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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Efeito da Cafeína Sobre Parâmetros Autonômicos e Hemodinâmicos em Mulheres Hipertensas Pós Exercício Aeróbio]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The aim of this study was to analyse the effect of caffeine consumption on cardiac autonomic modulation and arterial blood pressure after aerobic exercise in hypertensive women. Twelve hypertensive women participated in this study (55±4 years old), habitual consumers of caffeine. The electrocardiogram and the arterial blood pressure were recorded during rest and after aerobic exercise. All subject ingested caffeine or placebo (4mg/kg), waited 30 minutes and exercised on a treadmill for 30 minutes with intensity of 60% and 70% of the reserve heart rate. Systolic arterial blood pressure rose significantly in the caffeine session compared to rest and placebo session (p < 0.05). Spectral component of low frequency and sympathovagal balance increased dramatically when compared to baseline in caffeine session. In contrast, during the placebo session, the low frequency and sympathovagal balance decreased significantly (p < 0.05). When compared the caffeine and placebo sessions, it could be seen that the low frequency and sympathovagal balance were significantly higher in caffeine session (p < 0.05). Thus, it can be suggested that the consumption of caffeine increased the cardiac sympathetic activity with resulting increase of systolic arterial blood pressure after aerobic exercise, which could be related to a possible hypertensive reaction in hypertensive middle-aged women.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[  <font face="Verdana" size="2">       <p align="right"><b>ARTIGO ORIGINAL</b></p>      <p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="4" face="Verdana"><b>Efeito da   Cafeína Sobre Parâmetros Autonômicos e Hemodinâmicos em Mulheres Hipertensas   Pós Exercício Aeróbio</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Effect of   Caffeine on Hemodynamics and Autonomics Parameters in Hypertensive Women after   Aerobic Exercise</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Tereza Karoline Sarmento da Nobrega<sup>1,2</sup>; Maria do Socorro Brasileiro-Santos<sup>1,2</sup>; Filipe Fernandes Oliveira Dantas<sup>1,2</sup>; Paulo Fernando Marinho de Lima<sup>1,2</sup>; Fábio Thiago Maciel da Silva<sup>1,2</sup>; Aline de Freitas Brito<sup>1,2</sup>; Amilton da Cruz Santos<sup>1,2,<a href="#end">*</a></sup></b><a name="top"></a></p>     <p><sup>1</sup><i>   Laboratório de Estudos do Treinamento Físico Aplicado à Saúde, Departamento de   Educação Física da Universidade Federal da Paraíba, João Pessoa, Brasil.    ]]></body>
<body><![CDATA[<br> </i><sup>2</sup> <i>Programa Associado de Pós-graduação em Educação Física UPE-UFPB, João Pessoa, Brasil.</i></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> </font> <hr noshade size="1"> <font face="Verdana" size="2">     <p><b>RESUMO</b></p>     <p>O objetivo do   estudo foi analisar o efeito da ingestão de cafeína sobre a modulação   autonômica cardíaca e da pressão arterial pós-exercício aeróbio em mulheres   hipertensas. Participaram do estudo doze mulheres hipertensas (55±4 anos),   consumidoras habituais de cafeína. Foram registrados no repouso e pós exercício   aeróbio o eletrocardiograma e a pressão arterial. Todos os sujeitos ingeriram   cafeína ou placebo (4mg/kg corporal), esperaram 30 minutos e realizaram   exercício em esteira por 30 minutos com intensidade entre 60 e 70% da   frequência cardíaca de reserva. Pressão arterial sistólica aumentou de forma   significativa na sessão cafeína em relação ao repouso e quando comparada ao   placebo (p &lt; 0.05). Componente espectral de baixa frequência e balanço   simpato-vagal, aumentaram significativamente quando comparado ao repouso na   sessão cafeína. Opostamente na sessão placebo, baixa frequência e balanço   simpato-vagal reduziram de forma significativa (p &lt; 0.05). Na comparação   entre as sessões cafeína e placebo, observou-se que baixa frequência e balanço   simpato-vagal foram significativamente maiores na sessão cafeína (p &lt; 0.05).   Deste modo podemos sugerir que a ingestão de cafeína aumentou a atividade   simpática cardíaca com consequente aumento da pressão arterial sistólica   pós-exercício aeróbio, o que poderia estar relacionado a uma possível reação hipertensiva em mulheres hipertensas de meia idade.</p>     <p><b>Palavras-chave:</b> exercício aeróbio, hipertensão, modulação autonômica cardíaca, cafeína.</p> </font> <hr noshade size="1"> <font face="Verdana" size="2">     <p><b>ABSTRACT</b></p>     <p>The aim of this   study was to analyse the effect of caffeine consumption on cardiac autonomic   modulation and arterial blood pressure after aerobic exercise in hypertensive   women. Twelve hypertensive women participated in this study (55±4 years old),   habitual consumers of caffeine. The electrocardiogram and the arterial blood   pressure were recorded during rest and after aerobic exercise. All subject   ingested caffeine or placebo (4mg/kg), waited 30 minutes and exercised on a   treadmill for 30 minutes with intensity of 60% and 70% of the reserve heart rate.   Systolic arterial blood pressure rose significantly in the caffeine session   compared to rest and placebo session (p &lt; 0.05). Spectral component of low   frequency and sympathovagal balance increased dramatically when compared to   baseline in caffeine session. In contrast, during the placebo session, the low   frequency and sympathovagal balance decreased significantly (p &lt; 0.05). When   compared the caffeine and placebo sessions, it could be seen that the low   frequency and sympathovagal balance were significantly higher in caffeine   session (p &lt; 0.05). Thus, it can be suggested that the consumption of   caffeine increased the cardiac sympathetic activity with resulting increase of   systolic arterial blood pressure after aerobic exercise, which could be related to a possible hypertensive reaction in hypertensive middle-aged women.</p>     <p><b>Keywords:</b> aerobic exercise, hypertension, autonomic modulation, caffeine.</p> </font> <hr noshade size="1">     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2"> </font></p>      <p><font size="3" face="Verdana"><b>INTRODUÇÃO</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>Nos dias de hoje já se sabe que a hipertensão arterial   tem uma alta prevalência, sendo considerada um fator de risco modificável e um   grande problema de saúde pública (&quot;VI Diretrizes Brasileiras de   Hipertensão Arterial,&quot; 2010). Ademais sabe-se ainda que a mortalidade por   doenças cardiovasculares aumenta com o aumento da pressão arterial apartir de   115/75 mmHg de forma linear, progressiva e independente e que em 2001 cerca de   7,6 milhões de mortes no mundo foram atribuídas à elevação da pressão arterial (Williams, 2009).</p>     <p>Por outro lado, sabe-se que o exercício físico tem   sido cada vez mais utilizado como forma não-medicamentosa no tratamento da   hipertensão arterial sistêmica, pois atua prevenindo o seu surgimento e   reduzindo a pressão arterial. Está bem estabelecido na literatura que uma única   sessão de exercício aeróbio é capaz de promover queda da pressão arterial   (hipotensão) quando comparada com o nível de repouso antes do exercício.   Estudos (Forjaz, Rondon, &amp; Negrão, 2005; Pescatello &amp; Kulikowich, 2001;   Taylor-Tolbert et al., 2000) têm demonstrado que a magnitude da queda da pressão   arterial varia entre 2 e 17 mmHg para a pressão arterial sistólica e entre 2 e   7 para diastólica. Além disso, pode perdurar por até 24 horas (Baster &amp;   Baster-Brooks, 2005; Forjaz et al., 2000) sendo observada até mesmo em idosos hipertensos (Brandao Rondon et al., 2002). </p>     <p>Vários estudos têm sugerido que alterações   hemodinâmicas (Daniels, Mole, Shaffrath, &amp; Stebbins, 1998; Nishijima et   al., 2002; Sung, Lovallo, Pincomb, &amp; Wilson, 1990; Yeragani, Krishnan,   Engels, &amp; Gretebeck, 2005) e autonômicas (Nishijima et al., 2002; Yeragani   et al., 2005) sejam as responsáveis pela hipotensão pós exercício físico.   Curiosamente, hábitos corriqueiros da maioria da população, como a ingestão de   alguns alimentos, podem agir de maneira contrária a estas alterações, promovendo   atenuação da hipotensão ou até mesmo abolindo-a. Essas premissas já foram   testadas em alguns estudos que avaliaram o efeito de cafeína na resposta   hipotensora ao exercício físico. Por exemplo, nos estudos de Cavalcante et al   (2000) e Notarius, Morris e Floras (2006), eles observaram que o consumo de uma   dose moderada de cafeína atenua o efeito hipotensor do exercício aeróbio,   sugerindo que essa resposta poderia ser devido ao bloqueio do efeito vasodilatador dos receptores da adenosina.</p>     <p>Diante destes achados e considerando que não se sabe   exatamente em qual mecanismo da hipotensão a cafeína intervém, entendemos que   se faz necessário mais investigações dessa problemática. Sendo assim, a   hipótese do nosso estudo é que a cafeína restringe a resposta hipotensora pós-exercício por aumentar a atividade simpática cardíaca. </p>     <p>Diante do exposto, o objetivo desse estudo foi   investigar os efeitos da ingestão de cafeína sobre a modulação autonômica   cardíaca e a hipotensão em mulheres hipertensas que realizaram exercício aeróbio como terapia anti-hipertensiva.</p>     <p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>MÉTODO</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>O delineamento da pesquisa foi o modelo duplo-cego, randomizado em um desenho <i>crossover</i>.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>Participantes</b></p>     <p>Participaram do estudo 12 hipertensas, com idade entre   50 e 59 anos. Para o cálculo da  amostra   foi usado como referência os resultados de um estudo piloto realizado por nós,   mas não publicado. Sendo assim, foi considerada a hipotensão sistólica   pós-exercício de 8.4 mmHg e o desvio-padrão residual de 5.2 mmHg.   Adicionalmente, considerou-se o erro &#945;=0.05 e o poder   de 0.80 (Green, 1991). Finalmente, foi utilizado o software G*Power 3.0.10   (Universität Kiel, Germany), para determinar o tamanho da amostra do estudo.   Foram incluídos apenas mulheres hipertensas com PA &lt; 140/90 mmHg, em menopausa   e que não faziam terapia de reposição hormonal, usuárias de anti-hipertensivos   da classe dos diuréticos e inibidores da enzima conversora de angiotensina,   consumidoras regulares de cafeína e com índice de massa corporal (IMC) &lt;   29.9 Kg/m2 (<a href="#t1">tabela 1</a>). Além disso, tinham pelo menos seis meses de prática da atividade física, com frequência mínima três vezes por semana. </p>     <p><a name="t1"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/mot/v13nspe/13nspea08t1.jpg" width="345" height="386"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>O projeto de pesquisa foi submetido ao Comitê de Ética   em Pesquisa com Seres Humano do Hospital Universitário Lauro Wanderley da   Universidade Federal da Paraíba e aprovado sob protocolo n° 376/2009. Foram   explicados os propósitos do estudo aos sujeitos, sendo solicitada, aos que   aceitaram participar da pesquisa, a assinatura do Termo de Consentimento Livre   Esclarecido conforme as normas da resolução 466/12 do Ministério da Saúde para pesquisa com seres humanos.</p>     <p><b>Instrumentos</b></p>     <p><i>Pressão arterial. </i></p>     <p>A pressão arterial foi monitorada continuamente de   forma não-invasiva, continua, batimento a batimento utilizando o Finometer   (Finapres Medical Systems BV, Arnhem, The Netherlands). Os registros foram   feitos durante o período de cinco minutos, na condição repouso pré-exercício e   durante o período de recuperação, pós-exercício, aos 30, e 60 minutos. O sinal foi captado pelo software associado ao equipamento, o BeatScope versão 1.1. </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><i>Eletrocardiograma. </i></p>     <p>Para aquisição do eletrocardiograma, os sujeitos foram   posicionados em decúbito dorsal, sendo em seguida instrumentados com eletrodos   nas derivações bipolares DII. Após a instrumentação, o registro do   eletrocardiograma foi realizado concomitantemente ao da pressão arterial e teve   duração de cinco minutos. A frequência de amostragem utilizada foi 500 hertz.   Posteriormente, foi utilizado o intervalo R-R para determinação dos valores de   frequência cardíaca utilizando um software associado ao software Windaq DI200 (Dataq Instruments–Akron, Ohio, USA), denominado Windaq Playback. </p>     <p><i>Variabilidade da Frequência cardíaca. </i></p>     <p>Os registros dos traços espectrográficos de cada   sujeito também foram processados no Windaq Playback, (Dataq Instruments–Akron,   Ohio, USA). Os espectros dos sinais foram analisados por meio de um software   desenvolvido pelo Departamento de Ciências Pré Clínica da Universitá Di   Milano-Italy. Nesta análise, foi utilizado o modelo autorregressivo, que   determina o domínio de frequência dos componentes espectrais da variabilidade   da frequência cardíaca (Malliani, Pagani, &amp; Lombardi, 1994). Os componentes   espectrais foram definidos pelas bandas de baixa frequência (BF) (0,03 a   0,15Hz) e de alta frequência (AF) (0,15 a 0,4 Hz). Foi também calculado o   balanço simpato-vagal, determinado pela razão entre os componentes de baixa e   alta frequência (BF/AF) (Baselli et al., 1986; Bernardi et al., 1994). Os dados   foram apresentados em unidades normalizadas por determinar cada componente das bandas de frequência isoladamente (Bernardi et al., 1994).</p>     <p><b>Procedimentos</b></p>     <p>Os sujeitos foram distribuídos aleatoriamente em dois   experimentos, onde em um dia fez-se ingestão de cafeína (CAF) e no outro de   substância placebo (PL) (<a href="www.randomizer.org">www.randomizer.org</a>),   tendo um intervalo de sete dias entre eles. Em ambos os dias, a coleta de dados   procedeu-se após 72 horas de abstinência de cafeína. Os sujeitos foram   avaliados pré e pós-exercício. Foi registrado o eletrocardiograma e a pressão   arterial durante cinco minutos em condição repouso. Posteriormente, os sujeitos   fizeram a ingestão de CAF ou PL (4mg/kg corporal) em cápsulas, esperaram 30   minutos para absorção da substância e, em seguida, realizaram exercício em   esteira. Os registros de ECG e da PA foram novamente realizadas aos 30 e 60   minutos de recuperação. Os experimentos foram realizados entre às 14h:00min e 17h:00min (<a href="#f1">Figura 1</a>).</p>     <p><a name="f1"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><i> </i><img src="/img/revistas/mot/v13nspe/13nspea08f1.jpg" width="335" height="351"></p>     
<p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><i>Ingestão da cafeína e placebo</i></p>     <p>Foi aplicado um recordatório alimentar de 24 horas   para se verificar a ingestão diária habitual de cafeína dos participantes. A   quantificação destes valores foi feita com base nas medidas caseiras para   alimentos obtidas nas tabelas de informações nutricionais sobre produtos que   contém cafeína (Harland, 2000; Mahan &amp; Escott-Stump, 2005). No dia da   sessão  CAF, os participantes ingeriram   uma quantidade de 4 mg/kg corporal no formato de cápsulas com 100ml de água. No   dia da sessão PL, os participantes ingeriram uma cápsula com as mesmas   características contendo apenas talco farmacêutico. A ingestão das substâncias   ocorreu 30 minutos antes do exercício aeróbio em esteira. Para preparação das cápsulas, foi verificada a massa corporal previamente na avaliação antropométrica.</p>     <p><i>Protocolo de exercício físico</i></p>     <p>Os participantes realizaram uma sessão de exercício   aeróbio na esteira, em cada dia de protocolo, com duração de 30 minutos e   intensidade entre 60 e 70% da frequência cardíaca de reserva (Pescatello et   al., 2004). Os protocolos foram realizados sempre nos mesmos horários do dia.   Além disso, a hidratação foi padronizada nos dois dias de experimento seguindo   orientação de Callegaro et al (2007). A frequência cardíaca máxima foi   determinada por meio de teste ergométrico. Para garantir que os sujeitos   realizassem o exercício dentro da zona de treinamento estipulada, a frequência   cardíaca foi verificada por meio de um frequencímetro a cada três minutos. De   acordo com a randomização estabelecida para cada sujeito (CAF ou PL), a   velocidade obtida no primeiro dia de experimento foi reproduzida no segundo   dia, de modo a evitar possíveis disparidades no desempenho do exercício. Para   determinação da intensidade de treinamento, foi utilizada a equação de Karvonen, Kentala e Mustala (1957).</p>     <p><b>Análise estatística</b></p>     <p>Os dados foram analisados através do software SPSS®   (StatisticalPackage for Social Sciences) versão 21.0 para Windows. Foi   realizado o teste de Shapiro-Wilk para verificação da normalidade das   variáveis. Sendo assim, naquelas variáveis que não apresentaram distribuição   normal (variáveis relacionadas à modulação autonômica cardíaca) foi aplicado o   teste de Friedman para verificar as diferenças das variáveis dentro de cada   grupo, ao longo dos três momentos considerados (basal, após 30 minutos e após   60 minutos). Ao encontrar diferenças significativas entre os valores   analisados, foram feitas, em seguida, comparações para dados emparelhados entre   cada duas medidas (Teste de Wilcoxon), penalizando os valores de p encontrados mediante   o procedimento de Bonferroni. A análise das variáveis entre os protocolos   experimentais (placebo vs cafeína) foi procedida através do teste de Wilcoxon,   em cada um dos momentos considerados. Em tais procedimentos, os dados foram analisados através da mediana e do intervalo interquartil. </p>     <p>Nas variáveis que apresentaram distribuição normal   (pressão arterial) aplicou-se ANOVA para medidas repetidas Ao encontrar   diferenças significativas entre os valores analisados, foram feitas, em   seguida, comparações para dados emparelhados entre cada duas medidas (Teste de   T para amostras dependentes), penalizando os valores de p encontrados mediante   o procedimento de Bonferroni. A análise das variáveis entre os protocolos   experimentais (placebo vs cafeína) foi procedida através do Teste de T para   amostras dependentes, em cada um dos momentos considerados. Nestes procedimentos, os dados foram analisados através da média e desvio padrão. </p>     <p>Para o cálculo do effect size (ES), entre as variáveis   com distribuição normal, foi utilizado os valores de média e desvio padrão do   período pós-intervenção, entre as diferentes condições experimentais (cafeína   vs controle), conforme estabelecido por Dunlop, Cortina, Vaslow, and Burke   (1996). A classificação do ES foi determinada da seguinte maneira: 0,2 (baixo); 0,5 (moderado); 0,8 (alto); 1,3 (muito alto) (Sullivan &amp; Feinn, 2012).</p>     <p>Em todas as análises foi adotado um nível de significância menor do que 5% (p&lt;0,05).</p>     <p>&nbsp;</p> </font>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="3" face="Verdana"><b>RESULTADOS</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>Os valores das variáveis hemodinâmicas   e autonômicas em repouso não foram significativamente diferentes entre as sessões cafeína e placebo (p &gt; 0,05) (<a href="/img/revistas/mot/v13nspe/13nspea08t2.jpg">tabela 2</a>).</p>     
<p>Na <a href="#f2">figura 2A</a> estão apresentados os valores de pressão   arterial sistólica, nela podemos observar que pós-exercício aeróbio, a pressão   arterial aumentou de forma significativa aos 30 e 60 min na sessão cafeína em   relação ao repouso (124±15 vs 133±21 vs 143±22 mmHg, respectivamente, p &lt;   0.05). Opostamente na sessão placebo, a pressão arterial sistólica reduziu de   forma significativa em relação ao repouso (126±20 vs 113±20 vs 120±18 mmHg,   respectivamente, p &lt; 0.05). Quando se fez a comparação entre as sessões   cafeína e placebo, observamos que tanto aos 30 como aos 60 minutos, a pressão   arterial sistólica foi significativamente menor na sessão placebo, aos 30min (133 vs 113 mmHg, p &lt; 0.05) e aos 60min (143 vs 120 mmHg, p &lt; 0.05). </p>     <p>Na <a href="#f2">figura 2B</a> estão apresentados os valores de pressão   arterial diastólica.  Nela podemos   observar que não houve alterações significativas na pressão diastólica aos 30 e   60 min pós exercício aeróbio quando comparado aos valores de repouso, como também quando se fez comparações entre as sessões.</p>     <p><a name="f2"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/mot/v13nspe/13nspea08f2.jpg" width="352" height="558"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>Na <a href="#f3">figura 3</a> estão apresentados os valores da modulação   autonômica cardíaca em mulheres hipertensas. Nela podemos observar que os   valores do componente espectral de baixa frequência, <a href="#f3">figura 3A</a> (Md = 54, Q25 –   Q75 = 52 – 59 vs Md = 79, Q25 – Q75 = 72 – 79 un; p &lt;0.05) e do balanço   simpato-vagal, <a href="#f3">figura 3C</a> (Md = 1.35 Q25 – Q75 = 1.03 – 2.68 vs Md = 2.10 Q25 –   Q75 = 1.68 – 3.79 p &lt; 0.05), aumentaram significativamente pós exercício   aeróbio, quando comparado aos valores de repouso no dia da sessão cafeína.   Opostamente na sessão placebo, baixa frequência (Md = 38 Q25 – Q75 = 30 – 50.5   vs Md = 56 Q25 – Q75 = 29 – 60 un p &lt; 0.05) e o balanço simpato-vagal (Md =   0.68 Q25 – Q75 = 0.45 – 0.74 vs Md = 1.31 Q25 – Q75 = 1.05 – 1.45 p &lt; 0.05) reduziram de forma significativa em relação ao repouso. </p>     <p><a name="f3"></a></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/mot/v13nspe/13nspea08f3.jpg" width="349" height="799"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>Quando se fez a comparação entre as sessões cafeína e   placebo, observamos que aos 60 minutos, baixa frequência (BFun) foi maior na   sessão cafeína (Md = 79, Q25 – Q75 = 72 – 79 vs Md = 38, Q25 – Q75 = 30 – 50.5;   p &lt;0.05). Já o balanço simpato-vagal foi maior do que o da sessão placebo,   tanto aos 30 min quanto as 60 min (Md = 1.35 Q25 – Q75 = 1.03 – 2.68 vs Md =   0.95 Q25 – Q75 = 0.66 – 1.27; p &lt;0.05 e Md = 2.10 Q25 – Q75 = 1.68 – 3.79 vs Md = 0.68 Q25 – Q75 = 0.45 – 0.74; p &lt;0.05, respectivamente).</p>     <p>Na <a href="#f3">figura 3B</a>, estão apresentados os valores do   componente espectral de alta frequência. Na sessão cafeína quando se fez a   comparação com a pré-intervenção, observamos que os valores de AF diminuíram   gradativamente e foram significativamente menores aos 60 min (Md = 43, Q25 –   Q75 = 35 – 43.5 vs Md = 19, Q25 – Q75 = 18 – 21 un; p &lt;0.05). Adicionalmente   quando se fez a comparação entre as sessões cafeína e placebo observamos que os   valores foram significativamente menores na sessão cafeína aos 60 min (Md = 19, Q25 – Q75 = 18 – 21 vs Md = 61, Q25 – Q75 = 49.5 – 68 un; p &lt;0.05).</p>     <p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>DISCUSSÃO</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>Ao nosso conhecimento este é um dos primeiros estudos   que investigou o efeito da cafeína na modulação autonômica cardíaca em mulheres   hipertensas após uma sessão de exercício aeróbio. Nós demonstramos que a   ingestão oral de 4mg/kg de peso corporal de cafeína, previamente ao exercício   aeróbio, promove o aumento da pressão sistólica. Este efeito foi acompanhado   pelo aumento do componente de baixa frequência da modulação autonômica cardíaca   e do balanço simpato-vagal, opostamente com a redução do componente de alta frequência da modulação autonômica cardíaca. </p>     <p>É importante mencionar que quando foi feito a   comparação dos valores de pressão arterial de repouso entre as sessões placebo   e cafeína, observamos que eles foram similares. Estudo realizado por Notarius,   Morris e Floras (2006), avaliando indivíduos de meia-idade, que ingeriram a   mesma quantidade de cafeína que foi usada em nosso estudo, observou uma   atenuação da redução da pressão arterial após dez minutos de exercício aeróbio.   Curiosamente em nosso estudo, nós observamos que a pressão arterial continuou   aumentando até uma hora após o exercício aeróbio, que é justamente o momento em   que na literatura se observa os maiores valores de hipotensão em hipertensos   (Forjaz et al., 2000). Corroborando com nossos resultados, estudos mais recentes   (Cazé et al., 2010; Nóbrega, Moura Junior, Alves, Santos, &amp; Silva, 2011)   têm demonstrado aumento nos valores de pressão arterial sistólica pós exercício   aeróbio de 4.3 à 12 mmHg em indivíduos que fizeram ingestão de cafeína   oralmente. Em nosso estudo estes valores chegaram a 19 mmHg. Importante ainda   ressaltar que mais recentemente tem se encontrado valores de pressão sistólica   aumentado em até nove horas pós exercício (Souza, Casonatto, Poton, Willardson, &amp; Polito, 2014).</p>     <p>Com relação a avaliação da modulação autonômica   cardíaca sabe-se que ela se caracteriza como uma importante ferramenta de   análise dos efeitos centrais de vários fatores que interferem na frequência   cardíaca e na pressão arterial (Malliani, Pagani, Lombardi, &amp; Cerutti,   1991). Em nosso experimento, foi observado o aumento do componente de baixa   frequência, que representa a atividade simpática e redução do componente de   alta frequência, que representa a atividade parassimpática, pós exercício   aeróbio na sessão cafeína. Adicionalmente, o balanço autonômico também   confirmou um aumento da atividade simpática na sessão cafeína. Os estudos dos   efeitos da cafeína em hipertensos nas variáveis autonômicas ainda mais   escassos, Nishijima et al. (2002), demostraram que 300mg de cafeína aumenta   significativamente o componente de baixa frequência durante o exercício.   Yeragani et al. (2005), mostraram que indivíduos que ingeriram 5mg/kg de   cafeína e realizaram exercício em cicloergômetro apresentaram aumento   significativo do componente de baixa frequência na sessão cafeína pós exercício   quando comparado com a sessão placebo. Notarius, Morris e Floras (2006)   demonstraram que a pressão arterial e o nível de catecolaminas nos primeiros   dez minutos após o exercício estavam aumentados comparando-se com a sessão   placebo. Bunsawat, White, Kappus e Baynard (2015), demonstraram em seu estudo   que a ingestão de cafeína atrapalha a recuperação da pressão arterial e da   frequência cardíaca pós exercício por atrapalhar a função barorreflexa. Esses   dois autores concordaram que a retirada vagal e o aumento do simpático podem   ser um risco por tornar o coração mais suscetível aos efeitos da atividade   simpática, principalmente para grupos vulneráveis a eventos cardíacos, como é o   caso dos hipertensos, por potencializar um estado pró-arritmogênico. Ainda em   nosso estudo podemos sugerir que as alterações observadas na modulação   autonômica parecem estar relacionadas com o aumento observado na pressão   arterial, uma vez que temporalmente os momentos de aumento da pressão e da atividade simpática são coincidentes. </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Por fim com relação a frequência cardíaca a literatura   vigente tem mostrado que cafeína provoca efeitos bastante controversos (Ahrens,   Crixell, Lloyd, &amp; Walker, 2007; Turley &amp; Gerst, 2006). No estudo de   Perkins et al, (1994), indivíduos jovens que ingeriram café descafeinado com ou   sem 5mg/kg de cafeína e realizaram exercício em cicloergômetro, apresentaram   uma redução da frequência cardíaca. Notarius, Morris e Floras (2006)   evidenciaram que, em sujeitos de meia-idade, a frequência cardíaca permaneceu   alta mesmo 10 minutos pós exercício, enquanto que Bunsawat, White, Kappus e   Baynard (2015) observou que este aumento permaneceu por até 30min. Nestes   estudos, o retardo na recuperação da frequência cardíaca na sessão cafeína foi atribuído ao aumento da atividade simpática. </p>     <p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>CONCLUSÕES</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>Em conclusão, nosso estudo sugere que a ingestão de   4mg/kg de cafeína por peso corporal aumentou a pressão arterial sistólica e   essas modificações parecem ser atribuídas a alterações da modulação autonômica   cardíaca, uma vez que temporalmente os momentos coincidem. Sendo assim é   importante destacar que este hábito corriqueiro poderia estar relacionado a uma possível reação hipertensiva em mulheres hipertensas de meia idade.</p>     <p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>REFERÊNCIAS</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <!-- ref --><p>Ahrens, J. N., Crixell, S. H., Lloyd, L. K., &amp;   Walker, J. L. (2007). The physiological effects of caffeine in women during   treadmill walking. <i>Journal of Strength &amp; Conditioning Research, 21</i>(1), 164-168. doi: 10.1519/R-20115.1&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=364832&pid=S1646-107X201700020000800001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Baster, T., &amp; Baster-Brooks, C. (2005). Exercise and hypertension. <i>Aust Fam Physician, 34</i>(6), 419-424.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=364833&pid=S1646-107X201700020000800002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Bernardi, L., Leuzzi, S., Radaelli, A., Passino, C.,   Johnston, J. A., &amp; Sleight, P. (1994). Low-frequency spontaneous   fluctuations of R-R interval and blood pressure in conscious humans: a baroreceptor or central phenomenon? <i>Clinical Science (London), 87</i>(6), 649-654.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=364835&pid=S1646-107X201700020000800003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Brandao Rondon, M. U., Alves, M. J., Braga, A. M.,   Teixeira, O. T., Barretto, A. C., Krieger, E. M., &amp; Negrao, C. E. (2002).   Postexercise blood pressure reduction in elderly hypertensive patients. <i>Journal of American College of Cardiology, 39</i>(4), 676-682.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=364837&pid=S1646-107X201700020000800004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Bunsawat, K., White, D. W., Kappus, R. M., &amp;   Baynard, T. (2015). Caffeine delays autonomic recovery following acute exercise. <i>Eur J Prev Cardiol, 22</i>(11), 1473-1479. doi: 10.1177/2047487314554867&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=364839&pid=S1646-107X201700020000800005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Callegaro, C. C., Moraes, R. S., Negrao, C. E.,   Trombetta, I. C., Rondon, M. U., Teixeira, M. S., . . . Ribeiro, J. P. (2007).   Acute water ingestion increases arterial blood pressure in hypertensive and   normotensive subjects. <i>J Hum Hypertens, 21</i>(7), 564-570. doi: 10.1038/sj.jhh.1002188&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=364840&pid=S1646-107X201700020000800006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Cavalcante, J. W. S., Santos, P., Menezes, M. d.,   Marques, H. O., Cavalcante, L. P., &amp; Pacheco, W. S. (2000). Influência da   cafeína no comportamento da pressão arterial e da agregação plaquetária. <i>Arquivos Brasileiro de Cardiologia, 75</i>(2), 97-101.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=364841&pid=S1646-107X201700020000800007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Cazé, R. F., Franco, G. A. M., Porpino, S. K. P.,   Souza, A. A. d., Padilhas, O. P., &amp; Silva, A. S. (2010). Caffeine influence   on blood pressure response to aerobic exercise in hypertensive subjects. <i>Revista Brasileira de Medicina do Esporte, 16</i>(5), 324-328.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=364843&pid=S1646-107X201700020000800008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Daniels, J. W., Mole, P. A., Shaffrath, J. D., &amp;   Stebbins, C. L. (1998). Effects of caffeine on blood pressure, heart rate, and   forearm blood flow during dynamic leg exercise. <i>Journal of Appllied Physiology (1985), 85</i>(1), 154-159.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=364845&pid=S1646-107X201700020000800009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Dunlop, W. P., Cortina, J. M., Vaslow, J. B., &amp;   Burke, M. J. (1996). Meta-analysis of experiments with matched groups or repeated measures designs. <i>Psychological Methods, 1</i>(2), 170.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=364847&pid=S1646-107X201700020000800010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Forjaz, C. L. M., Rondon, U. P. B., &amp; Negrão, C.   E. (2005). Efeitos hipotensores e simpatolíticos do exercício aeróbio na hipertensão arterial. <i>Revista Brasileira de Hipertensão, 12</i>(4), 245-250.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=364849&pid=S1646-107X201700020000800011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Forjaz, C. L. M., Tinucci, T., Ortega, K. C.,   Santaella, D. F., Mion, D., Jr., &amp; Negrao, C. E. (2000). Factors affecting   post-exercise hypotension in normotensive and hypertensive humans. <i>Blood Press Monit, 5</i>(5-6), 255-262.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=364851&pid=S1646-107X201700020000800012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Green, S. B. (1991). How many subjects does it take to   do a regression analysis. <i>Multivariate behavioral research, 26</i>(3), 499-510.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=364853&pid=S1646-107X201700020000800013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Harland, B. F. (2000). Caffeine and nutrition. <i>Nutrition, 16</i>(7-8), 522-526.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=364855&pid=S1646-107X201700020000800014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Karvonen, M. J., Kentala, E., &amp; Mustala, O.   (1957). The effects of training on heart rate; a longitudinal study. <i>Ann Med Exp Biol Fenn, 35</i>(3), 307-315.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=364857&pid=S1646-107X201700020000800015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Mahan, L. K., &amp; Escott-Stump, S. (2005). <i>Krause, alimentos, nutrição &amp; dietoterapia</i>: editora roca.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=364859&pid=S1646-107X201700020000800016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Malliani, A., Pagani, M., &amp; Lombardi, F. (1994).   Importance of appropriate spectral methodology to assess heart rate variability in the frequency domain. <i>Hypertension, 24</i>(1), 140-142.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=364861&pid=S1646-107X201700020000800017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Malliani, A., Pagani, M., Lombardi, F., &amp; Cerutti,   S. (1991). Cardiovascular neural regulation explored in the frequency domain. <i>Circulation, 84</i>(2), 482-492.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=364863&pid=S1646-107X201700020000800018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Nishijima, Y., Ikeda, T., Takamatsu, M., Kiso, Y.,   Shibata, H., Fushiki, T., &amp; Moritani, T. (2002). Influence of caffeine   ingestion on autonomic nervous activity during endurance exercise in humans. <i>Eur J Appl Physiol, 87</i>(6), 475-480. doi: 10.1007/s00421-002-0678-1&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=364865&pid=S1646-107X201700020000800019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Nóbrega, T. K. S. d., Moura Junior, J. S., Alves, N.   F. B., Santos, A. d. C., &amp; Silva, A. S. (2011). The coffee intake leads to   abolition of aerobic exercise induced hypotension: a pilot study. <i>Revista da Educação Física/UEM, 22</i>(4), 601-612.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=364866&pid=S1646-107X201700020000800020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Notarius, C. F., Morris, B. L., &amp; Floras, J. S.   (2006). Caffeine attenuates early post-exercise hypotension in middle-aged   subjects. <i>Americam Journal of Hypertension, 19</i>(2), 184-188. doi: 10.1016/j.amjhyper.2005.07.022&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=364868&pid=S1646-107X201700020000800021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Perkins, K. A., Sexton, J. E., Stiller, R. L., Fonte,   C., DiMarco, A., Goettler, J., &amp; Scierka, A. (1994). Subjective and   cardiovascular responses to nicotine combined with caffeine during rest and casual activity. <i>Psychopharmacology (Berlim), 113</i>(3-4), 438-444.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=364869&pid=S1646-107X201700020000800022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Pescatello, L. S., Franklin, B. A., Fagard, R.,   Farquhar, W. B., Kelley, G. A., Ray, C. A., &amp; American College of Sports,   M. (2004). American College of Sports Medicine position stand. Exercise and hypertension. <i>Med Sci Sports Exerc, 36</i>(3), 533-553.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=364871&pid=S1646-107X201700020000800023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Pescatello, L. S., &amp; Kulikowich, J. M. (2001). The   aftereffects of dynamic exercise on ambulatory blood pressure. <i>Med Sci Sports Exerc, 33</i>(11), 1855-1861.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=364873&pid=S1646-107X201700020000800024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Souza, D., Casonatto, J., Poton, R., Willardson, J.,   &amp; Polito, M. (2014). Acute effect of caffeine intake on hemodynamics after   resistance exercise in young non-hypertensive subjects. <i>Res Sports Med, 22</i>(3), 253-264. doi: 10.1080/15438627.2014.915832&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=364875&pid=S1646-107X201700020000800025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Sullivan, G. M., &amp; Feinn, R. (2012). Using Effect   Size-or Why the P Value Is Not Enough. <i>J Grad Med Educ, 4</i>(3), 279-282. doi: 10.4300/jgme-d-12-00156.1&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=364876&pid=S1646-107X201700020000800026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Sung, B. H., Lovallo, W. R., Pincomb, G. A., &amp;   Wilson, M. F. (1990). Effects of caffeine on blood pressure response during   exercise in normotensive healthy young men. <i>American Journal of Cardiology, 65</i>(13), 909-913.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=364877&pid=S1646-107X201700020000800027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Taylor-Tolbert, N. S., Dengel, D. R., Brown, M. D.,   McCole, S. D., Pratley, R. E., Ferrell, R. E., &amp; Hagberg, J. M. (2000). Ambulatory   blood pressure after acute exercise in older men with essential hypertension. <i>Am J Hypertens, 13</i>(1 Pt 1), 44-51.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=364879&pid=S1646-107X201700020000800028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Turley, K. R., &amp; Gerst, J. W. (2006). Effects of   caffeine on physiological responses to exercise in young boys and girls. <i>Medicine     and Science in Sports Exercise, 38</i>(3), 520-526. doi: 10.1249/01.mss.0000191189.40436.73&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=364881&pid=S1646-107X201700020000800029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>VI Diretrizes brasileiras de hipertensão arterial. (2010). <i>Arquivos Brasileiro de Cardiologia, 95</i>(1 Supl. 1), 1-51.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=364882&pid=S1646-107X201700020000800030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Williams, B. (2009). The year in hypertension. <i>J Am Coll Cardiol, 55</i>(1), 65-73.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=364884&pid=S1646-107X201700020000800031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Yeragani, V. K., Krishnan, S., Engels, H. J., &amp;   Gretebeck, R. (2005). Effects of caffeine on linear and nonlinear measures of   heart rate variability before and after exercise. <i>Depress Anxiety, 21</i>(3), 130-134. doi: 10.1002/da.20061&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=364886&pid=S1646-107X201700020000800032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>&nbsp;</p>     <p><b>Agradecimentos:    <br> </b>Nada a declarar    <br> <b>Conflito de Interesses:    <br> </b>Nada a declarar.    <br> <b>Financiamento:    <br> </b>A Fundação de   Amparo a Ciência e Tecnologia do Estado de Pernambuco (FACEPE) concedeu bolsa de investigação a TKSN (2009 – 2010).</p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <a href="#top">*</a><i><a name="end"></a></i> <i>Autor correspondente</i>: Departamento de Educação Física,   Universidade Federal da Paraíba - Castelo Branco I, Brasil. CEP 58.051-900. <i>E-mail:   </i><a href="mailto:amilton@pq.cnpq.br">amilton@pq.cnpq.br</a></font>     ]]></body>
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