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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Respostas Hematológica Agudas ao Teste Incremental Máximo em Esteira]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The present study aimed to study acute hematologic responses in individuals undergoing a cardiopulmonary maximum incremental treadmill test without inclination. Were analyzed 23 individuals, 12 men and 11 women, with a mean age of 30.2 (± 8.4) years, mean weight of 68.1 (± 18.1) kg, mean height of 170.2 (± 9.8) cm, and mean BMI of 23.2 (±3.7) kg/m², physically active, with a minimum practice of 3.5 hours per week of exercise for at least 6 months. The subjects were submitted to a maximal incremental treadmill test, with venous blood collection for analysis before and immediately after completion of the test. Was used Wilcoxon test for analysis of pre and post test variables. Was adopted p < 0.05 as significance level. There was a significant increase in leukocyte count (69.23%; p = 0.005), lymphocytes (17.56%; p = 0.043), monocytes (85.41%; p = 0.012) and granulocytes (28.21%; p = 0.011). It was also observed a significant increase in erythrocytes (3,42%; p = 0,042), hematocrit (5.39%; p = 0.038) and hemoglobin (5.58%; p = 0.013). With this study, was concluded that performing a maximal test of treadmill running can significantly raise blood levels of leukocytes and respective sub-populations, as well as red blood cells and hemoglobin.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[Células Sanguíneas]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font size="2" face="Verdana"><b>ARTIGO ORIGINAL</b></font></p>      <p>&nbsp;</p>     <p><font size="4" face="Verdana"><b>Respostas Hematológica Agudas ao Teste   Incremental Máximo em Esteira</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Acute   Hematological Responses to a Maximal Incremental Treadmill Test</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Filipe   Dinato de Lima<sup>1,<a name="topo"></a><a href="#end">*</a></sup>; Ricardo Jacó de Oliveira<sup>1</sup>;   Renato Costa Albuquerque<sup>2</sup>; Ana Luiza Matias Correia<sup>1</sup>; Renata Aparecida Elias Dantas<sup>2</sup>; Márcio Rabelo Mota<sup>2</sup></b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><sup>1</sup>Universidade de Bras&iacute;lia, Distrito Federal,   Brasil    <br>   <sup>2</sup>Centro Universit&aacute;rio de Bras&iacute;lia, Distrito   Federal, Brasil</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr noshade size="1">     <p><font size="2" face="Verdana"><b>RESUMO</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O presente estudo teve como objetivo estudar as respostas   hematológicas agudas em indivíduos submetidos a um teste cardiorrespiratório   incremental máximo em esteira sem inclinação. Foram analisados 23 indivíduos,   12 homens e 11 mulheres, com idade média de 30,2 (± 8,4) anos, massa corporal   média de 68,1 (±18,1) kg, estatura média de 170,2 (±9,8) cm, e IMC médio de   23,2 (±3,7) kg/m², fisicamente ativos, com prática mínima de 3,5 horas semanais   de exercício há pelo menos 6 meses. Os sujeitos foram submetidos a um teste   incremental máximo em esteira, com recolha de sangue venoso para análise antes   e imediatamente após o término do teste. Utilizou-se o teste de Wilcoxon para   análise das variáveis pré e pós teste. Adotou-se p &lt; 0,05 como nível de   significância. Houve elevação significativa na contagem de leucócitos (69,23%;   p = 0,005), linfócitos (17,56%; p = 0,043), monócitos (85,41%; p = 0,012) e   granulócitos (28,21%; p = 0,011). Foi igualmente observado um aumento   significativo, nas hemácias (3,42%; p = 0,042), no hematócrito (5,39%; p =   0,038) e na hemoglobina (5,58%; p = 0,013). Com o presente estudo, concluímos   que a realização de um teste máximo de corrida em esteira pode elevar   significativamente as concentrações sanguíneas de leucócitos e respetivas subpopulações,   assim como de hemácias e hemoglobina.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Palavras-chave:</b> Células Sanguíneas, Teste de Esforço, Contagem de Leucócitos</font></p> <hr noshade size="1">     <p><font size="2" face="Verdana"><b>ABSTRACT</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">The present   study aimed to study acute hematologic responses in individuals undergoing a   cardiopulmonary maximum incremental treadmill test without inclination. Were   analyzed 23 individuals, 12 men and 11 women, with a mean age of 30.2 (± 8.4)   years, mean weight of 68.1 (± 18.1) kg, mean height of 170.2 (± 9.8) cm, and   mean BMI of 23.2 (±3.7) kg/m², physically active, with a minimum practice of   3.5 hours per week of exercise for at least 6 months. The subjects were   submitted to a maximal incremental treadmill test, with venous blood collection   for analysis before and immediately after completion of the test. Was used   Wilcoxon test for analysis of pre and post test variables. Was adopted p &lt;   0.05 as significance level. There was a significant increase in leukocyte count   (69.23%; p = 0.005), lymphocytes (17.56%; p = 0.043), monocytes (85.41%; p =   0.012) and granulocytes (28.21%; p = 0.011). It was also observed a significant   increase in erythrocytes (3,42%; p = 0,042), hematocrit (5.39%; p = 0.038) and   hemoglobin (5.58%; p = 0.013). With this study, was concluded that performing a maximal test of   treadmill running can significantly raise blood levels of leukocytes and   respective sub-populations, as well as red blood cells and hemoglobin.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Keywords:</b> Blood Cells, Exercise Test, Leukocyte Count.</font></p> <hr noshade size="1">     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="3" face="Verdana"><b>INTRODUÇÃO </b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O exercício físico promove alterações na homeostase,   tornando necessárias respostas agudas dos diversos sistemas (Rosa &amp; Vaisberg, 2002). Os parâmetros   hematológicos, divididos em indicadores da resposta imune, tais como leucócitos   e suas subpopulações, indicadores eritrocitários, tais como hemoglobina,   hemácias, hematócrito, volume corpuscular médio (VCM), hemoglobina corpuscular   média (HCM) e concentração de hemoglobina corpuscular média (CHCM), além de   plaquetas, exercem funções específicas, como o carreamento de oxigênio e   respostas a infecções e situações de defesa (Tortora   &amp; Grabowski, 2008). Estes indicadores estão diretamente relacionados   com o estresse causado pelo exercício físico, e sofrem diferentes alterações   específicas a cada tipo de esforço (Natale et   al., 2003; Rosa &amp; Vaisberg, 2002).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Diversos estudos têm demonstrado a resposta aguda do sistema   imune (série branca) ao exercício, com um aumento significativo e transitório   do número total de leucócitos. Essa leucocitose é causada pela elevação rápida   dos linfócitos, neutrófilos e, em menor escala, monócitos. Esta é a primeira fase   de resposta dos indicadores imunológicos. Entretanto, após a conclusão do   exercício físico gerador de estresse, os linfócitos retornam rapidamente aos   níveis basais ou abaixo destes, segunda fase da resposta da série imune, o que   é apontado como causa da chamada “open window”, período no qual os atletas   demonstram-se mais suscetíveis a infecções, com duração variável de 2 a 72   horas, dependendo do exercício (Hulmi et al., 2010; Pedersen, Rohde, &amp; Ostrowski, 1998; Rosa &amp; Vaisberg, 2002).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O decréscimo da contagem de leucócitos na segunda fase da   resposta ao exercício está diretamente relacionada com a intensidade, podendo   ser reduzida em até 50% do nível pré exercício em exercícios intensos (Rosa &amp; Vaisberg, 2002). Tal comportamento   ocorre em virtude do aumento na secreção de epinefrina e cortisol (Rosa &amp; Vaisberg, 2002). Nesse período no   qual ocorre a “open window”, os indivíduos se apresentam mais suscetíveis a   instalação de infecções das vias aéreas superiores (IVAS), em virtude da   diminuição da concentração de linfócitos, neutrófilos, monócitos e menor secreção de citocinas e uma consequente imunossupressão transitória aguda (da Silva &amp; Macedo, 2011).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">As respostas agudas do sistema imune são descritas em   diversas modalidades. Um estudo realizado com 20 atletas profissionais em uma   meia maratona, com análise dos parâmetros hematológicos antes da prova e 15   minutos após o término da mesma, apontou para uma elevação significativa de   leucócitos, monócitos e neutrófilos, além de uma redução significativa de   linfócitos e eosinófilos. Em relação à série vermelha, não apresentou nenhuma   alteração significativa em relação ao repouso (Siqueira   et al., 2009). Por outro lado, Wardyn et   al. (2008) afirmam que tanto em indivíduos treinados como em indivíduos   não treinados, ocorre um aumento das concentrações de hemoglobina assim como   uma elevação do hematócrito após um teste cardiorrespiratório, sem alteração na   contagem de leucócitos, mostrando assim, diferentes comportamentos da série eritrocitária e resposta imune a diferentes tipos de exercício.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Os eritrócitos apresentam uma estreita relação com a   capacidade aeróbica e com o VO<sub>2</sub> máx, pois estes parâmetros dependem   da capacidade do organismo em captar, transportar e utilizar o oxigênio (Calbet, Lundby, Koskolou, &amp; Boushel, 2006;   Lourenço, Tessutti, Martins, Brenzikofer, &amp; Macedo, 2007). As   células responsáveis por transportar esse oxigênio são as hemácias (ou   eritrócitos), que possuem a proteína carreadora de oxigênio hemoglobina. Esta   molécula se une ao oxigênio nos alvéolos e o distribui para todos os tecidos do   corpo, se utilizando do mineral ferro  (Tortora &amp; Grabowski, 2008). O hematócrito é o percentual do volume total do sangue composto pelos eritrócitos (Wilmore, Costill, &amp; Kenney, 2010).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Durante o exercício, diversos processos ocorrem envolvendo   os indicadores eritrocitários, como: a difusão do CO<sub>2</sub> produzido na   musculatura em movimento para o interior das hemácias; o tamponamento de íons H<sup>+</sup> pela hemoglobina e a remoção do CO<sub>2</sub> resultante da respiração   celular; o desligamento do O<sub>2</sub> da hemoglobina em virtude da baixa   pressão de O<sub>2</sub> nos tecidos; o desligamento do H<sup>+</sup> da   hemoglobina nos alvéolos e a nova ligação com o O<sub>2</sub> alveolar, entre   outros (Lourenço et al., 2007). Nesse   sentido, o processo de troca gasosa e oxigenação tecidual atribuído aos   eritrócitos e seus componentes é potencializado de forma aguda durante o   exercício, em virtude do aumento da frequência cardíaca e volume de sangue circulante pelo sistema (Wilmore, Costill, &amp; Kenney, 2010). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O teste cardiorrespiratório máximo, apesar de possuir riscos   e exigir cuidados para garantir a segurança do sujeito avaliado, oferece uma   maior sensibilidade na detecção de anomalias cardiovasculares em indivíduos   assintomáticos, além de promover uma melhor estimativa da capacidade   cardiorrespiratória e da potência aeróbica. Por isso é muito utilizado em   pesquisas e centros de diagnósticos (American   College of Sports, 2013). Apesar disso, poucos estudos são encontrados   analisando as respostas eritrocitárias e imunes ao teste máximo, e a informação   encontrada se relaciona a protocolos de teste incremental máximo com inclinação (Wardyn et al., 2008).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Apesar das diversas descrições das respostas eritrocitária e   imune ao exercício existentes na literatura, ainda se faz necessário realizar   comparações das respostas das células brancas e vermelhas a diferentes tipos   específicos de exercícios físicos, como o teste incremental máximo em esteira   sem inclinação. Portanto, o objetivo deste trabalho é estudar as respostas   hematológicas agudas em indivíduos submetidos a um teste incremental máximo em esteira sem inclinação.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b><font size="3" face="Verdana">Método</font></b>  </p> <font size="2" face="Verdana">    <p><b>Amostra</b></p>     <p>A amostra foi composta por 23 voluntários, 12 homens e 11   mulheres, com idade média de 30.2 (±8.4) anos, massa corporal média de 68.1   (±18.1) kg, estatura média de 170.2 (±9.8) cm, e IMC médio de 23.2 (±3.7)   kg/m². Os voluntários eram fisicamente ativos, com prática mínima de 3,5 horas   semanais há pelo menos 6 meses. Todos os voluntários se apresentaram saudáveis,   e não relataram nenhum comprometimento cardiovascular, osteomioarticular ou   metabólico, como diabetes mellitus. Todos os participantes foram informados dos   procedimentos do estudo e assinaram o Termo de Consentimento Livre e   Esclarecido – TCLE. O estudo foi aprovado pelo comitê de ética em pesquisa CEP/UniCEUB (Parecer 858.452, 2014).</p> </font>     <p><b><font size="2" face="Verdana">Protocolo Experimental  </font></b></p> <font size="2" face="Verdana">    <p>O teste foi realizado no laboratório de fisiologia humana do   UniCeub, em esteira Centurion 300 da marca Micromed com duração variando de no   mínimo 9 minutos e de no máximo 12 minutos. O protocolo utilizado consistia em   velocidade inicial de 5 km/h com incrementos de 1 km/h a cada 1 minuto.   Entende-se que com este protocolo, a fadiga muscular periférica gerada por   inclinações na esteira tenha sido evitada, favorecendo a execução do teste   máximo, sem subestimação do mesmo. Nesse sentido, patamares com duração de 1   minuto promoveram um rápido incremento, evitando acúmulo de metabólitos gerados   por fases prolongadas, e consequente subestimação do teste máximo. O exercício   foi interrompido quando a percepção subjetiva de esforço atingiu 17 na escala   de Borg, ou se foi sinalizada a exaustão voluntária, ou seja, indicação por parte do sujeito da impossibilidade de continuar o teste.</p>     <p>Durante as sessões experimentais propriamente ditas, foram   coletadas amostras sanguíneas de aproximadamente 5 mL de sangue venoso, retiradas   por punção de veia periférica em tubos em vácuo antes do início do exercício e   imediatamente após o término do exercício. As amostras de sangue foram,   prontamente separadas e as alíquotas de plasma imediatamente armazenadas à   temperatura de -70°C, para posterior dosagem e análise através do método   imunoenzimático “ELISA” (<i>Enzyme-Linked     Immunosorbent Assay)</i>. Essas amostras foram posteriormente centrifugadas a   3500 rpm durante 5 minutos, para separação do soro, contendo solução de NaF1%   para posterior dosagem dos leucócitos pelo método eletroenzimático (YSI 2700 S).</p> </font>     <p><b><font size="2" face="Verdana">Procedimento Estatístico </font></b></p> <font size="2" face="Verdana">    <p>No tratamento estatístico dos dados, utilizou-se a análise   descritiva (média e desvio padrão) para as variáveis antropométricas e   caracterização da amostra. A normalidade dos dados foi verificada através do   teste de Shapiro-Wilk. Em virtude da constatação da distribuição não normal dos   dados, foi utilizado o teste não paramétrico Wilcoxon para análise do momento   em repouso e pós exercício. Todos os testes foram realizados no programa   estatístico SPSS versão 21.0 para   Windows (SPSS, Inc., Chicago, IL, USA). Para todas as análises, adotou-se como nível de significância p &#8804; 0.05.</p>     <p>&nbsp;</p> </font><font size="3" face="Verdana"><b>Resultados</b></font>     <p><font size="2" face="Verdana">O teste incremental em esteira teve uma duração média de 8.56 (± 2.26) minutos.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">Os dados referentes às células imunocompetentes em repouso e   após o teste incremental estão presentes na <a href="/img/revistas/mot/v12n3/12n3a06t1.jpg">Tabela 1</a>. As contagens de   leucócitos totais (69.23%; p = 0.005), linfócitos (17.56%; p = 0.043),   monócitos (85.41%; p = 0.012) e granulócitos (28.21%; p = 0.011) apresentaram   elevação significativa no pós teste em relação ao momento pré teste incremental máximo.</font></p>     
<p><font size="2" face="Verdana">Os resultados referentes aos indicadores eritrocitários   estão explicitados na <a href="/img/revistas/mot/v12n3/12n3a06t2.jpg">Tabela 2</a>. Houve diferença significativa, com aumento em   relação ao repouso nas variáveis hemácias (3.42%; p = 0.042) hematócrito (5.39%;   p = 0.038) e hemoglobina (5.58%; p = 0.013).</font></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p><b><font size="3" face="Verdana">Discussão</font></b></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O presente estudo teve como objetivo   avaliar as resposta hematológica induzidas por um teste incremental máximo em   esteira, tendo sido observada uma elevação significativa na contagem de   leucócitos, linfócitos, monócitos e granulócitos. Além disso, os resultados   apontam para um aumento significativa nas hemácias, no hematócrito e na   hemoglobina.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Os resultados do presente estudo   apontam para uma elevação significativa da concentração de leucócitos totais   (leucocitose) após o teste incremental em esteira, corroborando com achados   presentes na literatura (da Silva &amp; Macedo,   2011; Natale et al., 2003; Rosa &amp; Vaisberg, 2002). Tal elevação já   foi evidenciada em modalidades distintas, como no exercício resistido (Hulmi et al., 2010), na execução do Yo-Yo   Endurance Test em jovens futebolistas (Cardia,   Peçanha, Figueiredo, &amp; de Castro, 2006) e após execução de meia maratona (Siqueira et al., 2009).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A leucocitose se dá, em um primeiro   momento, pelo aumento do número de neutrófilos, com a função de remover do   tecido elementos indesejáveis relacionados à lesão tecidual por fagocitose (da Silva &amp; Macedo, 2011), corroborando com   Nieman (2000) ao apontar uma elevação da   concentração de leucócitos após a realização de um exercício de corrida ou de   bicicleta a aproximadamente 75% da capacidade aeróbica máxima. Segundo Rosa and Vaisberg (2002), as concentrações de   leucócitos totais elevam-se de 50 a 100% imediatamente após a realização do   exercício, motivadas principalmente pela elevação das concentrações de   linfócitos, de neutrófilos e, em menor grau, de monócitos.  Por outro lado, exercícios de longa duração,   maiores que 90 minutos, de intensidade moderada apresentam maior capacidade de   imunossupressão pós-exercício no sistema imunológico de forma grave, aumentando o índice de infecções que podem ser contraídas pelo praticante regular (Gleeson, 2007).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">As alterações agudas no sistema imune   estão relacionadas à ação dos hormônios como as catecolaminas, cortisol,   hormônio adrenocorticotrófico (ACTH), insulina, glucagon, hormônio o   crescimento (GH) e vasopressina (da Silva &amp;   Macedo, 2011; Nieman, 2000; Rosa &amp; Vaisberg, 2002). Elevadas   concentrações de catecolaminas, por exemplo, promovem um incremento da   concentração leucocitária através da redução da adesão dos leucócitos ao   endotélio vascular e pela maior liberação pelos órgãos linfoides (Cardia et al., 2006). A manutenção da contagem   de leucócitos elevada é induzida também por níveis altos de cortisol, induzidos   pelo aumento na contagem de neutrófilos provenientes da medula óssea ou pela   presença de corticoesteróides que provocam uma dissociação das células das   paredes dos vasos, chamada “desmarginação” (Deutsch et al., 2007).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Kappel, Poulsen,   Galbo, and Pedersen (1998)   realizaram estudo com infusão de noradrenalina em dose semelhante ao libertado   pelo organismo durante um exercício realizado a 75% do VO<sub>2</sub>máx por 60   minutos, e obteve como resultado uma elevação significativa dos leucócitos   totais, neutrófilos, linfócitos e monócitos. Já Nieman   (2000), aponta como motivo para elevação na contagem de leucócitos   inúmeros fatores, como a concentração de citocinas, moléculas produzidas por   linfócitos B, temperatura corporal, aumento do fluxo sanguíneo, apoptose de linfócitos e desidratação.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Durante o exercício de corrida intenso   ocorre uma rápida alteração no volume plasmático, em virtude também, apesar da   baixa magnitude, da transpiração e respiração, além de uma mudança no   equilíbrio osmótico, levando a um deslocamento do plasma para o meio   extracelular. Em virtude disto, há um aumento considerável no hematócrito, além   de uma elevação na concentração de hemácias, hemoglobina e indicadores da   resposta imune, ou seja, alteração da hemoconcentração resultante da redução   plasmática (Mairbaurl, 2013; Tsampoukos, Stokes, &amp; Nevill, 2014). </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">Ao verificar os biomarcadores   hematológicos (indicadores eritrocitários e células imunocompetentes)   utilizando o protocolo de Bruce em esteira, Wardyn   et al. (2008) em seu estudo com 37 voluntários observaram diferença   significativa nos valores pós-exercício de hematócrito e hemoglobina, assim   como o presente estudo, tanto em indivíduos treinados quanto em não treinados.   Entretanto, não houve diferença significativa na contagem de leucócitos, divergindo do presente estudo.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Nesse sentido, Noushad, Ahmed, Jafri, and Sherwani (2012) compararam 96 indivíduos   treinados e destreinados, através de coleta sanguínea antes e após 30 de   corrida em esteira. Os resultados encontrados de hemoglobina, hematócrito, eritrócito   e leucócitos mostraram aumento significativo quando comparados aos valores   pré-exercício em ambos os grupos. Os aumentos na contagem das células   componentes da série vermelha parece ser transitório, com seus valores retornando aos níveis de repouso 60 minutos após o término do exercício.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O presente estudo apresenta algumas   limitações: a robustez dos dados apresentados não revela grande consistência em   virtude da reduzida amostra estudada, além de uma análise pontual e aguda, sem   um acompanhamento dos indicadores sanguíneos. Sugere-se em estudos posteriores   que a amostra seja aumentada além de uma continuidade do acompanhamento, com   coletas realizadas após 120 minutos do término do teste, posto que a literatura expõe a ocorrência de uma redução transitória da concentração leucocitária.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><font size="3" face="Verdana">Conclusões</font></b>  </p> <font size="2" face="Verdana">    <p>A realização de um teste incremental   máximo em esteira sem inclinação promove aumentos significativos no   comportamento dos biomarcadores do sistema imune humoral, leucócitos,   linfócitos, monócitos e granulócitos, em adultos praticantes de exercício   físico. Promove também elevação significativa nos indicadores eritrocitários: contagem de hemácias, no hematócrito e na hemoglobina.</p> </font>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>REFER&Ecirc;NCIAS</b></font></p> <font size="2" face="Verdana">    <!-- ref --><p>American College of Sports, M. (2013). <i>ACSM's guidelines for exercise testing and prescription</i>: Lippincott   Williams &amp; Wilkins.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=357011&pid=S1646-107X201600030000600001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Calbet, J. A. L., Lundby, C., Koskolou, M., &amp; Boushel, R.   (2006). Importance of hemoglobin concentration to   exercise: acute manipulations. <i>Respiratory   physiology &amp; neurobiology, 151</i>(2), 132-140.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=357013&pid=S1646-107X201600030000600002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Cardia, J. L. S., Peçanha, R.,   Figueiredo, P. R. C., &amp; de Castro, B. D. (2006). Exercício e ciclo   circadiano induzem variações na contagem de leucócitos sanguíneos em jovens   jogadores de futebol. <i>Revista Eletrônica   da Escola de Educação Física e Desportos–UFRJ, 2</i>(1).    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=357015&pid=S1646-107X201600030000600003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>da Silva, F. O. C., &amp; Macedo, D.   V. (2011). Exercício físico, processo inflamatório e adaptação: uma visão   geral. <i>Revista Brasileira de   Cineantropometria e Desempenho Humano, 13</i>(4), 320-328.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=357017&pid=S1646-107X201600030000600004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Deutsch, V., Lerner-Geva, L., Reches,   A., Boyko, V., Limor, R., &amp; Grisaru, D. (2007). Sustained leukocyte count during rising   cortisol level. <i>Acta haematologica, 118</i>(2),   73-76.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=357019&pid=S1646-107X201600030000600005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Gleeson, M. (2007). Immune function in sport and exercise. <i>Journal of applied physiology, 103</i>(2),   693-699.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=357021&pid=S1646-107X201600030000600006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Hulmi, J. J., Myllymäki, T., Tenhumäki, M., Mutanen, N.,   Puurtinen, R., Paulsen, G., &amp; Mero, A. A. (2010). Effects of resistance   exercise and protein ingestion on blood leukocytes and platelets in young and   older men. <i>European journal of applied   physiology, 109</i>(2), 343-353.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=357023&pid=S1646-107X201600030000600007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Kappel, M., Poulsen, T. D., Galbo, H., &amp; Pedersen, B. K.   (1998). Effects of elevated plasma noradrenaline concentration on the immune   system in humans. <i>European journal of   applied physiology and occupational physiology, 79</i>(1), 93-98.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=357025&pid=S1646-107X201600030000600008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Lourenço, T. F., Tessutti, L. S., Martins, L. E. B.,   Brenzikofer, R., &amp; Macedo, D. V. d. (2007). Interpretação metabólica   dos parâmetros ventilatórios obtidos durante um teste de esforço máximo e sua   aplicabilidade no esporte. <i>Rev Bras Cineantropom   Desempenho Hum, 9</i>(3), 303-310.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=357027&pid=S1646-107X201600030000600009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Mairbaurl, H. (2013). Red blood cells in sports: effects of   exercise and training on oxygen supply by red blood cells. <i>Front Physiol, 4</i>, 332. doi: 10.3389/fphys.2013.00332&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=357029&pid=S1646-107X201600030000600010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Natale, V. M., Brenner, I. K., Moldoveanu, A. I., Vasiliou,   P., Shek, P., &amp; Shephard, R. J. (2003). Effects of three different types of   exercise on blood leukocyte count during and following exercise. <i>Sao Paulo Med J, 121</i>(1), 9-14.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=357030&pid=S1646-107X201600030000600011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Nieman, D. C. (2000). Exercise effects on systemic immunity. <i>Immunology and Cell Biology, 78</i>(5),   496-501.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=357032&pid=S1646-107X201600030000600012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Noushad, S., Ahmed, S., Jafri, H., &amp; Sherwani, S. K.   (2012). Effect of Exercise on Hematological Parameters: A Study on Trained   versus Un-Trained Male Subjects.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=357034&pid=S1646-107X201600030000600013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Pedersen, B. K., Rohde, T., &amp; Ostrowski, K. (1998).   Recovery of the immune system after exercise. <i>Acta Physiologica Scandinavica, 162</i>(3), 325-332.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=357036&pid=S1646-107X201600030000600014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Rosa, L., &amp; Vaisberg, M. W.   (2002). Influências do exercício na resposta imune. <i>Rev bras med esporte, 8</i>(4), 167-172.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=357038&pid=S1646-107X201600030000600015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Siqueira, L. d. O., Muccini, T., Dall   Agnol, I., Filla, L., Tibbola, P., Luvison, A., . . . Moreira, J. C. F. (2009).   Análise de parâmetros bioquímicos séricos e urinários em atletas de meia   maratona. <i>Arquivos Brasileiros de   Endocrinologia &amp; Metabologia, 53</i>(7), 844-852.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=357040&pid=S1646-107X201600030000600016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Tortora, G. S., &amp; Grabowski, S.   R. (2008). Principios de anatomia e &#64257;siologia (9ª ed.): Rio de Janeiro: Guanabara.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=357042&pid=S1646-107X201600030000600017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Tsampoukos, A., Stokes, K., &amp; Nevill, M. (2014). Separate   and combined influence of posture and sprint running on plasma volume changes. <i>Eur J Sport Sci, 14 Suppl 1</i>, S267-274.   doi: 10.1080/17461391.2012.691114&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=357044&pid=S1646-107X201600030000600018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Wardyn, G. G., Rennard, S. I., Brusnahan, S. K., McGuire, T.   R., Carlson, M. L., Smith, L. M., . . . Sharp, J. G. (2008). Effects of   exercise on hematological parameters, circulating side population cells, and   cytokines. <i>Exp Hematol, 36</i>(2),   216-223. doi: 10.1016/j.exphem.2007.10.003&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=357045&pid=S1646-107X201600030000600019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Wilmore, J., Costill, D., &amp;   Kenney, W. (2010). <i>Fisiologia do Esporte e do Exercício.</i> (4ª ed.). Barueri: Manole.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=357046&pid=S1646-107X201600030000600020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p> </font>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Agradecimentos:    <br>   </b>Nada a declarar.    <br>   <b>Conflito de Interesses:    <br>   </b>Nada a declarar.    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>   <b>Financiamento:    <br> </b>Nada a declarar</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Artigo recebido a 01.11.2013; Aceite   a 28.10.2014 </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b><sup><a name="end"></a><a href="#topo">*</a></sup></b> <i>Autor   correspondente</i>: Universidade de Bras&iacute;lia (UnB), Campus Universit&aacute;rio Darcy   Ribeiro, Faculdade de Educa&ccedil;&atilde;o F&iacute;sica, CEP: 70910-900, Bras&iacute;lia &ndash; Distrito Federal, Brasil. <i>E-mail</i>: <a href="mailto:fdinatolima@gmail.com">fdinatolima@gmail.com</a></font></p>      ]]></body><back>
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<collab>American College of Sports, M.</collab>
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