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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Relação entre variáveis físicas e de percepção de qualidade de vida de estudantes com idades de 14 a 16 anos da cidade de Quixadá, Ceará, Brasil.]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The study investigated the relationship between physical variables and quality of life perception variables of students aged 14 to 16 years old from Quixadá city, Ceará, Brazil. Forty eight subjects (24 men and 24 women) were included in the sample. The WHOQOL-BREF questionnaire was used to identify the QoL domains of participants and along with BMI measurements, waist-to-hip ratio (WHR), flexibility and application of IPAQ. Data was analyzed by descriptive statistics (mean, standard deviation, coefficient of variation and median and interquartile range) and normality was tested. Mann-Whitney U test was used to compare subjects in relation to gender and t test or Wilcoxon was used to the group analysis in relation to time. In the pre and post analysis regarding questions 1 and 2 it can be seen that self-rated life quality increased from 8.3 to 12.5 at the "very good", however with no significant differences. In conclusion, the relationship of physical domain and QoL perception were satisfactory. Therefore, QoL should be encouraged from an active lifestyle along with changing of life habits.]]></p></abstract>
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<kwd lng="en"><![CDATA[physical fitness]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[  <font face="Verdana" size="2">        <p align="right"><b>ARTIGO ORIGINAL</b></p>      <p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="4" face="Verdana"><b>Relação entre   variáveis físicas e de percepção de qualidade de vida de estudantes com idades   de 14 a 16 anos da cidade de Quixadá, Ceará, Brasil.</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Relationship   between physical variables and quality of life perception of students aged 14   to 16 in the city of Quixadá, Ceará, Brazil.</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Cristiane S. da Silva<sup>1,2,<a href="#end">*</a></sup><a name="topo"></a>; Messias Bezerra de Oliveira<sup>1</sup>; Francisco Jeci de Holanda<sup>1</sup>; Erisvan Demones Tavares<sup>1,3</sup>; Ivna Z. Figueredo da Silva<sup>1</sup>; Antonio Braulio Leal de Carvalho<sup>1</sup></b></p> </font>     <p><font size="2" face="Verdana"><sup>1</sup>Centro   Universit&aacute;rio Cat&oacute;lica de Quixad&aacute; (UniCat&oacute;lica), Quixad&aacute;, Cear&aacute;, Brasil.    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>   <sup>2</sup>Universidade Federal do Cear&aacute; (UFC),     Fortaleza, Brasil.    <br>     <sup>3</sup>Universidade Tr&aacute;s-os-Montes e Alto Douro (UTAD), Vila Real, Portugal</font></p>     <p>&nbsp;</p> <font face="Verdana" size="2">     <p>&nbsp;</p> </font> <hr noshade size="1"> <font face="Verdana" size="2">     <p><b>RESUMO</b></p>     <p>O estudo   verificou a relação das variáveis físicas e de percepção de qualidade de vida   de estudantes com idades de 14 a 16 anos da cidade de Quixadá, Ceará, Brasil. A   amostra foi constituída por 48 sujeitos (24 homens e 24 mulheres). O   questionário WHOQOL-BREF foi utilizado para identificar a qualidade de vida e   domínios dos participantes juntamente com as mensurações de Índice de Massa   Corporal - IMC, Índice de Relação Cintura-Quadril - IRCQ, flexibilidade e   aplicação do Questionário Internacional de Atividade Física - IPAQ. Testada a   normalidades das variáveis, realizou-se comparação dos sujeitos em relação ao   sexo por meio do Teste U de Mann-Whitney e temporalmente pelo teste de t   pareado ou Wilcoxon. Na análise pré e pós em relação questões 1 e 2 percebe-se   que a auto avaliação da qualidade vida passou de 8.3 para 12.5 no nível “muito   boa”, no entanto, não se obteve diferença significativa. Em conclusão, as   relações de domínio físico e de percepção de QV foram satisfatórios. Portanto,   a QV deve ser estimulada a partir de um estilo de vida ativo juntamente com mudança de hábitos de vida.</p>     <p><b>Palavras-chave: </b>estilo de vida, qualidade de vida, hábitos.</p> </font> <hr noshade size="1"> <font face="Verdana" size="2">     <p><b>ABSTRACT</b></p>     <p>The study   investigated the relationship between physical variables and quality of life   perception variables of students aged 14 to 16 years old from Quixadá city,   Ceará, Brazil. Forty eight subjects (24 men and 24 women) were included in the   sample. The WHOQOL-BREF questionnaire was used to identify the QoL domains of   participants and along with BMI measurements, waist-to-hip ratio (WHR),   flexibility and application of IPAQ. Data was analyzed by descriptive   statistics (mean, standard deviation, coefficient of variation and median and   interquartile range) and normality was tested. Mann-Whitney U test was used to   compare subjects in relation to gender and t test or Wilcoxon was used to the   group analysis in relation to time. In the pre and post analysis regarding   questions 1 and 2 it can be seen that self-rated life quality increased from   8.3 to 12.5 at the &quot;very good&quot;, however with no significant   differences. In conclusion, the relationship of physical domain and QoL   perception were satisfactory. Therefore, QoL should be encouraged from an active lifestyle along with changing of life habits.</p>     <p><b>Keywords:</b> developmental coordination disorder, children, physical fitness </p> </font> <hr noshade size="1"> <font face="Verdana" size="2">     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>INTRODUÇÃO</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>A qualidade de vida tornou-se um dos temas em destaque   para a sociedade e tem sido empregado em vários estudos atuais (Cieslak et al.,   2007; Cieslak et al., 2008; Eljedi, Mikolajczyk, Kraemer, &amp; Laaser, 2006;   Tsutsumi et al., 2006; Wang, Yao, Tsai, Wang, &amp; Hsieh, 2006). No entanto, o   tema é bastante complexo, pois envolve aspectos objetivos e subjetivos, estilos   de vida bem como fatores multidimensionais. Nesta pesquisa consideramos as variáveis físicas e de percepção associada à qualidade de vida.</p>     <p>O World Health Organization Quality of Life Group   conceitua a QV a partir da definição da Organização Mundial da Saúde (OMS) como   a percepção do indivíduo quanto à sua posição na vida, no contexto da cultura e   do sistema de valores em que vive, levando em conta suas metas, expectativas, padrões e preocupações (Fleck, 2000). </p>     <p>Para Nahas (2010), o conceito de QV é diferente de   autor para autor, de pessoa para pessoa e pode mudar ao longo da vida de cada   um. De acordo com Mynaio, Hartz, e Buss (2002), QV é uma noção humana que   reflete o grau de satisfação do indivíduo em relação a diversos aspectos de sua   vida. Devido à amplitude de fatores que compõe a QV, este conceito é utilizado   em diversas áreas do saber, permitindo que as comunidades avaliem seu cotidiano   em relação a saúde, justiça, ética e demais fatores que estejam diretamente ligados à sua vida (Lima, 2002).</p>     <p>No entanto, há um consenso de que a QV deve ser   avaliada como um fator multidimensional, neste trabalho foi considerado as   variáveis físicas e de percepção da qualidade de vida em acadêmicos de nível tecnológico.</p>     <p>De acordo com os diretos da população jovem, a   Organização das Nações Unidas (2010) define juventude como a faixa de   indivíduos com 15 a 24 anos de idade. O número de pessoas nessa faixa etária   tem aumentado desde 1945, chegando a 1 bilhão em 1990. Em 2005, os jovens eram   1.02 bilhão, ou 15.8% da população mundial. Trata-se de uma parcela importante   da população que, de acordo com projeções da ONU, irá aumentar para 1.4 bilhão até 2025.</p>     <p>Cerca de um terço da população brasileira é composta   por jovens e os pesquisadores do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada   (Ipea) afirmam que o Brasil teve em 2010 cerca de 51 milhões de população jovem   entre 15 e 29 anos. Essa característica é conhecida como “onda jovem”, ou seja,   alterações etárias na pirâmide demográfica brasileira que irão ecoar na sua qualidade de vida.</p>     <p>Quando relacionada a qualidade de vida de estudantes   universitários e a percepção do sujeito no seu meio com ações, e adaptações de   novos ciclos de Ensino Superior, esses estudantes em novos meios sociais, com   relações interpessoais, em grupo de sujeitos, mas maduros estabelecendo   relações de especificidade (Pascarella &amp; Terenzini, 2005; Reason, Terenzini,   &amp; Domingo, 2006). Em que a qualidade de vida desses universitários durante   período de formação na universidade, variáveis funcionais no estado de saúde, nível de stress, físico e psicológico (Fleck, 2000). </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Muitos estudantes entram em um processo de desequilíbrio   psicológico, altera as funções da homeostase em níveis de repouso, alterando   seu estado de saúde, e fatores psicossociais na sua individualidade biológica,   um período de mudanças profundas nas suas relações e hábitos (Catunda &amp;   Ruiz, 2008). Sendo uma ocasião que, muitas vezes, os universitários vão deparar   com stress e obrigações não tendo bem-estar, desta forma, o estudante   geralmente coloca em segundo plano a sua qualidade de vida, não fazendo   atividade física que o essencial de todos os seres humanos que devido essa nova   etapa em suas vidas ocorrem alterações negativas para saúde do indivíduo que   altera sua funcionalidade fisiológica, e adquirida novos valores no espaço com a interação com ambiente da universidade (Pascarella &amp; Terenzini, 2005). </p>     <p>Em seus estudos (Bublitz, Guido, Freitas, &amp; Lopes,   2012; Calais et al., 2007; Tombolato, 2005) procurou saber a percepção da   qualidade de vida em universitários, uma da possível causa negativa, que muitos   estudantes têm que trabalhar e estudar para sobrevivência, muitas vezes,   fatores psicobiológico como cansaço físico e mental ocorrido no trabalho, o   estudante ao chegar na sua casa nesse estado, e tem que ir para faculdade de   noite em um estado fisiológico alterada principalmente homeostase que e   equilíbrio, interno e externo com uma baixa capacidade funcional, sem energia,   com dificuldade de compreender aula, deficiência na aprendizagem gerando incapacidade de realizar funções básicas, afetando a saúde.</p>     <p>A personalidade do estudante também vai influência as variáveis   da saúde e como ele vai agir no meio acadêmico. Foi verificado que a qualidade   de vida dos universitários está associada a fatores psicológicos, social,   ambiente, físico que há predomínio do gênero feminino em termo de qualidade de vida no contexto da universidade (Catunda &amp; Ruiz, 2008). </p>     <p>Principalmente, os contextos específicos dos homens no   seu estilo de vida mais consomem de álcool, menos cuidado com saúde em relação   a gênero feminino, ocorrendo problema na saúde, afetando no rendimento no nível   superior por parte do universitário, que tem outros fatores negativos na saúde   como fatores psicobiológico, stress, pressão por sucesso profissional, muitos   perdem noites de sono estudando para rendimento acadêmico (Botti, Lima, &amp; Simões, 2010). </p>     <p>Diante deste cenário, o lazer fica em segundo plano   acadêmico deixa de vivencia momentos de lúdico para focar nas tarefas da   universidade não tendo lazer não ativo conectado as redes sociais, a novas   tecnologias nos momentos sem aula, não fazendo atividade física (Ateca-Amestoy, Serrano-del-rosal, &amp; Vera-Toscano, 2008). </p>     <p>Uma questão relevante é o tabagismo e alcoolismo   entrem universitários, quando entra no ensino superior, muitos alterar seus   hábitos e estilo de vida, vão morar em república com outros universitários, sem   a família muitos acaba deixado de cuida da saúde e por influência dos novos   amigos no ambiente da república acaba fazendo hábitos diferentes, como fuma e   bebidas alcoólicas na sua rotina universitária (Silva, Malbergierii, Stempliuki, &amp; Andradei, 2006).</p>     <p>Outra questão que influência na saúde dos estudantes   universitários de forma negativa é a muitos deles reside em moradias com o   quantitativo elevado no mesmo local, devido essas razões alteram seus hábitos   de vida negativamente nesse ambiente, consequentemente há um descuido em relação à higiene no local, com a alimentação, fatores que interferem na QV. </p>     <p>De acordo com os dados do INEP de 2013, no período   2012-2013, a matrícula cresceu nos cursos tecnológicos em torno de 13.7% e   aumentou 24.1% em média anualmente. Assim, destaca-se a relevância científica e   social de se averiguar as condições que interferem no bem-estar de estudantes   universitários e os fatores associados à qualidade de vida dos jovens. Torna-se   fundamental construir um movimento no direcionamento de valorização de ações   voltadas para a determinação de variáveis que possam contribuir com o bem-estar dos indivíduos por meio da melhoria dos hábitos saudáveis da população.</p>     <p>Com base neste panorama, este estudo objetivou   verificar a associação das variáveis físicas e de percepção relacionadas à   qualidade de vida de estudantes com idades de 14 a 16 anos cidade de Quixadá, Ceará, Brasil.</p>     <p>&nbsp;</p> </font>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="3" face="Verdana"><b>MÉTODO</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>O estudo foi do tipo longitudinal, de natureza descritiva e de abordagem quantitativa (Thomas, Nelson, &amp; Silverman, 2012).</p>     <p><b>Participantes</b></p>     <p>Composta por 48 estudantes de nível tecnológico, sendo   24 homens e 24 mulheres de um Instituto Federal no Estado do Ceará. Localizada   na cidade de Quixadá, interior do Ceará, mais precisamente no Sertão Central do Estado.</p>     <p><a name="t1"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/mot/v12s1/12s1a12t1.jpg" width="359" height="181"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p><b>Instrumentos</b></p>     <p>Foi utilizado o questionário WHOQOL-bref da   Organização Mundial da Saúde - OMS como ferramentas e procedimentos de pesquisa   com utilização de medidas biológicas e físicas do individuo, nas quais eram   IRCQ, IMC, flexibilidade na qual entra na avaliação física com analise do teste   de pós na análise de verificação das amostras do estudo, com aplicação dos   questionários, IPAQ, WHOQOL-bref na análise da qualidade de vida dos estudantes   do instituto tecnológico e na sua percepção, com avaliação da composição corporal.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>Procedimentos</b></p>     <p>Foram seguidos os princípios éticos de todos os   sujeitos que participaram do estudo assinaram um termo de consentimento livre e   esclarecido da resolução nº 466, de 12 de dezembro de 2012, respeitando os   direitos humanos no desenvolvimento do estudo, os dados foram coletados nos   meses de março de 2011, na qual foram realizados os pré- testes com   voluntários, aplicação de questionários,    as avaliações e intervenções com aulas de educação física escolar  com duração total de 40h/aula e o pós – teste foi realizado quatro messes depois no mês de agosto de 2011.</p>     <p><b>Análise estatística</b></p>     <p>Os dados foram analisados via estatística descritiva   (média devio-padrão, coeficiente de variação e mediana e intervalo   interquartílico). Testada as normalidades das variáveis, realizou-se comparação   dos sujeitos em relação ao sexo por meio do Teste U de Mann-Whitney e   temporalmente (pré-teste e pós-teste) pelo teste de t pareado ou Wilcoxon.   Também foi realizada a correlação com o Rô de Spearman entre as variáveis   considerando significativas as relações menores que 0.05. Para as análises, utilizou-se o software SPSS 22.0.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><a href="/img/revistas/mot/v12s1/12s1a12t2.jpg">Tabela 2</a></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>RESULTADOS</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>Na análise pré e pós sobre como o participante   avaliaria sua qualidade de vida  e se   está satisfeito com sua saúde, respectivamente, percebe-se que a auto avaliação   de saúde passou de 8.3 para 12.5 no nível “muito boa”, no entanto, não   obteve-se diferença significativa, assim como a auto avaliação da satisfação   com a saúde foi alta e que melhorou no momento pós, mas teve diferença   estatística nos resultados da tabela, com divisão por categoria e perguntar com   teste de Wilcoxon na validação das variáveis de estudo, com aumento dos valores   depois da verificação do teste de pós os estudantes aumentaram seu nível de satisfação em relação a sua qualidade de vida.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Ainda com as variáveis anteriores, agora comparando   por sexo, não se obteve diferenças significativa entre homens e mulheres em   relação a auto avaliação da qualidade de vida e sobre a satisfação com sua   saúde, os dados mostraram variações com aumento e diminuição de valores na análise de pós na <a href="/img/revistas/mot/v12s1/12s1a12t3.jpg">tabela 3</a>. </p>     
<p>Conforme a <a href="/img/revistas/mot/v12s1/12s1a12t3.jpg">tabela 3</a>, quando questionados sobre a auto   avaliação da qualidade de vida, os homens que optaram pelo item “ruim”   aumentaram seus resultados enquanto as mulheres diminuíram os valores na   intervenção da análise de pós-teste. No nível “nem ruim nem boa” os homens   diminuíram seus valores e as mulheres aumentaram. No índice “boa” sobre a auto   avaliação da qualidade de vida, os homens permaneceram com mesmos valores no   pré-teste e pós-teste, entretanto, em relação às mulheres ocorreu a diminuição   dos valores estatístico em comparativo com o grupo dos homens. No índice “muito   boa”, as mulheres permaneceram com mesmos índices e resultados do pré-teste e   pós-teste, no entanto, houve um aumento considerável nos homens em seus valores na auto avaliação da qualidade de vida.</p>     
<p>De acordo com a <a href="/img/revistas/mot/v12s1/12s1a12t4.jpg">tabela 4</a>, quando questionados sobre a   satisfação em relação à sua saúde, o nível de “muito insatisfeito” das mulheres   houve uma diminuição dos resultados apresentando uma melhora das análises de   pós-teste, porém esta mesma melhoria não ocorreu com os homens em estudo, pois   os valores estatísticos aumentaram em comparativo na amostra de pré-teste. Em   relação ao índice “insatisfeito”, as mulheres aumentaram estatisticamente em   comparação no pré-teste, assim como, os homens, que também houve uma crescente   nos índices na avaliação de pós-teste. No nível “nem satisfeito nem   insatisfeito”, ocorreu uma diminuição tanto nas mulheres quanto nos homens na   verificação de pós-teste. No índice “bom” em termo de satisfação com a   qualidade de vida, as mulheres apresentaram aumento dos valores, os homens   diminuíram seus resultados de pós-teste. No índice de “muito satisfeitos” houve   um aumento no pós-teste em relação ao pré-teste, no entanto, os resultados das   mulheres de pós-teste apresentaram uma diminuição das variáveis dos valores estatísticos analisados com teste de Mann-Whitney.</p>     
<p>Em relação às medidas biológicas e de qualidade de   vida pré-teste e pós-teste, tem-se que os resultados com diferenças foram   apenas o IRCQ e o Domínio Físico. Todos os outros, não tiveram diferenças consideráveis na comparação das medidas pré e pós.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><a href="/img/revistas/mot/v12s1/12s1a12t5.jpg">Tabela 5</a></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><a href="/img/revistas/mot/v12s1/12s1a12t6.jpg">Tabela 6</a></p>     
<p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>No domínio físico, no pré-teste mostraram-se variáveis   menores e comparação com o pós-teste no estudo, ocorreram alterações nos   resultados na análise de pós-teste em relação à percepção e auto avaliação da   qualidade de vida de estudantes universitários, e o domínio psicológico uma importante variável do WHOQOL-Bref.</p>     <p>Nos índices de flexibilidade aconteceu aumento dos   resultados nas variáveis de estudos, devido o teste de auto- avaliação   aconteceu uma diminuição dos valores da composição corporal de gordura dos   estudantes universitários em comparativo com fatores anteriores de estudo e dos valores encontrado.</p>     <p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>DISCUSS&Atilde;O</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>A percepção de qualidade de vida quando da prática de   atividade física é fortemente influenciada por aspectos culturais, físicos e   sociais. Este é um aspecto importante, já que os determinantes sociais   representam relevante expressão das condições de saúde da população, assim   como, o nível de desenvolvimento dos países parece estar em conexão com a   prática de atividade física das respectivas populações (Pucci, Rech, Fermino, &amp; Reis, 2012).</p>     <p>A qualidade de vida (QV) é um construto subjetivo e   multidimensional, definido como a percepção do indivíduo sobre a posição na   vida, no contexto sociocultural, que considera seus objetivos, padrões,   expectativas e preocupações. Relaciona-se com o bem estar pessoal e abrange   aspectos como o estado de saúde, lazer, satisfação pessoal, hábitos e estilo de vida (Pucci et al., 2012). </p>     <p>Sonatti et al. (2014) relata que a percepção da   qualidade de vida é fortemente influenciada pelo aspecto do domínio físico,   habilidades para a vida diária, pela energia para o desempenho do cotidiano e   pelas dores, mais que isso, o autor afirma que a prática de exercícios físicos   contribui com a melhora desses fatores, refletindo positivamente na qualidade de vida e de saúde. </p>     <p>O estudo de Baraldi et al. (2015) converge na mesma   direção dos resultados encontrados, sobretudo no que se refere a satisfação da maior parte da população estudada com a sua saúde.</p>     <p>Apesar de não termos encontrado diferenças   significativas, os resultados apontam para a mesma direção dos achados de Silva,   Malbergierii, Stempliuki, &amp; Andradei (2006) em seu estudo sobre atividade   física e qualidade de vida, que encontrou produto indicando o sexo feminino com   melhor qualidade de vida no quesito domínio físico, bem como, nos quesitos ambiente psicológico e meio ambiente.</p>     <p>Nahas (2010) afirma que a atividade física tem   apresentado impacto positivo na Qualidade de Vida, independente de idade, estado de saúde, tipo de atividade física e sexo.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Corroborando com os estudos de Baraldi et al. (2015),   Bampi, Baraldi, Guilhem, Araújo, e Campos (2013), Arronqui, Lacava, Magalhães,   e Goldman (2011) que encontraram a percepção de qualidade de vida como boa ou   muito boa em maior parte dos acadêmicos estudados, os nossos achados   convergiram relatando os maiores escores de qualidade de vida e percepção de saúde satisfatória está entre pessoas ativas fisicamente. </p>     <p>No que tange a satisfação com a saúde, os resultados   apresentam os homens mais satisfeitos no pré-teste e as mulheres mais   satisfeitas no pós-teste. São poucas as pesquisas realizadas no Brasil   evidenciando a percepção de qualidade de vida e saúde entre os sexos, sobretudo,   entre jovens de ensino tecnológico. Eurich e Kluthcovsky (2008) acharam   associações significativas entre o sexo e os domínios físicos e psicológicos   com maiores escores médios para o sexo masculino no domínio físico e psicológico em relação ao sexo feminino. </p>     <p>Os achados de Guimarães, Scotti, Soares, Fernandes,   &amp; Machado (2012), apresentam a qualidade de vida intimamente relacionada a   prática de atividade física, esta relação deve – se ao fato de que a atividade   física exerce impacto positivo na morbidade e em consequência, na mortalidade da população geral.</p>     <p>De modo geral os acadêmicos avaliam sua saúde como   boa, fato que pode ser explicado por nenhum dos participantes do estudo   apresentarem problemas de saúde (Leite, Grillo, Caleffi, Mariath, &amp; Stuker, 2011).</p>     <p>Quando correlacionado as variáveis a fim de perceber   se há possível relação entre uma variável biológica e uma de autoavaliação,   obteve-se que na medida pré teste a Flexibilidade estava relacionada   positivamente com a auto percepção ambiental (Domínio Ambiental) e IPAQ com o   domínio psicológico. Já no pós, apenas o IPAQ e o q1 tiveram relação   significativa. Todas as outras relações significativas tanto nas medidas pré quanto na, pós foram entre variáveis de autoavaliação da qualidade de vida. </p>     <p>Smith-Menezes, Duarte, e Silva (2012) estudando a   inatividade física, comportamento sedentário e excesso de peso corporal   associados à condição socioeconômica em jovens apresentou resultados parecidos   com o descrito, quando relatam o comportamento sedentário (CS) e o nível   insuficiente de atividade física (NIAF) apresentarem relação direta com algumas variáveis sociodemográficas, comportamentais e outras variáveis ambientais.</p>     <p>Nos resultados de índice da massa corporal, as   variáveis de estudo mostraram diminuição do IMC, na análise de pós aconteceu   diminuição dos valores na massa corporal, com aumento das variáveis de   flexibilidade, com aumento significativo dos valores na análise de pós nas   variáveis de estudo na verificação da flexibilidade, nas relações dos domínios   do questionário WHOQOL-bref, seus domínios aumentaram significativamente seus   estilos de vida principalmente devido às novas tecnologias com hábitos   sedentários, ingestão de álcool com valores de resultados a pós-análise desse   estudo, aspectos físicos, mudança nos índices com melhora dos valores das   variáveis físicas nos voluntários da pesquisa com alto-avaliação das variáveis   da qualidade de vida em indivíduo universitária de uma intuição de ensino superior IES. </p>     <p>O IPAQ mostrou-se diminuição dos resultados, com   diminuição do IRCQ no teste de pós, isso significa que a uma diminuição da   composição lipídica na relação cintura e quadril na avaliação da composição   corporal com melhora do perfil lipídica, após verificação dos testes de pós com valores de melhoria da qualidade de vida.</p>     <p>Com alteração dos resultados dos fatores psicológicos   dos estudantes, com aumento dos resultados, mostrando resultados esperados em   comparativo com outras pesquisas realizadas, devido ser um período de mudança   na vida dos universitários entra na universidade e passa por fatores negativos,   com mudança da alteração na personalidade, com todas essas mudanças do modo de   vida acabam afetando os aspectos da saúde principalmente na capacidade   funcional do estudante, aspectos específicos que são variáveis importantes na   avaliação da qualidade de vida dos grupos epidemiológicos, todos os domínios   apresentam valores maiores após, ou seja, mostrou-se eficaz dessa avaliação na   melhoria da qualidade de vida desse estudante universitário, o domínio social e   fator essencial no ambiente de uma universidade mostram-se na análise de pós a   um aumento das variáveis dos resultados, nos valores do domínio ambiente, ocorrem valores maiores no teste de após análise de verificação do estudo.</p>     <p>É comum encontrar escores elevados para os domínios   meio ambientes, domínio físico e relações sociais (Bampi, Baraldi, Guilhem,   Araújo, &amp; Campos, 2013; Baraldi et al., 2015). Já Leite, Grillo, Caleffi,   Mariath, e Stuker (2011) encontrou maiores escores para o domínio relações sociais, enquanto o domínio meio ambiente menor pontuação.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Com estilo de vida analisado no estudo e com   alterações nos resultado da qualidade de vida (Reis Filho et al., 2011), na sua   saúde e na sua capacidade funciona do seu sistema de homeostase do seu   equilíbrio de  qualidade de vida em sua   vida em variáveis cognitivas, com hábitos não muito ativo em relações   interpessoais (Boniwell, 2012) alterando sua mobilidade funcional, biológica,   social, com estilo não ativo em uma sociedade com hábitos sedentários, na qual   no estudo verificou que no pré-teste ocorreram alterações nos resultados na   avaliação do pós-teste e com transformações significativas nos valores obtidos nas relações do domínio social em universitários Hefferon e Boniwell (2011).</p>     <p>Eurich e Kluthcovsky (2008) encontraram resultados   semelhantes, evidenciando maior escore médio para o domínio físico. E   apresentaram diferenças estatisticamente significativas ocorreram entre os   domínios psicológico e relações sociais, sendo que o primeiro foi o pior em termos de avaliação, e o segundo, o mais bem avaliado.</p>     <p>Com estilos de vida diferentes, estudante tem   alterações no sono, stress pressão de resultados exercida pela a família   variável de fatores negativos na sua saúde em ambiente novo na universidade na   sua capacidade funciona do seu sistema nervoso e manutenção da homeostase do   seu equilíbrio psicológico e avaliação qualidade de vida em sua vida nas   variáveis cognitivas, e fator social questão de relações com outros indivíduos   com hábitos não muito ativos nas relações interpessoais entrando em um mundo   tecnológico em redes sociais como meio de socializar com novos modelos de   tecnologia e alterando sua mobilidade funcional, biológica, social, cognitiva,   com estilo não ativo em sociedade, no estudo verificou que no teste de pré   ocorreu alterações nos resultados na avaliação de pós e com transformações   significativas nos valores obtidos nas relações do domínio social em universitários.</p>     <p>Em estudos com idosos praticantes de exercícios   físicos apresentaram maior disposição e possuem melhor desempenho na execução   de suas tarefas, o que proporciona maior incentivo para a procura de mais   atividades, tornando os assim muito ativos. Dessa forma, tinham energia   suficiente para o dia a dia, boa capacidade de locomoção, satisfação com seu   sono e com sua capacidade para exercer as atividades de vida diária e de trabalho.</p>     <p>Este estudo constatou que indivíduos considerados   ativos e que praticam exercícios físicos têm uma qualidade de vida melhor, se   comparados aos indivíduos ativos que não praticam exercícios físicos. Essa   diferença se dá pelo fato de os praticantes de exercícios físicos conviverem   mais tempo em grupo, sentirem-se capacitados e independentes, facilitando a   participação dos mesmos na sociedade e possibilitando a realização das atividades cotidianas.</p>     <p>No estudo realizado com universitários desse instituto   tecnológico apresentaram aumento dos valores significativos da avaliação da   qualidade de vida nos testes de pós-análises das amostras na pesquisa a, principalmente   na composição corporal dos universitários com reduções significativas das   variáveis corporal e fisiológicas. Desses indivíduos de ensino superior, foram   realizadas perguntas como fator de autoavaliação da qualidade de vida, adotando   procedimentos nos estudos, na qual perceber que não aconteceram mudanças   significativas nas variáveis de estudo em comparação com o teste de pré na   analise dos resultados da pesquisa, os valores mais significativos foi na   composição corporal com melhora dos índices pós analise com alterações das   variáveis de saúde e diminuição da composição lipídica desses indivíduos   universitários. Esses valores específicos na análise de pré e pós-teste   considerados valores relativos e significativos em termo de saúde e qualidade de   vida em grupo de indivíduos universitário devido essa mudança de rotina e fatores do ambiente.</p>     <p>Em que a qualidade de vida desses universitários nas   variáveis de flexibilidade e sua capacidade funcional nos aspectos de saúde, a   nível físico e social e psicológico e ambiente em um estado de pós-teste da   qualidade de vida desses indivíduos (Almeida, Silva, Santini, &amp; Filho,   2012; Reboli, Travain, Santini, &amp; Filho, 2012), são variáveis essencial na   vida dos universitários, muitos estudantes entra em um processo de   desequilíbrio psicológico, altera as funções da homeostase em níveis de   repouso, alterando seu estado de saúde, e fatores psicossociais na sua   individualidade biológica, um período de mudanças profundas nas suas relações e hábitos (Sousa, 2011).</p>     <p>Sendo um período que muitas vezes os universitários   vão deparar com stress e obrigações não tendo bem-estar, o estudante colocando   em segundo plano a sua qualidade de vida, não fazendo atividade física que o   essencial de todos os seres humanos que devido essa nova etapa em suas vidas,   ocorrem alterações negativas para saúde do indivíduo que altera sua   funcionalidade fisiológica, e adquirida novos valores na sua personalidade (Lindstrom &amp; Rosvall, 2012).</p>     <p>Durante o período na universidade pode ter uma   contribuição nos valores encontrados na pesquisa valores considerados bons nas   variáveis dos resultados na percepção dos universitários nas valências física,   psicológica, ambiente, social nos testes de pré com aumento significativo dos   valores na análise de pós mostrando que houve aumento na variável de qualidade   de vida em aplicação do teste de avaliação analisado a sua flexibilidade com   aferição do IMC apresentou resultados de diminuição nos seus valores no teste   de pós em comparativo com teste de pré principalmente na composição do estado   físico nas valências do estudo na qual foi dividido em domínios mostrando   valores específicos e significativos no estudo apresentado e realizado com   universitários em um instituto tecnológico com estudantes em nível de qualidade   de vida e melhoria das valências da Saúde e diminuição dos valores negativos e   aumento de variáveis positiva na composição biológica, fisiológica, física, psicologia, ambiente, social, com aumento significativo da qualidade de vida.</p>     <p>&nbsp;</p> </font> <b><font size="3" face="Verdana">CONCLUS&Otilde;ES</font></b><font face="Verdana" size="2">     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Neste artigo analisamos de que modo os domínios   físicos e de percepção dos indivíduos influenciam sua qualidade de vida. Em   relação à autoavaliação de sua QV apresentaram níveis sensíveis e influenciado   pelo aspecto do domínio físico, pelas habilidades para a vida diária, pela   energia para o desempenho do cotidiano e pelas dores. Em relação à percepção da   QV e o sexo não houve diferença significativa. Contudo, os elevados escores de   QV e saúde estão diretamente ligados a pessoas ativas fisicamente. Para a saúde,   os acadêmicos avaliaram sua saúde em geral como boa, apresentaram diferença   apenas no IRCQ e no domínio físico quando relacionados às medidas biológicas e   de qualidade de vida no pré e no pós- teste. No que se refere ao restante das   dimensões físicas observou-se uma relação significativa tanto nas medidas pré   quanto na pós. Em relação ao domínio de percepção da qualidade de vida, houve   alterações no domínio psicológico uma importante variável do WHOQOL-bref. O   domínio físico, o domínio social e o domínio psicológico apresentaram níveis   significativos de sensibilidade em relação à qualidade de vida total dos   participantes. Pode-se verificar que a alterações significativas dos valores   principalmente na composição corporal na avaliação da qualidade de vida em   comparação com outros testes de analise de pré e pós, evidente que na   literatura, a qualidade de vida é um fator de avaliar a saúde do sujeito em relação seu estilo de vida, ativo ou não ativo.</p>     <p>Por fim, os resultados mostraram que a qualidade de   vida é uma variável importante na melhoria da saúde e capacidade funcional,   cognitiva, biológica, mostrando nas valências. Apresentaram quantitativamente   que os índices regulares no estudo realizado, constatam a importância do   exercício físico na qualidade de vida dos universitários na sua percepção em relação à avaliação de sua saúde.</p>     <p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>REFERÊNCIAS</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <!-- ref --><p>Almeida, J. B.,   Silva, W. V., Santini, E., &amp; Reis-Filho, A. D. (2012). Aplicação de   diferentes tipos de treinamento de força em idosas: estudo de casos. <i>RBPFEX     - Revista Brasileira de Prescrição e Fisiologia do Exercício</i>, <i>6</i>(31), 43–49.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=361280&pid=S1646-107X201600050001200001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Arronqui, V. G.,   Lacava, R. M. V. B., Magalhães, S. M. F., &amp; Goldman, R. E. (2011).   Percepção de graduandos de enfermagem sobre sua qualidade de vida. <i>Acta Paulista de Enfermagem</i>. <i>24</i>(6), 762-765.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=361282&pid=S1646-107X201600050001200002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Ateca-Amestoy,   V., Serrano-del-Rosal, R., &amp; Vera-Toscano, E. (2008). The leisure experience. <i>The Journal of Socio-Economics</i>, <i>37</i>(1), 64–78. <a href="https://doi.org/10.1016/j.socec.2006.12.025" target="_blank">https://doi.org/10.1016/j.socec.2006.12.025</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=361284&pid=S1646-107X201600050001200003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Bampi, L. N. da   S., Baraldi, S., Guilhem, D., Araújo, M. P. de, &amp; Campos, A. C. de O.   (2013). The quality of life of medical students at the University of Brasilia, Brazil. Revista Brasileira de Educação Médica, 37(2), pp. 217–225&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=361285&pid=S1646-107X201600050001200004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Baraldi, S.,   Bampi, L. N. da S., Pereira, M. F., Guilhem, D. B., Mariath, A. B., &amp;   Campos, A. C. O. (2015). Avaliação da qualidade de vida de estudantes de nutrição. <i>Trabalho, Educação e Saúde, 13</i>(2), 515–531. <a href="https://doi.org/10.1590/1981-7746-sip00014" target="_blank">https://doi.org/10.1590/1981-7746-sip00014</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=361286&pid=S1646-107X201600050001200005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Bargadi, M. P.   (2007). <i>Evasão e comportamento vocacional de universitários: estudos sobre o     desenvolvimento de carreira na graduação</i> (Dissertação de Doutoramento em Psicologia). Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Rio Grande do Sul&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=361287&pid=S1646-107X201600050001200006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Boniwell, I.   (2012). <i>Positive psychology in a nutshell: the science of happiness</i> (3rd ed.). New York: Mcgraw-Hill.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=361288&pid=S1646-107X201600050001200007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Botti, N. C. L.,   Lima, A. F. D. de, &amp; Simões, W. M. B. (2010). Uso de substâncias   psicoativas entre acadêmicos de enfermagem da Universidade Católica de Minas Gerais. SMAD. Revista Eletrônica Saúde Mental Álcool e Drogas, 6(1), 1–20. <a href="https://doi.org/10.11606/issn.1806-6976.v6i1p1-20" target="_blank">https://doi.org/10.11606/issn.1806-6976.v6i1p1-20</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=361290&pid=S1646-107X201600050001200008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Bublitz, S.,   Guido, L. A., Freitas, E. O., &amp; Lopes, L. F. D. (2012). Estresse em   estudantes de enfermagem: uma revisão integrativa. <i>Revista de Enfermagem UFSM</i>, <i>2</i>(3), 530-538.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=361291&pid=S1646-107X201600050001200009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Calais, S. L.,   Carrara, K., Brum, M. M., Batista, K., Yamada, J. K., &amp; Oliveira, J. R. S.   (2007). Stress entre calouros e veteranos de jornalismo. <i>Estudos de Psicologia (Campinas)</i>, 24(1), 69–77. <a href="https://doi.org/10.1590/S0103-166X2007000100008" target="_blank">https://doi.org/10.1590/S0103-166X2007000100008</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=361293&pid=S1646-107X201600050001200010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Catunda, M. A.   P., Ruiz, V. M. (2008). Qualidade de vida de universitários. <i>Pensamento plural, 2</i>(1): 22-31 &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=361294&pid=S1646-107X201600050001200011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Cieslak, F.,   Levandoski, G., Góes, S. M., Santos, T. K., Vilela Junior, G. B., &amp; Leite,   N. (2007). Relação do nível de qualidade de vida atividade física em acadêmicos   do curso de educação física. <i>Fitness and Performance Journal, 18</i>(6), pp. 317-319.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=361295&pid=S1646-107X201600050001200012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Cieslak, F.,   Levandoski, G., Quadros, T. M. B., Santos, T. K., Vilela Junior, G. B., &amp;   Leite, N. et al. (2008). Relação da qualidade de vida com parâmetros   antropométricos em atletas juvenis do município de Ponta Grossa-PR. <i>Revista da Educação Física, Maringá</i><b>, </b>19(2), pp. 225-232. <a href="https://dx.doi.org/10.4025/reveducfis.v19i2.5552" target="_blank">https://dx.doi.org/10.4025/reveducfis.v19i2.5552</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=361297&pid=S1646-107X201600050001200013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Cunha, S. M.,   &amp; Carrillo, D. M. (2005). <i>O processo de adaptação ao ensino superior e o     rendimento acadêmico. Psicologia Escolar e Educacional, Campinas, 9</i>(2), pp. 215-224, <a href="http://dx.doi.org/10.1590/S1413-85572005000200004" target="_blank">http://dx.doi.org/10.1590/S1413-85572005000200004</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=361298&pid=S1646-107X201600050001200014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Eljedi, A.,   Mikolajczyk, R. T., Kraemer, A., &amp; Laaser, U. (2006). Health-related   quality of life in diabetic patients and controls without diabetes in refugee   camps in the Gaza strip: a cross-sectional study. <i>BMC Public Health, 268</i>(6), p.1-7. <a href="https://doi.org/10.1186/1471-2458-6-268" target="_blank">https://doi.org/10.1186/1471-2458-6-268</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=361299&pid=S1646-107X201600050001200015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Eurich, R. B.,   &amp; Kluthcovsky, A. C. G. C. (2008). Avaliação da qualidade de vida de   acadêmicos de graduação em enfermagem do primeiro e quarto anos: influência das   variáveis sociodemográficas. <i>Revista de Psiquiatria do Rio Grande do Sul, 30</i>(3), pp. 211-220. <a href="http://dx.doi.org/10.1590/S0101-81082008000400010" target="_blank">http://dx.doi.org/10.1590/S0101-81082008000400010</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=361300&pid=S1646-107X201600050001200016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Fleck,   M. (2000). Aplicação da versão em português do instrumento abreviado de   avaliação de qualidade de vida, Whogol-bref. <i>Revista de Saúde Pública</i>, <i>34</i>(2), pp.178-183.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=361302&pid=S1646-107X201600050001200017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Guimarães, A. C.   A., Scotti, A. V., Soares, A., Fernandes, S., &amp; Machado, Z. (2012).   Percepção da qualidade de vida e da finitude de adultos de meia idade e idoso   praticantes e não praticantes de atividade física. <i>Revista Brasileira de Geriatria e Gerontologia,</i> 15(4), pp. 661-670. <a href="http://dx.doi.org/10.1590/S1809-98232012000400007" target="_blank">http://dx.doi.org/10.1590/S1809-98232012000400007</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=361304&pid=S1646-107X201600050001200018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Hefferon, K.,   &amp; Boniwell, I. (2011). <i>Positive psychology: theory, research and applications</i>. England: McGraw Hill.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=361305&pid=S1646-107X201600050001200019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Leite, A. C. B.,   Grillo, L. P., Caleffi, F. Mariath, A. B., &amp; Stuker, H. (2011). Qualidade   de vida e condições de saúde de acadêmicos de nutrição. <i>Revista Espaço para a saúde</i>, 12(01), pp. 82-90.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=361307&pid=S1646-107X201600050001200020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Lima, A.F.B.S.   (2002). Qualidade de Vida em pacientes do sexo masculino dependentes de álcool   (Dissertação de Mestrado em Medicina). Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Rio Grande do Sul.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=361309&pid=S1646-107X201600050001200021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Lindström, M.,   &amp; Rosvall, M. (2012). Marital status, social capital, economic stress, and   mental health: A population-based study. <i>The Social Science Journal, 49</i>(3), 339–342. <a href="https://doi.org/10.1016/j.soscij.2012.03.004" target="_blank">https://doi.org/10.1016/j.soscij.2012.03.004</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=361311&pid=S1646-107X201600050001200022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Lindström, M.,   &amp; Rosvall, M. (2012). Marital status, social capital, economic stress, and   mental health: A population-based study. <i>The Social Science Journal, 49</i>(3), pp. 339–342. <a href="https://doi.org/10.1016/j.soscij.2012.03.004" target="_blank">https://doi.org/10.1016/j.soscij.2012.03.004</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=361312&pid=S1646-107X201600050001200023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Nahas,   M. V. (2010). <i>Atividade física, saúde e qualidade de vida: conceitos e sugestões para um estilo de vida ativo </i>(3ª ed.). Londrina: Midiograf.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=361313&pid=S1646-107X201600050001200024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Mynaio, M. C. S.,   Hatz, Z. M. A., &amp; Buss, P. M. (2002). Qualidade de Vida e saúde: um debate necessário. <i>Revista Ciência e Saúde Coletiva, 5</i>(1), pp. 7-17.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=361315&pid=S1646-107X201600050001200025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Pascarella,   E. T., &amp; Terenzini, P. T. (2005). How College Affects Students: A Third Decade of Research. San Francisco: Wiley.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=361317&pid=S1646-107X201600050001200026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Pucci, G.C.M.F.,   Rech, C.R., Fermino, R.C., &amp; Reis, R.S. (2012). Associação entre atividade   física e qualidade de vida em adultos. Revista de Saúde Pública, 46(01), pp. 166-79. <a href="http://dx.doi.org/10.1590/S0034-89102012000100021" target="_blank">http://dx.doi.org/10.1590/S0034-89102012000100021</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=361319&pid=S1646-107X201600050001200027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Quadros,   T. M. B. (2006). Qualidade de vida de acadêmicos do curso de educação física do sexo masculino. <i>Revista Científica JOPEF, 4</i>(1), pp. 51-54.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=361320&pid=S1646-107X201600050001200028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Reason,   R. D., Terenzini, P. T., &amp; Domingo, R. J. (2006). First Things First:   Developing Academic Competence in the First Year of College. <i>Research in Higher Education, 47</i>(2), 149–175. <a href="https://doi.org/10.1007/s11162-005-8884-4" target="_blank">https://doi.org/10.1007/s11162-005-8884-4</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=361322&pid=S1646-107X201600050001200029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Reboli, H. G.,   Travain, K. C. da C., Santini, E., &amp; Filho, A. D. dos R. (2012). Influência   de 12 semanas de caminhada sobre a composição corporal de idosas. <i>Revista Brasileira de Prescrição e Fisiologia do Exercício, 5</i>(29), 467–472&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=361323&pid=S1646-107X201600050001200030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Reis Filho, A.   D., Coelho, C. de F., Voltarelli, F. A., Ferrari Junior, J., Ravagnani, F. C.   de P., … Fett, C. A. (2011). Association among anthropometric variables, plasma   glucose and lipid profile in elderly women. Revista Brasileira de Geriatria e Gerontologia, 14(4), 675–686. <a href="https://doi.org/10.1590/S1809-98232011000400007" target="_blank">https://doi.org/10.1590/S1809-98232011000400007</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=361324&pid=S1646-107X201600050001200031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Silva, M. F.,   Goulart, N. B. A., Lanferdini, F. J., Marcon, M., &amp; Dias, C. P. (2015).   Relação entre os níveis de atividade física e qualidade de vida de idosos   sedentários e fisicamente ativos. <i>Revista Brasileira de Geriatria e Gerontologia, 14</i>(04), pp.635-642. <a href="http://dx.doi.org/10.1590/S1809-98232012000400004" target="_blank">http://dx.doi.org/10.1590/S1809-98232012000400004</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=361325&pid=S1646-107X201600050001200032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Silva, L. V. E.   R., Malbergier, A., Stempliuk, V. de A., &amp; Andrade, A. G. de. (2006).   Factors associated with drug and alcohol use among university students. 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Inatividade física, comportamento   sedentário e excesso de peso corporal associados à condição socioeconômica em   jovens. <i>Revista Brasileira de Educação Física e Esporte, 26</i>(03), pp.411-418. <a href="http://dx.doi.org/10.1590/S1807-55092012000300007" target="_blank">http://dx.doi.org/10.1590/S1807-55092012000300007</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=361327&pid=S1646-107X201600050001200034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Sonati, J. G.;   Vilarta, R.; Maciel, E. S.; Modeneze, D. M.; Vilela Júnior, G. B.; Lazari, V.   O.; Muciacito, B. (2014). Análise comparativa da qualidade de vida de adultos e   idosos envolvidos com a prática regular de atividade física. <i>Revista Brasileira de Geriatria e Gerontologia, 17</i>(4), pp.731-739. <a href="http://dx.doi.org/10.1590/1809-9823.2014.13122" target="_blank">http://dx.doi.org/10.1590/1809-9823.2014.13122</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=361328&pid=S1646-107X201600050001200035&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Sousa, T. F.   (2012). Inatividade física em universitários brasileiros: uma revisão sistemática. <i>Revista de Atenção à Saúde</i>, <i>9</i>(29), 47–55. <a href="https://doi.org/10.13037/rbcs.vol9n29.1293" target="_blank">https://doi.org/10.13037/rbcs.vol9n29.1293</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=361330&pid=S1646-107X201600050001200036&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Thomas,   J. R., Nelson, J. K., &amp; Silverman, S. J. (2012). <i>Métodos de pesquisa em atividade física.</i> (7ª ed). Porto Alegre, RS: Artmed.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=361331&pid=S1646-107X201600050001200037&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Tombolato,   M. C. R. (2005).<i> Qualidade de vida e sintomas psicopatológicos do estudante     trabalhador</i> (Dissertação de Mestrado em Psicologia). Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, Belo Horizonte.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=361333&pid=S1646-107X201600050001200038&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Tsutsumi,   A., Izutsu, T., Kato, S., Islam, M. A., Yamada, H. S., Kato, H., &amp; Wakai,   S. (2006). Reliability and validity of the Bangla version of WHOQOL-BREF in an   adult population in Dhaka, Bangladesh. Psychiatry and Clinical Neurosciences, 60(4), 493–498. <a href="https://doi.org/10.1111/j.1440-1819.2006.01537.x" target="_blank">https://doi.org/10.1111/j.1440-1819.2006.01537.x</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=361335&pid=S1646-107X201600050001200039&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Wang, W.-C., Yao,   G., Tsai, Y.-J., Wang, J.-D., &amp; Hsieh, C.-L. (2006). Validating, improving   reliability, and estimating correlation of the four subscales in the   WHOQOL-BREF using multidimensional Rasch analysis. <i>Quality of Life Research, 15</i>(4), 607–620. <a href="https://doi.org/10.1007/s11136-005-4365-7" target="_blank">https://doi.org/10.1007/s11136-005-4365-7</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=361336&pid=S1646-107X201600050001200040&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>&nbsp;</p>     <p><b>Agradecimentos:</b>    <br>   Nada   a declarar<b>    <br>   Conflito de Interesses:</b>    <br>   Nada a declarar.<b>    <br> Financiamento:</b>Nada a declarar</p> </font>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <font face="Verdana" size="2"><font face="Verdana"><sup><a name="end"></a><a href="#topo">*</a></sup></font><i>Autor   Correspondente</i>: Curso de Educa&ccedil;&atilde;o F&iacute;sica, UniCat&oacute;lica, R. Juv&ecirc;ncio Alves, 660, Quixad&aacute;, Brasil. CEP: 63900-257, Brasil <i>Email: </i><a href="mailto:cris_silva50@hotmail.com">cris_silva50@hotmail.com</a></font>      ]]></body><back>
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