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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Crianças com sobrepeso e obesidade: intervenção motora e suas influências no comportamento motor]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The objective of this study was to investigate the intervention impact in the performance of overweight (n=6) and obesity (n=14) children in manual control and dexterity, body coordination, strength and agility, locomotor and object control skills and balance. The Body Mass Index was used to investigate nutrition status classified according to Center for Disease Control, Bruininks-Oseretsky Test of Motor Proficiency-2, Movement Assessment Battery for Children-2 e Test of Gross Motor Development-2 to investigated motor performance. Dependent and independent t-tests and effect size were conducted. The results showed that: (1) significant changes for intervention group (IG) from pre- to post-intervention in balance (p=.042), locomotor (p=.004) object control (p=.001) skills; (2) declines in the control group (CG) for manual (p=.021) and body (p=.044) coordination, and strength and agility (p=.002); (3) no changes were observed from pre- to post-intervention in control and manual dexterity, and ball skills (p.05); (4) in the pre-intervention children in the CG showed superior performance compared to the children in the IG in body coordination (p=.018), in the post-intervention the IG achieve similar performance to the CG (p=.968); and, (5) for the other comparisons significant differences between groups were not found (p.05). The motor intervention focused to the needs of children, coupled with the opportunity to practice and motivation strategies promote benefits in motor ability of children overweight.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[  <font face="Verdana" size="2">        <p align="right"><b>ARTIGO ORIGINAL</b></p>      <p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="4" face="Verdana"><b>Crianças com   sobrepeso e obesidade: intervenção motora e suas influências no comportamento   motor</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Overweight   and obesity: motor intervention and influences on motor behavior</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Larissa Wagner Zanella<sup>1,<a href="#end">*</a></sup><a name="topo"></a>; Mariele Santayana de Sousa<sup>1</sup>; Paulo Felipe Ribeiro Bandeira<sup>1,2</sup>; Glauber Carvalho Nobre<sup>1</sup>; Nadia Cristina Valentini<sup>1</sup></b></p> <sup>1</sup>Universidade   Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Grupo de Avalia&ccedil;&otilde;es e Interven&ccedil;&otilde;es   Motoras, Porto Alegre, Brasil.    <br>   <sup>2</sup>Centro Universit&aacute;rio Le&atilde;o Sampaio (UniLe&atilde;o), Juazeiro do Norte, Cear&aacute;, Brasil.</font>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p> <font face="Verdana" size="2">     <p>&nbsp;</p> </font> <hr noshade size="1"> <font face="Verdana" size="2">     <p><b>RESUMO</b></p>     <p>O objetivo foi   investigar o impacto de uma intervenção motora no controle e destreza manual,   coordenação corporal, força e agilidade, habilidades de locomoção, controle de   objetos e equilíbrio de crianças com sobrepeso (n=6) e obesidade (n=14). Para   avaliar o estado nutricional foi utilizado o Índice de Massa Corporal   classificado conforme as curvas do Center for Disease Control, para avaliar a   motricidade foi utilizado o Bruininks Oseretsky Test of Motor Proficiency -2,   Movement Assessment Battery for Children-2 e Test of Gross Motor Development-2.   Testes t-pareados e independentes e tamanho do efeito foram conduzidos. Os   resultados evidenciaram: (1) mudanças significativas da pré- para a   pós-intervenção no Grupo Interventivo (GI) em equilíbrio (p=0,042), locomoção   (p=0,004) e controle de objetos (p=0,001); (2) declínios no Grupo Controle (GC)   na coordenação manual (p=0,021) e corporal (p=0,044), força e agilidade   (p=0,002); (3) não foram observadas mudanças da pré- para pós-intervenção em   controle e destreza manual, e habilidades com bola (p0,05); (4) na   pré-intervenção as crianças do GC apresentaram desempenho superior às crianças do   GI na coordenação corporal (p=0,018), na pós-intervenção o GI alcançou o   desempenho do GC (p=0,968); (5) nas demais comparações entre grupos não foram   encontradas diferenças significativas (p0,05). A intervenção motora focada para   as necessidades das crianças, aliada à oportunidade de prática e estratégias de   motivação promovem benefícios em habilidade motoras de crianças com excesso de peso.</p>     <p><b>Palavras-chave:</b> Sobrepeso, Criança, Habilidades Motoras, Estudos de Intervenção</p> </font> <hr noshade size="1"> <font face="Verdana" size="2">     <p><b>ABSTRACT</b></p>     <p>The objective of   this study was to investigate the intervention impact in the performance of   overweight (n=6) and obesity (n=14) children in manual control and dexterity,   body coordination, strength and agility, locomotor and object control skills   and balance. The Body Mass Index was used to investigate nutrition status   classified according to Center for Disease Control, Bruininks-Oseretsky Test of   Motor Proficiency-2, Movement Assessment Battery for Children-2 e Test of Gross   Motor Development-2 to investigated motor performance. Dependent and   independent t-tests and effect size were conducted. The results showed that:   (1) significant changes for intervention group (IG) from pre- to   post-intervention in balance (p=.042), locomotor (p=.004) object control (p=.001)   skills; (2) declines in the control group (CG) for manual (p=.021) and body   (p=.044) coordination, and strength and agility (p=.002); (3) no changes were   observed from pre- to post-intervention in control and manual dexterity, and   ball skills (p.05); (4) in the pre-intervention children in the CG showed   superior performance compared to the children in the IG in body coordination   (p=.018), in the post-intervention the IG achieve similar performance to the CG   (p=.968); and, (5) for the other comparisons significant differences between   groups were not found (p.05). The motor intervention focused to the needs of   children, coupled with the opportunity to practice and motivation strategies promote benefits in motor ability of children overweight.</p>     <p><b>Keywords: </b>Overweight, Child, Motor skills, intervention studies </p> </font> <hr noshade size="1"> <font face="Verdana" size="2">     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> </font>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="3" face="Verdana"><b>INTRODUÇÃO</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>A proficiência em habilidades motoras fundamentais   proporciona maior independência na exploração do meio em que ela vive, na   autonomia sobre a busca de experiências e estímulos conforme o interesse da   criança. Crianças com idade entre seis e oito anos já podem demonstrar   proficiência em habilidades motoras fundamentais (por exemplo, saltar   horizontalmente ou quicar uma bola) e progressos quanto às habilidades motoras   finas (por exemplo, recortar uma figura) (Clark &amp; Metcalfe, 2002; Gallahue,   Ozmun, &amp; Goodway, 2013). À medida que desenvolvem as habilidades motoras,   as crianças mesclam continuamente as habilidades que já possuem com aquelas que   estão adquirindo, para consequentemente desenvolverem movimentos mais complexos   (Gallahue, Ozmun, &amp; Goodway, 2013). Porém, muitas vezes nos deparamos com   crianças que possuem dificuldades de movimento, com a participação em   atividades físicas comprometida, ou ainda que evitam a participação em atividades físicas (Kadesjo &amp; Gillberg, 1999).</p>     <p>Diversos podem ser os fatores que influenciam os   atrasos motores e o baixo envolvimento em atividades físicas, entre eles por   exemplo, sexo, idade ou obesidade. A obesidade é considerada um problema de   saúde pública mundial e que atinge todas as faixas etárias (Organização Mundial   da Saúde, 2010). Índices altos de prevalência de sobrepeso e obesidade (de 9% à   30,9%) já tem sido reportados previamente em crianças em diversos países, como   Itália (Gargiulo, Giancolo, &amp; Brescianini, 2004), Alemanha (Kurth &amp;   Schaffrath, 2007) e Estados Unidos (Castetbon &amp; Andreyeva, 2012). No   Brasil, os dados analisados em um período de 34 anos (1974/1975 a 2008/2009)   pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE, 2010) mostram   valores muito próximos aos dados mundiais (entre 1.8% e 34.8%) em crianças com   idades entre 5 e 9 anos. Esses valores são confirmados em pesquisas   desenvolvidas também no sul do Brasil, onde os resultados demonstram altos   índices de prevalência de sobrepeso e obesidade em crianças do Rio Grande do   Sul e de Santa Catarina (Berleze, Haeffner, &amp; Valentini, 2007; Pelegrini,   Silva, Petroski, &amp; Gaya, 2010). Com o aumento de peso corporal, as crianças   podem encontrar maiores dificuldades em envolverem-se em atividades físicas   esportivas e/ou de lazer. Consequentemente, uma série de problemas de saúde   (ex.: cardíacos, diabetes), bem como sociais (ex.: isolamento social), baixa percepção de competência podem ser ocasionados pelo excesso de peso infantil. </p>     <p>Pesquisas têm reportado que crianças com sobrepeso e   obesidade apresentam desempenhos mais pobres em habilidades motoras ao serem   comparadas às crianças não obesas (Spessato, Gabbard, &amp; Valentini, 2013).   Além do mais, as maiores diferenças parecem ser mais relacionadas às   habilidades de locomoção do que habilidades de controle de objeto (Jones,   Okely, Caputi, &amp; Cliff, 2010). As dificuldades motoras das crianças com   sobrepeso e obesidade se estendem também ao equilíbrio e destreza manual.   (D’Hondt, Deforche,  De Bourdeaudhuij, &amp; Lenoir, 2009). </p>     <p>A inibição do desenvolvimento motor de crianças com   sobrepeso e obesidade repercutem em dificuldades para obter êxito em tarefas   motoras. Consequentemente estas crianças podem apresentar resistência em   participar de atividades físicas e até resistência em situações de   aprendizagem. Além disso, pais, professores e/ou cuidadores podem ser menos   propensos a incentivar crianças obesas a se envolverem em atividade física, por   acreditarem nas possíveis habilidades físicas limitadas (Li &amp; Rukavina, 2009). </p>     <p>A pouca proficiência em habilidades motoras   fundamentais pode limitar diretamente a prática de esportes e atividades   físicas no lazer, e gerar poucas oportunidades para que a criança obesa e com   sobrepeso desenvolva hábitos saudáveis ao longo da vida. Esse é um fato   preocupante, pois as atividades físicas são um fator de proteção contra   problemas relacionados com a saúde, incluindo as doenças cardiovasculares,   diabetes e obesidade (Spessato et al., 2013). No entanto, esses problemas podem   ser minimizados se essas crianças puderem contar com oportunidades de exploração   e experimentação motora desde a infância, como aulas escolares de educação   física ou intervenções motoras de qualidade para fortalecer sua base motora. Ao   considerar tais constatações observa-se que as crianças com excesso de peso configuram-se em um grupo de alvo para intervenções motoras.</p>     <p>Diversos programas de intervenção motora têm sido   desenvolvidos para crianças com sobrepeso e obesidade com o objetivo de   analisar variáveis como a percepção de competência (Cliff, Wilson, Okely, Mickle, &amp; Steele 2007),   os níveis de atividade física (Fitzgibbon, Stolley, Schiffer, Van Horn,   KauferChristoffel, &amp; Dyer, 2005; Reilly et al., 2006), qualidade de vida   (Poeta, Duarte, Giuliano, &amp; Mota, 2013) e o desempenho motor (Brooks &amp;   Hughes, 2012). Entretanto, grande parte destes estudos é realizada em   laboratórios (Epstein, Paluch, &amp; Gordy, 2000) ou quando são desenvolvidas   em escolas e ambientes esportivos mantém o foco na redução de indicadores   antropométricos, como na massa e perímetros corporais das crianças antes e após   a intervenção (Zask, Adams,   Brooks, &amp; Hughes, 2012). Torna-se necessário também investigar as possíveis mudanças na competência motora dessas crianças. </p>     <p>Nessa perspectiva, o objetivo deste estudo foi   investigar o impacto de uma intervenção motora no controle e destreza manual,   coordenação corporal, força e agilidade, habilidades de locomoção, controle de   objetos e no equilíbrio de crianças com excesso de peso. A hipótese adotada   para este estudo foi de que a intervenção motora impactará positivamente o   desempenho motor das crianças participantes, enquanto que para o grupo controle mudanças positivas não são esperadas.</p>     <p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>MÉTODO</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>Participantes</b></p>     <p>Participaram deste estudo 20 crianças, com idade entre   6 e 8 anos, obesas e com sobrepeso identificadas através do estado nutricional   com o Índice de Massa Corporal (IMC) e classificadas conforme as curvas do   Center of Desease Control (CDC, 2008). As crianças eram provenientes de três   escolas públicas. Durante o estudo, as crianças foram distribuídas em Grupo   Interventivo (GI) (n=9) e Grupo Controle (GC) (n=11). O GI foi pareado com o GC   conforme seu estado nutricional, idade e desempenho motor inicial. As crianças   foram autorizadas pelos pais ou responsáveis legais a participar do estudo   através da assinatura do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido, bem como,   consentiram verbalmente o desejo de participar das atividades. Esta pesquisa foi aprovada pelo Comitê de Ética (no 2003109).</p>     <p><b>Instrumentos</b></p>     <p>A massa corporal foi mensurada com uma balança digital   e a estatura com uma fita métrica (Petroski, 2007). Para avaliação do estado   nutricional foi utilizado o cálculo do IMC classificado conforme as curvas do   CDC. O CDC classifica o estado nutricional da criança em baixo peso (% &lt; 5),   peso saudável (% entre 5 e 84), sobrepeso (% entre 85 e 94) ou obeso (% &gt; 95). </p>     <p>Para avaliar a competência motora dos participantes em   diferentes tarefas foram utilizados os seguintes instrumentos:   Bruininks-Oseretsky Test of Motor Proficiency - Second Edition (BOT-2)   (Bruininks &amp; Bruininks, 2005), Movement Assessment Battery for Children-   Second Edition (MABC-2) (Henderson, Sugden, &amp; Barnett, 2007) validado para   crianças brasileiras (Valentini, Ramalho, &amp; Oliveira, 2014). O MABC-2   contém 3 baterias para respectivas faixas etárias, nas quais a Banda de Idade I   para crianças entre 3 e 6 anos de idade; Banda de Idade II para crianças entre   7 à 10 anos de idade; e a Banda de Idade III para crianças entre 11 à 16 anos   de idade. Neste estudo foram utilizadas as Bandas de Idade I e II. O Test of   Gross Motor Development – Second Edition (TGMD-2) (Ulrich, 2000), validado para   a população brasileira (Valentini, 2012). O uso dos vários instrumentos   possibilitará a investigação: (1) do desempenho motor fino em relação precisão   e integração motora fina (BOT-2); (2) coordenação de membros superiores   (BOT-2); (3) destreza manual (BOT-2 e MABC-2); (4) desempenho motor grosso em   termos de coordenação corporal e equilíbrio (BOT-2 e MABC-2); (5) força e   agilidade (BOT-2); e (6) desempenho motor grosso em termos de habilidades de locomoção e controle de objetos (TGMD-2 e MABC-2).   </p>     <p><b>Procedimentos do Programa de Intervenção Motora</b></p>     <p><i>Grupo interventivo</i></p>     <p>Período de Intervenção e Conteúdo Programático: o   programa de intervenção motora teve duração de 32 sessões. As sessões eram   oferecidas em dois dias por semana no contra turno escolar, com duração de   aproximadamente 70 minutos. As aulas foram elaboradas, organizadas e   ministradas pelas professoras/pesquisadoras com ênfase no desenvolvimento e aprimoramento das habilidades motoras fundamentais. </p>     <p>Procedimento de Ensino: A metodologia utilizada no   programa interventivo foi o Clima Motivacional Orientado para Maestria,   implementado através da estrutura TARGET (Ames, 1995; Valentini &amp; Rudisill,   2004). A estrutura TARGET é composta por 6 dimensões que correspondem às   estratégias utilizadas em aula para engajar e motivar as crianças. Cada   dimensão diz respeito à uma letra da sigla TARGET. A seguir serão apresentadas algumas das estratégias utilizadas em cada uma das dimensões:</p>     <p>·&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;   As “TAREFAS” (TASK)   foram planejadas para promover a inclusão, diversidade e progressão, incluindo   múltiplas tarefas para o desenvolvimento das habilidades motoras e oferecer oportunidades para atingir metas individuais e em grupo;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>·&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;   As crianças   tiveram “AUTORIDADE” (AUTHORITY) para participar do processo de tomada de   decisão e puderam tomar suas próprias decisões durante as aulas, como elaborar atividades, assumir cargos de liderança e acompanhar sua própria progressão.</p>     <p>·&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;   As crianças   tiveram “RECONHECIMENTO” (RECOGNITION) pelo seu esforço e as melhoras eram reconhecidas através de elogios individuais e <i>feedback</i> imediato. </p>     <p>·&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;   As crianças eram   agrupadas em pequenos “GRUPOS” (GROUP) cooperativos, com níveis diferenciados   de habilidades, onde o trabalho em equipe era incentivado durante a realização de grupos heterogêneos.</p>     <p>·&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;   A “AVALIAÇÃO”   (EVALUATION) dos resultados das crianças era baseada no esforço e na melhoria   de desempenho. As crianças também eram incentivadas a avaliar as suas próprias melhorias. </p>     <p>·&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;   As crianças   tiveram “TEMPO” (TIME) para a realização das diferentes atividades através de   diversas tentativas. As crianças tiveram a flexibilidade para progredir em seu próprio ritmo.</p>     <p><i>Grupo controle</i></p>     <p>As crianças do   grupo controle participaram de aulas de educação física durante o mesmo período   em que as crianças do grupo interventivo participaram do programa de   intervenção. As aulas eram oferecidas pelas professoras unidocentes, ou seja,   as professoras de sala de aula ministravam aulas de educação física. As aulas de   educação física eram oferecidas 2 vezes por semana com duração em média de 30   minutos cada aula. As aulas frequentemente tinham como característica o jogo e   brincadeiras livres, onde os materiais (por exemplo bolas, cordas) eram   oferecidos às crianças, e estas por sua vez poderiam escolher suas atividades.   As crianças se organizavam em pequenos e grandes grupos conforme sua   preferência. E em geral envolviam-se com atividades motoras familiares ao seu cotidiano (pular corda, jogar futebol, jogos de perseguição e queimada).</p>     <p><b>Procedimentos de autorização e coleta de dados</b></p>     <p>Antes de iniciar   este estudo, os pesquisadores envolvidos no projeto conversaram e esclareceram   dúvidas dos pais ou responsáveis legais, bem como dos responsáveis pelas   escolas participantes acerca dos conteúdos, procedimentos de aula e de coleta de dados. </p>     <p>As avaliações   foram realizadas durante o turno escolar das crianças, com a autorização das   professoras de sala de aula e sem interferir nas atividades curriculares dos   alunos. As crianças eram retiradas da sala de aula e conduzidas até um ambiente   calmo e adequado para a realização dos testes. As avaliações seguiram o   protocolo proposto pelos autores de cada teste, em espaço previamente preparado   pelos pesquisadores e livre de possíveis distrações. O TGMD-2 foi realizado em   duplas e teve duração aproximada de 25 minutos por dupla. O MABC-2 e o BOT-2   foram realizados individualmente e tiveram duração aproximada de 1 hora por   criança. Para as medidas de IMC, as crianças foram avaliadas individualmente em   no máximo 10 minutos. Para avaliar a estatura a criança foi posicionada de   costas para a fita métrica, com os pés paralelos e com a parte inferior da   órbita ocular alinhada ao ouvido externo. A mensuração da massa corporal foi de   pés descalços, com os braços soltos ao longo do corpo e com roupas leves (calça e camiseta).</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>Análise dos Dados</b></p>     <p>Para analisar os   efeitos da intervenção foi utilizado General Linear Model com medidas   repetidas. Sendo a interação significativa, foram analisados os efeitos dos   fatores tempo e grupo através de Post Hoc Tests. Nas análises multivariadas, o   tamanho do efeito foi avaliado pelo eta parcial ao quadrado (²). Foram adotados   valores menores ou iguais a 0.05 como efeito pequeno, entre 0.06 e 0.25 como   efeito moderado, entre 0.26 e 0.50 como elevado e maior do que 0.50 como efeito   muito elevado. Para investigar as mudanças ao longo da intervenção foram   utilizados o teste-t pareado para comparações no fator tempo e o teste-t   independente nas comparações dos grupos. Nas comparações das médias nos grupos   separados foram utilizados o teste de Cohen para verificar o tamanho de efeito,   sendo considerados valores &lt;0.20 como fracos, de 0.20 a 0.79 como moderados   e &gt;0.80 como fortes. A análise dos dados foi realizada com o software   Statistical Package for the Social Sciences (SPSS) versão 21. O nível de significância adotado foi de p&lt;0.05. </p>     <p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>RESULTADOS</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>Os resultados   serão discutidos e agrupados de acordo com as funções motoras avaliadas (finas   e grossas) e com as características de cada instrumento (processo ou   produto).  Para a análise do produto de   movimento serão reportados os resultados obtidos no BOT-2 (controle e   coordenação manual, coordenação corporal e força e agilidade) e MABC-2   (destreza manual, equilíbrio e habilidades com bola). Para a análise do   processo de movimento foi utilizado o TGMD-2, uma vez que o mesmo possibilita   informações sobre critérios motores específicos relacionados a qualidade do   movimento na locomoção e controle de objetos. Na <a href="/img/revistas/mot/v12s1/12s1a06t1.jpg">Tabela 1</a> é possível verificar   a análise descritiva das crianças participantes e de seus resultados nos momentos pré- e pós intervenção. </p>     
<p><b>Desempenho Motor Fino: controle, coordenação e destreza manual</b></p>     <p>As mudanças em   controle manual fino (precisão e integração motora fina) e coordenação manual   (destreza manual e coordenação de membros superiores) do BOT-2 podem ser   observadas na <a href="/img/revistas/mot/v12s1/12s1a06f1.jpg">Figura 1</a>, e as mudanças em destreza manual do MABC-2 podem ser observadas na <a href="/img/revistas/mot/v12s1/12s1a06f2.jpg">Figura 2</a>.  </p>     
<p>Foi encontrada   interação tempo x grupo para coordenação manual (&#654;= 0.74; F<sub>(1,18)</sub>   = 6.44, p = 0.021, &#414;<sup>2 </sup>= 0.26). Não foi encontrada interação   tempo x grupo para controle manual fino (&#654;= 0.99; F<sub>(1,18)</sub> =   0.17, p=0.684, &#414;<sup>2 </sup>= 0.01) e destreza manual (&#654;= 0.89; F<sub>(1,18)</sub>   = 2.22, p = 0.154, &#414;<sup>2 </sup>= 0.11). Efeitos de tempo foram   significativos para destreza manual (&#654;= 0.70; F<sub>(1,18)</sub> = 7.69, p   = 0.013, &#414;<sup>2 </sup>= 0.30); e não foram significativos para controle   manual fino (&#654;= 0.94; F<sub>(1,18)</sub> = 1.21, p = 0.285, &#414;<sup>2 </sup>=   0.06) e coordenação manual (&#654;= 0.1; F<sub>(1,18)</sub> = 0.08, p = 0.779, &#414;<sup>2   </sup>= 0.00). Efeitos de grupo não foram significativos para controle manual   fino (F<sub>(1,18)</sub> = 0.25, p = 0.620, &#414;<sup>2 </sup>= 0.01),   coordenação manual (F<sub>(1,18)</sub> = 1.31, p = 0.267, &#414;<sup>2 </sup>=   0.27) e destreza manual (F<sub>(1,18)</sub> = 0.27, p = 0.607, &#414;<sup>2 </sup>= 0.01).</p>     <p>Nas comparações   no fator tempo para o GI não foram encontradas mudanças significativas no   controle manual fino (t<sub>(8)</sub> = 0.88, p = 0.402, d = 0.31), na   coordenação manual (t<sub>(8)</sub> = 1.43, p = 0.192, d = 0.51) e na destreza   manual (t<sub>(8)</sub> = 2.16, p = 0.063, d = 0.51) da pré- para a   pós-intervenção. Para as crianças do GC não foram encontradas mudanças   significativas para controle manual fino (t<sub>(10)</sub> = 0.60, p = 0.562, d   = 0.19) e na destreza manual (t<sub>(10)</sub> = 1.55, p = 0.152, d = 0.35);   entretanto as mesmas apresentaram declínios na coordenação manual (t<sub>(10</sub>)   = 2.73, p = 0.021, d = 0.39). Nas comparações no fator grupos não foram   encontradas diferenças significativas entre os grupos tanto na pré- como na   pós-intervenção para controle manual fino (pré: t<sub>(18)</sub> = 0.25, p =   0.805, d = 0.12; pós: t<sub>(18)</sub> = 0.59, p = 0.560, d = 0.28),   coordenação manual (pré: t<sub>(18)</sub> = 0.14, p = 0.892, d = 0.07; pós: t<sub>(18)</sub>   = 1.83, p = 0.084, d = 0.87) e destreza manual (pré: t<sub>(18)</sub> = 1.28, p = 0.216, d = 0.61; pós: t<sub>(18)</sub> = 0.28, p = 0.782, d = 0.13). </p>     <p><b>Desempenho   Motor Grosso: coordenação corporal e equilíbrio </b></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>As mudanças em coordenação   corporal do BOT-2 podem ser observadas na <a href="/img/revistas/mot/v12s1/12s1a06f1.jpg">Figura 1</a>, e as mudanças em equilíbrio do MABC-2 podem ser observadas na <a href="/img/revistas/mot/v12s1/12s1a06f2.jpg">Figura 2</a>.</p>     
<p>Foi encontrada   interação tempo x grupo para coordenação corporal (&#654;= 0.77; F<sub>(1,18)</sub>   = 5.42, p= 0.032, &#414;<sup>2</sup>=0,23) e equilíbrio (&#654;= 0.79; F<sub>(1,18)</sub>   = 4.85, p = 0.041, &#414;<sup>2 </sup>= 0.21). Efeitos de tempo foram   significativos para equilíbrio (&#654;= 0.79; F<sub>(1,18)</sub> = 4.85, p =   0.041, &#414;<sup>2 </sup>= 0.21) e não foram significativos para coordenação   corporal (&#654;= 0.94; F<sub>(1,18)</sub> = 1.13, p = 0.301, &#414;<sup>2 </sup>=   0.06). Efeitos de grupo não foram significativos para coordenação corporal (F<sub>(1,18)</sub>   = 1.66, p = 0.214, &#414;<sup>2</sup> = 0.08) e equilíbrio (F<sub>(1,18)</sub> = 0.16, p = 0.693, &#414;<sup>2 </sup>= 0.01).</p>     <p>Nas comparações   no tempo observou-se que da pré para a pós-intervenção as crianças do GI melhoraram   significativamente o desempenho em equilíbrio (t<sub>(8)</sub> = 2.40, p =   0.042, d = 1.02) e permaneceram estáveis no desempenho na coordenação corporal   (t<sub>(8)</sub> = 0.99, p = 0.350, d = 0.32). As crianças do GC apresentaram   declínios no desempenho da coordenação corporal (t<sub>(10)</sub> = 2.30, p =   0.044, d = 0.76) e estabilização de desempenho no equilíbrio (t<sub>(10)</sub>   = 0.001, p = 1.0, d = 0). Nas comparações de grupos na pré-intervenção as   crianças do GC apresentaram desempenho superior às crianças do GI na   coordenação corporal (t<sub>(18)</sub> = 2.60, p = 0.018, d = 1.23); e, GI e GC   foram semelhantes no equilíbrio (t<sub>(18)</sub> = 0.59, p = 0.560, d = 0.28).   Na pós-intervenção as semelhanças entre os GI e GC se mantiveram para o   equilíbrio (t<sub>(18)</sub> = 1.22, p = 0.238, d = 0.58), entretanto para a   coordenação corporal as crianças do GI alcançaram o desempenho das crianças do GC (t<sub>(18)</sub> = 0.04, p = 0.968, d = 0.02). </p>     <p><b>Desempenho Motor Grosso: locomoção, controle de objetos e habilidades com bola </b></p>     <p>As mudanças em   habilidades de locomoção e controle de objetos do TGMD-2 podem ser observadas   na <a href="/img/revistas/mot/v12s1/12s1a06f3.jpg">Figura 3</a>, e as mudanças em habilidades com bolas do MABC-2 podem ser observadas na <a href="/img/revistas/mot/v12s1/12s1a06f2.jpg">Figura 2</a>. </p>     
<p>Foi encontrada   interação significativa tempo x grupo para habilidades de locomoção (&#654;=   0.56; F<sub>(1,18)</sub> = 14.16, p = 0.001, &#414;<sup>2 </sup>= 0.44) e   controle de objetos (&#654;= 0.44; F<sub>(1,18)</sub> = 22.3, p&lt;0.001, &#414;<sup>2</sup>   = 0.55); não foi encontrada interação significativa para habilidades com bola (&#654;=   0.88; F<sub>(1,18)</sub> = 2.36, p = 0.141, &#414;<sup>2</sup> = 0.12). Efeitos   de tempo foram significativos para locomoção (&#654; = 0.77; F<sub>(1,18)</sub>   = 5.25, p = 0.034, &#414;<sup>2</sup> = 0.23) e controle de objetos (&#654; =   0.47; F<sub>(1,18)</sub> = 20.6, p&lt;0.001, &#414;<sup>2</sup> = 0.53);   efeitos de tempo não foram significativos para habilidades com bola (&#654; =   0.95; F<sub>(1,18)</sub> = 0.91, p = 0.352, &#414;<sup>2</sup> = 0.05). Efeitos   de grupo não foram significativos para locomoção (F<sub>(1,18)</sub> = 1.46, p   = 0.243, &#414;<sup>2</sup> = 0.07), controle de objetos (F<sub>(1,18)</sub> =   1.42, p = 0.249, &#414;<sup>2</sup> = 0.07) e habilidades com bola (F<sub>(1,18)</sub> = 0.069, p = 0.418, &#414;<sup>2</sup> = 0.04).</p>     <p>Nas comparações   no fator tempo observou-se que as crianças do GI da pré para a pós-intervenção   melhoraram o desempenho nas habilidades de locomoção (t<sub>(8)</sub> = 4.06,   p= 0.004, d = 1.66) e controle de objetos (t<sub>(8)</sub> = 5.51, p= 0.001, d   = 2.85), mensurados pelo TGMD-2. As crianças do GC não apresentaram   modificações nessas habilidades (locomoção: t<sub>(10)</sub> = 1.10, p = 0.296,   d = 0.40; controle de objetos: t<sub>(10)</sub> = 0.15, p = 0.880, d = 0.04).   As crianças do GI e do GC não apresentaram modificações ao longo do tempo no   desempenho de habilidades com bola (GI: t<sub>(8)</sub> = 1.53, p = 1.64, d =   0.67; GC: t<sub>(10)</sub> = 0.47, p = 0.645, d = 0.14) referentes ao produto   do movimento (mensuradas pelo MABC-2). Nas comparações no fator grupo   observou-se que na pré-intervenção não foram encontradas diferenças   significativas entre os GI e GC para locomoção (t<sub>(18)</sub> = 1.14, p =   0.269, d = 0.54) e controle de objetos (t<sub>(18)</sub> = 1.33, p = 0.198, d =   0.64). Na pós-intervenção o GI demonstrou desempenho superior ao GC em   habilidades de locomoção (t<sub>(18)</sub> = 3.20, p = 0.005, d = 1.51) e   controle de objetos (t<sub>(18)</sub> = 3.50, p = 0.003, d = 1.66). Na pré (t<sub>(18)</sub>   = 0.13, p = 0.897, d = 0.06) e pós-intervenção (t<sub>(18)</sub> = 1.34, p =   0.197, d = 0.64) não foram encontradas diferenças significativas entre os grupos nas habilidades com bola mensuradas pelo subteste do MABC-2. </p>     <p><b>Desempenho Motor Grosso: força e agilidade </b></p>     <p>As mudanças em   força e agilidade do BOT-2 da pré- para a pós-intervenção podem ser observadas na <a href="/img/revistas/mot/v12s1/12s1a06f1.jpg">Figura 1</a>.</p>     
<p>Foi encontrada   interação tempo x grupo para força e agilidade (&#654;= 0.56; F<sub>(1,18)</sub>   = 14.16, p = 0.001, &#414;<sup>2</sup> = 0.44). Efeitos de tempo não foram   significativos para força e agilidade (&#654;= 0.94, F<sub>(1,18)</sub> = 1.24,   p = 0.280, &#414;<sup>2</sup> = 0.06). Efeitos de grupo não foram   significativos para força e agilidade (F<sub>(1,18)</sub> = 0.08, p = 0.778, &#414;<sup>2</sup> = 0.00).</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Nas comparações   no fator tempo observou-se que para as crianças do GI não foram encontradas   mudanças significativas na força e agilidade da pré para a pós-intervenção (t<sub>(8)</sub>   = 1.57, p = 0.155, d = 0.53); entretanto as crianças do GC apresentaram   declínios significativos na força e agilidade (t<sub>(10)</sub> = 4.16, p =   0.002, d = 0.95). Nas comparações no fator grupo não foram encontradas   diferenças significativas entre GI e GC para força e agilidade na pré- e na   pós-intervenção (t<sub>(18)</sub> = 1.78, p = 0.092, d = 0.84 e t<sub>(18)</sub> = 1.34, p = 0.198, d = 0.63, respectivamente).</p>     <p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>DISCUSSÃO</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>O objetivo deste   estudo foi investigar o impacto de uma intervenção motora no controle e   destreza manual, coordenação corporal, força e agilidade, habilidades de   locomoção, controle de objetos e no equilíbrio de crianças identificadas com   sobrepeso e obesidade. Os resultados serão discutidos agrupados de acordo com   as funções motoras avaliadas (finas e grossas) e com as características de cada instrumento (processo ou produto). </p>     <p><b>Desempenho Motor Fino: controle, coordenação e destreza manual</b></p>     <p>Os resultados   obtidos evidenciaram que as crianças do GC apresentaram declínio na coordenação   manual ao longo do tempo. Esse resultado corrobora os dados observados em   estudo desenvolvido por D’Hondt, Deforche, De Bourdeaudhuij e Lenoir (2008), o   qual reporta que a obesidade ou o sobrepeso foram prejudiciais para o   desenvolvimento da motricidade fina das crianças. Entretanto, contraria estudos   mais recentes, os quais reportam que não existe interferência do sobrepeso e   obesidade em tarefas de motricidade fina (D’Hondt et al., 2009; Castetbon &amp;   Andreyeva, 2012). É possível inferir que exista uma relação desse componente   motor com os baixos desempenhos apresentados por essas crianças em outros   domínios motores, como as habilidades de controle de objetos, as quais envolvem   segmentos corporais semelhantes (controle de braços, mãos e dedos). Logan,   Scrabis-Fletcher, Modlesky e Getchell (2011) afirmam que as habilidades motoras   finas são um processo de continuidade das habilidades motoras amplas para   atingir a proficiência motora. Portanto, crianças que não estão incluídas em um   ambiente apropriado de estímulo para o desenvolvimento dos componentes motores,   podem ser prejudicadas em outros aspectos relacionados a proficiência motora,   como a motricidade fina, visto que cada domínio pode exercer influência sobre outro. </p>     <p><b>Desempenho Motor Grosso: coordenação corporal e equilíbrio</b></p>     <p>Os resultados   demonstraram que as crianças do GI melhoraram o desempenho em equilíbrio,   enquanto as crianças do GC apresentaram declínios em coordenação corporal ao   longo do tempo. Na comparação de grupos, na pré-intervenção as crianças do GC   apresentaram desempenho superior às crianças do GI em coordenação corporal;   enquanto que na pós-intervenção as crianças do GI alcançaram o desempenho das crianças do GC nesse domínio. </p>     <p>As habilidades de   equilíbrio são requisitadas desde tarefas simples, como caminhar ou subir um   degrau, quanto em tarefas mais complexas como saltar num pé só. Crianças com   excesso de peso podem apresentar dificuldades em habilidades que envolvam   equilíbrio dinâmico e estático (Berleze et al., 2007; D’Hondt et al., 2009;   D'Hondt, Deforche, De Bourdeaudhuij, Gentier, Tanghe, Shultz &amp; Lenoir,   2011). É possível inferir que a intervenção motora, através das tarefas,   atividades e jogos oferecidos em aula, tenha auxiliado nas conquistas dessas   crianças. Durante as aulas, situações que exigiram o equilíbrio dinâmico e   estático foram desenvolvidas, como percursos com níveis diferenciados de   desafio (ex.: fazer um percurso em uma trave de equilíbrio com base larga ou   estreita) ou arremessar e receber bolas em plataformas de equilíbrio. Além   disso, o aumento no tempo disponibilizado para as práticas motoras do grupo GI pode ter contribuído para os ganhos motores. </p>     <p>O declínio   observado em coordenação corporal para as crianças do GC vai ao encontro de   estudos que reportam a baixa proficiência motora de crianças com excesso de   peso (D’Hondt et al., 2009; Castetbon &amp; Andreyeva, 2012). A proficiência   motora envolve uma série de segmentos corporais que precisam estar coordenados   para atingir o objetivo proposto. Os baixos níveis de desempenho na coordenação   corporal poderão repercutir em habilidades motoras abaixo do esperado para a idade.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>Desempenho Motor Grosso: habilidades de locomoção e controle de objetos </b></p>     <p>Os resultados   obtidos para habilidades de locomoção e com bola demonstraram que as crianças   do GI melhoraram o desempenho nessas habilidades ao longo do tempo, e que o GI   demonstrou desempenho superior ao GC no momento pós-intervenção. Crianças com excesso   de peso frequentemente apresentam dificuldades em habilidades motoras de   locomoção e de controle de objetos (Cliff, Okely,   Morgan, Jones, Steele, &amp; Baur, 2012). O volume corporal das crianças   com sobrepeso e obesidade é um fator que pode prejudicar a execução dos   movimentos, bem como, pode deixar essas crianças exaustas mais rapidamente. Com   isso, o afastamento de atividades físicas vigorosas e a desvantagem motora em   relação aos seus pares podem contribuir para o surgimento de um ciclo vicioso   (Spessato et al., 2013). Um estudo de Cliff et al. (2012) reporta que crianças   obesas e com sobrepeso de 6 a 10 anos, apresentaram pior desempenho motor   principalmente nas habilidades de corrida, corrida lateral, salto com um pé, quique   e chute. No Brasil um estudo desenvolvido por Berleze et al. (2007) com   crianças de 6 a 8 anos de idade reporta atrasos motores para as crianças com excesso de peso, principalmente para as meninas.</p>     <p>Entretanto,   quando intervenções motoras com ênfase no desenvolvimento motor são oferecidas,   esses casos podem ser revertidos. Em nosso estudo, as mudanças positivas   observadas para o GI sugerem que a intervenção motora foi eficaz em domínios   motores mais amplos. Consequentemente, as possibilidades de as crianças do GI   se manterem envolvidas em atividades físicas ao longo da vida tendem a ser maiores. </p>     <p><b>Desempenho Motor Grosso: força e agilidade </b></p>     <p>Nas comparações no fator tempo observou-se que as   crianças do GC apresentaram declínios significativos na força e agilidade.   Esses declínios das crianças do GC devem chamar a atenção para os possíveis   problemas que podem ser associados à inatividade física. Além do mais, o número   de aulas e horas semanais disponibilizadas para Educação Física na escola podem   estar sendo pouco eficazes para promover a melhora das crianças nesses   domínios. Força e agilidade são domínios essenciais para diminuir a chance de   crianças com sobrepeso e obesidade permanecerem com hábitos menos ativos no decorrer da infância e vida adulta (Cairney, Hay, Faught, &amp; Hawes, 2005).</p>     <p><b>Repercussões para a prática</b></p>     <p>Apesar de   metodologias diferentes, outros estudos também têm demonstrado efeitos   positivos de programas de intervenção no desempenho motor de crianças com   sobrepeso e obesidade, concordando com os resultados do presente estudo (Cliff   et al., 2007; Krombholz, 2012). Nesse sentido, a reflexão da nossa pesquisa comparada a outros estudos sugere que: </p>     <p>·&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;   Provocar mudanças positivas no desempenho motor das   crianças com sobrepeso e obesidade pode ser um passo importante para tornar essas crianças mais engajadas em tarefas mais ativas;</p>     <p>·&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;   Crianças com sobrepeso e obesidade precisam de   motivação e melhor desempenho motor para participar em atividades e jogos vigorosos; </p>     <p>·&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;   O aprimoramento das habilidades motoras é um   importante objetivo educacional e podem influenciar em outros aspectos   importantes, como nas relações sociais entre seus pares e no desenvolvimento da autoestima.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>CONCLUSÕES</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>Através dessa   pesquisa, constatamos que o programa de intervenção motora fundamentado com o   clima de motivação orientado para maestria foi efetivo na melhora da   motricidade das crianças obesas e com sobrepeso, participantes do GI. Esses   resultados indicam que quando espaços, oportunidades e estratégias de motivação   adequadas são oferecidas para crianças com excesso de peso, elas poderão obter   ganhos importantes em domínios motores, por exemplo, habilidades de locomoção,   controle de objetos ou equilíbrio, os quais poderão auxiliá-las também em   outros aspectos que envolvem o desempenho motor, como maior envolvimento em   tarefas mais ativas (ex.: como brincadeiras ao ar livre, jogos esportivos e de   lazer), com isso favorecer as relações sociais, diminuir as possibilidades de problemas de saúde decorrentes da inatividade física.</p>     <p>Entretanto, os   resultados não atingiram todas as variáveis investigadas. Este fato conduz à   novas reflexões sobre os possíveis fatores que podem estar prejudicando as   aquisições motoras destas crianças. É necessário desenvolver novas pesquisas   que investiguem mais variáveis para então verificar as possíveis influencias,   por exemplo, se o excesso de peso está prejudicando os movimentos das crianças   ou se mais tempo interventivo (maior número de sessões) é necessário para que as crianças apresentem ainda mais ganhos motores. </p>     <p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>REFERÊNCIAS</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <!-- ref --><p>Ames, C. (1995). <i>Achievement   goals, motivational climate, and motivational processes</i>. In G. C. Roberts   (Ed.), <i>Motivation in sport and exercise</i> (pp. 161-176)<i>.</i> Champaign, IL: Human Kinetics.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=360164&pid=S1646-107X201600050000600001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Berleze, A., Haeffner, L. S. B., &amp; Valentini, N. C. (2007) Desempenho motor de   crianças obesas: Uma investigação do processo e produto de habilidades motoras   fundamentais. <i>Revista Brasileira de Cineantropometria &amp; Desempenho Humano</i>, <i>9</i>(2), 134 – 144.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=360166&pid=S1646-107X201600050000600002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Bruininks, R. H., &amp; Bruininks, B. D. (2005). <i>BOT2: Bruininks-Oseretsky   Test of Motor Proficiency&#8239;: Administration Easel. </i>Pearson Assessments.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=360168&pid=S1646-107X201600050000600003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Castetbon, K., &amp; Andreyeva, T. (2012). Obesity and motor skills   among 4 to 6-year-old children in the United States: Nationally representative surveys. <i>BMC Pediatrics</i>, <i>12(28)</i>. doi: 10.1186/1471-2431-12-28&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=360170&pid=S1646-107X201600050000600004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Cairney, J., Hay, J. A., Faught, B. E., &amp; Hawes,   R. (2005). Developmental coordination disorder and overweight and obesity in   children aged 9–14 y. <i>International journal of obesity</i>,&nbsp;<i>29</i>(4), 369-372.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=360171&pid=S1646-107X201600050000600005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Center for   Disease Control and Prevention [CDC].   (2008). BMI percentile calculator for child and teen, English version. Disponível em <a href="http://aps.nccd.cdc.gov/dnpabmi/" target="_blank">http://aps.nccd.cdc.gov/dnpabmi/</a>  &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=360173&pid=S1646-107X201600050000600006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Clark, J., &amp; Metcalfe, J<i>.</i> (2002). The   mountain of motor development: A metaphor. In J. Clark, &amp; J. Humphrey   (Eds.), <i>Motor development: Research and reviews </i>(pp. 163-190). Champaign, IL: Human Kinetics.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=360174&pid=S1646-107X201600050000600007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Cliff, D. P., Wilson, A., Okely, A. D., Mickle, K. J.,   &amp; Steele, J. R. (2007). Feasibility of SHARK: A physical activity   skill-development program for overweight and obese children.&nbsp;<i>Journal of Science and Medicine in Sport</i>, <i>10</i>(4), 263-267. doi: 10.1016/j.jsams.2006.07.003&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=360176&pid=S1646-107X201600050000600008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Cliff, D. P., Okely, A. D., Morgan, P. J.,   Jones, R. A., Steele, J. R., &amp; Baur, L. A. (2012). Proficiency deficiency:   mastery of fundamental movement skills and skill components in overweight and   obese children. <i>Obesity</i>, <i>20</i>(5), 1024-1033. doi: 10.1038/oby.2011.241&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=360177&pid=S1646-107X201600050000600009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Cohen, J. (1977). <i>Statistical power analysis for behavioral sciences</i> (revised ed.). New York: Academic Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=360178&pid=S1646-107X201600050000600010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>D‘Hondt, E., Deforche, B., De Bourdeaudhuij, I., &amp;   Lenoir, M. (2009). Relationship between motor skill and body mass index in 5-   to 10-year-old children. <i>Adapted Physical Activity Quarterly</i>, <i>26</i>(1), 21-37. doi: 10.1038/oby.2011.241&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=360180&pid=S1646-107X201600050000600011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>D‘Hondt, E., Deforche, B., Vaeyens, R., Vandorpe, B., Vandendriessche, J., Pion, J.,   Philippaerts, R., De Bourdeaudhuij, I., &amp; Lenoir, M. (2011). Gross motor coordination in   relation to weight status and age in 5&#8208;to 12&#8208;year&#8208;old boys and   girls: A cross&#8208;sectional study.&nbsp;<i>International Journal of Pediatric Obesity</i>, <i>6</i>(2), e556-e564. doi: 10.3109/17477166.2010.500388&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=360181&pid=S1646-107X201600050000600012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>D’Hondt, E., Deforche, B., De Bourdeaudhuij, I., &amp;   Lenoir, M. (2008). Childhood obesity affects fine motor skill performance under   different postural constraints. <i>Neuroscience letters</i>, <i>440</i>(1), 72-75. doi: 10.1016/j.neulet.2008.05.056&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=360182&pid=S1646-107X201600050000600013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>D'Hondt, E., Deforche, B., De Bourdeaudhuij, I.,   Gentier, I., Tanghe, A., Shultz, S., &amp; Lenoir, M. (2011). Postural balance   under normal and altered sensory conditions in normal-weight and overweight   children. <i>Clinical biomechanics</i>, <i>26</i>(1), 84-89. doi: 10.1016/j.clinbiomech.2010.08.007&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=360183&pid=S1646-107X201600050000600014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Epstein, L. H., Paluch, R. A., Gordy, C. C., &amp;   Dorn, J. (2000). Decreasing sedentary behaviors in treating pediatric obesity. <i>Archives     of pediatrics &amp; adolescent medicine</i>, <i>154</i>(3), 220-226. doi: 10.1001/archpedi.154.3.220&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=360184&pid=S1646-107X201600050000600015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Fitzgibbon, M. L., Stolley,   M. R., Schiffer, L., Van Horn, L., KauferChristoffel, K., &amp; Dyer, A.   (2005). Two-year follow-up results for Hip-Hop to Health Jr.: A randomized   controlled trial for overweight prevention in preschool minority children. <i>Journal of Pediatrics</i>, <i>146</i>(5), 618–625. doi: 10.1038/oby.2007.306&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=360185&pid=S1646-107X201600050000600016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Gallahue, D. L., Ozmun, J. C., &amp; Goodway, J. D.   (2013). <i>Compreendendo o Desenvolvimento Motor: Bebês, Crianças, Adolescentes e Adultos</i> (7ª ed.). Porto Alegre: AMGH.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=360186&pid=S1646-107X201600050000600017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Gargiulo L,   Gianicolo E, &amp; Brescianini S. (2004). Eccesso di peso nell’infanzia e   nell’adolescenza. In L. L. Sabbadini, &amp; G. Costa (Eds), <i>Informazione     statistica e politiche per la promozione della salute. Atti del Convegno </i>(pp. 25-44)<i>.</i> Rome: Instituto Nazionale di Statistica.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=360188&pid=S1646-107X201600050000600018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Henderson, S., Sugden, D. A., &amp; Barnett, A. (2007). <i>Movement Assessment Battery for Children</i> (2ª ed.). San Antonio: Harcourt Assessment.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=360190&pid=S1646-107X201600050000600019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Jones, R. A.,   Okely, A. D., Caputi, P., &amp; Cliff, D. P. (2010). Relationships between   child, parent and community characteristics and weight status among young   children. <i>International</i> <i>Journal of Pediatric Obesity</i>, <i>5</i>(3), 256–264. doi: 10.3109/17477160903271971&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=360192&pid=S1646-107X201600050000600020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Kadesjo, B., &amp; Gillberg, C. (1999). Developmental   coordination disorder in Swedish 7-year-old children. <i>Journal of the     American Academy of child &amp; adolescent psychiatry</i>, <i>38</i>(7), 820-828. doi: 10.1097/00004583-199907000-00011&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=360193&pid=S1646-107X201600050000600021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Kremer, M. M., Reichert, F. F., &amp; Hallal, P. C. (2011). Intensidade e duração   dos esforços físicos em aulas de educação física. <i>Revista de Saúde Pública</i>,   <i>46</i>(2), 320-326. doi: <a href="http://dx.doi.org/10.1590/S0034-89102012005000014" target="_blank">http://dx.doi.org/10.1590/S0034-89102012005000014</a> &nbsp;    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=360194&pid=S1646-107X201600050000600022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Krombholz, H. (2012). The   Impact of a 20-month physical activity intervention in child care centers on   motor performance and weight in overweight and healthy-weight preschool   children. <i>Perceptual and Motor Skills: Exercise &amp; Sport</i>, <i>115</i>(3), 919-932. doi: 10.2466/06.10.25.PMS.115.6.919-932&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=360196&pid=S1646-107X201600050000600023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Kurth, B. M., &amp; Schaffrath, R. A. (2006). The prevalence of   overweight and obese children and adolescents living in Germany. Results of the   German Health Interview and Examination Survey for Children and Adolescents (KiGGS).   <i>Bundesgesundheitsblatt, Gesundheitsforschung, Gesundheitsschutz</i>, <i>50</i>(5-6), 736-743.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=360197&pid=S1646-107X201600050000600024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Li, W., &amp; Rukavina, P. (2009). A review on coping   mechanisms against obesity bias in physical activity/education settings. <i>Obesity reviews</i>, <i>10</i>(1), 87-95. doi: 10.1111/j.1467-789X.2008.00528.x&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=360199&pid=S1646-107X201600050000600025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Logan, S. W.,   Scrabis-Fletcher, K., Modlesky C., &amp; Getchell, N. (2011). The relationship   between motor skill proficiency and body mass index in preschool children. <i>Research     Quartely for Exercise and Sport</i>, <i>82</i>(3), 442-448. doi: 10.1080/02701367.2010.10599713&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=360200&pid=S1646-107X201600050000600026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>De Mello,   E. D., Luft, V. C., &amp; Meyer, F. (2004). Obesidade infantil: Como podemos ser eficazes? <i>Jornal de Pediatria</i>, <i>80</i>(3), 173-182.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=360201&pid=S1646-107X201600050000600027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Organização   Mundial da Saúde (OMS). (2010). Recomendaciones mundiales sobre actividad física para la salud. Disponível em &lt; <a href="http://www.who.int/" target="_blank">http://www.who.int</a>&gt;    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=360203&pid=S1646-107X201600050000600028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Pelegrini, A., Silva, D. A. S., Petroski, E. L., Gaya, A. C. A. (2010). Overweight and obesity in   seven to nine-year-old Brazilian students: Data from the Brazilian Sport Project. <i>Revista Paulista de Pediatria</i>, <i>28</i>(3), 290-295.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=360205&pid=S1646-107X201600050000600029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Petroski, E. D. (2007). <i>Antropometria técnicas e padronizações</i>. Blumenau: Nova Letra.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=360207&pid=S1646-107X201600050000600030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Poeta, L. S.   (2010). Desenvolvimento motor de crianças obesas. <i>Revista Brasileira de Cineantropometria e Desempenho Humano</i>, <i>18</i>(4), 18-25.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=360209&pid=S1646-107X201600050000600031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Poeta, L. S.,   Duarte, M. F., Giuliano, I. C., &amp; Mota, J. (2013). Interdisciplinary   intervention in obese children and impact on health and quality of life. <i>Jornal de Pediatria</i>, <i>89</i>(5), 499&#8722;504. doi: 10.1016/j.jped.2013.01.007&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=360211&pid=S1646-107X201600050000600032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Reilly, J. J., Kelly, L.,   Montgomery, C., Williamson, A., Fisher, A., Lo Conte, R., Paton, J. Y., &amp;   Grant, S. (2006). Physical activity to prevent obesity in young children:   Cluster randomised controlled trial. <i>BMJ</i>, <i>333</i>(7577), 1041–1045. doi: <a href="http://dx.doi.org/10.1136/bmj.38979.623773.55" target="_blank">http://dx.doi.org/10.1136/bmj.38979.623773.55</a>  &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=360212&pid=S1646-107X201600050000600033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Souza, M. S., Spessato, B. C., &amp; Valentini, N. C. (2014). Percepção de   competência motora e índice de massa corporal influenciam os níveis de   atividade física? <i>Revista Brasileira de Ciência e Movimento</i>, <i>22</i>(2), 78-86.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=360213&pid=S1646-107X201600050000600034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Spessato, B. C., Gabbard, C., &amp; Valentini, N. C. (2013). The role of motor   competence and body mass index in children’s activity levels in physical   education classes. <i>Journal of Teaching in Physical Education</i>, <i>32</i>(2), 118-130. doi: <a href="http://dx.doi.org/10.1123/jtpe.32.2.118" target="_blank">http://dx.doi.org/10.1123/jtpe.32.2.118</a>  &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=360215&pid=S1646-107X201600050000600035&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Stodden, D. F.,   Goodway, J., Langendorfer, S. J., Roberton, M., Rudisill, M. E., Garcia, C.,   &amp; Garcia, L. E. (2008). A developmental perspective on the role of motor   skill competence in physical activity: An emergent relationship. <i>Quest</i>, <i>60</i>(2), 290-306. doi: 10.1080/00336297.2008.10483582&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=360216&pid=S1646-107X201600050000600036&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Valentini, N. C. (2012). Validity and reliability of   the TGMD-2 for Brazilian children. <i>Journal of Motor Behavior</i>, <i>44</i>(4), 275-280. doi: 10.1080/00222895.2012.700967&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=360217&pid=S1646-107X201600050000600037&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Valentini, N. C., Ramalho, M. H., &amp; Oliveira, M. A. (2014). Movement Assessment   Battery for Children-2: Translation, reliability, and validity for Brazilian   children. <i>Research in Developmental Disabilities</i>, <i>35</i>(3), 733-740. doi: 10.1016/j.ridd.2013.10.028&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=360218&pid=S1646-107X201600050000600038&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Valentini, N. C.,   &amp; Rudisill, M. (2004). Motivational Climate, motor-skill development, and   perceived competence: two studies of developmentally delayed kindergarten   children. <i>Journal of Teaching in Physical Education,</i> <i>23</i>(3), 216-234. doi:  <a href="http://dx.doi.org/10.1123/jtpe.23.3.216" target="_blank">http://dx.doi.org/10.1123/jtpe.23.3.216</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=360219&pid=S1646-107X201600050000600039&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Zask, A., Adams, J. K., Brooks, L. O., Hughes, D. F. (2012). Tooty Fruity   Vegie: an obesity prevention intervention evaluation in Australian preschools. <i>Health Promotion Journal of Australia</i>, <i>23</i>(1), 10-15. doi: <a href="http://dx.doi.org/10.1071/HE12010" target="_blank">http://dx.doi.org/10.1071/HE12010</a>  &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=360220&pid=S1646-107X201600050000600040&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Agradecimentos:</b>    <br>   Agradecemos &agrave;   Coordena&ccedil;&atilde;o de Aperfei&ccedil;oamento de pessoal de ensino superior - CAPES e Conselho   Nacional de Desenvolvimento Cient&iacute;fico e Tecnol&oacute;gico &ndash; CNPq pelo apoio &agrave;   pesquisa atrav&eacute;s da concess&atilde;o de bolsas de estudo.<b>    <br>   Conflito de Interesses:</b>    <br>   Nada a declarar.<b>    <br> Financiamento:</b>    <br> Nada a declarar</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p> <font face="Verdana" size="2">     <p>&nbsp;</p> <font face="Verdana"><sup><a name="end"></a><a href="#topo">*</a></sup></font><i>Autor correspondente</i>: Programa de P&oacute;s-Gradua&ccedil;&atilde;o em Ci&ecirc;ncias do Movimento Humano da   Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Rua Felizardo, 750 - Jardim Bot&acirc;nico, Porto Alegre, Brasil - CEP 90690-200<i>. E-mail</i>: <a href="mailto:nadiacv@esef.ufrgs.br">nadiacv@esef.ufrgs.br</a></font>      ]]></body><back>
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