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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Influência de variáveis biológicas e socioculturais no desenvolvimento motor de crianças com idades entre 7 a 9 anos]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The aim of this study was to investigate the influence of biological and sociocultural variables in motor performance among children from 7-9 years of age. The sample comprised 129 children, 60 (46.5%) boys and 69 (53.5) girls, aged 7-9 years (M= 8.07 ± 0.55). Motor variable was assessed by the Test of Gross Motor Development - Second Edition (TGMD-2). We used the cut-off values &#8203;&#8203;for BMI proposed by Cole et al. (2000) and body composition (% L) followed by the equations Lohman (1986). The socioeconomic context was assessed by questionnaire ABA / ABIPEME modified by Almeida and Wickerhauser (1991). It was found that 79.8% of children had a rating of "very poor". When comparing the sexes, boys had better results in object control skills (t= 6.28, p= 0.01), particularly in skills bounce (t= 3.8, p= 0.01), kick (t= 4.3, p = 0.01) and pitch over (t= 5.21, p= 0.01). Out of the biological variables, the one that best correlated with motor performance was estimated body fat (r= -0.27, p= 0.01). Sociocultural variables did not show correlations with motor development but they correlated with biological characteristics (r= 0.25, p= 0.01). Thus, biological and contextual factors influence children motor performance, and the results show their interactive nature of motor development.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[  <font face="Verdana" size="2">        <p align="right"><b>ARTIGO ORIGINAL</b></p>      <p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="4" face="Verdana"><b>Influência de   variáveis biológicas e socioculturais no desenvolvimento motor de crianças com   idades entre 7 a 9 anos</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Influence of   biological and sociocultural variables on children motor development aged 7-9   years</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Erisvan Demones Tavares<sup>1,2,<a href="#end">*</a></sup><a name="topo"></a>; Kaio Breno Belizario de Oliviera<sup>2</sup>; Francisco Iran da Silva Júnior<sup>2</sup>; Ivna Zaira Figueredo da Silva<sup>2</sup>; Maria Isabel Mourão Carvalhal<sup>1</sup> </b></p>     <p><sup>1</sup>Universidade de Tr&aacute;s-os-Montes e Alto Douro (UTAD),   Vila Real, Portugal.<sup>    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>   2</sup>Centro Universit&aacute;rio Cat&oacute;lica de Quixad&aacute; (UniCat&oacute;lica), Quixad&aacute;, Cear&aacute;, Brasil.</p> </font>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <font face="Verdana" size="2"></font> <hr noshade size="1"> <font face="Verdana" size="2">     <p><b>RESUMO</b></p>     <p>O objetivo deste   estudo foi verificar a influência das variáveis biológicas e socioculturais no   desempenho motor de crianças entre 7 a 9 anos. A amostra composta por 129   crianças, sendo 60 (46,5%) meninos e 69 (53,5) meninas, com idades entre 7 a 9   anos (m=8,07±0,55). A variável motora foi avaliada pelo Test of Gross Motor   Development – Second Edition (TGMD-2). Utilizou-se os valores de corte para o   IMC propostos por Cole et al. (2000) e para composição corporal (%G) seguiu-se   as equações de Lohman (1986). O contexto socioeconômico foi avaliado pelo   questionário da ABA/ABIPEME, modificado por Almeida e Wickerhauser (1991). No   quesito motor constatou-se que 79,8% das crianças apresenta uma classificação   “Muito Pobre”. Quando se compararam os sexos, meninos apresentaram melhores   resultados nas habilidades de controle de objetos (t=6,28, p=0,01),   nomeadamente nas habilidades de quicar (t=3,8, p=0,01), chutar (t=4,3, p=0,01)   e arremesso por cima (t=5,21, p=0,01). Das variáveis biológicas aquela que mais   apresentou correlação com o desempenho motor foi o percentual de gordura (r=   -0,27, p= 0,01). As variáveis socioculturais não apresentaram correlações com o   desempenho motor, mas explicam significativamente as características biológicas   (r=0,25, p=0,01). Assim, os fatores biológicos e contextuais influenciam o   desempenho motor de crianças, e possuem uma natureza interativa no desenvolvimento motor.</p>     <p><b>Palavras-Chave: </b>Desenvolvimento motor, crianças, contexto sociocultural.</p> </font> <hr noshade size="1"> <font face="Verdana" size="2">     <p><b>ABSTRACT</b></p>     <p>The aim of this   study was to investigate the influence of biological and sociocultural   variables in motor performance among children from 7-9 years of age. The sample   comprised 129 children, 60 (46.5%) boys and 69 (53.5) girls, aged 7-9 years (M=   8.07 ± 0.55). Motor variable was assessed by the Test of Gross Motor   Development - Second Edition (TGMD-2). We used the cut-off values &#8203;&#8203;for   BMI proposed by Cole et al. (2000) and body composition (% L) followed by the   equations Lohman (1986). The socioeconomic context was assessed by   questionnaire ABA / ABIPEME modified by Almeida and Wickerhauser (1991). It was   found that 79.8% of children had a rating of &quot;very poor&quot;. When   comparing the sexes, boys had better results in object control skills (t= 6.28,   p= 0.01), particularly in skills bounce (t= 3.8, p= 0.01), kick (t= 4.3, p =   0.01) and pitch over (t= 5.21, p= 0.01). Out of the biological variables, the   one that best correlated with motor performance was estimated body fat (r=   -0.27, p= 0.01). Sociocultural variables did not show correlations with motor   development but they correlated with biological characteristics (r= 0.25, p=   0.01). Thus, biological and contextual factors influence children motor   performance, and the results show their interactive nature of motor development.</p>     <p><b>Keywords: </b>motor development, children, sociocultural context. </p> </font> <hr noshade size="1"> <font face="Verdana" size="2">     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>INTRODUÇÃO</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>O desenvolvimento é um fenômeno complexo,   que ocorre durante toda vida e está ligada a três fatores essenciais: Ambiente,   Indivíduo e Tarefa (Gallahue, Ozmun, &amp; Goodway, 2013; Newell, 1986). Essa   visão dinâmica de desenvolvimento motor tem como pressuposto o fato do   comportamento motor sofre influência por vários fatores, denominados de restrições (Newell, 1986).</p>     <p>O desenvolvimento das Habilidades Motoras Fundamentais   (HMF) é a base para o desenvolvimento de habilidades específicas (Gallahue et   al., 2013). Proporcionam melhores condições para uma vida mais ativa, como   participação efetiva em programas de atividade física e esportiva (Araújo,   Barela, Celestino, &amp; Barela, 2012), percepção de competência e aptidão   cardiorrespiratória (Cliff et al., 2012). Para a criança, a interação entre   esses fatores é imprescindível, pois a mesma possui fases sensíveis que deverão   ser trabalhadas para a aquisição de muitas das habilidades do desenvolvimento motor (Nobre et al., 2009; Zajonz, Muller, &amp; Valentini, 2008). </p>     <p>O desempenho motor sofre influências por diversas   variáveis, aquelas que apresentam maior significância referem-se as de ordem   biológica (estado nutricional, sexo), como também relacionadas ao envolvimento   em atividades físicas e contextos interventivos (Souza, Spessato, &amp; Valentini, 2014). </p>     <p>Crianças que dedicam várias horas durante o dia a assistir   televisão apresentam desempenho motor de locomoção inferior às de crianças que   utilizam esse tempo durante o dia em atividades que propiciam vivências motoras   diversificadas. Isso porque as mesmas têm ao seu dispor para o seu tempo de   lazer opções os jogos electrónicos, a internet e outras atividades sedentárias,   ocupando cada vez mais o tempo, substituindo estas, por outras atividades de lazer que exigem algum esforço físico (Ronque et al., 2007b).</p>     <p>Há um consenso de que quando são encontradas diferenças   entre os sexos, os meninos são mais habilidosos em geral e mais especificamente   em habilidades de controle de objeto (Souza et al., 2014). Esses resultados   podem estar relacionados ao fato das maiores oportunidades de meninos para habilidades que envolvem o domínio e o controle de objetos (Valentini, 2012).</p>     <p>Os índices elevados de obesidade também interferem   diretamente no comportamento motor de crianças quando comparados a populações   eutróficas (Berleze, Haeffner, &amp; Valentini, 2007). Estudos destacam que o   estado nutricional é um preditor do desenvolvimento motor e que a obesidade   pode afetar o processo e o produto das HMF (Braga, Krebs, Valentini, &amp;   Tkac, 2009; Marramarco et al., 2012). Crianças com sobrepeso e obesidade   possuem menores competências nas HMF quando comparados com eutróficos (Cliff et. al., 2012).</p>     <p>Há uma tendência mundial para o aumento da obesidade.   Um dos seus agravantes é que a mesma está ligada ao agravamento de outros   seguimentos como o aumento das morbidades, destacadamente a diabetes e doenças   coronárias, assim com o comprometimento do desempenho motor (Marramarco et.   al., 2012; Ronque et al., 2007a). As transformações sociais, econômicas e   demográficas que atingiram a sociedade brasileira nessa ultima década, mudaram   o perfil nutricional da população, prejudicando o quadro da obesidade infantil.   Com magnitudes menores, a prevalência da obesidade mostrou distribuição   geográfica semelhante à observada para o excesso de peso (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística [IBGE], 2010). </p>     <p>As crianças, quando obesas na infância, apresentam   grandes possibilidades de se tornarem adultos obesos, sujeitos a riscos físicos, sociais e psicológicos (Ronque et al., 2007a; Silva et al., 2008).</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Estudos mostram estreita relação entre os fatores sociais,   econômicos e culturais das crianças com seu desempenho motor (Berleze et al.,   2007; Nobre et. al., 2009; Zajonz et al., 2008). As diferenças de habilidades   motoras de locomoção e exponencialmente as de controle de objetos nos gêneros   podem ser justificadas pelas questões contextuais onde vivem essas crianças,   como por exemplo, a região demográfica (Goodway, Robinson, &amp; Crowe, 2010).   Origens étnicas e culturais de cada criança podem justificar diferenças nas   descrições do desenvolvimento motor grosso (Souza, Silva, Santos, Krebs, &amp; Pinto, 2010). </p>     <p>Considera-se que o nível socioeconômico, o   nível intelectual dos pais, a prematuridade e as oportunidades (<i>affordances)   </i>são reconhecidos como fatores intervenientes nas oportunidades   facilitadoras para o efetivo desenvolvimento motor (Carvalhal &amp; Coelho,   2013; Nobre et al., 2009; Zajonz et al., 2008). Existem também pesquisas   indicando que as condições de pobreza e o baixo nível socioeconómico amplia a   vulnerabilidade biológica (Halpern, Giugliani, Victora, Barros, &amp; Horta, 2000). </p>     <p>Sustentado por tais pressupostos, esse estudo busca   verificar as influências das variáveis biológicas, variáveis   sócio-econômico-culturais no desempenho motor de crianças com idades entre 7 a 9 anos em um município Brasileiro. </p>     <p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>MÉTODO</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>Estudo descritivo de caráter associativo e comparativo   com delineamento transversal, onde foi observou-se o desempenho das crianças em   um único momento avaliativo (Thomas, Nelson, &amp; Silverman, 2011). Estudo   quantitativo, pois se baseia nos registros e análise de todos os dados   numéricos que se referem às atitudes e comportamentos do público-alvo da   pesquisa (Leitão et al., 2008). Foi aprovado pelo parecer consubstanciado do Comité de Ética e Pesquisa (CEP) sob o nº 496.880. </p>     <p><b>Participantes</b></p>     <p>A amostra foi composta por crianças (n=129), com   idades entre 7 a 9 anos de ambos os sexos, de escolas urbanas e rurais,   Públicas e particulares, do município de Quixadá, Estado do Ceará, Brasil.   Foram excluídas crianças que: 1) Não apresentaram autorização formal dos pais;   2) Apresentava faixa etária diferente da estabelecida (7 a 9); 3) Apresentavam características excludentes dos testes (ex: crianças com deficiência).</p>     <p><b>Instrumentos</b> </p>     <p>O nível socioeconômico foi avaliado pelo questionário   da ABA/ABIPEME e adaptado por Almeida e Wickerhauser (1991), com escalas de   classificação subdivididas em cinco categorias (A, B, C, D, E). O mesmo também   nos fornece a informação da quantidade de televisores, automóveis da residência, assim como os níveis de escolaridade dos pais.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Para avaliação do desempenho motor foi utilizado o <i>Test   of Gross Motor Development – Second Edition</i> (TGMD-2) destinado a avaliar as   HMF de crianças que estão na faixa etária de 3 a 10 anos (e 11 meses) de idade   (Ulrich, 2000). Esse teste foi validado no Brasil por Valentini (2012). É   constituído de dois subtestes (locomoção e manipulação) que avaliam 12 habilidades motoras (6 em cada subteste).</p>     <p>De modo geral, o TGMD-2 possibilita verificar se as   crianças conseguem realizar as tarefas que envolvem as principais HMF durante a realização de tarefas motoras, ao invés de apenas avaliar o desempenho final.</p>     <p>Para verificar a prevalência de sobrepeso e obesidade   foi utilizado o IMC. Seu resultado é encontrado a partir da divisão do peso   corporal (kg) pela altura, em metros quadrados. Tais medidas seguiram os   protocolos preconizados por Gordon, Chulea, e Roche (1991). A literatura   descreve o IMC como um parâmetro de avaliação da prevalência da obesidade. Tem   sido muito utilizado para se verificar o sobrepeso e obesidade em outras   amostras populacionais (Ronque et al., 2007a). Foi utilizado as referências de   Cole (2000) para classificar o estado nutricional. Tais pontos de corte para os valores são definidos para crianças de 2 até os 18 anos.</p>     <p>Foi utilizado o protocolo de avaliação da composição   corporal preconizado por Lohman (1986), o qual utiliza o cálculo do percentual   de gordura levando uma consideração duas pregas cutânea: Tricipital (DC) e   Subescapular (DS). As dobras DC e DS foram mensuradas utilizando um adipômetro   científico da marca Sanny, com resolução em décimos de milímetros (decimal), com faixa de medição de 0 a 85 mm, e tolerância de ± 5 mm em 85 mm.</p>     <p><b>Procedimentos</b></p>     <p>Inicialmente, foram apresentados os objetivos e as   propostas deste estudo aos diretores de escola e secretário municipal de   Educação. Após o consentimento formal das escolas, os pais ou responsáveis   legais das crianças foram informados quanto ao interesse de seus filhos   participarem do estudo. As crianças foram avaliadas somente após a assinatura   do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE). Foram agendados dias e   horários para realizar as avaliações, e enviados os questionários aos pais sobre informações socioeconômicas.</p>     <p>Na realização do TGMD-2 o avaliado executa a   habilidade três vezes, sendo a primeira um ensaio. As demais execuções são   válidas e pontuadas (Braga et al., 2009; Ulrich, 2000). Os dados de cada   criança no teste permitem obter escores brutos e escores padrão. Através da   soma desses escores e levando em consideração o gênero e idade. Podemos   classificar o Desempenho motor em: Muito Pobre, Pobre, Abaixo da Média, Média, Acima da Média e Superior.</p>     <p>As medidas antropométricas foram obtidas por um único   avaliador que submeteu a averiguação do Erro Técnico de Medida (ETM). Para o   cálculo do erro técnico foi adotado o seguinte procedimento descritos por   Silva, Pelegrini, Pires-Neto, Vieira, e Petrosky (2011). O resultado do ETM relativo intra-avaliador foi considerado aceitável (3,1).</p>     <p><b>Análise estatística</b></p>     <p>Para a análise e tratamento dos dados   estatísticos foi utilizado o software <i>Statical Package for the Social     Sciences (SPSS</i>) versão 20 da <i>International Business Machines (IBM)</i>. Foi utilizada estatística descritiva (frequência   simples, medidas de tendência central e de variabilidade) para descrever o desenvolvimento motor dos participantes.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Para as associações e correlações do desempenho motor   foi utilizado o teste de correlação de Pearson. Para   comparar grupos foi utilizado o teste <i>t </i>e a ANOVA. O teste <i>post hoc</i>   de Scheffé foi empregado para identificação das diferenças específicas nas   variáveis em que os valores de F encontrados foram superiores ao critério de significância estatística estabelecido (p&lt;0.05).</p>     <p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>RESULTADOS</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>Os resultados da   massa corporal, dobras cutâneas, IMC e dos testes de aptidão física de crianças   com DCD e DT são apresentados na <a href="/img/revistas/mot/v12s1/12s1a10t1.jpg">tabela 1</a>. As análises foram conduzidas pelas   faixas etárias e grupos uma vez que a ANCOVA não demonstrou efeito   significativo do sexo (p &gt; 0.05). Nos dois grupos etários (DCD e DT) a ANOVA   one way indicou melhor desempenho para crianças de DT comparadas as crianças   com DCD na resistência de membros superiores (nove e 10 anos: F<sub>(1.21)</sub>=7.57   p=0.012 d=1.24; 11 e 12 anos: F<sub>(1,21)</sub>=8.34 p=0.007 d=1), na força de   membros superiores (nove e 10 anos: F<sub>(1,21)</sub>=11.07 p=0.003 d=1.48; 11   e 12 anos: F<sub>(1,21)</sub>=12.67 p=0.001 d=1.27) e na força de membros   inferiores (9 e 10 anos: F<sub>(1,21)</sub>=7.605  p&lt;0.012 d=1.25; 11 e 12 anos: F<sub>(1,21)</sub>=8.30   p=0.007 d=1.01). Nas demais variáveis os resultados não foram significantes (p&gt;0.05).</p>     
<p>As características descritivas das variáveis do estudo em relação ao gênero encontra-se na <a href="/img/revistas/mot/v12s1/12s1a10t1.jpg">tabela 1</a>. </p>     
<p>A classificação do Desempenho motor obtido através do   Coeficiente Motor Amplo (CMA) demostrou que 79.8% da amostra encontra-se no “Muito Pobre”, 19.4% no “Pobre” e 0.8% na categoria “Abaixo da média”. </p>     <p>Observamos no   gráfico 1 as características comparativas da classificação do desempenho motor   em relação ao percentual de gordura e gênero. Também observa-se que existem   significativas diferenças entre meninos e meninas em relação as habilidades   motoras, sempre com vantagem para o sexo masculino, nomeadamente as habilidades   de quicar (t=3.8, p=0.01), chutar (t=4.3, p=0.01) e arremesso por cima (t=5.21, p=0.01). </p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><a href="/img/revistas/mot/v12s1/12s1a10f1.jpg">Figura 1</a></p>     
<p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p align="center"><a href="/img/revistas/mot/v12s1/12s1a10f2.jpg">Figura 2</a></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>Os resultados do IMC centralizaram na   classificação normoponderal (59.7%), contudo, apresenta 40.3% da amostra na   categoria de sobrepeso e obesidade, sendo 17.8% para sobrepeso e 22.5% para a   obesidade. Apresentando resultados percentuais semelhantes na distribuição por   sexo. A <a href="/img/revistas/mot/v12s1/12s1a10t2.jpg">tabela 2</a> traz os dados relativos ao comparativo dos escores do   comportamento motor dos participantes em relação as classificação de cada variável biológica. </p>     
<p>Se tratando de contexto econômico das famílias, houve   predominância da classe C (47.3%), seguida da B (30.2%) e D (16.3%). A   escolaridade dos pais/responsáveis também foi considerada onde se observou   maior percentagem com ensino fundamental (45.8%) acompanhadas do ensino Médio   (35.5%) e ensino superior (16.3%). 59.7% das crianças do estudo moram na   periferia ou zona rural da cidade e 40.3% na região central. A quantidade de televisores também foi verificada (Possui – 94.6%, Não possui – 5.4%).</p>     <p>Em relação aos televisores, encontrou-se em correlação   positiva com o IMC (r=0.30; p=0.01), com o percentual de gordura (r=0.33;   p=0.01) e o nível da escolaridade dos pais (r=0.49; p=0.01). Também foi   verificada uma correlação positiva com a escolaridade dos pais em relação ao   IMC (r=0.35; p=0.01) e percentual de gordura (r=0.23; p=0.01). Todos os dados   apontam que quanto maior a quantidade de televisores na residência e escolaridade dos pais, maior será o IMC e o percentual de gordura corporal. </p>     <p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>DISCUSSÃO</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>Encontrou-se elevado percentil do desempenho motor   centralizado no “Pobre” (19.4 %) e “Muito Pobre” (79.8%). Esses resultados   corroboram com os estudos de Vieira et al.<i>, </i>(2009), Marramarco et al.<i>,</i>   (2012), Spessato et al. (2013). Parece existir nessa faixa etária da   amostra, uma preferência por jogos eletrônicos, atividades em pequenos espaços,   existe uma limitada experimentação ampla de movimentos associada a falta de   oportunidades, instrução e encorajamento para a prática sistemática (Gallahue et al.<i>,</i> 2013).</p>     <p>Verificou-se nesse estudo que a frequência de crianças   classificadas no aspecto nutricional com sobrepeso e obesidade ultrapassa os   40% da amostra, resultado esse que supera outros achados científicos (Berleze   et al., 2007; Silva et al., 2008; Vieira et al., 2009). O percentual de   sobrepeso (17.8%) e Obesidade (22.5%) permaneceu distribuído entre os sexos, com rápida vantagem para os meninos. </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Esses dados revelam um contexto bastante preocupante,   uma vez que valores de gordura corporais relativas, indicadas pelo IMC,   superiores estão associados a um alto risco de desenvolvimento de doenças   cardiovasculares, hipertensão, diabetes, hiperlipidemia e hiperinsulinemia   (Cole et al., 2000). Na amostra desse estudo encontraram-se nas escolas   públicas 34.6% de alunos com sobrepeso ou obesidade, enquanto para as escolas particulares chegou a incríveis 54% dos alunos. </p>     <p>Os estudos relacionam esses achados às questões   socioeconômicas, já que crianças de escolas particulares possuem acesso a   alimentos como <i>fast foods</i>, refrigerantes, pizzas, guloseimas e outros   alimentos ricos em gorduras (Berleze et al., 2007). Crianças que vivem   em condições socioeconômicas mais favoráveis tendem a ser em média, maiores,   mais pesadas e mais gordas em relação às crianças de contextos econômicos menos favoráveis.</p>     <p>O percentual de gordura indicou maiores valores de   gordura corporal para meninas (M=21.6) do que para os meninos (M=16.9), além de   diferenças significativas (p=0.01). Segundo Malina et al. (2008), existem   reduzidas diferenças biológicas entre os sexos na infância, mas os meninos   possuem mais massa isenta de gordura e menos gordura corporal do que as meninas. Explicando, em parte, um resultado maior no sexo feminino.</p> </font>    <p><font size="2" face="Verdana">No tocante a classificação do desempenho   motor em relação a classificação do %G não foi observado diferenças   significativas entre as categorias. Tais categorias estão descritas na <a href="/img/revistas/mot/v12s1/12s1a10t3.jpg">tabela   3</a>. Contudo, essa variável se correlacionou com as variáveis motoras CMA (r=0.27, p=0.01) e HCO (r=0.25, p=0.01). Sugerindo dessa maneira que altas concentrações de gordura   corporal podem influenciar o desempenho motor de escolares (Cliff et al., 2012; Souza et al., 2014).</font></p> <font face="Verdana" size="2">    
<p>Em relação ao gênero, percebemos que em termos médios,   o mesmo possui mais poder de explicação e associação nas variáveis biológicas,   acentuadamente, no percentual de gordura (r= 0.33; p= 0.01). Os resultados   encontraram paridades em relação às habilidades de locomoção, sugerindo   desempenho similar entre os sexos. Porém, foram encontradas diferenças   significativas nas habilidades de controle de objetos. Os resultados corroboram   com encontrados com os de Goodway et al. (2010), Spessato et al. (2013) e Cliff et al. (2012).</p>     <p>Os resultados encontrados apontam diferenças entre   sexos nas habilidades do drible, chute e arremesso (Valentini, 2002). Uma   explicação de todas essas diferenças está associada a categorias do efeito de   prática entre os sexos. Esse efeito leva em consideração fatores biológicos, socioculturais e experiências de vida onde as atividades mais intensas.</p>     <p>Outras explicações também são cogitadas na literatura,   sendo aquelas que mais são citadas como explicações de desempenho motor entre   gêneros são: a) Questões de oportunidade a prática e experiências (Souza et   al., 2014); b) Questões morfológicas (Cliff et al., 2012); c) Questões   relacionadas a filogenia e ontogenia (Goodway et al., 2010). Os resultados   encontrados podem ter relação aos contextos de práticas, considerando que houve uma grande variabilidade sociocultural neste estudo. </p>     <p>Como limitação do estudo pode-se apontar a   falta de controle do estado maturacional das crianças investigadas. Também não   foi possível controlar os hábitos nutricionais (Qualidade e quantidade) e   instrumentalizar os níveis de atividade física habitual, como sendo um dos   fenômenos associados a adiposidade corporal. Apesar desses elementos, o estudo   abrange variáveis importantes para o estudo das transformações do   desenvolvimento motor na infância e promove uma discussão sobre fatores que podem sofrer intervenção para melhoria dos resultados encontrados.</p>     <p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>CONCLUSÕES</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Os dados dessa investigação apontam a natureza   interativa do desempenho motor, indicando influência de variáveis intrínsecas   ao sujeito (biológicas), de fatores ambientais (socioculturais) e de contexto   da tarefa (comportamento motor), como já preconiza os estudos envolvendo   crianças. As classificações do Desempenho Motor se concentraram na categoria   “Pobre” e “Muito Pobre”, indicando problemas sérios de competência motora da amostra avaliada.</p>     <p>Esse estudo reforça a ideia da   obesidade enquanto problema mundial, o qual vem aumentando ao longo das décadas   a sua incidência. Esse fato coloca em risco a saúde pública, uma vez que a   obesidade está associada ao aparecimento de doenças como hipertensão, diabetes,   doenças respiratória, ortopédicas e outras. Além disso, existe uma grande tendência destas crianças se tornarem adultos obesos.</p>     <p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>REFERÊNCIAS</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <!-- ref --><p>Almeida, P, M., &amp; Wickerhauser, H. (1991). O critério ABA-ABIPEME: em busca de uma atualização. São Paulo.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=360891&pid=S1646-107X201600050001000001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Araújo, M. P., Barela, J. A., Celestino, M. L., &amp;   Barela, A. M. F. (2012). Contribuição de diferentes conteúdos das aulas de   Educação Física no Ensino Fundamental I para o desenvolvimento das Habilidades   Motoras Fundamentais. <i>Revista Brasileira Medicina do Esporte,</i> <i>18</i>(3), 153-157.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=360893&pid=S1646-107X201600050001000002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Berleze, A., Haeffner, L. S. B., &amp; Valentini, N.   C. (2007). Desempenho Motor de crianças obesas: Uma investigação do processo e   do produto de Habilidades Motoras Fundamentais. <i>Revista Brasileira de Cineantropometria e Desenvolvimento humano,</i> <i>9</i>(2), 134-144.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=360895&pid=S1646-107X201600050001000003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Braga, R. K., Krebs, R. J., Valentini, N. C., &amp;   Tkac, C. M. (2009). A influência de um programa de intervenção motora no   desempenho das habilidades locomotoras de crianças com idades entre 6 e 7 anos. <i>Revista da Educação Física/ UEM, 20</i>(2), 171-181.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=360897&pid=S1646-107X201600050001000004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Carvalhal, M. I. M., &amp; Coelho, E. M. C. (2013). <i>Obesidade Infantil e Atividade Física</i>. Curitiba, PR: CRV.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=360899&pid=S1646-107X201600050001000005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Cliff, D. P., Okely, A. D., Morgan, P. J., Jones, R.   A., Steele, J. R., &amp; Baur, L. A. (2012). Proficiency Deficiency: Mastery of   Fundamental Movement Skills and Skill Components in Overweight and Obese Children. <i>Obesity</i>, <i>20</i>(5), 1024–1033.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=360901&pid=S1646-107X201600050001000006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Cole, T. J., Bellizzi, M. C., Flegal, K. M.,   &amp; Dietz, W. H. (2000). Establishing a standard definition for children   overweight and obesity worldwide: international survey. <i>BMJ,</i> <i>302</i>(7244), 1-6.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=360903&pid=S1646-107X201600050001000007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Gallahue, D. L., Ozmun, J.C., &amp; Goodway. J.   D. (2013). <i>Compreendendo o desenvolvimento motor: bebês, crianças, adolescentes e adultos </i>(7ª ed). Porto Alegre: AMGH.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=360905&pid=S1646-107X201600050001000008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Goodway, J. D., Robinson, L. E., &amp; Crowe, H.   (2010). Gender Differences in fundamental motor skill development in   disadvantaged preschoolers from two geographical regions. <i>Research Quarterly for Exercise and Sport, 80</i>(1), 17-24.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=360907&pid=S1646-107X201600050001000009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Gordon, C.C., Chumlea, W. C., &amp; Roche, A. F.   (1991). Stature, recumbent, length and weight. In: Lohman, T. G., Roche, A, L.,   Marterell, R. (Eds) <i>Anthropometrics Standardization Reference Manual</i> (pp. 3-8). Champaing Ilhinois: Human Kinetics.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=360909&pid=S1646-107X201600050001000010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Halpern, R., Giugliani, E. R., Victora, C. G.,   Barros, F. C., &amp; Horta, B. L. (2000). [Risk factors for suspicion of   developmental delays at 12 months of age]. <i>Jornal De Pediatria, 76</i>(6), 421–428.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=360911&pid=S1646-107X201600050001000011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística –   IBGE. (2010). <i>Pesquisa de orçamentos familiares (2008-2009): Antropometria e     estado nutricional de crianças, adolescentes e adultos     no Brasil.</i> Recuperado em 15 de outubro de 2013, de <a href="www.ibge.gov.br/home/estatistica/.../pof/.../pof_20082009_encaa.pdf" target="_blank">www.ibge.gov.br/home/estatistica/.../pof/.../pof_20082009_encaa.pdf</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=360913&pid=S1646-107X201600050001000012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Leitão, J. C., Pereira, A., Gonçalves, G., Campaniço,   J., Moreira, H., &amp; Mota, P. (2008). <i>Metodologia de investigação em Educação     Física e Desporto – Analise Quantitativa: Introdução a estatística multivariada</i>. Vila Real: SDE-UTAD.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=360915&pid=S1646-107X201600050001000013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Lohman, T. G. (1986). Applicability of body   composition techniques and constants for children and youths. <i>Exercise and Sports Sciences Reviews</i>. <i>14</i>, 325-357.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=360917&pid=S1646-107X201600050001000014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Malina, R. M., Bouchard, C., &amp; Bar-Or, O.   (2008). <i>Atividade física do atleta jovem: do crescimento à maturação.</i> São Paulo: Roca.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=360919&pid=S1646-107X201600050001000015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Marramarco, C. A., Krebs, R. J., Valentini, N. C.,   Ramalho, M. H. S., Santos, J. O. L., &amp; Nobre, G. C. (2012). Crianças   desnutridas pregressas, com sobrepeso e obesas apresentam desempenho motor pobre. <i>Revista da Educação Física/UEM</i>, <i>23</i>(2), 175-182.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=360921&pid=S1646-107X201600050001000016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Newell, K. (1986). Constraints on the   development of the coordination. <i>In</i>: Wade M, &amp; Whiting TA, (Eds). <i>Motor     Development in children: aspects of control and coordination and control</i> (pp. 341-360) Leida: Martinus Nijhoff Publishers.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=360923&pid=S1646-107X201600050001000017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Nobre, F. S. S., Costa, C. L. A., Oliveira, D.   L., Cabral, D. A., Nobre G. C., &amp; Caçola P. (2009). Análise das   oportunidades para o desenvolvimento motor <i>(Affordances)</i> em ambientes   domésticos no Ceará – Brasil. <i>Revista Brasileira Crescimento e Desenvolvimento Humano</i>, <i>19</i>(1), 9-18.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=360925&pid=S1646-107X201600050001000018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Ronque, E. R. V., Cyrino, E. S., Dórea, V., Júnior, H.   S., Galdi, E. H. G., &amp; Arruda, M. (2007b). Diagnóstico da aptidão física em   escolares de alto nível socioeconômico: avaliação referenciada por critérios de saúde. <i>Revista Brasileira Medicina Esporte</i>, <i>13</i>(2), 71-76.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=360927&pid=S1646-107X201600050001000019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Ronque, E. R. V., Guariglia, D. A., Cyrino, E. S.,   Carvalho, F. O., Avelar, A. &amp; Arruda, M. (2007a). Composição corporal em   crianças de sete a 10 anos de idade, de alto nível socioeconômico. <i>Revista Brasileira Medicina Esporte</i>, <i>13</i>(6), 366-370.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=360929&pid=S1646-107X201600050001000020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Silva, A. J., Mourão-Carvalhal, M. I., Reis, V.   M., Mota, P., Garrido, N. D., Pitanga, F., &amp; Marinho, D. (2008). A   prevalência do excesso de peso e da obesidade entre crianças portuguesas. <i>Fitness &amp; Performance Journal, 7</i>(5), 301–305. <a href="https://doi.org/10.3900/fpj.7.5.301.p" target="_blank">https://doi.org/10.3900/fpj.7.5.301.p</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=360931&pid=S1646-107X201600050001000021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Silva, D. A. S., Pelegrini, A., Pires-Neto, C.   S., Vieira, M. F. S., &amp; Petroski, E. L. (2011). O antropometrista na busca   de dados mais confiáveis. <i>Revista Brasileira de Cineantropometria e Desempenho Humano, 13</i>(1), 82–85. <a href="https://doi.org/10.5007/1980-0037.2011v13n1p82" target="_blank">https://doi.org/10.5007/1980-0037.2011v13n1p82</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=360932&pid=S1646-107X201600050001000022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Souza, C. R. S., Silva, H. M., Santos, J. M.,   Krebs, R. J., &amp; Pinto, R. F. (2010). Desempenho em habilidades motoras de   crianças afrodescendentes da zona rural e urbana do município de Macapá, AP. <i>Fiep Bulletin</i>, <i>80</i>, (Special Edition), ARTICLE II.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=360933&pid=S1646-107X201600050001000023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Souza, M. S., Spessato, B. C., &amp; Valentini, N. C.   (2014) Percepção de competência motora e índice de massa corporal influenciam   os níveis de atividade física? <i>Revista Brasileira Ciência e Movimento</i>, <i>22</i>(2), 78-86.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=360935&pid=S1646-107X201600050001000024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Spessato, B. C., Gabbard, C., Valentini, N., &amp;   Rudisill, M. (2013). Gender differences in Brazilian children’s fundamental   movement skill performance. <i>Early Child Development and Care, 183</i>(7), 916–923. <a href="https://doi.org/10.1080/03004430.2012.689761" target="_blank">https://doi.org/10.1080/03004430.2012.689761</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=360937&pid=S1646-107X201600050001000025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Thomas, J. R., Nelson, J. K., &amp; Silverman, S. J.   (2011). <i>Métodos de pesquisa em atividade física </i>(6ª ed.) Porto Alegre: Artmed.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=360938&pid=S1646-107X201600050001000026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Ulrich, D. (2000). <i>The test of gross motor development.</i> Austin, TX: Prod-Ed.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=360940&pid=S1646-107X201600050001000027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Valentini, N. C. (2002). Percepções de Competência e   Desenvolvimento Motor de meninos e meninas: um estudo transversal. <i>Movimento</i>, <i>8</i>(2), 51-62.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=360942&pid=S1646-107X201600050001000028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Valentini, N. C. (2012). Validity and   Reliability of the TGMD-2 for Brazilian Children. <i>Journal of Motor Behavior,</i> <i>44</i>(4), 275-280.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=360944&pid=S1646-107X201600050001000029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Vieira, L. F., Teixeira, C. A., Silveira, J. M.,   Teixeira, C. L., Filho, A. O., &amp; Rorato, W. R. (2009). Crianças e   desenvolvimento motor: um estudo associativo. <i>Revista Motriz</i>, <i>15</i>(4), 804-809.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=360946&pid=S1646-107X201600050001000030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Zajonz, R., Muller, A. B., &amp; Valentini, N. C.   (2008). A influência de fatores ambientais no desempenho motor e social de   crianças de periferia de Porto Alegre. <i>Revista da Educação Física/UEM</i>, <i>19</i>(2), 159-171.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=360948&pid=S1646-107X201600050001000031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Agradecimentos:</b>    <br>   Nada   a declarar<b>    <br>   Conflito de Interesses:</b>    <br>   Nada   a declarar.<b>    <br>   Financiamento:</b>Nada a declarar.</font></p>     <p>&nbsp;</p> <font face="Verdana" size="2">     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p> <font face="Verdana"><sup><a name="end"></a><a href="#topo">*</a></sup></font><i>Autor Correspondente:</i> Curso de Educa&ccedil;&atilde;o   F&iacute;sica, UniCat&oacute;lica, R. Juv&ecirc;ncio Alves, 660, Quixad&aacute;, Brasil. CEP: 63900-257, Brasil.<i> Email: </i><a href="mailto:erisvandemones@bol.com.br">erisvandemones@bol.com.br</a></font>     <p></p>      ]]></body><back>
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