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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Respostas agudas do lactato sanguíneo ao exercício de força com oclusão vascular periférica em jovens adultos]]></article-title>
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<institution><![CDATA[,Universidade de Coimbra Faculdade de Ciências do Desporto e Educação Física ]]></institution>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[It is suggested that low-intensity strength training (20-40% 1RM) combined with Blood Flow Restriction (BFR) has produced a number of positive increases in some variables related to training. It was our objective to evaluate the acute responses of blood lactate in college students submitted to BFR exercise. We recruited male participants who were not engaged in any kind of strength training. The selected participants were randomized into three groups: Group 1 (low intensity exercise with vascular occlusion); Group 2 (traditional high-intensity exercise); Group 3 (low intensity exercise without vascular occlusion). The subjects underwent a battery of body composition tests - weight, height, body mass index and fat percentage, capillary blood tests (blood lactate) and neuromotor tests (evaluation of muscle strength). There were significant differences in Blood Lactate responses at all times in the comparison between groups 1 and 3 (p <0.05) and between groups 2 and 3 (p <0.05). No significant differences were found in Blood Lactate between groups 1 and 2. Conclusion: In this study it was observed that the lactate responses were significantly elevated at different times in relation to the resting state, particularly in the groups who underwent occlusion. It is evident that the peripheral vascular occlusion may induce increases in local metabolic activity and appears to be an alternative to traditional training.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[Treino de oclusão]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[  <font face="Verdana" size="2">        <p align="right"><b>ARTIGO ORIGINAL</b></p>      <p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="4" face="Verdana"><b>Respostas   agudas do lactato sanguíneo ao exercício de força com oclusão vascular   periférica em jovens adultos</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Acute   responses of the blood lactate to strength exercise with peripheral vascular   occlusion in young adults</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Rubens Vinícius Letieri<sup>1,2,<a href="#end">*</a></sup><a name="topo"></a>; Messias Bezerra de Oliveira<sup>1</sup>; Francisco Jeci de Holanda<sup>1</sup>; Tadeu de Almeida Alves Júnior<sup>1</sup>; Guilherme Eustáquio Furtado<sup>2</sup>; Ana Maria Miranda Botelho Teixeira<sup>2</sup></b></p> </font>     <p><font size="2" face="Verdana"><sup>1</sup>Centro Universit&aacute;rio Cat&oacute;lica de   Quixad&aacute; (UniCat&oacute;lica), Quixad&aacute;, Cear&aacute;, Brasil.<sup>    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>   2</sup>Universidade de Coimbra (UC), Faculdade de Ci&ecirc;ncias do Desporto e Educa&ccedil;&atilde;o F&iacute;sica (FCDEF), Coimbra,&nbsp; Portugal.</font></p>     <p>&nbsp;</p> <font face="Verdana" size="2">     <p>&nbsp;</p> </font> <hr noshade size="1"> <font face="Verdana" size="2">     <p><b>RESUMO</b></p>     <p>Sugere-se que o   exercício de força em baixa intensidade (20 – 40% de 1RM) combinado com   restrição de fluxo sanguíneo – Blood Flow Restricted (BFR), tem produzido uma   série de incrementos positivos em algumas variáveis relacionadas ao treino.   Pretendemos verificar as respostas agudas do lactato sanguíneo de jovens   adultos submetidos ao treino com BFR. Foram recrutados participantes do sexo   masculino que não estavam engajados em qualquer tipo de treinamento de força.   Participaram 37 voluntários que foram distribuídos aleatoriamente em três   grupos: Grupo 1 (Exercício de baixa intensidade com oclusão vascular); Grupo 2   (Exercício de alta intensidade tradicional); Grupo 3 (Exercício de baixa   intensidade sem oclusão vascular). Os indivíduos passaram por uma bateria de   testes de composição corporal - Avaliação da massa corporal, estatura, Índice   de Massa Corporal e percentual de gordura, análises de sangue capilar (lactato   sanguíneo) e testes neuromotores (avaliação da força muscular). Foram   verificadas diferenças significativas nas respostas do Lactato Sanguíneo em   todos os momentos na comparação entre os grupos 1 e 3 (p&lt;0.05) e entre os   grupos 2 e 3 (p&lt;0.05). Não foram verificadas diferenças significativas no Lactato   Sanguíneo entre os grupos 1 e 2. No presente estudo observou-se que as   respostas de lactato foram significativamente elevadas em diferentes momentos   em relação ao estado de repouso, sobretudo nos grupos que foram submetidos à   oclusão e ao treino tradicional. Fica evidente que a oclusão vascular   periférica pode induzir elevações na atividade metabólica local e ser uma alternativa ao treinamento tradicional. </p>     <p><b>Palavras-Chave:</b> Treino de oclusão, Força, lactato.</p> </font> <hr noshade size="1"> <font face="Verdana" size="2">     <p><b>ABSTRACT</b></p>     <p>It is suggested   that low-intensity strength training (20-40% 1RM) combined with Blood Flow   Restriction (BFR) has produced a number of positive increases in some variables   related to training. It was our objective to evaluate the acute responses of   blood lactate in college students submitted to BFR exercise. We recruited male   participants who were not engaged in any kind of strength training. The   selected participants were randomized into three groups: Group 1 (low intensity   exercise with vascular occlusion); Group 2 (traditional high-intensity   exercise); Group 3 (low intensity exercise without vascular occlusion). The   subjects underwent a battery of body composition tests - weight, height, body   mass index and fat percentage, capillary blood tests (blood lactate) and   neuromotor tests (evaluation of muscle strength). There were significant   differences in Blood Lactate responses at all times in the comparison between   groups 1 and 3 (p &lt;0.05) and between groups 2 and 3 (p &lt;0.05). No   significant differences were found in Blood Lactate between groups 1 and 2.   Conclusion: In this study it was observed that the lactate responses were   significantly elevated at different times in relation to the resting state,   particularly in the groups who underwent occlusion. It is evident that the   peripheral vascular occlusion may induce increases in local metabolic activity and appears to be an alternative to traditional training.</p>     <p><b>Keywords: </b>Occlusion Training, Strength, lactate.</p> </font> <hr noshade size="1"> <font face="Verdana" size="2">     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>INTRODUÇÃO</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>O exercício físico é recomendado para os diversos   objetivos relacionados à saúde (Meneguci et al., 2015), condicionamento físico (Gerosa-Neto et al., 2014)   e reabilitação (Batista, Oliveira, Pirauá, Pitangui, &amp; Araújo, 2013).   Dentre as várias formas de prescrição, o treinamento de força destaca-se como   um dos meios seguros e efetivos para o aumento de força (Barroso, Tricoli,   &amp; Ugrinowitsch, 2005) e hipertrofia muscular (Zernicke et al., 2012). A   prescrição do exercício é importante para a obtenção desses objetivos, bem como   a intensidade relativa da prescrição e, para que o organismo obtenha adaptações   crônicas, no caso a força e hipertrofia, há necessidade de estímulos agudos planejados   e executados em intensidades relativamente elevadas (Meyer et al., 1999). Para que se   obtenham ganhos favoráveis de força e hipertrofia, o <i>American College of     Sports Medicine </i>(ACSM, 2011) recomenda intensidades situadas entre   60% e 80% de uma repetição máxima (1RM) nos exercícios de levantamento de peso tradicional.</p>     <p>Atualmente, observa-se um aumento de evidências que   sugerem que o exercício de foça de baixa intensidade (20 – 40% de 1RM) combinado   com restrição de fluxo sanguíneo – <i>Blood Flow Restricted </i>(BFR) tem   produzido uma série de incrementos positivos em algumas variáveis relacionadas   ao treino, tais como a síntese de proteínas (Sudo, Ando, Poole, &amp; Kano,   2015), a hipertrofia (Lixandrão et al., 2015) e a força muscular (Gil et al.,   2015; Scott, Loenneke, Slattery, &amp; Dascombe, 2015). Porém, um mecanismo   definitivo ainda não está elucidado. Os mecanismos propostos incluem o aumento   do recrutamento e tipo de fibra envolvida, o acúmulo de substratos metabólicos,   a estimulação da síntese de proteína muscular e crescimento celular, embora   seja provável que muitos destes atuem juntos (Loenneke, Wilson, Marín, Zourdos, &amp; Bemben, 2012a).</p>     <p>Dentre estes fatores podemos destacar o lactato, o   qual pode exercer grande influência nos processos metabólicos relacionados aos   treinos com intensidades elevadas, especialmente na síntese de testosterona   (Lin, Wang, Wang, &amp; Wang, 2001). De acordo com Reeves et al., (2006), o   lactato parece estar envolvido diretamente na secreção de Hormônio do Crescimento (GH) e Testosterona. </p>     <p>A aplicabilidade e efetividade do treino sob BFR   têm-se mostrado efetiva com pressões de oclusão relativamente altas (&gt;180   mmHg) (Abe et al., 2005; Abe, Kearns, &amp; Sato, 2006; Takarada, Tsuruta,   &amp; Ishii, 2004). Porém, frequentemente tal exercício é associado a altos   níveis de dor muscular (Sumide, Sakuraba, Sawaki, Ohmura, &amp; Tamura, 2009).   Há várias propostas metodológicas acerca da pressão de oclusão adequada   (Cumming, Paulsen, Wernbom, Ugelstad, &amp; Raastad, 2014; Fahs et al., 2015;   Karabulut &amp; Perez, 2013), no entanto apesar dos benefícios do treino BFR,   há pouco consenso na literatura em relação à estas pressões para cada   indivíduo, além disso há um crescente interesse da comunidade científica em   estudos desta magnitude, pois são evidenciados mecanismos de adaptação que   sugerem novas diretrizes para análises do comportamento fisiológico sob   diferentes condições de estímulo, além das possíveis alternativas aos treinos   de alta intensidade tradicionais. Neste sentido, Loenneke et al. (2015)   propuseram um método de oclusão que leva em consideração as características   individuais dos participantes, tais como pressão arterial sistólica e circunferência dos membros. </p>     <p>Partindo deste pressuposto, este estudo teve como   objetivo verificar as respostas agudas do lactato sanguíneo de jovens adultos   submetidos ao exercício com BFR, o qual leva em consideração o perímetro dos   membros e a pressão arterial dos indivíduos, comparados ao treino tradicional de alta e baixa intensidade. </p>     <p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>METODOLOGIA</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p><b>Caraterização do Estudo</b></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>O presente estudo caracterizou-se como descritivo,   longitudinal, de caráter quantitativo e quase experimental (Thomas, Silverman,   &amp; Nelson, 2015). Para a pesquisa foram recrutados participantes de ambos os   sexos, universitários e que não estavam engajados em qualquer tipo de   treinamento de força. Os participantes que forem selecionados foram   distribuídos aleatoriamente em três grupos: Grupo 1 (exercício de baixa   intensidade com oclusão vascular); Grupo 2 (exercício de alta intensidade   tradicional); Grupo 3 (exercício de baixa intensidade sem oclusão vascular). As características dos participantes são apresentadas na <a href="/img/revistas/mot/v12s1/12s1a13t1.jpg">Tabela 1</a>.</p>     
<p>Para participar da pesquisa, os indivíduos obedeceram   aos seguintes critérios de inclusão: a) Não estar seguindo um programa   sistematizado de treinamento de força nos 6 meses prévios ao estudo; b) Não   consumir bebidas alcoólicas, cafeína, ergogênicos e tabaco nos três dias que   antecedem a coleta de dados; c) Não possuir qualquer tipo de risco cardíaco e   não ter qualquer tipo de restrição óssea, articular e muscular; d) Apresentar   Questionário de Prontidão para a Atividade Física (PAR-Q) negativo; e) não   praticar exercícios vigorosos 24 horas antes da coleta; f) estar devidamente hidratado;   Dormir de 6 a 8 horas no dia precedente a coleta; g) ter liberação médica para a prática.</p>     <p>Em relação aos critérios de exclusão, foram adotados   os seguintes parâmetros: a) ter duas ausências consecutivas às sessões de   intervenção ou 4 ausências intercaladas; b) não conseguir realizar todos os testes de repetições máximas; </p>     <p>Todos os participantes foram informados sobre os   procedimentos metodológicos e assinaram um Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE).</p>     <p>O estudo respeitou os procedimentos de intervenção e   preceitos éticos para pesquisa em seres humanos preconizados pela resolução   466/12 do Conselho Nacional de Saúde (CNS) e ainda, foram seguidas as   diretrizes para pesquisas com seres humanos da Declaração de Helsinque   (Petrini, 2014), além de ter sido aprovado pelo Comitê de Ética e Pesquisa da   Faculdade Católica Rainha do Sertão (FCRS) com o parecer de número: 1.175.175/2015.</p>     <p><b>Procedimentos</b></p>     <p>Os indivíduos passaram por uma bateria de testes de   composição corporal, análise de sangue capilar e testes neuromotores. Tais   testes foram realizados 7 dias antes das sessões experimentais. Para isto foi adotado o procedimento descrito a seguir:</p>     <p><b>Avaliação da Composição Corporal </b></p>     <p><i>Avaliação da massa corporal, estatura e Índice de Massa Corporal (IMC)</i></p>     <p>Estes componentes foram mensurados utilizando-se uma   balança da marca Whelmy<sup>®</sup>, com estadiômetro acoplado (precisão de 100   gramas). Os procedimentos foram realizados de acordo com <i>Anthropometric Standardization Reference Manual</i> (Lohman, Roche, &amp; Martorell, 1988).</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><i>Avaliação da Massa gorda (% Gordura)</i></p>     <p>Para a análise destes componentes, foi utilizado um   equipamento de Bioimpedância Tetrapolar (Maltron<sup>®</sup> Body Composition   Analyzer BF906). Para efetuar o teste de bioimpedância elétrica, primeiramente   os indivíduos receberam orientações por escrito, com antecedência de 48 horas   da data da avaliação, sendo que nas 24 horas antecedentes ao teste o avaliado   foi orientado a ingerir pelo menos dois litros de líquido, não fazer exercícios   físicos ou sauna e não ingerir bebidas alcoólicas e café nas 12 horas antes do   exame, evitar o uso de medicamentos diuréticos no dia anterior ao teste,   realizar a avaliação duas a três horas após as refeições, urinar no mínimo 30   minutos antes da avaliação. Em relação aos procedimentos da avaliação e o   posicionamento dos elétrodos, foram seguidas as orientações propostas por (Lukaski, Bolonchuk, Hall, &amp; Siders, 1986).</p>     <p><b>Avaliação Neuromotora</b></p>     <p><i>Avaliação da força muscular</i></p>     <p>Para definir as cargas relativas de exercício, foi   determinada a força muscular através do método da estimativa de 1 repetição   máxima (1RM) descritos por Brzycki (1993). Após a obtenção de todos os valores   de RM, os indivíduos foram distribuídos de maneira aleatória nos grupos. Este protocolo baseia-se na seguinte equação para obtenção de valores de 1RM.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/mot/v12s1/12s1a13e1.jpg" width="254" height="64"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>Onde, <i>carg rep</i> corresponde ao valor da carga de   execução das repetições, expressa em kg e <i>rep</i> corresponde ao número de repetições executadas.</p>     <p><b>Análises do lactato sanguíneo</b></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>O lactato sanguíneo foi coletado em 3 momentos   diferentes: Lactato 1 (antes do exercício), Lactato 2 (durante o exercício) e   Lactato 3 (imediatamente após o exercício). Um pequeno volume de sangue (25 µl)   foi coletado do dedo indicador dos indivíduos e analisado utilizando-se um   analisador rápido de lactato (<i>Accutrend Plus – Roche<sup>®</sup></i>). Tal procedimento foi o mesmo adotado por (Takarada et al., 2000).</p>     <p><b>Programa de exercício de força</b></p>     <p>Os voluntários seguiram um programa de treinamento de   força orientado no qual o Grupo 1 (exercício de força de baixa intensidade com   oclusão vascular) realizou o treino em baixa intensidade com oclusão vascular   periférica. A intensidade relativa de trabalho foi na faixa de 40 % de 1RM, no   entanto durante as sessões de exercícios um manguito tipo torniquete será   utilizado para controle da oclusão vascular periférica. Os participantes foram   orientados a realizar o exercício na cadência 2x2” (dois segundos para a fase   concêntrica e dois segundos para a fase excêntrica). O protocolo foi de 4   séries, sendo a primeira série de 30 repetições e as subsequentes de 15   repetições, com intervalos de 60” entre as séries e liberação da pressão de   oclusão durante os intervalos e transições dos exercícios. Tal protocolo foi adotado por (Yasuda et al., 2011).</p>     <p>O Grupo 2 (exercício de alta intensidade tradicional)   realizou o treino em alta intensidade sem oclusão periférica. A intensidade   relativa de trabalho foi na faixa de 75 % de 1RM, com 3 séries de 10 repetições   e cadência de 2x4” (dois segundos para a fase concêntrica e 4 segundos para a   fase excêntrica). O protocolo foi semelhante ao descrito por (Tomohiro Yasuda et al., 2011).</p>     <p>O Grupo 3 (exercício de baixa intensidade sem oclusão   vascular) realizou o treino em baixa intensidade sem oclusão vascular   periférica. A intensidade relativa de trabalho foi na faixa de 40% de 1RM. O   grupo treinou nas mesmas condições descritas no grupo 1, porém sem a oclusão vascular periférica.</p>     <p>Os exercícios realizados foram: Supino Reto, Puxador Frontal, Agachamento, <i>Leg Press</i>, Rosca Direta e Tríceps Pulley.</p>     <p>A pressão de oclusão foi determinada utilizando-se das   recomendações propostas por (Loenneke et al., 2015), na qual os autores sugerem a seguinte fórmula:</p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/mot/v12s1/12s1a13e2.jpg" width="537" height="50"></p>     
<p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Onde <i>PAS</i> - Pressão Arterial Sistólica em mmHg; <i>PAD</i> - Pressão Arterial Diastólica em mmHg; <i>CB</i> - circunferência do braço em   cm.</p>     <p><b>Análise Estatística</b></p>     <p>Inicialmente foi aplicada a estatística descritiva,   com a apresentação das médias, desvios-padrão, valores mínimos e máximos para   caracterização dos grupos. Após verificação da normalidade dos dados pelo teste   de <i>Kolgomorv-Smirnov</i>, a comparação entre os diferentes momentos foi   realizada pela Análise de Variância – ANOVA <i>two way </i>entre os 3 grupos   nos 3 momentos de coleta de lactato com <i>Post Hoc</i> de <i>Tukey. </i>O   nível de significância adotado foi de 95% ou <i>p</i>&lt;0.05. O tamanho de   efeito foi verificado pelo <i>ETA Squared </i>(ETA<sup>2</sup>) para verificar   a magnitude das alterações entre os grupos nos diferentes momentos. Os dados   foram analisados utilizando o software estatístico <i>Statistical Package for the Social Science</i> versão 23 (SPSS 23.0).</p>     <p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>RESULTADOS</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>Na <a href="/img/revistas/mot/v12s1/12s1a13t2.jpg">tabela 2</a>, verificou-se através do teste de medidas   repetidas que houveram diferenças significativas (p&lt;0.05) nos níveis de   lactato para os diferentes tipos de exercício e em momentos distintos da   execução da atividade.  É possível   verificar que os níveis médios de lactato sanguíneo (Lac1, Lac2 e Lac3) diferem entre os grupos. </p>     
<p>&nbsp;</p>     <p align="center"><a href="/img/revistas/mot/v12s1/12s1a13f1.jpg">Figura 1</a></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> </font>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="3" face="Verdana"><b>DISCUSSÃO</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>No presente estudo, procurou-se observar o   comportamento do lactato sanguíneo sob diferentes metodologias de intervenção   relacionadas ao exercício de força, o que hipoteticamente, de acordo com   determinada intensidade, poderia induzir maiores liberações de lactato sanguíneo. </p>     <p>As associações entre o treino de oclusão vascular e o   lactato sanguíneo tem sido discutido quando se trata de controle de intensidade   de treino e a relação desta intensidade com processos metabólicos específicos   (Gil et al., 2015; Loenneke, Wilson, Balapur, et al., 2012; Yasuda et al.,   2014). No nosso estudo, ficou evidente que o treino sob oclusão vascular   induziu aumentos significativos do lactato sanguíneo em diferentes momentos   (meio e final do treino) quando comparados aos valores basais, bem como no   grupo que treinou sob alta intensidade, que apesar de não ter sido observada a   significância, observou-se valores altos de lactato. Em um estudo conduzido por   (Reeves et al., 2006), as concentrações de lactato foram similares no grupo   submetido ao treino com oclusão vascular e também no grupo que treinou com   resistência moderada sem oclusão. Porém, as concentrações de GH foram maiores   no grupo que treinou sob oclusão. Os autores atribuíram tal liberação a outros   mecanismos e não ao lactato somente. No entanto, isto corrobora com o fato de   que o estresse metabólico produzido tanto pela intervenção da oclusão, quanto   pela intervenção do treino sem oclusão, foram similares. Já Wernbom, Paulsen,   Nilsen, Hisdal, e Raastad (2012), relatam que o treino de oclusão resulta em   aumento do lactato intramuscular e pH reduzido no plasma, os autores afirmam   ainda que o acúmulo de íons fosfato e hidrogênio são, pelo menos em parte, responsáveis pela fadiga aguda decorrente da oclusão.</p>     <p>Para Takano et al. (2005) uma combinação de fatores   anaeróbicos com a isquemia local e/ou acúmulo de lactato induzidos pela   restrição do fluxo sanguíneo muscular, pode estimular os nervos aferentes   periféricos, resultando em aumento da liberação de GH e/ou inibição da   liberação da somatostatina da glândula pituitária. Corroborando com os autores   citados anteriormente, Takarada et al. (2000) e Laurentino et al. (2008)   afirmam que um dos processos envolvidos na estimulação hipofisária do GH e   hormônios gonadotróficos, poderia ser o acúmulo de subprodutos metabólicos,   tais como o lactato e hidrogênio. Em um estudo realizado por Karabulut, Abe,   Sato, e Bemben (2010), os níveis de lactato sanguíneo produzidos pelo treino   BFR foram significativamente altos, o que resultou em quase o dobro da concentração de lactato quando comparados ao treino sem oclusão.</p>     <p>Scott (2006) observou a contribuição do lactato   sanguíneo em protocolos de 2 séries de 3 exercícios de força em intensidades   distintas (60% e 80% 1RM). Na intensidade de 60% de 1RM, na qual os indivíduos   executaram as contrações até a fadiga voluntária, foram observados maiores   níveis de concentração de lactato após o exercício, o que foi associado à maior   demanda anaeróbia da atividade. Letieri et al.<i>, </i>(2013) verificaram o   efeito do treino com o oclusão vascular a 40% de 1RM e sem oclusão a 60% de   1RM, para ambas intensidades foram verificadas respostas de percepção de   esforço alta, além de liberação de creatina quinase semelhantes nas duas   situações, os autores afirmaram que as intensidades relativas foram semelhantes   e que o treino sob oclusão é uma alternativa ao treino tradicional sem oclusão.   Além da intensidade e do número de repetições, as concentrações de lactato   também estão associadas ao volume de treinamento e à velocidade de execução das repetições (Yasuda et al., 2014).  </p>     <p>A maior resposta relativa do lactato sanguíneo neste   estudo, pode ser explicada pelo histórico de treinamento, apesar de se ter   adotado como critério de inclusão a não participação em um programa de   exercício nos 6 meses prévios ao estudo, variáveis como atividades físicas   cotidianas e recreativas não foram controladas neste estudo. Além disso, é   importante fazer referência à pressão de oclusão adotada para cada tipo de   estudo, pois estudos têm apresentado diferentes metodologias para esta variável (Loenneke, Wilson, Marín, Zourdos, &amp; Bemben, 2012b)</p>     <p>Em um estudo realizado por Issekutz, Shaw, e Issekutz   (1976) mostra que a via predominante para eliminação do lactato, tanto durante   o repouso, quanto no exercício, é a oxidação. No entanto, há uma alteração   insignificante na oxidação do repouso para o exercício (cerca de 5% a mais no   exercício – 50% repouso/55% exercício), enquanto a conversão de lactato à   glicose (gliconeogênese) no fígado sobe de 18% (repouso) para 25% (exercício).   De acordo com Brooks e Donovan (1983), em um estudo com glicose marcada, os   autores afirmam que pessoas treinadas apresentam capacidade de neoglicogênese   cerca de duas vezes maior do que pessoas não treinadas. Esses dados sugerem que   o lactato tem papel importante no metabolismo de carboidratos durante o   exercício e que a concentração plasmática de lactato é inferior nos indivíduos   com níveis de treinamento maior em qualquer intensidade de exercício (Vucetic,   Mozek, &amp; Rakovac, 2015). Sugere-se para estudos futuros, a observação da   cinética do lactato em diferentes populações e intensidades relativas, bem como métodos de análise mais avançados.</p>     <p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>CONCLUSÃO</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>No presente estudo observou-se que as respostas de   lactato foram significativamente elevadas em diferentes momentos em relação ao   estado de repouso, sobretudo nos grupos que foram submetidos à oclusão. Foi   evidente que a oclusão vascular periférica pode induzir elevações na atividade   metabólica local, sobretudo pelo fato do trabalho muscular ser realizado em metabolismo anaeróbico, mesmo com as cargas mecânicas reduzidas. </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>A oclusão vascular pode ser uma alternativa efetiva e   segura no treinamento de força em detrimento do método tradicional que envolve   uma maior sobrecarga muscular e articular, principalmente em quadros   patológicos cuja redução da massa muscular é algo expressivo. Considera-se como   limitação deste estudo o fato de não ter sido realizada a análise do lactato   capilar (sangue venoso). Estudos de efeito crônico podem trazer uma diferente interpretação dos resultados obtidos nesta pesquisa.</p>     <p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>REFERÊNCIAS</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <!-- ref --><p>Abe, T., Kearns,   C. F., &amp; Sato, Y. (2006). Muscle size and strength are increased following   walk training with restricted venous blood flow from the leg muscle,   Kaatsu-walk training. <i>Journal of applied physiology</i>, <i>100</i>(5), 1460–1466.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=361472&pid=S1646-107X201600050001300001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Abe, T., Yasuda,   T., Midorikawa, T., Sato, Y., Kearns, C. F., Inoue, K., … Ishii, N. (2005).   Skeletal muscle size and circulating IGF-1 are increased after two weeks of   twice daily “KAATSU” resistance training. <i>International Journal of KAATSU Training Research</i>, <i>1</i>(1), 6–12.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=361474&pid=S1646-107X201600050001300002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Barroso, R.,   Tricoli, V., &amp; Ugrinowitsch, C. (2005). Adaptações neurais e morfológicas   ao treinamento de força com ações excêntricas. <i>Revista Brasileira de Ciência e Movimento,</i> <i>13</i>(2), 111–121.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=361476&pid=S1646-107X201600050001300003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Batista, L. P.,   Oliveira, V. A., Pirauá, A. T., Pitangui, A. R., &amp; Araújo, R. C. (2013).   Atividade eletromiográfica dos músculos estabilizadores da escápula durante   variações do exercício push up em indivíduos com e sem síndrome do impacto do ombro. <i>Motricidade</i>, <i>9</i>(3), 70–81.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=361478&pid=S1646-107X201600050001300004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Brooks, G. A.,   &amp; Donovan, C. M. (1983). Effect of endurance training on glucose kinetics during exercise. <i>American Journal of Physiology</i>, <i>244</i>(5), E505–12.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=361480&pid=S1646-107X201600050001300005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Brzycki, M.   (1993). Strength Testing - Predicting a One-Rep Max from Reps-to-Fatigue. <i>Journal of Physical Education, Recreation &amp; Dance</i>, <i>64</i>, 88–90.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=361482&pid=S1646-107X201600050001300006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Cumming, K. T.,   Paulsen, G., Wernbom, M., Ugelstad, I., &amp; Raastad, T. (2014). Acute   response and subcellular movement of HSP27,&#8239;??B-crystallin   and HSP70 in human skeletal muscle after blood-flow-restricted low-load resistance exercise. <i>Acta Physiologica</i>, <i>211</i>(4), 634–646.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=361484&pid=S1646-107X201600050001300007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Fahs, C. A.,   Loenneke, J. P., Thiebaud, R. S., Rossow, L. M., Kim, D., Abe, T., … Bemben, M.   G. (2015). Muscular adaptations to fatiguing exercise with and without blood   flow restriction. <i>Clinical Physiology and Functional Imaging</i>, <i>35</i>(3), 167–176.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=361486&pid=S1646-107X201600050001300008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Gerosa-Neto, J.,   Rossi, F. E., Silva, C. B. da, Campos, E. Z., Fernandes, R. A., &amp; Freitas   Júnior, I. F. (2014). Análise da composição corporal de atletas da elite do futebol brasileiro. <i>Motricidade</i>, <i>10</i>(4), 105–110.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=361488&pid=S1646-107X201600050001300009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Gil, A. L. S.,   Neto, G. R., Sousa, M. S. C., Dias, I., Vianna, J., Nunes, R. A. M., &amp;   Novaes, J. S. (2017). Effect of strength training with blood flow restriction   on muscle power and submaximal strength in eumenorrheic women. <i>Clinical Physiology and Functional Imaging, 37</i>(2), 221–228. <a href="https://doi.org/10.1111/cpf.12291" target="_blank">https://doi.org/10.1111/cpf.12291</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=361490&pid=S1646-107X201600050001300010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Issekutz, B.,   Shaw, W. A., &amp; Issekutz, A. C. (1976). Lactate metabolism in resting and exercising dogs. <i>Journal of Applied Physiology</i>, 40(3), 312–319.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=361491&pid=S1646-107X201600050001300011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Karabulut, M.,   Abe, T., Sato, Y., &amp; Bemben, M. G. (2010). The effects of low-intensity   resistance training with vascular restriction on leg muscle strength in older men. <i>European journal of applied physiology</i>, <i>108</i>(1), 147–155.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=361493&pid=S1646-107X201600050001300012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Karabulut, M.,   &amp; Perez, G. (2013). Neuromuscular response to varying pressures created by   tightness of restriction cuff. <i>Journal of Electromyography and Kinesiology</i>, <i>23</i>(6), 1494–1498.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=361495&pid=S1646-107X201600050001300013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Laurentino, G.,   Ugrinowitsch, C., Aihara, A. Y., Fernandes, A. R., Parcell, A. C., Ricard, M.,   &amp; Tricoli, V. (2008). Effects of strength training and vascular occlusion. <i>International Journal of Sports Medicine</i>, 29(8), 664–667. <a href="https://doi.org/10.1055/s-2007-989405" target="_blank">https://doi.org/10.1055/s-2007-989405</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=361497&pid=S1646-107X201600050001300014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Letieri, R. V.,   Figueiredo, A., Furtado, G. E., Letieri, M., Ribeiro Bandeira, P. F., Carvalho   Nobre G., Sousa Filho, N. (2013). Acute effect of strength training with blood   flow occlusion in parameter related to muscle damage. <i>Gazzetta Medica Italiana, 172</i>(11), 877-885.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=361498&pid=S1646-107X201600050001300015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Lin, H., Wang, S.   W., Wang, R. Y., &amp; Wang, P. S. (2001). Stimulatory effect of lactate on   testosterone production by rat Leydig cells. <i>Journal of cellular biochemistry</i>, <i>83</i>(1), 147–54.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=361500&pid=S1646-107X201600050001300016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Lixandrão, M. E.,   Ugrinowitsch, C., Laurentino, G., Libardi, C. A., Aihara, A. Y., Cardoso, F.   N., … Roschel, H. (2015). Effects of exercise intensity and occlusion pressure   after 12 weeks of resistance training with blood-flow restriction. <i>European Journal of Applied Physiology</i>, <i>115</i>(12), 2471–2480.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=361502&pid=S1646-107X201600050001300017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Loenneke, J. P.,   Allen, K. M., Mouser, J. G., Thiebaud, R. S., Kim, D., Abe, T., &amp; Bemben,   M. G. (2015). Blood flow restriction in the upper and lower limbs is predicted   by limb circumference and systolic blood pressure. <i>European journal of applied physiology</i>, <i>115</i>(2), 397–405.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=361504&pid=S1646-107X201600050001300018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Loenneke, J. P.,   Wilson, J. M., Balapur, A., Thrower, A. D., Barnes, J. T., &amp; Pujol, T. J.   (2012). Time under tension decreased with blood flow-restricted exercise. <i>Clinical physiology and functional imaging</i>, <i>32</i>(4), 268–73.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=361506&pid=S1646-107X201600050001300019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Loenneke, J. P.,   Wilson, J. M., Marín, P. J., Zourdos, M. C., &amp; Bemben, M. G. (2012a). Low   intensity blood flow restriction training: A meta-analysis. <i>European Journal of Applied Physiology</i>, <i>112</i>(5), 1849–1859.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=361508&pid=S1646-107X201600050001300020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Loenneke, J. P.,   Wilson, J. M., Marín, P. J., Zourdos, M. C., &amp; Bemben, M. G. (2012b). Low   intensity blood flow restriction training: a meta-analysis. <i>European Journal of Applied Physiology</i>, <i>112</i>(5), 1849–1859.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=361510&pid=S1646-107X201600050001300021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Lohmann, T. G.,   Roche, A. F., &amp; Martorell, R. (1988). <i>Anthropometric Standardization Reference Manual.</i> Champaign, Ill.: Human Kinetics Books&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=361512&pid=S1646-107X201600050001300022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Lukaski, H. C.,   Bolonchuk, W. W., Hall, C. 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Comportamento sedentário: conceito, implicações   fisiológicas e os procedimentos de avaliação. <i>Motricidade, 11</i>(1), 160–174. <a href="https://doi.org/10.6063/motricidade.3178" target="_blank">https://doi.org/10.6063/motricidade.3178</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=361515&pid=S1646-107X201600050001300024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Meyer, K.,   Hajric, R., Westbrook, S., Haag-Wildi, S., Holtkamp, R., Leyk, D., &amp;   Schnellbacher, K. (1999). Hemodynamic responses during leg press exercise in   patients with chronic congestive heart failure. <i>The American journal of cardiology</i>, <i>83</i>(11), 1537–43.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=361516&pid=S1646-107X201600050001300025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Petrini, C.   (2014). Helsinki 50 years on. <i>Clinica Terapeutica</i>, <i>165</i>(4), 179–181.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=361518&pid=S1646-107X201600050001300026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Reeves, G. V,   Kraemer, R. R., Hollander, D. B., Clavier, J., Thomas, C., Francois, M., &amp;   Castracane, V. D. (2006). Comparison of hormone responses following light   resistance exercise with partial vascular occlusion and moderately difficult   resistance exercise without occlusion. <i>Journal of applied physiology</i>, <i>101</i>(6), 1616–1622.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=361520&pid=S1646-107X201600050001300027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Scott, B. R.,   Loenneke, J. P., Slattery, K. M., &amp; Dascombe, B. J. (2016). Blood flow   restricted exercise for athletes: A review of available evidence. 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Contribution of blood lactate to the energy expenditure of weight   training. <i>Journal of Strength &amp; Conditioning Research</i>, <i>20</i>(2), 404–408.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=361523&pid=S1646-107X201600050001300029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Sudo, M., Ando,   S., Poole, D. C., &amp; Kano, Y. (2015). Blood flow restriction prevents muscle   damage but not protein synthesis signaling following eccentric contractions. <i>Physiological reports</i>, <i>3</i>(7), e12449.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=361525&pid=S1646-107X201600050001300030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Sumide, T.,   Sakuraba, K., Sawaki, K., Ohmura, H., &amp; Tamura, Y. (2009). Effect of   resistance exercise training combined with relatively low vascular occlusion. <i>Journal of Science and Medicine in Sport</i>, <i>12</i>(1), 107–112.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=361527&pid=S1646-107X201600050001300031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Takano, H.,   Morita, T., Iida, H., Asada, K. ichi, Kato, M., Uno, K., … Nakajima, T. (2005).   Hemodynamic and hormonal responses to a short-term low-intensity resistance   exercise with the reduction of muscle blood flow. <i>European Journal of Applied Physiology</i>, <i>95</i>(1), 65–73.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=361529&pid=S1646-107X201600050001300032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Takarada, Y.,   Nakamura, Y., Aruga, S., Onda, T., Miyazaki, S., &amp; Ishii, N. (2000). Rapid   increase in plasma growth hormone after low-intensity resistance exercise with   vascular occlusion Rapid increase in plasma growth hormone after low-intensity   resistance exercise with vascular occlusion. <i>Journal of applied physiology</i>, <i>88</i>(1), 61–65.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=361531&pid=S1646-107X201600050001300033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Takarada, Y.,   Tsuruta, T., &amp; Ishii, N. (2004). Cooperative effects of exercise and   occlusive stimuli on muscular function in low-intensity resistance exercise   with moderate vascular occlusion. <i>The Japanese journal of physiology</i>, <i>54</i>(6), 585–592.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=361533&pid=S1646-107X201600050001300034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Thomas, R. J.,   Silverman, J. S., &amp; Nelson, K. J. (2015). <i>Research Methods in Physical Activity</i> (7<sup>th</sup> ed.). Champaign Ill.: Human Kinetics.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=361535&pid=S1646-107X201600050001300035&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Vucetic, V.,   Mozek, M., &amp; Rakovac, M. (2015). Peak blood lactate parameters in athletes   of different running events during low-intensity recovery after ramp-type   protocol. <i>Journal of strength and conditioning research</i>, <i>29</i>(4), 1057–63.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=361537&pid=S1646-107X201600050001300036&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Wernbom, M.,   Paulsen, G., Nilsen, T. S., Hisdal, J., &amp; Raastad, T. (2012). Sarcolemmal permeability   and muscle damage as hypertrophic stimuli in blood flow restricted resistance   exercise (Reply to Loenneke and Abe). <i>European Journal of Applied Physiology</i>, <i>112</i>(9), 3447–3449.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=361539&pid=S1646-107X201600050001300037&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Yasuda, T.,   Fukumura, K., Fukuda, T., Iida, H., Imuta, H., Sato, Y., … Nakajima, T. (2014).   Effects of low-intensity, elastic band resistance exercise combined with blood   flow restriction on muscle activation. <i>Scandinavian journal of medicine &amp; science in sports</i>, <i>24</i>(1), 55–61.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=361541&pid=S1646-107X201600050001300038&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Yasuda, T.,   Ogasawara, R., Sakamaki, M., Ozaki, H., Sato, Y., &amp; Abe, T. (2011).   Combined effects of low-intensity blood flow restriction training and   high-intensity resistance training on muscle strength and size. <i>European journal of applied physiology</i>, <i>111</i>(10), 2525–2533.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=361543&pid=S1646-107X201600050001300039&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->.</p>     <!-- ref --><p>Zernicke, R. F.,   Goulet, G. C., Cavanagh, P. R., Nigg, B. M., Ashton-Miller, J. A., McKay, H.   A., &amp; van den Bogert, T. (2012). Impact of Biomechanics Research on Society. Kinesiology Review, 1(1), 5–16. <a href="https://doi.org/10.1123/krj.1.1.5" target="_blank">https://doi.org/10.1123/krj.1.1.5</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=361545&pid=S1646-107X201600050001300040&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>&nbsp;</p>     <p><b>Agradecimentos:    <br> </b>Nada   a declarar<b>    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>   Conflito de Interesses:</b>    <br>   Nada   a declarar.<b>    <br>   Financiamento:</b>    <br>   Guilherme Furtado &eacute; bolsista CAPES/CNPQ, Minist&eacute;rio da Educa&ccedil;&atilde;o (BEX: 11929/13-8)</p> </font>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <font face="Verdana" size="2"><font face="Verdana"><sup><a name="end"></a><a href="#topo">*</a></sup></font><i>Autor   Correspondente</i>: Curso   de Educa&ccedil;&atilde;o F&iacute;sica, UniCat&oacute;lica, R. Juv&ecirc;ncio Alves, 660, Quixad&aacute;, Brasil. CEP: 63900-257, Brasil <i>E-mail:</i> <a href="mailto:rubens.letieri@gmail.com">rubens.letieri@gmail.com</a> </font>      ]]></body><back>
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