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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Avaliação do conhecimento de colaboradores sobre alérgenos presentes em refeições comerciais]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The production of meals involves a set of tools that guarantee quality and safety, and aims to promote, maintain or even recover the individual and collective health of the users that benefit from the food served (CAVALLI, 2007). There are initiatives and concerns of these services in informing the nutritional quality of meals. On the other hand, consumers have been more demanding in the search for more complete, truthful and enlightening information on food products (FERREIRA, 2012). The allergic population before consuming certain foods, seeks to consult the service desk to check the risks of allergen traces present in the products, this when it does not have the information seek the people who are directly related to the preparation of meals, in the case the food handlers . The importance of the right to this information is even more evident in the reference group, since as a form of treatment, allergens should be excluded from their diet, which depends on the possibility of recognizing clear and accurate information about these components in the labels and / or next to the channels of service to the consumer (CHADDAD, 2014). Given this context, due to the constant importance to access to this information, the present research has as fundamental point to evaluate the knowledge of food handlers, in relation to the presence of allergens in commercial meals.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><b><font face="Verdana" size="2"> ARTIGO ORIGINAL&nbsp;&nbsp; |&nbsp;&nbsp; ORIGINAL ARTICLE </font></b></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="4" face="Verdana"><b>Avaliação   do conhecimento de colaboradores sobre alérgenos presentes em refeições   comerciais</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Evaluation   of the knowledge of collaborators about allergens present in commercial meals</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><font face="Verdana" size="2"><a name="top"></a></font>Bruna Ana Fabíola de Sousa   de Oliveira Cunha<sup>1</sup>; Fernando César Rodrigues Brito<sup>1</sup>; Marta da Rocha Moreira<sup>1</sup>; Iramaia Bruno Silva Lustosa<sup>1</sup>; Verlaine Suênia Silva de Sousa<sup>1</sup>; Lisidna de Almeida Cabral<sup>1</sup></b></p> </font>     <p><font face="Verdana" size="2"><sup>1</sup><i>Centro Universit&aacute;rio Est&aacute;cio do Cear&aacute; </i></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2"><a href="#end">Correspond&ecirc;ncia para</a>   </font></p> <font face="Verdana" size="2">     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> </font> <hr noshade size="1"> <font face="Verdana" size="2">     <p><b>RESUMO</b></p>     <p>A produção de   refeições envolve um conjunto de ferramentas que envolvem a garantia da   qualidade e segurança e possui como fim promover, manter ou mesmo recuperar a   saúde individual e coletiva dos usuários que se beneficiam da   alimentação(CAVALLI, 2007). Observam-se iniciativas e preocupação destes   serviços em informar a qualidade nutricional das refeições. Do outro lado os   consumidores têm se demonstrado mais exigentes na procura de informações mais   completas, verdadeiras e esclarecedoras no âmbito dos produtos alimentares   (FERREIRA, 2012). A população alérgica antes de consumir certos alimentos,   procura consultar o serviço de atendimento para verificar riscos de traços de   alergênicos presentes nos produtos. Este quando não detém da informação, buscam   as pessoas que estão diretamente relacionadas à preparação das refeições, no   caso os manipuladores de alimentos. A importância do direito a esta informação   fica ainda mais evidente no referente grupo, eis que como forma de tratamento,   os alérgenos devem ser excluídos de sua dieta, o que depende da possibilidade   de reconhecimento de informações claras e exatas a respeito desses componentes   nos rótulos e/ou junto aos canais de serviço ao consumidor (CHADDAD, 2014).   Diante deste contexto, em virtude da constante importância ao acesso a estas   informações que a presente pesquisa tem como ponto fundamental avaliar o   conhecimento de colaboradores, manipuladores de alimentos, em relação à presença de alergênicos em refeições comerciais.</p>     <p><b>Palavras-chave: </b>alimentação coletiva, alérgenos, serviços de alimentação.</p> </font> <hr noshade size="1"> <font face="Verdana" size="2">     <p><b>ABSTRACT</b></p>     <p>The production of meals involves a set of tools   that guarantee quality and safety, and aims to promote, maintain or even   recover the individual and collective health of the users that benefit from the   food served (CAVALLI, 2007). There are initiatives and concerns of these   services in informing the nutritional quality of meals. On the other hand,   consumers have been more demanding in the search for more complete, truthful   and enlightening information on food products (FERREIRA, 2012). The allergic   population before consuming certain foods, seeks to consult the service desk to   check the risks of allergen traces present in the products, this when it does   not have the information seek the people who are directly related to the   preparation of meals, in the case the food handlers . The importance of the   right to this information is even more evident in the reference group, since as   a form of treatment, allergens should be excluded from their diet, which   depends on the possibility of recognizing clear and accurate information about   these components in the labels and / or next to the channels of service to the   consumer (CHADDAD, 2014). Given this context, due to the constant importance to   access to this information, the present research has as fundamental point to   evaluate the knowledge of food handlers, in relation to the presence of allergens in commercial meals.</p>     <p><b>Keywords: </b>collective feeding, allergens, food services.</p> </font> <hr noshade size="1">     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="2"> </font></p> <font size="3" face="Verdana"><b>INTRODUÇÃO</b></font><font face="Verdana" size="2">      ]]></body>
<body><![CDATA[<p>No   Brasil, de acordo com a POF (2008-2009), a realização de refeições dentro de   casa ainda responde pela maior parcela da alimentação (68,9% dos gastos é com   alimentação), porém o consumo de alimentos fora do lar também tem aumentado de   acordo. Essa demanda favoreceu o aumento do número de estabelecimentos do setor   de alimentação fora do lar e diversificaram seus serviços, com destaque para o   crescimento no número de restaurantes, lojas de conveniência, redes de <i>fast food</i>, padarias, entre outros (Bezerra et al., 2017). </p>     <p>Estes   segmentos, como canal de distribuição, apresentam velocidade de crescimento 50%   maior do que as taxas de crescimento do varejo alimentício tradicional   (supermercados/auto-serviço), justamente pelo fato da população economicamente   ativa ter necessidade, nos grandes e médios centros urbanos, de fazerem ao menos uma refeição fora do lar ao dia (Sindirefeições, 2014).</p>     <p>Uma   ferramenta bastante importante, sendo um grande veículo de informação é a   rotulagem, pois se tem revelado fundamental na decisão de compra.  Isto torna um aspecto expressivo para a   existência de uma relação de consumo equilibrado, ressaltando o direito a uma   informação adequada acerca dos alimentos, que garanta a segurança no seu consumo.   Especialmente para consumidores vulneráveis em face de condições especiais tais   como suscetíveis a alergias, em estado de gravidez, com restrição alimentar, dentre outro (Teixeira, Bruch, e Perez, 2014). </p>     <p>Baseado   nisto, Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) elaborou uma resolução,   RDC 26/2015, que obriga os fabricantes de alimentos a declarar nos rótulos a   presença dos principais alimentos que causam alergias, incluindo as bebidas,   ingredientes, aditivos alimentares e coadjuvantes de tecnologia embalados na   ausência dos consumidores, inclusive aqueles destinados exclusivamente ao   processamento industrial e os destinados aos serviços de alimentação. O   principal objetivo é informar de forma mais clara ao consumidor sobre a   presença ou traços de alimentos que são comumente associados às alergias alimentares (Brasil, 2016).</p>     <p>Contudo,   quando não há estas informações, a população alérgica antes de consumir certos   alimentos, procura consultar o serviço de atendimento para verificar riscos de   traços de alergênicos presentes nos produtos. Quando esta informação não está   clara, os consumidores buscam as pessoas que estão diretamente relacionadas à   preparação das refeições, no caso os manipuladores de alimentos. A importância   do direito a esta informação fica ainda mais evidente no referente grupo, eis   que como forma de tratamento, os alérgenos devem ser excluídos de sua dieta, o   que depende da possibilidade de reconhecimento de informações claras e exata a   respeito desses componentes nos rótulos e/ou junto aos canais de serviço ao consumidor (Chadda, 2014).</p>     <p>Diante   deste contexto, em virtude da constante importância ao acesso a estas   informações, a presente pesquisa tem como ponto fundamental avaliar o   conhecimento de colaboradores, manipuladores de alimentos, em relação à presença de alergênicos em refeições comerciais.</p>     <p>&nbsp;</p> </font><font size="3" face="Verdana"><b>MÉTODO</b></font><font face="Verdana" size="2">      <p>Esta   pesquisa foi executada em onze lojas de uma rede de <i>fast food </i>em   Fortaleza, e teve caráter quantitativo descritivo do tipo transversal. O   período da pesquisa foi de três meses, iniciado em abril do presente ano. Participaram desta pesquisa 65 manipuladores de   alimentos de ambos os sexos, com idade de 18 a 59 anos, que possuem algum nível   de alfabetização, e que passaram por um período probatório de experiência de   três meses. O questionário foi aplicado por um único avaliador em dias   alternados no estabelecimento, incluindo um dia de final de semana. A pesquisa foi aprovada no comitê de ética e pesquisa sob o n.° de   053927/2017 de acordo com Resolução 466/12 do Comitê de Ética (Brasil, 2016).</p>     <p>O   questionário utilizado como ferramenta para obtenção dos dados foi constituído   por perguntas de múltipla escolha e dividido em três blocos: A B e C. No bloco   A foram abordadas informações gerais sobre o manipulador de alimentos tais como   sexo, escolaridade e experiência profissional. O bloco B abordou perguntas   específicas sobre alergias e alergias alimentares e por último, o bloco C   avaliou o conhecimento dos manipuladores em relação aos alergênicos presentes   em algumas refeições comerciais (coalhada seca, estrogonofe, charuto de   repolho, charuto de uva e bolinho de bacalhau) que constituem o cardápio das empresas pertencente à rede estudada. </p>     <p>Outra   ferramenta utilizada foi a Tabela de Alergênicos, disponibilizada pela rede de <i>fast     food</i> que foi utilizada para nortear o questionário e fazer o levantamento   dos principais alérgenos presentes nas refeições comerciais abordadas no bloco   C. Esta tabela teve como base a Resolução ANVISA/DC Nº 26 DE 02/07/2015 que   expõem os principais alergênicos alimentares como trigo, centeio, cevada, aveia   e, crustáceos, ovos, peixes, amendoim, soja, leites de todas as espécies de   animais mamíferos, amêndoa, avelãs, castanhas, macadâmias, nozes, pecãs,   pistaches, pinoli e látex natural, muitos destes presentes nas refeições abordadas.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p> </font><font size="3" face="Verdana"><b>RESULTADOS E DISCUSSÃO</b></font><font face="Verdana" size="2">      <p>A amostra foi constituída   por 65 manipuladores de alimentos sendo 15 (n= 23,08%) do sexo feminino e 50   (n= 76,92%) do sexo masculino. Em relação à escolaridade 28 (n=43,1%)   manipuladores, possuíam apenas Ensino fundamental completo, 14 (n= 21,54%) destes   tem o Ensino Fundamental Incompleto, 15 (n=23,1%) manipuladores apresentaram Ensino médio completo. </p>     <p>No Bloco B do questionário,   a primeira questão avaliou o conhecimento específico dos manipuladores sobre   alergênico, ao perguntar se os mesmos sabiam o que é um alergênico verificou-se   que 59 dos manipuladores (n= 90,80%) marcaram a opção sim enquanto apenas 6 (n=   9,20%) marcaram a opção não. Vale ressaltar que a avaliação deste conhecimento   dos manipuladores sobre alergia alimentar é fundamental devido à   obrigatoriedade legal de informar aos consumidores sobre os alergênicos presentes em qualquer refeição (Silva, 2015). </p>     <p>De acordo com estudos de Madsen   et al. (2010), existe evidência   de que os manipuladores com poucos conhecimentos em alergia alimentar têm uma   menor probabilidade de responder corretamente às necessidades dos clientes ao ser indagado sobre alergênicos.</p>     <p>Na questão dois, os   manipuladores analisaram os exemplos apresentados e marcaram aqueles que se   tratavam de uma alergia e qual resposta poderia ou não ter relação com uma   alergia alimentar. O resultado demonstrou que 45 colaboradores (n=69,23%) não souberam relacionar os sintomas da alergia.</p>     <p>Um estudo realizado por Ajala   et al (2010), demonstrou que a   maioria dos manipuladores de alimentos, 96,7% tinha conhecimento que a ingestão   de uma pequena quantidade de alergênico pode causar uma reação alérgica.  Constrastando com a presente pesquisa que apresentou um percentual de apenas 23% de acerto para a mesma questão.</p>     <p>Para que seja realizada uma   prevenção efetiva das alergias alimentares em serviços de alimentação   institucionais deve ser realizado um acompanhamento contínuo do fluxograma de   elaboração dos alimentos, assim como treinamentos constantes com a equipe de manipulação sobre o assunto (Teixeira, Bruch, e Perez, 2014). </p>     <p>Quando os colaboradores   foram questionados sobre os possíveis sintomas de uma alergia alimentar, a   maioria (62%) citou apenas um sintoma (urticária), quando na verdade, os demais   itens da questão (dificuldades respiratórias, vômitos, enxaquecas e desconforto   abdominais) também estão relacionados à alergia. Isto mostra que os   manipuladores têm pouco conhecimento sobre as manifestações dos sintomas da doença.</p>     <p>Vale ressaltar que de acordo   com a Associação Brasileira de Alergia e Imunologia (2009) estas são as   manifestações mais comuns, na pele (urticária, inchaço, coceira, eczema), no   aparelho gastrointestinal (diarreia, dor abdominal, vômitos) e no sistema   respiratório, temos tosse, rouquidão e chiado no peito. Reações mais intensas,   acometendo vários órgãos simultaneamente têm a reação anafilática que pode resultar em morte.</p>     <p>Diante deste contexto, Silva   (2015) apresenta em seus estudos que há uma necessidade de uma maior atenção   por parte de todos os envolvidos no setor alimentar para estas questões. Uma   vez que os conhecimentos, as atitudes e as práticas dos manipuladores são três fatores que desempenham um papel chave na prevenção das alergias alimentar. </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Os manipuladores sem   formação específica utilizam conhecimentos empíricos na sua prática   profissional, entretanto níveis de conhecimento superiores aumentam a   probabilidade dos manipuladores realizarem práticas adequadas que não coloquem a saúde do consumidor em risco. </p>     <p>Quando questionados sobre a   presença de alergênicos nas refeições comercializadas em seu local de trabalho,   todos (100%) apontaram a preparação que continha lactose (coalhada seca) como o   único alimento com potencial alergênico do cardápio. Porém, no mesmo cardápio   continha outros itens com grande potencial alergênico como: Strogonoff de   Frango ( lactose e glúten), Charuto de Uva ( lactose, soja, pimenta, corante e   glúten) e Bolinho de Bacalhau (ovo, peixe, lactose, glúten e pimenta).Vale   ressaltar que os manipuladores passam por treinamentos semestrais de   conhecimento de cardápio, porém não se dá tanta ênfase aos ingredientes alergênicos presentes em cada refeição.</p>     <p>Na pesquisa de Choi et al (2013), o autor expõe um   quesito bastante importante que é a passagem da informação segura para os   consumidores que possuem algum tipo de alergia alimentar. No seu estudo foi   apresentado que 80,3% dos manipuladores afirmaram que em caso de dúvidas sobre   a presença de um ingrediente alergênico em uma refeição consultaria o   manipulador que a preparou, como também, consultaria a identificação do produto. </p>     <p>Estas práticas, de acordo   com Cunha et al (2014),   ressalta a importância do conhecimento dos manipuladores em relação às Alergias   alimentares presentes nas refeições, pois a prevenção de reações alérgicas a   alimentos é uma importante responsabilidade das suas tarefas. Um maior   conhecimento sobre esta temática os tornaria mais confiantes na manipulação de alimentos em segurança.</p>     <p>&nbsp;</p> </font><font size="3" face="Verdana"><b>CONCLUSÕES</b></font><font face="Verdana" size="2">      <p>O   estudo possibilitou delinear uma linha de investigação no âmbito dos   conhecimentos dos manipuladores de alimentos em relação à alergia alimentar e   os alergênicos presentes nas principais refeições comerciais. Observou-se um   nível frágil de conhecimentos por parte dos colaboradores do serviço estudado.   A baixa escolaridade e a falta de treinamentos sobre assuntos são fatores que   influenciaram nos resultados e pode servir de ponto de partida para novas   estratégias que possam  garantir a segurança alimentar da população.</p>     <p>&nbsp;</p> </font>     <p><font face="Verdana"><b>REFERÊNCIAS</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <!-- ref --><p>Ajala, A. R.,   Cruz, A. G., Faria, J. A. F., Walter, E. H. M., Granato, D., &amp; Sant&#8242;Ana, A. S. (2010). Food allergens: Knowledge and practices of food handlers in restaurants. <i>Food Control, 21</i>(10), 1318-21.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=377957&pid=S1646-107X201800010002300001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Associação Brasileira   de Alergia e Imunologia (2009). <i>Alergia Alimentar</i>. Disponível em: <a href="http://www.asbai.org.br/secao.asp?s=81&id=306" target="_blank">http://www.asbai.org.br/secao.asp?s=81&amp;id=306</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=377959&pid=S1646-107X201800010002300002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Bezarra, I. N.,   Moreira, T. M. V., Cavalcante, J. B., Souza, A. M., &amp; Sichieri, R. (2017).   Consumo de alimentos fora do lar no Brasil segundo locais de aquisição. <i>Revista da Saúde Publica, 51</i>(15), 1-8. doi: 10.1590/S1518-8787.2017051006750&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=377960&pid=S1646-107X201800010002300003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Brasil, Agencia   Nacional de Vigilância Sanitária. (2016). <i>Alimentos     alergênicos começam a ser rotulados.</i> Disponível em: <a href="http://portal.anvisa.gov.br/documents/10181/2694583/RDC_26_2015_.pdf/b0a1e89b-e23d-452f-b029-a7bea26a698c" target="_blank">http://portal.anvisa.gov.br/documents/10181/2694583/RDC_26_2015_.pdf/b0a1e89b-e23d-452f-b029-a7bea26a698c</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=377961&pid=S1646-107X201800010002300004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>Brasil, Constituição   (2016). Resolução n° 510, de 07 de Abril de 2016.</p>     <!-- ref --><p>Cavalli, S. B.,   &amp; Salay, E. (2007). Gestão de pessoas em Unidades Produtoras de Refeições   comerciais e a Segurança Alimentar. <i>Revista de Nutrição, 20</i>(6)., 657-667. doi: 10.1590/S1415-52732007000600008&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=377963&pid=S1646-107X201800010002300005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Chaddad, M. C. C.   (2014). Informação sobre a presença de alérgenos nos rótulos de alimentos:   responsabilidade do estado na garantia dos direitos à saúde e à alimentação adequada da população com alergia alimentar. <i>Demetra Alimentação, Nutrição e Saúde; 9</i>(Supl. 1), 369-392.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=377964&pid=S1646-107X201800010002300006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Choi, J. H., &amp; Rajagopal, L. (2013). Food allergy   knowledge, attitudes, practices, and training of foodservice workers at a university foodservice operation in the Midwestern United States. <i>Food Control, 31</i>(2), 474-81.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=377966&pid=S1646-107X201800010002300007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Cunha, D. T.,   Stedefeldt, E., Rosso, V. V. (2014). The role of   theoretical food safety training on Brazilian food handlers' knowledge, attitude and practice. <i>Food Control, 43</i>(1), 167-74.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=377968&pid=S1646-107X201800010002300008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Ferreira, C. V.   S. (2012). <i>Novo regulamento relativo à   rotulagem de géneros alimentícios: alterações na lei da rotulagem e avaliação     do impacto em rótulos de produtos de origem animal pré-embalados</i> (Dissertação de Mestrado Integrado em Medicina Veterinária). Universidade Técnica de Lisboa.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=377970&pid=S1646-107X201800010002300009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Madsen, C. B., Crevel, R., Chan, C. H., Dubois, A. E.,   DunnGalvin, A., Flokstra-de Blok, B. M., …, &amp; Vlieg-Boerstra, B. Bj.   (2010). Food allergy: stakeholder perspectives on acceptable risk. <i>Regulatory toxicology and pharmacology, 57</i>(2-3), 256-65. doi: 10.1016/j.yrtph.2010.03.003&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=377972&pid=S1646-107X201800010002300010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Moresi, E.   (2003). <i>Metodologia da Pesquisa</i>. Universidade Católica de Brasília.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=377973&pid=S1646-107X201800010002300011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Silva, A. I. D.   R. (2015). <i>Avaliação dos Conhecimentos de     Manipuladores de Alimentos sobre Segurança Alimentar e Alergias Alimentares em     Unidades de Restauração Coletiva de Estabelecimentos de Ensino</i> (Dissertação de Mestrado em Nutrição). Universidade do Porto.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=377975&pid=S1646-107X201800010002300012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Teixeira, L.,   Bruch, K. L., &amp; Peres, F. P. (2014). <i>As     relações de consumo e a garantia da informação do consumidor em face da rotulagem dos alimentos.</i> Anais do I salão de pós-graduação do CESUCA.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=377977&pid=S1646-107X201800010002300013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Agradecimentos:    <br> </b>Agradecemos ao Centro Universit&aacute;rio Est&aacute;cio do   Cear&aacute;, pelo total apoio na realiza&ccedil;&atilde;o desta pesquisa.<b>    <br>   Conflito de     Interesses:</b>    <br>     Nada a declarar.<b>    <br> Financiamento:    <br> </b></font><font size="2" face="Verdana">Nada a declarar.</font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <i><a name="end"></a></i><a href="#top">Correspond&ecirc;ncia para:</a> <a>Centro Universit&aacute;rio  Est&aacute;cio do Cear&aacute;. Rua Eliseu Uchoa Beco, 600, &Aacute;gua Fria. CEP: 60810-270,  Fortaleza, CE, Brasil</a>. E-mail:  <a href="mailto:fernando.brito@estacio.br">fernando.brito@estacio.br</a></font>      ]]></body><back>
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