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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Auto-percepção do papel do profissional de educação física no combate à obesidade: um estudo piloto]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Obesity is a chronic disease characterized by excessive accumulation of fat in adipose tissue. Currently, you can see that obesity is a disease that is becoming increasingly common in everyday life. Emphasizing the importance of combating obesity for public health, and considering the role of physical education professional in the treatment and prevention of this disease was established the following overall goal for this study: Understanding the perception of physical education professional about their role the dynamics of combating obesity. This was a descriptive, qualitative, which was held in the municipality of Aracati, Ceará. The sample included the participation of 10 professionals of Physical Education who answered a semi-structured interview consists of questions related to the role of the professional physical education in combating obesity. In conducting this research, it was observed that the professionals mentioned its importance on the care of people with obesity is permeated by the presence in health education actions providing guidance as to the severity of obesity, highlighting the diseases that can cause disease and pointing out that it is crucial to combat a sedentary lifestyle. Considering the results, it can be concluded that the professional of Physical Education has an important perception of its role in fighting obesity since their actions allow the realization of care practices that promote the prevention and lower the incidence of this disease.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[Atividade Física]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[  <font face="Verdana" size="2">        <p align="right"><b>ARTIGO ORIGINAL</b></p>     <p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="4" face="Verdana"><b>Auto-percepção   do papel do profissional de educação física no combate à obesidade: um estudo piloto</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Self-perceived   role of physical education professional against obesity: a pilot study</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Tadeu de A. Alves Junior<sup>1,2,</sup></b><b><sup><a href="#end">*</a></sup><a name="topo"></a></b><b>; José A. Fernandes Junior<sup>2</sup>; Cristiane S. da Silva<sup>1,4</sup>; Leandro A. Sousa<sup>3,4</sup>; Antonio B. Leal de Carvalho<sup>1</sup>; Ivna Z. Figueredo da Silva<sup>1</sup>; José Airton F. Pontes Jr<sup>1,5</sup></b></p> </font>     <p><font face="Verdana" size="2"><sup>1</sup>Centro   Universit&aacute;rio Cat&oacute;lica de Quixad&aacute; (UniCat&oacute;lica), Quixad&aacute;, Brasil.     ]]></body>
<body><![CDATA[<br>   <sup>2</sup>Faculdade Vale do Jaguaribe (FVJ), Aracati, Brasil.    <br> </font><font face="Verdana" size="2"><sup>3</sup>Instituto Federal de Educa&ccedil;&atilde;o,   Ci&ecirc;ncias e Tecnologia do Cear&aacute; (IFCE), Cear&aacute;, Brasil<sup>.    <br>   4</sup>Universidade Federal do Cerar&aacute; (UFC),   Fortaleza, Brasil.<sup>    <br>   5</sup>Universidade do Minho (UMinho), Braga,   Portugal</font>.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <font face="Verdana" size="2"></font> <hr noshade size="1"> <font face="Verdana" size="2">     <p><b>RESUMO</b></p>     <p>A obesidade é uma   doença crônica que se caracteriza pelo acúmulo excessivo de gordura no tecido   adiposo. Ressaltando a importância do combate a obesidade para a Saúde Pública,   e considerando o papel do profissional de Educação Física no tratamento e   prevenção dessa doença estabeleceu-se o seguinte objetivo geral para este   estudo: compreender a percepção do profissional de Educação Física quanto ao   seu papel na dinâmica do combate à obesidade. Tratou-se de uma pesquisa   descritiva, de natureza qualitativa, que foi realizada no município de Aracati,   Ceará. A amostra contou com a participação de 10 profissionais de Educação   Física que responderam a uma entrevista semiestruturada relacionada ao papel do   profissional de Educação Física no combate à obesidade. Observou-se que os   profissionais referiram que sua importância diante da assistência a pessoas com   obesidade é permeada pela atuação em ações de educação em saúde, destacando as   doenças que essa patologia pode provocar e apontando que é fundamental combater   o sedentarismo. Pode-se concluir que o profissional de Educação Física possui   uma percepção relevante do seu papel no combate à obesidade visto que suas   ações permitem a realização de práticas assistenciais que promovam a prevenção e a baixa incidência dessa enfermidade.</p>     <p><b>Palavras-chave: </b>Atividade Física, Prática Profissional, Obesidade</p> </font> <hr noshade size="1"> <font face="Verdana" size="2">     <p><b>ABSTRACT</b></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Obesity is a   chronic disease characterized by excessive accumulation of fat in adipose   tissue. Currently, you can see that obesity is a disease that is becoming   increasingly common in everyday life. Emphasizing the importance of combating   obesity for public health, and considering the role of physical education   professional in the treatment and prevention of this disease was established   the following overall goal for this study: Understanding the perception of   physical education professional about their role the dynamics of combating   obesity. This was a descriptive, qualitative, which was held in the   municipality of Aracati, Ceará. The sample included the participation of 10   professionals of Physical Education who answered a semi-structured interview   consists of questions related to the role of the professional physical   education in combating obesity. In conducting this research, it was observed   that the professionals mentioned its importance on the care of people with   obesity is permeated by the presence in health education actions providing   guidance as to the severity of obesity, highlighting the diseases that can   cause disease and pointing out that it is crucial to combat a sedentary   lifestyle. Considering the results, it can be concluded that the professional   of Physical Education has an important perception of its role in fighting   obesity since their actions allow the realization of care practices that promote the prevention and lower the incidence of this disease.</p>     <p><b>Keywords: </b>Physical Activity, Professional Practice, Obesity</p> </font> <hr noshade size="1"> <font face="Verdana" size="2">     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>INTRODUÇÃO</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>A obesidade é uma doença universal de incidência e   prevalência crescente e que vem adquirindo proporções epidêmicas e se tornando um dos principais problemas de saúde pública (Pimenta, 2013). </p>     <p>Uma das doenças mais comuns na atualidade é a   obesidade, que representa para as pessoas acometidas além de limitações físicas   e emocionais, significantes riscos para seu estado de saúde. Essa realidade   resulta em várias consequências para a qualidade de vida dos portadores,   atingindo principalmente limitações no desempenho de atividades cotidianas e,   sobretudo baixa autoestima (Magalhães et al., 2014). Em combate a essa doença,   a orientação para realização de atividades físicas e a adoção de hábitos de   vida saudáveis são fatores importantes para a redução dessa morbidade. Esse   fato faz emergir a importância do profissional de Educação Física na dinâmica   do combate à obesidade, sendo necessário, portanto reflexões subjetivas quanto   ao papel deste profissional diante da prevenção e controle da incidência desta doença.</p>     <p>A obesidade é uma doença crônica que se caracteriza   pelo acúmulo excessivo de gordura no tecido adiposo. Se uma pessoa come muito e   depois não compensa, a gordura vai se acumular em diversas partes do corpo   limitando o indivíduo a fazer atividades cotidianas (Dâmaso, 2009; Sigulem,   2013). Representa atualmente um grave problema de Saúde Pública mundial,   indicando, segundo a Organização Mundial da Saúde [OMS] (2015) em 2014   aproximadamente 1.9 bilhões de adultos tinham sobrepeso e 600 milhões eram   obeso e projeções para este ano (2015) é de aproximadamente 2.3 bilhões de adultos com sobrepeso e 700 milhões de obesos. </p>     <p>Em países desenvolvidos esse fenômeno já vem sido   considerado há muito tempo como um grave problema de Saúde Pública. No caso de   países em desenvolvimento, como o Brasil, essa doença está crescendo   exponencialmente, fenômeno este que pode ser denominado como transição   nutricional (Vitolo, 2008) relacionado principalmente a crescente globalização   nos últimos anos resultando em amplo acesso a alimentos industrializados, a   ausência de tempo para a prática de atividades físicas além de hábitos como o etilismo.</p>     <p>Para diagnóstico da obesidade, utiliza-se como   referência o Índice de Massa Corpórea (IMC). Segundo esse índice o sobrepeso ocorre   quando o IMC, relação entre peso e altura, vai de 25 até 29.9. A partir de 30   de IMC, a pessoa é considerada obesa. É considerado como uma meio eficaz e de   baixo custo que permite identificar na hora se o indivíduo está acima do peso   ou não.  O tratamento multidisciplinar da   obesidade e de suas comorbidades apresenta-se como estratégia viável para o   controle dessas doenças, sendo o exercício amplamente utilizado como eficiente recurso não medicamentoso (Brasil, 2012).</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>O interesse pela temática proposta ocorre em   decorrência da problemática atual que é a crescente incidência de pessoas   obesas e sedentárias no Brasil, conforme foi constatado em recente relatório do   Ministério da Saúde (Brasil, 2015) os resultados da pesquisa Vigilância de   Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico   (VIGITEL) realizadas em 2014 indicam que o excesso de peso já atinge 52% da população adulta. </p>     <p>Diante dessa realidade, a atividade física é   considerada o fator essencial para o combate ao sedentarismo. Entretanto, a   falta de estimulo leva o indivíduo a um nível de relaxamento e acomodação.   Neste sentido, cabem aos educadores físicos tomarem medidas que previnam essa   realidade utilizando uma didática que permita ganhar a confiança e a dedicação   das pessoas para a prática de atividades físicas. Assim, é indiscutível a   importância de profissionais da área de saúde, entre eles os profissionais de   Educação Física em elaborar ações que permitam combater com eficiência a obesidade. </p>     <p>Observando essas considerações, surgiu a seguinte   questão norteadora desse estudo: Como o profissional de Educação Física percebe seu papel na dinâmica do combate à obesidade?</p>     <p>Ressaltando a importância do combate à obesidade para   a Saúde Pública, estabeleceu-se o seguinte objetivo geral para esta pesquisa:   compreender a percepção do profissional de Educação Física quanto ao seu papel   na dinâmica do combate à obesidade, e os seguintes objetivos específicos:   caracterizar as principais ações desenvolvidas pelos educadores físicos, descrever   os principais desafios enfrentados pelos profissionais de Educação Física no   tocante ao processo de combate à obesidade; Identificar os meios de orientação dos profissionais de Educação Física nas ações de combate à obesidade. </p>     <p>Concernente, a relevância desse estudo apoia-se na   necessidade de se analisar as características subjetivas da dinâmica do combate   à obesidade, com intuito de subsidiar práticas assistências qualitativas do profissional de Educação Física no combate à obesidade.</p>     <p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>MÉTODO</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>Estudo desenvolvido com a abordagem qualitativa,   método de investigação que permite ao pesquisador aproximar-se de uma gama de   informações explícitas e encobertas na vida cotidiana das pessoas, pois ações   humanas estão impregnadas por significados sociais: intenções, motivos, atitudes e crenças (Gil, 2012; Hammersley &amp; Atkinson, 1994).</p>     <p><b>Amostra</b></p>     <p>A pesquisa foi realizada com profissionais de Educação   Física que atuavam no município de Aracati, Ceará. A amostra foi constituída   por acessibilidade e composta por dez profissionais que aceitaram participar do   estudo conforme os critérios de inclusão que foram: ser profissional de   Educação Física, desenvolver atividades no combate à obesidade e aceitar participar livremente da pesquisa.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>A <a href="#t1">Tabela 1</a> demonstra distribuição dos entrevistados por gênero, idade, tempo de formação e tempo de atuação profissional.</p>     <p><a name="t1"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/mot/v12s1/12s1a05t1.jpg" width="356" height="313"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>A maioria dos participantes eram homens. A idade dos   entrevistados variaram entre 28 e 44 anos (média de idade 34.6), o tempo de formação profissional e de atuação profissional variaram entre 2 e 15 anos.</p>     <p>Todos os participantes foram esclarecidos quanto ao   objetivo do estudo, à forma de participação e à garantia do anonimato e   orientados quanto à assinatura do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido de   acordo com os padrões éticos de pesquisas envolvendo seres humanos, dispostos   na Resolução 466/12 do Conselho Nacional de Saúde, que estabelece as Diretrizes e Normas Regulamentadoras da Pesquisa em Seres Humanos (Brasil, 2012).</p>     <p><b>Instrumentos</b></p>     <p>A coleta deu-se por aplicação de entrevista   semiestruturada individualmente, contendo dados de identificação e questões direcionadas aos aspectos relacionados ao combate à obesidade.</p>     <p>A entrevista segundo Gil (2012) é composta de questões   abertas que definem a área a ser explorada, investigando um tema na sua máxima   horizontalidade, verticalidade e profundidade, tendo a possibilidade de seguir   diferentes caminhos a depender das respostas do sujeito, e seu objetivo,   consiste em descobrir a estrutura de sentidos própria de quem está respondendo de formas diversas.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>Procedimentos</b></p>     <p>As entrevistas foram agendadas e gravadas   individualmente pelos pesquisadores e transcrita após a autorização das   participantes. Com o intuito de garantir o sigilo da identidade dos   profissionais participantes, eles foram denominados pelos seguintes códigos prof. 1; prof. 2 (...) prof. 10. </p>     <p><b>Análise qualitativa</b></p>     <p>A análise do material empírico das entrevistas, teve   como base a análise de conteúdo temática (Minayo, 2014), seguindo os passos descritos abaixo:</p>     <p>No primeiro contato com os “dados brutos” realizamos a   transcrição fiel e a leitura geral do conjunto das entrevistas gravadas. Em   seguida, procedemos à organização dos dados contemplados com o objetivo de   estabelecer um mapeamento horizontal do material empírico coletado no campo de estudo, organizando-o em diferentes conjuntos. </p>     <p><i>II - Classificação dos dados</i></p>     <p>Etapa I – leitura exaustiva e flutuante do material   coletado nas entrevistas e observações, na busca de estabelecer relações e   elaborar unidades categoriais, a partir das idéias centrais sobre o tema em questão.</p>     <p>Os dados contidos nas entrevistas foram classificados   a partir de categorias que emergiram da leitura repetitiva dos textos, bem como   das questões norteadoras e dos objetivos propostos. Após a elaboração das   categorias empíricas, foram selecionadas, em cada entrevista, as falas que se   identificaram com as categorias, “recortando-as” e “colando-as” na categoria   correspondente. Em seguida, foi feita a síntese de todos os trechos recortados em cada categoria, e montados dois quadros de análise.</p>     <p>Etapa II – leitura transversal dos corpos de   comunicação estruturados a partir dos núcleos de sentido. Por fim, de forma   mais acurada sob o material analisado, foi possível realizar a articulação dos   temas relacionados com o objeto, de modo a refazer e reagrupar as categorias deste estudo.</p>     <p><i>III - Análise final dos dados</i></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Para Minayo (2014), essa intersecção de diferentes   olhares possibilita a verificação e validação da pesquisa por meio do uso   simultâneo de diversas técnicas de análise, diferentes sujeitos e pontos de   vistas distintos. Essa etapa, possibilitou a fusão entre o real vivenciado   pelos sujeitos sociais da pesquisa, em seu cotidiano e em seus contextos   práticos e o mundo conceitual e teórico e também vivo do pesquisador, ambos com suas condições sócio históricas e culturais.</p>     <p>O processo de investigação no campo social e humano é   produzido e produz, ao mesmo tempo, uma objetivação da realidade, assim como a   objetivação do investigador que se torna também produto de sua própria produção (Minayo, 2014).</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>RESULTADOS E DISCUSS&Atilde;O</b></p>     <p>Foram analisados e discutidos os dados coletados junto   aos 10 profissionais de Educação Física que atuavam no município de Aracati,   Estado do Ceará, que compuseram a amostra pesquisada neste estudo. Durante o   primeiro momento de análise foi possível realizar a caracterização da amostra e   no segundo momento a análise das concepções dos respondentes quanto à dinâmica do combate a obesidade.</p>     <p>De acordo com os resultados apresentados observamos   que o perfil dos profissionais entrevistados indicou um predomínio de   profissionais pertencentes ao gênero masculino e em faixas etárias Quanto ao   tempo de formação e de atuação profissional pode-se considerar que os   profissionais possuem uma ampla experiência permitindo assim apontar   características subjetivas e cotidianas que permeiam ao dinamismo do combate à obesidade. </p>     <p>A partir da análise das concepções dos respondentes   quanto à dinâmica do combate a obesidade emergiu três categorias temáticas: <i>Assistência     do profissional de Educação Física pela prevenção; Atividade física como     preditora de qualidade de vida, Desafios da dinâmica do combate à obesidade, e </i>A   <i>educação em saúde no combate à obesidade, </i>as quais serão descritas a seguir. </p>     <p>O profissional de Educação Física está inserido nas   Políticas Públicas de combate a obesidade e é amplamente observada sua   contribuição no desenvolvimento de ações que promovam a adoção de hábitos de vida saudáveis como meio de prevenir a incidência da obesidade no Brasil. </p>     <p>Neste contexto os profissionais de Educação Física   desempenham ações de promoção da saúde, proteção específica, diagnóstico   precoce e limitação das incapacidades relativas a obesidade, utilizando   estratégias como a educação em saúde, a antropometria para a identificação de   casos e adotando práticas físicas de combate ao sedentarismo e adesão a hábitos   alimentares mais saudáveis (Araújo, Brito, &amp; Da Silva, 2010; Scabar, Pelicioni, &amp; Pelicioni, 2012).</p>     <p>No âmbito da Saúde Pública o profissional de Educação   Física é apontado como um profissional importante na promoção da saúde.   Considerável é o destaque das ações desenvolvidas nos Núcleos de Apoio à Saúde   da Família (NASF) pertencentes a Estratégia Saúde da Família. Seu trabalho é   desenvolvido de forma interdisciplinar e direcionado por ações e programas da   assistência a saúde nas Unidades Básicas de Saúde da Família que contribuem   efetivamente para a melhoria da qualidade de vida da população atendida, a   partir do momento que suas ações resultam na mudança de hábitos de vida da população (Silva &amp; Figueiredo, 2015).</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Neste ínterim, questionou-se aos profissionais   entrevistados suas percepções quanto ao papel desempenhado pelo profissional de Educação Física no combate a obesidade:</p> </font>     <blockquote>       <p><font face="Verdana" size="2">[...] O papel do profissional de Educação Física é de     atuação desde a prevenção ao seu combate (PROF. 1).</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">[...] O papel é de extrema importância, atuando na   parte de orientação e prevenção para que esses números assustadores de pessoas obesas, não aumentem (PROF. 2).</font></p>    <p><font face="Verdana" size="2">[...] O papel do profissional é orientar os riscos que   essa pessoa pode ter, ao longo da vida. É direcionar o obeso a realização de   atividades orientadas e atividades corretas para o seu biótipo corporal (PROF. 5).</font></p>    <p><font face="Verdana" size="2">[...]O profissional de Educação Física deve agir de   maneira profilática, orientando quanto a importância da atividade física (PROF.7)</font></p></blockquote> <font face="Verdana" size="2">     <p>Suas considerações acerca da importância de sua   assistência indicaram as ações de prevenção com ênfase na proteção específica -   educação em saúde quanto a gravidade da obesidade para a saúde em geral,   destacando as consequências da mesma e apontando que o combate ao sedentarismo é uma das principais ações de contra a obesidade.</p>     <p>De acordo com os discursos, pode-se observar que a   assistência profissional, além de proteção específica, atua eficazmente na promoção da saúde e na melhoria da qualidade de vida da população.  </p>     <p>Para Scabar, Pelicioni, e Pelicioni (2012) a Educação   Física em sua assistência recoloca a dimensão corpórea da existência na prática   cuidadora, retirando o corpo do lugar ensinado da atividade física para o lugar   do desejo, das sensações, mobilizando junto com um corpo físico, um corpo de afetos, de cuidados consigo e de experiência humana.</p>     <p>Silva e Figueiredo Júnior (2015) evidenciam o trabalho   assistencial do profissional de Educação Física para além da atividade física,   dando conta que na atual Estratégia Saúde da Família / NASF esse profissional   contribui para a promoção da saúde, proteção específica, o tratamento de   algumas enfermidades apresentadas pelos usuários do SUS, a exemplo da obesidade   e da hipertensão, mas sobretudo, concretizam a operacionalização da Política Nacional   de Promoção da Saúde, com a dinamização das práticas corporais e atividade física, diretrizes nacionais desta política. </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Pedrosa e Leal (2012), Scabar et al. (2012) colocam o   profissional de Educação Física, em seu cotidiano assistencial, como sujeitos   da promoção da qualidade de vida e do fomento ao empoderamento e capacitação comunitária para a melhoria da qualidade de vida.</p>     <p>Quando perguntados acerca da percepção da importância   da realização de atividades físicas no combate a obesidade os profissionais   destacaram a atividade física como produtora de maior gasto energético, de   aceleração do metabolismo, de prevenção do stress e doenças crônicas como   hipertensão e diabetes, possibilitando melhora da autoestima e da qualidade de   vida, maior interação social e motivação para o processo de emagrecimento e   manutenção do peso, emergindo a categoria: atividade física como preditora de qualidade de vida.</p>     <p>Corroborando com a literatura, os respondentes   consideraram ser fundamental a realização de atividades físicas frequentes, para  prevenção e controle da obesidade.</p> </font>     <blockquote>       <p><font face="Verdana" size="2">[...] O exercício físico vai fazer com que acelere o     metabolismo, tendo uma demanda energética maior no dia a dia utilizando a fonte     de energia que está em excesso e que gerou a obesidade, e assim reduzir esses     danos no organismo (PROF. 1). </font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">[...] A atividade física é o ponto de partida para a   melhoria da qualidade de vida de qualquer indivíduo, por isso é tão importante   no combate a obesidade, pois ajusta os níveis de stress, combate doenças   (obesidade, hipertensão, diabetes) e eleva a auto estima do indivíduo (PROF. 4).</font></p>    <p><font face="Verdana" size="2">[...] A prática de atividade física para um obeso, é   de suma importância, pois além do gasto calórico, ele estará trabalhando o   social (que em muitas vezes fica afetado pela vergonha do seu peso), o   cognitivo, a interação com outras pessoas com o mesmo problema, entre outros   benefícios que irão fazer com que o mesmo se sinta cada vez mais motivado em seus exercícios diários (PROF. 6).</font></p></blockquote> <font face="Verdana" size="2">     <p>O Ministério da Saúde do Brasil, em seu documento Obesidade   e Desnutrição (2015) afirma a adesão à prática de atividades físicas regulares   como contribuinte para a manutenção e melhora do condicionamento físico, para o   gasto calórico geral. A realização do exercício físico regular contribui para   um gasto diário de 8 a 20% do total de energia auxiliando na regulação do   apetite e proporcionanado o aumento da massa magra, que potencializa a velocidade do metabolismo e facilita a queima de gordura. </p>     <p>Silva et al.   (2012), afirma que manter um estilo de vida ativo, faz com que haja redução de   risco de surgimento ou progressão de doenças crônicas degenerativas e que   diante da variedade de domínios que a qualidade de vida apresenta um comando   básico e vinculado aos demais, é a capacidade para realizar movimentos corporais de forma eficiente. </p>     <p>Importa realçar a satisfação durante a atividade   física como preditora de qualidade de vida e como determinante para que ocorram   mudanças nos hábitos de vida e assim melhoria de sua qualidade (Almeida, et al.  2013; Coelho et al., 2013; Sá &amp; Florindo, 2013; Sampedro, 2014).</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Neste sentido, destaca-se a fala de um profissional   que refere-se à atividade física, como lúdica e concernente a qualidade de vida. </p> </font>     <blockquote>       <p><font face="Verdana" size="2">[...] Sim, é importante mostrar para todas essas     pessoas que não se tem obrigações, e sim tornar isso um hábito normal de estilo     de vida para que depois essas pessoas não interrompam esse processo, fazendo     assim atividades de maneiras espontâneas e prazerosas mantendo sempre o corpo     em dia, e o organismo controlado (PROF. 8).</font></p> </blockquote> <font face="Verdana" size="2">     <p>Pode-se inferir que a adesão à prática de exercícios   físicos regular está diretamente relacionada à sensação de prazer durante a   realização das atividades. Para Melo e Alves, (2012) quando se realiza   atividades físicas prazerosas, o exercício se torna um hábito de vida que   promove ao individuo uma sensação de bem estar físico e mental, reduzindo a percepção de stress e contribuindo para uma melhoria na qualidade de vida.</p>     <p>A atividade física surge, portanto, como um elemento   fundamental do combate a obesidade visto que hábitos sedentários fazem com que   os indivíduos apresentem um gasto calórico reduzido e assim tenham uma maior   dificuldade para eliminar a gordura e uma maior facilidade para armazená-la   podendo assim se tornar uma pessoa com sobrepeso ou obesa (Brasil, 2015; Sonati et al., 2014). </p>     <p>Ainda, quanto a atividade física como preditora de   qualidade de vida, os respondentes corroboram com a literatura, considerando,   para o alcance da qualidade de vida, não existir fase inicial adequada para   começar a prática, mas destacam como importante o início da atividade física na   infância, e fortalecem a ideia que a partir dos primeiros meses de vida podem   ser desenvolvidas atividades que incentivem a realização de movimentos, que   estimulem as habilidades motoras, que favoreçam a adoção de hábitos de vida saudável e que determinem os condicionantes para a qualidade de vida.</p> </font>     <blockquote>       <p><font face="Verdana" size="2">[...] A atividade física pode começar desde criança, a     partir dos primeiros meses, pois há um número crescente de crianças obesas, a     orientação junto com o acompanhamento deve ser realizada no período infantil,     combatendo a má alimentação, o sedentarismo, e acima de tudo incluindo a     criança em brincadeiras e esportes que movimentem todo corpo (PROF. 2).</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">[...] Não podemos colocar uma idade especifica para   atividade física ser iniciada, temos que colocar em relação a obesidade a   partir do ponto em que você quer usar ela como prevenção. Você tem uma criança   de 2 anos, já observa que ela tem uma pré-disposição apesar se ser uma criança   em desenvolvimento, então tem como colocar uma criança numa atividade física que seja prazerosa para ela (PROF. 3).</font></p></blockquote> <font face="Verdana" size="2">     <p>Os resultados ressaltam a importância de construir o   hábito de prática de atividade física em toda a trajetória de vida respeitando   as limitações e as potencialidades que cada fase oferece. Assim, questionamos   aos profissionais quanto à inclusão de crianças, adolescentes, adultos e idosos   em programas de treinamento físico com fins de controle e combate a obesidade.   Os profissionais referiram que antes do início de qualquer atividade física é   necessário que sejam seguidas algumas medidas preventivas como a avaliação   médica e compreensão das limitações impostas por cada etapa de vida do ser   humano. Além destes fatores os profissionais destacaram novamente a importância   da satisfação em realizar a atividade física como meio para o alcance da qualidade de vida conforme se observou nos seguintes discursos: </p> </font>     ]]></body>
<body><![CDATA[<blockquote>       <p><font face="Verdana" size="2">[...] Devem ser incluídos em programas de treinamento     de acordo com sua faixa etária, e dentro das limitações de cada indivíduo, com     isso respeitando seus limites, pois nem sempre o que funciona para um     determinado grupo, poderá funcionar para outro (PROF. 4).</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">[...] Para o aluno participar de um programa de   treinamento físico é importante levar dois fatores para uma rotina de atividade   física no seu cotidiano. A primeira que se deve gostar dela, a outra é que a   opção deve ser fácil, e acessível. Se não existir esses fatores o aluno se   desmotiva e acaba desistindo do programa de treinamento físico, e não consegue alcançar seus objetivos (PROF. 7).</font></p>    <p><font face="Verdana" size="2">[...] Atividades lúdicas, práticas esportivas são fundamentais nessa fase (PROF. 8).</font></p></blockquote> <font face="Verdana" size="2">     <p>Os resultados indicaram que ações fundamentadas em   atividades lúdicas desenvolvidas por meio de jogos e atividades grupais,   associadas à prática esportiva, como por exemplo, a natação ou que disponham ao   indivíduo o hábito de se manter ativo incluindo exercícios aeróbicos e anaeróbicos são os exercícios mais contemplados. </p>     <p>A realização de atividades lúdicas permite o   desenvolvimento da coordenação motora, criatividade e expressão corporal   favorecendo o equilíbrio de sua condição de saúde, além de facilitar o   surgimento de relações sociais por meio das atividades grupais. O esporte e o   lazer propiciam a aquisição de hábitos de vida mais saudáveis e predispõe a inclusão da atividade física na rotina de vida. </p>     <p>As atividades de lazer incluem variadas formas de   ações que promovem ao indivíduo a sensação de bem-estar (Melo &amp; Alves,   2012). Essas ações podem ser desenvolvidas de forma cultural e artística como,   por exemplo, a dança, prática de esportes, jogos entre outras atividades que façam parte do cotidiano do indivíduo (Nahas &amp; Garcia, 2010).    </p>     <p>Guimarães et al. (2012) coaduna com a ideia de que a   qualidade de vida de indivíduos que participam de atividades lúdicas, culturais   e físicas é superior em relação a população que não se exercita, em razão de   estas atividades exercerem significativo impacto na morbidade da população geral.</p>     <p>Além de benefícios como a melhora do condicionamento   físico e cardiovascular a atividade física promove efeitos como melhora da   autoestima, da imagem corporal, diminuição da ansiedade e tensão muscular,   minimização da insônia e do consumo de medicamentos e a socialização (Guimarães et al., 2012; Coelho &amp; Coelho, 2007). </p>     <p>Dentre as variadas atividades aqui apresentadas, o   mais relevante é que se encontre o equilíbrio entre as limitações e habilidade corporal para se adequar a atividade física ideal. </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>O combate à obesidade está diretamente influenciado   por questões que envolvem mudanças nos hábitos de vida. Tais mudanças   representam inúmeros desafios devido ao fato de as pessoas obesas geralmente   sofrerem com outras doenças associadas e principalmente pelo estigma social que essa enfermidade ocasiona.</p>     <p>Promover ações que busquem combater à obesidade pode   sugerir desafios para que resultados esperados sejam conquistados. Neste   sentido, questionou-se aos profissionais suas considerações quanto aos desafios   da realização de atividades com a população em estudo. Os resultados indicaram   que apenas três entrevistados referiram não ter vivenciado dificuldades durante   a realização das atividades com os obesos. Entre os entrevistados que mencionou   ter dificuldades os aspectos apontados por eles foram: dificuldades na   mobilidade e falta de condicionamento físico para a realização das atividades e a baixa autoestima.</p> </font>     <blockquote>       <p><font face="Verdana" size="2">[...] Muitas atividades físicas os obesos não     conseguem realizar, então tem que adaptar as atividades, um simples alongamento     muitos tem dificuldades de realizar, a parte da locomoção também dificulta em     algumas atividades aplicadas, a respiração, e entre outros fatores no qual o     profissional de Educação Física tem que redobrar a atenção e os cuidados a     essas pessoas (PROF. 1).</font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">[...] Os obesos tem grande dificuldade por não ter   mobilidade e desenvolver certas atividades, então eles se sentem   desestimulados, então o educador físico tem que procurar formulas para que as   atividades sejam prazerosas e que possa conquistar realmente a dedicação dos mesmos (PROF. 3).</font></p>    <p><font face="Verdana" size="2">[...] Sempre encontramos dificuldades em nosso   cotidiano, devemos sempre encontrar formas de prender a atenção dos alunos por   um determinado tempo. Outra dificuldade se dá devido à baixa autoestima de   alguns alunos com obesidade, muitas vezes deixam de realizar um determinado   exercício por acreditarem que não conseguem, e assim cabe a nós motivá-los (PROF. 4).</font></p>    <p><font face="Verdana" size="2">[...] Primeiro a situação da autoestima. Existe alguns   que possuem uma autoestima muito baixa, consequentemente uma exclusão por parte   do grupo, além dos fatores motores que estão comprometidos, e a questão do   condicionamento físico também. Fazer com que eles entendam que precisam mudar seus hábitos alimentares também é difícil (PROF. 5).</font></p>    <p><font face="Verdana" size="2">[...] Geralmente obesos não acompanham o ritmo de   determinados exercícios, então trabalhos tem que ser feito para que o mesmo   mantenha o ritmo dos demais sem sentir excluído. Outro problema é fazer com que ele compreenda que precisa mudar seus hábitos de vida (PROF. 9).</font></p></blockquote> <font face="Verdana" size="2">     <p>Certamente, dificuldades na mobilidade e baixo   condicionamento físico para a realização das atividades são desafios, muitas   vezes encontrados nessa população em decorrência do sedentarismo anterior à prática de exercícios físicos e, possivelmente, das enfermidades associadas. </p>     <p>Araújo et ela (2014), afirmam que a obesidade está   associada a morbidades, a incapacidades funcionais e a prejuízos à qualidade de   vida relacionada à saúde (QVRS). No entanto, os agravos a componentes físicos   da QVRS são mais maiores que a componentes mental e emocional, sendo este capaz de interferir nos últimos.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Para Pajecki et al (2014) a associação entre obesidade   e baixa funcionalidade está ligada a perda de massa magra e de força muscular,   além de disfunção articular, repercutindo em dor, progressiva perda de autonomia e dependência evolutiva.</p>     <p>A baixa autoestima está relacionada ao estigma social   que essa enfermidade envolve, ou seja, a vergonha ocasionada por serem alvos de   piadas e críticas pode dificultar a aceitação do tratamento e assim o ponto de   partida para uma condição de vida mais saudável. Percebe-se que a baixa autoestima pode levar as pessoas obesas a não procurarem ajuda. </p>     <p>Seixas e Balbi (2013) em seu estudo apontam que desde   o século XIX havia a necessidade de constituir uma concepção de corpo diferente   da biológica, levando a estudiosos da mente como Lacan a afirmarem que o ser   humano é essencialmente marcado pela linguagem e levando-o a afirmar que o   impulso energético interno que direciona o comportamento do indivíduo é um eco   no corpo do que há a dizer. Continuam dizendo que é comum obesos relatarem que   “aquele corpo não lhe pertence” ou que está usando uma “capa de gordura”, na   tentativa de esconder o corpo ou disfarçá-lo sob suas vestimentas, evidenciando uma maneira de ligação entre a imagem de si e o corpo próprio. </p>     <p>Ainda quanto a imagem e auto estima de obesos, Seixas   e Balbi (2013) remetem-se a um luto patológico descrito por Freud (1917 [1915]   /2006b), deixando antever um fundo melancólico por entre o humor dos “gordinhos”.</p>     <p>A educação em saúde tem sido uma inquietação de   profissionais de saúde há vários séculos. Quando desenvolvida a contento, as   atividades de educação em saúde são capazes de suscitar a promoção da saúde.   Sobretudo, quando se fala em qualidade de vida, a educação em saúde é capaz de   sensibilizar as pessoas para adoção de hábitos saudáveis como alimentação   equilibrada, adesão à rotina de exercícios físicos diários e atividades de lazer (Dias &amp; Ferreira, 2015). </p>     <p>Diante desse cenário questionamos aos profissionais   sobre a importância quanto a realização de educação em saúde e a relevância desta para a mudança dos hábitos de vida, as falas podem ser vistas abaixo: </p> </font>     <blockquote>       <p><font face="Verdana" size="2">[...] Realizo atividades educativas aconselhando a     praticarem atividades físicas, e procurarem a fazer uma boa alimentação (PROF.     2). </font></p>     <p><font face="Verdana" size="2">[...]Sempre que tenho oportunidade ressalto a   importância de hábitos saudáveis, desde uma boa alimentação, até a prática de   atividades físicas. Na sala de aula usando os temas transversais, na hora do   intervalo observando o lanche dos alunos (que por muitas vezes não são tão   saudáveis), no cansaço físico dos professores (que está diretamente ligado ao   sedentarismo), então são nesses aspectos que procuro trabalhar, mostrando a   problematização e tentando aplicar melhores maneiras de hábitos saudáveis (PROF. 6).</font></p>    <p><font face="Verdana" size="2">[...] Procuro orientar a comunidade em geral   conscientizando-os da importância da pratica de uma atividade física regular,   orientando os alunos com informações e dicas, os mesmos repassa, orientações para os pais e assim por diante (PROF. 7).</font></p>    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2">[...] Incentivo a promoção de saúde, e dando dicas da importância da atividade física e de uma boa alimentação (PROF. 10).</font></p></blockquote> <font face="Verdana" size="2">     <p>Os profissionais referiram realizar atividades   educativas e orientações à comunidade visando promover a adesão a hábitos de   vida mais saudáveis. As orientações eram dispostas com o objetivo de dialogar   sobre os benefícios de hábitos de vida saudável como: alimentação livre de   frituras, ricas em frutas e vegetais e redução de sódio e açúcar; regularidade   na prática de exercícios físicos; realização de atividades de lazer e práticas   esportivas. Os ambientes de promoção das atividades educativas eram o escolar,   familiar e comunitário. Ressaltaram a utilização de redes sociais como meio de difusão ágil das orientações à coletividade. </p>     <p>Pensando como Mendonça e Nunes (2015), dizemos que a   educação em saúde tem papel fundamental no enfrentamento às doenças crônicas,   uma vez que o modelo biomédico, centrado na clínica, com olhar dirigido para a   doença tem pouca efetividade. Para o enfrentamento da realidade é imprescindível uma dimensão dialógica e interativa do cuidado.</p>     <p>Nesta perspectiva o profissional de Educação Física,   em sua assistência a pessoas com obesidade promovem atividades educativas que   proporcione a apropriação do conhecimento sobre a doença, suas repercussões e modos de preveni-la e confrontá-la (Rodrigues <i>et al.</i>, 2014).</p>     <p>Mendonça e Lopes (2012), demonstraram que intervenções   que incluem o exercício físico coletivo e individual associado a atividades de   educação em saúde para os hábitos de vida saudável, sobretudo os relativos a   nutrição equilibrada e a prática de exercício físico são eficazes na redução da circunferência abdominal e na prevenção e tratamento de doenças crônicas.</p>     <p>Os mesmos autores enfatizam que intervenções   nutricionais e exercício físico entre obesos reduzem o consumo excessivo de   alimentos de alta densidade calórica e aumento no consumo de vitaminas, fibras,   sais minerais e alertam que a mudança de hábitos induzida pela educação em saúde eram aplicáveis ao cotidiano dos usuários (mendonça &amp; Lopes, 2012).</p>     <p>A educação em saúde torna-se aplicável quando   entendida e feita como processo para a reflexão crítica da realidade e de   problemas vivenciados. Deste modo, os indivíduos apropriam-se do objeto de   educação em saúde e se constituem sujeitos ativos, construtores da qualidade de vida (Mendonça &amp; Nunes, 2015).</p>     <p>Maturando os resultados e validando a literatura   constatou-se que o profissional de Educação Física vem contribuindo para a   melhoria da qualidade de vida de pessoas com obesidade. Importa salientar a   atuação destes no desenvolvimento de atividades de prevenção, sobretudo no que   tange a proteção específica, diagnóstico precoce e limitação das incapacidades   dessa enfermidade por meio de práticas educativas que permitam diminuir o sedentarismo presente na população e consequentemente reduzir sua incidência.</p>     <p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>CONCLUS&Otilde;ES</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>As categorias de análise permitiram a compreensão das   percepções dos profissionais quanto ao seu papel no combate à obesidade   descrevendo as principais ações desenvolvidas pelos profissionais, os   principais desafios enfrentados pelos profissionais de Educação Física no   tocante ao processo de combate à obesidade bem como as contribuições das   orientações dos profissionais de Educação Física nas ações de combate à obesidade. </p>     <p>Referente ao seu papel no combate à obesidade foi   possível observar que os profissionais indicaram que sua assistência a pessoas   obesas é permeada pela atuação em ações de educação em saúde dispondo   orientação quanto à gravidade da obesidade, destacando as doenças que essa patologia pode provocar e apontando que é fundamental combater o sedentarismo. </p>     <p>Quanto aos desafios encontrados no decorrer da assistência   se destacaram: as dificuldades na mobilidade e falta de condicionamento físico   para a realização das atividades; ausência de conscientização de que os hábitos de vida devem ser mudados e; a baixa autoestima. </p>     <p>Os profissionais referiram realizar as ações de   educação em saúde como meio de promover a adesão da população a hábitos de vida mais saudáveis, que lhes proporcione uma melhor qualidade de vida.</p>     <p> Diante dos   resultados encontrados pode-se concluir que o profissional de Educação Física   possui uma percepção relevante acerca do seu papel no combate a obesidade visto   que suas ações permitem a realização de práticas assistenciais que promovam a prevenção e a diminuição da incidência dessa enfermidade. </p>     <p>Referente aos desafios encontrados, faz-se necessário   que os profissionais busquem novas estratégias de promoção das orientações, bem   como do resgaste da autoestima dos obesos para que a adesão à mudança dos   hábitos de vida seja efetiva e as consequências dessa patologia sejam minimizadas.</p>     <p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>REFERÊNCIAS</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <!-- ref --><p>Almeida, D. F. de, Cantorani, J. R. H., Pedroso, B.,   Vargas, L. M., Redkva, P. E., &amp; Gutierrez, G. L. (2013). A importância da   atividade física para pessoas com deficiência: a contribuição da escola. Revista Eletrônica Fafit/Facic, 4(2), 42–48&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=359981&pid=S1646-107X201600050000500001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Araújo, R. A., Brito, A. K. A., &amp; Silva, F. M.   (2010). O papel da educação física escolar diante da epidemia da obesidade em   crianças e adolescentes. Educação Física em Revista. <i>Educação Física em Revista</i>, 4(2).  Retrieved March 23, 2015, from, <a href="https://portalrevistas.ucb.br/index.php/efr/article/view/1651" target="_blank">https://portalrevistas.ucb.br/index.php/efr/article/view/1651</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=359982&pid=S1646-107X201600050000500002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Araújo, M. C.;   Dias, J. M. D.; Vasconcelos, K. S. S.; Medeiros, A. P. P.; Santos, C. M. Dias,   R. C. (2014). Impacto das condições clínicas e funcionais na qualidade de vida   de idosas com obesidade. <i>Fisioterapia e Pesquisa<b>.</b></i> 21(04), p. 372 – 377. <a href="http://dx.doi.org/10.590/1809-2950/13166621042014" target="_blank">http://dx.doi.org/10.590/1809-2950/13166621042014</a>  &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=359983&pid=S1646-107X201600050000500003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Brasil. Ministério da Saúde. Metade dos   brasileiros está com excesso de peso. Retrieved from March 15, 2015, from <a href="http://www.brasil.gov.br/saude/2015/04/metade-dos-brasileiros-esta-com-excesso-de-peso" target="_blank">http://www.brasil.gov.br/saude/2015/04/metade-dos-brasileiros-esta-com-excesso-de-peso</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=359984&pid=S1646-107X201600050000500004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Brasil.   Ministério da Saúde. Obesidade e desnutrição. Retrieved from March 15, 2015, from <a href="http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/obesidade_desnutricao.pdf" target="_blank">http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/obesidade_desnutricao.pdf</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=359986&pid=S1646-107X201600050000500005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Brasil.   Ministério da Saúde. Política Nacional de Alimentação e Nutrição. Brasília,   2012. Retrieved from March 23, 2015 <a href="http://189.28.128.100/nutricao/docs/geral/pnan 2011.pdf" target="_blank">http://189.28.128.100/nutricao/docs/geral/pnan 2011.pdf</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=359988&pid=S1646-107X201600050000500006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Brasil<b>. </b>Resolução   CNS nº 466/12, de 12 de dezembro de 2012. Conselho Nacional de Saúde<b>. </b>Retrieved from July 05, 2015 <a href="http://conselho.saude.gov.br/resolucoes/2012/Reso466.pdf" target="_blank">http://conselho.saude.gov.br/resolucoes/2012/Reso466.pdf</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=359989&pid=S1646-107X201600050000500007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Coelho, M. A. A. A., Oliveira, E. N. de, &amp; Canuto,   O. M. C. (2013). Educação Física na estratégia saúde da família: uma   experiência com pessoas na terceira idade. SANARE - Revista de Políticas Públicas, 5(1), 151–158&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=359990&pid=S1646-107X201600050000500008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Coelho, C. S., Coelho, I. C. (2007). Comparação dos   benefícios obtidos através da caminhada e da hidroginástica para a terceira   idade.&nbsp;<i>Anais do II Encontro de Educação Física e Áreas Afins Núcleo de     Estudo e Pesquisa em Educação Física (NEPEF)</i>, 26 e 27 de Outubro de 2007 v.   26. Retrieved from May 08, 2015 <a href="http://www.ufpi.br/subsiteFiles/def/arquivos/files.pdf" target="_blank">www.ufpi.br/subsiteFiles/def/arquivos/files.pdf</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=359991&pid=S1646-107X201600050000500009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Dâmaso, A. (2009).<i> Obesidade</i> (2ª ed). Rio de Janeiro, Brasil: Guanabara Koogan.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=359992&pid=S1646-107X201600050000500010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Mendonça, R. de   D., &amp; Lopes, A. C. S. (2012). The effects of health interventions on   dietary habits and physical measurements. Revista da Escola de Enfermagem da USP, 46(3), 573–579. <a href="https://doi.org/10.1590/S0080-62342012000300007" target="_blank">https://doi.org/10.1590/S0080-62342012000300007</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=359994&pid=S1646-107X201600050000500011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Dias, J. V. S.,   &amp; Ferreira, J. (2015). Contribuições da antropologia para o campo da   educação em saúde no Brasil. <i>Trabalho, Educação e Saúde</i>. 13(2), p. 283-299, Rio de Janeiro. <a href="http://dx.doi.org/10.1590/1981-7746-sip00004" target="_blank">http://dx.doi.org/10.1590/1981-7746-sip00004</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=359996&pid=S1646-107X201600050000500012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Gil, A. C.   (2012). <i>Como elaborar projetos de pesquisa</i> (6ª ed). São Paulo, Brasil: Atlas.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=359997&pid=S1646-107X201600050000500013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Guimarães, A. C.   de A., Scotti, A. V., Soares, A., Fernandes, S., &amp; Machado, Z. (2012).   Percepção da qualidade de vida e da finitude de adultos de meia idade e idoso   praticantes e não praticantes de atividade física. <i>Revista Brasileira de Geriatria e Gerontologia</i>, 15(4), 661–670. <a href="https://doi.org/10.1590/S1809-98232012000400007" target="_blank">https://doi.org/10.1590/S1809-98232012000400007</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=359999&pid=S1646-107X201600050000500014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Hammersley, M.,   &amp; Atkinson, P. (1994). <i>Etnografía</i>: métodos de investigación. Barcelona: Paidós.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=360000&pid=S1646-107X201600050000500015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Andrade, T. de M., Moraes, D. E. B. de, &amp;   Ancona-Lopez, F. (2014). Psychological and Psychodynamical problems of obese   children and adolescents: research report. Psicologia: Ciência e Profissão, 34(1), 126–141. <a href="https://doi.org/10.1590/S1414-98932014000100010" target="_blank">https://doi.org/10.1590/S1414-98932014000100010</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=360002&pid=S1646-107X201600050000500016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Melo, V. A.,   &amp; Alves, E. D. (2012). <i>Introdução ao lazer</i><b>.</b> Barueri, SP: Manole.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=360003&pid=S1646-107X201600050000500017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Mendonça, R. de   D., &amp; Lopes, A. C. S. (2012). The effects of health interventions on   dietary habits and physical measurements. Revista da Escola de Enfermagem da USP, 46(3), 573–579. <a href="https://doi.org/10.1590/S0080-62342012000300007" target="_blank">https://doi.org/10.1590/S0080-62342012000300007</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=360005&pid=S1646-107X201600050000500018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Minayo, M. C. S. (2014). <i>O desafio do conhecimento - pesquisa qualitativa em saúde</i> (14ª ed.). São Paulo: Hucitec.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=360006&pid=S1646-107X201600050000500019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Nahas, M. V.,   &amp; Garcia, L. M. T. (2010). Um pouco de história, desenvolvimentos recentes   e perspectivas para a pesquisa em atividade física e saúde no Brasil.&nbsp;<i>Revista     brasileira de educação física e esporte, 24</i>(1),135-148. <a href="http://dx.doi.org/10.1590/S1807" target="_blank">http://dx.doi.org/10.1590/S1807</a> &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=360008&pid=S1646-107X201600050000500020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Organização Mundial de Saúde (2015). <i>Obesidad y sobrepeso</i>. Recuperado em 03 maio, 2015, de <a href="http://www.who.int/mediacentre/factsheets/fs311/en/index.html" target="_blank">http://www.who.int/mediacentre/factsheets/fs311/en/index.html</a> &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=360009&pid=S1646-107X201600050000500021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Pajecki, D.,   Santo, M. A., Kanagi, A. L., Riccioppo, D., de Cleva, R., &amp; Cecconello, I.   (2014). Functional assessment of older obese patients candidates for bariatric surgery. <i>Arquivos de Gastroenterologia</i>, 51(1), 25–28.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=360010&pid=S1646-107X201600050000500022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Pimenta, G. P.,   Moura, D. das N., Filho, A., Taveira, E., Jaudy, T. R., Jaudy, T. R., &amp;   Aguilar-Nascimento, J. E. de. (2013). Avaliação da qualidade de vida tardia   após gastroplastia vertical. Revista do Colégio Brasileiro de Cirurgiões, 40(6), 453–457. <a href="https://doi.org/10.1590/S0100-69912013000600006" target="_blank">https://doi.org/10.1590/S0100-69912013000600006</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=360012&pid=S1646-107X201600050000500023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Rodrigues, P., Bustamante, C., Reis, E. (2014). Centro   de Referência em Obesidade do Município do Rio de Janeiro. O Papel do Educador   Físico.&nbsp;<i>Revista Brasileira de Atividade Física &amp; Saúde, 19</i>(5),   656. Disponível em&nbsp;<a href="http://periodicos.ufpel.edu.br/ojs2/index.php/RBAFS/article/viewFile/3426/3572" target="_blank">http://periodicos.ufpel.edu.br/ojs2/index.php/RBAFS/article/viewFile/3426/3572</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=360013&pid=S1646-107X201600050000500024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Sá, T. H., &amp; Florindo, A. A. (2013). Efeitos de um   programa educativo sobre práticas e saberes de trabalhadores da Estratégia de   Saúde da Família para a promoção de atividade física.&nbsp;<i>Revista Brasileira de Atividade Física &amp; Saúde, 17</i>(4), 293-299, Disponível em:&nbsp;<a href="http://www.periodicos.ufpel.edu.br/ojs2/index.php/RBAFS/article/view/1881" target="_blank">http://www.periodicos.ufpel.edu.br/ojs2/index.php/RBAFS/article/view/1881</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=360014&pid=S1646-107X201600050000500025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Sampedro, L. B. R. (2014). <b> </b>Motivação à prática regular de atividades   físicas: um estudo com praticantes de taekwondo<b>.</b>&nbsp;<i>Pensar a     Prática, 17</i>(1). Disponível em <a href="http://www.revistas.ufg.br/index.php/fef/article/view/17335" target="_blank">http://www.revistas.ufg.br/index.php/fef/article/view/17335</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=360015&pid=S1646-107X201600050000500026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Scabar, T. G.,   Pelicioni, A. F., &amp; Pelicioni, C. F. (2012).  Atuação do profissional de Educação Física no   Sistema Único de Saúde: uma análise a partir da Política Nacional de Promoção   da Saúde e das Diretrizes do Núcleo de Apoio à Saúde da Família – NASF. <i>J. Health Sci. Inst. 30</i>(4), 411-418. Disponível em <a href="http://www.ceap.br/material/MAT15112013155223.pdf" target="_blank">http://www.ceap.br/material/MAT15112013155223.pdf</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=360016&pid=S1646-107X201600050000500027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Seixas, C. M.,   &amp; Balbi, L. M. (2013). Libido e angustia: economia de gozo na obesidade. <i>Psicologia Clinica. 25</i>(1), 129-143. <a href="http://dx.doi.org/10.1590/S0103-56652013000100009" target="_blank">http://dx.doi.org/10.1590/S0103-56652013000100009</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=360017&pid=S1646-107X201600050000500028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Sigulem, D. M.   (2013). Obesidade na Infância e na Adolescência. <i>Compacta Nutrição</i>. Editora   de Projetos Médicos (EPM), 2013, disponível em <a href="http://sweetlift.com.br/wp-content/uploads/2013/04/Sweet-Lift-3.pdf" target="_blank">http://sweetlift.com.br/wp-content/uploads/2013/04/Sweet-Lift-3.pdf</a>. Acessado em 19/11/2013.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=360018&pid=S1646-107X201600050000500029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Silva, J. M.,   &amp; Figueiredo, J. M. (2015).  A   atuação da educação física no âmbito da saúde pública - Uma revisão sistemática. <i>Revista brasileira de educação e saúde 5</i>(1), 75-86, Disponível em <a href="http://www.gvaa.com.br/revista/index.php/REBES/article/view" target="_blank">http://www.gvaa.com.br/revista/index.php/REBES/article/view</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=360020&pid=S1646-107X201600050000500030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Silva, M. F., Goulart, N. B. A., Lanferdini, F. J.,   Marcon, M., &amp; Dias, C. P. (2012).    Relação entre os níveis de atividade física e qualidade de vida de   idosos sedentários e fisicamente ativos. <i>Revista Brasileira de Geriatria e Gerontologia. 15</i>(4), 635-642. <a href="http://dx.doi.org/10.1590/S1809-98232012000400004" target="_blank">http://dx.doi.org/10.1590/S1809-98232012000400004</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=360021&pid=S1646-107X201600050000500031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Sonati, J. G., Vilarta, R., Maciel, E. S., Modeneze,   D. M., Vilela Júnior, G. B., Lazari, V. O., &amp;   Muciacito, B. (2014). 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Juv&ecirc;ncio Alves, 660, Quixad&aacute;, Brasil. CEP: 63900-257, Brasil <i>E-mail</i>: <a href="mailto:tadeualves@fcrs.edu.br">tadeualves@fcrs.edu.br</a></font>      ]]></body><back>
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