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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Competência motora de pré-escolares: Uma análise em crianças de escola pública e particular]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The objective of this study was to compare the motor competence of children in different environments, namely private and public schools. This study looked at a representative sample of preschool children (3-5 years) the city of Recife-PE. We included all subjects who completed the Test of Gross Motor Development - 2. The groups were made up of children from private schools (n = 161; 95 boys), and public (n = 131; 63 boys). Data analysis used analysis of variance (ANOVA Two-Way), by adopting a p &#8804; 0.05. In general, private school children had superior performance. When analyzed gender differences, boys were higher. The results suggest that children of different school environments appear to differ in their motor competence. Therefore, we suggest that future studies assessing the characteristics of space used and the intensity and duration of activities that children are involved.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[  <font face="Verdana" size="2">        <p align="right"><b>ARTIGO ORIGINAL</b></p>     <p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="4" face="Verdana"><b>Competência motora de   pré-escolares: Uma análise em crianças de escola pública e particular</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Motor   competence in preschool children’s: An analysis in private and public school   children</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Daniel da Rocha Queiroz<sup>1,2,<a name="topo"></a><a href="#end">*</a></sup>; Rafael dos Santos Henrique<sup>1</sup>; Anderson Henry Pereira Feitoza<sup>1</sup>; Jéssica Nayara Silva de Medeiros<sup>3</sup>; Cleverton José Farias de Souza<sup>4</sup>; Teresinha de Jesus Sousa Lima<sup>1</sup>; Maria Teresa Cattuzzo<sup>1</sup></b></p>     <p><sup>1</sup>Programa Associado de P&oacute;s-gradua&ccedil;&atilde;o em Educa&ccedil;&atilde;o F&iacute;sica UPE/UFPB,   Escola Superior de Educa&ccedil;&atilde;o F&iacute;sica, Universidade de Pernambuco, Recife, Brasil.    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>   <sup>2</sup>Centro Acad&ecirc;mico de Vit&oacute;ria, Universidade Federal de Pernambuco,   Vit&oacute;ria de Santo Ant&atilde;o, Brasil.    <br>   <sup>3</sup>Programa de P&oacute;s-gradua&ccedil;&atilde;o em Fisioterapia, Universidade Federal de   Pernambuco, Recife, Brasil.    <br>   <sup>4</sup>Faculdade de Educa&ccedil;&atilde;o F&iacute;sica e Fisioterapia, Universidade Federal do Amazonas, Manaus, Brasil.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> </font> <hr noshade size="1"> <font face="Verdana" size="2">     <p><b>RESUMO</b></p>     <p>O objetivo deste   estudo foi comparar a competência motora de pré-escolares em diferentes   ambientes, a saber, escolas particulares e públicas da cidade do Recife-PE,   Brasil. A amostra contou com 292 crianças de 3 a 5 anos de idade   proporcionalmente distribuídas em escolas públicas e particulares da cidade do   Recife-PE. A avaliação da competência motora foi realizada com o <i>Test of     Gross Motor Development</i> – 2 (TGMD-2). Posteriormente, os grupos foram   formados de acordo com o contexto escolar (público ou particular) e   estratificados quanto ao gênero. A análise dos dados utilizou a ANOVA <i>Two</i>-<i>Way</i>   adotando um p&lt; 0,05. De um modo geral, crianças de escola particular   apresentaram maior competência motora, assim como os meninos obtiveram melhor   desempenho que as meninas. Os resultados permitem concluir que a competência   motora de pré-escolares difere de acordo com o contexto escolar e com o gênero.   Contudo, sugere-se que novos estudos avaliem características dos espaços   utilizados, bem como a participação de crianças em aulas de educação física e esportes que podem favorecer o desenvolvimento da competência motora.</p>     <p><b>Palavras-chave:</b> habilidades motoras; escola; crianças</p> </font> <hr noshade size="1"> <font face="Verdana" size="2">     <p><b>ABSTRACT</b></p>     <p>The objective of this study was to compare the   motor competence of children in different environments, namely private and   public schools. This study looked at a representative sample of preschool   children (3-5 years) the city of Recife-PE. We included all subjects who   completed the Test of Gross Motor Development - 2. The groups were made up of   children from private schools (n = 161; 95 boys), and public (n = 131; 63   boys). Data analysis used analysis of variance (ANOVA Two-Way), by adopting a p   &#8804; 0.05. In general, private school children had superior performance.   When analyzed gender differences, boys were higher. The results suggest that   children of different school environments appear to differ in their motor   competence. Therefore, we suggest that future studies assessing the   characteristics of space used and the intensity and duration of activities that children are involved. </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>Keywords:</b> motor skills; school; children</p> </font> <hr noshade size="1"> <font face="Verdana" size="2">     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>INTRODUÇÃO</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>A proficiência na execução das   habilidades motoras fundamentais, também chamada de competência motora está   relacionada com o desenvolvimento de aspectos físicos e sociais, e com a adoção   de um estilo de vida ativo e saudável (Stodden et al., 2008). A primeira   infância, também chamada de fase pré-escolar, é considerada crítica para o   desenvolvimento da competência motora (Gabbard, 2008; Knudsen, 2004) e estruturação de hábitos saudáveis que tendem a   perpetuar-se ao longo do ciclo vital. No entanto, a exposição da criança a um   determinado ambiente pode influenciar tanto o desenvolvimento da competência   motora, quanto o engajamento em atividades físicas (Venetsanou &amp; Kambas, 2010). </p>     <p>O ambiente da escola torna-se   fundamental para o desenvolvimento da criança, pois é o lugar onde elas passam   grande parte do seu dia. De acordo com o modelo bioecológico proposto por   Bronfenbrenner (1979), o desenvolvimento humano é composto por diferentes   níveis de influência, abrangendo desde os fatores próprios do indivíduo como o   gênero (microssistema) até os ambientes sociais nos quais ele está inserido   (exossistema e macrossistema). Desse modo, todos os indivíduos estão inseridos   em um sistema multinível com características dinâmicas que influenciam   diretamente ou indiretamente o seu desenvolvimento. Assim, parece plausível   esperar que a exposição a ambientes ricos em termos de estrutura e serviços   possibilite um desenvolvimento motor ótimo por meio de oportunidades para a   aprendizagem de habilidades motoras com situações inspiradoras e desafiadoras (Gagen   &amp; Gatchel, 2006; Morgan et al. 2013; Timmons, Naylor, &amp; Pfeiffer, 2007). </p>     <p>Ao avaliar a influência de fatores   ambientais no desenvolvimento motor de crianças pré-escolares, Venetsanou e   Kambas (2010), em um estudo de revisão, afirmaram que a escola é um espaço   importante para o desenvolvimento de habilidades motoras, e que determinados   fatores socioculturais, podem favorecer determinados aspectos do   desenvolvimento motor. Outros estudos também têm mostrado que o ambiente da   escola particular parece afetar positivamente a competência motora das crianças   (Chow &amp; Louie, 2013; Cotrim, Lemos, Neri Júnior, &amp; Barela, 2011; Giagazoglou, Karagianni, Sidiropoulou, &amp; Salonikidis, 2008).</p>     <p>Considerando o modelo bioecológico de   Bronfenbrenner (1979) outras variáveis podem ser questionadas, em especial, o   gênero das crianças. Esse fator ligado ao microssistema parece estar associado   a diferenças na competência motora desde a fase pré-escolar, com superioridade de   desempenho a favor dos meninos (Afonso et al., 2009; Carvalhal &amp;   Vasconcelos-Raposo, 2007; Hardy, King, Farrell, Macniven, &amp; Howlett, 2010; Oliveira,   Oliveira, &amp; Cattuzzo, 2013; Spessato, Gabbard, Valentini, &amp; Rudisill,   2012). Neste sentido pode-se questionar se a interação entre o exossistema (escola)   e o microssistema (indivíduo) pode resultar em diferenças na competência motora de pré-escolares.</p>     <p>Diante do exposto, o presente estudo   tem como objetivo analisar possíveis diferenças na competência motora de   meninos e meninas pré-escolares provenientes de escolas públicas e particulares da cidade do Recife.</p>     <p>&nbsp;</p> </font>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="3" face="Verdana"><b>MÉTODO</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>Este é um estudo transversal que   analisa dados secundários do Estudo Longitudinal de Observação da Saúde e   Bem-Estar da Criança em Idade Pré-Escolar (ELOS-Pré), aprovado pelo comitê de ética em pesquisa local. </p>     <p><b>Participantes</b></p>     <p>Participaram neste estudo 292   crianças com idade entre 3 e 5 anos (4.3 ± 0.7), provenientes de 28 escolas   públicas e particulares proporcionalmente distribuídas nas seis regiões   político-administrativas da cidade do Recife (Pernambuco, Brasil). Todas as   crianças cujos pais ou responsáveis assinaram o termo de consentimento livre e   esclarecido foram avaliadas quanto à competência motora entre os meses de Agosto e Novembro do ano de 2010. </p>     <p><b>Instrumentos e procedimentos</b></p>     <p>Após a identificação do tipo de   escola as crianças foram divididas em dois grupos conforme o contexto escolar.   No total, 131 crianças (63 meninos) estavam matriculadas em escolas municipais   ou estaduais e formaram o grupo escola pública. As outras 161 crianças (95 meninos) formaram o grupo escola particular. </p>     <p>A avaliação da competência motora foi   realizada com o <i>Test of Gross Motor     Development - 2</i> (TGMD-2) (Ulrich, 2000). Este instrumento, com adequada   validade e confiabilidade para crianças brasileiras, avalia o desempenho motor   grosso para habilidades locomotoras e de controle de objetos em crianças de 3 a   10 anos de idade. Entre as habilidades locomotoras são avaliados o correr, o   galopar, o saltitar, o saltar sobre um obstáculo, o saltar horizontalmente e o   deslizar lateralmente. Entre as habilidades de controle de objetos foram   avaliadas o rebater, o quicar, o receber, o chutar, o arremessar sobre o ombro   e rolar uma bola. Todas as crianças foram filmadas com uma câmera digital (<i>Cyber-Shot DSC-H20, 10.1 megapixels</i>) na   execução de duas tentativas de cada uma das 12 habilidades do TGMD-2.   Posteriormente as habilidades foram analisadas usando o programa <i>Media Player Classic (free download)</i> em   velocidade lenta. O desempenho motor das crianças, referente à qualidade do   movimento, foi pontuado a partir da lista de checagem do TGMD-2. Para tanto,   foi atribuído um ponto para quando o critério era atendido ou zero ponto quando   o critério não era atendido. O teste foi administrado por pesquisadores   devidamente treinados para a aplicação e decodificação dos dados. A   concordância entre avaliadores foi de 0,87 (Thomas, Nelson, &amp; Silverman, 2007). </p>     <p>O escore bruto foi obtido pelo   somatório dos pontos de ambas as tentativas nas 12 habilidades avaliadas. De   acordo com as tabelas de conversão do TGMD-2 o escore bruto foi convertido em   escore padrão, o qual ajusta o desempenho motor de cada indivíduo considerando   a idade para as habilidades locomotoras, e idade e gênero para as habilidades   de controle de objetos. Posteriormente, foi realizado o somatório do escore   padrão e convertido em quociente motor geral, que representa uma composição dos valores de desempenho em habilidades locomotoras e de controle de objetos.</p>     <p><b>Análise estatística</b></p>     <p>Após verificação da normalidade dos   dados (<i>Kolmogorov-Smirnov</i>) e inspeção   de histogramas foi realizada ANOVA<i> Two-Way</i>   a fim de comparar a competência motora de acordo com o contexto escolar (escola   pública x escola particular), e com o gênero. Todas as análises foram   realizadas com o pacote estatístico SPSS versão 17.0, adotando um nível de significância de p&lt;0.05. Posteriormente, o <i>effect size</i> foi calculado quando as diferenças foram significantes.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p> </font><font size="3" face="Verdana"><b>Resultados</b></font><font face="Verdana" size="2"> </font><font face="Verdana" size="2">    <p>A <a href="/img/revistas/mot/v12n3/12n3a08t1.jpg">Tabela 1</a> apresenta as características descritivas   dos participantes. Na análise do quociente motor geral, crianças de escolas   particulares mostraram maior competência motora que as crianças de escola pública   (F= 10.23, p&lt; 0.01; ES= 0.38; efeito baixo). Nas habilidades de locomoção, a   competência motora foi similar entre os dois tipos de contexto escolar. Nas   habilidades de controle de objetos foi encontrada diferença significante a   favor das crianças de escola particular (F= 15.81, p&lt;0.01, ES= 0.47; efeito médio). </p>     
<p>Após estratificação por gênero, meninos de escola   particular mostraram maior competência motora que aqueles de escola pública no   quociente motor geral (F= 9.55, p&lt;0.01; ES= 0.51, efeito médio) e nas   habilidades de controle de objetos (F= 11.96, p&lt; 0.01; ES= 0.57, efeito   médio). Entre as meninas, não foram encontradas diferenças significantes entre escolas públicas e particulares.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><a href="/img/revistas/mot/v12n3/12n3a08t2.jpg">Tabela 2</a></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>Ao comparar meninos e meninas de acordo com o   contexto escolar, os meninos de escola particular mostraram maior competência   motora que as meninas no quociente motor geral (F= 4.72, p&lt;0.05; ES= 0.35,   efeito baixo) e nas habilidades de controle de objetos (F= 8.11, p&lt; 0.01,   ES= 0.46, efeito médio). Na escola particular, não foi encontrada diferença   entre gêneros nas habilidades de locomoção. Na escola pública não foram encontradas quaisquer diferenças entre os gêneros. </p>     <p>&nbsp;</p> </font><font size="3" face="Verdana"><b>DISCUSSÃO</b></font><font face="Verdana" size="2">  </font><font face="Verdana" size="2">    <p>O objetivo desse trabalho foi   analisar diferenças na competência motora de meninos e meninas pré-escolares de   escolas públicas e particulares. Os resultados demonstraram que existem   diferenças na competência motora de crianças em diferentes ambientes escolares   e, corrobora com os resultados de estudos anteriores (Chow &amp; Louie, 2013; Cotrim et al., 2011; Giagazoglou et al., 2008).</p>     <p>Assim, os pré-escolares de escolas   particulares apresentaram uma competência motora superior aos de escolas   públicas, especificamente nas habilidades de controle de objetos e no quociente   motor geral. A competência nas habilidades motoras não ocorre naturalmente,   emerge na relação entre a criança e o ambiente em que ela está inserida (Clark, 2007; Goodway &amp; Branta, 2003; Malina, Bouchard, &amp; Bar-Or, 2004).   Segundo Chow e Louie (2013) o pleno desenvolvimento de   habilidades locomotoras depende da disponibilidade de espaços amplos para a   prática de atividades físicas, ou seja, crianças que estão inseridas em   ambientes amplos que permitam atividades que envolvam grandes grupos musculares   podem desenvolver com mais facilidade tais habilidades motoras fundamentais.   Pode-se especular que em ambos, existe disponibilidade de espaços que permitam   as brincadeiras de corridas e saltos e assim o desenvolvimento de habilidades locomotoras.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Por outro lado,   quando avaliadas as habilidades de controle de objetos, crianças de escola   particular foram superiores quando comparadas as de escola pública. O   desenvolvimento dessas habilidades necessita da experimentação de atividades   que utilizem equipamentos, materiais e instrução adequada, com isso pode-se   supor que o ambiente de escola particular propicia o acesso a estas condições. Ao avaliar o quociente motor geral, verificou-se que as crianças de escola   particular também apresentaram superioridade quando comparadas às crianças de   escola pública. Especula-se tal resultado, sugerindo que o ambiente da escola   particular proporciona um contexto instrucional mais propício para o   desenvolvimento da competência motora. Não só uma estrutura física favorável do   ambiente da escola particular deve ser considerada, mas também a   disponibilidade e acesso a equipamentos de jogos, participação em esportes e   aulas de educação física com especialistas devem ser interpretados como fatores   que podem influenciar o desenvolvimento da competência motora (Giagazoglou et al., 2008; Lemos, Avigo, &amp; Barela, 2012; Queiroz, Re,   Henrique, Moura, &amp; Cattuzzo, 2014; Timmons, Naylor, &amp; Pfeiffer, 2007). </p>     <p>Ao avaliar diferenças entre os grupos   de acordo com o gênero, meninos inseridos em escola particular apresentaram   superioridade no desempenho das habilidades de controle de objetos e no   quociente motor geral. Cabe ressaltar que, entre os meninos, o desempenho em   habilidades locomotoras não foi diferente entre as escolas públicas e   particulares; na análise de acordo com o gênero não foram encontradas   diferenças para as meninas. Quando essa mesma análise foi realizada para o   quociente motor geral, foi encontrada superioridade na competência motora dos   meninos de escola particular em comparação aos de escola pública. Essas   diferenças intergrupos avaliadas por gênero se contrapõem ao fator biológico,   pois biologicamente não deveriam existir diferenças entre o mesmo gênero, no   entanto, a cultura onde as crianças estão envolvidas (Thomas &amp; French, 1985;   Venetsanou &amp; Kambas, 2010) e o ambiente ao qual elas se envolvem (Chow   &amp; Louie, 2013; Cotrim et al., 2011; Giagazoglou et al., 2008) podem modular o desenvolvimento da competência motora. </p>     <p>Considerando o gênero, a análise   intragrupo não apontou diferenças para o desempenho em habilidades locomotoras nos   ambientes escolares. Esses resultados opõem-se a alguns estudos que encontraram   diferenças na competência motora entre os gêneros (Brauner &amp; Valentini,   2009; Hardy et al., 2010; Oliveira et al., 2013) e corroboram com outros   estudos que encontraram similaridade entre os gêneros (Hume et al., 2008).   Nessa mesma análise foi encontrada superioridade dos meninos no desenvolvimento   de habilidades de controle de objetos e no quociente motor geral, para o ambiente   de escola particular, corroborando assim com outros estudos (Afonso et al.,   2009; Cattuzzo et al., 2016; Carvalhal &amp; Vasconcelos-raposo, 2007; Spessato   et al., 2012; Valentini &amp; Vilwock, 2007). Essas diferenças de gênero podem   ser produto do contexto onde as crianças estão inseridas (Garcia, 1994; Hardy   et al., 2010; Thomas &amp; French, 1985,), e podem vir a perdurar durante o ciclo desenvolvimental (Spessato et al., 2012). </p>     <p>Sendo assim, o ambiente escolar está   inserido no mesossistema, dentro do estrato que compreende os vínculos e   processos que ocorrem entre duas ou mais pessoas em desenvolvimento. Desde a   sua fase inicial e ao longo da vida, esse desenvolvimento ocorre pela interação   reciproca, progressiva e complexa entre o indivíduo e outras pessoas, objetos e   diferentes culturas inseridas em seu contexto (Bronfenbrenner, 1979; Bronfenbrenner, 1994).</p>     <p>Portanto, o desenvolvimento da   competência motora não ocorre independente desse processo e nenhuma   característica da pessoa existe ou exerce influência no desenvolvimento de   forma isolada (Bronfenbrenner, 1992). Nesse sentido, no primeiro nível   (microssistema) do modelo bioecológico são identificados fatores relacionados   ao próprio indivíduo - como o gênero - que estão relacionados com os níveis   seguintes. O segundo nível (mesossistema) procura explorar as relações sociais   mais próximas do indivíduo como a relação entre pares, com professores e   membros da família. Em um terceiro nível (exossistema), examina os contextos   comunitários como o bairro e a escola. Nesse terceiro nível identifica-se as   características ambientais que afetam o desenvolvimento. Por fim, no quarto   nível (macrossistema), analisa-se fatores relacionados às diferentes camadas   sociais, e diferentes culturas. No presente estudo foram analisadas possíveis   alterações na competência motora a partir da análise do microssistema (gênero)   e do exossistema (escolas). Recentemente outros estudos realizados no Brasil   utilizaram o modelo bioecológico de Bronfenbrenner (1979) para examinar o   desenvolvimento de habilidades motoras e o desenvolvimento humano (Costa,   Nobre, Nobre, &amp; Valentini, 2014; Nobre, Coutinho, &amp; Valentini, 2012; Nobre et al., 2014)</p>     <p>Sendo assim, deve-se reconhecer que   crianças de primeira infância estão no período crítico para o desenvolvimento e   aquisição de habilidades motoras (Gabbard, 2008; Stodden et al., 2008), e é no   ambiente escolar que elas passam a maior parte do seu dia (Venetsanou &amp;   Kambas, 2010). Então, pode-se sugerir que a promoção de oportunidades de   prática e a exposição a ambientes adequados, amplos e com disponibilidade de   materiais são fatores essenciais para o desenvolvimento igualitário da competência motora em crianças de escolas públicas e particulares. </p>     <p>Algumas limitações devem ser   pontuadas no presente estudo. O delineamento não permite a interpretação de   causalidade nos resultados encontrados, assim como a ausência da avaliação dos   espaços disponíveis nas escolas para a prática de atividades físicas, da   participação em esportes dentro e fora da escola e a análise da frequência e   instrução nas aulas de educação física podem limitar algumas das nossas   conclusões. Uma vez que este pode ser considerado um estudo exploratório,   baseado em dados secundários, alertamos que novos estudos sobre o tema têm que   ser capazes de analisar os tipos de práticas que as crianças estão envolvidas   dentro e fora da escola, assim como os espaços e materiais disponibilizados   nesses ambientes, a instrução e a frequência com que as crianças realizam essas   atividades, entre outros fatores intervenientes. Por outro lado, afirma-se que   um ponto forte do estudo é a avaliação da competência motora de crianças ainda   na primeira infância, pois essa fase é o momento onde essas habilidades podem   ser potencializadas por meio da prática de esportes e da livre organização em   ambientes adequados e organizados para a exploração por meio de habilidades motoras.</p> </font>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>CONCLUSÕES</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>Nossos resultados permitem concluir   que, nesta amostra de pré-escolares, as crianças de escolas particulares   apresentaram superioridade no desempenho das habilidades de controle de   objetos, e no quociente motor geral. Nas análises entre os grupos foram   encontradas diferenças para os meninos, porém não para as meninas. Ao analisar   diferenças entre gêneros nos diferentes ambientes escolares foi constatada a   superioridade dos meninos somente em escolas particulares. Sendo assim, pode-se   sugerir que é necessário um ajuste nos ambientes físicos e nas oportunidades de   prática em diferentes ambientes escolares; independentemente do local onde a   criança esteja inserida, seja em um contexto de escola pública ou particular, é   necessário que os profissionais responsáveis por esse ciclo de escolarização e   os gestores criem condições estruturais e adequem os projetos políticos   pedagógicos e planos de ensino para o desenvolvimento de habilidades motoras   fundamentais. Essas habilidades potencializam condições indispensáveis para o   engajamento em atividades físicas e esportes e o desenvolvimento motor ativo e saudável ao longo da vida.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>REFERÊNCIAS</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <!-- ref --><p>Afonso, G. H., Freitas, D. L., Lefevre, J. A., Almeida, M. J.,   Rodrigues, A. J., &amp; Maia, J. A. (2009). Desempenho motor. Um estudo   normativo e criterial em crianças da Região Autónoma da Madeira, Portugal. <i>Revista Portuguesa de Ciências do Desporto, 9</i>(2-3), 160–74. doi:10.1080/02701367.2013.814910&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=357364&pid=S1646-107X201600030000800001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Brauner, L. M., &amp; Valentini, N. C. (2009). Análise do desempenho   motor de crianças participantes de um programa de atividades físicas. <i>Revista da Educação Física/UEM</i>, <i>20</i>(2), 205–216. doi: 10.4025/reveducfis.v20i2.6070&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=357365&pid=S1646-107X201600030000800002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Bronfenbrenner, U. (1979). Contexts of child rearing: Problems and prospects. American <i>Psychologist</i>, <i>34</i>(10), 844-50. doi: 10.1037/0003-066X.34.10.844&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=357366&pid=S1646-107X201600030000800003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Bronfenbrenner, U. (1992).   Ecological System Theory. In: V. Ross (Ed.), <i>Six theories of child development: revised formulations and current issues </i>(pp. 187-249). London: Jessica Knigsley Publishers.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=357367&pid=S1646-107X201600030000800004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Bronfenbrenner, U. (1994). Ecological models of human development. Em <i>International   Encyclopedia of Education</i> (2<sup>nd</sup> ed., Vol. 3). Oxford: Elsevier.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=357369&pid=S1646-107X201600030000800005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Carvalhal, M., &amp; Vasconcelos-Raposo, J. (2007). Diferenças entre   géneros nas habilidades: correr, saltar, lançar e pontapear. <i>Motricidade</i>, <i>3</i>(3), 44–56.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=357371&pid=S1646-107X201600030000800006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Cattuzzo, M.   T., Dos Santos Henrique, R., Ré, A. H. N., de Oliveira, I. S., Melo, B. M., de   Sousa Moura, M., … Stodden, D. (2016). Motor competence and health   related physical fitness in youth: A systematic review. <i>Journal of Science     and Medicine in Sport</i>, <i>19</i>(2), 123–129. <a href="https://doi.org/10.1016/j.jsams.2014.12.004" target="_blank">https://doi.org/10.1016/j.jsams.2014.12.004</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=357373&pid=S1646-107X201600030000800007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Clark, J. E. (2005). From   the Beginning: A Developmental Perspective on Movement and Mobility. <i>Quest</i>, <i>57</i>(1), 37–45. doi:10.1080/00 336297.2005.10491841&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=357374&pid=S1646-107X201600030000800008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Clark, J. E. (2007). On   the problem of motor skill development. <i>Journal     of Physical Education Recreation Dance</i>, 78(5), 39–44. doi: 10.1080/07303084.200 7.10598023&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=357375&pid=S1646-107X201600030000800009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Chow, B. C., &amp; Louie,   L. H. T. (2013). Difference in children’s gross motor skills between two types   of preschools. <i>Perceptual     and Motor Skills</i>, <i>116</i>(1), 253-61. doi: 10.2466/25.06.10.PMS.116.1.253-261&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=357376&pid=S1646-107X201600030000800010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Costa, C. L. A., Nobre, G. C., Nobre, F. S. S., &amp;   Valentini, N. C. (2014). Efeito de um programa de intervenção motora sobre o   desenvolvimento motor de crianças em situação de risco social na região do   Cariri – CE. <i>Revista de Educação Física/UEM</i>, <i>25</i>(3), 353-64. doi: 10.4025/reveducfis.v25i3.21968&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=357377&pid=S1646-107X201600030000800011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Cotrim, J. R., Lemos, A. G., Neri Junior, J. E., &amp;   Barela, J. A. (2011). Desenvolvimento de habilidades motoras fundamentais em   crianças com diferentes contextos escolares. <i>Revista     de Educação Física/UEM</i>, <i>22</i>(4), 523-33. doi: 10.4025/reveducfis.v22i4.12575&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=357378&pid=S1646-107X201600030000800012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Gabbard, C. (2008). <i>Lifelong   motor development</i> (5<sup>th</sup> ed.). San Francisco, CA: Pearson Benjamin Cummings.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=357379&pid=S1646-107X201600030000800013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Gagen, L. M., &amp;   Getchell, N. (2006). Using ‘constraints’ to design developmentally appropriate movement activities for early childhood education. <i>Early Childhood Education Journal</i>, <i>34</i>(3), 227–32. doi:  10.1007/s10643-006-0135-6&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=357381&pid=S1646-107X201600030000800014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Garcia, C. (1994). Gender   differences in young children’s interactions when learning fundamental motor   skills. <i>Research Quarterly for Exercise     and Sport</i>, <i>65</i>(3), 213-25. Retrieved from &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=357382&pid=S1646-107X201600030000800015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Giagazoglou,   P., Karagianni, O., Sidiropoulou, M., &amp; Salonikidis, K. (2008). Effects of   the characteristics of two different preschool-type setting on children’s gross motor development. <i>European Psychomotricity Journal</i>, <i>1</i>(2), 54-60.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=357383&pid=S1646-107X201600030000800016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Goodway, J. D., &amp;   Branta, C. F. (2003). Influence of a motor skill intervention on fundamental   motor skill development of disadvantaged preschool children. <i>Research Quarterly for Exercise and Sport</i>, <i>74</i>(1), 36-46. doi: 10.1080/02701367.2003.10609062&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=357385&pid=S1646-107X201600030000800017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Hardy, L. L., King, L.,   Farrell, L., Macniven, R., &amp; Howlett, S. (2010). Fundamental movement skills   among Australian preschool children. <i>Journal of Science and Medicine in Sport</i>, <i>13</i>(5), 503–508. <a href="https://doi.org/10.1016/j.jsams.2009.05.010" target="_blank">https://doi.org/10.1016/j.jsams.2009.05.010</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=357386&pid=S1646-107X201600030000800018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Hume, C., Okely, A.,   Bagley, S., Telford, A., Booth, M., Crawford, D., &amp; Salmon, J. (2008). Does   weight status influence associations between children’s fundamental movement   skills and physical activity? <i>Research     quarterly for exercise and sport</i>, <i>79</i>(2), 158–65.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=357387&pid=S1646-107X201600030000800019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Knudsen, E. I. (2004).   Sensitive periods in the development of the brain and behavior. <i>Journal of Cognitive Neuroscience</i>, <i>16</i>(8), 1412-25. doi: 10.1162/0898929042304796 &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=357389&pid=S1646-107X201600030000800020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Lemos,   A. G., Avigo, E. L., &amp; Barela, J. A. (2012). Physical Education in   Kindergarten Promotes Fundamental Motor Skill Development. <i>Advances in Physical Education</i>, <i>2</i>(1), 17–21. doi: 10.4236/ape.2012.21003&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=357390&pid=S1646-107X201600030000800021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Malina, R. M., Bouchard, C., &amp; Bar-Or, O. (2004). <i>Growth,   maturation, and physical activity</i> (2<sup>nd</sup> ed.). Champaign, IL: Human Kinetics.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=357391&pid=S1646-107X201600030000800022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Morgan,   P. J., Barnett, L. M., Cliff, D. F., Okely, A. D., Scott, H. A., Cohen, K. E.,   &amp; Lubans, D. R. (2013). Fundamental movement skill interventions in youth:   A systematic review and meta-analysis. <i>Pediatrics</i>, <i>132</i>(5), 1361-83. doi: 10.1542/peds.2013-1167 &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=357393&pid=S1646-107X201600030000800023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Nobre, F. S. S., Pontes, A. L. F. N., Costa,   C. L. A., Caçola, P., Nobre, G. C., &amp; Valentini, N. C. (2014). Affordances   em ambientes domésticos e desenvolvimento motor de pré-escolares. <i>Pensar a Prática</i>, <i>15</i>(3), 652-68. doi: 10.5216/rpp.v15i3.15412&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=357394&pid=S1646-107X201600030000800024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Nobre, F. S. S., Coutinho, M.   T., &amp; Valentini, N. C. (2012). The ecology of motor   development in coastal school children of Brazil northeast. <i>Journal of Human Growth and Development</i>, <i>24</i>(3), 263-73. doi: dx.doi.org/10.7322/jhdg.88910 &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=357395&pid=S1646-107X201600030000800025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Oliveira, D. S., Oliveira, I. S., &amp; Cattuzzo, M. T. (2013). A   influência do gênero e idade no desempenho das habilidades locomotoras de   crianças de primeira infância. <i>Revista Brasileira de Educação Física e Esportes</i>, <i>27</i>(4), 647-55. doi: 10.1590/S1807-55092013000400012&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=357396&pid=S1646-107X201600030000800026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Queiroz, D. R., Re, A. H. N., Henrique, R. S., Moura, M. S., &amp;   Cattuzzo, M. T. (2014). Participation   in sports practice and motor competence in preescholers. <i>Motriz</i>, <i>20</i>(1), 26-32. doi: 10.1590/S1980-65742014000100004&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=357397&pid=S1646-107X201600030000800027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Spessato, B. C., Gabbard, C.,   Valentini, N., &amp; Rudisill, M. (2012). Gender differences in Brazilian children’s fundamental movement skill performance. <i>Early Child Development and Care</i>, <i>183</i>(7), 916-23. doi: 10.1080/03004430.2012.689761&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=357398&pid=S1646-107X201600030000800028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Stodden, D. F., Goodway, J.   D., Langendorfer, S. J., Roberton, M. A., Rudisill, M. E., Garcia, C., &amp;   Garcia, L. E. (2008). A Developmental Perspective on the Role of Motor Skill   Competence in Physical Activity: An Emergent Relationship. <i>Quest</i>, <i>60</i>(2), 290–306. doi: 10.1080/00336297.2008.10483582 &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=357399&pid=S1646-107X201600030000800029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Timmons, B. W., Naylor,   P., &amp; Pfeiffer, K. A. (2007). Physical activity for preschool children –   how much and how? <i>Canadian Journal of     Public Health</i>, <i>98</i>(2), S122-34. doi: 10.1139/H07-112&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=357400&pid=S1646-107X201600030000800030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Thomas, J. R., &amp;   French, K. E. (1985). Gender differences across age in motor performance: A   meta-analysis. <i>Psychological bulletin</i>, <i>98</i>(2), 260-82.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=357401&pid=S1646-107X201600030000800031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Thomas, J. R., Nelson, J.   K., &amp; Silverman, S. J. (2007). <i>Métodos     de pesquisa em atividade física</i> (5<sup>th</sup> ed.). Porto Alegre, RS: Artmed.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=357403&pid=S1646-107X201600030000800032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Ulrich, D. A. (2000). <i>Test of gross motor development: examiner’s   manual</i> (2<sup>nd</sup> ed.). Austin, TX: Pro-ed.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=357405&pid=S1646-107X201600030000800033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Valentini, N. C. (2012).   Validity and reliability of the TGMD-2 for Brazilian children. <i>Journal of motor behavior</i>, <i>44</i>(4), 275–80. doi: 10.1080/00222895.2012.700967&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=357407&pid=S1646-107X201600030000800034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Valentini, N. C., &amp;   Vilwock, G. (2007). Percepção de competência atlética,   orientação motivacional e competência motora em crianças de escolas públicas:   estudo desenvolvimentista e correlacional. <i>Revista     Paulista de Educação Física</i>, <i>21</i>(4),   245-57. doi: 10.1590/S1807-55092007000400001&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=357408&pid=S1646-107X201600030000800035&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Venetsanou, F., &amp; Kambas, A. (2010). Environmental factors affecting preschoolers’ motor   development. <i>Early Childhood Educational Journal</i>, <i>37</i>(4), 319-27. doi: 10.1007/s10643-009-0350-z&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=357409&pid=S1646-107X201600030000800036&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>&nbsp;</p>     <p><b>Agradecimentos:</b>    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>   Aos   gestores das escolas municipais, pais e/ou respons&aacute;veis e as crian&ccedil;as   envolvidas no estudo.    <br>   <b>Conflito de     Interesses:    <br>   </b>Nada a   declarar.    <br>   <b>Financiamento:    <br>   </b>Coordena&ccedil;&atilde;o de Aperfei&ccedil;oamento de Pessoal de N&iacute;vel Superior (Capes)</p>     <p>Artigo recebido a 20.09.2015; Aceite a   29.01.2016</p> </font>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="2"><b><sup><a name="end"></a><a href="#topo">*</a></sup></b>   <i>Autor correspondente</i>: Universidade Federal de Pernambuco, Rua Alto   do Reservat&oacute;rio, s/n &ndash; Bela Vista, Vit&oacute;ria de Santo Ant&atilde;o &ndash; Pernambuco, Brasil. <i>E-mail</i>: <a href="mailto:efdanielrocha@live.com">efdanielrocha@live.com</a> </font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p></p> </font>     ]]></body>
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