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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Avaliação subjetiva global versus avaliação antropométrica de pacientes com HIV]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Acquired immunodeficiency syndrome is identified by the intense immunodepression of the host, caused by the human immunodeficiency virus. The objective was to analyze the result of the global subjective evaluation with the body mass index to obtain the nutritional diagnosis. The data of the global subjective evaluation were collected by the charts and immediately afterwards the anthropometric evaluation was evaluated, being composed by weight and height. The classification of the body mass index was 26.6% underweight, 53.4% &#8203;&#8203;normal and 20% overweight. When correlating ASG results with BMI, it is possible to observe that of the 70% of patients well nourished by ASG, 14% underweight, 57% normal, 28% overweight. The population corresponding to 30% of the sample for malnourished patients has a BMI classification divided into: low and normal. Analyzing this sample, we have 55% underweight and the other 45% normal. Although most of the patients were eutrophic according to the BMI, malnutrition was present in a considerable number of individuals, overcoming cases of overweight.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font face="Verdana" size="2">         <b>ARTIGO ORIGINAL&nbsp;&nbsp; |&nbsp;&nbsp; ORIGINAL     ARTICLE</b> </font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="4" face="Verdana"><b>Avaliação subjetiva global versus avaliação   antropométrica de pacientes com HIV</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Global subjective assessment versus anthropometrical   evaluation of patients with HIV</b></font> </p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><font face="Verdana" size="2"><a name="top"></a>Carina Freitas de Oliveira<sup>1</sup>; Ana Luiza de Rezende Ferreira Mendes<sup>1</sup>; Geam Carles Mendes dos Santos<sup>1</sup>; Rafaella Maria   Monteiro Sampaio<sup>1,3</sup>; Iramaia Bruno Silva Lustosa<sup>1,3</sup>; Francisco Regis   da Silva<sup>2</sup> </font></b></p>      <p><font size="2" face="Verdana"><sup>1</sup><i>Centro Universit&aacute;rio Est&aacute;cio do Cear&aacute;,  Curso de Nutri&ccedil;&atilde;o, Fortaleza, Brasil</i>    <br>     <sup>2</sup><i>Universidade Estadual do Cear&aacute;  (UECE), Centro de Ci&ecirc;ncias das Sa&uacute;des, CCS, Fortaleza, Brasil</i>    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>     <sup>3</sup><i>Universidade de Fortaleza, UFC,  Fortaleza, Brasil</i>    <br> </font></p> <font face="Verdana" size="2"><a href="#end">Correspondência para</a>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> </font> <hr noshade size="1"> <font face="Verdana" size="2">     <p><b>RESUMO</b></p>     <p>A síndrome da imunodeficiência adquirida é   identificada pela intensa imunodepressão do hospedeiro, causada pelo vírus da   imunodeficiência humana. Assim, objetivou-se analisar o resultado da avaliação   subjetiva global com o índice de massa corporal para obtenção do diagnóstico   nutricional. Os dados da Avaliacão subjetiva global foram coletados pelos   prontuários e logo em seguida foi aferida a avaliação antropométrica, sendo   composta por massa corporal e altura. A classificação do índice de massa   corporal foi 26,6% baixo peso, 53,4% normal e 20% excesso de peso. Ao   correlacionar os resultados da ASG com o IMC, foi possível observar que dos 70%   dos pacientes bem nutridos pela ASG, 14% baixo peso, 57% normal, 28% excesso de   peso. A população que corresponde a 30% da amostra relativo aos pacientes   desnutridos possui uma classificação de índice de massa corporal dividida em:   baixo peso e normal. Analisando essa amostra, observou-se que 55% baixo peso e   os demais 45% normal. Apesar da maioria dos pacientes estarem eutróficos de   acordo com o IMC, a desnutrição esteve presente em um número considerável de indivíduos, superando os casos de excesso de massa corporal.</p>     <p><b>Palavras-chave: </b>estado nutricional, antropometria, avaliação nutricional.</p> </font> <hr noshade size="1"> <font face="Verdana" size="2">     <p><b>ABSTRACT</b></p>     <p>Acquired immunodeficiency syndrome is identified by the intense   immunodepression of the host, caused by the human immunodeficiency virus. The   objective was to analyze the result of the global subjective evaluation with   the body mass index to obtain the nutritional diagnosis. The data of the global   subjective evaluation were collected by the charts and immediately afterwards   the anthropometric evaluation was evaluated, being composed by weight and   height. The classification of the body mass index was 26.6% underweight, 53.4%   &#8203;&#8203;normal and 20% overweight. When correlating ASG results with BMI,   it is possible to observe that of the 70% of patients well nourished by ASG,   14% underweight, 57% normal, 28% overweight. The population corresponding to   30% of the sample for malnourished patients has a BMI classification divided   into: low and normal. Analyzing this sample, we have 55% underweight and the   other 45% normal. Although most of the patients were eutrophic according to the   BMI, malnutrition was present in a considerable number of individuals, overcoming cases of overweight.</p>     <p><b>Keywords:</b> nutritional status, anthropometry, nutritional assessment.</p> </font> <hr noshade size="1"> <font face="Verdana" size="2">     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> </font><font size="3" face="Verdana"><b>INTRODUÇÃO</b></font><font face="Verdana" size="2">      <p>A   síndrome da imunodeficiência adquirida - AIDS, é identificada pela intensa   imunodepressão do hospedeiro, causada pelo vírus da imunodeficiência humana   (HIV), manifestando-se por uma grande diversidade de sinais e sintomas   clínicos. A detecção do HIV ocorreu há pouco mais de três décadas, porém o   número de pessoas infectadas e doentes tem aumentado demasiadamente nesse período de tempo (Silva, 2014).</p>     <p>O   vírus HIV tem a capacidade de inserir seu material genético em células   alvo-hospedeiras, principalmente os linfócitos CD4, os quais constituem células   de defesa do sistema imunológico humano. Após a infecção e ampla replicação, o   vírus destrói várias células e, em seguida, infecta outras (Perrut et al., 2014).</p>     <p>Atualmente,   os pacientes portadores do HIV são tratados com a Terapia Antirretroviral Altamente   Ativa (HAART). Foi observado que uso da HAART está acompanhado de alterações   metabólicas, principalmente dislipidemia, resistência insulínica, hiperglicemia   e redistribuição da gordura corpórea. O uso da HAART foi marcante para o Brasil   e trouxe muito impacto na diminuição da morbidade da infecção pelo HIV, onde há   uma combinação terapêutica de drogas contendo classe de inibidores de protease,   que promove a supressão na replicação viral, elevando assim a sobrevida e a qualidade dos pacientes(Paim, 2011).</p>     <p>A   infecção pelo HIV, mesmo na fase assintomática, causa diversas alterações   nutricionais, de modo que o estado nutricional de pacientes com HIV/AIDS está frequentemente comprometido ou em risco de comprometimento (Sampaio, 2012).</p>     <p>A   desnutrição hospitalar é um problema de saúde pública e está associada ao   aumento significativo de morbidade e mortalidade. Estima-se que esteja presente   entre 20 a 50% dos pacientes hospitalizados, dependendo dos critérios de avaliação utilizados (NETO et al., 2013).</p>     <p>A   avaliação do estado nutricional observa as deficiências isoladas ou globais de   nutrientes e classifica os indivíduos quanto ao seu estado nutricional, agindo   como instrumento de grande valia para a terapêutica clínica ou dietética, a fim de tentar corrigir o déficit diagnosticado (Ladeira et al., 2012).</p>     <p>A   utilização da antropometria na clínica baseia-se em dados objetivos que incluem   peso (ou massa corporal) e medidas lineares como altura (ou estatura),   espessura das pregas cutâneas, largura de segmentos ósseos e   circunferências/perímetros obtidos em diversos segmentos. Alguns são   clinicamente úteis quando usados de forma direta e imediata (Fonseca et al., 2013).</p>     <p>A   Avaliação Subjetiva Global (ASG) é um método sensível, de baixo custo e não   invasivo para a identificação de indivíduos subnutridos ou que apresentam maior   risco de sofrer complicações associadas ao seu estado nutricional durante a internação hospitalar (Silva, 2014).</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Com   o resultado da ASG é possível identificar sinais de comprometimento do estado   nutricional, o que permite direcionar as intervenções que devem ser realizadas pelos profissionais da área de saúde (Silva, 2014).</p>     <p>Justifica-se   a realização desse estudo para avaliar a relação dos parâmetros antropométricos   com a ASG de acordo com o diagnóstico nutricional em pacientes soro positivos,   visto que a ASG não depende de equações preditivas, podendo ser mais um indicador na avaliação nutricional desses pacientes.</p>     <p>Portanto,   objetivou-se analisar o resultado da ASG com o Índice de Massa Corporal para   obtenção do diagnóstico nutricional, em pacientes internados em um hospital de referência no estado do Ceará.</p>     <p>&nbsp;</p> </font><font size="3" face="Verdana"><b>MÉTODO</b></font><font face="Verdana" size="2">      <p>Trata-se   de um estudo descritivo e transversal, com abordagem quantitativa. Como cenário   do estudo, foi escolhido um hospital público referência em doenças infecciosas   em Fortaleza, Ceará. A pesquisa foi feita nos meses de março e maio de 2017. A população foi composta por 30 pacientes.</p>     <p>Os   critérios de inclusão deste estudo foram: ser pacientes do referido hospital,   tanto do sexo masculino como feminino, com diagnóstico de HIV/AIDS, internados   nas unidades de internamento do hospital. Os critérios de exclusão envolveram:   condição de gestante ou lactante, apresentar edema e/ou ascite, estar em   terapia dialítica, usar marcapasso, ser portador de sequela neurológica e/ou motora que impedissem a compreensão do estudo.</p>     <p>Os   dados foram coletados por meio de informações dos prontuários com relação à   Avaliação Subjetiva Global de pacientes soro positivos para HIV e logo em   seguida foi aferida a avaliação antropométrica, sendo composta por peso e altura.</p>     <p>Todas   as medidas foram realizadas pelo mesmo avaliador, sendo calculada a média de   duas medidas, a qual foi considerada para obtenção dos indicadores antropométricos.</p>     <p>A   aferição do massa corporal e altura foram de acordo com as recomendações do Ministério da Saúde (2011).</p>     <p>O   IMC foi calculado pela relação entre a massa corporal dividido pelo quadrado da   altura. Para classificação dos adultos acima de 20 anos e menores que 60 anos,   foram adotado os pontos de corte: Valores de IMC abaixo de 18,5: baixa massa   corporal valores de IMC maior ou igual a 18,5 e menor que 25,0: normal; valores   de IMC maior ou igual a 25,0 ou igual a 30,0: excesso de massa corporal (Organização Mundial da Saúde, 1998).</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>A   Avaliação Subjetiva Global é composta por questões que reúnem informações   históricas do indivíduo, como massa corporal, alimentação, sintomas   gastrintestinais, capacidade funcional, presença de doença e exame físico   gastrintestinais, que podem interferir de forma negativa na ingestão alimentar (Silva, 2014).</p>     <p>Em   relação à dieta, os pacientes foram questionados sobre mudanças no padrão   dietético, atribuindo-se pontos para cada condição alterada. A presença de   sintomas gastrointestinais considerou-se significativa quando persistiu por um   tempo igual ou superior a duas semanas, de forma frequente. A capacidade   funcional foi avaliada comparando as atividades físicas habitualmente executadas pelos pacientes antes da enfermidade e as atuais.</p>     <p>A   análise estatística dos resultados foi realizada utilizando-se o programa <i>Microsoft </i>Excel<sup>®</sup>, 2013, onde as variáveis foram agrupadas e analisadas.</p>     <p>O   presente estudo foi submetido ao Comitê de Ética e teve como número de aprovação   121973, conforme a portaria 466/2012 do Conselho Nacional de Saúde (Brasil,   2012). Sendo assim, a coleta de dados não infligiu nenhum dos princípios   éticos. A coleta aconteceu após assinatura do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido e aprovação do comitê de ética.</p> </font>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>RESULTADOS</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>Obteve-se a participação de   30 pacientes, sendo 30% do sexo feminino e os demais 70% do sexo masculino.</p>       <p>Analisando os resultados   obtidos pelo IMC, foi encontrado que 53,4% se encontravam com estado   nutricional normal, 20% com excesso de massa corporal e 26,6% dos pacientes apresentavam baixa massa corporal. O IMC médio dessa amostra foi de 20,1.</p>       <p>De acordo com o questionário   da ASG, a classificação do estado nutricional na amostra apresentada, foi 70%,   totalizando 21 pacientes tiveram o diagnóstico bem nutrido, enquanto 30% que   corresponde ao total de 9 pacientes, no estado nutricional situado em desnutrido.</p>       <p>Ao correlacionar os   resultados da ASG com o IMC, é possível observar que dos 70% dos pacientes bem   nutridos pela ASG, 15% tem baixa massa corporal, 57% normal, 28% excesso de   massa corporal. A população que corresponde a 30%, 9 sujeitos da amostra   relativo aos pacientes em estado de desnutrição possui uma classificação de IMC   dividida em: baixa massa corporal e normal. Analisando essa amostra, temos que   55% está no estado de baixa massa corporal e os demais 45% encontram-se no estado de normalidade, como pode ser observado na <a href="/img/revistas/mot/v14n1/14n1a17t1.jpg">tabela 1</a>.</p> </font>     
]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>DISCUSSÃO e CONCLUSÕES</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>Ao se realizar uma análise do resultado da ASG com o Índice   de Massa Corporal para obtenção do diagnóstico nutricional, em pacientes   internados em um hospital de referência, percebeu-se que o IMC é um parâmetro   amplamente utilizado nos estudos populacionais para avaliar o estado   nutricional de portadores de HIV/aids, possibilitando a avaliação da composição   corporal geral, necessitando de outras medidas mais específicas para determinar um diagnóstico nutricional (Pinto, 2016).</p>     <p>Um resultado semelhante foi encontrado no estudo feito por   Silva (2015), dos 20 pacientes que participaram da pesquisa tiveram o   diagnóstico nutricional de acordo com o IMC, 65% normais, e 15% excesso de peso 20% baixo peso.</p>     <p>De acordo com o estudo realizado por Ladeira (2012) com 37   pacientes assistidos pelo programa de DST/AIDS e Hepatites Virais de um centro   de saúde de Itaperuna-RJ, os resultados obtidos pelo IMC foram que 57% dos   pacientes foram classificados como normais, 34,5% excesso de peso e 8,5% com baixo peso.</p>     <p>Silva (2012) em seu estudo<i>,</i> mencionou que 53,2% dos pacientes foram classificados normais e   37,1% excesso de peso de acordo com a classificação do IMC.</p>     <p>A maioria dos estudos mencionados, tiveram resultados   semelhantes, apenas a pesquisa feita por Pinto (2016) que teve resultados   diferentes, o percentual de pacientes com baixo peso de acordo com o IMC foi de   54,3%, 39,1% normais, 6,5% excesso de peso, enquanto nos outros estudos a prevalência foram de pacientes enquadrados na normalidade.</p>     <p>Segundo os resultados presentes no estudo de Neves (2016) o   diagnóstico obtido pela ASG foi de 39,5% indivíduos foram avaliados como bem   nutridos, 27,0% como em risco de desnutrição ou desnutrição leve e 33,3% como desnutridos graves. </p>     <p>No estudo feito por Borgh (2013) com pacientes internados,   foram registrados os resultados da ASG; 76% dos pacientes foram classificados   como bem nutridos e 24% foram considerados desnutridos, sendo 18,3%   moderadamente desnutridos ou com suspeita de desnutrição e 5,7% gravemente desnutridos.</p>     <p>Kobatake (2014), no seu estudo feito com 100 pacientes   internados no Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Triângulo Mineiro   (HC/UFTM), teve como resultado da ASG 68,5% dos pacientes tinham estado nutricional dentro dos padrões da normalidade, 21,0% desnutrição moderada e 10,5% desnutrição grave.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>No estudo feito por Azevedo (2016) com 39 pacientes   internados em um Hospital público da cidade de Montes Claros (MG), teve como   resultado 100% dos pacientes gravemente desnutridos de acordo com  a ASG, e o IMC com prevalência de sobrepeso, contradizendo os resultados encontrados nesse estudo.</p>     <p>Alterações do estado nutricional em pacientes com HIV/AIDS   são comuns, complexas e têm sérias repercussões sobre a qualidade de vida. A   nutrição tem um papel importante na vida de portadores de HIV/AIDS, pois   auxilia a manter o sistema de defesa do organismo, minimiza infecções   oportunistas, melhora o tratamento médico e confere uma boa qualidade de vida a este grupo de indivíduos.</p>     <p>Apesar da maioria dos pacientes estarem eutróficos de acordo   com o IMC, desnutrição esteve presente em um número considerável de indivíduos, superando os casos de excesso de massa corporal.</p>     <p>Pôde-se perceber ainda que os resultados evidenciaram a   importância da utilização de mais de um método de triagem nutricional em   pacientes hospitalizados, para obter maior precisão na avaliação, pois como foi   observado nos resultados que nem todos os pacientes que apresentaram estado de normalidade no IMC, tiveram diagnóstico de bem nutrido na ASG.</p>     <p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>REFERÊNCIAS</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <!-- ref --><p>Azevedo, A.  S., Oliveira, D. C., &amp;   Soares, P. K. D. (2016). Perfil nutricional de pacientes adultos e idosos hospitalizados. <i>Revista</i> <i>Saúde e pesquisa, 9</i>(1), 25-29. doi: 10.177651/1983-1870.2016v9n1p25-29&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=375663&pid=S1646-107X201800010001700001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>Brasil (2012).   Conselho Nacional de Saúde. <i>Resolução nº   466, de 12 de dezembro de 2012</i>. Brasília. <a href="http://www.conselho.saude.gov.br/web_comissoes/conep/index.html" target="_blank">http://www.conselho.saude.gov.br/web_comissoes/conep/index.html</a></p>     <!-- ref --><p>Borghi, R., Meale,   M. M. S., Gouveia, M. A. P., França, J. I. D., &amp; Damião, A. O. M. C. (2013).   Perfil nutricional de pacientes internados no Brasil: análise de 19.222   pacientes (Estudo BRAINS).  <i>Revista Brasileira de Nutrição Clínica, 28</i>(4), 255-63.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=375665&pid=S1646-107X201800010001700003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Kobatake, L. S.   (2014). Estudo do risco nutricional em pacientes hospitalizados. <i>Prática Hospitalar, 16</i>(92), 28-34.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=375667&pid=S1646-107X201800010001700004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->  </p>     <!-- ref --><p>Ladeira, P. O. C. &amp; Silva, D. C. G. S. (2012). Estado Nutricional e Perfil   Alimentar de Pacientes Assistidos pelo Programa de DST/Aids e Hepatites Virais   de um Centro de Saúde de Itaperuna-RJ. <i>DST     - Jornal brasileiro de doenças sexualmente transmissíveis, 24</i>(1), 28-31. doi: 10.5533/2177-8264-201224108 &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=375669&pid=S1646-107X201800010001700005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>Organizacão   Mundial da Saúde (1998). <i>Obesity:</i> <i>preventing and managing the global epidemic. </i>WHO Technical Report, Geneva.</p>     <!-- ref --><p>Paim, A. P. A.   C (2011). <i>Estado nutricional e estadiamento histológico de pacientes mono ou     coinfectados com os vírus da hepatite C e HIV</i> (Dissertação de Mestrado). 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Estado nutricional e alterações   gastrointestinais de pacientes hospitalizados com HIV/aids no Hospital   Universitário João de Barros Barreto em Belém, Estado do Pará, Brasil. <i>Revista Pan-Amazônica de Saúde, 7</i>(4), 47-52. doi: 10.5123/S2176-62232016000400006&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=375673&pid=S1646-107X201800010001700008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Sampaio, E. J   (2012). <i>Ângulo de fase em pacientes com HIV/AIDS: comparação com métodos de avaliação do estado nutricional</i> (Dissertação de Mestrado). 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Manole, São Paulo.</p>     <!-- ref --><p>Silva, A. A. A.,   Lima, D. A., Matos, A. R., O. L. M. L., &amp; Santos, I. H. V. S. (2015).   Prevalência de má nutrição e doenças oportunistas em pacientes hiv/aids internados em um hospital referência em Porto Velho – Rondônia. <i>Revista Saber Científico, 4</i>(1), 58-64.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=375679&pid=S1646-107X201800010001700012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Silva, V. S.,   Mori, R. M. S. C., &amp; Guimarães, S. M (2012). Alterações nutricionais em   pacientes com lipodistrofia associada ao hiv/aids de uma unidade de referência   do município de Belém – Pará. <i>DST - Jornal brasileiro de doenças sexualmente transmissíveis, 24</i>(4), 233-238. doi: 10.5533/DST-2177-8264-201224403&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=375681&pid=S1646-107X201800010001700013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Agradecimentos:</b>    <br>   Agradecemos ao Centro Universit&aacute;rio Est&aacute;cio do Cear&aacute;,   pelo total apoio na realiza&ccedil;&atilde;o desta pesquisa.<b>    <br>   Conflito de   Interesses:</b>    <br>   Nada a   declarar.<b>    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>   Financiamento:    <br> </b></font><font size="2" face="Verdana">Nada a   declarar</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <font face="Verdana" size="2"><i><a name="end"></a></i><a href="#top">Correspondência para:</a> Centro Universit&aacute;rio Est&aacute;cio do Cear&aacute;. Rua Eliseu  Uchoa Beco, 600, &Aacute;gua Fria. CEP: 60810-270, Fortaleza, CE, Brasil. <i>E-mail</i>: <a href="mailto:aninharez@yahoo.com.br">aninharez@yahoo.com.br</a></font>      ]]></body><back>
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