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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Hipotensão e variabilidade da frequência cardíaca pós-exercício de força executado de forma máxima e submáxima]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The aim of the study was verified the blood pressure responses and the cardiac autonomic modulation after the strength exercise in two different conditions (maximal and submaximal). The subjects were divided in three groups, such as: maximal repetitions (age: 20.5 ± 0.6 years, weight: 63.7 ± 14.8, height: 1.7 ± 0.1, body mass index: 22.8 ± 4.5 Kilogram per square meter (kg/m²)), submaximal repetitions (age: 25 ± 4.1 years, weight: 69.1 ± 12.8, height: 1.8 ± 0.1, body mass index: 22.2 ± 1.7 (kg/m²)) and a control group (age: 23.7 ± 3.8 years, weight: 64.2 ± 15, height: 1.7 ± 0.1, body mass index: 21.8 ± 1.9 (kg/m²)). The blood pressure and the Heart Rate R-R intervals were measured before and during one hour after the session, with 10-minutes intervals length between measurements. The analyze of variance did not showed significant differences between experimental protocols to blood pressure (p > 0.05). However, the effect size was able to show that the most intense training caused a reduction in systolic blood pressure at times. Regarding cardiac autonomic response, the group that exercised the submaximal form exhibited a significant increase in LF / HF (p = 0.022) when 20 minutes’ post-exercise. There was a not significant difference in cardiac autonomic modulation between protocols. The high intensity protocol has caused blood pressure reductions in more moments and it was over safer in relation to cardiac autonomic modulation, since it did not cause increased sympathetic activity during recovery.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[Treinamento de resistência]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[  <font face="Verdana" size="2">        <p align=right><b>ARTIGO ORIGINAL</b></p>        <p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="4" face="Verdana"><b>Hipotensão e   variabilidade da frequência cardíaca pós-exercício de força executado de forma   máxima e submáxima</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Hypotension   and heart rate variability after resistance exercise performed maximal and   submaximal order</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Victor Gonçalves Corrêa   Neto<sup>1,2,</sup><a href="#end"><sup>*</sup></a><a name="topo"></a>; Claudio Melibeu Bentes<sup>1,3</sup>; Geraldo de Albuquerque Maranhão Neto<sup>4</sup>; Humberto Miranda<sup>1,3</sup></b></p>     <p><sup>1</sup><i> Universidade Federal do Rio de   Janeiro, Rio de Janeiro, Brasil.    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>   <sup>2 </sup>Faculdade Gama e Souza, Rio de   Janeiro, Brasil.    <br>   <sup>3 </sup>Fundação Oswaldo Cruz, Rio de Janeiro,   Brasil.    <br>   <sup>4 </sup>Universidade Salgado de Oliveira, Rio de Janeiro, Brasil.</i></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> </font> <hr noshade size="1"> <font face="Verdana" size="2">     <p><b>RESUMO</b></p>     <p>O objetivo do   presente estudo foi observar as respostas da pressão arterial e da modulação   autonômica cardíaca depois da execução do exercício de força de forma máxima e   submáxima. Três grupos foram formados, um que realizou o exercício de forma   máxima (idade: 20.5 ± 0.6 anos, massa corporal: 63.7 ± 14.8 quilos, estatura:   1.70 ± 0.10 metro, índice de massa corporal: 22.8 ± 4.5 quilograma por metro   quadrado [kg/m²]), outro de forma submáxima (idade: 25 ± 4.1 anos, massa   corporal: 69.1 ± 12.8 quilos, estatura: 1.80 ± 0.10 metro, índice de massa   corporal: 22.2 ± 1.7 kg/m²) e ainda, um controle (idade: 23.7 ± 3.8 anos, massa   corporal: 64.2 ± 15 quilos, estatura: 1.70 ± 0.10 metro, índice de massa   corporal: 21.8 ± 1.9 kg/m²). A pressão arterial e os intervalos R-R da   freqüência cardíaca foram registrados antes do exercício e durante uma hora com   cortes de dez minutos após o exercício. A análise de variância não ilustrou   diferenças significativas entre os protocolos experimentais para pressão   arterial (p &gt; 0.05), porém o tamanho do efeito foi capaz de mostrar que o   treino mais intenso provocou redução na pressão arterial sistólica em mais   momentos. Em relação à resposta autonômica cardíaca, o grupo que se exercitou   de forma submáxima exibiu um aumento significativo na razão LF/HF (p = 0,022) no momento 20 minutos pós-esforço. O protocolo   mais intenso provocou reduções na pressão arterial em mais momentos, e foi mais   seguro em relação à modulação autonômica cardíaca, visto que não provocou aumento na atividade simpática durante a recuperação.  </p>     <p><b>Palavras   chave:</b> Treinamento de resistência, exercício, pressão arterial, fisiologia cardiovascular, hipertensão.</p> </font> <hr noshade size="1"> <font face="Verdana" size="2">     <p><b>ABSTRACT</b></p>     <p>The aim of the   study was verified the blood pressure responses and the cardiac autonomic   modulation after the strength exercise in two different conditions (maximal and   submaximal). The subjects were divided in three groups, such as: maximal   repetitions (age: 20.5 ± 0.6 years, weight: 63.7 ± 14.8, height: 1.7 ± 0.1,   body mass index: 22.8 ± 4.5 Kilogram per square meter (kg/m²)), submaximal   repetitions (age: 25 ± 4.1 years, weight: 69.1 ± 12.8, height: 1.8 ± 0.1, body   mass index: 22.2 ± 1.7 (kg/m²))  and a   control group (age: 23.7 ± 3.8 years, weight: 64.2 ± 15, height: 1.7 ± 0.1,   body mass index: 21.8 ± 1.9 (kg/m²)). The blood pressure and the Heart Rate R-R   intervals were measured before and during one hour after the session, with   10-minutes intervals length between measurements. The analyze of variance did   not showed significant differences between experimental protocols to blood   pressure (p &gt; 0.05). However, the effect size was able to show that the most   intense training caused a reduction in systolic blood pressure at times.   Regarding cardiac autonomic response, the group that exercised the submaximal form   exhibited a significant increase in LF / HF (p = 0.022)   when 20 minutes’ post-exercise. There was a not significant difference in   cardiac autonomic modulation between protocols. The high intensity protocol has   caused blood pressure reductions in more moments and it was over safer in   relation to cardiac autonomic modulation, since it did not cause increased sympathetic activity during recovery. </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>Keywords:</b> Resistance training, exercise, hypotension, cardiovascular physiology, hypertension.</p> </font> <hr noshade size="1"> <font face="Verdana" size="2">     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>INTRODUÇÃO</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>A hipertensão arterial sistêmica (HAS), caracterizada pela manutenção   crônica das cifras pressóricas elevadas tem sido considerada relevante fator de   risco para injúrias de ordem cardiovascular. Sua relevante   prevalência em todas as faixas etárias (Corrêa Neto, Sperandei, Silva, Maranhão   Neto, &amp; Palma, 2014; Mendes &amp; Barata, 2008), retratada por valores   quantitativos expressivos em nível populacional, faz denotar preocupação de âmbito mundial (Chobanian et al., 2003). </p>     <p>Diante do presente contexto, estratégias não farmacológicas vêm sendo   defendidas como métodos alternativos no tratamento da HAS. Corroborando o   impacto de tais métodos, organizações de relevância mundial emitem seus   pareceres discursando sobre a importância desses tratamentos. Dentro de tal cenário,   o exercício físico parece ocupar local de destaque (American College of Sports Medicine [ACSM], 2004; Brook et al., 2013).</p>     <p>A hipotensão pós-exercício é o termo empregado para conceituar a queda   da pressão arterial (PA) nos momentos que sucedem o término do esforço   (Figueiredo et al., 2014; Hamer, 2006). O treinamento de força já se mostrou   eficiente na ação sob tal fenômeno mesmo quando investigado em volumes,   intensidades e distintos métodos de treinamento (Simão, Fleck, Polito,   Monteiro, &amp; Farinatti, 2005). O impacto da queda pressórica pós-exercício   possui importante relevância clínica reduzindo o risco para eventos de ordem   cardiocirculatória ao longo do dia (ACSM, 2004). No entanto, em se tratando do   treinamento de força, os modelos metodológicos empregados nas investigações   sobre a hipotensão pós-exercício são baseados em repetições máximas ou   submáximas baseadas em percentual muito reduzido da força máxima (Simão et al.,   2005), não retratando o quadro real da aplicabilidade prática com que o treino   de força costumeiramente é executado cotidianamente, onde repetições submáximas   são realizadas não baseadas em percentuais de uma repetição máxima (1 RM), mas   sim encerrando a sequência de repetições antes da falha voluntária de um número predeterminado de repetições.</p>     <p>Na prescrição do treinamento, mais do que se pensar no efeito   hipotensivo, a segurança durante a execução também deve ser considerada. A   falha voluntária diz respeito ao momento em que o exercício de força cessa por   incapacidade de sustentar a realização do movimento, embora especulativo, esse   momento é muitas vezes associado à eficiência de treinos voltados para   hipertrofia muscular (Nóbrega &amp; Libardi, 2016). Porém, no âmbito das   respostas cardiovasculares, sabe-se que a PA tende a reagir durante o treino de   força de forma a alcançar seu pico no final da execução de uma série até o   esforço máximo (MacDougall, Tuxen, Sale, Moroz &amp; Sutton, 1985). Dessa   forma, se torna evidente que esforços que cessem antes da falha voluntária,   tendem a possuir um efeito menos agressivo e mais seguro com relação ao aumento   da PA, principalmente se levarmos em conta a sua execução por sujeitos   hipertensos (Souza et al., 2014). Com isso, a investigação da hipotensão   pós-exercício no treinamento de força realizado de forma a ser interrompido   antes da falha voluntária parece ser uma interessante lacuna literária, tendo em vista a relação segurança de execução – benefícios pós-esforço. </p>     <p>Ainda, advoga a literatura, que a modulação vagal cardíaca, refletida   pela atividade simpática e parassimpática, pode em algumas situações estar   associada a um maior risco de mortalidade. A variabilidade da frequência   cardíaca (VFC) parece um interessante método para avaliação da modulação vagal   cardíaca (Bigger et al., 1996). Sua mensuração de natureza não invasiva torna   extremamente interessante sua aplicabilidade tanto em momentos de esforço   quanto em momentos de repouso. Dados sobre o efeito da intensidade do exercício   de força na VFC são escassos e contraditórios, evidenciando assim um objeto   pontual a ser discutido e investigado. Rezk, Marrache, Tinucci, Mion, e Forjaz   (2006) analisaram a modulação autonômica cardíaca em dois protocolos de   treinamento de força com intensidades diferentes e verificaram que tanto a   sessão de baixa intensidade quanto a de alta intensidade provocaram um aumento   significativo na atividade simpática em detrimento a uma redução da atividade   parassimpática. Já Ricci-Vitor et al. (2013) observaram o efeito do treinamento   de força em pacientes com doença pulmonar obstrutiva crônica e encontraram como   resultado uma melhora na modulação autonômica cardíaca a favor do aumento do   componente parassimpático. Ainda, Figueiredo et al. (2015) após submeterem sua   amostra a três protocolos de treinamento de força com intensidades diferentes,   não observaram diferença significativa no comportamento da VFC nos momentos seguintes a execução dos protocolos.</p>     <p>Sendo assim, o objetivo do presente estudo é analisar as respostas   agudas da PA, bem como a resposta da modulação autonômica cardíaca   proporcionadas pelo treinamento de força realizado de forma máxima e submáxima.   Como hipótese para a presente investigação, espera-se que ambas as intensidades de esforço sejam capazes de reduzir a PA pós-exercício bem como aumentar a VFC.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>MÉTODO</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p><b>Amostra</b></p>     <p>A amostra foi composta por 24 jovens de ambos os sexos, 13 homens e 11   mulheres, normotensos e fisicamente ativos, que foram divididos em três grupos:   grupo força máxima (idade: 20.5 ± 0.6 anos, massa corporal: 63.7 ± 14.8 quilos,   estatura: 1.71 ± 0.04 metro, índice de massa corporal: 22.8 ± 4.5 quilograma   por metro quadrado [kg/m²]) grupo   força submáxima (idade: 25 ± 4.1 anos, massa corporal: 69.1 ± 12.8 quilos,   estatura: 1.80 ± 0.09 metro, índice de massa corporal: 22.2 ± 1.7 kg/m²) e grupo controle (idade: 23.7 ± 3.8   anos, massa corporal: 64.2 ± 15 quilos, estatura: 1.71 ± 0.14 metro, índice de   massa corporal: 21.8 ± 1.9 kg/m²). O   índice de massa corporal (IMC) foi calculado através da razão entre a massa   corporal pela estatura ao quadrado. Os critérios de inclusão foram: 1)   Questionário de Prontidão para Atividades Físicas (PAR-Q) negativo, 2) não   estar fazendo uso de nenhum medicamento que pudesse ter impacto sobre os   valores pressóricos, tais como anabolizantes, estimulantes e diuréticos, 3) Não   possuir nenhuma limitação osteomioarticular que pudesse comprometer a execução   dos movimentos propostos. Como critérios de exclusão, foram adotados: 1) o   sujeito possuir alguma doença crônica, tal como diabetes, insuficiência renal,   etc., 2) o índice de massa corporal (IMC) caracterizar o sujeito acima do peso   normal (IMC &#8805; 25). Todos os participantes foram esclarecidos sobre os   procedimentos experimentais e assinaram o termo de consentimento livre e   esclarecido, de acordo com as recomendações da convenção de Helsinque e da   Resolução n.º 466/12 do Conselho Nacional de Saúde para pesquisas em seres   humanos. O projeto de pesquisa foi submetido e aprovado pelo Comitê de Ética do   Hospital Universitário Clementino Fraga Filho da   Universidade Federal do Rio de Janeiro, sob o protocolo de número 11176113.0.0000.5257. </p>     <p><b>Instrumentos</b></p>     <p>O exercício de força utilizado foi o supino reto na barra livre por ser   um exercício de comum execução em rotinas de treinamento de força, bem como um   exercício sugerido para testar força máxima e predizer força relativa (American   College of Sports Medicine [ACSM], 2010). A PA foi aferida através do monitor   ambulatorial de pressão arterial (MAPA) (CONTEC PM50 NIBP/Spo2, USA), os intervalos R-R da   freqüência cardíaca foram monitorados pelo frequencímetro da marca Polar, modelo RS 800 (Polar®, Finlândia).</p>     <p><b>Procedimentos</b></p>     <p><i>Teste de repetições máximas</i></p>     <p>Os indivíduos compareceram ao local de testagem em três dias não   consecutivos. No primeiro e segundo dia, foram executados teste e reteste de 12   repetições máximas (RM) (Polito &amp; Farinatti, 2009) no supino reto. O   indivíduo era instruído a não realizar esforços físicos nas 48 horas   antecedentes a cada teste de força, bem como um intervalo também de 48 horas   foi respeitado entre o teste e o reteste. Foi realizado um máximo de cinco   tentativas no mesmo dia com intervalo de 5 minutos entre cada uma delas. Com   objetivo de reduzir as possibilidades de erro da medida alguns procedimentos   foram adotados: a) o avaliado tinha explicações de toda rotina de testes   tornando-se ciente de todo procedimento que seria realizado; b) a técnica de   realização do movimento era explicada minuciosamente; c) os avaliadores   acompanharam atentamente a realização dos movimentos minimizando dessa forma a   execução de qualquer movimento fora dor padrões pré-estabelecidos o que poderia   comprometer os resultados; d) estímulos verbais forma realizados a fim de   manter a motivação durante a execução dos testes; e) os pesos utilizados como   implementos no estudo foram aferidos em uma balança previamente calibrada (Simão et al., 2006).  </p>     <p>Foi considerada a carga para 12 RM, aquela com que o sujeito conseguisse   realizar 12 repetições com perfeita execução da técnica falhando   voluntariamente antes de completar a décima terceira repetição. Dois avaliadores experientes acompanharam todas as execuções. </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>O coeficiente de correlação intraclasse (ICC) foi 0.97, retratando uma reprodutibilidade excelente entre o teste e o reteste de carga. </p>     <p><i>Protocolos experimentais</i></p>     <p>Para execução dos protocolos experimentais, três grupos foram formados,   grupo força máxima (GFM), grupo força submáxima (GFSM) e grupo controle (CONT), que participaram dos seguintes procedimentos experimentais:</p>     <p>GFM – Após um aquecimento de 15   repetições com 50% da carga encontrada no teste de 12 RM, os participantes   executaram quatro séries com carga para 12 repetições máximas com intervalo de 3 minutos entre as séries, até a falha voluntária. </p>     <p>GFSM – Após um aquecimento de 15   repetições com 50% da carga encontrada no teste de 12 RM, os participantes   executaram quatro séries de oito repetições com 3 minutos de intervalo entre as séries com a carga para 12 repetições máximas. </p>     <p>CONT – Os participantes foram mantidos em repouso servindo de controle para o estudo. </p>     <p>A ordem de entrada dos sujeitos em cada grupo foi feita de forma aleatória.</p>     <p><i>Pressão arterial e variabilidade da frequência cardíaca</i></p>     <p>Após a chegada ao local das testagens, os indivíduos foram conduzidos a   um ambiente tranquilo, onde permaneceram sentados por 15 minutos em repouso   absoluto, quando tiveram sua PA aferida pela primeira vez, e foram encaminhados   para a sessão de treino. Após executarem o protocolo de exercício programado   para o seu grupo, foram novamente postos sentados em repouso absoluto, e enfim,   tiveram sua PA aferida durante 60 minutos, em ciclos de 10 minutos (Figueiredo   et al., 2015). A PA foi aferida sempre no braço direito, com o manguito   posicionado 2 centímetros acima da fossa antecubital, com o indivíduo sentado, costas apoiadas, braços e pernas descruzados.</p>     <p>Para avaliação da VFC foi utilizado um frequencímetro da marca Polar,   modelo RS800. Os dados foram registrados após 15 minutos de repouso absoluto   durante dez e sessenta minutos pré e pós-exercício respectivamente estando o   indivíduo sentado, com pontos de corte de 10 em 10 minutos para efeito de   análise (Figueiredo et al., 2015). Uma rotina previamente elaborada no software   Matlab (version 6.0, Mathworks, Massachusetts, USA) foi utilizada para análise   dos dados no domínio da freqüência. Para realizar a análise espectral no   domínio da freqüência foi utilizado o algoritmo transformante de Fourier. A   integração dos valores dos módulos espectrais das faixas sucessivas de 0,004Hz   a 1Hz foi utilizada para calcular a variabilidade espectral do espectro   inteiro. A razão entre baixa frequência (LF) e alta frequência (HF) foi   calculada. Ela fornece informações sobre o balanço entre os sistemas simpático e parassimpático, sendo o índice simpatovagal da variabilidade do nodo sinusal.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>O CONT passou pelo mesmo procedimento em relação às medidas de PA e freqüência cardíaca, porém, sem realizar qualquer protocolo de exercício.</p>     <p>Os sujeitos receberam instruções para que mantivessem seus padrões   alimentares cotidianos, bem como não executassem esforços físicos nas 24 horas antecedentes a cada sessão experimental.</p>     <p><b>Análise estatística</b></p>     <p>Para testar a normalidade dos dados foi aplicado o teste de <i>Shapiro-Wilk</i>,   bem como o coeficiente de correlação intraclasse (CCI) para avaliar as medidas   de reprodutibilidade do teste e reteste de 12 RM. Para comparação das médias   intragrupos se fez uso da análise de variância (ANOVA) one way. Adicionalmente,   cálculos de tamanho do efeito (<i>effect size</i>: diferença entre os escores   do pré-teste e pós-teste dividido pelo desvio padrão do pré-teste) foram   realizados para determinar a magnitude das diferenças, foi utilizada a escala   proposta por Rhea (2004) para classificar a magnitude dos tamanhos   do efeito que segue a seguinte classificação:  0-0.35 = trivial; 0.35-0.85 = pequeno;   0.85-1.5 = moderado; &gt;1.5 = grande. Foi aceito um nível de significância de   5% para todo o tratamento inferencial (p &lt; 0.05). Os procedimentos   estatísticos foram realizados no Statistical Package for Social Sciences (SPSS), versão 20.0.</p>     <p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>RESULTADOS</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>As características descritivas do grupo amostral estão ilustradas na   <a href="/img/revistas/mot/v13n1/13n1a03t1.jpg">tabela 1</a>. A ANOVA não encontrou diferença significativa para tais variáveis   entre os grupos (p &gt; 0.05), caracterizando assim a homogeneidade do grupo amostral.</p>     
<p>&nbsp;</p>     <p align="center"><a href="/img/revistas/mot/v13n1/13n1a03t2.jpg">tabela 2</a></p>     
<p align="center">&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Nos resultados da ANOVA às respostas da pressão arterial sistólica   (PAS), não foram encontradas diferenças entre o repouso e as medidas na linha do tempo para nenhum dos grupos (p &gt; 0.05). </p>     <p>Nos resultados referentes às respostas da pressão arterial diastólica   (PAD) não foram encontradas diferenças entre o repouso e as medidas na linha do tempo para nenhum dos grupos (p &gt; 0.05). </p>     <p>Com relação às respostas da pressão arterial média (PAM) não foram   encontradas diferenças entre o repouso e as medidas na linha do tempo para nenhum dos grupos (p &gt; 0.05). </p>     <p>As análises do tamanho do efeito ilustraram reduções tanto na PAS quanto   na PAD, no GFM, e no GFSM, porém no GFM as reduções ocorreram em mais momentos do que no GFSM para PAS (<a href="/img/revistas/mot/v13n1/13n1a03t3.jpg">tabela 3</a>).</p>     
<p>Nos resultados referentes ao LF, não foram encontradas diferenças   significativas entre o repouso e as medidas na linha do tempo para nenhum dos grupos (p &gt; 0.05). </p>     <p>Já nos resultados referentes ao HF também não foram encontradas   diferenças significativas entre o repouso e as medidas na linha do tempo para nenhum dos grupos (p &gt; 0.05). </p>     <p>Com relação ao LF/HF não foram encontradas diferenças significativas   entre o repouso e as medidas na linha do tempo pra os grupos CONT e GFM (p &gt;   0.05). Contudo, foi observada diferença significativa no grupo GFSM no momento   20 minutos do término da sessão (p &gt; 0.05) (<a href="/img/revistas/mot/v13n1/13n1a03t4.jpg">tabela 4</a>) com um tamanho do efeito de 1,43 considerado moderado (<a href="/img/revistas/mot/v13n1/13n1a03t5.jpg">tabela 5</a>).</p>     
<p>&nbsp;</p>     <p><b>DISCUSSÃO</b></p>     <p>Os principais objetivos do presente estudo foram avaliar as respostas da   PA e da VFC após a execução do treinamento de força de forma máxima e submáxima   e teve como principal achado baseado nos cálculos do tamanho do efeito que o   GFM e o GFSM ilustraram reduções nas cifras pressóricas sistólica e diastólica,   tendo o GFM exercido efeito de redução na PAS em mais momentos que o GFSM.  Em relação à VFC o GFSM exibiu um aumento   significativo da razão LF/HF aos 20 minutos pós-exercício, esse aumento retrata   uma maior atividade simpática refletindo uma reduzida VFC proporcionada pelo   exercício submáximo. Que se tenha conhecimento, este é o primeiro estudo até o   momento que procurou observar diferenças nas respostas hipotensivas e   autonômicas comparando o exercício de força executado até a falha voluntária e   o exercício de força interrompido antes da falha voluntária. A maioria dos   estudos que investiga diferentes intensidades faz isso baseado em percentual de   1 RM e conduz a execução até a falha nos percentuais estabelecidos. O presente   estudo determinou a categorização submáxima pela determinação de um número de   repetições que ocorreria antes da falha voluntária, ou seja, o grupo submáximo   realizou oito repetições com a carga que seria capaz de executar 12 repetições   segundo o teste de carga prévio. Tal modelo de exercício submáximo além de se aproximar   mais da aplicabilidade prática observada nas academias e centros de treinamento   aonde muitos praticantes não chegam até a falha voluntária, elimina o viés de   se utilizar a carga de 1 RM para prescrição. A utilização da carga de 1 RM para   prescrição cria discrepância no número de repetições para o mesmo percentual de   1 RM quando grupos musculares de tamanhos distintos são solicitados ou ainda   sujeitos com diferentes níveis de treinamento realizam o exercício no mesmo percentual (Hoeger, Hopkins, Barette, &amp; Hale, 1990).</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>De fato, quando o método de treinamento é o mesmo, a intensidade do   exercício pode ter impacto direto nas reações pressóricas pós-esforço. Duncan,   Birch, e Oxford (2014) compararam o efeito de duas intensidades no treinamento   de força em relação à hipotensão pós-exercício e puderam verificar que o grupo   que se exercitou nos percentuais mais altos de carga ilustraram maiores   reduções na PA, no momento pós-esforço. Tais resultados vêm corroborar os   nossos, tendo em vista que no GFM os efeitos sobre a redução pressórica,   apontados pelo tamanho de efeito foram ilustrados em mais momentos na PAS do que no GFSM.</p>     <p>O fato do presente estudo não ter ilustrado diferenças significativas, e   sim tendências baseadas nos valores do tamanho de efeito pode ser atribuído ao   pequeno volume de treinamento. Polito e Farinatti (2009) ao compararem   diferentes volumes de treinamento de força em relação às respostas hipotensivas   constataram que o grupo que executou um maior volume de trabalho, foi o que se   beneficiou dos efeitos hipotensivos do exercício. Mohebbi, Rahmaninia, Vatani,   e Faraji (2009) discursam não terem observado em sua amostra diferenças na   hipotensão pós-exercício em relação ao volume de treinamento, porém, os autores   empregaram três ou seis séries em cinco exercícios de força diferentes. Ou   seja, mesmo no grupo de menor volume, em comparação com o presente estudo, o   volume continuou sendo bem maior, pois na presente investigação foi aplicado apenas um exercício. </p>     <p>No entanto, a busca por menores volumes capazes de propiciar benefícios   pressóricos deve ser estimulada, tendo em vista que tal fato auxiliaria na   adesão ao treinamento, bem como contextualizaria um cenário mais seguro no que   diz respeito às respostas da PA durante a execução da sessão de treinamento   (Polito &amp; Farinatti, 2003; Polito, Simão, Nóbrega, &amp; Farinatti, 2004).   Também não se deve desprezar que a inexistência da queda pressórica pós-esforço   pode muitas vezes estar associada a uma característica amostral, tendo em vista   que uma significativa parte da população não tem sensibilidade aos efeitos   hipotensivos do exercício físico (Hamer, 2006). Geneticamente diferentes   polimorfismos da enzima conversora da angiotensina podem implicar na capacidade   em responder ao esforço com redução nos valores de PA nos momentos subsequentes (Fernandes, Azevedo, Dolabella, &amp; Pardono, 2015)</p>     <p>Dois aspectos referentes aos resultados do presente estudo em relação a   PA merecem ser pontuados: o primeiro diz respeito à magnitude da queda   pressórica. Mesmo que a redução dos valores pressóricos não tenha sido   estatisticamente significativa, pequenas reduções como as retratadas pelo   tamanho do efeito podem ser relevantes no que diz respeito à redução no risco   para eventos cardiovasculares (ACSM, 2004). O segundo aspecto é referente aos   breves momentos em que essas quedas foram exibidas que por sua brevidade   poderiam ser negligenciáveis, porém, se pensarmos em tais efeitos ocorrendo em   momentos do dia onde a PA pode estar naturalmente mais elevada, essas ligeiras   reduções podem ter importantes implicações clínicas (ACSM, 2004). Deve-se ainda   considerar que o grupo amostral foi composto por normotensos, e já é bem   caracterizado pela literatura que quedas da pressão arterial pós-esforço em   grupos hipertensos, são mais significativas (Queiroz, Gagliardi, Forjaz, &amp;   Rezk, 2009). Portanto, pequenos volumes de treinamento não devem ser   desprezados, e sim investigados em outras populações para que se possa ter   conhecimento, se as tendências aqui descritas, em grupos hipertensos tomariam maior robustez. </p>     <p>Em relação aos achados referentes à VFC, o grupo GFSM mostrou um aumento   da atividade simpática retratada por maiores valores da razão LF/HF mesmo com   um pequeno volume de treinamento nos momentos pós-esforço. A VFC já foi investigada   sob condições de treinamento de força de maior volume, e a razão LF/HF também   apresentou valores maiores durante o período de recuperação caracterizando uma   resposta simpatovagal de crescente influência simpática independentemente da   intensidade (Rezk, Marrache, Tinucci, Mion, &amp; Forjaz, 2006). Curiosamente,   nessa investigação, o grupo experimental que realizou o exercício de forma   submáxima foi o que mostrou uma redução significativa na VFC pós-esforço.   Hipotetiza-se para tal achado que uma menor intensidade não foi capaz de   promover um achatamento das respostas simpáticas pós-exercício. A maior   intensidade embora não tenha aumentado significativamente os efeitos da   modulação parassimpática, também não provocou um aumento da predominância   simpática. Durante o exercício existe uma predominância simpática em relação à   modulação autonômica cardíaca que pode ser compensada por uma redução dessa   atividade nos momentos pós-esforço (MacDonald, 2002), talvez intensidades mais   baixas no treinamento de força não sejam suficientes para promover essa   redução, fazendo perdurar a predominância simpática nos momentos que sucedem o exercício.</p>     <p>Pensando na aplicabilidade prática e nas repostas da modulação   autonômica cardíaca, podemos sugerir segundo os achados aqui descritos que o   exercício submáximo proporciona um aumento na atividade simpática durante a   recuperação, possivelmente causado pela inexistência de uma redução   compensatória dessa atividade aumentada que acomete a realização do exercício   (MacDonald, 2002), sendo assim exercícios de força realizados de forma máxima   retratam momentos de recuperação mais seguros no que diz respeito ao equilíbrio   simpatovagal. Figueiredo et al. (2014) também analisaram as respostas da   modulação autonômica cardíaca em três intensidades diferentes durante a   execução do treinamento de força, 60, 70 e 80 % de 1 RM, os autores não   observaram qualquer alteração em relação a VFC no entanto a principal diferença   entre os estudos se deve ao fato da forma como a carga submáxima foi manipulada.   No presente estudo não foi aplicado percentuais de 1 RM e sim a execução   padronizada de um número de repetições (oito repetições) com uma carga onde   seria possível a execução de um maior número (12 repetições). Talvez a execução   de oito repetições tenha tornado o esforço aquém das possibilidades de provocar   uma resposta compensatória de redução na atividade simpática. Sendo assim,   parece interessante a realização de estudos que utilizem o mesmo método para   caracterização do exercício submáximo, porém com repetições mais próximas das   máximas possíveis, por exemplo, 10 repetições com a carga que possibilitaria a   realização de 12 repetições. Além da intensidade, outras variáveis manipuláveis   como, por exemplo, a ordem dos exercícios parece influenciar distintos   comportamentos da VFC pós-esforço em detrimento da intensidade do estímulo e   também devem ser levadas em consideração (Figueiredo, Menezes, Kattenbraker,   Polito, Reis, &amp; Simão, 2013) embora a presente investigação não tenha declinado seus esforços nesse sentido.</p>     <p>Vale destacar que embora os três grupos não tenham denotado   significância estatística em relação à hipotensão pós-exercício, o tamanho do   efeito indicou reduções nos valores da PAS e da PAD em ambos os grupos, sendo   que no GFM as reduções da PAS ocorreram em mais momentos. Embora a hipótese que   tentava se levantar no presente estudo fosse de que exercícios submáximos   teriam efeitos semelhantes aos máximos no que diz respeito às reduções da PA   pós-esforço, se levarmos em consideração os valores do tamanho do efeito não   foi isso que ocorreu. Sendo assim, sugere-se que na aplicabilidade prática   exercícios de força conduzidos até a falha voluntária podem ser mais eficientes   na indução da redução da PA pós-exercício de força. Vale destacar que mesmo sem   significância estatística a redução da PA no GFM pode denotar importante   caráter clínico, se levado em consideração que mesmo pequenas reduções nas   cifras pressóricas podem incidir em relevante redução do risco para eventos cardiocirculatórios (ACSM, 2004).</p>     <p>Em relação à VFC esperava-se que os protocolos experimentais fossem   capazes de apontar um aumento na citada variável durante a recuperação em   comparação ao momento pré-exercício refletindo uma redução da atividade   simpática em detrimento de uma maior atuação do sistema nervoso parassimpático.   Isso não ocorreu no grupo GFM, além de no grupo GFSM a VFC ter sido reduzida o   que caracteriza uma maior atividade simpática. Sendo assim, mesmo sem   benefícios no sentido de aumento da VFC, o protocolo experimental máximo se   mostrou seguro no que diz respeito à atividade simpatovagal, sugerindo que o   treinamento de força com pequenos volumes e intensidades altas não provoca redução da VFC nos momentos que sucedem o esforço.</p>     <p>As principais limitações do presente estudo dizem respeito à formação de   dois grupos para execução do treinamento, da composição do grupo por ambos os   gêneros e do pequeno volume de treinamento. Porém, os grupos apresentaram   características homogêneas no pré-treinamento. Ainda a diferença de sexo no que   diz respeito ao comportamento cardiovascular pós-esforço parece refletir mais   em mecanismos de atuação do que na duração e magnitude dessas respostas, ou   seja, quando o objetivo do estudo se limita a observação da duração e da   magnitude dos fenômenos sem se preocupar com seus mecanismos, como é o caso da   presente investigação, a mistura de gêneros não se mostra como uma   característica que pudesse gerar respostas diferentes em tais comportamentos e   com isso minimizar a credibilidade da extrapolação dos resultados para homens e   mulheres. (Queiroz et al., 2013). Em relação ao volume, mesmo com a literatura   ilustrando melhores respostas hipotensivas com maiores volumes de treinamento,   a busca por estratégias que pudessem reduzir o volume de treinamento, e ainda   assim proporcionar queda pressórica não deveria cessar, tendo em vista que essa   situação caracteriza uma maior segurança de execução, principalmente se pensarmos no treinamento de grupos especiais como hipertensos e cardiopatas.</p>     <p>&nbsp;</p> </font>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="3" face="Verdana"><b>CONCLUSÕES</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>Segundo os resultados do presente estudo, o volume de treinamento   efetuado não foi capaz de mostrar quedas estatisticamente significativas para   ambos os grupos independentemente da intensidade na PA. Porém, o tamanho do   efeito foi capaz de ilustrar algumas tendências de reduções pressóricas   pós-esforço, caracterizando reduções tanto na PAS quanto na PAD em ambos os   grupos experimentais, com mais momentos de queda na PAS para o GFM. Quanto à   VFC, o GFSM mostrou uma maior atividade simpática pós-esforço. Sendo assim o   treinamento de força executado de forma máxima foi mais efetivo e seguro nos   momentos pós-esforço levando-se em consideração valores de PA e a VFC   respectivamente, pois o GFM foi capaz de retratar quedas na PA sem um   concomitante aumento da atuação da atividade simpática na modulação autonômica cardíaca.</p>     <p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>REFERÊNCIAS</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <!-- ref --><p>American College of Sports Medicine (2004). Exercise and hypertension. <i>Medicine   and Science in Sports and Exercise</i>, <i>36</i>(3), 533-553. doi: 10.1249/01.MSS.0000115224.88514.3A &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=361965&pid=S1646-107X201700010000300001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>American College of Sports   Medicine. (2010). <i>Diretrizes do ACSM para os testes de esforço e sua prescrição</i> (8<sup>a</sup> ed.). Rio de Janeiro: Guanabara Koogan.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=361966&pid=S1646-107X201700010000300002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Bigger, J. T., Breithardt, G.,   Cerrutti, S., Cohen, R. J., Coumel, P., Fallen, E. L., … Singer, D. H. (1996).   Heart rate variability: standards of measurement, physiological interpretation   and clinical use. Task Force of the European Society of Cardiology and the   North American Society of Pacing and Electrophysiology. <i>European Heart Journal</i>, <i>17</i>(3), 1043-1065.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=361968&pid=S1646-107X201700010000300003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Brook, R. D., Appel, L. J., Rubenfire, M., Ogedegbe, G., Bisognano,   J.D., Elliott W. J.,… Rajagopalan, S. (2013). Beyond medications and diet:   Alternative approaches to lowering blood pressure: a scientific statement from   the American Heart Association. <i>Hypertension</i>, <i>61</i>(6), 1360-1383. doi: 10.1161/HYP.0b013e318293645f&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=361970&pid=S1646-107X201700010000300004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Chobanian, A. V., Bakris, G. L., Black, H. R., Cushman, W. C..; Green,   L. A., Izzo, J. L., Edward, J. (2003). Seventh report of the joint national   committee on prevention, detection, evaluation, and treatment of high blood   pressure. <i>Hypertension</i>, <i>42</i>(6), 1206-1252. doi: 10.1161/01.HYP.0000107251.49515.c2&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=361971&pid=S1646-107X201700010000300005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Corrêa Neto, V. G., Sperandei, S., Silva, L. A. I., Maranhão Neto, G.   A., &amp; Palma, A. (2014). Hipertensão arterial em adolescentes do Rio de   Janeiro: prevalência e associação com atividade física e obesidade. <i>Ciência     e Saúde Coletiva</i>,<i> 19</i>(6), 1699-1708. doi: 10.1590/1413-81232014196.05262013&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=361972&pid=S1646-107X201700010000300006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Duncan, M. J., Birch, S. L., &amp; Oxford, S. W. (2014). The effect of   exercise intensity on postresistance exercise hypotension in trained men. <i>Journal of Strength and Conditioning Research</i>, <i>28</i>(6), 1706-1713.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=361973&pid=S1646-107X201700010000300007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Fernandes, M. O., Azevedo, L. M., Dolabella, S. S., &amp; Pardono, E.   (2015). Influência do polimorfismo I/D do gene da ECA na HPE de jovens   normotensos. <i>Revista brasileira de Medicina do Esporte</i>, <i>21</i>(4), 308-312. doi: <a href="http://dx.doi.org/10.1590/1517-869220152104137628" target="_blank">http://dx.doi.org/10.1590/1517-869220152104137628</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=361975&pid=S1646-107X201700010000300008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Figueiredo, T, de Salles, B. F., Dias, I, Reis, V. M., Fleck, S. J.,   &amp; Simão, R. (2014). 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Influence of exercise order on blood pressure   and heart rate variability after a strength training session. <i>The Journal of Sports Medicine and Physical Fitness</i>, <i>53</i>(3), 12-17.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=361979&pid=S1646-107X201700010000300010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Figueiredo, T, Willardson, J. M, Miranda, H., Bentes, C. M., Reis, V.   M., &amp; Simão, R. (2015). Influence of load intensity on postexercise   hypotension and heart rate variability after a strength training session. <i>Journal of Strength and Conditioning Research</i>, <i>29</i>(10), 2941-2948. doi: 10.1519/JSC.0000000000000954.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=361981&pid=S1646-107X201700010000300011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Hamer, M. (2006). The anti-hypertensive effects of exercise. <i>Sports Medicine</i>, <i>36</i>(2), 109-116.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=361983&pid=S1646-107X201700010000300012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Hoeger, W. W. K., Hopkins, D. R., Barette, S. I., &amp; Hale, D. F.   (1990). Relationship between repetitions and selected percentages of one   repetition maximum: a comparison between untrained and trained males and females. <i>Journal of applied Sport Science Research</i>,<i> 4</i>(2), 47-54.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=361985&pid=S1646-107X201700010000300013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>MacDonald, J. R. (2002). Potential causes, mechanisms and, implications   of post exercise hypotension. <i>Journal of Human Hypertension</i>, <i>16</i>(4), 225-236.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=361987&pid=S1646-107X201700010000300014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>MacDougall, J. D., Tuxen, D., Sale, D. J., Moroz, J. R., &amp; Sutton,   J. R. (1985). Arterial blood pressure response to heavy resistance exercise. <i>Journal of applied Physiology</i>, <i>58</i>(3), 785-790.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=361989&pid=S1646-107X201700010000300015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Mendes, R., &amp; Barata, J. L. T. (2008). Envelhecimento e pressão arterial. <i>Acta Médica Portuguesa</i>, <i>21</i>(2), 193-198.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=361991&pid=S1646-107X201700010000300016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Mohebbi, H., Rahmaninia, F., Vatani, D. S., &amp; Faraji, H. (2009) Post   – resistance exercise hypotensive responses at different intensities and volumes. <i>Facta Universitatis</i>, <i>7</i>(2), 171-179.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=361993&pid=S1646-107X201700010000300017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Nóbrega, S. R., &amp; Libardi, C. A. (2016). Is Resistance Training to Muscular Failure Necessary? <i>Frontiers in Physiology</i>, <i>7</i>, 10. <a href="https://doi.org/10.3389/fphys.2016.00010">https://doi.org/10.3389/fphys.2016.00010</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=361995&pid=S1646-107X201700010000300018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Polito, MD, &amp; Farinatti, P. T. V. (2003). Respostas da freqüência   cardíaca, pressão arterial e duplo - produto ao exercício contra – resistência:   uma revisão da literatura. <i>Revista Portuguesa de Ciências do Desporto</i>, <i>3</i>(1), 79-91.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=361996&pid=S1646-107X201700010000300019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Polito, M. D., &amp; Farinatti, P. T. V. (2009). The effects of muscle   mass and number of sets during resistance exercise on postexercise hypotension. <i>Journal of Strength and Conditioning Research</i>, <i>23</i>(8), 2351-2357.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=361998&pid=S1646-107X201700010000300020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Polito, M. D., Simão, R., Nóbrega, A. C. L., &amp; Farinatti, P. T. V.   (2004). Pressão arterial, frequência cardíaca e duplo produto em séries   sucessivas do exercício de força com diferentes intervalos de recuperação. <i>Revista Portuguesa de Ciências do Desporto</i>, <i>4</i>(3), 7-15.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=362000&pid=S1646-107X201700010000300021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Queiroz, A. C. C., Gagliardi, J. F. L., Forjaz, C.L.M., &amp; Rezk, C.   C. (2009). 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(2013) Gender influence on post-resistance exercise   hypotension and hemodynamics. <i>International Journal of Sports Medicine</i>, <i>34</i>(11), 939-944. doi: 10.1055/s-0033-1337948&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=362004&pid=S1646-107X201700010000300023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Rezk, C. C., Marrache, R. C. B., Tinucci, T., Mion Jr, D., &amp; Forjaz,   C. L. M. (2006). Post-resistance exercise hypotension, hemodynamics, and heart   rate variability: influence of exercise intensity. <i>European Journal of Applied Physiology</i>, <i>98</i>(1), 105-112. doi: 10.1007/s00421-006-0257-y&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=362005&pid=S1646-107X201700010000300024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Rhea, M. R. (2004). Determining the magnitude of treatment effects in   strength training research through the use of the effect size. <i>Journal of Strength and Conditioning Research</i>, <i>18</i>(4), 918-920.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=362006&pid=S1646-107X201700010000300025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Ricci-Vitor, A. L., Bonfim, R., Fosco, L. C., Bertolini, G. N., Ramos,   E. M. C., Pastre, C. M., … Vanderlei, L. C. M. (2013). 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Effects of resistance training intensity, volume and session format on   the postexercise hypotensive response. <i>Journal of Strength and Conditioning Research</i>, <i>19</i>(4), 853-858.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=362010&pid=S1646-107X201700010000300027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Simão, R., Polito, M., Miranda, H., Camargo, A., Hoeller, H., Elias, M.,   &amp; Souto Maior, A. (2006). Análise de diferentes intervalos entre as séries   em um programa de treinamento de força. <i>Fitness &amp; Performance Journal</i>, <i>5</i>(5), 290–294. <a href="https://doi.org/10.3900/fpj.5.5.290.p">https://doi.org/10.3900/fpj.5.5.290.p</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=362012&pid=S1646-107X201700010000300028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>de Sousa, N. M. F., Magosso, R. F., Dipp, T., Plentz, R. D. M., Marson,   R. A., Montagnolli, A. N., … Baldissera, V. (2014). 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E-26/203.237/2016.<b>    <br>   Conflito de Interesses:</b>    <br>   Nada a declarar.<b>    <br>   Financiamento:</b></font>    <br>   <font size="2" face="Verdana">Nada a declarar</font></p> <font face="Verdana" size="2">     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Artigo   recebido a 27.01.2015; Aceite a 01.11.2016</p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <a name="end"></a><a href="#topo">*</a> <i>Autor correspondente</i>: Avenida Carlos Chagas Filho, 540, Ilha do Fund&atilde;o, Rio de Janeiro, Brasil. <i>E-mail</i>: <a href="mailto:victorgcn@hotmail.com">victorgcn@hotmail.com</a></font>      ]]></body><back>
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