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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Double-product response during resistance exercise are an important issue related to the safety, especially among hypertense individuals. The aim of the present study was to investigate double-product during and post- two resistance exercises eliciting the same body segments. Fifteen volunteers aged between 55 and 65 years participated in the experiment. Blood pressure was assessed prior and post-exercise while heart rate was continually measured during and post-exercise. All hemodynamic variables showed higher mean values in the leg press exercise, compared with the leg extension exercise. It was concluded that in resistance exercise with larger muscle groups, possible elevations of hemodynamics must be monitored, to avoid any coronary risk.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><b><font face="Verdana" size="2"> ARTIGO ORIGINAL&nbsp;&nbsp; |&nbsp;&nbsp; ORIGINAL ARTICLE</font></b></p>     <p>&nbsp;</p>      <p><font size="4" face="Verdana"><b>A utilização do duplo   produto como marcador subjetivo de esforço em exercício resistidos para hipertensos</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>The use of the double product as a subjective marker of resistance   exercise exertion for hypertensive patients</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <b><a name="top"></a></b><b>Bruna Montenegro Monteiro<sup>1</sup>; Antônio Anderson Ramos de Oliveira<sup>1</sup>; Prodamy Pacheco Neto<sup>1</sup></b></font>     <p><font face="Verdana" size="2"><sup>1</sup><i>Centro Universit&aacute;rio Est&aacute;cio do Cear&aacute; </i> </font></p>     <p><font face="Verdana" size="2"><a href="#end">Correspondência para</a></font></p>     <p>&nbsp;</p> <font face="Verdana" size="2">    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p> </font> <hr noshade size="1"> <font face="Verdana" size="2">     <p><b>RESUMO</b></p>     <p>As respostas do duplo produto durante os   exercícios resistidos constituem um aspecto importante da segurança do ponto de   vista do esforço do miocárdio em praticantes hipertensos. O objetivo do estudo   foi verificar o comportamento do duplo produto em dois diferentes exercícios   dos mesmos corporais. Participaram do estudo 15 voluntários hipertensos entre   55 e 65 anos. A aferição da Pressão Arterial (PA) foi realizada nos momentos   pré e imediatamente após os exercícios e a frequência cardíaca (FC) foi verificada   durante e imediatamente após os exercícios. Todas as variáveis hemodinâmicas   mostraram valores mais elevados no exercício de leg press, comparativamente com   o exercício de cadeira extensora. Conclui-se que em exercícios resistidos que   movimentem grandes grupamentos musculares, possíveis aumentos da resposta hemodinâmica devem ser monitorados, para evitar risco coronário.</p>     <p><b>Palavras-chave:</b> Exercício resistido, pressão arterial, hipertensão.</p> </font> <hr noshade size="1"> <font face="Verdana" size="2">     <p><b>ABSTRACT</b></p>     <p>Double-product response during resistance   exercise are an important issue related to the safety, especially among   hypertense individuals. The aim of the present study was to investigate   double-product during and post- two resistance exercises eliciting the same   body segments. Fifteen volunteers aged between 55 and 65 years participated in   the experiment. Blood pressure was assessed prior and post-exercise while heart   rate was continually measured during and post-exercise. All hemodynamic   variables showed higher mean values in the leg press exercise, compared with   the leg extension exercise. It was concluded that in resistance exercise with   larger muscle groups, possible elevations of hemodynamics must be monitored, to avoid any coronary risk.</p>     <p><b>Keywords: </b>Resistance exercise, blood pressure, hypertension.</p> </font> <hr noshade size="1">     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>INTRODUÇÃO</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>A   hipertensão arterial (HA) tem alta prevalência e baixas taxas de controle, e é   considerada um dos principais fatores de risco modificáveis e um dos mais   importantes problemas de saúde pública do mundo (Sociedade Brasileira de   Cardiologia, 2010). Uma das estratégias para a redução da pressão arterial (PA)   é a prática regular de exercícios físicos. A literatura tem indicado o efeito   benéfico do treinamento físico, tanto aeróbico quanto de força, sobre os níveis de PA.</p>     <p>Kelley   e Kelley (2000) fizeram uma metanálise e concluíram que o treinamento resistido   reduziu a PA sistólica/diastólica em -2%/-4%. Essa constatação acendeu o   interesse na área, o numero de trabalhos científicos aumentou e conclusões mais eficientes foram descobertas ao longo dos anos.</p>     <p>Esses   efeitos em geral podem ocorrer como uma adaptação crônica ao treinamento ou   como uma redução dos níveis pressóricos depois de uma sessão de exercícios físicos.</p>     <p>O   exercício resistido (ER) tem sido atualmente recomendado como um componente   adjunto do exercício aeróbico no programa de treinamento físico direcionado ao   tratamento e controle da hipertensão arterial. Entretanto, o mesmo ainda não   tem sido amplamente incorporado na prática clínica, possivelmente pela escassez   de evidencias disponíveis sobre os limites seguros da resposta pressórica aguda   e marcadores de escala de esforço eficiente. A elevação dos níveis de   frequência cardíaca (FC) e PA traduzem um aumento do trabalho miocárdico (Powers   &amp; Howley, 2000). A quantificação desses indicadores poderia identificar   quando o sistema cardiovascular é exposto a maior esforço e assim a maiores riscos.</p>     <p>Sabe-se   que o duplo produto (DP) é o melhor preditor indireto de trabalho do miocárdio   durante exercícios, sendo de grande importância para prescrição e monitoração dessas atividades para indivíduos saudáveis ou que apresentam cardiopatias.</p>     <p>Devido à importância dos três parâmetros fisiológicos (FC,   PA e DP) para prescrição e controle da intensidade dos ER e tendo em vista a   grande carência de estudos que investiguem essas diferenças posturais, este   estudo teve como propósito investigar o potencial do DP como indicador de   limites seguros e marcadores de escalas e esforço, que pode ser utilizado para   prescrição e monitoramento de exercícios, do ponto de vista do esforço do   miocárdio, relacionado atividades físicas e sistema cardiovascular de hipertensos.</p> </font>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>MÉTODO</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>Trata-se de um estudo de caráter descritivo, transversal e quantitativo, desenvolvido na Faculdade Integrada do Ceará no período de março a novembro de 2013.</p> <b>Participantes</b>      <p>A população desse estudo compreende hipertensos,   praticantes de atividade física resistida, com frequência de no mínimo 3 vezes   por semana no período de não menos que 6 meses. <i>Critérios de inclusão</i>: diagnóstico clínico de HAS, encaminhamento e   liberação médica para prática de atividades físicas, ter a doença estável e   controlada por medicamentos. <i>Critérios de     exclusão</i>: diabéticos, obesos, sedentários, pessoas com qualquer outra   enfermidade que pudessem comprometer as respostas cardiovasculares e praticantes de atividades físicas inferior a 6 meses de prática.</p> <b>Instrumentos e Procedimentos</b>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><i>Coletas de dados</i></p>     <p>Foram   realizadas 3 séries com 12 repetições de cada exercício, respeitando sempre   dois segundos de repouso a cada contração com intervalo de 1 minuto entre cada   série e intervalo de 5 minutos de um exercício para o outro. Foram avaliados 15   voluntários com diagnóstico clínico de hipertensão arterial controlada por   medicamentos com idade entre 55 a 65 anos, e que já haviam praticado os   exercícios que foram utilizados para a realização dos teste. Os exercícios   analisados foram o Leg Press 45º e a Cadeira extensora, pelo fato de possuírem   as os mesmos segmentos corporais, mas com diferenças posturais, musculares e articulares (em ordem aleatória).</p>     <p>As   medidas de FC foram feitas através de um frequencímetro e obtidas no pré exercício,   durante a transição da segunda para terceira série e imediatamente após a   realização do exercício. A PA foi obtidas pelo modo auscultatório durante o   repouso e logo após o termino do exercício, até no máximo 30 segundos após o   termino término. Foi dado um intervalo de descanso de 5 minutos de um exercício   para o outro e a ordem de execução dos exercícios foi realizada de forma   aleatória, variando sempre de candidato para candidato, para que não houvesse   influência nos resultados. As medidas de FC foram feitas através de um frequencímetro   Polar FT1. Nas medidas de PA foi utilizado um esfigmomanómetro aneroide Premium, sempre localizado no braço esquerdo, e um estetoscópio Litman.</p> <b>Análise estatística</b>      <p>Foram   comparados os valores entre exercícios com recurso ao t-test para amostras emparelhadas, após confirmação do pressuposto de normalidade.</p> </font>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>RESULTADOS</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p><a href="#t1">A tabela 1</a> representa as   variáveis do Leg Press (LP) vs Cadeira Extensora (CE) sendo analisados os   valores da PAS, PAD, PAM (média da PAS e PAD), FC e DP, no pré, durante e após execução dos exercícios. </p>     <p>&nbsp;</p>    <p align="center"><a name="t1"></a><img src="/img/revistas/mot/v14n1/14n1a10t1.jpg"/></p>    
<p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>DISCUSSÃO e CONCLUSÕES</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>As   variáveis hemodinâmicas foram mais elevadas no exercício de LP,   comparativamente com CE. Apenas no caso do DP as diferenças entre exercícios tiveram significado estatístico. </p>     <p>Também   podemos evidenciar que quanto menor a massa muscular solicitada, menor será o   DP em sua força absoluta (Simão, Polito &amp; Lemos, 2003: Leite &amp;   Farrinati, 2003; Guimarães et al., 2002). Ainda existe uma carência de estudos   a respeito do DP, não se pode afirmar que sempre haverá diferença significativa   entre exercícios de membros inferiores com vários fatores envolvidos, como   angulação corporal, tamanho e quantidades dos grupamentos musculares e cadeia cinética diferente. </p>     <p>Uma   possível explicação para essa elevação do DP durante a execução do LP é a   manifestação da fadiga periférica que está diretamente atrelada ao recrutamento   das fibras musculares que irão realizar o movimento, dessa forma, exigem maior   demanda sanguínea e oxigênio para musculatura durante o exercício, refletindo   nas respostas da PA e FC, logo, influenciando no ligeiro aumento do DP em   comparação a CE. Outra possível explicação seria maior solicitação muscular no   LP, o que exigiria um maior débito cardíaco. O aumento das unidades motoras e   consequentemente da massa muscular também pode aumentar a pressão arterial,   devido à compressão muscular no leito vascular que bloqueia parcialmente a circulação (Macdougall et al., 1985)</p>     <p>Outra   possibilidade que se deve considerar nos exercícios resistidos, seria uma maior   propensão para a manobra de valsalva, que mesmo sendo desencorajada não pode   ser controlada. Embora a realização da manobra de valsalva durante o exercício   de força possa contribuir para elevar a pressão arterial durante solicitações   muito intensas a manobra de valsalva é quase inevitável, pois estabiliza o troco e favorece a execução (Mcardle et al., 1992).</p>     <p>Mesmo   considerando as manifestações adversas, pode se afirmar que o ER pode ser   conduzido com segurança utilizando sempre o DP como um índice de avaliação do esforço cardíaco no ER.</p>     <p>Apesar deste estudo ter mostrado   variáveis significativas do duplo produto em diferentes ER de mesmo segmentos   corporais. , ainda existe a necessidade de protocolar testes específicos em ER   para determinação de valores limiares do DP. Entretanto, os dados desta   pesquisa mostram que o ER para hipertensos podem ser prescritos e monitorados   com segurança com o acompanhamento do DP, pois a FC costuma sempre se comportar   do mesmo jeito e o que pode variar realmente é a PAS, mesmo diante de   exercícios de mesma intensidade. Logo, o melhor fator de segurança nos ER é o DP. </p>     <p>Além disso, pode-se verificar que o   aumento da PA pode ser influenciado pelo número de unidades motoras (logo,   pelos grupamentos musculares) solicitados durante o exercício. Assim, ao   prescrever exercícios para hipertensos, observar sempre com atenção o volume e intensidade prescritos para determinados exercícios.</p>     <p>Conclui-se   que em exercícios resistidos que movimentem grandes grupamentos musculares,   possíveis aumentos da resposta hemodinâmica devem ser monitorados, para evitar risco coronário.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>REFERÊNCIAS</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>American   College of Sports Medicine (2003). <i>Manual de pesquisa das diretrizes do ACSM para testes     de esforço e sua prescrição.</i> Guanabara Koogan, Rio de Janeiro.</p>     <p>Brandão, A. A., Amodeo, C., &amp; Nobre, F<b>. </b>(2013) <i>Hipertensão</i><b> (</b>2ª Ed.). Elsevier, Rio de Janeiro. </p>     <!-- ref --><p>Fagard,   R. H. (2005) Physical activity, physical fitness and incidence of hypertension<b>. </b><i>Journal of hypertension, 23(2)</i>, 293-299.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=374765&pid=S1646-107X201800010001000003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Farinatti,   P., Veras, P. T., &amp; Assis, B. F. (2000). Estudo da freqüência cardíaca, pressão arterial e duplo produto em   exercícios contra-resistência e aeróbio contínuo. <i>Revista Brasileira de Atividade Física e Saúde, 5(2)</i>, 5-16.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=374767&pid=S1646-107X201800010001000004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Fleck, S. J., &amp; Kraemer, W. J.   (1997). <i>Fundamentos do Treinamento de     força muscular</i><b>.</b> Guanabara Koogan, Rio de Janeiro.</p>     <p>Foss, M. L., &amp; Keteyian, S. J.   (2000).<i> Bases fisiológicas do exercício e do esporte</i> (6ª Ed.). Guanabara Koogan, Rio de Janeiro.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Guimarães, D., Rangel, F., Miranda, H.,   &amp; Almeira, M. (2002). Comparações das respostas hemodinâmicas na mesa   flexora e cadeira flexora. <i>Simpósio Internacional de Ciências do Esporte, 25</i>, 155.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=374771&pid=S1646-107X201800010001000007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Leite, T., &amp; Farinatti, P. (2003). Estudo   da freqüência cardíaca, pressão arterial e duplo-produto em exercícios   resistidos diversos para grupamentos musculares semelhantes. <i>Revista Brasileira de Fisiologia do Exercício, 2</i>, 68-88.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=374773&pid=S1646-107X201800010001000008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Macdougall,   J. D., Tuxen, D., Sale, D. G., Moroz, J. R., &amp; Sutton, J. R. (1985). Arterial blood pressure response to heavy resistance exercise. <i>Journal of Applied Physiology, 58(3)</i>, 785-790.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=374775&pid=S1646-107X201800010001000009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Maior, A S. (2008). <i>Fisiologia dos exercícios resistidos.</i> Editora Phorte, Rio de Janeiro.</p>     <p>Maior, A S. (2003). <i>Alterações do sistema cardiovascular em idosos submetidos ao   treinamento de força.</i> Editora Phorte, Rio de Janeiro.</p>     <p>Mcardle, W. D., Katch, F. I., &amp;   Victor, L. (1992). <i>Fisiologia do     exercício: Energia, nutrição e desempenho humano</i>. Guanabara Koogan, Rio de Janeiro</p>     <!-- ref --><p>Pescatello,   L. S., Franklin, B. A., Gagard, R. H., Faguhar, W. B., Kelley, G. A., &amp;   Ray, C. A. (2004). American College of Sports Medicine position stand. Exercise   and hypertension. <i>Medicine Science in Sports and Exercise, 36(3)</i>, 533-553.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=374780&pid=S1646-107X201800010001000013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Richardson,   M. T., Holly, R. G., Amsterdam, E. A., &amp; Miller, M. F. (1992). <i>The value of chest pain during the exercise test in predicting coronary artery disease</i><b>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=374782&pid=S1646-107X201800010001000014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></b></p>     <!-- ref --><p>Simão, R., Polito, M. D., &amp; Lemos, A. (2003). Duplo produto em exercícios contra-resistidos. <i>Fitness &amp; Performance, 2</i>, 279-284.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=374784&pid=S1646-107X201800010001000015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Simão, R. (2004). <i>Treinamento de força na saúde e qualidade de vida.</i> Ed. Phorte, São Paulo.</p>     <!-- ref --><p>Sociedade Brasileira de Cardiologia. (2010)   <i>VI Diretrizes brasileiras de hipertensão</i> (2ª Ed.). Arquivo Brasileiro de Cardiologia.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=374787&pid=S1646-107X201800010001000017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Agradecimentos:</b>    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>   Nada a declarar<b>    <br>   Conflito de   Interesses:</b>    <br>   Nada a declarar.<b>    <br> Financiamento:    <br> </b>Nada a declarar</p> </font><font face="Verdana" size="2">     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <i><a name="end"></a></i><a href="#top">Correspondência para:</a> Centro Universit&aacute;rio Est&aacute;cio do Cear&aacute;. Rua Eliseu  Uch&ocirc;a Beco, 600, &Aacute;gua Fria. CEP: 60810-270, Fortaleza, CE, Brasil. <i>E-mail</i>: <a href="mailto:prodamypn@hotmail.com">prodamypn@hotmail.com</a></font>      ]]></body><back>
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