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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Os saberes escolares em saúde na educação física: Um estudo de revisão]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Health has always marked the History of Physical Education, directing its speech at school. Currently, this discussion has recovered the relevance of health approach at school, trying to rethink its inclusion as a subject to be addressed within Physical Education. In this context, it was our goal to analyse the academic literature about the school health knowledge within physical education. For this we conducted a systematic review study with a statistical survey and qualitative nature of analysis. We define the period of 2008-2014 to collect data, using as database for Periodicals of Physical Education WebQualis system of CAPES, which were treated by categorical analysis technique and by themes. We found that the studies relating School Physical Education and Health identify points about the constitution (selection, organization and systematization) of school knowledge, although the focus of their research were not these. We recognize that the issue of school curriculum in Physical Education, especially around the school knowledge of health has been marked as a potentially important research field to be explored by researchers.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[  <font face="Verdana" size="2">       <p align="right"><b>ARTIGO DE REVISÃO</b></p>      <p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="4" face="Verdana"><b>Os saberes   escolares em saúde na educação física: Um estudo de revisão</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>The school   knowledge about health in physical education: A review</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>João Paulo Oliveira<sup>1,2</sup>; Andréa Carla de Paiva<sup>3</sup>; Marcelo Soares Tavares de Melo<sup>1</sup>; Lívia Tenório Brasileiro<sup>1</sup>; Marcilio Souza Júnior<sup>1,<a href="#end">*</a></sup></b><a name="top"></a></p>     <p><sup>1 </sup><i>Universidade de   Pernambuco, Recife, Brasil. Escola Superior de Educação Física, ESEF, Brasil.    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>   </i><sup>2 </sup><i>Instituto Federal de Educação, Ciência e     Tecnologia de Pernambuco, IFPE – Garanhuns, Brasil.    <br>   </i><sup>3 </sup><i>Universidade     Federal Rural de Pernambuco, Recife, Brasil. Departamento de Educação, DED, Brasil</i></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> </font> <hr noshade size="1"> <font face="Verdana" size="2">     <p><b>RESUMO</b></p>     <p>A saúde sempre   marcou a História da Educação Física, orientando sua intervenção na escola.   Atualmente, essa discussão tem retomado a relevância da abordagem da saúde no   espaço escolar, na tentativa de repensar sua inserção como conhecimento a ser   tratado nas aulas de Educação Física. Nesse contexto nosso objetivo foi   analisar a produção acadêmica acerca dos saberes escolares em saúde no campo da   Educação Física Escolar. Para isto realizamos um estudo de revisão sistemática   com levantamento estatístico descritivo e análise de cunho qualitativo.   Definimos o período de 2008-2014 para a coleta de dados, utilizando como base   de dados os periódicos da Educação Física do sistema WebQualis da CAPES, os   quais foram tratados por meio da técnica de análise de conteúdo categorial por   temática. Constatamos que os estudos que relacionam Educação Física Escolar e   Saúde apontam elementos importantes acerca da constituição (seleção,   organização e sistematização) dos saberes escolares, ainda que o foco de seus   objetos de investigação não tenham sido estes. Reconhecemos que a questão do   currículo escolar no âmbito da Educação Física, especialmente em torno dos   saberes escolares em saúde, tem se configurado como um campo de investigação   potencialmente importante a ser explorado no debate acadêmico dos pesquisadores.</p>     <p><b>Palavras-chave:</b> currículo, saúde, educação física</p> </font> <hr noshade size="1"> <font face="Verdana" size="2">     <p><b>ABSTRACT</b></p>     <p>Health has always   marked the History of Physical Education, directing its speech at school.   Currently, this discussion has recovered the relevance of health approach at   school, trying to rethink its inclusion as a subject to be addressed within   Physical Education. In this context, it was our goal to analyse the academic   literature about the school health knowledge within physical education. For   this we conducted a systematic review study with a statistical survey and   qualitative nature of analysis. We define the period of 2008-2014 to collect   data, using as database for Periodicals of Physical Education WebQualis system   of CAPES, which were treated by categorical analysis technique and by themes.   We found that the studies relating School Physical Education and Health   identify points about the constitution (selection, organization and   systematization) of school knowledge, although the focus of their research were   not these. We recognize that the issue of school curriculum in Physical   Education, especially around the school knowledge of health has been marked as a potentially important research field to be explored by researchers.</p>     <p><b>Keywords:</b> curriculum, health, physical education.</p> </font> <hr noshade size="1">     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="2"> </font></p>      <p><font size="3" face="Verdana"><b>INTRODUÇÃO</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>O presente estudo tem como objetivo analisar a   produção acadêmica acerca dos saberes escolares em saúde no campo da Educação Física Escolar (EFE).</p>     <p>Partimos de uma concepção de saberes escolares,   advinda dos estudos curriculares, cuja tendência articula-se à Nova Sociologia   do Currículo. Segundo Valle (2008), essa tendência abrange o estudo do   pensamento curricular (produções teóricas da área, as políticas curriculares,   os currículos vigentes, práticas vivenciadas), além da problemática das disciplinas escolares. </p>     <p>Os estudos sobre os saberes escolares ocupam um espaço   fundamental no debate acadêmico acerca da dinâmica curricular, interferindo na   política curricular, nos processos de escolarização, nos programas de formação   inicial e continuada de professores, e orientam a organização de propostas   curriculares, as modalidades de avaliação da aprendizagem, a seleção de livros e demais recursos didáticos. </p>     <p>Mas o que são os saberes escolares? Quais os saberes escolares em saúde propostos para o ensino da Educação Física?</p>     <p>Segundo Souza Júnior (2009), os saberes escolares são   compreendidos como os conhecimentos produzidos na interação entre sujeitos e   objeto da educação escolar, presentes na intencionalidade e na consequência da   prática pedagógicas, sendo constituído num processo de seleção, organização e sistematização. </p>     <p>O processo de constituição dos saberes escolares,   segundo Souza Júnior, Santiago, e Tavares (2011) se dá num movimento contínuo   em três distintas instâncias e situações. Na seleção, quando se reconhece a   fonte, a relevância e as concepções que ajudam nas escolhas do conhecimento. Na   organização, quando observando as condições escolares, em termos de recurso,   instalações, e reconhecendo a turma, se faz arranjos do conhecimento no tempo e   espaço escolar. E na sistematização, quando na interação entre os sujeitos   (professor e aluno), se usa princípios, métodos e procedimentos de ensino e avaliação para apropriação e produção do conhecimento. </p>     <p>No contexto da Educação Física brasileira, os saberes   escolares, do século XIX à década de 80 do século XX, estiveram atrelados à   questão da aquisição de hábitos de higiene, dos preceitos patrióticos, dos   valores morais, das normas de civilidade, estabelecendo a escola como lugar da   regeneração da raça e da saúde, chamado por Câmara (2004), de “laboratório de saúde da raça”. </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Por isso, a escola sofreu reformas curriculares para   que fosse um espaço de formação de hábitos sadios e desejados, para integração   moral e social da criança, através dos “Programmas para as escolas primárias” em 1929, de Fernando Azevedo (Câmara, 2004).</p>     <p>Nesse sentido, a composição das disciplinas escolares   continham esses fundamentos, e à Educação Física, caberia regenerar, física e   mentalmente a raça brasileira, como parâmetro necessário para higienização,   medicalização, controle e conformação dos corpos na casa, na família e nos seus hábitos.</p>     <p>Esses saberes eram abordados sob a perspectiva de   aptidão física calistênica ou aquela relacionada à aquisição de habilidades   motoras (coordenação, equilíbrio, velocidade, tempo de reação e agilidade),   desenvolvidos no contexto da atividade, da prática da ginástica e do esporte (Bracht, 1999; Castellani Filho, 2013; Ghiraldelli Junior, 1995; Soares, 2005).</p>     <p>Neste contexto, a entrada das ciências sociais e   humanas nas discussões da Educação Física, permitiu uma ruptura com o paradigma   da aptidão física nos moldes biologicistas, e construiu uma teorização   pedagógica, conforme Bracht (1999), baseando-se na análise da função social da   escola e da concepção de Educação Física, com desdobramentos às diferentes proposições pedagógicas para o ensino na escola. </p>     <p>No início da década de 1990, isto gerou momentos de   aproximação e distanciamento do trato com o tema saúde nas aulas de Educação   Física, pois a suposta negação do paradigma da aptidão física poderia   caracterizar certo avanço ou retrocesso, para esta ou aquela proposição   pedagógica. Mas, vários estudiosos da área da Educação Física buscaram discutir   e ampliar o debate em torno da saúde (Della Fonte &amp; Loureiro, 1997; Gaya,   Cardoso, Siqueira, &amp; Torres 1997), indicando os saberes escolares a serem   abordados nas aulas de Educação Física (Guedes, 1999; Guedes e Guedes, 1993a, 1993b; Nahas, 2006; Nahas e Corbin, 1992a, 1992b). </p>     <p>Esses estudos buscaram apresentar um novo conceito,   uma nova concepção de saúde, que melhor respaldasse a retomada do tema na área   de Educação Física, entendendo a saúde como uma condição humana com dimensões   física, social e psicológica (Guedes, 1999), num processo “continuum” com pólos   positivos, associados à capacidade de apreciar a vida e de resistir aos   desafios do cotidiano, e pólos negativos, associados à morbidade e/ou mortalidade (Bouchard, Shephard, Stephens, Sutton, &amp; McPherson, 1990). </p>     <p>Esta conceituação ainda se estabelece numa relação de   saúde como ausência de doenças, se referindo ao estado negativo como morbidez   ou mortalidade. Neste sentido “apreciar a vida” ou “resistir” aos desafios do   cotidiano, como pólo positivo, se torna incorporação ou adequação aos modelos sociais. </p>     <p>Ainda assim, esse conceito tem sido bastante utilizado   nos estudos sobre EFE e Saúde, por estar alicerçado no discurso de combate ao sedentarismo.   Os aspectos da aptidão física relacionada à saúde se apresentaram como   novidade, sendo selecionados como saberes escolares, compreendendo resistência   cardiorrespiratória, força, composição corporal, flexibilidade e resistência   muscular, como componentes da promoção da saúde, mantidos através de hábitos saudáveis. </p>     <p>Dessa forma, chegamos ao século XXI, com novas   perspectivas do trato com o conhecimento saúde na escola, e no campo   conceitual, sobretudo no campo da saúde pública e coletiva, percebendo a saúde como temática emergente.</p>     <p>De acordo com González e Fensterseifer (2008) a saúde   coletiva relaciona as condições objetivas de vida e o estado de saúde das   populações na perspectiva da determinação social dos processos   saúde-doença-cuidado, e a saúde pública refere-se ao conjunto de medidas executadas para promoção, preservação e recuperação da saúde pelo Estado. </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Esse entendimento sobre a saúde coletiva e pública   apontou novas perspectivas ao campo acadêmico, na medida em que estabeleceu   novas formas de pensar sobre as situações reais de vida, impactando nas   produções científicas da Educação Física. Contudo, Darido, Rodrigues, e Sanches   Neto (2007), ao analisarem a produção científica em torno da EFE, identificaram   poucas indicações de como abordar a saúde nas aulas da escola, ou de um compromisso com uma proposição crítica sobre o tema.</p>     <p>Nesse contexto, Carvalho (2012) desenvolveu um estudo   de dissertação de mestrado em Educação Física, por meio da pesquisa-ação,   revelando que é possível trabalhar os conteúdos de saúde subjacentes aos temas   da cultura corporal nas aulas de Educação Física numa perspectiva crítica,   afirmando que saber sobre os hábitos saudáveis exige a compreensão do como o   contexto social propicia qualidade de vida aos indivíduos, e como se materializa a participação individual e coletiva na transformação da sociedade.</p>     <p>Desse modo, percebendo a centralidade e historicidade   da temática da saúde no campo da EFE, como se dá o debate em torno desta na   produção acadêmica da área? Os saberes escolares têm sido tratados como objetos   de estudo nestas investigações? O que apontam os estudos deste campo acerca da   temática, levando em consideração o processo de seleção, organização e sistematização do conhecimento?</p>     <p>&nbsp;</p> </font>     <p><font face="Verdana"><b>MÉTODO</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>Este estudo se caracteriza como uma pesquisa   qualitativa, (Minayo, 2010), pois busca interpretar os significados, motivos,   aspirações, crenças, valores e atitudes, dos processos e dos fenômenos que não podem ser reduzidos à operacionalização de varáveis.</p>     <p>Assim, realizamos um estudo de revisão sistemática   conforme Gomes e Caminha (2014) e Bento (2014), sendo, para esta última, uma   forma de produzir sínteses da literatura, obedecendo a um método e critérios de seleção explícitos, sendo exaustivas e replicáveis por outros investigadores.</p>     <p>Definimos o período de 2008-2014 para a coleta de   dados, considerando o estudo, realizado por Darido, Rodrigues, e Sanches Neto   (2007), que investigou a produção científica sobre a temática EFE e Saúde, nos   últimos dez anos (1997-2007), verificando o interesse e os pressupostos destas   concepções nos artigos publicados em dez dos principais periódicos brasileiros da área, sendo pertinente analisar os estudos posteriores a este. </p>     <p>Utilizamos como base de dados, os periódicos da   Educação Física, a partir do sistema WebQualis da Coordenação de   Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), tendo como critérios de   inclusão: estar classificado nos estratos A2, B1, B2, B3 e B4; ser periódico   disponível em língua portuguesa; possibilitar publicações referentes à temática Saúde e EFE. </p>     <p>Já a seleção dos artigos teve como critérios de   inclusão: estar disponível gratuitamente na versão digital; disponibilizar a   versão completa do artigo; ser original e em língua portuguesa; abordar a   temática Saúde e EFE. Foram excluídas as publicações que tratavam de resumos de   teses, dissertações, monografias, livros, palestras ou entrevistas, artigos de revisão e ensaios. </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>No processo de busca dos artigos, utilizamos as   combinações de descritores: Educação Física; Saúde e Escola; e Educação Física   e Saúde. Utilizamos também o símbolo de truncamento (*), recurso de busca que   tem por função localizar artigos iniciados em Saúd*, no sentido de refinar ainda mais o processo de busca pelos textos. </p>     <p>Para análise dos dados, utilizamos a análise de   conteúdo categorial por temática de Bardin (2011), como uma técnica que tem   oferecido “rigorosidade científica na pesquisa qualitativa em Educação Física   escolar” (Souza Júnior, Melo, &amp; Santiago, 2010), a qual constitui uma ação   de desmembramento de textos ou mensagens, para posterior reagrupamento nas categorias analíticas: saberes escolares e saúde. </p>     <p>Sumariando os dados coletados e visando dar suporte à   análise qualitativa dos conteúdos, foi realizada uma estatística descritiva, particularmente com o cálculo da frequência absoluta e relativa.</p>     <p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>RESULTADOS</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>No processo de busca pelos artigos que contribuíssem   com a reflexão a partir das categorias analíticas, observou-se que 10   periódicos, dos 24 antes selecionados, foram excluídos, conforme <a href="/img/revistas/mot/v13nspe/13nspea12t1.jpg">Tabela 1</a>, pois   alguns sites se encontravam fora do ar, uns redirecionaram a outros endereços,   outros não permitiram a busca eletrônica por descritores indexados e ainda,   mesmo tendo sido selecionado em função do escopo, não apresentaram artigos que atendiam o critério de inclusão.</p>     
<p>Chegamos ao total de 14 periódicos que permitiram   localizar os artigos com as características delimitadas, como mostra a <a href="/img/revistas/mot/v13nspe/13nspea12t2.jpg">Tabela 2</a>.</p>     
<p>Observamos que há uma maior concentração dos estudos   acerca da EFE nos periódicos de estrato B, demonstrando as possíveis   dificuldades encontradas pelos estudos pedagógicos, no âmbito da Educação   Física, em publicar em estratos superiores, mas consideramos também a autonomia   dos autores para definir quais periódicos que desejam publicar, especialmente no que se refere à temática saúde.</p>     <p>Depois de selecionados os periódicos, identificamos   106 artigos, dos quais 25 atendiam aos critérios estabelecidos para o estudo.   Dentre os 25 artigos, observamos que a temática ‘Educação Física Escolar e Saúde’   se concentrou sobre dois grandes blocos de pesquisa: as de base epidemiológica   e as do contexto da prática pedagógica, e assim nos permitiram análises em torno das categorias analíticas saberes escolares e saúde.</p>     <p>Entre as pesquisas, encontramos 14 estudos   epidemiológicos (56%), caracterizados como aqueles que buscaram analisar os   hábitos de vida relacionados à saúde de crianças e adolescentes no ambiente   escolar, ou seja, estudos realizados com escolares, e 11 estudos (44%) sobre o   contexto da prática pedagógica, caracterizados como aqueles que abordaram o   trato com o conhecimento saúde nas aulas de Educação Física, ou seja, estudos com e para a escola. </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Os <a href="/img/revistas/mot/v13nspe/13nspea12q1.jpg">Quadro 1</a> e <a href="/img/revistas/mot/v13nspe/13nspea12q2.jpg">2</a>, apresentam os estudos selecionados nesta revisão.</p>     
<p>A <a href="#t3">Tabela 3</a>, apresenta as características específicas   dos estudos supracitados, a partir dos principais tipos de estudo   desenvolvidos. Entre os estudos epidemiológicos, 71,4% são de caráter   descritivo, 21,4% são estudos transversais, e 7,2% de caráter experimental.   Entre os estudos sobre a prática pedagógica, 9,1% são estudos de representações   sociais, 18,2% descritivos de campo, 36,3% experimentais; 9,1% etnográficos; 9,1% pesquisa-ação e 18,2% de intervenção.</p>     <p><a name="t3"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/mot/v13nspe/13nspea12t3.jpg" width="399" height="250"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>Tanto os estudos epidemiológicos, quanto os da prática   pedagógica, relatam a importância do tema saúde nas aulas de Educação Física.   Nesse sentido, identificamos que, embora não seja, propriamente, o objeto do   estudo das pesquisas dos artigos, há indicativo de elementos importantes acerca   dos saberes escolares. Particularmente nos estudos da prática pedagógica   percebemos que há indicativos que podem repercutir no contexto da seleção, organização e sistematização do conhecimento.</p>     <p>No contexto da seleção do conhecimento, consideramos a   fonte documental (documento curricular oficial) de base dos estudos, a   Relevância do uso social do conteúdo, e as concepções de Educação Física, Saúde   e escola, utilizadas pelos estudos analisados. Sobre a organização do   conhecimento, identificamos a Disposição do Conhecimento, relativo ao tempo   pedagógico e aos saberes escolares expressos nos artigos. E na sistematização   do conhecimento localizamos a metodologia do ensino (princípios metodológicos,   planejamento e procedimentos didáticos) e a avaliação (procedimentos avaliativos). É o que nos mostra a <a href="/img/revistas/mot/v13nspe/13nspea12t4.jpg">Tabela 4</a>.</p>     
<p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>DISCUSSÃO</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Nos resultados identificamos a existência de dois blocos de estudos: os epidemiológicos e os da prática pedagógica. </p>     <p>Nos estudos epidemiológicos, segundo Rouquayrol e   Goldbaum (2003) se discutem a distribuição e os determinantes das doenças ou   condições relacionadas à saúde em populações específicas. No contexto de nossa   revisão sistemática, estes se utilizaram dos estudos transversais, descritivos,   experimentais ou de intervenção, para fazer análises das prevalências de   obesidade, níveis de prática de atividade e aptidão física entre estudantes,   comportamentos de risco, a partir de diferentes variáveis: sexo, idade,   escolarização, composição corporal, intensidade da atividade física, fatores sociodemográficos, econômicos e comportamentais.</p>     <p>Por isso mesmo, são estudos essenciais, desenvolvidos com   escolares, o que possibilita a apropriação do conhecimento específico do campo   da saúde, para qualificar a prática pedagógica no campo escolar. Porém, não podem ser identificados como estudos em EFE.</p>     <p>Betti, Ferraz, e Dantas (2011) explicam que os estudos   com os indivíduos que estão incidentalmente presentes nos tempos-espaços   escolares não pode ser uma pesquisa em EFE, por não estarem associados às   relações sociais complexas e dinâmicas que envolvem a Educação Física na   escola. O que confirma os estudos analisados não terem, propriamente, em seus objetos de investigação, foco nos saberes escolares.</p>     <p>Os estudos da prática pedagógica são aqueles relativos   às ações didático-pedagógicas da Educação Física na escola, considerando as   questões sobre metodologia do ensino, procedimentos avaliativos, conteúdos de   ensino, e sobre a dinâmica curricular. É nesse contexto que os estudos da   prática pedagógica adotam tipos de pesquisa que favorecem o olhar sobre ‘o chão   da escola’ da Educação Física, a partir da pesquisa qualitativa em sua diversidade de métodos, instrumentos e procedimentos analíticos. </p>     <p>Entre os tipos de pesquisa destacamos as pesquisas: de   Representações Sociais; Descritivas; Experimentais; Etnográficas; A Pesquisa-Ação; e as de Intervenção. </p>     <p>Os estudos descritivos analisados buscaram quantificar   as informações e apontar as discussões sobre o objeto de pesquisa. Quanto às   pesquisas de Representações Sociais (Moscovici, 2010), Etnográficas (André,   2011), e Pesquisa-ação (Thiollent, 1996) tem como característica a   interpretação da realidade, a partir do acompanhamento sistemático do campo investigado, em que a escola se torna objeto de reflexão.</p>     <p>Diante desse panorama geral, podemos afirmar que, no   que se refere aos saberes escolares, também não foram encontrados estudos que   trouxessem essa temática como objeto de estudo. Quer dizer, os estudos não tem   problema de pesquisa, intenção, fontes, referências específicas voltadas para   os conhecimentos que se produzem na interação entre professores e estudantes nas   escolas de Educação Básica, não dizendo respeito, propriamente, à investigações   acerca de políticas, dinâmicas, disciplinas curriculares e seus processos de   escolarização. Entretanto, nos estudos da prática pedagógica, alguns elementos   retratam ou repercutem na seleção, organização e sistematização dos saberes escolares.</p>     <p>Os estudos epidemiológicos focam nos saberes acerca do   exercício físico, dos hábitos alimentares, como saberes fundamentais diante das   práticas corporais desenvolvidas na escola. E os estudos sobre prática   pedagógica, dada à especificidade dessas pesquisas, tem como eixo a questão   pedagógica, apontando a saúde como conteúdo de ensino a ser tratado nas aulas de Educação Física.</p>     <p>De acordo com a Tabela 4, os saberes escolares em   saúde no campo da Educação Física trazem no bojo da produção acadêmica, seu   processo de constituição enquanto seleção, organização e sistematização do conhecimento.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>No processo de seleção do conhecimento saúde,   identificamos que são os documentos curriculares oficiais, embasados pelas   proposições pedagógicas para a Educação Física, nos PCN, e no livro didático,   as principais fontes de informação dos pesquisadores. Estas fontes são   utilizadas para justificar a relevância social do conteúdo nas aulas de Educação Física, tendo como argumento a adoção de uma vida saudável</p>     <p>As fontes e a relevância social do conteúdo trazem   implícita ou explicitamente as concepções de Educação Física, de saúde, e de   escola que aparecem na seleção do conhecimento. No que tange à concepção de   Educação Física, é vista como uma área do conhecimento sob o aspecto da   promoção da saúde (81,8%), destacando as atividades físicas como um saber   próprio da área, e outra voltada para a cultura corporal (18,2%), defendendo os   temas clássicos, esporte, dança, luta, jogo, ginástica, mais a saúde. Ambos entendem a Educação Física como componente curricular.</p>     <p>Em relação à concepção de saúde, nota-se que há uma   predominância da saúde numa perspectiva ampliada (pública e coletiva), em que   os fatores sociais, econômicos, políticos são determinantes na forma do sujeito   intervir e adquirir saúde. Apoiados nesses conceitos, os estudos impulsionam o   surgimento de estratégias capazes de fortalecer a emergência de novos   paradigmas com relação às práticas corporais e a saúde nas aulas de Educação Física.</p>     <p>Este é um campo conceitual que se opõe a ideia de   saúde enquanto ausência de doenças, ou às práticas e saberes que se constituem   numa perspectiva individual expressas no conceito do estado de bem estar   físico, mental e social, ou por aproximação aos pólos positivos (apreciar a   vida e resistir às intempéries) e negativos de saúde (morbidade ou mortalidade), ambos identificados nos artigos investigados.</p>     <p>Esse, portanto, é o movimento conceitual no qual a   área da Educação Física está envolvida, o que indica a devida importância   atribuída pelas pesquisas à dimensão de saúde, ao mesmo tempo em que, o próprio conceito de saúde ainda busca ser mais bem debatido no meio acadêmico. </p>     <p>Sobre a concepção de escola, observamos que é   reconhecida como local privilegiado para abordar a temática saúde, considerando   o número de pessoas que circulam e convivem na escola, para garantir o maior   número de informações referente à educação para a saúde, com a adoção de   hábitos saudáveis na vida adulta. Há uma projeção social da saúde com ênfase na prática da EFE.</p>     <p>De fato, a escola ocupa lugar central no campo da   educação. Segundo Saviani (2009) a escola é a forma principal e dominante da   educação, e emergiu como a forma mais elaborada, sistemática e mais avançada de   educação, tendendo a absorver toda a função educativa. E nesse sentido, essa   tendência traz um alargamento sem precedentes de que na escola é possível aprender uma variedade de conhecimentos.</p>     <p>Nesse contexto, colocar a saúde como temática da prática   pedagógica significa atribuir uma responsabilidade muito grande à escola,   consequentemente às aulas de Educação Física, pois, da mesma forma que as   práticas corporais são produzidas historicamente, outros temas são de extrema   relevância para serem discutidas no ambiente escolar. À saúde não cabe exclusividade. </p>     <p>No processo de organização do conhecimento,   identificamos o tempo pedagógico e os saberes escolares como elementos de   destaque na disposição do conhecimento. O tempo pedagógico é visto como aquele   necessário para a apropriação do conhecimento, portanto, o tempo nos espaços   escolares exige adaptar condições para alcançar fins e padrões sociais   previamente determinados, mas nem sempre suficientes ou desejáveis pedagogicamente.</p>     <p>Os estudos investigados questionam a ineficiência da   quantidade de horas/aulas, bem como a duração das mesmas para que seja   trabalhado o conteúdo saúde, sugerindo, inclusive, pensar no recreio como um   tempo em potencial para que as atividades físicas ganhem espaço. Porém, precisamos   refletir sobre a dimensão do tempo escolar no que diz respeito: às condições do   espaço como imprescindíveis para que a aula aconteça com qualidade; à ampliação   do tempo de aula relacionado à dinâmica do currículo, e não de um componente   curricular; e ao tempo do recreio como um intervalo que não precisará ser um tempo dirigido.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>É importante ainda problematizarmos se é uma questão   de tempo de aula (uma, duas, três...) e de condições escolares, pois pensamos   que a saúde não é para ser desenvolvida, aprimorada, adquirida pela   intencionalidade das ações pedagógicas da EFE e sim tratada como saber escolar,   mais propriamente como conteúdo subjacente às temáticas da cultura corporal, podendo gerar consequências positivas na saúde dos sujeitos.</p>     <p>Sobre os saberes escolares, os indicativos e elementos   encontrados estão ligados diretamente aos conteúdos de ensino, (90,9%), e   revelam a justa importância da saúde como temática a ser abordada na escola,   mas sob uma demarcação forte a respeito dos componentes da aptidão física   relacionados à saúde e/ou aos componentes da aptidão física relacionados às   habilidades motoras, especialmente voltadas ao Esporte. Os esportes, os jogos e   as brincadeiras se caracterizam como estratégias para alcançar os níveis de aptidão física desejadas.</p>     <p>Além desses temas, a dança, a ginástica, as artes   marciais, as atividades rítmicas, temas clássicos da área, também são   sugeridos. E ainda, como conteúdos surgem as doenças crônico-degenerativas, os   hábitos saudáveis, a prevenção de doenças, os distúrbios alimentares, a prescrição do exercício e os fatores de risco. </p>     <p>Da mesma forma, também aparecem estudos que colocam a   discussão sobre a saúde, a influência da mídia, o preconceito racial, e os   padrões de beleza, como temáticas emergentes e inerentes ao conteúdo da aula relacionado aos conhecimentos da EFE (jogo, dança, luta, esporte e ginástica).</p>     <p>No que se refere à sistematização do conhecimento,   identificamos dois componentes da prática pedagógica: a metodologia do ensino,   conectada aos fundamentos teóricos, aos procedimentos didáticos e ao planejamento; e a avaliação, a partir de seus procedimentos. </p>     <p>Os fundamentos teóricos nos estudos têm sido pouco   explorados, já que explicitam a intencionalidade educativa do método do ensino.   Apenas um estudo se dedica a apresentá-los, com base na perspectiva   Histórico-Crítica (Saviani, 2009), cuja metodologia articula teoria e prática, mediada pela problematização, instrumentalização e catarse.</p>     <p>Os procedimentos didáticos se concentram sobre as   estratégias utilizadas nas aulas de Educação Física para abordar a saúde. Entre   elas, é possível ver que se destacam as aulas teórico-práticas, aulas práticas,   eventos esportivos, jogos, brincadeiras e vivências esportivas. Contudo, existem   outros procedimentos que favorecem a discussão sobre a saúde, como os   seminários, festivais, visitações, o que enriquece e diversifica não só os   tipos de atividades pedagógicas, mas principalmente a construção coletiva das mesmas e o formato das práticas vivenciadas. </p>     <p>O planejamento é visto, dentro da revisão, como um   documento de registro que possibilita que o conteúdo possa ser efetivamente   trabalhado pelo professor. Esse planejamento não pode ser esquecido mediante   sua flexibilidade, dadas às circunstâncias que podem aparecer nas aulas. Por   isso os estudos reconhecem o programa de ensino e sua devida articulação com o projeto político pedagógico como um excelente caminho do ato de planejar.</p>     <p>Os estudos chamam a atenção também para sua   importância (54,5%) especialmente quando se trata da motivação, pois as   atividades propostas, bem planejadas, será o fio condutor de um processo de   interação, de envolvimento de emoções, de apreensão do saber, por isso tão   destacada nas pesquisas, que também afirmam a falta de domínio do professor sobre a especificidade do tema saúde.</p>     <p>Por último, no que diz respeito à avaliação,   percebemos que esta é vista como algo que visa mensurar, medir o entendimento   sobre algo, portanto, uma visão restrita acerca desta, onde as provas objetivas   se tornam o recurso principal, faltando assim, um aprofundamento sobre o   significado da avaliação, os instrumentos e critérios sobre os quais os alunos   serão dignamente avaliados. Este ainda é um dos elementos constitutivos do   processo de sistematização mais difíceis porque requer clareza e coerência sobre os fundamentos teóricos utilizados. </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>CONCLUSÕES</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>A análise sobre a produção acadêmica acerca dos   saberes escolares em saúde evidenciou que as pesquisas não estão diretamente   voltadas a este objeto de estudo, porém, todas as produções expressam   indicativos do processo de constituição dos saberes, o que caracteriza uma aproximação ao tema.</p>     <p>Identificamos, sob diferentes olhares e concepções de   saúde, escola, Educação Física, que estas produções apontam os saberes   relacionados às doenças crônicas não transmissíveis, à prevenção de doenças,   aos hábitos saudáveis, aos hábitos alimentares e seus distúrbios, à aptidão   física, às questões posturais, à prescrição do exercício e fatores de risco,   entre outros, como imprescindíveis para o conhecimento de crianças e jovens na escola.</p>     <p>No que diz respeito às concepções de saúde,   identificamos que existem estudos que não explicitam sua conceituação, o que   merece ser revisto. O conceito de saúde não é algo consensual nem no campo da   Saúde em si, e muito menos na EFE, a qual tem o privilégio de transitar por   diferentes áreas do conhecimento, problematizando-as em seu campo de intervenção, no caso a prática pedagógica.</p>     <p>Os estudos revisados mantém ainda aproximação com o   entendimento de saúde como ausência de doenças, colocando a adoção de uma vida   saudável como uma condição para o sujeito obter saúde, porém apontam a forte   tendência em revisitar o conceito de saúde pelos vieses da saúde pública ou   coletiva, nos quais as condições sociais, econômicas, culturais e políticas interferem diretamente na forma como o sujeito irá usufruir da saúde. </p>     <p>Desenvolver pesquisas no contexto da Educação Física   Escolar e Saúde, exige um repensar dos conceitos, não só de saúde, como também   dos fundamentos educacionais e pedagógicos que orientam a prática nas aulas de   Educação Física, a fim de superar os fundamentos eugenistas e higienistas que   durante anos orientou a prática da Educação Física sob os argumentos de   melhorar a saúde, o que dará condições de provar a legitimidade do tema saúde nas aulas de Educação Física.</p>     <p>Para tanto, a defesa da saúde na atualidade da escola   requer aprofundamento dos componentes da aptidão física, e sua relação com os   mais diferentes aspectos (fisiológicos, biológicos, anatômicos, bioquímicos, biomecânicos), bem como das questões didático-metodológicas.</p>     <p>Isso demonstra que ainda há muito que se estudar sobre   saúde e sobre as questões curriculares na EFE, mas os artigos analisados   indicam que o debate vem se intensificando. Assim, reconhecemos que os saberes   escolares em saúde, tem se configurado como um campo de investigação potencialmente importante.</p>     <p>&nbsp;</p> </font>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="3" face="Verdana"><b>REFERÊNCIAS</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>André, M. E. D.   A. (2011). <i>Etnografia da prática escolar</i> (11ª ed.). Campinas, SP: Papirus.</p>     <p>Bardin, L. (2011). <i>Análise de conteúdo</i> (1ª ed.). São Paulo, SP: Edições 70.</p>     <!-- ref --><p>Bento, T. (2014).   Revisões sistemáticas em desporto e saúde: Orientações para o planeamento,   elaboração, redação e avaliação. <i>Motricidade</i>, <i>10</i>(2):107-123. Dói: 10.6063/motricidade.10(2).3699 &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=365767&pid=S1646-107X201700020001200003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Betti, M.,   Ferraz, O. L., &amp; Dantas, L. E. P. B. T. (2011). Educação Física Escolar:   Estado da arte e direções futuras. <i>Revista Brasileira de Educação Física e Esporte</i>, <i>25</i>(n. esp), 105-115. Doi.:10.1590/S1807-55092011000500011&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=365768&pid=S1646-107X201700020001200004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Bouchard C.,   Shephard R. J., Stephens T., Sutton J. R., &amp; McPherson B. D. (1990).   Exercise, fitness, and health: the consensus statement. In: C. Bouchard, R. J.   Shephard, T. Stephens, J. R. Sutton, &amp; B. D. McPherson (Eds.) <i>Exercise,     Fitness, and Health: A Consensus of Current Knowledge </i>(pp. 3-28). Champaign, Human Kinetics.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=365769&pid=S1646-107X201700020001200005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Bracht, V. A.   (1999). A constituição das teorias pedagógicas da educação física. <i>Cadernos Cedes</i>, <i>10</i>(48), 69-88.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=365771&pid=S1646-107X201700020001200006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Câmara, S.   (2004). A constituição dos saberes escolares e as representações de infância na   Reforma Fernando de Azevedo de 1927 a 1930. <i>Revista Brasileira de História da Educação</i> (8), 159-180.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=365773&pid=S1646-107X201700020001200007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Carvalho, N. A.   (2012). <i>Abordagem pedagógica de temáticas da saúde nas aulas de educação     física escolar</i> (Dissertação de Mestrado). Escola Superior de Educação Física, Universidade de Pernambuco (UPE), Recife/PE.</p>     <p>Castellani Filho,   L. (2013). <i>Educação física, esporte e lazer: Reflexões nada aleatórias</i> (1ª ed.). Campinas, SP: Autores Associados.</p>     <!-- ref --><p>Darido, S. C.,   Rodrigues, Ana Cristina B., &amp; Sanchez Neto, L. (2007). <i>Saúde, educação     física escolar e a produção de conhecimentos no Brasil</i>. In: XV Congresso Brasileiro de Ciências do Esporte (pp.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=365777&pid=S1646-107X201700020001200010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->26-34). Recife, PE.</p>     <!-- ref --><p>Della Fonte, S.   S., &amp; Loureiro, R. (1997). A ideologia da saúde e a Educação Física. <i>Revista     Brasileira de Ciências do Esporte</i>, <i>18</i>(2), 126-132. Doi: 10.1590/S0101-32892010000400009&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=365779&pid=S1646-107X201700020001200011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Gaya, A.,   Cardoso, M., Siqueira, O., &amp; Torres, L., (1997) Crescimento e desempenho   motor escolares de 7 a 15 anos provenientes de famílias de baixa renda:   Indicadores para o planejamento de programas de educação física voltados à promoção da saúde. <i>Movimento</i>, <i>4</i>(6), 1-24.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=365780&pid=S1646-107X201700020001200012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Gomes, I. S.,   &amp; Caminha, I. O. (2014). Guia para estudos de revisão sistemática: Uma   opção metodológica para as ciências do movimento humano. <i>Movimento</i>, <i>20</i>(1), 395-411.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=365782&pid=S1646-107X201700020001200013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>González, F. J,   &amp; fensterseifer, P.E. (2008) <i>Dicionário crítico de educação física</i> (1ª ed.). Ijuí: Unijuí.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=365784&pid=S1646-107X201700020001200014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Guedes, D. P.   (1999). Educação para a saúde mediante programas de educação física escolar. <i>Motriz</i>, <i>Journal of Physical Education, 5</i>(1), 10-14.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=365786&pid=S1646-107X201700020001200015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Guedes, D. P.,   &amp; Guedes, J. E. R. P. (1993a). Subsídios para implementação de programas   direcionados à promoção da saúde através da Educação Física Escolar. <i>Revista da Associação de Professores de Educação Física de Londrina, 8</i>(15), 3-11.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=365788&pid=S1646-107X201700020001200016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Guedes, D. P.,   &amp; Guedes, J. E. R. P. (1993b). Educação física escolar: Uma proposta de   promoção da saúde. <i>Revista da Associação de Professores de Educação Física de Londrina</i>, 7(14), 6-23.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=365790&pid=S1646-107X201700020001200017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Ghiraldelli   Júnior, P. (1995). A volta ao que parece simples. <i>Revista Movimento, 2</i>(2), 15-17.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=365792&pid=S1646-107X201700020001200018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Minayo, M. C. S. (2010). <i>O desafio do conhecimento</i> (12ª ed.). São Paulo: Hucitec.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=365794&pid=S1646-107X201700020001200019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Moscovici, S.   (2010). <i>Representações sociais: Investigações em psicologia social</i> (7ª ed.). Rio de Janeiro: Vozes.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=365796&pid=S1646-107X201700020001200020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Nahas, M. V.   (2006). <i>Atividade física, saúde e qualidade de vida: conceitos e sugestões para um estilo de vida ativo </i>(4ª ed.). Londrina: Midiograf.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=365798&pid=S1646-107X201700020001200021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Nahas, M. V.,   &amp; CORBIN, C. B. (1992a). Aptidão física e saúde nos programas de educação   física: desenvolvimentos recentes e tendências internacionais. <i>Revista Brasileira de Ciência e Movimento</i>, 6(2), 47-58.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=365800&pid=S1646-107X201700020001200022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Nahas, M. V.,   &amp; Corbin, C. B. (1992b). Educação para a aptidão física e saúde:   Justificativas e sugestões para implementação nos programas de educação física. <i>Revista Brasileira de Ciência e Movimento</i>, <i>8</i>(3), 14-24.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=365802&pid=S1646-107X201700020001200023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Rouquayrol, M.   Z., &amp; Goldbaum, M. (2003). <i>Epidemiologia, História Natural e Prevenção     de Doenças</i>. In: M. Z. Rouquayrol, &amp; N. Almeida Filho (Eds),<i> Epidemiologia &amp; saúde</i> (6ª ed., pp. 15-30). Rio de Janeiro, RJ: MEDSI.</p>     <!-- ref --><p>Saviani, D.   (2009). A educação fora da escola – Saviani por ele mesmo [Entrevista concedida   à Marcos Francisco Martins]. <i>Revista de Ciências da Educação</i>, (20), 17-27.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=365805&pid=S1646-107X201700020001200025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Soares, C. L.   (2005). <i>Práticas corporais: invenção de pedagogias?</i> In: A. N. Silva,   &amp; I. R. Damiani (Eds), <i>Práticas corporais</i> (1ª ed., pp. 43-64). Florianópolis: Nauemblu Ciência &amp; Arte.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=365807&pid=S1646-107X201700020001200026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Souza Júnior, M.,   Santiago, E., &amp; Tavares, M. (2011) Currículo e saberes escolares: ambiguidades, dúvidas e conflitos. <i>Pro-Posições, 22</i>(1), 183-196.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=365809&pid=S1646-107X201700020001200027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Souza Júnior, M.,   Melo, M., &amp; Santiago, E.. (2010). A análise de conteúdo como forma de   tratamento dos dados numa pesquisa qualitativa em educação física escolar. <i>Movimento</i>, <i>16</i>(3), 31-49.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=365811&pid=S1646-107X201700020001200028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Souza Júnior, M.   (2009). Saberes escolares e educação física: o currículo como teoria e práticas   pedagógicas<i>.</i> In: J. F. Hermida (Ed.), <i>Educação</i> <i>Física:     Conhecimento e saber escolar </i>(1ªed., pp. 73-102). João pessoa, PB: Editora universitária da UFPB. </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Thiollent, M. (2011). <i>Metodologia da Pesquisa-ação</i> (18ª ed.). São Paulo, SP: Cortez.</p>     <!-- ref --><p>Valle, I. R.   (2008). O lugar dos saberes escolares na sociologia brasileira da educação. <i>Currículo sem Fronteiras,</i> <i>8</i>(1), 94-108.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=365815&pid=S1646-107X201700020001200031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Agradecimentos:    <br> </b>Nada a declarar    <br> <b>Conflito de Interesses:    <br> </b>Nada a declarar.    <br> <b>Financiamento:    <br> </b>Texto resultante   da análise de dados coletados na pesquisa matricial “Recortes, influências e   perspectivas do campo curricular na educação física escolar: revelações dos   cenários estaduais brasileiros”, financiada pelo Edital Universal n. 14/2013 do   Ministério da Ciência e Tecnologia e Inovação (MCTI) – Conselho Nacional de   Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), com subprojetos vinculados e   financiados em Iniciação Científica pelo Programa de Fortalecimento Acadêmico   da Universidade de Pernambuco (PFA/UPE); com bolsa stricto-sensu pela   Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) e bolsa de   Pós-Doutorado na Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (FEUSP) pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP).</p> </font>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="2"><a href="#top">*</a><i><a name="end"></a></i> <i>Autor correspondente</i>: Universidade de Pernambuco, Rua Arn&oacute;bio Marques, 310, Santo Amaro. CEP: 50100-130. Recife, Pernambuco, Brasil. <i>E-mail:</i> <a href="mailto:marciliosouzajr@hotmail.com">marciliosouzajr@hotmail.com</a></font></p>      ]]></body><back>
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