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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Efeito agudo de exercícios de flexibilidade no desempenho do salto vertical em homens: um estudo piloto]]></article-title>
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<institution><![CDATA[,Universidade de Coimbra Faculdade de Ciências do Desporto e Educação Física ]]></institution>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[This study aimed to verify the acute effect of flexibility exercise in the power of the lower limbs. Eighteen men were included, randomly assigned to groups, Proprioceptive Neuromuscular Facilitation (FNP, 23 ± 6.8 years), active (TA, 23.3 ± 4.2 years) and Passive (TP, 28.5 ± 12.9 years). To verify the strength in the lower limbs was used Sargent Jump Test before and post intervention. The Anova Two way for repeated measures was applied, which compared the values of Vertical Jump before and after flexibility exercises. All groups showed a reduction in vertical jump performance, however the results were significant only in TA groups (pre = 0.43 versus post = 0.41 cm; &#916;% = - 4.99%; p = .007) and TP (Pre = 0.46 = 0.43 cm vs Post, &#916;% = -7.01%, p = .012). In FNP group, the values were not significant (pre = 0.47 versus post = 0.46 cm; &#916;% = - 3.27%; p = .709). It was possible to verify that the flexibility exercise exerted a negative influence on the performance of the muscular power of the lower limbs, and the training of proprioceptive neuromuscular facilitation promoted lower rates of reduction in the average height of the jump.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[Salto Vertical]]></kwd>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[Potência Muscular]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[  <font face="Verdana" size="2">        <p align="right"><b>ARTIGO ORIGINAL</b></p>      <p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="4" face="Verdana"><b>Efeito agudo   de exercícios de flexibilidade no desempenho do salto vertical em homens: um   estudo piloto</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Acute effect   of flexibility exercises on vertical jump performance in young men: a pilot   study</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Messias Bezerra de   Oliveira<sup>1,<a href="#end">*</a></sup><a name="topo"></a>; Rubens Vinícius Letieri<sup>1,2</sup>; Francisco Jeci de Holanda<sup>1</sup>; Irelan Henrique Vidal de Lima<sup>1</sup>; Tadeu de Almeida Alves Júnior<sup>1</sup>; Guilherme Eustáquio Furtado<sup>2</sup> </b></p> </font>     <p><font size="2" face="Verdana"><sup>1</sup>Centro   Universit&aacute;rio Cat&oacute;lica de Quixad&aacute; (UniCat&oacute;lica), Quixad&aacute;, Cear&aacute;, Brasil.<sup>    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>   2</sup>Universidade de     Coimbra (UC), Faculdade de Ci&ecirc;ncias do Desporto e Educa&ccedil;&atilde;o F&iacute;sica (FCDEF), Coimbra, Portugal.</font></p>     <p>&nbsp;</p> <font face="Verdana" size="2">     <p>&nbsp;</p> </font> <hr noshade size="1"> <font face="Verdana" size="2">     <p><b>RESUMO</b></p>     <p>O presente estudo   teve como objetivo verificar o efeito agudo do exercício de flexibilidade no   desempenho em salto vertical. Participaram do estudo 18 homens, alocados   aleatoriamente em grupos, Facilitação Neuromuscular Proprioceptiva (TFNP - 23 ±   6.8 anos), Ativo (TA - 23.3 ± 4.2 anos) e Passivo (TP - 28.5 ± 12.9 anos). Para   verificar a potência nos membros inferiores foi utilizado o Sargent Jump Test   antes e após a intervenção. Uma Anova Two way para medidas repetidas foi   aplicada, o qual comparou os valores do Salto Vertical antes e após o exercício   de flexibilidade. Todos os grupos apresentaram redução no desempenho do salto   vertical, no entanto os resultados foram significativos apenas nos grupos TA   (Pré = 0.43 vs Pós = 0.41 cm; &#916;% = - 4.99%; p = .007) e TP (Pré = 0.46 vs Pós = 0.43   cm, &#916;% = -7.01%; p =   .012). No grupo TFNP, os valores não foram significativos (Pré = 0.47 vs Pós =   0.46 cm; &#916;% = - 3.27%; p =   .709). Foi possível verificar que os diferentes protocolos de exercícios de   flexibilidade exerceram influência negativa no desempenho da potência muscular   de membros inferiores, sendo que, o treinamento de facilitação neuromuscular proprioceptiva promoveu índices menores de redução média na altura do salto.</p>     <p><b>Palavras-Chave:</b> Salto Vertical, Protocolos de exercícios de Flexibilidade, Potência Muscular</p> </font> <hr noshade size="1"> <font face="Verdana" size="2">     <p><b>ABSTRACT</b></p>     <p>This study aimed   to verify the acute effect of flexibility exercise in the power of the lower   limbs. Eighteen men were included, randomly assigned to groups, Proprioceptive   Neuromuscular Facilitation (FNP, 23 ± 6.8 years), active (TA, 23.3 ± 4.2 years)   and Passive (TP, 28.5 ± 12.9 years). To verify the strength in the lower limbs   was used Sargent Jump Test before and post intervention. The Anova Two way for   repeated measures was applied, which compared the values of Vertical Jump   before and after flexibility exercises. All groups showed a reduction in   vertical jump performance, however the results were significant only in TA   groups (pre = 0.43 versus post = 0.41 cm; &#916;% = - 4.99%; p = .007) and TP (Pre =   0.46 = 0.43 cm vs Post, &#916;% = -7.01%, p =   .012). In FNP group, the values were not significant (pre = 0.47 versus post =   0.46 cm; &#916;% = - 3.27%; p =   .709). It was possible to verify that the flexibility exercise exerted a   negative influence on the performance of the muscular power of the lower limbs,   and the training of proprioceptive neuromuscular facilitation promoted lower rates of reduction in the average height of the jump.</p>     <p><b>Keywords: </b>Vertical Jump, Flexibility exercises protocols, Muscle Power.</p> </font> <hr noshade size="1"> <font face="Verdana" size="2">     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>INTRODUÇÃO</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>A flexibilidade, força e a potência musculares são   capacidades físicas frequentemente incluídas em programas de treinamento, quer   seja voltados para melhoria desempenho esportivo (Dallas et al., 2014;   Škarabot, Beardsley, &amp; Štirn, 2015), quer seja para melhoria da aptidão   física relacionada à saúde (Chen et al., 2011; Nelson et al., 2007; Paulo et   al., 2012). São comumente utilizados métodos ou programas de exercício de   flexibilidade (PEF) cuja raiz se baseia no treino da flexibilidade de forma   passiva, ativa e a facilitação neuromuscular proprioceptiva (FNP), além de   outras variações (Behm &amp; Chaouachi, 2011; Škarabot et al., 2015). No âmbito,   científico tem sido muito discutido o efeito de TF antes de exercícios que   exijam um maior desempenho muscular, tais como força e potência (Dallas et al.,   2014). Estudos apontam que o treinamento de flexibilidade (TF) precedido às   atividades que solicitam força e potência muscular, acarreta redução no   desempenho físico-esportivo (Paradisis et al., 2014; Tsolakis &amp; Bogdanis,   2012). No entanto, há estudos que afirmam não existirem efeitos negativos do TF   sobre a força muscular (Albuquerque, Maschio, Gruber, Souza, &amp; Hernandez,   2011; Amiri-Khorasani &amp; Sotoodeh, 2013; Egan, Cramer, Massey, &amp; Marek,   2006). Já, outros confirmaram a hipotética premissa de que o TF antes do   trabalho de força e resistência muscular em atletas jovens pode prevenir lesões   (Chen et al., 2011). Todavia, há pesquisas que são unânimes em buscar   explicações nas possíveis alterações/adaptações anátomo-morfológicas que podem   influenciar no TF e no desempenho, de forma aguda ou crônica (Nogueira; Santos;   Vale; &amp; Dantas, 2009; César, Bara Filho, Lima, Aidar, &amp; Dantas, 2008;   Church, Wiggins, Moode, &amp; Crist, 2001; Rubini et al., 2011; Škarabot et al., 2015).</p>     <p>A metodologia de FNP baseia-se na técnica <i>Scientific   Stretching for Sports (SSS </i>ou<i> 3S)</i>, no qual os participantes são   orientados a flexionar uma determinada articulação até o ponto máximo de   desconforto muscular e sustentar a posição durante 10 segundos (Beltrão,   Ritti-Dias, Pitangui, &amp; De Araújo, 2014). Após isto, executa-se uma fase de   contração isométrica durante 6 segundos, seguida de uma fase relaxamento de 10   segundos partindo do ponto de amplitude máxima de movimento (Tsolakis &amp;   Bogdanis, 2012). O método denominado Flexionamento Ativo (MFA) consiste em   flexionar uma articulação até o ponto da amplitude máxima de movimento (ponto   de desconforto muscular), no qual a posição é mantida durante 30 segundos   (Beltrão et al., 2014). Neste método, os avaliados não recebem qualquer tipo de   auxílio ou contra-resistência externa durante a execução (Dallas et al., 2014).   No Flexionamento Passivo (MFP) a condução é feita por um agente externo e   consiste no flexionamento articular até o ponto da amplitude máxima de   movimento e esta posição é mantida durante 30 segundos (Behm &amp; Chaouachi, 2011; Rubini et al., 2011). </p>     <p>Em um estudo realizado por Nogueira et al. (2009), os   autores compararam o efeito agudo da FNP e Alongamento submáximo antes do teste   de impulsão vertical e concluíram que em ambas metodologias ocorreram redução   da potência muscular de membros inferiores, sendo que o FNP apresentou uma   diminuição mais elevada. Por outro lado, ambas as técnicas, somadas ainda ao   flexionamento dinâmico, aumentam a ativação para tarefas que envolvem   velocidade de contração muscular na modalidade tênis de campo (Gelen, Dede, Bingul, Bulgan, &amp; Aydin, 2012).</p>     <p>Diante do enquadramento teórico acima exposto,   reforça-se a importância da condução de ensaios desta natureza, devido a   literatura ainda não apresentar um posicionamento científico robusto sobre os   efeitos agudos do TF antes de atividades que envolvam a força muscular e suas   manifestações análogas (Behm &amp; Chaouachi, 2011). Neste sentido, a opção   pela condução do presente estudo baseia-se na premissa de que ainda é   necessário trazer à luz da discussão científica, pesquisas que procurem analisar   a influência da aplicação de PEF na potência muscular. Nesta direção, foi   objetivo deste estudo verificar o efeito agudo de diferentes protocolos de   exercício de flexibilidade na potência muscular de membros inferiores, avaliada através do salto vertical, em jovens adultos universitários no sexo masculino.</p>     <p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>MATERIAL E M&Eacute;TODOS</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p><b>Caracterização do Estudo e Participantes</b></p>     <p>O presente estudo caracteriza-se como descritivo,   longitudinal, de caráter quantitativo e quase experimental (Thomas, Silverman   &amp; Nelson, 2015). Para a pesquisa foram recrutados de forma voluntária 18   participantes universitários do sexo masculino que não estavam envolvidos em   qualquer tipo de treinamento de flexibilidade, ausência de qualquer lesão   osteomuscular, articular e condições de saúde global que não limitassem a execução do protocolo de estudo.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Os indivíduos foram alocados aleatoriamente em 3   grupos formados em função dos diferentes PEF: grupo 01 (FNP; n = 6); grupo 02   (MFA; n = 6) e grupo 3 (MFP; n = 6). Todos os procedimentos obedeceram a   resolução 466/12 do Conselho Nacional de Saúde (CNS) brasileiro (Novoa, 2014),   foram seguidas as recomendações para ética de pesquisas em ciências do   exercício (Shephard, 2002) e ainda, as diretrizes para pesquisas com seres   humanos da Declaração de Helsinque (Petrini, 2014). Todos os participantes   assinaram o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE) para participação voluntária da pesquisa.</p>     <p><b>Instrumentos e Procedimentos</b></p>     <p><i>Avaliação antropométrica e composição corporal</i></p>     <p>A massa corporal e a estatura foram mensurados   utilizando-se uma balança da marca Whelmy®, com estadiômetro acoplado à balança   (precisão de 100 gramas) e (estatura com 01 centímetro de comprimento). Todo o   procedimento foi realizado de acordo com <i>Anthropometric Standardization     Reference Manual </i>(Lohman, Roche, &amp; Martorell, 1988). O IMC foi   calculado através da fórmula IMC = (Kg/m²) = MC/ ES², onde: MC= massa corporal   (kg); ES = estatura em metros (Tsai, Lai, &amp; Chang, 2012). Para a análise do   percentual de gordura corporal, foi utilizado um equipamento de Bioimpedância   Tetrapolar marca Maltron® Body Composition Analyzer modelo BF906 (Papandreou, Malindretos, &amp; Rousso, 2010).</p>     <p><i>Teste de Salto vertical</i></p>     <p>Para avaliar o salto vertical foi adotado o protocolo <i>Counter   Movement Jump (CMJ)</i>, o qual teve a finalidade de medir a distância mais   alta saltada a partir de uma posição semi-agachada. Para este procedimento foi   utilizado o sistema de análise de movimento por videometria. O vídeo foi   calibrado utilizando-se um bastão demarcado com 1 metro de comprimento, além   disso, um marcador reflexivo foi fixado na base da região sacral dos   voluntários com fita dupla face. Dois saltos independentes foram gravados para   cada. Os procedimentos para orientação e obtenção de dados refentes ao protocolo, foram descritos por Leard et al. (2007). </p>     <p><i>Protocolo de exercício de Flexibilidade</i></p>     <p>Após a distribuição aleatória dos grupos (1:1),   avaliações iniciais de composição corporal e o teste de impulsão vertical, a   intervenção do TF seguiu critérios específicos para cada metodologia, no qual   foram flexionados os grandes grupamentos dos membros inferiores (quadríceps,   isquiotibiais e gastrocnêmios), de acordo com os procedimentos descritos nas   recomendações prévias para o treinamento de flexibilidade (Apostolopoulos,   Metsios, Flouris, Koutedakis, &amp; Wyon, 2015). O treino de flexibilidade foi conduzido da seguinte forma: </p>     <p>Grupo 1 (FNP)<i>: </i>Na técnica <i>Scientific   Stretching for Sports</i> (SSS ou 3S), os voluntários eram flexionados até o   ponto máximo de dor ou desconforto muscular e mantiveram a posição por 10   segundos, seguida de uma fase de contração isométrica máxima de 6 segundos e   uma última fase de relaxamento de 10 segundos no ponto de amplitude máxima de movimento.</p>     <p>Grupo 2 (MFA): Os voluntários se flexionavam até o   ponto máximo de dor ou desconforto muscular em uma posição mantida durante 30   segundos. Neste método, os avaliados não recebiam qualquer tipo de estímulo externo durante a execução.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Grupo 3 (MFP): Os voluntários foram flexionados   passivamente no ponto da amplitude máxima de movimento pelo avaliador onde o mesmo manteve a posição durante 30 segundos.</p>     <p><b>Análise estatística</b></p>     <p>Inicialmente foi feita a análise descritiva dos dados   com o intuito de caracterização da amostra, no qual foram obtidos os dados de   média, desvio-padrão, valores mínimos e máximos. Após isto, foi aplicado o   teste de normalidade de <i>Shapiro-Wilk</i> para os dados de Salto Vertical   (SV), o qual se verificou a normalidade. Após isto, foi realizada a Análise de   Variância de medidas repetidas (ANOVA <i>Two way</i>), com dois fatores (grupo   x tempo), Post Hoc de Bonferroni e o IMC foi incluído como covariante. O <i>ETA     Squared </i>(&#951;<sup>2</sup>) foi utilizado para verificar o tamanho do efeito. Para análise do percentual de mudança (&#8710;%) foi aplicada a seguinte fórmula:</p>     <p>&nbsp;</p> </font>     <p align="center"><img src="/img/revistas/mot/v12s1/12s1a08e1.jpg" width="290" height="61"></p>     
<p>&nbsp;</p> <font face="Verdana" size="2">     <p>Onde, SV = Média dos valores do Salto Vertical pré e   pós. Todos os cálculos foram efetuados utilizando-se o programa estatístico <i>Statistical     Package for the Social Sciences </i>(SPSS version 23.0, Armonk, NY: IBM Corporation).</p>     <p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>RESULTADOS</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>A <a href="/img/revistas/mot/v12s1/12s1a08t1.jpg">tabela 1</a>. Apresenta os dados descritivos dos participantes, bem como a organização dos grupos submetidos à intervenção.</p>     
]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p align="center"><a href="/img/revistas/mot/v12s1/12s1a08t2.jpg">Tabela   2</a></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>Em relação aos resultados encontrados, pôde-se   verificar que todos os grupos submetidos às intervenções tiveram redução média   no desempenho do salto vertical, porém somente nos grupos dos protocolos MFA   (p= .007, % = -4.99) e MFP (p = .012; % = -7.01). Foram encontrados diferenças   estatisticamente significativas quando comparados os resultados do pré e pós   teste. Verificou-se ainda que a co-variável IMC parece exercer influência nos   resultados do grupo MFA (p = .046). Para os grupos FNP e MFP, não foram   verificadas a influência da co-variável IMC (p = .806 e p = .625, respectivamente).</p>     <p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>DISCUSSÃO</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>Os objetivos do presente estudo foram verificar o   efeito agudo do TF na diminuição ou aumento da potência de membros inferiores,   por meio da realização dos protocolos de TF pré e pós- exercício. A   partir da interpretação dos resultados obtidos ficou evidente no GA que   realizou treinamento ativo (alongamento ativo) e no GP, que realizou   treinamento passivo (alongamento passivo), houve uma redução significativa da   força e potência muscular, corroborando com os estudos de Paradisis et al.   (2014) e Tsolakis e Bogdanis (2012). Segundo Paradisis et al. (2014) certamente   a possível explicação para a redução na força após o exercício de alongamento   refere-se ao comportamento do neurônio motor, tornando-se mais excitável e a   redução da rigidez da unidade tendínea (Church et al., 2001). Além   disso, um tempo maior de estímulo durante o alongamento pode induzir alterações   no tecido, na unidade músculo-tendínea, caracterizando deformação plástica e um   efeito de relaxamento do estresse. Estes efeitos podem também atingir a relação   força-comprimento levando a modificações na colaboração dos diferentes   componentes musculares, o que pode modificar a curva força-velocidade e a   ativação das unidades motoras (feedback positivo) (Avela et al., 2004). No   estudo de Gonçalves, Pavão e Dohnert (2013), os autores verificaram melhora no   desempenho de membros inferiores após intervenções utilizando alongamento   estático e dinâmico, sendo que no grupo dinâmico tal melhora se manteve também como efeito crônico.</p>     <p>Em relação ao método FNP, não houve perda   estatisticamente significativa, resultado distinto do verificado por (Nogueira   et al., 2009), que relataram redução considerável na altura do salto vertical   após 10 minutos de alongamento utilizando o método FNP. Resultados distintos   foram observados por Simão et al. (2003), no qual os autores constataram não   haver reduções consideráveis na potência muscular em teste de 1RM (1 repetição máxima) no supino precedido pelo alongamento FNP. </p>     <p>A preocupação acerca do aprimoramento das qualidades   físicas com rotinas de treino reduzidas, mas com qualidade superior tem levado   a que muitos profissionais optem por metodologias integradas na condução das   rotinas de exercícios. A combinação de exercícios de flexibilidade, realizados   de forma estática ou dinâmica é amplamente utilizada nos dias atuais, pela   evidência de que este tipo de método parece exercer resultados mais   satisfatórios quando comparado aos métodos passivos treinamento (Coelho, 2007;   Gonçalves, Pavão, &amp; Dohnert, 2013). Todavia, estudos atuais vem apontando e   que os usos destas metodologias podem refletir num menor rendimento do atleta   que utiliza a potência como tipo de força predominante (Rubini et al., 2011; Škarabot et al., 2015).</p>     <p>Num estudo recente, Gonçalves e seus colegas   compararam dois grupos de atletas de futebol formados em função de dois métodos   de flexibilidade num experimento de avaliação crônicos: dinâmica e passiva   (Gonçalves et al., 2013). Neste estudo ficou evidente que o alongamento   dinâmico, pode ser uma forma de promover ativação muscular no período   pré-treino ou pré-jogo, mas que o método passivo demonstrou melhorar a impulsão   vertical e os níveis de flexibilidade. Este estudo pode nos dar pistas da   utilização dos métodos num momento da sessão que trará mais benefícios para o   atleta. Todavia, rotinas de flexibilidade dinâmica da forma como são organizadas   e o tempo em que são realizadas podem muitas vezes solicitar capacidades   físicas combinadas como a força e coordenação juntamente com a flexibilidade, o   que pode ocasionar gasto energético capaz de comprometer o rendimento desportivo. </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Outra preocupação prende ao fato de que desportos que   utilizam a potência muscular de forma isolada e em eventos de curta duração   (Dallas et al., 2014; Tsolakis &amp; Bogdanis, 2012). Alguns estudos deixam   claro a recomendação de que para desportos desta natureza, rotinas de alongamento   estático sejam deixadas de parte, em detrimento de técnicas passivas (Tsolakis &amp; Bogdanis, 2012).</p>     <p>O presente estudo possui algumas limitações, tais como   a inobservância de um padrão de salto e atividade muscular, além da ausência de   grupo controle. Assim, sugere-se novos estudos que levem em consideração também o efeito crônico da atividade no desempenho dinâmico muscular.</p>     <p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>CONCLUSÕES</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>No presente estudo ficou evidente que a prática aguda   do exercício de flexibilidade pode influenciar negativamente no desempenho da   força muscular dinâmica, sobretudo os métodos passivo e ativo estimulados até o   limite da dor. Assim, parece ser recomendado que o exercício de flexibilidade   necessite ser prescrito com cautela quando o esforço de membros inferiores for máximo   e/ou submáximo. Vale ressaltar que os aspectos relacionados ao desempenho devem   ser levados em consideração, tais como histórico de exercício   físico/treinamento, fatores psicológicos e motivacionais, fadiga aguda e crônica, lesões, ingestão alimentar, dentre outros.</p>     <p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>REFERÊNCIAS</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <!-- ref --><p>Albuquerque, C.   V. de, Maschio, J. P., Gruber, C. R., Souza, R. M. de, &amp; Hernandez, S.   (2011). Acute effect of different forms of heating on muscle strength. <i>Fisioterapia Em Movimento</i>, <i>24</i>(2), 221–229.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=360541&pid=S1646-107X201600050000800001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Amiri-Khorasani,   M., &amp; Sotoodeh, V. (2013). The acute effects of combined static and dynamic   stretch protocols on fitness performances in soccer players. <i>The Journal of Sports Medicine and Physical Fitness</i>, <i>53</i>(5), 559–65.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=360543&pid=S1646-107X201600050000800002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Apostolopoulos,   N., Metsios, G. S., Flouris, A. D., Koutedakis, Y., &amp; Wyon, M. A. (2015).   The relevance of stretch intensity and position-a systematic review. <i>Frontiers in Psychology</i>, <i>6</i>, 1128.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=360545&pid=S1646-107X201600050000800003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Behm, D. G.,   &amp; Chaouachi, A. (2011). A review of the acute effects of static and dynamic   stretching on performance. <i>European Journal of Applied Physiology</i>, <i>111</i>(11), 2633–2651.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=360547&pid=S1646-107X201600050000800004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Beltrão, N. B.,   Ritti-Dias, R. M., Pitangui, A. C. R., &amp; De Araújo, R. C. (2014).   Correlation between acute and short-term changes in flexibility using two   stretching techniques. <i>International Journal of Sports Medicine</i>, <i>35</i>(14), 1151–4.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=360549&pid=S1646-107X201600050000800005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Nogueira, C. J.,   Galdino, L. A. dos S., Valle, R. G. S., &amp; Dantas, E. H. M. (2009). Efeito   agudo do alongamento submáximo e do método de Facilitação Neuromuscular Proprioceptiva sobre a força explosiva. <i>HU Revista, 35</i>(1), 43–48.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=360551&pid=S1646-107X201600050000800006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>César, E. P.,   Bara Filho, M. G., Lima, J. R. P., Aidar, F. J., &amp; Dantas, E. H. M. (2008).   Acute Changes in Creatine Kinase Serum Levels in Adults Submitted a Static Stretching and Maximal Strength Test. <i>Motricidade</i>, <i>4</i>(3), 49–55.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=360553&pid=S1646-107X201600050000800007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Chen, C.-H.,   Nosaka, K., Chen, H.-L., Lin, M.-J., Tseng, K.-W., &amp; Chen, T. C. (2011).   Effects of flexibility training on eccentric exercise-induced muscle damage. <i>Medicine and Science in Sports and Exercise</i>, <i>43</i>(3), 491–500.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=360555&pid=S1646-107X201600050000800008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Church, J. B.,   Wiggins, M. S., Moode, F. M., &amp; Crist, R. (2001). Effect of warm-up and   flexibility treatments on vertical jump performance. <i>Journal of Strength and Conditioning Research</i>, <i>15</i>(3), 332–6.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=360557&pid=S1646-107X201600050000800009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Coelho, L. F. dos   S. (2007). O treino da flexibilidade muscular e o aumento da amplitude de   movimento: uma revisão crítica da literatura. <i>Motricidade</i>, <i>3</i>(4), 22–37.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=360559&pid=S1646-107X201600050000800010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Dallas, G.,   Smirniotou, A., Tsiganos, G., Tsopani, D., Di Cagno, A., &amp; Tsolakis, C.   (2014). Acute effect of different stretching methods on flexibility and jumping   performance in competitive artistic gymnasts. <i>The Journal of Sports Medicine and Physical Fitness</i>, <i>54</i>(6), 683–90.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=360561&pid=S1646-107X201600050000800011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Egan, A. D.,   Cramer, J. T., Massey, L. L., &amp; Marek, S. M. (2006). Acute effects of   static stretching on peak torque and mean power output in National Collegiate   Athletic Association Division I women’s basketball players. <i>Journal of Strength and Conditioning Research</i>, <i>20</i>(4), 778–82.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=360563&pid=S1646-107X201600050000800012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Gelen, E., Dede,   M., Bingul, B. M., Bulgan, C., &amp; Aydin, M. (2012). Acute effects of static   stretching, dynamic exercises, and high volume upper extremity plyometric   activity on tennis serve performance. <i>Journal of Sports Science &amp; Medicine</i>, <i>11</i>(4), 600–5.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=360565&pid=S1646-107X201600050000800013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Gonçalves, D. L.,   Pavão, T. S., &amp; Dohnert, M. B. (2013). Efeitos agudos e crônicos de um   programa de alongamento estático e dinâmico no rendimento em jovens atletas do   futebol. <i>Revista Brasileira de Medicina Do Esporte</i>, <i>19</i>(4), 241–246.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=360567&pid=S1646-107X201600050000800014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Leard, J. S.,   Cirillo, M. a, Katsnelson, E., Kimiatek, D. a, Miller, T. W., Trebincevic, K.,   &amp; Garbalosa, J. C. (2007). Validity of two alternative systems for   measuring vertical jump height. <i>Journal of Strength and Conditioning Research</i>, <i>21</i>(4), 1296–1299.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=360569&pid=S1646-107X201600050000800015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Lohmann, T. G.,   Roche, A. F., &amp; Martorell, R. (1988). <i>Anthropometric Standardization Reference Manual</i>. Champaign, IL: Human Kinetics Books.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=360571&pid=S1646-107X201600050000800016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Nelson, M. E.,   Rejeski, W. J., Blair, S. N., Duncan, P. W., Judge, J. O., King, A. C., …   Castaneda-Sceppa, C. (2007). Physical activity and public health in older   adults: recommendation from the American College of Sports Medicine and the   American Heart Association. <i>Medicine and Science in Sports and Exercise</i>, <i>39</i>(8), 1435–45.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=360573&pid=S1646-107X201600050000800017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Nóvoa, P. C.   (2014). What changes in Research Ethics in Brazil: Resolution no. 466/12 of the National Health Council. <i>Einstein</i>, <i>12</i>(1), vii–x. <a href="https://doi.org/10.1590/S1679-45082014ED3077" target="_blank">https://doi.org/10.1590/S1679-45082014ED3077</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=360575&pid=S1646-107X201600050000800018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Papandreou, D.,   Malindretos, P., &amp; Rousso, I. (2010). First body fat percentiles for 607   children from Thessaloniki-Northern Greece. <i>Hippokratia</i>, <i>14</i>(3), 208–11.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=360576&pid=S1646-107X201600050000800019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Paradisis, G. P.,   Pappas, P. T., Theodorou, A. S., Zacharogiannis, E. G., Skordilis, E. K., &amp;   Smirniotou, A. S. (2014). Effects of static and dynamic stretching on sprint   and jump performance in boys and girls. <i>Journal of Strength and Conditioning Research</i>, <i>28</i>(1), 154–60.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=360578&pid=S1646-107X201600050000800020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Paulo, A. C.,   Ugrinowitsch, C., Leite, G. dos S., Arsa, G., Marchetti, P. H., &amp; Tricoli,   V. (2012). Efeito agudo dos exercícios de flexibilidade no desempenho de força   máxima e resistência de força de membros inferiores e superiores. <i>Motriz: Revista de Educação Física</i>, <i>18</i>(2), 345–355.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=360580&pid=S1646-107X201600050000800021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Petrini, C.   (2014). Helsinki 50 years on. <i>La Clinica Terapeutica</i>, <i>165</i>(4), 179–81.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=360582&pid=S1646-107X201600050000800022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Rubini, E. C.,   Souza, A. C., Mello, M. L., Bacurau, R. F. P., Cabral, L. F., &amp; Farinatti,   P. T. V. (2011). Immediate effect of static and proprioceptive neuromuscular   facilitation stretching on hip adductor flexibility in female ballet dancers. <i>Journal of Dance Medicine &amp; Science</i>, <i>15</i>(4), 177–81.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=360584&pid=S1646-107X201600050000800023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Simão, R.,   Giacomini, M.B., Dornelles, T.S., Marramom, M.G., &amp; Viveiros, L. E. (2003).   Influência do aquecimento específico e da flexibilidade no teste de 1 RM. <i>Revista Brasileira de Fisiologia do Exercício, 2</i>, 134-40.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=360586&pid=S1646-107X201600050000800024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Shephard, R. J.   (2002). Ethics in exercise science research. <i>Sports Medicine</i>, <i>32</i>(3), 169–83.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=360588&pid=S1646-107X201600050000800025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Škarabot, J.,   Beardsley, C., &amp; Štirn, I. (2015). Comparing the effects of self-myofascial   release with static stretching on ankle range-of-motion in adolescent athletes. <i>International Journal of Sports Physical Therapy</i>, <i>10</i>(2), 203–12.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=360590&pid=S1646-107X201600050000800026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Thomas, Jerry R,   Nelson, Jack K, &amp; Silverman, Stephen J. (2015).<i> Research Methods in Physical Activity (7a ed.)</i>. Champaign, IL: Human Kinetics.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=360592&pid=S1646-107X201600050000800027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
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<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><font face="Verdana"><sup><a name="end"></a><a href="#topo">*</a></sup></font><i>Autor   correspondente</i>: Curso   de Educa&ccedil;&atilde;o F&iacute;sica, UniCat&oacute;lica, R. Juv&ecirc;ncio Alves, 660, Quixad&aacute;, Brasil. CEP: 63900-257, Brasil <i>E-mail:</i> <a href="mailto:messiasoliveira.edf@gmail.com">messiasoliveira.edf@gmail.com</a></font></p>      ]]></body><back>
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