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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Frequência de treinamento no HIIT body work e redução da massa corporal: um estudo piloto]]></article-title>
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<institution><![CDATA[,Universidade São Judas Tadeu Laboratório de Fisiologia Translacional do Programa de Pós-graduação em Educação Física ]]></institution>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The objective of the present study was to compare the behavior of the body mass of practitioners from three different training programs during a 4-week intervention period. Twenty-four individuals of both sexes, divided into three different groups, participated in the experiment: Group 1, High Intensity Interval training (HIIT) with body weight five times a week; Group 2, HIIT with body weight three times a week and Group 3, race with moderate intensity five times a week. For characterization of the sample group, the mean and standard deviation measures were used for variables: age, body mass, stature, BMI and waist circumference. In order to compare body mass measurements, BMI and pre and post intervention abdominal circumference between the groups, anova (p &#8804; 0.05) was used for the% change in the results of the pre and post intervention measures of the five HIIT protocols, HIIT three and moderate run. From the results observed in the present study it is possible to conclude that HIIT practiced three times a week is more efficient than moderate intensity exercise and HIIT is performed five times a week to reduce body mass.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><b><font face="Verdana" size="2"> ARTIGO ORIGINAL&nbsp;&nbsp; |&nbsp;&nbsp; ORIGINAL ARTICLE </font></b></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="4" face="Verdana"><b>Frequência de   treinamento no HIIT body work e redução da massa corporal: um estudo piloto</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Training frequency in HIIT body work and body mass reduction:   a pilot study</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><a name="top"></a>Alexandre Machado<sup>1</sup>; Marcio Doro<sup>1</sup>; André Luis Correa Rocha<sup>1</sup>; Victor Machado Reis<sup>2</sup>; Danilo Sales Bocalini<sup>1,3</sup></b></p> </font>     <p><font face="Verdana" size="2"><sup>1</sup><i>Laborat&oacute;rio  de Fisiologia Translacional do Programa de P&oacute;s-gradua&ccedil;&atilde;o em Educa&ccedil;&atilde;o F&iacute;sica, da  Universidade S&atilde;o Judas Tadeu, S&atilde;o Paulo, SP, Brasil</i>     <br>       <sup>2</sup><i>Centro de Investiga&ccedil;&atilde;o em Desporto, Sa&uacute;de e Desenvolvimento Humano,  CIDESD, Vila Real, Portugal</i>     ]]></body>
<body><![CDATA[<br>       <sup>3</sup><i>Laborat&oacute;rio de Fisiologia Translacional do  Programa de P&oacute;s-gradua&ccedil;&atilde;o em Ci&ecirc;ncias do Envelhecimento da  Universidade S&atilde;o Judas Tadeu, S&atilde;o Paulo, SP, Brasil</i> </font></p>     <p><font face="Verdana" size="2"><a href="#end">Correspond&ecirc;ncia para</a> </font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> </font> <hr noshade size="1"> <font face="Verdana" size="2"></font><font face="Verdana" size="2">     <p><b>RESUMO</b></p>     <p>O objetivo do   presente estudo foi comparar o comportamento da massa corporal de praticantes   de três diferentes programas de treinamento durante período de 4 semanas de   intervenção. Participaram do experimento 24 indivíduos de ambos os sexos,   divididos em 3 diferentes grupos: Grupo 1, High Intensity Interval training   (HIIT) com peso corporal cinco vezes na semana; Grupo 2, HIIT com peso corporal   três vezes na semana e Grupo 3, corrida com intensidade moderada cinco vezes na   semana. Para caracterização do grupo amostral foi utilizado as medidas de media   e desvio padrão, para as variáveis, idade, massa corporal, estatura, IMC e   circunferência de abdome. Para comparar as medidas de massa corporal, IMC e   circunferência de abdome pré e pós intervenção entre os grupos, foi utilizado a   anova (p &#8804; 0,05) para o % de variação do resultado das medidas pré e pós   intervenção dos protocolos HIIT cinco, HIIT três e corrida moderada. A partir   dos resultados observados no presente estudo é possível concluir que o HIIT   praticado três vezes na semana tem maior eficiência que a corrida com   intensidade moderada e o HIIT praticado cinco vezes na semana para redução da massa corporal.</p>     <p><b>Palavras-chave:</b> treinamento intervalado de alta intensidade, peso corporal, massa corporal.</p> </font> <hr noshade size="1"> <font face="Verdana" size="2">     <p><b>ABSTRACT</b></p>     <p>The objective of the present study was to   compare the behavior of the body mass of practitioners from three different   training programs during a 4-week intervention period. Twenty-four individuals   of both sexes, divided into three different groups, participated in the   experiment: Group 1, High Intensity Interval training (HIIT) with body weight   five times a week; Group 2, HIIT with body weight three times a week and Group   3, race with moderate intensity five times a week. For characterization of the   sample group, the mean and standard deviation measures were used for variables:   age, body mass, stature, BMI and waist circumference. In order to compare body   mass measurements, BMI and pre and post intervention abdominal circumference   between the groups, anova (p &#8804; 0.05) was used for the% change in the   results of the pre and post intervention measures of the five HIIT protocols,   HIIT three and moderate run. From the results observed in the present study it   is possible to conclude that HIIT practiced three times a week is more   efficient than moderate intensity exercise and HIIT is performed five times a week to reduce body mass.</p>     <p><b>Keywords:</b> high intensity interval training, body weight, body mass.</p> </font> <hr noshade size="1"> <font face="Verdana" size="2">     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> </font><font size="3" face="Verdana"><b>INTRODUÇÃO</b></font><font face="Verdana" size="2">      <p>Os benefícios dos exercícios físicos   estão associados à quantidade e qualidade da pratica (Foster et al. 2017), seja   por exercícios com intensidade moderada como a corrida contínua ou exercícios   de alta intensidade como o High Intensity Interval training (HIIT) com peso   corporal (Machado et al. 2017a). O treinamento intervalado de alta intensidade   ou simplesmente HIIT, não é um método novo, mas recentemente alguns   pesquisadores (MacRae et al. 2012) associaram o HIIT com peso corporal ou   simplesmente HIIT body work (Machado et al. 2017b) a prática de exercícios   livres de forma intervalada em intensidade máxima, uma releitura da calistenia.   Mesmo com um grande número de pesquisas sobre o impacto fisiológico do HIIT,   ainda há lacunas nas evidências sobre sua aplicação prática com peso corporal,   seja na efetividade para o condicionamento físico e para redução da massa corporal.</p>     <p>O presente estudo teve como objetivo   comparar o comportamento da massa corporal de praticantes de três diferentes programas de treinamento durante período de quatro semanas de intervenção. </p> </font>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>MÉTODO</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>Foram avaliados 24 indivíduos de   ambos os sexos (34 ± 6   anos), divididos em três diferentes grupos sendo eles: Grupo 1, HIIT com peso   corporal cinco vezes na semana, acumulando um total de 150 minutos na semana;   Grupo 2, HIIT com peso corporal três vezes na semana, acumulando um total de 90   minutos na semana e Grupo 3, corrida moderada cinco vezes na semana, acumulando um total de 300 minutos na semana.</p> <b>Procedimento experimental</b>      <p>Os três grupos foram selecionados de   forma aleatória numa assessoria de corrida no Rio de Janeiro, submetidos a   quatro semanas de intervenção, cada grupo com um protocolo de treinamento   distinto. Para avaliar as respostas dos protocolos de intervenção os   voluntários foram avaliados em dois momentos, momento pré e pós intervenção. As   medidas utilizadas foram: medida de massa corporal (balança, filizola), medida   de circunferência de abdominal, na altura da cicatriz umbilical (fita sanny   metálica), percepção de esforço subjetivo (CR 10) ao final da primeira e última sessão de treino.</p> <b>Protocolo de intervenção</b>      <p>Grupo 1 - HIIT com peso corporal,   cinco sessões por semana. A duração total da sessão foi de 30 minutos, com 30   ciclos de um minuto. Cada ciclo foi composto por: 30 segundos de estímulo com   carga “all out’ seguidos por 30 segundos de recuperação passiva. Foram   utilizados cinco exercícios (jump jack, burpee, mountain climber, squat jump e   split) na sessão de treinamento cada voluntário realizou seis ciclos de cada   exercício sem interrupção. Os exercícios foram alocados seguindo a recomendação   de Machado et al. (2017) para minimizar o impacto fisiológico da sessão. Grupo   2<b> -</b> Utilizou-se do mesmo protocolo   de treinamento do grupo um, sendo que realizou o treinamento apenas três   sessões por semana (segundas, quartas e sextas). Grupo 3<b> –</b> Corrida moderada, cinco sessões por semana. A duração total da   sessão foi de 60 minutos, os voluntários correram de forma contínua numa intensidade correspondente a 75% da frequência cardíaca máxima.</p> <b>Análise estatística</b>      <p>Para caracterização do grupo amostral   foi utilizado as medidas de media e desvio padrão, para as variáveis, idade,   massa corporal, estatura, IMC e circunferência de abdome. Grupo 1, HIIT 5   (idade 37±4 anos,  massa corporal 87±7 kg,   Estatura 171±0,6 cm, IMC 30±1 km/cm<sup>2</sup>, circunferência abdome 97±10   cm); Grupo 2, HIIT 3 (idade  35±5   anos,  massa corporal 84±12 kg, Estatura   173±3 cm, IMC 28±3 km/cm<sup>2</sup>, circunferência abdome 93±15 cm) e grupo   3, corrida moderada (idade  34±6   anos,  massa corporal 86±6 kg, Estatura   172±1 cm, IMC 29±4 km/cm<sup>2</sup>, circunferência abdome 89±9 cm). Para   comparar as medidas de massa corporal, IMC e circunferência de abdome pré e pós   intervenção entre os grupos, foi utilizado a anova (p &#8804; 0,05) para o % de   variação do resultado das medidas pré e pós intervenção dos protocolos HIIT cinco, HIIT três e corrida moderada.</p> </font>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>RESULTADOS</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>Na <a href="/img/revistas/mot/v14n1/14n1a25t1.jpg">tabela 1</a> observar-se os resultados da eficácia dos três métodos para   as variáveis massa corporal, IMC e circunferência abdominal.</p>     
<p>Na <a href="/img/revistas/mot/v14n1/14n1a25f1.jpg">figura 1</a>, mostra a eficácia do grupo HIIT 3, a partir do controle da   carga interna pela percepção subjetiva de esforço (gráfica da esquerda). Embora   todos os grupos tenham tido redução da massa corporal e da circunferência   abdominal confirmada na redução do IMC. A confirmação da eficácia do protocolo   vem ainda de encontro a orientação do Colégio Americano de Medicina do Esporte   (ACSM), de 150 min. semanais de atividades física acumulada (Garber et al. 2011) com pode se observar na <a href="/img/revistas/mot/v14n1/14n1a25f1.jpg">figura 1</a>, gráfico da direita.</p>     
<p>Seguindo essa orientação seria   possível esperar que o grupo corrida alcançaria melhores resultados uma vez que   acumulou 300 minutos por semana, ou o grupo HIIT 5 que cumpriu a orientação com   os 150 minutos semanais, porém a eficácia do treinamento está com o grupo HIIT   3 onde com apenas 90 minutos semanais obteve os mesmos resultados que os outros dois grupos. </p> </font>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>DISCUSSÃO e CONCLUSÕES</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>Atualmente o tempo é um elemento   escasso para grande parte das pessoas, com isso o HIIT se constitui como   alternativa prática e eficiente para quem tem pouco tempo para dedicar ao   treinamento (Mandroukas a, et. al. 2011). Por promover adaptações semelhantes   ao treinamento de endurance, porém com menor volume treinamento, o HIIT ganhou   popularidade como estratégia de intervenção tempo-eficiente para melhora do   condicionamento aeróbico em poucas sessões de treinamento e também com mudanças   significativas na composição corporal de seus praticantes (Burgomaster et al. 2005).</p>     <p>O presente estudo comparou os efeitos   de três programas de exercícios físicos sobre a massa corporal em indivíduos   saudáveis.  O principal achado do   experimento foi demonstrar que o HIIT com frequência de 3x na semana usando   apenas exercícios com peso corporal, totalizando 90 minutos semanal tem maior   eficiência quando comparado com o treinamento contínuo de intensidade moderada,   totalizando 300 minutos semanal de atividade e também quando comparado com   outro protocolo de HIIT, sendo este com frequência de 5x na semana, totalizando 150 minutos de atividade na semana.</p>     <p>Em 2007, o colégio americano de   medicina do esporte projetou novas diretrizes sugerindo um tempo de apenas 20   minutos, com maior intensidade nos exercícios e frequência de no mínimo 3 vezes   por semana (Haskell wl et al. 2007). Esta recomendação vem ao encontro com   protocolo proposto, que otimiza o tempo e ainda obtém os mesmos benefícios dos exercícios de endurance. </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>No presente estudo os três grupos   apresentaram diferenças significativas nos resultados da medida de massa   corporal quando comparados pré e pós período de intervenção de 4 semanas para o   mesmo grupo, porém não foi observado diferenças significativas entre os grupos   sobre a redução da massa corporal, um fator que pode ter sido limitador ao   estudo é a ausência do grupo controle. Com isso podemos observar maior   eficiência do grupo HIIT 3 para redução da massa corporal que os grupos corrida   moderado e HIIT 5, mesmo que nos grupos não foi utilizado nenhum tipo de controle alimentar.</p>     <p>Os mecanismos envolvidos na maior   redução do peso corporal estimulados pelo HIIT, não estão claramente   estabelecidos na literatura, porém, alguns estudos indicam a influência de um   maior balanço energético negativo pós-exercício, bem como o aumento do consumo   de oxigênio pós-exercício (Hazell et al. 2012; Skelly et al. 2014), e a diminuição da ingestão calórica (Williams et al. 2013).</p>     <p>De maneira crônica, o HIIT influencia   o balanço lipídico favorecendo a redução da gordura corporal (Richards J, et.   al. 2010). Os valores encontrados no presente estudo corroboram com Dudley (1982),   que em seu estudo observou adaptações benéficas no músculo esquelético durante   o exercício. Os resultados do presente estudo deixam claro que uma frequência   semanal do HIIT, de 5 vezes na semana não gera resultados significativos sobre   a massa corporal quando comparado a uma frequência do HIIT de 3 vezes na   semana, o que deixa indícios que uma melhor qualidade associado com a   quantidade de execução do exercício é determinante para adaptação ao treinamento.</p>     <p>Os resultados reforçam a teoria sobre   a relação tempo/benefício em nosso estudo, pois ambos os grupos evoluíram   simultaneamente, porém o grupo de treinamento intervalado de alta intensidade   realizado 3 vezes por semana acaba sendo mais eficiente se observamos que os resultados foram semelhantes em com menor tempo acumulado por semana.</p>     <p>A partir dos resultados observados no   presente estudo é possível concluir que o HIIT praticado três vezes na semana   tem maior eficiência que o treinamento moderado e o HIIT praticado cinco vezes na semana para redução da massa corporal.</p>     <p>&nbsp;</p> </font><font size="3" face="Verdana"><b>REFERÊNCIAS</b></font><font face="Verdana" size="2"><b> <!--[if supportFields]><span style='font-size:9.0pt;mso-bidi-font-size:10.0pt;line-height:115%;font-family: "Times New Roman","serif";mso-fareast-font-family:"Times New Roman";color:black; mso-themecolor:text1'><span style='mso-element:field-begin'></span></span><span style='font-size:9.0pt;mso-bidi-font-size:11.0pt;line-height:115%;color:black; mso-themecolor:text1'> ADDIN ZOTERO_BIBL {&quot;custom&quot;:[]} CSL_BIBLIOGRAPHY </span><span style='font-size:9.0pt;mso-bidi-font-size:10.0pt; line-height:115%;font-family:"Times New Roman","serif";mso-fareast-font-family: "Times New Roman";color:black;mso-themecolor:text1'><span style='mso-element: field-separator'></span></span><![endif]-->   </b>      <!-- ref --><p>Burgomaster, K. A., Hughes, S. C., Heigenhauser, G.   J., Bradwell, S. N., &amp; Gibala, M. J. (2005). Six sessions of sprint   interval training increases muscle oxidative potential and cycle endurance   capacity in humans. <i>Journal of applied physiology</i>, <i>98</i>(6), 1985-1990.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=376547&pid=S1646-107X201800010002500001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Dudley, G. A., Abraham, W. M., &amp; Terjung, R. L.   (1982). Influence of exercise intensity and duration on biochemical adaptations   in skeletal muscle. <i>Journal of applied physiology</i>, <i>53</i>(4), 844-850.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=376549&pid=S1646-107X201800010002500002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Foster, C., Rodriguez-Marroyo, J. A., &amp; de Koning,   J. J. (2017). Monitoring Training Loads: The Past, the Present, and the Future.   <i>International Journal of Sports Physiology and Performance</i>, <i>12</i>(Suppl 2), S2-2.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=376551&pid=S1646-107X201800010002500003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Garber, C. E., Blissmer, B., Deschenes, M. R.,   Franklin, B. A., Lamonte, M. J., Lee, I. M., ... &amp; Swain, D. P. (2011).   Quantity and quality of exercise for developing and maintaining   cardiorespiratory, musculoskeletal, and neuromotor fitness in apparently   healthy adults: guidance for prescribing exercise. <i>Medicine &amp; Science in Sports &amp; Exercise</i>, <i>43</i>(7), 1334-1359.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=376553&pid=S1646-107X201800010002500004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Haskell, W. L., Lee, I. M., Pate, R. R., Powell, K. E.,   Blair, S. N., Franklin, B. A., ... &amp; Bauman, A. (2007). Physical activity   and public health: updated recommendation for adults from the American College   of Sports Medicine and the American Heart Association. <i>Circulation</i>, <i>116</i>(9), 1081.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=376555&pid=S1646-107X201800010002500005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Hazell, T. J., Olver, T. D., Hamilton, C. D., &amp;   Lemon, P. W. (2012). Two minutes of sprint-interval exercise elicits 24-hr   oxygen consumption similar to that of 30 min of continuous endurance exercise. <i>International journal of sport nutrition and exercise metabolism</i>, <i>22</i>(4), 276-283.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=376557&pid=S1646-107X201800010002500006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Machado, A. F., Baker, J. S., Nunes, R. A. M., Vale,   R. G. S., Figueira Junior, A., &amp; Bocalini, D. S. (2017). 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Cardiorespiratory and metabolic alterations during exercise and passive   recovery after three modes of exercise. <i>The Journal of Strength &amp; Conditioning Research</i>, <i>25</i>(6), 1664-1672.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=376563&pid=S1646-107X201800010002500010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Richards, J. C., Johnson, T. K., Kuzma, J. N., Lonac,   M. C., Schweder, M. M., Voyles, W. F., &amp; Bell, C. (2010). 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