família.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">No presente estudo, a prevalência de idosos frágeis foi de 16,9%. Em   outros estudos nacionais a prevalência de fragilidade variou entre 20% e 23,8%   (Silva, Vieira, Arantes, &amp; Dias, 2009; Junior et al.,2014). As possíveis   explicações para a  variação na   prevalência de fragilidade em idosos, são:    os diferentes   instrumentos   usados para  avaliar os critérios de   fragilidade  e as disparidades nas   composições das amostras relacionadas à etnia e questões socioeconômicas (Tribress &amp; Oliveira, 2011).</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Os principais achados deste estudo foram às associações entre a   fragilidade e o tempo gasto no teste de caminhada em ambos os sexos, e com a   força de preensão manual no sexo feminino (FPM-F). O presente estudo também   encontrou uma alta sensibilidade e especificidade em ambos os testes, indicando   que os idosos que realizarem o teste de caminhada de 2,44 m em um tempo &#8805;   5 segundos e a FPM-F &#8804; 14,6 (kgf) serão fortes candidatos à condição de fragilidade.  </font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Em um estudo realizado por Pinedo et al. (2009) com 246 idosos, os   autores observaram uma associação positiva entre menor velocidade de marcha e   fragilidade em mulheres, corroborando com atual estudo. Diversos autores   apontam que a avaliação da velocidade de marcha tem sido o preditor de   fragilidade com maior confiabilidade, praticidade e de baixo custo, sendo capaz   de identificar o idoso com fragilidade (Cesari et al.,2005; Pinedo, Saavedra,   &amp; Jimeno, 2009; Rothman, Leo-Summers, &amp; Gill, 2008; Van Kan et al., 2010). </font></p>     <p><font size="2" face="verdana">No entanto, são escassos na literatura estudos que apontem pontos de   cortes do tempo no teste de caminhada 2,44 m com intuito de triar idosos   frágeis. Sendo assim, este teste de caminhada torna-se uma ferramenta   importante, por ser um teste simples, barato e de fácil aplicação e que pode   ser aplicado como uma forma de triagem na prática clínica ou até mesmo na própria residência do idoso.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Alguns estudos como o de Pinedo, Saavedra, e Jimeno (2009), encontraram   um ponto de corte de 0,7m/s, enquanto o estudo de Cesari et al. (2005) definem   como limite 1m/s. Dessa forma, observa-se disparidades nos resultados, não   existindo valores plenamente estabelecidos para velocidade da marcha ideal na   identificação da presença de fragilidade. Os resultados dos estudos   supracitados não podem ser comparados aos achados do presente estudo, porque os parâmetros avaliados são diferentes.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Mesmo com indefinições de ponto de corte, autores acreditam que a   velocidade de marcha  fornece uma   avaliação mais adequada, sendo este o    único item dos critérios de fragilidade a ser implementado na prática   clínica, funcionando como um instrumento altamente confiável, capaz de identificar idosos com riscos clínicos por mais tempo (Van Kan et al., 2010).</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="verdana">A força de preensão manual tem sido considerada uma ferramenta   importante para avaliação da fragilidade, sendo este indicador, considerado um   significante preditor de autopercepção, fadiga, incapacidade, morbidade, e mortalidade (Van Kan et al., 2010).</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Os valores de FPM definidos por estudos prévios demonstraram que valores   iguais ou inferiores a 20 kg relacionam-se, de forma independente, com risco   para dependência futura e baixos níveis de saúde (Jylha, Guralnik, Balfour, &amp; Fied<i>,</i> 2001).</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Esse teste vem sendo utilizado como indicador de força global e de   funcionalidade, a diminuição deste indicador, explica que os idosos são   sedentários, apresentam déficit de massa corporal, problemas de saúde e   limitações funcionais em atividades que exijam participação dos membros superiores e inferiores (Kuh, Bassey, Butterworth, Hardy, &amp; wadsworth, 2005).</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Com características semelhantes em relação a predomínio do gênero   feminino, o estudo de Bez e Neri (2014), observou que as mulheres tinham menos   força de preensão manual, onde tiveram a maior probabilidade de serem   consideradas como portadoras de baixa força de preensão. Relacionando esse   resultado do estudo de Bez e Neri (2014) com os resultados do atual estudo,   explica que essa baixa força de preensão manual ocasionaria a probabilidade de   essas idosas serem frágeis. Uma limitação do estudo está relacionada ao seu   delineamento transversal, o qual não foi possível constituir uma relação causal   entre a síndrome da fragilidade e o desempenho motor em idosos. Por outro lado,   destaca-se como ponto forte do estudo o uso de um indicador de desempenho motor   rápido, prático de baixo custo para triar precocemente idosos com características de fragilidade cadastrados em unidades de saúde.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="verdana"><b>CONCLUSÃO</b></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Com base nos resultados, conclui-se que houve uma associação positiva   entre a fragilidade e o tempo gasto no teste de caminhada nos idosos de ambos   os sexos, e uma associação negativa entre a fragilidade e a força de preensão   manual nos idosos do sexo feminino. O teste de caminhada apresentou-se como o melhor   indicador de triagem para discriminar a fragilidade em idosos cadastrados em uma Unidade de Saúde da Família.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="verdana"><b>REFERÊNCIAS</b></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">Alvarado, B. E., Zunzunegui, M. V., Béland, F., &amp; Bamvita, J. M.   (2008). Life   course social and health conditions linked to frailty in Latin American older   men and women. <i>The journals of gerontology Series A, Biological sciences and medical sciences, 63</i>, 1399-1406.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=354964&pid=S1646-107X201600020001100001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">American Academy of Family Physicians, American Dietetic Association,   National Council on the Aging. Nutrition screening e intervention resources for   healthcare professionals working with older adults. Nutrition Screening   Initiative. Washington: American Dietetic Association; 2002. Disponível em: &lt;<a target="_blank" href="http://www.eatright.org/cps/rde/xchg/ada/hs.xsl/nutrition_nsi_enu_html.htm">http://www.eatright.org/cps/rde/xchg/ada/hs.xsl/nutrition_nsi_enu_html.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=354966&pid=S1646-107X201600020001100002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->htm</a>&gt;.</font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">Barbosa, A. R., Miranda, L. M., Guimarães, A. V., Corseuil, H. X.,   &amp;  Corseuil, M. W. (2011) Age   andgender differences regarding physical performance in the elderly from Barbados and Cuba<i>. Revista de Saúde Pública,13(1),</i> 54-66.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=354968&pid=S1646-107X201600020001100003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">Barbosa, A. R.; Souza JMP; Lebrão ML; Laurenti R;   Maria de Fátima N. Marucci MFN. Functional limitations of Brazilian elderly by age and   gender differences: data from SABE Survey. Cad. saúde pública; 2005, <i>21</i>(4): 1177-85.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=354970&pid=S1646-107X201600020001100004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">Batistoni, S. S. T., Neri, A. L., &amp; Cupertino, A.   P. F. B. (2007). Validade da escala de depressão do Center for Epidemiological   Studies entre idosos brasileiros. <i>Revista de Saúde Pública, 41</i>, 598-605. doi.org/10.1590/S0034-89102007000400014  </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=354972&pid=S1646-107X201600020001100005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">Bez, J. P. O., &amp; Neri, A. L. (2014). Velocidade da   Marcha, força de preensão e saúde percebida em idosos: dados da rede FIBRA de   campinas. <i>Ciência &amp; Saúde Coletiva, 19</i>(8), 3343-3353. doi: 10.1590/1413-81232014198.09592013</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=354973&pid=S1646-107X201600020001100006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">Cesari, M., Kritchevsky, S. B., Baumgartner, R. N., Atkinson, H. H.,   Penninx, B. W., Lenchik, L.,… Pahor, M. (2005). Sarcopenia, obesity, and   inflammation-results from the trial of angiotensin converting enzyme inhibition   and novel cardiovascular risk factors study. <i>The American Journal of Clinical Nutrition, 82</i> (2), 428-34.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=354974&pid=S1646-107X201600020001100007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">Cooper, R., Kuh, D., Cooper, C., Gale, C. R., Lawlor, D. A., Matthews,   F., Hardy, R.,…FALCon and HALCyon Study Teams. (2011). Objective measures of   physical capability and subsequent health: a systematic review. <i>Journal </i>Age<i> and </i>Ageing, <i>40</i>(1), 14-23. doi: 10.1093/ageing/afq117</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=354976&pid=S1646-107X201600020001100008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">Craig, C. L., Marshall, A. L., Sjöström, M., Bauman, A. E., Booth, M.   L., Ainsworth, B. E.,..Oja, P. (2003). International Physical   Activity&nbsp;Questionnaire: 12-country reliability and validity. <i>Medicine &amp; Science in Sports &amp; Exercise, 35</i>, 1381-1395.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=354977&pid=S1646-107X201600020001100009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">Figueiredo, I. M., Sampaio, R. F., Mancini, M. C.,Silva, F. C. M.,Souza,   M. A. P., &amp; Peixoto, M. A.(2006).Teste de forca de preensão utilizando o dinamômetro Jamar. <i>Revista Acta Fisiátrica, 14</i>(2), 104-110.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=354979&pid=S1646-107X201600020001100010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">Fried, L. P., Tangeon, C. M., Walston,    J., Newman,  A. B., Hirsch, C.,   Gottdiener, J.,... McBurnie, M. A. (2001). Frailty in older adults: evidence for a phenotype. <i>Journals of </i>gerontology<i> Series A, Biological sciences and medical sciences, 56</i>, 146-156.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=354981&pid=S1646-107X201600020001100011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">Fried, L. P., Ferrucci, L., Darer, J., Williamson, J. D., &amp;   Anderson, G. (2004). Untangling the concepts of   disability, frailty, and comorbidity: implications for improved targeting and   care. The Journals of gerontology Series A, <i>Biological sciences and medical sciences, 59</i>, 255-263.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=354983&pid=S1646-107X201600020001100012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">Guralnik, J. M., Simonsick, E. M., Ferrucci, L., Glynn, R. J., Berkman,   L. F., Blazer, D. G., Scherr, P.A., Wallace, R.B. (1994). A short physical   performance battery assessing lower extremity function: association with   self-reported disability and prediction of mortality and nursing home   admission. <i>Journal of     Gerontology</i>, <i>49</i>(2), 85-94.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=354985&pid=S1646-107X201600020001100013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">Junior, W. M. R., Carneiro, J. A. O., Coqueiro, R. S., Santos,  K. T., &amp; Fernandes, M. H. (2014).   Pré-fragilidade e fragilidade de idosos residentes em município com baixo Índice de Desenvolvimento Humano. <i>Revista Latino-Americana de Enfermagem, 22</i>(4), 654-661.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=354987&pid=S1646-107X201600020001100014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">Jylha, M., Guralnik, J. M., Balfour, J., Fried, L. P. (2001). Walking   difficulty, walking speed, and age as predictors of self-rated health: The   Women’s Health and Aging Study. <i>The Journals     of </i>gerontology<i> Series A, Biological sciences and medical sciences,56,</i> 609-617.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=354989&pid=S1646-107X201600020001100015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">Kuh, D., Bassey, E. J., Butterworth, S., Hardy, R., &amp; Wadsworth, M.   E.(2005). The Musculoskeletal Study Team. Grip strength, postural control, and   functional leg power in a representative cohort of British men and women:   associations with physical activity, health status, and socioeconomic conditions. <i>The Journals of </i>gerontology<i> Series A, Biological sciences and medical sciences, 60</i>, 224-31</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=354991&pid=S1646-107X201600020001100016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">Pinedo, L. F. V., Saavedra, P. J. O., &amp; Jimeno, H. A. C. (2009). Velocidad de la marcha em adultos mayores de La comunidad en Lima, Perú. <i>Revista </i>Medica<i> Herediana, 20</i>(3), 133-138</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=354992&pid=S1646-107X201600020001100017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">Rockwood, K., Howlett, S. E., MacKnight, C., Beattie, B. L., Bergman,   H., Hébert, R., McDowell,  I. (2004). Prevalence, attributes, and outcomes of fitness and   frailty in community-dwelling older adults: report from the Canadian study of   health and aging. <i>The journals of gerontology Series A, Biological sciences and medical sciences, 59</i>(12), 1310-7.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=354993&pid=S1646-107X201600020001100018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">Rothman, M. D., Leo-Summers, L., &amp; Gill, T. M.(2008). Prognostic   Significance of potencial Frailty Criteria. <i>Journal of the American </i>Geriatrics Society<i>, 56</i>(12), 2211-116. doi: 10.1111/j.1532-5415.2008.02008.x.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=354995&pid=S1646-107X201600020001100019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">Rúben, D.B., Siu, A.L. (1990). Uma medida objetiva da função física   dos idosos ambulatoriais. <i>Journal of the American Geriatrics Society</i>, <i>38</i>(10), 1105-1112.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=354997&pid=S1646-107X201600020001100020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">Santos, P.H.S., Fernandes, M.H., Cassoti, C.A., Coqueiro, R.S.,   Carneiro, J. A. O. (2014). The   profile of fragility and associated factors among the elderly registered in a   Family Health Unit. 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Prevalence of frailty in middle-aged and   older community-dwelling Europeans living in 10 countries. <i>The journals of gerontology Series A, Biological sciences and medical sciences, 64</i>, 675-681. doi: 10.1093/gerona/glp012</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=355000&pid=S1646-107X201600020001100022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">Seidel, D<sup>.</sup>, Brayne, C., &amp; Jagger, C. (2011). Limitations   in physical functioning among olderpeople as a predictor of subsequent   disability in instrumental activities of daily Living. <i>Journal </i>Age<i> and </i>Ageing<i>, 40</i>(4), 463-9. doi: 10.1093/ageing/afr054</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=355001&pid=S1646-107X201600020001100023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">Silva, S. L. A., Vieira, R. A., Arantes, P., &amp; Dias, R. C. (2009). Avaliação de fragilidade, funcionalidade e medo de cair   em idosos atendidos em um serviço ambulatorial de Geriatria e Gerontologia.<i>Fisioterapia e Pesquisa, 16</i>(2), 120-125.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=355002&pid=S1646-107X201600020001100024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">Sousa, A. C., Dias, R. C., Maciel, Á. C., &amp; Guerra, R. O. (2012). Frailty   syndrome and associated factors in community-dwelling elderly in Northeast   Brazil. <i>Archives of </i>Gerontology<i>   and Geriatrics, 54</i>, 95-101. doi: 10.1016/j.archger.2011.08.010</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=355004&pid=S1646-107X201600020001100025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">Tribess, S., &amp; Oliveira, R. J. (2011). Síndrome da fragilidade   biológica em idosos: revisão sistemática. <i>Revista de Saúde Pública, 13</i>(5),   853-64. doi.org/10.1590/S0124-00642011000500014 </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=355005&pid=S1646-107X201600020001100026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">Van Kan, G. A., Rolland, Y., Houles, M.,Gillette-Guyonnet, S., Soto, M.,   &amp; Vellas, B. (2010). The Assessment of Frailty in olderAdults. <i>Clinics in Geriatric Medicine, 26</i>(2), 275-286. doi:10.1016/j.cger.2010.02.002.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=355006&pid=S1646-107X201600020001100027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">Vieira, R. A., Guerra, R. O., Giacomin, K. C., Vasconcelos, K. S. S.,   Andrade, A. C. S., Pereira, J. M. D.,... Dias, R. C. (2013). Prevalência de fragilidade e fatores associados em idosos comunitários de Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil: dados do Estudo FIBRA. <i>Caderno de Saúde Pública, 29</i>(8), 1631-1643. doi.org/10.1590/0102-311X00126312.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=355008&pid=S1646-107X201600020001100028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">Walston, J. D. (2006). Frailty as a model of aging. In: Conn PM, editor. Handbook of models for humon aging. <i>Elsevier Academic Press</i>, 697-702.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=355010&pid=S1646-107X201600020001100029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="verdana"><b>Agradecimentos:    <br> </b></font><font size="2" face="verdana">Ao Programa de Educação pelo Trabalho para Saúde (PET- Saúde), Grupo Idoso I, pelo apoio e colaboração.    ]]></body>
<body><![CDATA[<br> </font><font size="2" face="verdana"><b>Conflito de Interesses:    <br> </b></font><font size="2" face="verdana">Nada a declarar.    <br> </font><font size="2" face="verdana"><b>Financiamento:    <br> </b></font><font size="2" face="verdana">Nada a declarar</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Artigo recebido a 29.10.2015; Aceite a 17.05.2016</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="verdana"><a name="end"></a><a href="#topo">*</a><i> Autor correspondente</i>: Universidade Estadual   do Sudoeste da Bahia. N&uacute;cleo de Estudos em Epidemiologia do Envelhecimento. Rua   Jos&eacute; Moreira Sobrinho, s/n&ordm; - Jequiezinho. CEP 45206-190 &ndash; Jequi&eacute;, BA, Brasil.   Tel: (73) 3528-9600.. <i>E-mail</i>: <a href="mailto:hitoef@yahoo.com.br">hitoef@yahoo.com.br</a></font></p>      ]]></body><back>
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