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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Efeitos da atividade física em idoso com histórico de câncer]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The objective of the present study was to evaluate the effects of physical activity in elderly with a history of cancer. This is a descriptive, exploratory study with a quantitative approach, composed of 20 elderly people with a history of cancer. Data were collected through a structured questionnaire. The data tabulated in Microsoft Office Excel 2013. Approved by the Research Ethics Committee (CEP) of the Center University Estacio of Ceara, opinion number. 1,525,643. The population had a higher prevalence of breast cancer with 18 (90%), cervix 1 (5%) and prostate cancer 1 (5%). The physical activity time of participants from 1 to 6 months was 2 (20%), 1.5 years to 2 years 11 (55%), over 2 years 5 (25%). A physical activity frequency (days) between 1 to 4 days (20%), 3 to 8 days (40%), 4 to 4 (20%) and 5 to 4 (20%). The population reaffirms the improvement of health, as 20 (100%) with systemic representations. The practice of activity causes maintenance of autonomy and functionality in the elderly with cancer, in which their practice of the activity has positive impacts.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><b><font face="Verdana" size="2"> ARTIGO ORIGINAL&nbsp;&nbsp; |&nbsp;&nbsp; ORIGINAL ARTICLE</font></b></p>     <p>&nbsp;</p>      <p><font size="4" face="Verdana"><b>Efeitos da atividade física em idoso com histórico de câncer</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>      <p><font size="3" face="Verdana"><b>Effects of physical activity in elderly with historical   cancer</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><font face="Verdana" size="2"><a name="top"></a>Luana Dellamano Chacon<sup>1</sup>; Jonas Loiola Gonçalves<sup>1</sup>; Cleoneide Paulo Oliveira Pinheiro<sup>1</sup>; Juliana Freire Chagas Vinhote<sup>1</sup>; Nataly Gurgel Campos<sup>1</sup> </font></b></p>     <p><font face="Verdana"><font size="2" face="Verdana"><sup>1</sup></font></font><font size="2" face="Verdana"><i>Centro Universitario Estacio do Cear&aacute;</i></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p><a href="#end">Correspondência para</a></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> </font> <hr noshade size="1"> <font face="Verdana" size="2">     <p><b>RESUMO</b></p>     <p>O objetivo do   presente estudo foi avaliar os efeitos da prática de atividade física em idosos   com histórico de câncer. Trata-se de um estudo descritivo, exploratório com   abordagem quantitativa, composta por 20 idosos com histórico de câncer. A   coleta de dados ocorreu por meio de um questionário estruturado. Os dados   tabulados no <i>Microsoft Office Excel</i>   2013. Aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa (CEP) do Centro Universitário   Estácio do Ceará, parecer de n° 1.525.643. A população apresentou uma maior   prevalência de câncer de mama  com 18   (90%), colo de útero 1 (5%) e câncer de próstata 1 (5%). O tempo de atividade   física  dos participantes de 1 a 6 meses   foram de  2 (20%), 1,5 anos a 2 anos 11   (55%), acima de 2 anos 5 (25%). Uma frequência de atividade física (dias) entre   1 a 4 dias (20%), 3 a 8 dias (40%), 4 a 4 (20%) e 5 a 4 (20%). A população   reafirma a melhora da saúde, como 20 (100%) com representações sistêmicas. A   prática de atividade ocasionam uma manutenção da autonomia e funcionalidade no idoso com câncer, na qual sua prática da atividade tem  impactos positivos.</p>     <p><b>Palavras-chave:</b> câncer, idoso, atividade física.</p> </font> <hr noshade size="1"> <font face="Verdana" size="2">     <p><b>ABSTRACT</b></p>     <p>The objective of the present study was to   evaluate the effects of physical activity in elderly with a history of cancer.   This is a descriptive, exploratory study with a quantitative approach, composed   of 20 elderly people with a history of cancer. Data were collected through a   structured questionnaire. The data tabulated in Microsoft Office Excel 2013.   Approved by the Research Ethics Committee (CEP) of the Center University   Estacio of Ceara, opinion number. 1,525,643. The population had a higher   prevalence of breast cancer with 18 (90%), cervix 1 (5%) and prostate cancer 1   (5%). The physical activity time of participants from 1 to 6 months was 2   (20%), 1.5 years to 2 years 11 (55%), over 2 years 5 (25%). A physical activity   frequency (days) between 1 to 4 days (20%), 3 to 8 days (40%), 4 to 4 (20%) and   5 to 4 (20%). The population reaffirms the improvement of health, as 20 (100%)   with systemic representations. The practice of activity causes maintenance of   autonomy and functionality in the elderly with cancer, in which their practice of the activity has positive impacts.</p>     <p><b>Keywords: </b>cancer, elderly, physical activity.</p> </font> <hr noshade size="1"> <font face="Verdana" size="2">     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> </font><font size="3" face="Verdana"><b>INTRODUÇÃO</b></font><font face="Verdana" size="2">      ]]></body>
<body><![CDATA[<p>O envelhecimento pode ser conceituado   como um conjunto de modificações morfológicas, fisiológicas, bioquímicas e   psicológicas, que determinam a perda progressiva da capacidade de adaptação do   indivíduo ao meio ambiente, sendo considerado um processo dinâmico e  progressivo (Lima e Delgado, 2017).</p>     <p>A população de idosos está aumentando   cada vez mais no Brasil e no mundo, resultando em profundas mudanças na   dinâmica demográfica. Nos últimos 60 anos, houve um acréscimo de 15 milhões de   indivíduos idosos no país, passando de 4% para 9% da população brasileira. Em   2025, estima-se um aumento de mais de 33 milhões, tornando o Brasil o sexto   país com maior percentual populacional de idosos no mundo (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, 2010).</p>     <p>Atualmente, vive-se uma pandemia de   inatividade física, sendo a mesma a     quarta principal causa de morte no mundo apesar das evidências dos   benefícios da atividade física para a saúde.    No Brasil, o aumento da inatividade esta associada principalmente as   mudanças desfavoráveis na dieta e a ausência de atividade física, acarretando o aumento da prevalência de doenças crônicas não transmissíveis (DCNT) (Galvão <i>et al</i>., 2010).</p>     <p>As DCNT´s se tornaram a principal   prioridade na área da saúde. Um fator importante na carga de doenças crônicas   no Brasil é o aumento da prevalência de diabetes e hipertensão, paralelamente ao aumento da prevalência de excesso de peso (Lima <i>et al</i>., 2006). </p>     <p>A atividade física exercida ao longo da vida   pode ser um dos fatores a promover um aumento na expectativa de vida, de forma   independente e produtiva. No momento atual, no qual as facilidades tecnológicas   tendem a facilitar a vida do ser humano, também ocorre uma facilitação ao   sedentarismo, manutenção e a preservação da capacidade para desempenhar as   atividades básicas de vida diária são pontos básicos para prolongar a independência por maior tempo possível (Kohl <i>et al</i>, 2012).</p>     <p>A importância e os benefícios da   atividade física nesta população são cada vez mais evidentes e as pesquisas têm   demonstrado o quanto ela pode minimizar a degeneração provocada pelo   envelhecimento e contribuir para a qualidade de vida do idoso, sobretudo em   relação às atividades da vida diária influenciando na dependência e na   autonomia do idoso. No entanto, no Brasil o sedentarismo apresenta alta   prevalência, causando custos elevados, tanto diretos quanto indiretos, para o   sistema de saúde (Guimarães <i>et al.</i>, 2004; Alves <i>et al</i>., 2001).</p>     <p>Nesse contexto, o câncer é definido   como uma doença multifatorial caracterizado pelo crescimento descontrolado,   rápido e invasivo de células com alteração em seu material genético. Quando   ocorre essa modificação, o mecanismo celular se altera e inicia-se um processo   de disseminação das células neoplásicas, que contribui para reproduzirem até formarem uma massa de tecido conhecida popularmente como tumor (Inca, 2009)</p>     <p>Em virtude do surgimento das   neoplasias os efeitos da patologia e das terapêuticas, surge grandes   repercussões sistêmicas, desde alterações metabólicas drásticas em virtude de   procedimentos específicos, como também advindo do processo de oncogênese, com   sintomatologias compreendidas pela perda de energia, diminuição da capacidade física, caquexia e fadiga intensa desde muscular a respiratória (Souza, 2017).</p>     <p>Nessa perspectiva as evidências da   prática da atividade física no processo de manutenção da vida são notórias,   desde o processo de recuperação da saúde, aumento da qualidade de vida e a   melhora significativa da sua capacidade funcional orgânica no contexto da   oncologia, seja sua realização antes ou após os múltiplos tratamentos que o   usuário passa frente as intervenções terapêuticas para atenuação e a diminuição   das respostas fisiopatológicas do câncer no organismo (Seixas; Kessler; Frison, 2010).</p>     <p>Diante do exposto o objetivo do   estudo foi avaliar os efeitos da prática de atividade física em idosos com histórico de câncer.</p> </font>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>MÉTODO</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>Trata-se de um estudo descritivo,   exploratório com abordagem quantitativa, desenvolvido em um Projeto de Responsabilidade Social de uma Instituição de Ensino Superior. </p>     <p>A pesquisa foi desenvolvida ao longo   do ano 2016, na qual a pesquisa de campo para a coleta de dados deu-se ocorreu   ao longo dos meses de março à maio do respectivo ano, posterior a aprovação do comitê de ética em pesquisa. </p>     <p>Submeteram-se ao estudo 20 idosos   regularmente matriculados e com frequência ativa no projeto de Responsabilidade   Social da IES. Realizou-se uma consulta prévia as fichas de frequência, com   posterior aproximação do pesquisador para os idosos com histórico de câncer,   realizando-se uma amostra por conveniência não probabilística, frente ao consentimento em participação do estudo da população.</p>     <p>Os critérios de inclusão para a   presente pesquisa estiveram centrados em idosos de ambos os gêneros que   frequentavam regularmente o projeto, independente de raça, crença ou religião,   com histórico de câncer, como também o aceite de participação na pesquisa   mediante a assinatura  do Termo de   Consentimento Livre Esclarecido (TCLE). Destacamos a exclusão do estudo, idosos   com alterações neurocomportamentais e sem a recomendação médica para realização de atividade física.</p>     <p>Na coleta de dados foi utilizado um   questionário estruturado pelos próprios pesquisadores na qual, compreendeu   características acerca de tipo de gênero, idade, raça/cor, estado civil, nível   de escolaridade, tipo de obtenção de renda, como reside e com quem. Em   continuidade realizou questionamentos acerca de qual tipo de câncer   apresentava, como posteriores questionamentos para hábitos de vida, quais   doenças apresentava com diagnóstico fechado. Acerca da realização de atividade   física, indagou-se o tempo anterior de atividade física, a frequência desta e   quais as repercussões para o indivíduo na sua auto percepção de qualidade de vida e manutenção de saúde, frente a prática regular da atividade física.</p>     <p>Os dados foram analisados a partir   da estatística descritiva do <i>software</i>   estatístico, <i>Microsoft Office Excel</i>   2013. Após a tabulação dos dados, os mesmos foram apresentados por meio de gráficos e tabelas.</p>     <p>Foram respeitados todos os aspectos   éticos das pesquisas que envolvem seres humanos preconizados pela  Resolução 466/2012 e suas complementares do   Conselho Nacional de Saúde. Ressaltando que este trabalho foi submetido ao   Comitê de Ética em Pesquisa (CEP) do Centro Universitário Estácio do Ceará e aprovado sob n° de parecer 1.525.643. (BRASIL, 2012).</p> </font>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="3" face="Verdana"><b>RESULTADOS</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>A Participaram   do estudo 20 idosos com histórico de câncer. A amostra teve uma maior   prevalência de indivíduos do gênero feminino (75%), com média de idade de   66,45±1,46 anos. Com relação a raça ou etnia,    observou-se  que 7 (35%) tinham   raça parda e 8 (40%) branca. Quanto ao estado civil 13 dos entrevistados (65%)   eram casados. Com relação ao grau de escolaridade, constatou-se que 8 (40%) dos   participantes  tinham ensino médio   completo e 5 (25%) possuíam ensino fundamental (completo e incompleto). Em   relação à aposentadoria 14 (70%) são aposentados e 6 (30%) não possuem aposentadoria (<a href="/img/revistas/mot/v14n1/14n1a14t1.jpg">Tabela 1</a>).</p>     
<p>Observou-se a renda dos participantes, 12 (60%) recebiam 1 salário  e 8 (40%) recebiam  1 a 2 salários. Foi relatado 18 (90%) dos   membros possuem habitação própria e 2 (10%) é alugada. A <a href="/img/revistas/mot/v14n1/14n1a14t1.jpg">Tabela 1</a> ilustra a frequência dessas características sócio-demográficas.</p>     
<p>Em continuidade, a <a href="/img/revistas/mot/v14n1/14n1a14t2.jpg">tabela 2</a> apresenta a relação ao tipo de câncer, onde   observou-se que o mais frequente nas mulheres foi o câncer de mama com 18 (90%)   sendo o outro câncer relatado o  de colo   de útero 1 (5%). Já nos participantes homens relataram ter tido o câncer de próstata 1 (5%).</p>     
<p>Quanto a análise dos hábitos de vida dos participantes do estudo.   Observou- se que todos os idosos afirmaram não fumar e 18 (90%) dos   participantes relataram consumir algum tipo de bebida alcoólica. Relatou-se que   18 (90%) procuraram algum serviço de saúde nos últimos seis meses e 2 (10%) não   buscaram nenhum tipo assistência, como descrito na <a href="/img/revistas/mot/v14n1/14n1a14t3.jpg">Tabela 3</a>. Em   relação a doenças crônicas diagnosticada 14 (70%) afirmaram possuir algum tipo de doença diagnosticada.</p>     
<p>Em relação a doenças crônicas diagnosticada, 12 (32%) participantes   possuíam hipertensão arterial sistêmica, 6 (16%) diabetes mellitus, 1 (3%)   artrite, 5 (14%) osteoporose, 1 (3%) artrose, doença pulmonar obstrutiva   crônica nenhum dos idosos , 1 (3%) reumatismo, 6 (16%) acidente vascular   encefálico, 1 (3%) insuficiência cardíaca, 1 (5%) fibromialgia, 1 (5%) infarto agudo do miocárdio como descrito a pelo <a href="/img/revistas/mot/v14n1/14n1a14g1.jpg">Gráfico 1</a>. </p>     
<p>Em relação a doenças crônicas diagnosticada, 12 (32%) participantes   possuíam hipertensão arterial sistêmica, 6 (16%) diabetes mellitus, 1 (3%)   artrite, 5 (14%) osteoporose, 1 (3%) artrose, doença pulmonar obstrutiva   crônica nenhum dos idosos , 1 (3%) reumatismo, 6 (16%) acidente vascular   encefálico, 1 (3%) insuficiência cardíaca, 1 (5%) fibromialgia, 1 (5%) infarto agudo do miocárdio como descrito a pelo <a href="/img/revistas/mot/v14n1/14n1a14g1.jpg">Gráfico 1</a>. </p>     
<p>No que   refere-se a distribuição dos dados sobre as atividades dos idosos com câncer,   observou-se o tempo da prática atividade física    dos participantes de 1 a 6 meses foram de  2 (20%), 1,5 anos a 2 anos 11 (55%), acima de   2 anos 5 (25%). Evidenciou a frequência de atividades física (dias) entre 1 a 4   dias (20%), 3 a 8 dias (40%), 4 a 4 (20%) e 5 a 4 (20%).  Quanto indagados sobre a repercussão da   prática de atividade como benefício para os idosos do estudo, 20 (100%)   responderam que sim, corroborando ainda que a melhora da saúde depois que   começaram participar do projeto, foi significativa, na qual 20 (100%) afirmam a   melhora no espectro global de saúde, como destacado a seguir (<a href="/img/revistas/mot/v14n1/14n1a14t4.jpg">tabela 4</a>). A   representação dos benéficos da atividade física dos idosos. Observamos que dos   16 participantes 2 (3%) relataram redução da pressão arterial, obtiveram   redução do mau colesterol 6  (8%)  dos membros, 1 (1%) notaram melhora nos   sintomas da diabetes, todos afirmaram ter aumentado o convívio social 16 (23%),   14 (20%) mencionaram ter melhorado a auto estima, 2 (3%) declararam que houve   melhora na depressão e 2 (3%) também na melhora na capacidade cardiovascular, 8   (11%) relataram uma melhora na qualidade do sono, 4 (6%) citaram a diminuição   do uso de remédios e 14 (20%) representaram ter diminuído as dores articulares como descrito no <a href="/img/revistas/mot/v14n1/14n1a14g2.jpg">Gráfico 2</a>.</p> </font>     
<p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>DISCUSSÃO CONCLUSÕES</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Os   resultados do estudo elucidam  a   magnitude da saúde do idoso com histórico de câncer, na qual além do processo   oncológico, as doenças crônicas diagnosticada são notórias. Destaca-se as   práticas da atividades dos idosos, observando-quanto o tempo de engajamento nos   últimos anos, como também meses, na qual essa apresenta na auto percepção dos   indivíduos, processo notório de manutenção da qualidade de vida, com efeitos   benéficos e de grandes resultados na saúde do idoso com histórico de câncer e outras doenças crônicas associadas.</p>     <p>Missias.,   Teixeira e Novaes, (2014) relataram que a prática regular de atividades físicas   na velhice tem se revelado como um fator determinante no que diz respeito à   manutenção da saúde e da independência funcional, além da promoção da qualidade   de vida e do bem-estar dos idosos. Os termos saúde, autonomia e independência   de idosos  qualidade de vida,   independência funcional e bem-estar, estão de certa forma interligados, e   existe um grau de influência entre eles, o que foi de encontro ao identificado no estudo.</p>     <p>Souza   (2005), afirma que o envelhecimento causa alterações fisiológicas, bem como o   surgimento de doenças crônico-degenerativas, ocasionando dependência nas   atividades cotidianas. As alterações fisiológicas do envelhecimento afetam,   entre outras, as funções envolvidas no processo cognitivo, tais como aprendizado e memória.</p>     <p>Segundo   Guirri &amp; Guirro (2002), o aparecimento progressivo de doenças com o avançar   da idade sustentam, uma concepção de que o processo de envelhecimento é   acompanhado de perdas estruturais e funcionais, que favorecem o aparecimento de   doenças crônicas degenerativas que podem comprometer uma qualidade de vida adequada.   Mesmo com todas as alterações fisiológicas o processo de envelhecimento pode   ser bem-sucedido, ativo e produtivo, basta que os indivíduos reconheçam suas necessidades e se tornem proativos em favor de sua saúde.</p>     <p>Nesse   cenário de alterações, quando ocorre o aparecimento de um câncer  o individuo e a assistência em saúde   centra-se no tratamento do câncer, na qual podem atender a três finalidades   básicas: a cura do paciente, o prolongamento da vida (quando não há possibilidade   de cura) ou a melhora da qualidade de vida do paciente. (Courneya, Mackey e Quinney, 2004; Spinola, Manzzo e Rocha, 2007).</p>     <p>Logo, o   exercício físico pode proporcionar alguns benefícios aos pacientes com câncer.   Contudo, Courneya, Mackey e Quinney (2004), ressaltam a possibilidade de existirem   fatores que tornem desaconselhável ou até mesmo perigosa a prática de exercícios físicos para certos pacientes com essa enfermidade.</p>     <p>Schwartz e   colaboradores (2001) destacam que no paciente oncológico submetido ao processo   de quimioterapia a prática da atividade física empondera o usuário a melhores condições hemodinâmicas, com grande repercussão na fadiga deste indivíduo.</p>     <p>Destaca-se   em pacientes com câncer e a prática de atividade física o aumento da força   muscular e da capacidade funcional, controle do peso corporal, redução da   fadiga, melhora do autoconceito e do humor e, consequentemente, melhora da qualidade de vida (Courneya, 2001; Diettrich e Miranda, 2005).</p>     <p>Nessa   perspectiva, Dimeo, Rumberger e Kell (1998) fortalecem que  as caracteristicas fisiológicas alteradas ao   longo do processo de  oncogênese são   atenuadas quando introduzindo a prática de exercícios físicos, fatores esses que empodera o paciente.</p>     <p>Nesse   constructo, a prática regular de atividades físicas com ênfase a população   idosa tem se revelado como um fator determinante no que diz respeito à   manutenção da qualidade de vida e do bem-estar dos idosos, nos seus diversos   níveis de promoção e recuperação da saúde, em sua maioria são influências   positivas da prática regular de atividades físicas (Benedetti, Mazo e Borges, 2012; Borges e Moreira (2009),</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Borges e   Moreira (2009) acrescentam que existe uma grande preocupação com relação ao   exercício físico, pois ele aparece como uma premissa importante que pode   oferecer acréscimo positivo na qualidade de vida dos idosos, tendo suas capacidades físicas estimuladas.</p>     <p>Conforme os   resultados encontrados, observa-se a melhora significativa dos desarranjos   funcionais provenientes do processo oncológico, como também das doenças   crônicas na população do estudo, na sua auto percepção de qualidade de vida em   relação à manutenção da saúde e das capacidades funcionais, permitindo deduzir   importantes contribuições entre a prática da atividade física e o processo oncológico que o idoso muitas vezes perpassa.</p>     <p>Os   resultados elucidam que a prática de atividade ocasionam uma manutenção da   autonomia e funcionalidade no idoso com câncer, estes que são fatores   essenciais para um envelhecimento bem-sucedido e ativo, pós câncer. Pois frente   os resultados é válido ressaltar que a prática de atividade de física em idosos   com câncer em programas de atenção a saúde do idoso obtiveram resultados   positivos quando investigado as repercussões sistêmicas desta prática, com direcionamentos muitas vezes para a melhora da aptidão física.</p>     <p>Portanto,   destacamos que a prática da atividade física tem um impacto positivo na vida   dos idosos com histórico anterior de câncer. Destaca-se que tem um valor   considerável para a prevenção e controle das doenças crônicas não   transmissíveis, melhora a mobilidade e    aumenta a  capacidade funcional,   logo melhorando  a qualidade de vida das pessoas que sobreviveram a um processo oncológico.</p>     <p>É   importante enfatizar, que a prática regular da atividade física, a mudança de   um estilo de vida ativo saudável, são essenciais para  um envelhecer com saúde e qualidade, inclusive aqueles com histórico de câncer.</p>     <p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>REFERÊNCIAS</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <!-- ref --><p>Argimon, I. I. L., Stein, L. M., Xavier, F. M., &amp;   Trentini, C. M. (2006). O impacto de atividades de lazer no desenvolvimento   cognitivo de idosos. <i>Revista Brasileira de Ciências do Envelhecimento Humano, 1</i>(1), 38-47.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=375220&pid=S1646-107X201800010001400001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Benedetti, T. R. B., Mazo, G. Z., &amp; Borges, L. J.   (2012). Condições de saúde e nível de atividade física em idosos participantes   e não participantes de grupos de convivência de Florianópolis. <i>Ciência e Saúde Coletiva, 17</i>(8), 2087-2093. doi: 10.1590/S1413-81232012000800019&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=375222&pid=S1646-107X201800010001400002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Borges, M. R. D., &amp; Moreira, Â. K. (2009).   Influências da prática de atividades físicas na terceira idade: estudo   comparativo dos níveis de autonomia para o desempenho nas AVDs e AIVDs entre   idosos ativos fisicamente e idosos sedentários. <i>Motriz Revista de Educação Física</i>, <i>15</i>(3), 562-573.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=375223&pid=S1646-107X201800010001400003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Dimeo, F., Rumberger, B. G., &amp; Keul, J. (1998). Aerobic   exercise as therapy for cancer fatigue. <i>Medicine and Science in Sports and Exercise, 30</i>, 475-478.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=375225&pid=S1646-107X201800010001400004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p> Courneya, K. S.   (2003). Exercise in cancer survivors: an overview of research. <i>Medicine     and Science in Sports and Exercise</i>, <i>35</i>(11), 1846-1852.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=375227&pid=S1646-107X201800010001400005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Ferreira, O. G. L., Maciel, S. C., Silva, A. O., dos   Santos, W. 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Avaliação da capacidade   funcional de idosos em tratamento fisioterapêutico. <i>Revista Neurociências, 12</i>(3), 130-133.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=375230&pid=S1646-107X201800010001400007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Guirro, E., &amp; Guirro, R. (2002). <i>Fisioterapia Dermato-Funcional: Fundamentos,   Recursos e Patologias. </i>Manole, São Paulo.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Instituto Nacional do Câncer (2009). <i>Estimativa 2010: incidência de câncer no   Brasil. </i>INCA, Ministério de Saúde do Brasil, Rio de Janeiro.</p>     <p>Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. (2010).   <i>Tendências demográficas do   envelhecimento. Características da população.</i> Censo demográfico, Rio de Janeiro.</p>     <!-- ref --><p>Kohl, H. W., Craig, C. L., Lambert, E. V., Inoue, S.,   Alkandari, J. R., Leetongin, G., ... &amp; Lancet Physical Activity Series   Working Group. (2012)<i>. </i>The pandemic of physical inactivity: global action for public health. <i>The Lancet</i>, <i>380</i>(9838), 294-305.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=375235&pid=S1646-107X201800010001400011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Lima, A. P., &amp; Delgado, E. I. (2017). A melhor   idade do Brasil: aspectos biopsicossociais decorrentes do processo de envelhecimento. <i>ACTA Brasileira do Movimento Humano, 1</i>(2), 76-91.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=375237&pid=S1646-107X201800010001400012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Moreira, R. M., Teixeira, R. M., &amp; Novaes, K. O.   (2014). Contribuições da atividade física na promoção da saúde, autonomia e   independência de idosos. <i>Revista Kairós Gerontologia, 17</i>(1), 201-217.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=375239&pid=S1646-107X201800010001400013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Mota, D. J. (2001). Aptidão física relacionada à saúde   de idosos: influência da hidroginástica. <i>Revista brasileira de medicina do esporte, 10</i>(1), 1-14.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=375241&pid=S1646-107X201800010001400014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Schwartz, A. L., Mori, M. O. T. O. M. I., Gao, R. E.   N. L. U., Nail, L. M., &amp; King, M. E. (2001). Exercise reduces daily fatigue   in women with breast cancer receiving chemotherapy. <i>Medicine &amp; Science in Sports &amp; Exercise</i>, <i>33</i>(5), 718-723.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=375243&pid=S1646-107X201800010001400015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Seixas R. J., Kessler A., &amp; Frison, V. B. (2010).   Atividade Física e Qualidade de Vida em Pacientes Oncológicos durante o Período   de Tratamento Quimioterápico. <i>Revista Brasileira de Cancerologia; 56</i>(3), 321-330.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=375245&pid=S1646-107X201800010001400016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Souza, M. V. D. (2017). <i>Associação entre qualidade de vida e indicadores de atividade física e   capacidade funcional em pacientes onco-hematológicos do Hospital Universitário   de Florianópolis</i> (Trabalho de Conclusão de Curso). Universidade Federal de Santa Catarina, Santa Catarina.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=375247&pid=S1646-107X201800010001400017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Spinola, A. V., Manzzo, I. D., &amp; Rocha, C. M.   (2007). As relações entre exercício físico e atividade física e o câncer. <i>ConScientiae Saúde, 6</i>(1)<i>,</i> 39-48.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=375249&pid=S1646-107X201800010001400018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Agradecimentos:</b>    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>   Nada a declarar<b>    <br>   Conflito de   Interesses:</b>    <br>   Nada a declarar.<b>    <br> Financiamento:    <br> </b></font><font size="2" face="Verdana">Nada a declarar</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="2"><i><a name="end"></a></i><a href="#top">Correspondência para:</a></font> <font size="2" face="Verdana">Centro Universit&aacute;rio Est&aacute;cio do Cear&aacute;. Rua Eliseu  Uchoa Beco, 600, &Aacute;gua Fria. CEP: 60810-270, Fortaleza, CE, Brasil. <i>E-mail</i>: <a href="mailto:prodamypn@hotmail.com">prodamypn@hotmail.com</a></font></p>      ]]></body><back>
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