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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Caracterização do consumo alimentar de praticantes de exercício físico esporádico]]></article-title>
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<institution><![CDATA[,Centro Universitario Estacio do Ceará  ]]></institution>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The present study aimed to evaluate the nutritional status and dietary intake of physical exercise practitioners exclusively at weekends. In the data collection, a standardized food frequency questionnaire and another one with multiple choice questions pertinent to the subject were applied in order to better understand the habits of the practitioners and the use of dietary supplements. It has been observed through food consumption that there is a good distribution of food groups according to the data provided by the food frequency and that most of the practitioners are in the overweight group according to the BMI. However, with the research it became clear that the means to seek results is an option the use of dietary supplements (70% of the sample) and that the goal of exercise is to have a healthier life habit. In the face of all the facts, it is indispensable to raise the awareness of the population of physical exercises on the indiscriminate and / or unnecessary use of nutritional supplements and that a balanced diet promotes all nutrients and energy sufficient to obtain a good physical form.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><b><font face="Verdana" size="2"> ARTIGO ORIGINAL&nbsp;&nbsp; |&nbsp;&nbsp; ORIGINAL ARTICLE</font></b></p>     <p>&nbsp;</p>      <p><font size="4"><b><font face="Verdana">Caracterização do consumo alimentar de praticantes de exercício físico esporádico</font></b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Food consumption caracterization by sporadic physical   exercise praticants</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><font face="Verdana" size="2"><a name="top"></a>Vanessa Duarte de Morais<sup>1</sup>; Welson Oliveira Gomes<sup>1</sup>; Fernando César Rodrigues Brito<sup>1</sup>; Ana Luiza de Rezende   Ferreira Mendes<sup>1</sup>; Ana Angélica   Queiroz Assunção Santos<sup>1</sup>; Francisco Regis da Silva<sup>1</sup> </font></b></p>      <p><font face="Verdana"><font size="2" face="Verdana"><sup>1</sup></font></font><font size="2" face="Verdana"><i>Centro Universitario Estacio do Cear&aacute; </i></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><a href="#end">Correspondência para</a></font></p> <font face="Verdana" size="2">    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> </font> <hr noshade size="1"> <font face="Verdana" size="2">     <p><b>RESUMO</b></p>     <p>O presente trabalho   visou o presente estudo visou avaliar o estado nutricional e o consumo   alimentar dos praticantes de exercício físico exclusivamente nos finais de   semana. Na coleta de dados foi aplicado um questionário padronizado de   frequência alimentar e outro com questões de múltipla escolha pertinentes ao   assunto, no intuito de conhecer melhor os hábitos dos praticantes e uso de   suplementos alimentares. Observou-se, através do consumo alimentar que existe   uma boa distribuição dos grupos alimentares, conforme os dados fornecidos pela   frequência alimentar e que a maioria dos praticantes estão no grupo de   sobrepeso, de acordo com o IMC. Porém, com a pesquisa ficou evidente que o meio   para buscar resultados é uma opção o uso de suplementos alimentares (70% da   amostra) e que o objetivo da pratica de exercícios é ter um habito de vida mais   saudável. Diante de todos os fatos evidenciados, é indispensável à   conscientização da população praticante de exercícios físicos sobre o uso   indiscriminado e/ou desnecessário de suplementos nutricionais e que uma alimentação   balanceada promove todos os nutrientes e energia suficientes para a obtenção de uma boa forma física.</p>     <p><b>Palavras-chave:</b> suplementos, exercício físico, desempenho.</p> </font> <hr noshade size="1"> <font face="Verdana" size="2">     <p><b>ABSTRACT</b></p>     <p>The present study aimed to evaluate the   nutritional status and dietary intake of physical exercise practitioners   exclusively at weekends. In the data collection, a standardized food frequency   questionnaire and another one with multiple choice questions pertinent to the   subject were applied in order to better understand the habits of the   practitioners and the use of dietary supplements. It has been observed through   food consumption that there is a good distribution of food groups according to   the data provided by the food frequency and that most of the practitioners are   in the overweight group according to the BMI. However, with the research it   became clear that the means to seek results is an option the use of dietary   supplements (70% of the sample) and that the goal of exercise is to have a   healthier life habit. In the face of all the facts, it is indispensable to   raise the awareness of the population of physical exercises on the   indiscriminate and / or unnecessary use of nutritional supplements and that a   balanced diet promotes all nutrients and energy sufficient to obtain a good physical form.</p>     <p><b>Keywords: </b>supplements, exercise, performance.</p> </font> <hr noshade size="1"> <font face="Verdana" size="2">     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> </font><font size="3" face="Verdana"><b>INTRODUÇÃO</b></font><font face="Verdana" size="2">      ]]></body>
<body><![CDATA[<p>A expectativa de vida vem crescendo e   modificando de forma positiva a longevidade da população. Essas modificações da   qualidade de vida e longevidade são importantes para que não haja uma   diminuição da prática de exercícios físicos, acarretando em uma incapacidade   motora e funcional. Assim é importante haver uma grande gama de pessoas que tem   esse hábito para usufruir de uma vida saudável (Lopes, 2016; Silva, Silva, &amp; Amorim, 2012). </p>     <p>Dados não oficiais que mostram o   cenário de nossos espaços de hoje estão mais voltados para a prática de   exercícios, como praças e parques, por exemplo da Cidade de Fortaleza que vem   avançando com locais mais favoráveis ao ar livre (Costa, 2012). Com   a crescente dos espaços, existem projetos que incentivam a população a prática de   esportes para proporcionar o bem-estar social da comunidade com várias   modalidades nos finais de semana, isso mostra que as pessoas que não tinham o   tempo, possam ter a chance de aproveitar a iniciativa e incentivo (Saúde de Fortaleza, 2016).</p>     <p>Com o intuito de prevenir doenças   crônicas, melhorar a qualidade de vida, manter ou melhorar o condicionamento   físico e proporcionar convívios em determinados grupos de atividades, isso   contribui para que possamos manter o corpo em equilíbrio e saudável sem que haja o consumo de produtos adicionais à dieta (Ishida et al., 2013). </p>     <p>Devido à esta demanda, o consumo de   suplementos por praticantes de exercícios físicos vem crescendo com uma   associação dos diversos tipos de produtos lançado no mercado, despertando cada   vez mais a preocupação  com o consumo   inadequado, já que nos últimos anos a indústria de suplementos vem aumentando   cada vez mais. (Ferreira et al., 2015; Goston   et al., 2012; Hallak, Fabrini, Peluzio, &amp; Maria, 2016; Brandão, &amp; Silva, 2007).</p>     <p>Como uma preocupação com a população   e necessidade de conhecer o perfil destes praticantes de exercício físico, o   presente estudo visou avaliar o estado nutricional e o consumo alimentar dos praticantes de exercício físico exclusivamente nos finais de semana.</p> </font>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>MÉTODO</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>Trata-se de um estudo quantitativo,   transversal e descritivo, aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa do Centro Universitário Estácio do Ceará pelo número CAAE 61943416.2.00000.5038. </p>     <p>A amostra foi tomada por conveniência   e composta por 100 praticantes de exercício físico esporádico, onde 50 eram do   sexo feminino e 50 eram do sexo masculino, entre 18 e 73 anos, destes 51 eram   menores de 30 anos. Os participantes praticavam exercícios físicos apenas nos   dias de sábado e domingo e estavam disponíveis para responder os questionários   aplicados antes do exercício físico. Os dados foram coletados em 2 locais de exercícios aos ar livre.</p>     <p>Para a coleta de dados foram   aplicados dois questionários: um padronizado de frequência alimentar e outro   com questões de múltipla escolha sobre dados antropométrico, frequência de exercícios físicos e uso de suplementos alimentares.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Os dados coletados foram analisados   em forma de gráficos e tabelas utilizando o programa <i>Microsoft Excel</i>, 2013, por meio de uma análise descritiva.</p>     <p>&nbsp;</p> </font><font size="3" face="Verdana"><b>RESULTADOS</b></font><font face="Verdana" size="2">      <p>Com relação aos dados informados pelos participantes, o peso médio foi   72,14kg (mínimo de 40kg e máximo de 120kg), e a altura média foi de 1,67m   (mínimo de 1,51m e máximo 1,85m). Em relação ao IMC (Índice de Massa Corporal), a <a href="#t1">tabela 1</a> aponta a classificação nutricional dos participantes.</p>     <p>&nbsp;</p>    <p align="center"><a name="t1"></a><img src="/img/revistas/mot/v14n1/14n1a18t1.jpg"/></p>    
<p>&nbsp;</p>     <p>Questionados quanto ao grau de satisfação dos participantes da pesquisa   sobre o peso atual, 41% das mulheres disseram estar insatisfeitas, enquanto 32%   dos homens fizeram a mesma observação. 33% das mulheres afirmaram se sentirem   um pouco acima do peso ideal, onde 24% dos homens expressaram o mesmo sentimento.</p>     <p>As questões sobre a prática de atividade física e os motivos nos quais   levaram os participantes a praticá-las, mostrou que 16% buscava atividades   anaeróbicas e 81% atividades aeróbicas e os principais motivos para o   exercícios físico foram: ser um hábito saudável e emagrecimento (42% e 21%, respectivamente).</p>     <p>No tocante aos hábitos alimentares e uso de suplementos alimentares   relatados pelos participantes da pesquisa, 70% utilizavam suplementos, onde 43% destes tinham preferência por suplementos ricos em proteína (<a href="#t2">Tabela 2</a>). </p>     <p>&nbsp;</p>    ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="center"><a name="t2"></a><img src="/img/revistas/mot/v14n1/14n1a18t2.jpg"/></p>    
<p>&nbsp;</p>     <p>Ao serem questionados sobre os objetivos para o consumo de suplementos   alimentares, 42% dos participantes, ambos homens e mulheres afirmaram para   ganho de massa, força e perda de peso e queima de gordura corporal,   respectivamente. Porém, 30% dos pesquisados não usa ou respondeu o questionamento.   Sobre os resultados esperados com o uso desse tipo de produto, 56% dos homens e 64% das mulheres informaram que tiveram sim resultados com uso de suplementos. </p>     <p>A respeito do responsável pela indicação do uso dos produtos, a maioria,   18% dos homens e 22% das mulheres informaram que um amigo que indicou e o educador físico 7% dos homens e 10% das mulheres.</p>     <p>O <a href="#g1">gráfico 1</a> demonstra em valores absolutos o tempo de uso informados   pela amostra. Ao serem indagados se já sentiram algum mal-estar com o uso   frequente de suplementos, 78% das mulheres e 58% dos homens, respectivamente,   informaram que não. Ao se investigar o gasto médio mensal com a aquisição de   suplementos, 38% das mulheres revelaram ter gastado entre R$ 100 a 200, ao   mesmo tempo em que 34% dos homens empregaram mais de R$ 200 para obtenção desses produtos.</p>     <p>&nbsp;</p>    <p align="center"><a name="g1"></a><img src="/img/revistas/mot/v14n1/14n1a18g1.jpg"/></p>    
<p>&nbsp;</p>     <p>A respeito do questionário de frequência alimentar que teve por   finalidade dispor informações sobre o consumo alimentar diário dos   participantes com base nos grupos alimentares, obteve-se as informações dispostas no <a href="#g2">gráfico 2</a>.</p>     <p>&nbsp;</p>    ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="center"><a name="g2"></a><img src="/img/revistas/mot/v14n1/14n1a18g2.jpg"/></p>    
<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>DISCUSSÃO</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>O presente estudo avaliou o perfil   dos praticantes de exercícios físicos esporádicos e constatou que 51% dos   participantes eram de adultos jovens com idade de 19 a 30 anos e que 61% destes   possuem formação superior incompleta. De acordo com os resultados expostos por   Brandão, &amp; Silva (2013) no estudo desenvolvido apresentou que a   maior prevalência de idade se deu na faixa etária de 51 a 60 anos e que o grau   de escolaridade prevalente foi o ensino médio. Observa-se que esses dados foram   coletados em 2008 na cidade de Fortaleza e se destaca 8 anos depois a mudança do público que têm em sua maioria pessoas jovens.</p>     <p>Ao se avaliar o IMC, que engloba a   relação peso e estatura dos integrantes da pesquisa, constatou-se que 58% das   mulheres estavam com peso normal e 56% dos homens  sobrepeso e que, de acordo com as observações   de relatadas por Pereira &amp; Haraguchi (2015) quando avaliaram o   perfil de praticantes de atividades físicas, que prevaleceu o sobrepeso na   maioria da população averiguada, ou seja, 49,2% nas mulheres e 57,1% nos   homens, porém o público estudado tinha uma média de idade de 53,5 anos,   superior ao dos participantes deste estudo e que houve um predomínio de   indivíduos de sexo feminino, tais fatos podem justificar o aumento de sobrepeso nas mulheres, discordando-se com o resultado evidenciado neste estudo.</p>     <p>Em um estudo aplicado com estudantes   universitários de uma instituição pública do Nordeste a fim de descrever as   atividades físicas praticadas no lazer, Souza (2012) constatou que   79,1% dos estudantes praticavam exercícios físicos leves, conforme dados   apresentados neste estudo, 77% dos participantes praticam o mesmo tipo de   atividade, a qual demonstra essa ser a preferência pela população estudada pelo   fato de estar relacionada à prática livre e em locais públicos em sua maioria.   Acerca dos motivos que levaram os participantes a praticar exercícios físicos,   Fernandes (2013), corroborou que 43% da população estudada, praticava atividade   física com a finalidade de manter ou melhorar a forma física, tal fato confirma   os achados deste trabalho que apontou que 42% praticavam para evitar o   sedentarismo e manter o hábito saudável, visto que esses motivos têm vários benefícios como a prevenção de doenças.</p>     <p>No tocante ao uso de suplementação   nutricional, Costa (2012) ao efetuar a avaliação do estado   nutricional e hábitos alimentares de alunos praticantes de atividade física em   uma academia, constatou que 32% do público masculino e 52% do feminino   utilizavam suplementos e o tipo mais consumido era de <i>whey protein</i>, 40% dos participantes. Pertinente a isso, o mesmo   estudo apontou que 88% dos usuários que consumiam suplementos obtiveram   indicações por outras pessoas, isto é, por um indivíduo não habilitado. Tais   dados foram confirmados na pesquisa aplicada que constatou que 70% dos   pesquisados utilizam suplementação; destes 43% preferem os hiperproteicos, no   qual se confirma a predileção por esse tipo de suplementação entre os   praticantes de exercícios físicos.  No   que confere ao responsável pela indicação de uso, o fato de não procurar um profissional habilitado também se evidencia.</p>     <p>Hipertrofia e ganho de massa muscular   são os principais objetivos para o uso de suplementação informado pelos   pesquisados (42%). Tal fato foi confirmado por Santos e Pereira (2015) ao   avaliar o conhecimento sobre suplementos alimentares entre praticantes de   exercício físico no qual destacou que 57,4% dos entrevistados utilizavam   suplementos para hipertrofia. Em relação ao tempo de uso, a maioria dos   participantes desta pesquisa informou que utilizavam suplementação entre 6 a 11   meses, entretanto 60,5% da população avaliada por Frade et al. (2016) consumiam   suplementos há menos de 6 meses. Fato justificado pelo estudo ter sido   conduzido em uma academia onde o acesso a informações sobre suplementação é mais assídua.</p>     <p>No que diz respeito ao consumo de   carboidratos, 62% dos homens e 52% das mulheres apresentaram um consumo diário   observado por Lima e Basile (2009), onde se constatou que 65% dos homens   apresentaram um consumo desse macro em relação às mulheres de 55%, na referida   pesquisa em que ficou nítido que o consumo dos carboidratos continua a mesma   proporção. Uma alimentação inadequada representa uma das maiores causas dessas   desordens, sendo que a ingestão de alimentos também regula o controle das   concentrações de hormônios catabólicos e anabólicos e a obesidade (Francischi, Pereira, &amp; Junior, 2004; Wichmann, Roos, &amp; Kist, 2007).</p> </font>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>CONCLUSÕES</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>Observou-se após análise de dados   deste trabalho que o perfil dos praticantes de exercício físico esporádico, a   realização da prática de atividade física era ao ar livre e realizadas por   pessoas jovens, com formação acadêmica superior incompleta e que possui a classificação   baseada no IMC entre normal e sobrepeso, que a alimentação diária precisa de   ajustes e que o consumo de suplementos alimentares era alto entre o número de   praticantes. Diante disto, é indispensável que mais estudos sejam feitos para   investigar a fundo a real necessidades destes praticantes e à conscientização   da população praticante de atividades/exercícios físicos sobre o uso   indiscriminado e/ou desnecessário de suplementos nutricionais e que uma   alimentação balanceada promove todos os nutrientes e energia suficientes para a   obtenção de uma boa forma física, porém, para isso, deve-se buscar orientações   nutricionais e auxílio de um nutricionista para avaliar e propor um plano alimentar adequado.</p>     <p>&nbsp;</p> </font><font size="3" face="Verdana"><b>REFERÊNCIAS</b></font><font face="Verdana" size="2">      <!-- ref --><p>Brandão, D. C., &amp; Silva, C. A. B (2007). <i>Investigação   antropométrica e dos hábitos relacionados a saúde dos praticantes de   caminhada/corrida de praças públicas de Fortaleza-CE</i> (Dissertação de Mestrado). Universidade de Fortaleza, Fortaleza,    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=375772&pid=S1646-107X201800010001800001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> Ceará. </p>     <!-- ref --><p>Brandão, D. C., &amp; Silva, C. A. B (2013). Perfil dos praticantes de caminhada/corrida   em praças públicas de Fortaleza-CE. Revista <i>Brasileira de Prescrição e Fisiologia do Exercício, 7</i>(38), 167-175.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=375774&pid=S1646-107X201800010001800002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Costa, W. S. (2012). A avaliação do estado nutricional e hábitos alimentares de alunos   praticantes de atividade física de uma academia do município de São Bento do   Una – PE. <i>Revista Brasileira de Nutrição Esportiva, 6</i>(36), 464-469.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=375776&pid=S1646-107X201800010001800003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Ferreira, C. C., Santos, D. M., Viebig, R. F., &amp;   Frade, R. E. T. (2015). Atualidades   sobre a suplementação nutricional com beta-alanina no esporte: Uma   Revisão de Literatura. <i>Revista Brasileira de Nutrição Esportiva, 9</i>(51), 271-278.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=375778&pid=S1646-107X201800010001800004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Fernandes, W. R. (2011). <i>A educação física como forma de   lazer em uma sociedade com cada vez menos tempo livre para sua prática em   Goianésia</i> (Dissertação de Mestrado). Universidade Federal de Goiás,    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=375780&pid=S1646-107X201800010001800005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> Goiás.</p>     <!-- ref --><p>Francischi, R. P., Pereira, L. O., &amp; Junior, A. H.   (2004). Frequência de ingestão   alimentar e desenvolvimento de obesidade e diabetes mellitus. <i>Revista Brasileira de Nutrição Clínica, 19</i>, (1), 32-42.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=375782&pid=S1646-107X201800010001800006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Frade, R. E. T., Viebig, R. F., Moreira, I. C. L. S.,   &amp; Fonseca, D. C (2016). Avaliação   do consumo de suplementos nutricionais por frequentadores de uma academia da   cidade de São Paulo-SP. <i>Revista     Brasileira de Nutrição Esportiva</i>, <i>10</i>(55), 50-58.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=375784&pid=S1646-107X201800010001800007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Goston, J. L. (2012). <i>Atividade física de lazer e hábitos de vida   de adultos vivendo em ambiente urbano</i> (Dissertação de Mestrado). Universidade Federal de Minas Gerais,    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=375786&pid=S1646-107X201800010001800008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> Minas Gerais. </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Hallak, A., Fabrini, S., &amp; Peluzio, M. C. G.   (2007). Avaliação do consumo de   suplementos nutricionais em academias da zona sul de Belo Horizonte, MG, Brasil.   <i>Revista Brasileira de Nutrição Esportiva, 1</i>(2), 55-60.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=375788&pid=S1646-107X201800010001800009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Ishida, J. C., Turi, B. C., Pereira-da-Silva, M., &amp;   Amaral, S. L. (2013). Presença de   fatores de risco de doenças cardiovasculares e de lesões em praticantes de   corrida de rua: Pesquisa de caráter Casuística. <i>Revista Brasileira de     Educação Física e Esporte, 27</i>(1), 55–65.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=375790&pid=S1646-107X201800010001800010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Lima, C. G. &amp; Basile, L. G. (2009). Estado nutricional como fator de risco para doenças   cardiovasculares entre funcionários de uma universidade privada. <i>Revista do Instituto de Ciências da Saúde, 27</i>(3), 233-236.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=375792&pid=S1646-107X201800010001800011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Lopes, M. A. (2016). Barreiras que influenciaram a não doação de atividade física por   longevas: Pesquisa qualiquantitativa descritiva exploratória. <i>Revista Brasileira de Ciência do Esporte, 38</i>(1).    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=375794&pid=S1646-107X201800010001800012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Pereira, T. D., &amp; Haraguchi, F. K (2015). Perfil nutricional dos praticantes de   atividades físicas de um modulo de serviço de orientação ao exercício (SOE) do   Município de Vitória-ES. <i>Revista Brasileira de Nutrição, 9</i>(52), 318-325.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=375796&pid=S1646-107X201800010001800013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Saúde de Fortaleza (2015). <i>Projeto “Academia na Praça”   promove atividade física gratuita em Fortaleza. Disponível em: </i><a href="http://saudefortaleza.com.br/projeto-academia-na-praca-promove-atividade-fisica-gratuita-em-fortaleza/" target="_blank">http://saudefortaleza.com.br/projeto-academia-na-praca-promove-atividade-fisica-gratuita-em-fortaleza/</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=375798&pid=S1646-107X201800010001800014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>Santos, A. S., &amp; Pereira, F. B. (2015). <i>Conhecimento   sobre suplementos alimentares entre praticantes de exercício físico da   categoria musculação.</i> In: III Congresso de Pesquisa e   Extensão da Faculdade da Serra Gaúcha (FSG), 15-7 set 2015 (pp. 819-821). Caxias do Sul: Faculdade da Serra Gaúcha.</p>     <!-- ref --><p>Sousa, T. F. (2012). Atividades físicas praticadas no lazer por universitários de uma   instituição pública do Nordeste do Brasil. <i>Revista Brasileira de Atividade Física e Saúde, 17</i>(22), 125-131.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=375800&pid=S1646-107X201800010001800016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Silva, M. C., Silva, Â. B., &amp; Amorim, T. E. C.   (2012). Condições de espaços públicos   destinados a prática de atividades Físicas na cidade de Pelotas/RS/Brasil:   Um estudo observacional descritivo na zona urbana da cidade de Pelotas-RS. <i>Revista Brasileira de Atividade Física e Saúde, 17</i>(1), 28-32.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=375802&pid=S1646-107X201800010001800017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Vivo   Mais Saudável (2016). Disponível em: <a href="http://vivomaissaudavel.com.br/atividade-fisica/esporte/confira-como-se-exercitar-ao-ar-livre-em-fortaleza-em-9-locais/" target="_blank">http://vivomaissaudavel.com.br/atividade-fisica/esporte/confira-como-se-exercitar-ao-ar-livre-em-fortaleza-em-9-locais/</a> <a href="http://saudefortaleza.com.br/projeto-academia-na-praca-promove-atividade-fisica-gratuita-em-fortaleza/" target="_blank">http://saudefortaleza.com.br/projeto-academia-na-praca-promove-atividade-fisica-gratuita-em-fortaleza/</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=375804&pid=S1646-107X201800010001800018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Wichmann, F. M. A., Roos, N. P., &amp; Kist, N. B.   (2007). Dieta habitual e fatores de   risco para doenças cardiovasculares em adultos e idosos com diabetes mellitus   tipo II. <i>Boletim da Saúde, 21</i>(1), 89-97.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=375805&pid=S1646-107X201800010001800019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <p>&nbsp;</p> </font>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana"><b>Agradecimentos:</b>    <br>   Agradecemos ao Centro Universit&aacute;rio   Est&aacute;cio do Cear&aacute;, pelo total apoio na realiza&ccedil;&atilde;o desta pesquisa.<b>    <br>   Conflito de     Interesses:</b>    <br>     Nada a   declarar.<b>    <br>   Financiamento:    <br>   </b></font><font size="2" face="Verdana">Nada a   declarar</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="2"><i><a name="end"></a></i><a href="#top">Correspondência para:</a> Centro Universit&aacute;rio Est&aacute;cio do  Cear&aacute;. Rua Eliseu Uchoa Beco, 600, &Aacute;gua Fria. CEP: 60810-270, Fortaleza, CE,  Brasil. <i>E-mail:</i> <a href="mailto:vanessa.morais@estacio.br">vanessa.morais@estacio.br</a> </font></p>      ]]></body><back>
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