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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Aspectos psicométricos dos itens de Educação Física relacionados aos conhecimentos de Esporte e Saúde no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem)]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The study aims to analyze the psychometrics topics and the high school 3rd year students’ performance of the five Brazilian regions in items related to Sport and Health knowledge on the Physical Education competence in Enem in the years 2009-2013. The study is a descriptive and quantitative type. Microdata available in the INEP site were used and analyzed the internal consistency and correctness rate, the latter being compared in relation to gender, type of school and region of the candidates. The main results were: 1) the items internal consistency in the physical education competence was inadequate, but in Languages area was enough; 2) The correctness rate was higher in several items, showing the easy level or moderate issues; 3) Comparing sex was better performance fluctuations, but the schools comparison, those from private schools candidates were better in all analyzes; 4) On the performance by region, South and Southeast led the best results, followed by the Midwest, Northeast and North. We believe that the items of Physical Education in Enem lack of technical improvement and social and regional differences are noticeable in the candidate’s performance.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[Avaliação Educacional]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[  <font face="Verdana" size="2">        <p align="right"><b>ARTIGO ORIGINAL</b></p>      <p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="4" face="Verdana"><b>Aspectos   psicométricos dos itens de Educação Física relacionados aos conhecimentos de   Esporte e Saúde no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem)</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Psychometric   aspects of Physical Education items related to Sport and Health knowledge at   National High School Exam (Enem)</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>José Airton F. Pontes   Junior<sup>1,5</sup></b><b><sup>,<a href="#end">*</a></sup><a name="topo"></a></b><b>; Ana Géssica da Silva<sup>1</sup>; Erisvan Demones Tavare<sup>1,2</sup>; Leandro Araujo Sousa<sup>3</sup>; Fernando A. Cunha Bastos<sup>4</sup>; Francisca Nimara Inácio da Cruz<sup>3</sup>; Leandro Silva Almeida<sup>5</sup> </b></p> </font>     <p><font size="2" face="Verdana"><sup>1</sup>Centro Universit&aacute;rio Cat&oacute;lica de Quixad&aacute; (UniCat&oacute;lica), Cear&aacute;, Brasil.<sup>    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>   2</sup>Universidade Tr&aacute;s-os-Monte e Alto Douro (UTAD), Vila Real, Portugal<sup>.    <br>   3</sup>Instituto Federal de Educa&ccedil;&atilde;o, Ci&ecirc;ncia e Tecnologia do Cear&aacute; (IFCE),   Cear&aacute;, Brasil.<sup>    <br>   4</sup>Instituto Federal de Educa&ccedil;&atilde;o, Ci&ecirc;ncia e Tecnologia do Par&aacute; (IFPA), Par&aacute;, Brasil.<sup>    <br> 5</sup>Universidade do Minho (Uminho), Braga, Portugal</font>.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr noshade size="1">     <p><font size="2" face="Verdana"><b>RESUMO</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>O estudo tem o   objetivo de analisar os aspectos psicométricos dos itens de Educação Física   relacionados aos conhecimentos de Esporte e Saúde e o desempenho dos   participantes no Enem dos anos de 2009 a 2013. O estudo é do tipo descritivo e   quantitativo. Foram utilizados os microdados disponíveis no site do Inep e   analisados em relação à consistência interna e percentual de acerto, sendo esse   último comparado em relação ao sexo, tipo de escola e região dos candidatos. Os   principais resultados foram: 1) a consistência interna dos itens na competência   de Educação Física foi inadequada, mas na área de Linguagens foi suficiente; 2)   O percentual de acerto foi alto em vários itens, evidenciando o nível fácil ou   moderado das questões; 3) Na comparação entre sexo oscilações de melhor   desempenho foram apresentadas, mas na comparação das escolas, os candidatos   oriundos das particulares foram melhores em todas as análises; 4) No desempenho   por região, Sul e Sudeste lideraram os melhores resultados, seguidos por   Centro-Oeste, Nordeste e Norte. Consideramos que os itens de Educação Física no   Enem carecem de aprimoramento técnico e que as diferenças sociais e regionais são perceptíveis nos desempenho dos candidatos. </p>     <p><b>Palavras-chaves: </b>Avaliação Educacional, Educação Física e Treinamento, Conhecimento, Teste de Admissão Acadêmica.</p> </font> <hr noshade size="1"> <font face="Verdana" size="2">     <p><b>ABSTRACT</b></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>The study aims to   analyze the psychometrics topics and the high school 3rd year students’   performance of the five Brazilian regions in items related to Sport and Health   knowledge on the Physical Education competence in Enem in the years 2009-2013.   The study is a descriptive and quantitative type. Microdata available in the   INEP site were used and analyzed the internal consistency and correctness rate,   the latter being compared in relation to gender, type of school and region of   the candidates. The main results were: 1) the items internal consistency in the   physical education competence was inadequate, but in Languages area was enough;   2) The correctness rate was higher in several items, showing the easy level or   moderate issues; 3) Comparing sex was better performance fluctuations, but the   schools comparison, those from private schools candidates were better in all   analyzes; 4) On the performance by region, South and Southeast led the best   results, followed by the Midwest, Northeast and North. We believe that the   items of Physical Education in Enem lack of technical improvement and social and regional differences are noticeable in the candidate’s performance.</p>     <p><b>Keywords: </b>Educational Measurement. Physical Education and Training. Knowledge. College Admission Test</p> </font> <hr noshade size="1"> <font face="Verdana" size="2">     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>INTRODUÇÃO</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>A avaliação educacional tem se limitado por muito   tempo a ideia de medir, ligada ao rendimento do aluno (Depresbíteres, 1989),   sendo realizada por meio de testes constituídos de itens objetivos, em que a   partir da década de 1960 são incorporados aos vestibulares (Vianna, 1985). A   partir disso, as avaliações extrapolam o objetivo dirigido ao desempenho dos   alunos, sendo utilizadas como subsídios para definição de políticas públicas   voltadas para a melhoria da qualidade da educação (Vianna, 1997), dessa forma,   percebe-se a importância da avaliação para um processo integrado de educação (López-Pastor et al., 2012).</p>     <p>Com esse contexto, surgem no Brasil, a partir da   década de 1990, programas de avaliação da Educação Básica em larga escala em   nível nacional como o Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb) para o Ensino   Fundamental e Médio, nas disciplinas de Português e Matemática, e o Exame   Nacional do Ensino Médio (Enem), avaliando os alunos desse nível de ensino em diversas disciplinas.</p>     <p>O Enem foi criado em 1998 com o objetivo, entre   outros, de ser parâmetro de auto avaliação para alunos e egressos do Ensino   Médio brasileiro (Brasil, 1998). Atualmente o exame é constituído de cinco   grandes áreas do conhecimento (Brasil, 2015): Ciências da Natureza, composta   pela disciplina de Biologia, Física e Química; Ciências Humanas, pela História,   Geografia, Sociologia e Filosofia; Matemática, que constitui isoladamente uma   área do conhecimento; e Linguagens e Códigos, que contemplam as disciplinas de   Língua Portuguesa, Artes, Tecnologia da Informação e Comunicação e Educação Física, sendo esta última incluída a partir de 2009. </p>     <p>O ENEM, atualmente, é uma prova objetiva com itens de   múltipla escolha divididos entre as áreas do conhecimento. Esse formato de   provas ou testes tem sido analisado em sua validade e fidedignidade através da   Psicometria. Segundo Pasquali (2009), esta é uma teoria da medida dos processos   cognitivos, comumente aplicada em Psicologia e Educação em geral. A Psicometria possui duas vertentes. </p>     <p>A primeira é a Teoria Clássica dos Testes (TCT), em   que procura explicar o escore total em uma série de itens, preocupando-se em   produzir testes com qualidade (Pasquali, 2009; Sartes &amp; Souza-Formigoni,   2013). A segunda vertente é a Teoria de Resposta ao Item (TRI), que diferente   da TCT tem como foco de análise o item e não o teste como um todo, tendo assim,   a preocupação em construir itens com qualidade, permitindo, com isso, a   comparabilidade dos resultados entre sujeitos, mesmo que sejam submetidos a   avaliações diferentes (Valle, 2000; Tavares, 2013). Segundo Andrade, Laros e   Gouveia (2010) essa é uma das contribuições da TRI, sendo isso possível porque considera o item como unidade básica de análise.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Com isso, de 1998 a 2008, os dados coletados no Enem   não eram comparáveis, mas a partir de 2009, mesmo ano em que os conteúdos da   Educação Física foram inseridos no Exame, a metodologia de análise passou a ser   utilizada foi a da Teoria da Resposta ao Item (TRI), visando relacionar as   escalas de proficiência de um ano para outro. No entanto, questiona-se a   possibilidade dessa comparação vista a diversidade das características dos   participantes (Corti, 2013). Tal como Corti (2013), alertamos que o Enem não   consiste em um instrumento de avaliação coletiva, mas individual. O problema da   divulgação dos resultados e comparações desenvolvidas são realizadas   equivocadamente, pois, como indica a autora, a diversidade dos participantes   torna as comparações e ranqueamentos inconsistentes, mesmo com o suporte da TRI.</p>     <p>A necessidade de avaliação dos resultados, bem como a   fidedignidade dos itens se justifica porque há, atualmente, dois grandes marcos   da utilização do Enem ao acesso para o Ensino Superior: 1) a sua utilização   como exame no Sistema de Seleção Unificada (Sisu), que reuniu grande parte das   universidades públicas, e 2) a sua obrigatoriedade na solicitação de   Financiamento ao estudante do Ensino Superior (FIES), em que as instituições privadas, além dos seus próprios vestibulares, podem adotar o Exame.</p>     <p>No que se refere à disciplina de Educação Física na   Educação Básica, este é componente curricular obrigatório desde a Lei de   Diretrizes e Bases da Educação Lei nº 9.394/96 (Brasil, 1996) e por isso está   presente nas avaliações em larga escala tal como os outros componentes   curriculares. A avaliação do conhecimento via testes e provas, nas aulas de   Educação Física escolar vem sendo mais utilizada, mas ainda carece de   aperfeiçoamento técnico-científico para a elaboração e validação de   instrumentos, também não se desenvolveu uma cultura discente no sentido de   aceitar nessa disciplina esse tipo de procedimento avaliativo.  Progressivamente, a Educação Física vem sendo   inserida no Enem, desde 2009, na área de Linguagens, Códigos e suas   Tecnologias. No entanto, Fensterseifer, González, Schwengber, e Silva (2011)   lembram que a Educação Física não estava contemplada com descritores na matriz de referencia de 1998, apenas em 2009 isso ocorreu. </p>     <p>Sobre a inserção de itens (questões) de Educação   Física no Enem é apresentado nos descritores relacionados aos conteúdos desse   componente curricular na área de Linguagens, Códigos e suas Tecnologias   (Brasil, 2015), mas o seu poder de seletividade como critério para o acesso ao   Ensino Superior, tanto pelo Sisu quando para a concessão de bolsas para o   Prouni (Programa Universidade para Todos) tem sido objeto de discussão sobre as   competências indicadas na Matriz e avaliadas no Exame (Corti, 2013; Fernandes, Rodrigues &amp; Nardon, 2013).</p>     <p>A Matriz de Referência do Enem pode ser uma das   possibilidades de ação didática e na prática avaliativa em Educação Física, mas   não a única, dada a própria diversidade de temas que estão relacionados ao   contexto de análise das práticas corporais na escola (Fensterseifer, González,   Schwengber &amp; Silva, 2011). Também se questiona se apenas 3 descritores   específicos da Educação Física no ENEM são capazes de abranger toda a   diversidade de conhecimentos que a área propõe a tematizar nas aulas (Pontes   Jr, Almeida &amp; Trompieri Filho, 2014; Fensterseifer, González, Schwengber   &amp; Silva, 2011). Fernandes, Rodrigues e Nardon (2013) ainda discutem as   oportunidades de condições para a participação no Enem, pois, segundo os   autores, como a Educação Física no Ensino Noturno ainda é facultativa, há   grande perda de possibilidade de ensino e aprendizagem dos conteúdos desse   componente curricular para esses discentes que também irão concorrer com outros   candidatos de outros turnos e, em relação a isso, Corti (2013) informa que os concluintes do Ensino Médio noturno têm crescente participação no Exame.</p>     <p>Os resultados desse exame têm sido pouco explorados em   pesquisas. Encontram-se estudos que analisam os resultados dos candidatos do   Enem/2010 em todas as áreas do conhecimento enfocadas no exame (Viggiano &amp;   Mattos, 2013), que avaliam o desempenho dos candidatos nos itens de Física da   prova (Gonçalves Jr &amp; Barroso, 2014), que enfocam o desempenho dos   candidatos com necessidades especiais (Silva &amp; Meletti, 2014) que avaliam   as circunstâncias sociais que influenciam o desempenho educacional dos alunos   que prestam o exame (Figueirêdo; Nogueiray &amp; Santanaz, 2014). No entanto,   não se tem registro de pesquisas que se delimitem a avaliar o desempenho nos itens de Educação Física no Enem.</p>     <p>A partir disso, o presente estudo tem o objetivo de   analisar os aspectos psicométricos dos itens de Educação Física relacionados   aos conhecimentos de Esporte e Saúde e o desempenho dos participantes no Enem dos anos de 2009 a 2013.</p>     <p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>MÉTODO</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>O estudo é do tipo descritivo e de natureza quantitativa.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>Amostra</b></p>     <p>A amostra foi constituída de 172286 candidatos em   2009, 215622 em 2010, 247873 em 2011, 258550 em 2012 e 280848 candidatos em   2013. As características da amostra estão dispostas na <a href="/img/revistas/mot/v12s1/12s1a03t1.jpg">Tabela 1</a>. Foram   incluídos todos os candidatos do Enem dos anos de 2009 a 2013 desde que   satisfizessem os seguintes critérios: a) Ter respondido o sexo; b) Ter   resolvido as provas das quatro áreas avaliadas e redação; c) Ter resolvido o   caderno de prova azul; d) Não ter zerado na redação; e) Ter respondido todos os   itens de Linguagens e Códigos; f) Estar cursando o último ano do Ensino Médio   no ano de realização do exame; g) Cursando o ensino regular; h) Não apresentar   deficiência ou necessidade especial; i) Não ter solicitado atendimento   especial, em unidade prisional ou hospitalar;  j) Ter entre 15 e 25 anos de idade.</p>     
<p>A partir de 2010 o exame passa a elaborar quatro   gabaritos diferentes com as mesmas questões, sendo diferenciadas pela cor do   caderno. Para fins de organização na análise, optou-se por apenas um gabarito,   o do caderno de provas azul da área de Linguagens e Códigos. Os dados são   disponibilizados em tabelas do SPSS no portal do Inep na internet. Os   candidatos não estão identificados pelos respectivos nomes, sendo atribuído um   código (número de inscrição), o que garante o anonimato e confidencialidade dos participantes. </p>     <p><b>Instrumentos</b></p>     <p>As provas do Enem são constituídas de 180 itens   objetivos (45 itens para cada área) e uma redação, contemplando quatro áreas do   conhecimento: Ciências Humanas, Ciêcias da Natureza, Matemática e Linguagens e   Códigos. Segundo o Inep, os itens são elaborados de acordo com as normas   técnicas por professores credenciados e avaliados em sua qualidade por técnicos   a partir de um instrumental (Ficha de revisão de Itens) disponibilizado pela   instituição e aplicados em uma amostra de alunos para a pré-calibração a partir da TRI, sendo aceitos os que apresentam níveis satisfatórios.</p>     <p>Em relação aos itens de Educação Física, estes estão   assim distribuídos durante os anos analisados: 2009, dois itens; 2010, três   itens; 2011, quatro itens; 2012, três itens; 2013, três itens. Um total de 15 itens.</p>     <p><b>Procedimentos</b></p>     <p>Todo o planejamento, organização e aplicação dos   procedimentos foram realizadas pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas   Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Realizamos a coleta dos microdados na   página disponível na internet do próprio Inep   (<a href="http://portal.inep.gov.br/basica-levantamentos-acessar" target="_blank">http://portal.inep.gov.br/basica-levantamentos-acessar</a>), pois são de livre   acesso e análise para pesquisadores, gestores, instituições e demais interessados.</p>     <p><b>Análise estatística</b></p>     <p>Para análise dos dados utilizou-se de técnicas   estatísticas descritivas (frequência relativa e absoluta, média e desvio   padrão). Em relação ao desempenho nas provas, considerou-se o percentual de   acerto nos itens e a comparação em relação ao sexo, tipo de escola e região do   país. A confiabilidade dos itens foi obtida através do coeficiente Alfa de Cronbach e análise da existência de efeito halo pelo T² de Hotteling.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Análise de normalidade Kolmogorov-Smirnov foi   significativo para p &#8804; 0,001 em todos os itens e bancos dos anos   analisados. Com isso, prosseguiu-se com técnicas de análises para dados   não-paramétricos. Utilizou-se o U de Mann-Whitney na comparação de grupos em   relação ao tipo de escola (pública e particular) e sexo (masculino e feminino).   Correlação de Sperman para os itens de Educação Física, nota geral para os   itens, idade, e notas da área de Linguagens e Códigos. O teste Kruskal Walis   foi utilizado para a diferença dos resultados nas cinco regiões do país. Para   esses valores foi considerado nível de significância de p &#8804; 0.05. Foi utilizado o SPSS (versão 22.0) para aplicação das técnicas estatísticas.</p>     <p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>RESULTADOS</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>Na análise de consistência interna (Alfa de Cronbach)   dos itens de Educação Física separadamente obtivemos os seguintes valores para   cada ano: 2009, &#945; = 0.14, com   valores Ritc (Relação item-total corrigida) de 0.77 para ambos os itens; 2010, &#945; = 0.24, valores Ritc de variando de 0.10 a 0.17 e;   2011, &#945; = 0.29, valores Ritc variando de 0.10 a 0.16; 2012, &#945; = 0.25, valores Ritc variando de 0,10 a 0,15; e 2013,   &#945; = 0.24, valores Ritc variando de 0.78 a 0.16. Em todos os anos se obteve T² de Hotteling significativo (p &#8804; 0.001). </p>     <p>No entanto, quando os itens da disciplina foram   analisados em conjunto com os demais itens da área de Linguagens e Códigos os   resultados mostraram-se bastantes diferenciados: 2009, &#945;   = 0,80, com valores Ritc variando de -0,15 a 0,43; 2010, &#945;   = 0,84, valores Ritc de variando de -0,01 a 0,51 e; 2011, &#945;   = 0,85, valores Ritc variando de 0,03 a 0,47; 2012, &#945;   = 0,80, valores Ritc variando de 0,04 a 0,42; e 2013, &#945;   = 0,83, valores Ritc variando de 0,07 a 0,45. Também em todos os anos se obteve T² de Hotteling significativo (p &#8804; 0,001).</p>     <p>Os resultados de porcentagem de acerto estão   detalhados na <a href="/img/revistas/mot/v12s1/12s1a03t2.jpg">Tabela 2</a>. Em relação à comparação entre os grupos, obteve-se   diferença significativa (p &#8804; 0,001) em todos os itens dos anos avaliados,   tanto no que se refere ao sexo (masculino e feminino) como ao tipo de escola   (pública e privada). Em relação ao sexo, houve uma oscilação nos resultados em   que os participantes do sexo feminino tiverem melhores desempenhos em alguns   momentos e em outros foram os do sexo masculino. No entanto, em relação ao tipo   de escola, em todos os resultados os candidatos das escolas particulares foram melhores do que os oriundos da escola pública.</p>     
<p>No que se refere aos resultados dos candidatos de cada   região do Brasil podem ser verificados na <a href="/img/revistas/mot/v12s1/12s1a03t3.jpg">Tabela 3</a>. O teste Kruskal Walis mostrou diferença significativa entre os grupos (p &#8804; 0.001).</p>     
<p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>DISCUSSÃO</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>Os resultados da confiabilidade dos itens de Educação   Física, tanto em relação à competência quanto em relação à área de Linguagens e   Códigos, deveriam, segundo Maroco (2011), apresentar qualidade psicométrica do   Alfa de Cronbach acima de 0,70. O que nos leva a questionar a qualidade dos itens de Educação Física do Enem entre si na competência, e não apenas na área.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Outro aspecto psicométrico que chama a atenção são os   percentuais de acerto e os níveis de Ritc, visto que os itens de Educação   Física estão classificados como fáceis e moderados, bem como apresentam valores   de discriminação, com frequência, abaixo de 0,3, o que é insuficiente (Field,   2009). O Enem é um instrumento de seleção e que apresenta questões de   diferentes níveis, no entanto, percebe-se que os relacionados aos conhecimentos   de Esporte e Saúde da Educação Física ainda carecem de aprimoramento dos instrumentos.   </p>     <p>No ENEM de 2009, por exemplo, foi inserida uma questão   (<a href="/img/revistas/mot/v12s1/12s1a03f1.jpg">Figura 1</a>) sobre a “Habilidade 10 – Reconhecer a necessidade de transformação   de hábitos corporais em função das necessidades cinestésicas”, e os resultados   da qualidade psicométrica do item indica que foi um item de baixa dificuldade   (parâmetro 330.4). Percebe-se em outros estudos que os alunos têm conhecimento   sobre os conteúdos da área, mas questiona-se o nível de dificuldade, validade e   fidedignidade dos itens e dos testes, ainda que os resultados podem sofrer interferência de diferentes contextos (Tavitzki &amp; Boto, 2014)</p>     
<p>O estudo de Balbinotti et al. (2011) aponta que o   conteúdo saúde foi o principal motivo para a prática de atividade física entre   os participantes do estudo (13 a 18 anos), pois afirmam que os adolescentes   parecem perceber a necessidade da prática regular de atividade física no   combate a obesidade. E outro estudo, mais de 60% dos participantes acertaram   sobre o papel da atividade física na prevenção de doenças crônicas (Silveira   &amp; Silva, 2011), assim como mais de 50% dos participantes do estudo de Barros e Silva (2013) que ocorreu com dos adolescentes de zona rural. </p>     <p>A intervenção realizada na pesquisa de Spohr et al.   (2014) conduziu a uma importante experiência: após um ano de ação didática de   ensino e prática de atividade física, percebe-se que o nível de conhecimento   sobre atividade física e saúde aumentou significativamente, mas não o nível de   atividade física. Esse resultado nos leva a questionar: será que o conhecimento   sobre atividade física não contribui na motivação para a prática? A resposta   para essa pergunta pode está na análise da relação entre nível de conhecimento,   motivação para a prática de atividade física e o envolvimento com a prática de   atividade física. Dificilmente a variável conhecimento irá modificar sozinha as   atitudes de um grupo apenas pela reflexão da importância de algo, visto que há   vários movimentos de esclarecimento do efeito do fumo, de alimentos gordurosos   e da importância da atividade física, mas uma parte da população que sabe   desses alertas não modificam seus hábitos devido a outros valores preditores   tais como variáveis psicológicas (motivação, autopercepção física baixa, etc.)   e socioeconômicas (acesso a espaço de lazer, etc.). Nessa visão, apesar da   relação de atividade física e saúde já está bem fundamentada, a inatividade   física é um dos principais fatores de mortalidade, sobretudo em países mais desenvolvidos (OMS, 2015; UNESCO, 2015).</p>     <p>Visto que um dos objetivos da Educação Física é a   propagação de qualidade de vida (European Commission, 2013), a exigência desses   conteúdos no ENEM é apenas um passo na motivação para o ensino-aprendizagem   desses conhecimentos no âmbito escolar e que possam ser significativos na adoção de hábitos saudáveis durante toda a vida.</p>     <p>O Enem vem sendo debatido no âmbito da pesquisa   científica, e são variadas as concepções para esse método avaliativo. Para   Freitas, Sordi, Malavasi e Freitas (2012) os alunos de escolas privadas são   melhor preparados para o Enem, e as principais dificuldades dos educandos de   escola pública é a interdisciplinaridade e extensão dos itens do exame. Podemos   perceber que a interdisciplinaridade está presente no Enem como cita os autores   acima, e há estudos que comprovam que esse trabalho conjunto entre as disciplinas é eficiente. </p>     <p>A disponibilidade dos Itens e a matriz de referência   do Enem no site do Inep possibilita a utilização dos resultados para pesquisas   cientificas e analises dos itens, é possível identificar essa utilização em   estudo de Pontes Jr, Sousa e Silva (2015) onde a Taxonomia de Bloom foi   utilizada para analisar os itens de Educação Física no ENEM, e a categoria mais   enfatizada é a de compreensão, sendo de baixa complexidade para níveis   cognitivos. Já em um projeto temático utilizando conteúdo do ENEM foi possível   observar o desenvolvimento em relação a argumentação, interpretação e   raciocínio lógico dos educandos, o que é necessário para desenvolvimento da criatividade em relação as disciplinas.</p>     <p>As aulas de Educação Física tinham tendência   Militarista, eram usados como conteúdo da disciplina movimentos ginásticos com   o objetivo de formar pessoas fortes e aptas para guerra. Com o surgimento das   tendências pedagógicas onde a metodologia de ensino tornou-se mais voltada para   o desenvolvimento humano em todos os aspectos, analisando as características   atitudinais e valorizando a aprendizagem cognitiva dos alunos (Pontes Jr, Trompieri Filho &amp; Almeida, 2014).</p>     <p>Em relação à democracia do exame existe uma   contradição, pois a disciplina Educação Física está presente no exame e uma   parcela dos discentes não tem acesso ao conteúdo por estudar no período noturno   (Fernandes, Rodrigues &amp; Nardon, 2013). Outro problema é que em muitas   escolas a Educação Física escolar não é vinculada com a pedagogia institucional, permanecendo apenas com atividades práticas. </p>     <p>Reconhecemos que o rendimento nessas avaliações tem   caráter complexo, pois muitos fatores que não foram considerados nesse estudo   podem intervir nos resultado, tais como estado emocional e psicológico no dia   da prova, ambientação do local de aplicação, contexto social, experiência na   escola, as práticas pedagógicas dos professores, a gestão escolar, entre   outros. Essas variáveis são possibilidades a serem consideradas em pesquisas futuras.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>O estudo se deteve em alguns pontos da Teoria Clássica   dos Testes (TCT) e de comparação dos resultados entre os grupos pesquisados.   Observamos que outros estudos podem ser desenvolvidos no âmbito da Teoria da   Resposta ao Item (TRI) sobre itens de Educação Física a fim de identificar a qualidade métrica de cada questão dentro dessa Teoria. </p>     <p>Outro ponto que também consideramos pertinente   investigar é o modelo de regressão que pode ser traçado com as características   socioeconômicas dos candidatos também disponíveis nos microdados do Inep. Isso   evidenciaria os fatores relacionados ao desempenho nas provas de Educação Física no Enem, bem como sua relação com as outras áreas. </p>     <p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>CONCLUSÕES</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>Concluímos que a consistência interna dos itens na   competência de Educação Física foi inadequada, mas na área de Linguagens foi   suficiente. O percentual de acerto foi alto em vários itens, evidenciando o   nível fácil ou moderado das questões. Na comparação entre sexo ocorreu   oscilações de melhor desempenho, mas na comparação das escolas, os candidatos   oriundos das escolas particulares foram melhores em todas as análises. Sobre o   desempenho por região, Sul e Sudeste lideraram os melhores resultados, seguidos por Centro-Oeste, Nordeste e Norte. </p>     <p>Acreditamos que os resultados são indicadores de que   há necessidade de ações pedagógicas, de políticas públicas para a qualificação   docente, de gestão educacional, de organização da componente curricular   Educação Física, pois o desempenho dos candidatos apresenta relação com o tipo   de escola e com a região, que nos últimos anos estão recebendo maior investimento, mas que ainda não são suficientes nesses resultados.   </p>     <p>Consideramos que os itens de Educação Física no Enem   carecem de aprimoramento técnico e que as diferenças sociais e regionais são   perceptíveis no desempenho dos candidatos. No entanto, ressaltamos que esse   instrumento apresenta dados nacionais importantes dos resultados dos candidatos   sobre os conhecimentos de Esporte e Saúde na Educação Fisica, potencializando a tomada de consciência e decisões sobre ações pedagógicas e de gestão na área.</p>     <p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>REFERÊNCIAS</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <!-- ref --><p>Andrade, J. M.,   Laros, J. A., &amp; Gouveia, V. V. (2010). O uso da teoria de resposta ao item   em avaliações educacionais: diretrizes para pesquisadores. <i>Avaliação Psicológica</i>, <i>9</i>(3), 421-435.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=359565&pid=S1646-107X201600050000300001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Barros, F. C.,   &amp; Silva, M. C. (2013). Conhecimento sobre atividade física e fatores   associados em adolescentes estudantes do ensino médio da zona rural. <i>Revista Brasileira de Atividade Física e Saúde, 18</i>(5), 594-603.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=359567&pid=S1646-107X201600050000300002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Balbinotti, M. A.   A., Zambonato, F., Barbosa, M. L. L., Saldanha, R. P., &amp; Balbinotti, C. A.   A. (2011). Motivação à prática regular de atividades físicas e esportivas: um   estudo comparativo entre estudantes com sobrepeso, obesos e eutróficos. <i>Motriz</i>, Rio Claro, <i>17</i>(3), 384-394.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=359569&pid=S1646-107X201600050000300003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Brasil,   Ministério da Educação e Cultura (1996). <i>Lei de diretrizes e bases da educação nacional</i>. Brasília, DF: Ministério da Educação e Cultura.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=359571&pid=S1646-107X201600050000300004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Brasil. (1998).   Ministério da Educação. Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira. <i>Enem: Documento Básico</i>. Brasília: MEC/Inep.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=359573&pid=S1646-107X201600050000300005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Brasil. (1998).   Ministério da Educação e do Desporto. <i>Portaria nº 438, de 1 de junho de 1998</i>. Brasília, DF.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=359575&pid=S1646-107X201600050000300006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Brasil. (2015).   Inep. Ministério da Educação. <i>Edital Nº 6, de 15 de maio de 2015 Exame     Nacional do Ensino Médio – ENEM 2015</i>. Disponível em: &lt;<a href="http://download.inep.gov.br/educacao_basica/Enem/edital/2015/edital_Enem_2015.pdf" target="_blank">http://download.inep.gov.br/educacao_basica/Enem/edital/2015/edital_Enem_2015.pdf</a>&gt;. Acesso em: 29 jul. 2015.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=359577&pid=S1646-107X201600050000300007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Corti, A. P.   (2013). As diversas faces do ENEM: análise do perfil dos participantes   (1999-2007). <i>Estudos em Avaliação Educacional</i>, São Paulo, 24 (55), p. 198-221, abr./ago.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=359579&pid=S1646-107X201600050000300008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Depresbiteris, L.   (1989). Avaliação de programas e avaliação da aprendizagem. <i>Educação e Seleção</i>, (19), 5-31.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=359581&pid=S1646-107X201600050000300009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>European   Commission (2013). <i>Physical Education and Sport at School in Europe</i>. ISBN 978-92-9201-416-2. doi: 10.2797/11935.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=359583&pid=S1646-107X201600050000300010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Freitas, L. C.,   Sordi, M. R. L., Malavasi, M. M. S., &amp; Freitas, H.C.L. (2012). <i>Avaliação educacional: caminhando pela contramão</i> (4ª ed.). Petrópolis: Vozes.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=359585&pid=S1646-107X201600050000300011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Fensterseifer, P.   E., González, F. J., Schwengber, M. S. V., &amp; Silva, P. (2011). Educação   Física nas avaliações em larga escala brasileiras: balanço e desafios. Em   Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Org.). <i>Avaliações     na educação básica em debate: ensino e matrizes de referências das avaliações em larga escala</i> (1ª ed., pp. 357-386). Brasília: INEP.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=359587&pid=S1646-107X201600050000300012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Fernandes, A.,   Rodrigues, H. A. &amp; Nardon, T. A. (2013). A inserção dos conteúdos de   Educação Física no ENEM: entre a valorização do componente curricular e as contradições da democracia. <i>Motrivivência</i>, <i>1</i>, 13.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=359589&pid=S1646-107X201600050000300013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Field, A. P. (2009). <i>Discovering statistics using SPSS</i>. London, England: SAGE.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=359591&pid=S1646-107X201600050000300014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Figueirêdo, E.,   Nogueiray, L. &amp; Santanaz, F. L. (2014). Igualdade de Oportunidades:   Analisando o Papel das Circunstâncias no Desempenho do ENEM. <i>Revista Brasileira de Economia</i>, <i>68</i>(3), 373-392. <a href="https://dx.doi.org/10.1590/S0034-71402014000300005" target="_blank">https://dx.doi.org/10.1590/S0034-71402014000300005</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=359593&pid=S1646-107X201600050000300015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Gonçalves Jr, W.   P. &amp; Barroso, M. F. (2014). As questões de física e o desempenho dos estudantes no ENEM. <i>Revista Brasileira de Ensino de Física</i>, <i>36</i>(1),1402.1-1402.11&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=359594&pid=S1646-107X201600050000300016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>UNESCO (2015). <i>Quality   physical education (QPE) guidelines for policy-makers</i>. Paris: United Nations Educational&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=359595&pid=S1646-107X201600050000300017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>López-Pastor,   V. M., Kirk, D., Lorente-Catalán, E., MacPhail, A., &amp; Macdonald, D. (2013).   Alternative assessment in physical education: a review of international literature. <i>Sport, Education and Society</i>, 18(1), 57–76.  <a href="https://doi.org/10.1080/13573322.2012.713860" target="_blank">https://doi.org/10.1080/13573322.2012.713860</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=359596&pid=S1646-107X201600050000300018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Maroco, J. P.   (2011). <i>Análise Estatística com o SPSS.</i> (5ª ed). Pêro Pinheiro: Report-Number.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=359597&pid=S1646-107X201600050000300019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Organização Mundial da Saúde - Comitê Regional   Para a Europa (2015). <i>Estratégia para atividade física para a Região     Europeia da OMS 2016-2025</i><b>. </b>Lituânia, set, 2015, Disponível em: &lt;<a href="http://cev.org.br/arquivo/biblioteca/4028702.pdf/" target="_blank">http://cev.org.br/arquivo/biblioteca/4028702.pdf/</a>&gt;. Acesso em: 22 abr. 2016.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=359599&pid=S1646-107X201600050000300020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Pasquali, L.   (2009). <i>Psicometria: Teoria dos testes na psicologia e na educação</i> (3ª ed.) Petrópolis, RJ: Vozes.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=359601&pid=S1646-107X201600050000300021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Pontes Jr, J. A.   F., Almeida, L. S., &amp; Trompieri Filho, N. (2014). Avaliação cognitiva em   larga escala dos conteúdos da Educação Física escolar. <i>Bordon: revista de pedagogia</i>, <i>66</i>, 9-25.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=359603&pid=S1646-107X201600050000300022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Pontes Jr, J. A.   F, Sousa, L. S., &amp; Silva, A. G. (2015). <i>Itens de educação física no     Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) via taxonomia de Bloom</i>. Em Anais do   VI Congresso Internacional em Avaliação Internacional, 5-7 Nov. Fortaleza-CE, Brasil.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=359605&pid=S1646-107X201600050000300023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Santos, J. M. C.   T. (2011). Exame Nacional do Ensino Médio: entre a regulação da qualidade do   ensino médio e o vestibular. <i>Educar em Revista</i>, Curitiba, Editora UFPR, (40), 195-205, abr./jun.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=359607&pid=S1646-107X201600050000300024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Sartes, L. M. A.,   &amp; Souza-Formigoni, M. L. O. (2013). Avanços na psicometria: da teoria clássica dos testes à teoria de resposta ao item. <i>Psicologia: Re&#64258;exão e Crítica</i>, <i>26</i>(2), p. 241-250.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=359609&pid=S1646-107X201600050000300025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Silva, M. C. V.,   &amp; Meletti, S. M. F. (2014). Estudantes com necessidades educacionais   especiais nas avaliações em larga escala: prova Brasil e ENEM. <i>Revista Brasileira de Educação Especial</i>, <i>20</i>(1), 53-68.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=359611&pid=S1646-107X201600050000300026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Silveira, E. F.,   &amp; Silva, M. C. (2011). Conhecimento sobre atividade física dos estudantes de uma cidade do sul do Brasil. <i>Motriz</i>, <i>17</i>(3), 456-467.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=359613&pid=S1646-107X201600050000300027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Spohr, C. F.,   Fortes, M. O., Rombaldi, A. J., Hallal, P. C., &amp; Azevedo, M. R. (2014).   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(2014). ¿Qué   información proporciona el Examen Nacional de Enseñanza Media (enem) a la sociedad brasileña? <i>CEPAL</i>, (113), 163–181&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=359618&pid=S1646-107X201600050000300030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Valle, R. da C.   (2000). Teoria de resposta ao item. Estudos em Avaliação Educacional, 0(21), 7–92. <a href="https://doi.org/10.18222/eae02120002225" target="_blank">https://doi.org/10.18222/eae02120002225</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=359619&pid=S1646-107X201600050000300031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Vianna, H. M.   (1985). Provas e testes no concurso vestibular. Educação e Seleção, 0(12), 47–72.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=359620&pid=S1646-107X201600050000300032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Vianna, H. M.   (1997). Avaliação: considerações teóricas e posicionamentos. Estudos em Avaliação Educacional, 0(16), 5–36. <a href="https://doi.org/10.18222/eae01619972267" target="_blank">https://doi.org/10.18222/eae01619972267</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=359622&pid=S1646-107X201600050000300033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Viggiano, E.,   &amp; Mattos, C. (2013). O desempenho de estudantes no Enem 2010 em diferentes   regiões brasileiras. Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos, 94(237), 417–438. <a href="https://doi.org/10.1590/S2176-66812013000200005" target="_blank">https://doi.org/10.1590/S2176-66812013000200005</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=359623&pid=S1646-107X201600050000300034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Agradecimentos:</b>    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>   Nada a declarar<b>    <br> Conflito de Interesses:</b>    <br> Nada a declarar<b>    <br> Financiamento:    <br> </b></font><font size="2" face="Verdana">Aux&iacute;lio para   Est&aacute;gio P&oacute;s-Doutoral da Faculdade Cat&oacute;lica Rainha do Sert&atilde;o (Proc. 10/2014);   Programa de Inicia&ccedil;&atilde;o Cient&iacute;fica da Faculdade Cat&oacute;lica Rainha do Sert&atilde;o (Edital N&ordm; 03/2014).</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="2"><font face="Verdana"><sup><a name="end"></a><a href="#topo">*</a></sup></font><i>Autor   correspondente: </i>Curso   de Educa&ccedil;&atilde;o F&iacute;sica, UniCat&oacute;lica, R. Juv&ecirc;ncio Alves, 660, Quixad&aacute;, Brasil. CEP: 63900-257, Brasil Email: <a href="mailto:japontesjr@gmail.com">japontesjr@gmail.com</a></font></p>      ]]></body><back>
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