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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[A aptidão física pode ser usada como fator discriminativo de crianças com provável Desordem Coordenativas Desenvolvimental?]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The aim was to investigate if the performance in physical fitness tests can be used as discriminant factor for children with probable developmental coordination disorder (DCD) and to characterize, therefore, as control parameter in reliability process of motor coordination. Participated 57 children, both genders, 9 to 12 years-old divided in two groups: DCD (n=29) and typical development (n=28) according results scored by Movement Assessment Battery for Children -2 (MABC-2). All the children performed the physical fitness tests as follow: adapted seat and reach (flexibility), push up and modified pull up tests (strength/resistance of upper limb), handgrip strength and horizontal jump (strength of lower limb). One way analysis of variance shown significant low performance in DCD group in strength and resistance tests. Furthermore, the Fisher’s linear discriminant analysis shown that strength and resistance of upper and lower limb discriminated the DCD and DT children. Strength and resistance were characterized as critical discriminant variables for analysis of physical fitness in DCD children. Since the strength is a primary requisite for motor coordination and control, these results suggest that strength and resistance tests can to serve as diagnostic and rehabilitation parameters of the DCD children.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[  <font face="Verdana" size="2">        <p align="right"><b>ARTIGO ORIGINAL</b></p>      <p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="4" face="Verdana"><b>A aptidão   física pode ser usada como fator discriminativo de crianças com provável   Desordem Coordenativas Desenvolvimental?</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Can the   physical fitness to utilized as discriminative factor t of children with   probable developmental coordination disorder?</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Glauber Carvalho Nobre<sup>1,2,<a href="#end">*</a></sup><a name="topo"></a>; Larissa Wagner Zanella<sup>1</sup>; Francisco Cristiano da Silva Sousa<sup>3,4</sup>; Maria Helena da Silva Ramalho<sup>1</sup>; Márcio Alves de Oliveira<sup>5</sup>; Nadia Cristina Valentini<sup>1</sup> </b></p> </font>     <p><font size="2" face="Verdana"><sup>1</sup>Universidade   Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Escola de Educa&ccedil;&atilde;o F&iacute;sica, Fisioterapia e   Dan&ccedil;a (ESEFID), Programa de P&oacute;s-gradua&ccedil;&atilde;o em Ci&ecirc;ncias do Movimento Humano   (PPGCMH), Porto Alegre, Brasil;    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>   <sup>2</sup>Instituto     Federal de Educa&ccedil;&atilde;o, Ci&ecirc;ncias e Tecnologia do Cear&aacute; (IFCE), Cear&aacute;, Brasil;    <br>     <sup>3</sup>Centro       Universit&aacute;rio Cat&oacute;lica de Quixad&aacute; (UniCat&oacute;lica), Quixad&aacute;, Brasil;<sup>    <br>       4</sup>Universidade Tr&aacute;s-os-Montes e Alto         Douro (UTAD), Vila Real, Portugal;<sup>    <br>         5</sup>University of Maryland at College Park, Department of Kinesiology, Maryland, United States of America.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr noshade size="1">     <p><font size="2" face="Verdana"><b>RESUMO</b></font></p>      <p><font size="2" face="Verdana"></font><font size="2" face="Verdana">O objetivo deste   estudo foi investigar se o desempenho em testes de aptidão física pode ser   utilizado como fator discriminativo de crianças com provável Desordem   Coordenativa Desenvolvimental (DCD) e, por conseguinte, caracterizar-se como   parâmetro de controle no processo de reabilitação da coordenação motora.   Participaram 57 crianças, de ambos os sexos, com idades entre nove e doze anos.   Conforme os resultados obtidos no&nbsp;<i>Movement Assessment Battery for     Children</i> (MABC-2) as crianças foram divididas em dois grupos: DCD (n=29) e   desenvolvimento típico DT (n=28). Os seguintes testes de aptidão física foram   administrados: sentar e alcançar adaptado (flexiblidade), apoio de frente e suspensão   na barra adaptada (força/resistência de membros superiores), força de preensão   manual e salto horizontal (força/potência de membros inferiores). A análise de   variância&nbsp;<i>one way</i> revelou que o grupo de crianças com DCD   apresentou desempenho significativamente mais baixo nos testes de força e   resistência muscular. Além disso, a análise discriminante linear de <i>Fisher</i> indicou que a força e resistência muscular de membros superiores e inferiores   discriminam crianças com DCD e DT. Conclui-se que a força e resistência   muscular caracterizaram-se como variáveis discriminatórias críticas na análise   da aptidão física de crianças com DCD. Visto que o fator força é um requisito   primário para a coordenação e controle motor, os resultados desse estudo   sugerem que os testes de força e resistência muscular adotados podem servir como parâmetros de prognóstico e reabilitação das crianças com DCD.</font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p><b>Palavras-chave:</b> desordem coordenativa desenvolvimental, crianças, aptidão física</p> </font> <hr noshade size="1"> <font face="Verdana" size="2">     <p><b>ABSTRACT</b></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>The aim was to   investigate if the performance in physical fitness tests can be used as   discriminant factor for children with probable developmental coordination   disorder (DCD) and to characterize, therefore, as control parameter in   reliability process of motor coordination. Participated 57 children, both   genders, 9 to 12 years-old divided in two groups: DCD (n=29) and typical   development (n=28) according results scored by Movement Assessment Battery for   Children -2 (MABC-2). All the children performed the physical fitness tests as   follow: adapted seat and reach (flexibility), push up and modified pull up   tests (strength/resistance of upper limb), handgrip strength and horizontal   jump (strength of lower limb). One way analysis of variance shown significant   low performance in DCD group in strength and resistance tests. Furthermore, the   Fisher’s linear discriminant analysis shown that strength and resistance of   upper and lower limb discriminated the DCD and DT children. Strength and   resistance were characterized as critical discriminant variables for analysis   of physical fitness in DCD children. Since the strength is a primary requisite   for motor coordination and control, these results suggest that strength and   resistance tests can to serve as diagnostic and rehabilitation parameters of the DCD children.</p>     <p><b>Keywords: </b>developmental coordination disorder, children, physical fitness </p> </font> <hr noshade size="1"> <font face="Verdana" size="2">     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>INTRODUÇÃO</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>Crianças com Desordem Coordenativa Desenvolvimental   (DCD) são caracterizadas pela baixa proficiência motora não relacionada a   patologias neurológicas ou prejuízos intelectuais severos (APA, 2000) a qual   resulta em dificuldades na realização de tarefas de vida diária (ex: segurar   objetos, escrever, saltar, correr, caminhar) (APA, 2000; Vaivre-douret, 2014).   Déficits de proficiência reportados em crianças com DCD dificultam a aquisição   e manutenção de níveis adequados de componentes da aptidão física relacionada à   saúde ou ao desempenho esportivo como a força muscular, resistência,   flexibilidade e composição corporal (Cairney, Hay, Veldhuizen, Missiuna, &amp; Faught, 2010; Li, Wu, Cairney, &amp; Hsieh, 2011).</p>     <p>Frequentemente, resultados de pesquisa têm reportado   que crianças com DCD apresentam baixo desempenho na força (Cantell, Crawford,   &amp; Doyle-Barker, 2008; Haga, 2008; Haga, 2009; Li, Wu, Cairney, &amp; Hsieh,   2011; Santos, Ribeiro, Pelegrini, Rocha, &amp; Hiraga, 2012; Tsiotra, Nevill,   Lane, &amp; Koutedakis, 2009), resistência muscular (Cantell et al., 2008;   Santos et al., 2012) e flexibilidade (Cantell et al., 2008). Ao longo do tempo   crianças com DCD podem não apresentarem aumentos de força e resistência e   experienciarem decréscimos na flexibilidade (Li et al., 2011). A prevalência de   sobrepeso e obesidade tem sido reportada em percentuais significativamente mais   elevados para os grupos de crianças com DCD em diferentes faixas etárias   (Cairney et al., 2010; Cairney, Hay, Faught, &amp; Hawes, 2005; Cantell et al., 2008; Zhu, Sheng, &amp; Cairney, 2011). </p>     <p>Entretanto, embora em menor número, alguns estudos   sugerem que crianças com DCD demonstram desempenho similar às crianças DT em   tarefas de força (Kanioglou, 2006; Nascimento et al., 2013) e flexibilidade   (Nascimento et al., 2013; Schott, Alof, Hultsch, &amp; Meermann, 2007; Santos   et al., 2012; Tsiotra et al., 2009); bem como similaridade no IMC em diferentes   idades (Santos et al., 2012; Wu, Lin, Li, Tsai, &amp; Cairney, 2010), e ao   longo do tempo (Hands, 2008). O menor desempenho em testes de aptidão física e   o aumento de sobrepeso e obesidade podem expor crianças com DCD a riscos mais   elevados de apresentarem patologias crônico-degenerativas (ex: cardiopatias   diversas, obesidade, hipertensão arterial sistêmica), problemas posturais,   lesões musculares e articulares (Zhu et al., 2011). A aptidão física, então,   configura-se como um importante aspecto a ser investigado e que pode servir   como parâmetro para o encaminhamento de crianças com DCD a programas de   reabilitação. Ainda mais, a maioria das pesquisas sobre o tema não foram   conduzidas no Brasil, evidenciando um desconhecimento sobre o comportamento estes   parâmetros em crianças com DCD brasileiras e se resultados observados em outros países podem apresentar no Brasil a mesma tendência.</p>     <p>Considerando que os resultados de pesquisas são de   certa forma contraditórios em relação a aptidão física de crianças com DCD   quando comparadas com crianças com desenvolvimento típico (DT) e que estes   fatores não tem sido investigado nas pesquisas nacionais; e, sobretudo se   testes de aptidão física poderiam ser considerados variáveis auxiliares na   discriminação de crianças com DCD para o encaminhamento a programas de   reabilitação com ênfase na coordenação e controle motor, o objetivo da presente   pesquisa foi investigar se o desempenho em testes de aptidão física pode ser   utilizado como fator discriminativo de crianças com provável Desordem   Coordenativa Desenvolvimental (pDCD) e, por conseguinte, caracterizar-se como parâmetro no processo de reabilitação da coordenação e controle motor.</p>     <p>&nbsp;</p> </font>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="3" face="Verdana"><b>MÉTODO</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p><b>Participantes</b></p>     <p>Inicialmente 380 crianças de ambos os sexos   provenientes de escolas públicas do Ceará - Brasil foram avaliadas usando o   Movement Assessment Battery for Children – second edition - MABC-2 (Henderson,   Sugden, &amp; Barnett, 2007). Utilizando os pontos de corte reconhecidos na   literatura (DCD percentil &#8804; 5; DT &#8805; percentil 15) 29 crianças foram   categorizadas como DCD e 306 com DT. Para compor o grupo DT 28 crianças foram   aleatoriamente selecionadas e estratificadas por sexo e idade dentre as 306   crianças categorizadas com desenvolvimento típico.  Portanto, a amostra do presente estudo foi   composta de 57 crianças (nove e 12 anos) sendo 29 crianças com DCD e 28 com DT.   Foi adotado no presente estudo o termo “provável” uma vez que parte dos   critérios da DSM (APA, 2000) para o diagnóstico da DCD foram empregados   (significativa interferência do atraso motor em atividades acadêmicas e de vida   diária; o atraso motor não associado a uma condição médica geral, ex: paralisia   cerebral, hemiplegia, distrofia muscular; se o atraso intelectual está   presente, as dificuldades motoras são maiores do que o esperado levando em   consideração o nível do atraso). Desta forma, alinhado com pesquisas prévias   (Jelsma et. al., 2014; Jelsma et. al., 2015; Joshi et. al., 2015; Bo et. al.,   2014; Chen et al. 2015) usou-se esse termo. As crianças com DCD foram descritas   pelos seus professores como tendo dificuldade de aprendizagem e baixo   desempenho escolar; sendo um grupo destas atendida por um núcleo de apoio   psicopedagógico das próprias escolas. Nenhuma criança tinha histórico conhecido   de neuropatologia e não participavam de quaisquer projetos de esporte ou   atividade física orientada. Os procedimentos foram aprovados por comitê de   ética em pesquisa (protocolo n. 242/2010). Todos os responsáveis legais assinaram o termo de consentimento livre e esclarecido.</p>     <p><b>Instrumentos e Procedimentos</b></p>     <p>O MABC-2, validado para uma população brasileira foi   utilizado no presente estudo. A versão brasileira do MABC-2 apresenta altos   índices de validade de conteúdo com clareza e pertinência (Kappa entre 71.8 e   99.9); elevada fidedignidade (inter-avaliadores: ICC 0.86 a 0.99;   intra-avaliadores: ICC 0.68 a 0.85), estabilidade temporal (r=0.74 e 0.52   p&lt;0.001) e consistência interna (=0.78 a 0.52); e de capacidade   discriminante (Valentini, Ramalho, &amp; Oliveira, 2014). O MABC-2 é composto   por 08 testes motores, nas dimensões de destreza manual, arremessar/segurar e equilíbrio.</p>     <p>O estado nutricional foi avaliado por meio do Índice   de Massa Corporal (IMC) normatizado pela idade, onde os valores de corte para   classificação obedeceram aos seguintes critérios: Magreza acentuada: IMC menor   que o escore z -3; Magreza: escore z entre -3 e -2; IMC Normal: escore z entre   -2 e 1; Risco de obesidade: escore z entre 1 e 2; Obesidade: escore z maior que   2 (World Health Organization, 2007). A massa corporal foi medida através de uma   balança digital portátil. Um estadiômetro portátil foi utilizado para mensurar   a estatura das crianças. As dobras cutâneas do tríceps e subescapular foram   mensuradas por meio de um adipômetro Lange®. A adiposidade corporal foi obtida   pelo somatório dessas dobras cutâneas (Lohman, 1989). Os procedimentos de   mensuração antropométrica seguiram os protocolos recomendados por Harrison et al. (1993).</p>     <p>A flexibilidade foi avaliada pelo teste de sentar e   alcançar adaptado (adapted seat and reach) (American Alliance for Health,   Physical Education, Recreation and Dance, 1989). Este teste tem sido amplamente   utilizado em crianças brasileiras (Santos et al, 2012). As crianças ficavam   sentadas no chão com o tronco alinhado a uma fita métrica previamente afixada   no solo. As pernas eram mantidas estendidas, pés descalços e afastados a 30,4   centímetros entre si, braços estendidos e mãos sobrepostas. As crianças   tentavam alcançar, deslizando as mãos sobre a fita métrica, a maior distância   possível, permanecendo nela por 2 segundos (American Alliance for Health,   Physical Education, Recreation and Dance, 1989). O escore foi obtido pela maior distância alcançada dentre três tentativas.</p>     <p>A força/resistência de membros superiores foi avaliada   teste de apoio de frente e o teste de suspensão na barra adaptada (Fitnessgram,   2008). Estes testes têm largamente utilizados no Brasil (Santana, Andrade,   Gama, Mota &amp; Prado, 2013). No teste de apoio de frente as crianças em   posição prona, com os cotovelos estendidos, mãos espalmadas apoiadas no chão,   tronco ereto, pernas ligeiramente afastadas e apoiadas nas pontas dos pés   realizaram o máximo de flexões e extensões de cotovelo possíveis. No teste de   suspensão na barra modificada as crianças suspensas em uma barra segurando-a   com as mãos (antebraço em pronação, corpo estendido diagonalmente apoiado pelos   calcanhares no chão) com o auxílio dos braços projetavam o corpo para que o   queixo ultrapasse a barra posteriormente voltando à posição inicial. Os escores foram obtidos pelo número de repetições alcançadas (Fitnessgram, 2008). </p>     <p>Para mensurar a força de preensão manual foi utilizado   um dinamômetro hidráulico manual JAMAR (Hydraulic Hand Dynamometer®) - Modelo   PC-5030J1. As crianças posicionaram-se com o cotovelo do membro mensurado   mantido em flexão a 90 graus, com o antebraço em semi pronação. O dinamômetro   foi ajustado de acordo com o tamanho das mãos das crianças de forma que a haste   mais próxima do corpo do dinamômetro estivesse posicionada sobre as segundas   falanges dos dedos indicador, médio e anular (American Society of Hand   Therapists, 1992). Três tentativas para cada mão com período de recuperação de   aproximadamente 60 segundos entre tentativas foram realizadas. O escore foi   obtido pelo melhor resultado dentre três tentativas (Fitnessgram, 2008). A   força/potência de membros inferiores foi avaliada por meio do teste do salto   horizontal (American Alliance for Health, Physical Education, Recreation and   Dance, 1989). As crianças foram encorajadas a saltar o mais longe possível   tendo como referência uma linha de partida estabelecida por uma fita adesiva   fixada ao chão. Para realização do salto, os pés permaneceram em afastamento   paralelo, joelhos semiflexionados e os membros superiores fazendo um movimento   de balanço para auxiliar na projeção do corpo à frente. Três tentativas foram   propiciadas sendo considerada a maior distância entre a linha de partida e o calcanhar das crianças. </p>     <p>Considerou-se também, para a escolha dos testes de   aptidão física, a ampla utilização destes em estudos internacionais com   crianças com DCD. As comparações entre os resultados encontrados neste estudo e   os reportados na literatura são mais alinhadas possíveis. As coletas foram   realizadas nas escolas e nos horários de contra turno de aula. A aplicação da   MABC-2 foi feita de forma individual em salas disponibilizadas pelas   instituições e durou em média 25 minutos. Os testes de aptidão física foram   administrados em grupo, nos ginásios de esporte das instituições participantes.   Avaliadores treinados com no mínimo de dois anos de experiência administraram os testes.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>Análise estatística</b></p>     <p>A descrição dos resultados foi realizada por meio de   média (M) e desvio padrão, frequência (f) e percentual (%). Uma análise   discriminante linear de Fisher foi utilizada para verificar quais as variáveis   de aptidão física seriam discriminantes de crianças com DCD e DT adotante como   parâmetro o teste de Wilks. O tamanho do efeito foi avaliado pelo <i>eta</i>   parcial ao quadrado (²) adotando-se valores <u>&lt;</u> 0.05 como efeito   pequeno, entre 0.06 e 0.25 como efeito moderado, entre 0.26 e 0.50 como elevado   e maior do que 0.50 como efeito muito elevado (COHEN, 1988). O teste <i>Chi     quadrado linear by linear</i> foi utilizado para verificar diferenças nas   proporções da classificação do IMC/idade dos grupos. O nível de significância adotado foi de  &lt;0.05.</p>     <p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>RESULTADOS</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>Os resultados da   massa corporal, dobras cutâneas, IMC e dos testes de aptidão física de crianças   com DCD e DT são apresentados na <a href="/img/revistas/mot/v12s1/12s1a02t1.jpg">tabela 1</a>. As análises foram conduzidas pelas   faixas etárias e grupos uma vez que as análises de variância contidas na   análise discriminante não mostraram efeito significativo do sexo (p &gt; 0,05).   Nos dois grupos etários (DCD e DT) a ANOVA<i> one way</i> indicou maior desempenho   para crianças de DT comparadas as crianças com DCD na resistência de membros   superiores (nove e 10 anos: F(1,21)=7.57 p=0.012 ²=1.24; 11 e 12 anos:   F(1,21)=8.34 p=0.007 ²=1), na força de membros superiores (nove e 10 anos:   F(1,21)=11.07 p=0.003 ²=1.48; 11 e 12 anos: F(1,21)=12.67 p=0.001 ²=1.27) e na   força de membros inferiores (9 e 10 anos: F(1,21)=7.605 p&lt;0.012 ²=1.25; 11 e   12 anos: F(1,21)=8.30 p=0.007 ²=1.01). Nas demais variáveis os resultados não foram significantes (p&gt;0.05).</p>     
<p>Os resultados da   classificação do IMC de acordo com os grupos e faixas etárias são apresentados   na <a href="/img/revistas/mot/v12s1/12s1a02t2.jpg">tabela 2</a>. Não foram observadas diferenças estatisticamente significativas   nas proporções de classificação do IMC entre os grupos nas duas faixas etárias: 9-10 anos (²=1.602 p=0.206) e 11-12 anos (²=1.917 p=0.166).</p>     
<p>A análise discriminante indicou que   para crianças de 9-10 anos (Wilks’ =0.53 F(2, 20)=8.37 p=0.002) a força de   membros inferiores – salto horizontal (valor da estrutura da matriz= 0.79) e a   força de membros superiores – suspensão na barra adaptada (valor da estrutura   da matriz = 0.657) foi capaz de discriminar crianças com DCD e DT. Nas crianças   mais velhas (11 e 12 anos), a análise discriminante (Wilks’ =0.72,   F(2,33)=12.67 p=0.001) p=0.001) indicou a força de membros superiores (valor da   estrutura da matriz =1.00) como com poder para discriminar crianças DCD e DT. O   modelo discriminante evidenciou que, 90% do grupo DCD e 81.8% do DT (9-10 anos)   e 77.8% do grupo DCD e 64.7% do DT (11-12 anos) foram classificados corretamente (ver <a href="/img/revistas/mot/v12s1/12s1a02t3.jpg">tabela 3</a>).</p>     
<p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>DISCUSSÃO</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>O objetivo deste   estudo foi investigar se o desempenho em testes de aptidão física pode ser   utilizado como fator discriminativo de crianças com DCD e servir como parâmetro   prognóstico e de reabilitação destas crianças. Quanto as comparações dos   grupos, as crianças com DCD não apresentaram diferenças na massa corporal, IMC,   e adiposidade corporal (somatório de dobras cutâneas) em relação as DT nas duas   faixas etárias investigadas; resultados similares foram reportados em crianças   brasileiras (Santos et al., 2012), americanas (Hands et al., 2008) e chinesas (Wu et al., 2010). </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>A flexibilidade   também não se diferiu entre os grupos de crianças DCD e DT. Estudos prévios   mostram esta tendência utilizando o mesmo teste de sentar e alcançar empregado   no presente estudo com crianças gregas (Tsiotra et al. 2009), americanas   (Cantell et al., 2008) e brasileiras (Nascimento et al., 2013; Santos et al.,   2012). Duas explicações plausíveis vêm sendo apresentadas para essas   semelhanças quanto à flexibilidade destas crianças, as quais recebem suporte   dos resultados do presente estudo. Primeiramente o teste de sentar e alcançar   tem uma exigência mínima de coordenação de movimento e a avaliação conjunta de   vários segmentos corporais (Cantell et al., 2008; Santos et al., 2012), ou   seja, tem baixa demanda coordenativa. Ainda mais, a hipermobilidade   generalizada em crianças com DCD (Jelsma et al., 2013) está associada a   déficits de controle muscular e baixa propriocepção em segmentos articulares   diversos e, portanto, pode não afetar o desempenho da flexibilidade quando   grandes grupos musculares e segmentos articulares são avaliados concomitantemente, como é o caso do teste de sentar e alcançar.</p>     <p>A força de   preensão manual foi a única variável de força investigada no presente estudo a   qual não se diferiu significativamente entre os grupos de crianças. Resultados   similares foram reportados por Tsiotra et al. (2009). A tarefa de preensão   manual requereu que a criança pressione o mais forte possível a haste que   envolve o equipamento devendo acionar somente os músculos do antebraço e mão em   um período muito curto de tempo (em média três segundos). Crianças com DCD   frequentemente apresentam dificuldades em tarefas que envolvam a produção de   força, potência muscular (Li et al., 2011; Raynor, 2001) e controle da força   quando associadas a maior exigência de coordenação motora (Tsai, Chen, Li,   &amp; Wu, 2006). Assim, a menor exigência de coordenação e controle temporal do   movimento requerida na tarefa de preensão manual pode explicar as similaridades de desempenho entre as crianças investigadas neste estudo.</p>     <p>Em contrapartida,   as crianças com DCD, independente da faixa etária, demonstraram menor   desempenho na resistência de membros superiores, na força de membros superiores   e de membros inferiores. Resultados similares, envolvendo crianças com idades   entre nove e 12 anos, também foram observados em estudos anteriores na Grécia   (Tsiotra et al., 2009), nos Estados Unidos (Cantell et al., 2008; Haga, 2008;   Haga, 2009) e China (Li et al., 2011). Um dos únicos estudos até o momento com   crianças brasileiras, também verificou resultados significativamente menores   nos testes de suspensão na barra (força de membros superiores), e salto em   distância (força de membros inferiores) em crianças com DCD (Santos et al., 2012).  </p>     <p>Os resultados   encontrados reforçam as evidências de que a baixa proficiência motora   característica nestas crianças dificultam a realização de testes com maior   exigência de coordenação (intra e inter segmentos) e de controle temporal do   movimento, característicos dos testes empregados neste estudo (suspensão na   barra adaptada, apoio de frente e salto horizontal) (Haga, 2008; Santos et al.,   2012). Ainda, a dificuldade de coordenação e controle, sobretudo em tarefas desta   natureza, pode acarretar maior dispêndio energético pela contração de segmentos   musculares desnecessários e por consequência causar fadiga precoce e menor   desempenho como resultado final do movimento (Rowland, 2004). Este fato pode   atingir dimensões ainda maiores considerando as características de níveis mais   baixos de atividade física reportados em crianças com DCD (Cairney et al., 2010).</p>     <p>Neste estudo, as   análises indicaram que a força de membros superiores discriminou os grupos com   DCD e DT em ambas as idades investigadas. A força de membros inferiores   avaliada pelo teste de salto horizontal discriminou os grupos DCD e DT nas   crianças mais jovens. O salto horizontal é reconhecidamente uma tarefa complexa   que requer altos níveis de coordenação motora e integração dos segmentos   corporais além da projeção de força/potência (Tsai et al., 2006). Embora as   crianças com DCD apresentem atrasos ou déficits motores que podem justificar o   baixo desempenho nessa tarefa (Wu, Lin, Tsai, &amp; Tsai, 2004; Li et al., 2014)   e observado no presente estudo (salto horizontal crianças DT 11e 12 anos   M=151,81 cm e crianças com DCD 11 e 12 anos M= 132.41 cm), essas diferenças não   foram suficientes para discriminar o grupo de crianças mais velhas (11-12   anos). Destaca-se que a análise discriminante sofre influência de grupos   menores (Field, 2009) e, portanto, pode ter sido o fator limitar do presente   estudo. Ainda assim, a observação de que o salto horizontal e suspensão na   barra para crianças de nove e 10 anos e a suspensão na barra para crianças de   11 e 12 discrimina crianças que tem dificuldades motoras é um importante   resultado o qual possibilita o encaminhamento para programas compensatórios que   considerem além da aquisição de habilidades motoras a prática sistemática de   atividades que possibilitem o ganho de força nestas crianças. Este é um avanço   importante no estado atual de conhecimento sobre as necessidades especificas destas crianças. </p>     <p>Esses resultados   podem ter repercussão quanto à participação e suscetibilidade ao engajamento   das crianças com DCD em atividades de lazer ativo, em programas de esporte ou   na educação física escolar (Cairney et al., 2005; Cairney et al., 2010). Isso é   particularmente importante, pois a participação nessas práticas requer níveis   adequados de aptidão física; e, são também fundamentais para a manutenção ou   melhora da saúde (Eimel, Young, Harvey, Charity, &amp; Warren, 2013; Kohl et   al., 2012). Potencializar a aptidão física para saúde por meio do   desenvolvimento da força em crianças com DC pode promover um maior engajamento   destas nas mais diversas tarefas motoras, uma vez que a coordenação e o   controle motor são dependentes, em certo grau, da força muscular. Os resultados   aqui reportados sugerem que os testes de força e resistência empregados podem   auxiliar, portanto, programas de reabilitação a implementarem estratégias que   considerem a aquisição desses importantes componentes da aptidão física e melhorar, desta forma, o prognóstico de crianças com DCD.</p>     <p>Estudos futuros   podem investigar a influência da DCD em outros componentes importantes a   exemplo da resistência cardiovascular e verificar como os componentes da   aptidão física estão associados à participação em práticas de esporte e de   atividade física dessas crianças. Devem considerar também, o controle da   maturação biológica, sobretudo nas crianças mais velhas. No presente estudo, essas limitações são assumidas.</p>     <p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>CONCLUSÕES</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>A baixa proficiência motora de crianças com pDCD pode   afetar negativamente a aptidão física destas. O desempenho em tarefas de força/resistência   muscular de membro superior e força de membro inferior das crianças DCD foi   bastante inferior às crianças DT. Estas variáveis caracterizaram-se como   discriminatórias críticas na análise dos níveis de aptidão física de crianças   com DCD. Visto que o fator força é um requisito primário para a coordenação e   controle motor, os resultados desse estudo sugerem que os testes de força e   resistência muscular adotados podem servir como parâmetros de prognóstico e   reabilitação das crianças com DCD. Portanto, ações profissionais interventivas   voltadas a essas crianças são necessárias e devem considerar a utilização de   estratégias que auxiliem na aquisição de níveis adequados de aptidão física   relacionada à saúde e ao desempenho esportivo, especialmente a força e resistência muscular. </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>REFERÊNCIAS</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <!-- ref --><p>American   Psychiatric Association. (2000). <i>Diagnostic and Statistical Manual of Mental     Disorders: DSM-IV-TR.</i> (4.<sup>a</sup> ed.). Washington DC: American Psychiatric Association.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=359377&pid=S1646-107X201600050000200001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>American Alliance   for Health, Physical Education, Recreation and Dance. (1989)<i>.</i> <i>Physical     Best: The AAHPERD guide to physical fitness education and assessment.</i> New   York: American Alliance for Health, Physical Education, Recreation and Dance<i>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=359379&pid=S1646-107X201600050000200002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></i></p>     <!-- ref --><p>American Society   of Hand Therapists. (1992). <i>Clinical Assessment Recommendations</i>. (2.<sup>a</sup> ed.) Chicago: IL.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=359381&pid=S1646-107X201600050000200003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Barnhart, R. C.,   Davenport, M. J., Epps, S. B., &amp; Nordquist. V. M. (2003). Developmental coordination disorder. <i>Physical Therapy, 83</i>(1), 722–731.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=359383&pid=S1646-107X201600050000200004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Bo, J., Colbert,   A., Lee, C. M., Schaffert, J., Oswald, K., &amp; Neill R. (2014). Examining the   relationship between motor assessments and handwriting consistency in children   with and without probable Developmental Coordination Disorder. <i>Research in Developmental Disabilities</i>, <i>35</i>(2), 2035–2043. <a href="http://dx.doi.org/10.1016/j.ridd.2014.04.027" target="_blank">http://dx.doi.org/10.1016/j.ridd.2014.04.027</a> &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=359385&pid=S1646-107X201600050000200005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Chen, F. C.,   Tsai, C., Chang, W., Li Y., Chou, C., &amp; Wu, S. K. (2015). Postural Control   of Anteroposterior and Mediolateral Sway in Children with Probable   Developmental Coordination Disorder. <i>Pediatric Physical Therapy</i>, <i>27</i>(1), 328–335. Doi: 10.1097/PEP.0000000000000186 &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=359386&pid=S1646-107X201600050000200006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Cairney, J., Hay, J. A., Faught, B. E., &amp; Hawes,   R. (2005). Developmental coordination disorder and overweight and obesity in   children aged 9 to 14 years. <i>International Journal of Obesity, 29</i>(4), 369-372. Doi:10.1038/sj.ijo.0802893&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=359387&pid=S1646-107X201600050000200007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Cairney, J.<b>,</b>   Hay, J. A., Veldhuizen, S., Missiuna, C., &amp; Faught B. E. (2010).   Developmental coordination disorder, gender and the activity deficit over time:   A longitudinal analysis. <i>Developmental Medicine and Child Neurology,</i> <i>52</i>(3), e67-e72. Doi: 10.1111/j.1469-8749.2009.03520.x &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=359388&pid=S1646-107X201600050000200008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Cantell, M.,   Crawford, S. G., &amp; Doyle-Barker, P. K. (2008). Physical fitness and health   indices in children, adolescents and adults with high and low motor competence.   <i>Human Movement Science</i>, 27, 344–362.  <a href="http://dx.doi.org/10.1016/j.humov.2008.02.007" target="_blank">http://dx.doi.org/10.1016/j.humov.2008.02.007</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=359389&pid=S1646-107X201600050000200009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Cohen, J. (1977).   <i>Statistical power analysis for behavioral sciences</i> (revised Ed.). New York: Academic Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=359390&pid=S1646-107X201600050000200010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Eimel, R. M.,   Young, J. A., Harvey, J. T., Charity, M. J., &amp; Warren R. P. (2013). A   systematic review of the psychological and social benefits of participation in   sport for children and adolescents: informing development of a conceptual model   of health through sport. <i>International Journal of Behavioral Nutrition and Physical Activity</i>, 10(1),98-101. Doi: 10.1186/1479-5868-10-98&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=359392&pid=S1646-107X201600050000200011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Field, A. (2009). <i>Descobrindo a estatística utilizando o SPSS</i>. Porto Alegre: Artmed.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=359393&pid=S1646-107X201600050000200012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Welk, G. J. &amp;   Meredith, M.D. (Eds.) (2008). Fitnessgram/Activitygram Reference Guide. Dallas, TX: The Cooper Institute.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=359395&pid=S1646-107X201600050000200013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Harrison, G., Buskirk, E., Carter, J.; Johnston, F., Lohman, T. G.,   Pollock, M. L., Roche, A. F., &amp; Wilmore J. (1991). Skinfold Thicknesses and   Measurement Technique. In. T. C. Lohman, A. F. Roche, &amp; R. Martorell   (Eds.). <i>Anthopometric standardization reference manual</i>. Abridged Edition. Champaign: Human Kinetics Books.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=359397&pid=S1646-107X201600050000200014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Haga, M. Physical   fitness in children with movement difficulties. (2008). <i>Physiotherapy, 94</i>(3), 253-259. <a href="http://dx.doi.org/10.1016/j.physio.2007.04.011" target="_blank">http://dx.doi.org/10.1016/j.physio.2007.04.011</a> &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=359399&pid=S1646-107X201600050000200015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Haga, M. (2009).   Physical Fitness in children with high motor competence is different from that   in children with low motor competence. <i>Physical Therapy,</i> <i>89</i>(10), 1089-1097. Doi: 10.2522/ptj.20090052&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=359400&pid=S1646-107X201600050000200016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Hands, B. (2008).   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Doi: 10.1186/1471-2431-13-35&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=359404&pid=S1646-107X201600050000200019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Jelsma, L. D.,   Geuze, R. H., Mombarg, R., Smits-Engelsman, B. C. M. (2014). The impact of Wii   Fit intervention on dynamic balance control in children with probable   Developmental Coordination Disorder and balance Problems. <i>Human Movement     Science</i>, <i>33</i>(1) 404–418. <a href="http://dx.doi.org/10.1016/j.humov.2013.12.007" target="_blank">http://dx.doi.org/10.1016/j.humov.2013.12.007</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=359405&pid=S1646-107X201600050000200020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Jelsma, L. D.,   Ferguson, G. F., Smits-Engelsman, B. C.M., &amp; Geuze, R.H.  (2015). Short-term motor learning of dynamic   balance control in children with probable Developmental Coordination Disorder. <i>Research     in Developmental Disabilities</i>, 38(1), 213–222. <a href="http://dx.doi.org/10.1016/j.ridd.2014.12.027" target="_blank">http://dx.doi.org/10.1016/j.ridd.2014.12.027</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=359406&pid=S1646-107X201600050000200021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Joshi, D.,   Missiuna, C., Hanna, S., Hay, J., Faught, B. E., &amp; Cairney, J. (2015)   Reprint of ‘‘Relationship between BMI, waist circumference, physical activity   and probable developmental coordination disorder over time. <i>Human Movement     Science,</i> <i>42</i>(1), 307–317. <a href="http://dx.doi.org/10.1016/j.humov.2014.12.011" target="_blank">http://dx.doi.org/10.1016/j.humov.2014.12.011</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=359407&pid=S1646-107X201600050000200022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Kanioglou, A.   Estimation of physical abilities of children with developmental coordination   disorder. (2006). <i>Studies in Physical Culture and Tourism</i>, <i>13</i>(2), 25-32.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=359408&pid=S1646-107X201600050000200023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Kohl, H. W.,   Craig, C. L., Lambert, E. V., Inoue, S., Alkandari, J. R., Leetongin, G., &amp;   Kahlmeier, S. (2012). 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Assessment of body composition in children. <i>Pediatric Exercise Science</i>, <i>1</i>(1), 19-30.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=359411&pid=S1646-107X201600050000200025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Li, Y., Wu, S.   K., Cairney, J., &amp; Hsieh, C. (2011). Motor coordination and health-related   physical fitness of children with developmental coordination disorder: A   three-year follow-up study. <i>Research in Developmental Disabilities</i>, <i>32</i>(6), 2993–3002. <a href="http://dx.doi.org/10.1016/j.ridd.2011.04.009" target="_blank">http://dx.doi.org/10.1016/j.ridd.2011.04.009</a> &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=359413&pid=S1646-107X201600050000200026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Nascimento, R.   O., Ferreira, L. F., Goulardins, J. B., Freudenheim, A. M., Marques, J. C. B.,   Casella, E. B. &amp; Oliveira, J. A. (2013). 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Champaign, IL: Human Kinetics.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=359415&pid=S1646-107X201600050000200028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Raynor, A. J.   (2001). Strength, power, and coactivation in children with developmental   coordination disorder. <i>Developmental Medicine &amp; Child Neurology</i>, <i>43</i>(1), 676–684. Doi: 10.1111/j.1469-8749.2001.tb00141.x &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=359417&pid=S1646-107X201600050000200029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Santos, M. M. A.,   Ribeiro S. M. L., Pelegrini, A. M. Rocha, P R. H., &amp; Hiraga, C. Y. (2012).   Crianças com dificuldades motoras apresentam baixos níveis de aptidão física? <i>Motriz</i>,   18(4), 748-756. <a href="http://dx.doi.org/10.1590/S1980-65742012000400013" target="_blank">http://dx.doi.org/10.1590/S1980-65742012000400013</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=359418&pid=S1646-107X201600050000200030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Santana, C. C.   A., Andrade, L. P., Gama, V. D., Mota, J., &amp; Prado, W. L. (2012).   Association between nutritional status and health-related physical fitness in children. <i>Revista de Educação Física/UEM</i>, <i>24</i>(3), 433-441. <a href="http://dx.doi.org/10.4025/reveducfis.v24.3.19781" target="_blank">http://dx.doi.org/10.4025/reveducfis.v24.3.19781</a> &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=359419&pid=S1646-107X201600050000200031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Schott, N., Alof,   V., Hultsch, D., &amp; Meermann, D. (2007). Physical fitness in children with   developmental coordination disorder. <i>Research Quarterly in Exercise &amp; Sport</i>, 78(5), 438–450.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=359420&pid=S1646-107X201600050000200032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Tsiotra, G. D.,   Nevill, A. M., Lane, A. M., &amp; Koutedakis, Y. (2009). Physical fitness and   developmental coordination disorder in Greek children. <i>Pediatric Exercise Science</i>, 21(2), 186–195.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=359422&pid=S1646-107X201600050000200033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Tsai, C. L.,   Chen, W. Y., Li, Y. C., &amp; Wu, S. K. (2006). Physical fitness of children   with developmental coordination disorder. <i>Health Promotion Science</i>, 1(1), 25–37.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=359424&pid=S1646-107X201600050000200034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Vaivre-Douret, L   (2014). Developmental coordination disorders: State of art. <i>Clinical Neurophysiology,</i> 44(2),13-23. <a href="http://dx.doi.org/10.1016/j.neucli.2013.10.133" target="_blank">http://dx.doi.org/10.1016/j.neucli.2013.10.133</a> &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=359426&pid=S1646-107X201600050000200035&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Valentini, N. C.,   Ramalho, M. H., &amp; Oliveira, M. A. (2014) Movement Assessment Battery for   Children-2: Translation, reliability, and validity for Brazilian children. <i>Research     in Developmental Disabilities</i>, <i>35</i>(3), 733–740. <a href="http://dx.doi.org/10.1016/j.ridd.2013.10.028" target="_blank">http://dx.doi.org/10.1016/j.ridd.2013.10.028</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=359427&pid=S1646-107X201600050000200036&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>World Health   Organization (2006). <i>Child Growth Standards: Length/height-for-age,     weight-for-age, weight-for-length, weight-for-height and body mass     index-for-age</i>. <i>Methods and development.</i> (Nonserial publication). Geneva: WHO&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=359428&pid=S1646-107X201600050000200037&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Wu, S. K., Lin,   K. H., Tsai, J. C., &amp; Tsai, F. J. (2004). Physical fitness of seven and   eight year-old children with movement coordination impairment. <i>Taiwanese Journal of Adapted Physical Activity</i>, <i>1</i>(8), 1–13.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=359429&pid=S1646-107X201600050000200038&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Wu, S. K., Lin,   H. H., Li, Y. C., Tsai, C. L., &amp; Cairney, J. (2010). Cardiopulmonary   fitness and endurance in children with developmental coordination disorder. <i>Research     in Developmental Disabilities,</i> <i>31</i>(2), 345-349. <a href="http://dx.doi.org/10.1016/j.ridd.2009.09.018" target="_blank">http://dx.doi.org/10.1016/j.ridd.2009.09.018</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=359431&pid=S1646-107X201600050000200039&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Zhu, Y., Sheng,   K. &amp; Cairney, J. (2011). Obesity and    motor  coordination  ability    in  Taiwanese children  with    and  without  developmental    coordination  disorder. <i>Research     in Developmental Disabilities</i>, <i>32</i>(2), 801-807. <a href="http://dx.doi.org/10.1016/j.ridd.2010.10.020" target="_blank">http://dx.doi.org/10.1016/j.ridd.2010.10.020</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=359432&pid=S1646-107X201600050000200040&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Agradecimentos:</b>    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>   Nada   a declarar.    <br>   <b>Conflito de Interesses:</b>    <br>   Nada   a declarar.    <br>   <b>Financiamento:</b>    <br>   Conselho Nacional de Desenvolvimento Cient&iacute;fico e Tecnol&oacute;gico - CNPq    <br> </font><font size="2" face="Verdana">Coordena&ccedil;&atilde;o de Aperfei&ccedil;oamento de pessoal de ensino superior - CAPES </font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>&nbsp;</p> <font face="Verdana"><sup><a name="end"></a><a href="#topo">*</a></sup></font><i>Autor correspondente</i>: Programa de P&oacute;s-Gradua&ccedil;&atilde;o em Ci&ecirc;ncias do Movimento Humano da   Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Rua Felizardo, 750, Porto Alegre, Brasil - CEP 90690-200. E-mail: <a href="mailto:glauber_nobre@hotmail.com">glauber_nobre@hotmail.com</a></font>      ]]></body><back>
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