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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Efeito agudo da marcha em esteira com estímulo auditivo sobre parâmetros cinemáticos da marcha e mobilidade em Parkinsonianos]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The aim of this study was to investigate the acute effect of treadmill training with auditory stimulation on gait kinematic parameters and mobility in Parkinsonians. Participants were 14 individuals with idiopathic Parkinsonism, which were divided into 2 groups: intervention and control group. All patients were assessed through two tests that assess functional mobility, named Short Physical Performance Battery (SPPB) and Timed up and go (TUG); gait speed evaluation by the 10 meters test; and analysis of the step length on a 16-meter circuit, then participants were subjected to a treadmill gait session, intervention group with sound stimuli support and control group without stimuli. At the end of the intervention subjects were reassessed. The results showed that both groups improved mobility in the TUG test (p=0.003), gait speed in the 10 meters test (p=0.004) and step length (p=0.029), but there was no statistical difference between groups. The SPPB did not change significantly after the gait protocol (p=0.118). It is concluded that one treadmill gait session was effective in improving the gait kinematic parameters and mobility study, but the combination of auditory stimuli did not significantly changed the analyzed variables.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[doença de Parkinson]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><b><font size="2" face="verdana">ARTIGO ORIGINAL</font></b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="4" face="verdana"><b>Efeito agudo   da marcha em esteira com estímulo auditivo sobre parâmetros cinemáticos da   marcha e mobilidade em Parkinsonianos</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="verdana"><b>Acute effect   of treadmill training with auditory stimulation on gait kinematic parameters   and mobility in Parkinsonians</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><font size="2" face="verdana">Patrícia de Aguiar Yamada<sup>1,<a name="topo"></a><a href="#end">*</a></sup>; Késia Maísa Amaral-Felipe<sup>1</sup>; Bárbara Fernandes Rodrigues<sup>2</sup>; Maira Peloggia Cursino<sup>1</sup>; Camilla Zamfolini Hallal<sup>3</sup>; Flávia Roberta Faganello-Navega<sup>2</sup></font></b></p>     <p><font size="2" face="verdana"><sup>1 </sup><i>Universidade Estadual Paulista, UNESP, Rio Claro, SP, Brasil    <br> </i></font><font size="2" face="verdana"><sup>2</sup><i> Universidade Estadual Paulista, UNESP, Marília, SP, Brasil    ]]></body>
<body><![CDATA[<br> </i></font><font size="2" face="verdana"><sup>3</sup><i> Universidade Federal de Uberlândia, UFU, Uberlândia, MG, Brasil</i></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>     <p><font size="2" face="verdana"><b>RESUMO</b></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">O objetivo do   presente estudo foi verificar o efeito agudo da marcha em esteira com estímulo   auditivo sobre parâmetros cinemáticos da marcha e mobilidade em Parkinsonianos.   Participaram 14 indivíduos com Parkinsonismo idiopático, os quais foram   divididos em 2 grupos: grupo intervenção e grupo controle. Foi realizada   avaliação, composta por dois testes que avaliam a mobilidade funcional,   nomeados Short Physical Performance Battery (SPPB) e Timed up and go (TUG);   avaliação da velocidade de marcha através do teste de 10 metros e análise do   comprimento de passo em um circuito de 16 metros, em seguida os participantes   foram submetidos a uma sessão de marcha em esteira, sendo o grupo intervenção   com auxílio de estímulos sonoros e o grupo controle sem estímulos. Ao final da   intervenção os indivíduos foram reavaliados. Os resultados mostraram que ambos   os grupos apresentaram melhora da mobilidade no teste TUG (<i>p</i>=0.003), da   velocidade de marcha no teste de 10 metros (<i>p</i>=0.004) e do comprimento de   passo (<i>p</i>=0.029), porém não houve diferença estatística entre os grupos.   O SPPB não apresentou diferença significativa após o protocolo de marcha (<i>p</i>=0.118).   Conclui-se que uma sessão de marcha em esteira foi efetiva na melhoria dos   parâmetros cinemáticos da marcha e mobilidade em estudo, porém a associação do estímulo auditivo não influenciou as variáveis analisadas.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"><i><b>Palavras-chave</b></i><b>:</b> doença de Parkinson, marcha, esteira ergométrica, estímulo auditivo</font></p> <hr size="1" noshade>     <p><font size="2" face="verdana"><b>ABSTRACT</b></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">The aim of this   study was to investigate the acute effect of treadmill training with auditory   stimulation on gait kinematic parameters and mobility in Parkinsonians.   Participants were 14 individuals with idiopathic Parkinsonism, which   were divided into 2 groups: intervention and control group. All patients were   assessed through two tests that assess functional mobility, named Short   Physical Performance Battery (SPPB) and Timed up and go (TUG); gait speed   evaluation by the 10 meters test; and analysis of the step length on a 16-meter   circuit, then participants were subjected to a treadmill gait session,   intervention group with sound stimuli support and control group without   stimuli. At the end of the intervention subjects were reassessed. The results   showed that both groups improved mobility in the TUG test (<i>p</i>=0.003),   gait speed in the 10 meters test (<i>p</i>=0.004) and step length (<i>p</i>=0.029),   but there was no statistical difference between groups. The SPPB did not change   significantly after the gait protocol (<i>p</i>=0.118). It is concluded that   one treadmill gait session was effective in improving the gait kinematic   parameters and mobility study, but the combination of auditory stimuli did not significantly changed the analyzed variables.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"><i><b>Keywords</b></i><b>: </b>Parkinson’s disease, gait, treadmill, auditory stimulus.</font></p> <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="verdana"><b>INTRODUÇÃO</b></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">A doença de Parkinson (DP) é uma patologia do sistema nervoso central de   caráter progressivo que envolve os gânglios da base, causando a degeneração das   células dopaminérgicas que formam a via nigro-estriatal, o que resulta na   inibição do movimento (Mehndiratta, Garg, &amp; Pandey, 2011). A doença acomete   um em cada mil indivíduos, porém a prevalência aumenta com a idade, afetando   geralmente indivíduos acima dos 50 anos (Morris, 2000). Dentre os principais   prejuízos motores pode-se citar o tremor de repouso, a rigidez, bradicinesia,   alterações posturais e da marcha (Kummer, Cardoso, &amp; Teixeira, 2010), sendo   a ultima, um dos principais limitantes da autonomia e qualidade de vida dos   pacientes com DP, uma vez que constituem a principal causa de quedas,   inatividade e isolamento social (Scalzo, Flores, Marques, Robini, &amp; Teixeira, 2012).</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">A marcha apresenta grandes mudanças temporal e espacial, como   encurtamento do comprimento de passo (CP) e largura de passo (LP), diminuição   da elevação dos pés com consequente arrasto, diminuição da velocidade de marcha   (VM) ou aumento da mesma, a fim de aumentar o ritmo para compensar a falta de   equilíbrio (Seco-Calvo, Gago-Fernández, Cano-de-la-Cuerda, &amp; Fernández-de-las-Peñas, 2012).</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">A realização de programas de reabilitação que combinem atividades   motoras e estímulos sensoriais, como o estímulo auditivo (EA) externo, vem   sendo cada vez mais destacada na literatura (Fernandez-del-Olmo, Arias, &amp;   Cudeiro-Mazaira, 2004). Segundo Nieuwboer, Rochester, e Jones (2008), a   utilização de pistas auditivas externas é capaz de tornar as áreas parietal   lateral, tálamo e áreas pré-motoras mais envolvidas na realização do movimento,   proporcionando um aumento da excitabilidade dos neurônios motores através da   via retículo-espinal, desviando dos circuitos do núcleo da base, deficiente em   parkinsonianos, os quais normalmente teriam sua atividade aumentada no início   de um movimento, quando sem o auxílio de pistas externas. Dessa forma,   indivíduos com DP tornam-se capazes de gerar padrões adequados de marcha,   melhorando variáveis como CP, cadência e VM (Aminian, Najafi, Büla, Leyvraz, &amp; Robert, 2002).</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Outra ferramenta utilizada na melhora da marcha em indivíduos com DP é a   esteira ergométrica. Segundo Bello, Marquez, Camblor, e Fernandez-Del-Olmo   (2010), o efeito terapêutico da esteira pode estar associado ao estímulo   sensorial proprioceptivo oferecido pelo movimento da faixa da esteira, capaz de   melhorar os padrões da marcha destes pacientes. Segundo os autores, o treino é   capaz de melhorar a VM, a LP e o CP em indivíduos em estágios médio a moderado   da DP. Além disso, os autores sugerem que uma das vantagens do treino em esteira é o fato de ela ser acessível na maioria das clínicas de fisioterapia.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Estudos têm demonstrado que uma única sessão de treinamento de marcha em   esteira é uma intervenção eficiente para melhorar parâmetros da marcha em   indivíduos com DP (Bello, Sanchez, &amp; Fernandez-del-Olmo, 2008;   Frenkel-Toledo et al., 2005), assim como o EA externo também tem mostrado   efeito benéfico imediato sobre o padrão de marcha em solo de parkinsonianos   (Almeida et al., 2015; Matsumoto, Magalhães, Antunes, &amp; Torriani-Pasin,   2014). Nesse sentido, é de fundamental importância verificar se o treino de   marcha em esteira associado ao EA é capaz de proporcionar maiores alterações   nas características cinemáticas da marcha de quando o treino é realizado sem EA   e em solo. Tais resultados poderão servir de base para que os profissionais   fisioterapeutas empreguem esse tipo de treinamento em seus pacientes, pois   mesmo sendo de conhecimento que o treino de marcha com EA é benéfico, este   ainda é de difícil aplicação devido ao espaço restrito da maioria das clínicas.   Se as alterações positivas de fato ocorrem e por ser a esteira ergométrica um   equipamento presente na maioria das clínicas, este estudo contribuirá para que   um novo tipo de treino se torne comum na prática clínica para melhora do padrão   de macha do indivíduo com DP e consequente melhoria de sua mobilidade e qualidade de vida.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Assim, o presente estudo teve por objetivo verificar o efeito agudo da   marcha em esteira com EA sobre parâmetros cinemáticos da marcha e mobilidade em Parkinsonianos.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Nós hipotetizamos que, com uma única sessão de marcha em esteira   associada à EA em indivíduos com DP, ocorra melhora dos parâmetros cinemáticos   da marcha destes indivíduos, reduzindo assim o risco de quedas e podendo aumentar sua mobilidade funcional.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="3" face="verdana"><b>MÉTODO</b></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Trata-se de um ensaio clínico randomizado controlado, o qual foi   aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da Faculdade de Filosofia e Ciências   da UNESP – Marília (nº 0995/2014). Todos os voluntários foram informados sobre os   procedimentos da pesquisa e foram esclarecidos também quanto ao sigilo das   informações coletadas e das identidades dos mesmos. Após terem lido e concordado, assinaram o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"><b>Participantes</b></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Participaram do estudo 14 indivíduos do gênero masculino (n=9) e   feminino (n=5), com diagnóstico de Parkinsonismo idiopático, classificados nos   estágios de 1 a 3 (incapacidade leve a moderada) da escala de Hoehn e Yahr   (Hoehn &amp; Yahr, 1967), nos quais é possível a realização de marcha   independente. Os indivíduos foram recrutados no período de Março a Agosto de   2014, a partir de divulgação por meio televisivo, panfletagem em terminal de   ônibus, consultórios médicos, hospitais, unidades básicas de saúde, além de   consulta em prontuários médicos no hospital de referência da cidade de   Marília/SP e indicação fisioterapêutica dos serviços da cidade. Os   pesquisadores realizaram um levantamento sobre o histórico clínico dos participantes, selecionando apenas os indivíduos com diagnóstico médico de DP.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Os critérios de elegibilidade incluíam a realização de marcha   independente sem o uso de dispositivos auxiliares, não estar em fase de   adaptação farmacológica, realizar as avaliações e intervenções na fase “on” dos   medicamentos para DP, não apresentar dor, fratura, ou lesão grave em tecidos   moles nos seis meses pregressos ao estudo, bem como histórico de alterações   cognitivas, cardiovasculares ou respiratórias não tratadas e ser capaz de compreender as instruções verbais.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Os participantes do estudo foram divididos aleatoriamente em dois   grupos: grupo intervenção (GI, n=7) e grupo controle (GC, n=7), sendo a   randomização realizada em blocos de sete participantes. Cada participante   recebeu um envelope opaco fechado, ao abrir o envelope, caso o número contido   fosse par, o participante era direcionado ao grupo controle, caso o número fosse ímpar, este era direcionado ao grupo intervenção.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"><b>Instrumentos </b></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">No presente estudo foram avaliados a mobilidade funcional dos   participantes através dos testes <i>Short Physical Performance Battery </i>(SPPB)   e <i>Timed up and GO</i> (TUG), além das variáveis cinemáticas VM e CP através   do teste de velocidade de marcha e análise cinemática da marcha em um circuito   oval de 16 metros (4.8 x 3.2 metros), respectivamente. Durante a coleta de   dados cinemáticos no circuito oval foram utilizados também uma câmera Sony® com   frequência de amostragem de 60Hz e marcadores fotorreflexivos, os quais eram   fixados nos seguintes pontos anatômicos do membro inferior direito dos   participantes: trocânter maior, face lateral da linha articular do joelho,   maléolo lateral, base do segundo dedo de ambos os pés e maléolo medial do   membro inferior contralateral. Antes do início da coleta de dados cinemáticos da marcha em solo, foi realizada a calibração do ambiente. </font></p>     <p><font size="2" face="verdana">O SPPB é um teste rápido, de baixo custo, passível de ser aplicado por   uma só pessoa em espaço físico reduzido e vem sendo amplamente utilizado para   avaliação da mobilidade, consiste em três avaliações: equilíbrio estático em   três posições (pés unidos, semi-tandem e tandem); VM, cronometrando o tempo   gasto para percorrer quatro metros em ritmo normal; e força muscular dos   membros inferiores, cronometrando o tempo gasto para levantar-se e sentar-se em   uma cadeira por cinco vezes consecutivas sem o auxílio das mãos. O escore total   é obtido pela soma das pontuações de cada teste, podendo variar entre 0 a 12   pontos, sendo o desempenho representado através da seguinte graduação: 0 a 3   pontos, incapaz ou apresenta desempenho ruim; 4 a 6 pontos, baixo desempenho; 7   a 9 pontos, moderado desempenho e 10 a 12 pontos, bom desempenho (Guralnik et al., 1994).</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">O TUG é um instrumento importante para avaliar o equilíbrio e   mobilidade, nele é registrado o tempo para se levantar de uma cadeira,   deambular por uma distância de 3 metros e retornar à cadeira. Maiores valores de tempo representam maior risco de quedas (Podsiadlo &amp; Richardson, 1991).</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="verdana">O teste de velocidade da marcha é composto de 10 metros e tem como   finalidade avaliar componentes temporais da marcha. É requisitado ao paciente   que ele caminhe por uma distância de 10 metros em linha reta em sua velocidade   de caminhada normal enquanto o tempo é cronometrado. O teste é realizado por   três vezes e então se calcula o resultado através da média dos valores obtidos   durante as três tentativas. Para eliminar o componente de aceleração e   desaceleração, os quais podem influenciar nos valores, são desconsiderados os primeiros e últimos 1.2 metros do percurso (Watson, 2002).</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">A avaliação cinemática da marcha foi realizada em um circuito oval de 16   metros (4.8 x 3.2 metros) para garantir uma marcha contínua, sem interrupções.   Estudos apontam que alterações nos parâmetros da marcha são mais facilmente   identificadas em situações de marcha contínua do que em marcha realizada em   espaço restrito, pois esta última causa alterações no ritmo locomotor temporal   (Kang &amp; Dingwell, 2008; Paterson, Lythgo, &amp; Hill, 2009). Além disto,   existe uma dependência entre os ciclos da marcha, ou seja, a maneira com que o   indivíduo executa um passo é afetada pelos passos anteriores e, deste modo,   contínuas interrupções durante a avaliação da marcha podem trazer efeitos   adversos na análise do padrão de marcha (Dingwell, Cusumano, Cavanagh, &amp; Sternad, 2001; Paterson et al., 2009).</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Durante a sessão de intervenção, utilizou-se uma esteira ergométrica   (Modelo Máster – Inbramed®) com o auxílio de um cinto de segurança conectado a   um cabo de aço fixado a uma estrutura metálica de suporte para evitar quedas; e   um metrônomo (Tempo Perfect Metronome Software), responsável por fornecer pistas auditivas aos participantes.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"><b>Procedimentos</b></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Os procedimentos de coleta de dados foram realizados em dois dias   consecutivos, no mesmo horário e de forma individual. No primeiro dia o   participante foi orientado detalhadamente sobre os objetivos e procedimentos do   estudo, sendo, em seguida, verificada a pressão arterial. A coleta de dados foi   iniciada pela avaliação da mobilidade funcional, por meio dos testes <i>Short     Physical Performance Battery (</i>SPPB) e <i>Timed up and GO</i> (TUG), depois   foi realizada a análise da VM e após, avaliação cinemática da marcha em solo,   na qual era solicitado que o indivíduo caminhasse em velocidade de preferência   por cinco vezes consecutivas no circuito oval. Ainda no primeiro dia, foi realizada   a seleção da velocidade de preferência da marcha em esteira e o protocolo de   familiarização proposto por Bello, Sanchez, e Fernandez-del-Olmo (2008), com duração de 20 minutos.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Para a seleção da velocidade de preferência da marcha em esteira o voluntário   foi inicialmente submetido a uma velocidade 50% inferior que a velocidade do   Teste de 10 metros. Após compreender o funcionamento da esteira, a velocidade   foi aumentada até que o participante referisse estar mais rápido que o usual,   assim esse valor foi anotado. Posteriormente, a velocidade foi diminuída até   que fosse referido estar mais devagar que a VM do dia-a-dia e novamente o valor   foi anotado. Após realizar três vezes esse procedimento, foi realizada a média   aritmética das velocidades referidas e assim foi definida a velocidade de preferência para familiarização e treino.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Logo após o protocolo de intervenção (sessão de marcha), o participante foi submetido à reavaliação através dos mesmos métodos acima citados.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Para a análise do CP foi realizada a normalização pelo comprimento do   membro inferior direito de cada voluntário e, em seguida, utilizado o programa   Peak Motus Motion Measurement System, versão 9.0, que permite registrar o   posicionamento e deslocamento dos segmentos corporais, a partir da marcação dos   pontos articulares de interesse e controlar a aquisição, a leitura, a   digitalização, o tratamento e o armazenamento dos parâmetros cinemáticos para sincronização e posterior análise dos dados.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"><i>Sessão de marcha</i></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">No segundo dia, durante a visita experimental, o indivíduo foi submetido   ao protocolo de marcha em esteira ergométrica, o qual tinha 30 minutos de duração.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="verdana">O GI realizou a intervenção em esteira associada ao EA advindo do   metrônomo ajustado a uma frequência 20% menor que a frequência de passo média   da marcha em esteira. Este estímulo foi usado para induzir o aumento do CP por meio da diminuição da cadência da marcha em velocidade constante.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">O GC realizou a intervenção em esteira sem associação de qualquer outro tipo de estímulo.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana"><b>Análise estatística</b></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Para os dados referentes à caracterização da amostra foram aplicados os   testes estatísticos qui-quadrado para dados categóricos e Mann-Whitney para dados não categóricos.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">A normalidade dos dados foi confirmada pelo teste Shapiro-Wilk. Em   seguida foi realizado o teste estatístico ANOVA Medidas Repetidas <i>Two Way</i> por meio do software PASW statistics 18.0® (SPSS). Em todos os testes estatísticos foi adotado o nível de significância de <i>p</i>&lt;0.05.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="verdana"><b>RESULTADOS</b></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">A caracterização dos sujeitos do estudo está expressa na <a href="/img/revistas/mot/v12n2/12n2a13t1.jpg">Tabela 1</a>. A   análise estatística não apontou diferenças entre os grupos em todas as variáveis (p&gt;0.05).</font></p>     
<p><font size="2" face="verdana">Os resultados da ANOVA Medidas Repetidas <i>Two Way</i> apontaram que   não houve interação entre os grupos e o tempo (avaliações pré e pós sessão) em   nenhuma das variáveis em estudo (p&gt;0.05). Os resultados mostraram que ambos   os grupos melhoraram significativamente a performance nos testes TUG e VM, e na   variável CP. Ainda verificando-se um efeito geral significativo do grupo apenas   no CP (p=0.019), ou seja, os valores do CP (considerando simultaneamente os   dois momentos de avaliação) no GI foram superiores ao GC. Não se observaram alterações significativas no SPPB (<a href="/img/revistas/mot/v12n2/12n2a13t2.jpg">Tabela 2</a>).</font></p>     
<p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="3" face="verdana"><b>DISCUSSÃO</b></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">O presente estudo teve por objetivo analisar o efeito agudo da marcha em   esteira associada ao EA sobre parâmetros cinemáticos da marcha e mobilidade   funcional de indivíduos com DP. Nossos resultados mostraram que ambos os grupos   (marcha em esteira e marcha em esteira associada ao EA) obtiveram melhora   significativa da mobilidade funcional no teste TUG e dos parâmetros cinemáticos   VM e CP, o que sugere que a melhora ocorreu devido ao treino de marcha em esteira e que o EA não exerceu influência nos resultados.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">A melhora em relação ao teste TUG e às variáveis cinemáticas VM e CP dos   dois grupos submetidos ao treino de marcha em esteira pode ser atribuída ao   efeito terapêutico da esteira gerado pelo estímulo sensorial proprioceptivo   oferecido pelo movimento da faixa da esteira. Segundo Herman, Giladi, e   Hausdorff (2009), a esteira atua como pista externa estimulando receptores   proprioceptivos e vestibulares, que por sua vez geram impulsos sensoriais   repetitivos para o Sistema Nervoso Central, o que compensa o déficit   de pistas internas a respeito do movimento e ritmo da marcha, causado pelos prejuízos dos impulsos internos dos gânglios da base nessa população.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">A redução do tempo para a realização do teste TUG pode estar relacionada   com a melhora da VM, melhora esta que já foi evidenciada em outros estudos que   realizaram treino agudo ou crônico de marcha em esteira sem associação de   outros estímulos, demonstrando uma íntima ligação entre tal variável temporal e   a mobilidade (Frenkel-Toledo et al., 2005; Talia Herman, Giladi, Gruendlinger, &amp; Hausdorff, 2007).</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">A melhora da VM pode ser explicada pela ritmicidade imposta pela   esteira, uma vez que diferente da marcha em solo, é necessário manter o ritmo   de passo de acordo com a velocidade da esteira, promovendo ciclos rítmicos de   marcha. Durante o treino de marcha em ritmo constante, receptores de carga,   fusos musculares, órgãos tendinosos de Golgi e outras informações sensoriais   são ativados e transferidos para circuitos do sistema neuronal, podendo ocorrer   o reforço e a plasticidade neuronal, facilitando desta forma o ritmo da marcha   e podendo o mesmo ser mantido nos circuitos neuronais durante o treino e após   longos períodos, o que vai de encontro com nossos resultados que evidenciam   aumento da VM após o treino agudo de marcha em esteira  (Frenkel-Toledo et al., 2005; Toole, Maitland, Warren, Hubmann, &amp; Panton, 2005).</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">A manutenção da velocidade constante imposta pela ritmicidade da esteira   com ou sem o auxílio de EA induz o sujeito a aumentar o CP, o que sugere que   esta funciona como uma pista externa, proporcionando uma estimulação sensorial   adequada e que gera em indivíduos com DP um padrão de passo normal, pois,   apesar dos déficits pálido corticais encontrados nestes pacientes, o córtex pré   motor encontra-se intacto e quando ativado controla externamente os movimentos   (Rochester et al., 2005). Além disso, durante a marcha em esteira, enquanto o   membro inferior é levado para trás, ocorre o alongamento dos flexores de   quadril, provocando uma transmissão de impulsos aos Geradores Centrais de   Padrão, os quais são responsáveis por um padrão de marcha mais regular através   do aumento do CP (Bello &amp; Fernandez-Del-Olmo, 2012), fato este que   corrobora com os achados do presente estudo e do estudo realizado por Bello et   al. (2008), os quais encontraram melhora da cadência, aumento do CP, bem como o   aumento da VM em indivíduos com DP, após serem submetidos a uma única sessão de treino de marcha em esteira com duração de 20 minutos.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">O fato de não termos encontrado diferença significativa no teste SPPB   pode ser justificado pelo fato de este resultar da combinação de vários testes   (equilíbrio, VM e força de membros inferiores) e particularmente a componente   de força é dificilmente influenciada pelo treino agudo de marcha em esteira.  Resultado semelhante foi encontrado por   Toole, Maitland, Warren, Hubmann e Panton (2005), em um estudo com 23   indivíduos com DP submetidos a treino de marcha em esteira. Os autores   observaram melhora significativa quanto ao padrão de marcha e equilíbrio, porém, a força muscular não sofreu alterações. </font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Apesar de alguns estudos mostrarem que o EA externo possui efeito   imediato na melhora do padrão de marcha de indivíduos com DP (Almeida et al.,   2015; Matsumoto et al., 2014), em nosso estudo não houve influência significativa   do mesmo sobre os resultados. Entretanto, é importante ressaltar que nos   estudos realizados anteriormente, o treino de marcha associado ao EA foi realizado no solo e, em nosso estudo, o treino foi realizado na esteira.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">O fato do EA não ter influenciado em nossos resultados poderá ser   explicado pela imposição de duas pistas externas diferentes (o indivíduo dirige   simultaneamente a sua atenção à esteira e ao EA), configurando uma dupla   tarefa. Estudos anteriores já comprovaram a incapacidade de pacientes com DP em   realizar atividades de dupla tarefa, devido à falha no controle dos movimentos   automáticos (Holtzman &amp; Gazzaniga, 1982), sendo assim, o déficit no   controle automático dos movimentos associado à deficiência da atenção ou   memória operacional pode levar esses pacientes à incapacidade de realizar atividades de dupla tarefa.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Um estudo realizado por Suteerawattananon, Morris, Etnyre, Jankovic, e   Protas (2004), com 24 indivíduos com DP submetidos a uma única sessão de marcha   em solo associada a estímulo auditivo e visual, mostrou melhora da cadência   quando submetidos ao EA e melhora do CP quando submetidos ao estímulo visual,   porém o uso simultâneo de ambos os estímulos não resultou em melhora   significativa da marcha quando comparado à aplicação individual de cada   estímulo. Os autores sugeriram que a associação dos dois estímulos, visual e   auditivo, pode ter levado o indivíduo a dividir a sua atenção, prejudicando a   melhora da marcha. De maneira semelhante, em nosso estudo, a adição de mais de uma   pista externa (esteira mais EA) pode ter interferido na efetividade da   realização da marcha. O prejuízo causado pela associação de dois estímulos pode   ser devido ao fato de que após a automatização o movimento passa a ocorrer na   área do circuito dos núcleos da base (O’Shea, Morris, &amp; Iansek, 2002), área   acometida na DP, tornando a atividade primária, no caso a marcha, prejudicada.   O aumento de erros durante a tarefa primária ou do tempo para a sua execução   pode ser chamada de interferência de dupla tarefa, a qual ocorre devido à   competição por demandas similares para o processamento entre as duas tarefas (marcha em esteira e EA) (Wu &amp; Hallett, 2008).</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="verdana">Entre as limitações de nosso estudo estão o número pequeno de   participantes, a diferença significativa entre os grupos para o CP, o que pode   ter influenciado em nossos resultados, e o fato de termos analisado apenas o CP   e não outras variáveis espaciais a fim de tornar a análise mais abrangente. A   avaliação da variabilidade e a LP devem ser incluídas em estudos futuros, sendo   que a variabilidade mede falhas nos mecanismos neurais de regulação da marcha e   o seu aumento indica redução de estabilidade, tornando os indivíduos mais   predispostos a quedas; e o aumento da LP indica redução de equilíbrio durante a marcha, resultante de uma instabilidade médio-lateral.</font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Novos estudos devem ser realizados com uma maior população, uma vez que   uma única sessão de intervenção evidenciou benefícios sobre os parâmetros   cinemáticos da marcha e mobilidade funcional de indivíduos com DP. Os   resultados do presente estudo contribuem para a prática clínica, pois a   associação da pista auditiva ao treino de marcha em esteira promoveu melhora   nos parâmetros avaliados assim como o treino de marcha em esteira de forma   isolada, podendo ambos ser utilizados como forma de tratamento em pacientes com   DP e facilitando sua aplicação devido a necessidade de um espaço reduzido para   a esteira ergométrica e o fato de esta ser acessível na maioria das clínicas de fisioterapia.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="verdana"><b>CONCLUS&Atilde;O</b></font></p>     <p><font size="2" face="verdana">Podemos concluir que o treino agudo da marcha em esteira acarretou   melhora da mobilidade no teste TUG e dos parâmetros cinemáticos VM e CP em   indivíduos com DP, porém a associação do EA ao treino da marcha em esteira não influenciou as variáveis analisadas.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="verdana"><b>REFERÊNCIAS</b></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">Almeida, I. A. de, Nascimento, T. S. do, Lemes, L. B., Batistetti, C.   L., Ferraz, H. B., &amp; Santos, S. M. S. (2015). Efeito Imediato da   Fisioterapia na Marcha em Indivíduos com Doença de Parkinson. <i>Saúde e Pesquisa</i>, <i>8</i>(2), 247–253. <a target="_blank" href="http://doi.org/10.17765/1983-1870.2015v8n2p247-253">http://doi.org/10.17765/1983-1870.2015v8n2p247-253</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=355307&pid=S1646-107X201600020001300001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">Aminian, K., Najafi, B., Büla, C., Leyvraz, P.-F., &amp; Robert, P.   (2002). Spatio-temporal parameters of gait measured by an ambulatory system using miniature gyroscopes. <i>Journal of Biomechanics</i>, <i>35</i>(5), 689–699.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=355308&pid=S1646-107X201600020001300002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">Bello, O., &amp; Fernandez-Del-Olmo, M. (2012). How does the treadmill   affect gait in Parkinson’s disease? <i>Current Aging Science</i>, <i>5</i>(1), 28–34.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=355310&pid=S1646-107X201600020001300003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">Bello, O., Marquez, G., Camblor, M., &amp; Fernandez-Del-Olmo, M.   (2010). Mechanisms involved in treadmill walking improvements in Parkinson’s disease. <i>Gait &amp; Posture</i>, <i>32</i>(1), 118–123. <a target="_blank" href="http://doi.org/10.1016/j.gaitpost.2010.04.015">http://doi.org/10.1016/j.gaitpost.2010.04.015</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=355312&pid=S1646-107X201600020001300004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">Bello, O., Sanchez, J. A., &amp; Fernandez-del-Olmo, M. (2008).   Treadmill walking in Parkinson’s disease patients: adaptation and   generalization effect. <i>Movement Disorders: Official Journal of the Movement Disorder Society</i>, <i>23</i>(9), 1243–1249. <a target="_blank" href="http://doi.org/10.1002/mds.22069">http://doi.org/10.1002/mds.22069</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=355313&pid=S1646-107X201600020001300005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">Dingwell, J. B., Cusumano, J. P., Cavanagh, P. R., &amp; Sternad, D.   (2001). Local dynamic stability versus kinematic variability of continuous   overground and treadmill walking. <i>Journal of Biomechanical Engineering</i>, <i>123</i>(1), 27–32.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=355314&pid=S1646-107X201600020001300006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">Fernandez-del-Olmo, M., Arias, P., &amp; Cudeiro-Mazaira, F. J.   (2004). Facilitación de la actividad motora por estímulos sensoriales en la enfermedad de Parkinson. <i>Revista de Neurologia</i>, <i>39</i>(9), 841–847.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=355316&pid=S1646-107X201600020001300007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">Frenkel-Toledo, S., Giladi, N., Peretz, C., Herman, T., Gruendlinger,   L., &amp; Hausdorff, J. M. (2005). Treadmill walking as an external pacemaker   to improve gait rhythm and stability in Parkinson’s disease. <i>Movement     Disorders: Official Journal of the Movement Disorder Society</i>, <i>20</i>(9), 1109–1114. <a target="_blank" href="http://doi.org/10.1002/mds.20507">http://doi.org/10.1002/mds.20507</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=355318&pid=S1646-107X201600020001300008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">Guralnik, J. M., Simonsick, E. M., Ferrucci, L., Glynn, R. J., Berkman,   L. F., Blazer, D. G., … Wallace, R. B. (1994). A short physical performance   battery assessing lower extremity function: association with self-reported disability and prediction of mortality and nursing home admission. <i>Journal of Gerontology</i>, <i>49</i>(2), M85-94.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=355319&pid=S1646-107X201600020001300009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">Herman, T., Giladi, N., Gruendlinger, L., &amp; Hausdorff, J. M. (2007).   Six weeks of intensive treadmill training improves gait and quality of life in   patients with Parkinson’s disease: a pilot study. <i>Archives of Physical Medicine and Rehabilitation</i>, <i>88</i>(9), 1154–1158. <a target="_blank" href="http://doi.org/10.1016/j.apmr.2007.05.015">http://doi.org/10.1016/j.apmr.2007.05.015</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=355321&pid=S1646-107X201600020001300010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">Herman, T., Giladi, N., &amp; Hausdorff, J. M. (2009). Treadmill   training for the treatment of gait disturbances in people with Parkinson’s   disease: a mini-review. <i>Journal of Neural Transmission (Vienna, Austria: 1996)</i>, <i>116</i>(3), 307–318. <a target="_blank" href="http://doi.org/10.1007/s00702-008-0139-z">http://doi.org/10.1007/s00702-008-0139-z</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=355322&pid=S1646-107X201600020001300011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">Hoehn, M. M., &amp; Yahr, M. D. (1967). Parkinsonism: onset, progression, and mortality. 1967. <i>Neurology</i>, <i>17</i>(5), 427–442.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=355323&pid=S1646-107X201600020001300012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">Holtzman, J. D., &amp; Gazzaniga, M. S. (1982). Dual task interactions   due exclusively to limits in processing resources. <i>Science (New York, N.Y.)</i>, <i>218</i>(4579), 1325–1327.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=355325&pid=S1646-107X201600020001300013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">Kang, H. G., &amp; Dingwell, J. B. (2008). Effects of walking speed,   strength and range of motion on gait stability in healthy older adults. <i>Journal of Biomechanics</i>, <i>41</i>(14), 2899–2905. <a target="_blank" href="http://doi.org/10.1016/j.jbiomech.2008.08.002">http://doi.org/10.1016/j.jbiomech.2008.08.002</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=355327&pid=S1646-107X201600020001300014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">Kummer, A., Cardoso, F., &amp; Teixeira, A. L. (2010). Generalized anxiety disorder and the Hamilton Anxiety Rating Scale in Parkinson’s disease. <i>Arquivos De Neuro-Psiquiatria</i>, <i>68</i>(4), 495–501.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=355328&pid=S1646-107X201600020001300015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">Matsumoto, L., Magalhães, G., Antunes, G. L., &amp; Torriani-Pasin, C.   (2014). Efeitos do estímulo acústico rítmico na marcha de pacientes com Doença de Parkinson. <i>Revista Neurociências</i>, <i>22</i>(3), 404–409. <a target="_blank" href="http://doi.org/10.4181/RNC.2014.22.03.965.6p">http://doi.org/10.4181/RNC.2014.22.03.965.6p</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=355330&pid=S1646-107X201600020001300016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">Mehndiratta, M., Garg, R. K., &amp; Pandey, S. (2011). Nonmotor symptom   complex of Parkinson’s disease--an under-recognized entity. <i>The Journal of the Association of Physicians of India</i>, <i>59</i>, 302–308, 313.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=355331&pid=S1646-107X201600020001300017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">Morris, M. E. (2000). Movement disorders in people with Parkinson   disease: a model for physical therapy. <i>Physical Therapy</i>, <i>80</i>(6), 578–597.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=355333&pid=S1646-107X201600020001300018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">Nieuwboer, A., Rochester, L., &amp; Jones, D. (2008). Cueing gait and   gait-related mobility in patients with Parkinson’s disease: developing a   therapeutic method based on the International Classification of Functioning,   Disability, and Health. <i>Topics in Geriatric Rehabilitation</i>, <i>24</i>(2), 151–165.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=355335&pid=S1646-107X201600020001300019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">O’Shea, S., Morris, M. E., &amp; Iansek, R. (2002). Dual task   interference during gait in people with Parkinson disease: effects of motor   versus cognitive secondary tasks. <i>Physical Therapy</i>, <i>82</i>(9), 888–897.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=355337&pid=S1646-107X201600020001300020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">Paterson, K. L., Lythgo, N. D., &amp; Hill, K. D. (2009). Gait   variability in younger and older adult women is altered by overground walking protocol. <i>Age and Ageing</i>, <i>38</i>(6), 745–748. <a target="_blank" href="http://doi.org/10.1093/ageing/afp159">http://doi.org/10.1093/ageing/afp159</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=355339&pid=S1646-107X201600020001300021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">Podsiadlo, D., &amp; Richardson, S. (1991). 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Effects of visual and auditory cues on gait in   individuals with Parkinson’s disease. <i>Journal of the Neurological Sciences</i>, <i>219</i>(1–2), 63–69. <a target="_blank" href="http://doi.org/10.1016/j.jns.2003.12.007">http://doi.org/10.1016/j.jns.2003.12.007</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=355344&pid=S1646-107X201600020001300026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">Toole, T., Maitland, C. G., Warren, E., Hubmann, M. F., &amp; Panton, L.   (2005). The effects of loading and unloading treadmill walking on balance,   gait, fall risk, and daily function in Parkinsonism. <i>NeuroRehabilitation</i>, <i>20</i>(4), 307–322.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=355345&pid=S1646-107X201600020001300027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">Watson, M. J. (2002). Refining the Ten-metre Walking Test for Use with Neurologically Impaired People. <i>Physiotherapy</i>, <i>88</i>(7), 386–397. <a target="_blank" href="http://doi.org/10.1016/S0031-9406(05)61264-3">http://doi.org/10.1016/S0031-9406(05)61264-3</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=355347&pid=S1646-107X201600020001300028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">Wu, T., &amp; Hallett, M. (2008). Neural correlates of dual task   performance in patients with Parkinson’s disease. <i>Journal of Neurology, Neurosurgery, and Psychiatry</i>, <i>79</i>(7), 760–766. <a target="_blank" href="http://doi.org/10.1136/jnnp.2007.126599">http://doi.org/10.1136/jnnp.2007.126599</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=355348&pid=S1646-107X201600020001300029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>&nbsp;</p>     ]]></body>
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