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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Relação entre o uso de aparelhos eletrônicos e o nível de desenvolvimento motor de escolares brasileiros do ensino fundamental: um estudo exploratório]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The present study sought to investigate the possible associations between the time of interaction with electronic equipment and the level of motor development of primary school students of different economic classes. Thus, 44 youngsters (mean age of 7 years and 8 months and standard deviation = 5 months) of both sexes, students of public and private schools of the city of São Paulo, were included in the study. All of them completed a questionnaire as a way of estimating their weekly interaction time with electronic equipment. In addition, they were assessed based on the Test of Global Motor Development (TGMD). In general, the results do not allow inferring that the time of interaction with electronic equipment is considered harmful to the process of children's motor development. On the contrary, among children of the A/B classes, a positive association between the time of interaction with electronic equipment and their level of performance reached in the TGMD was identified. These results stimulate a discussion about the accompanying parents or guardians with the daily activities of their children, as well as about the nature of leisure and entertainment activities that are provided to schoolchildren of different social classes.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><b><font face="Verdana" size="2"> ARTIGO ORIGINAL&nbsp;&nbsp; |&nbsp;&nbsp; ORIGINAL ARTICLE </font></b><b></b></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="4" face="Verdana"><b>Relação entre o uso   de aparelhos eletrônicos e o nível de desenvolvimento motor de escolares   brasileiros do ensino fundamental: um estudo exploratório</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Relationship   between the use of electronic equipment and the level of motor development of   Brazilian elementary school students: an exploratory study</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><a name="top"></a>Felício de Carvalho<sup>1</sup>; Guilherme Rocha Savarezzi<sup>1</sup>; Marcelo Luis Marquezi<sup>1</sup>; Roberta Luksevicius Rica<sup>2</sup>; Danilo Sales Bocalini<sup>2</sup>; Roberto Gimenez<sup>1</sup></b></p> </font>     <p><font face="Verdana" size="2"><sup>1</sup><i>Universidade Cidade  de S&atilde;o Paulo </i>    <br>       <sup>2</sup><i>Universidade S&atilde;o  Judas Tadeu </i></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2"><a href="#end">Correspond&ecirc;ncia para</a> </font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> </font> <hr noshade size="1"> <font face="Verdana" size="2">     <p><b>RESUMO</b></p>     <p>O presente estudo   buscou investigar as possíveis associações existentes entre o tempo de   interação com aparelhos eletrônicos e o nível de desenvolvimento motor de   escolares do ensino fundamental de diferentes classes econômicas. Para tanto,   tomaram parte do estudo 44 jovens (média   de idade de 7 anos e 8 meses e desvio padrão = 5 meses) de ambos os sexos,   estudantes das redes pública e privada do município de São Paulo. Todos eles   preencheram um questionário como forma de se estimar o seu tempo semanal de interação   com aparelhos eletrônicos. Além disso, eles foram avaliados com base no teste   de desenvolvimento motor global (TGMD). De modo geral, os resultados não   permitem inferir que o tempo de interação com aparelhos eletrônicos seja   considerado nocivo ao processo de desenvolvimento motor das crianças. Ao   contrário, entre as crianças das classes A/B identificou-se uma associação   positiva entre o tempo de interação com aparelhos eletrônicos o seu nível de   desempenho atingido no TGMD. Tais resultados incitam uma discussão sobre o   acompanhamento pais ou responsáveis com as atividades diárias dos seus filhos,   bem como, sobre a natureza de atividades de lazer e entretenimento que são proporcionadas a escolares de diferentes classes sociais.</p>     <p><b>Palavras-chave: </b>aparelhos eletrônicos, desenvolvimento motor, ensino fundamental.</p> </font> <hr noshade size="1"> <font face="Verdana" size="2">     <p><b>ABSTRACT</b></p>     <p>The present study   sought to investigate the possible associations between the time of interaction   with electronic equipment and the level of motor development of primary school   students of different economic classes. Thus, 44 youngsters (mean age of 7   years and 8 months and standard deviation = 5 months) of both sexes, students   of public and private schools of the city of São Paulo, were included in the   study. All of them completed a questionnaire as a way of estimating their   weekly interaction time with electronic equipment. In addition, they were   assessed based on the Test of Global Motor Development (TGMD). In general, the   results do not allow inferring that the time of interaction with electronic   equipment is considered harmful to the process of children's motor development.   On the contrary, among children of the A/B classes, a positive association   between the time of interaction with electronic equipment and their level of   performance reached in the TGMD was identified. These results stimulate a   discussion about the accompanying parents or guardians with the daily   activities of their children, as well as about the nature of leisure and   entertainment activities that are provided to schoolchildren of different social classes.</p>     <p><b>Keywords:</b> electronic equipment, motor development, elementary school.</p> </font> <hr noshade size="1"> <font face="Verdana" size="2">     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p> </font><font size="3" face="Verdana"><b>INTRODUÇÃO</b></font><font face="Verdana" size="2">      <p>Reconhecidamente, uma das maiores   preocupações mundiais tem sido o crescente sedentarismo, sobretudo junto a   crianças e jovens (Soos, Biddle, Ling, Hamar, Sander, Boros-Balint, Szabo &amp;   Simonek, 2014). Em especial, esta preocupação tem contribuído para a reorientação   de políticas públicas associadas à educação, esporte e lazer de diferentes países (Hunckley, Carson &amp; Herketh, 2014).</p>     <p>Embora nos deparemos com   relativamente poucos estudos sobre esse assunto, parece existir um consenso de   que a interação excessiva com aparelhos eletrônicos estaria associada a alguns   problemas entre os jovens (Dorey, Roberts, Maddison, Lundberg, Dixon, &amp;   Mhurchu, 2009). Nuutinen et al. (2013), por exemplo, evidenciaram uma forte   associação entre o uso de computadores e aparelhos de televisão no quarto de   crianças e o tempo e qualidade do seu sono. Por outro lado, Jiang et al. (2015)   apontam a existência inclusive de um possível impacto da interação com esses   equipamentos com os hábitos de higiene identificados em escolares. São identificadas   ainda evidências substanciais sobre as relações entre a interação com esses   equipamentos e os índices de massa corporal das crianças (p.e. Melvelik et al., 2015).</p>     <p>Tomando como base o contexto   brasileiro, Felício (2011) identificou a existência de uma forte associação   entre a interação com aparelhos eletrônicos por parte de crianças do ensino   fundamental e o seu desempenho em tarefas com demandas de capacidades físicas   como a flexibilidade, agilidade e o equilíbrio. Mais especificamente, este autor   identificou que crianças que permaneciam maior tempo diário em contato com   equipamentos eletrônicos como o vídeo game, aparelho celular e computador   apresentavam índices de desempenho relativamente baixos nas capacidades físicas supracitadas.</p>     <p>Yuji (1996), por meio de um estudo   envolvendo videogames sugere que, grande parte dos games estimularia o   processamento de informação, sobretudo aqueles que se assemelham a tarefas   motoras típicas dos contextos esportivos. Em especial, a tomada de decisão   poderia ser consideravelmente estimulada a partir da prática de alguns games.   Contudo, esse estudo foi desenvolvido num período anterior aos simuladores   existentes nos dias atuais, o que pode comprometer possíveis comparações.   Straker et al. (2011) apresentam evidências de contribuições de contribuições   efetivas dos videogames ao processo de desenvolvimento motor de crianças com   problemas de coordenação, contudo apontam a existência de grande lacuna na área sobre o assunto.</p>     <p>Diante da escassez de estudos   orientados a este tema, é justificada a necessidade de se desenvolver um estudo   orientado a esta investigação. Vale ainda ressaltar que existem lacunas sobre   este tema associados à classe econômica, visto que é possível que existam   diferenças em oportunidades motoras e também no contato com aparelhos eletrônicos entre as diferentes classes sociais.</p>     <p>Assim, o presente estudo buscou   identificar se existe associação entre o tempo semanal com aparelhos   eletrônicos e o nível de desenvolvimento motor apresentado por escolares do   ensino fundamental. Além disso, pretendeu-se também identificar a existência de   possíveis associações entre esse grau de interação com aparelhos eletrônicos e a classe econômica da criança.</p> </font>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>MÉTODO</b>    </font></p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b></b></font><font face="Verdana" size="2"><b>Participantes</b>    </font></p> <font face="Verdana" size="2">     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Participaram   desse estudo 44 crianças (média de 7 anos e 8 meses e desvio padrão = 5 meses),   sendo 27 do sexo masculino e 17 do sexo feminino alunas de duas escolas   localizadas na zona norte do município de São Paulo, uma pública e outra   privada. Todos os participantes tiveram sua participação autorizada na pesquisa   por seus pais ou responsáveis por meio de Termo de Consentimento Livre e   Esclarecido. Além disso, o presente estudo foi previamente aprovado no Comitê de Ética da Universidade Cidade de São Paulo sob o parecer n.1.510.638.</p> <b>Instrumentos, Procedimentos e Análise</b>      <p>A avaliação do nível sócio econômico das crianças participantes teve como   base os critérios de estratificação adotados pela Associação Brasileira de Empresas de Pesquisa (ABEP, 2015).</p>     <p>Todas as crianças responderam a um questionário que teve como base   estimar o tempo destinado de interação com aparelhos eletrônicos (conf. Burke &amp;   Pepper, 2002). Vale ressaltar que as respostas das crianças por amostragem   foram comparadas a de seus pais/responsáveis, para os quais se alcançou um índice de concordância de 0.78 (conf. Thomas, Nelson, &amp; Silverman, 2011).</p>     <p>Todas as crianças autorizadas foram submetidas, individualmente, aos   testes motores de locomoção e de manipulação de objetos previstos na bateria de   Testes de Desenvolvimento Motor Global (TGMD) (conf. Ulrich, 2000). As três   tentativas de execução de cada tarefa motora foram filmadas por meio de uma   câmera Digital Canon Powershot 16.0 MP, LCD 3.0. Em seguida, os dados foram   analisados por meio de dois avaliadores, para os quais também se estabeleceu um índice de concordância que atingiu os critérios mínimos de 0.84.</p>     <p>Por meio da   lista de checagem do TGMD foi estabelecida uma pontuação correspondente ao   nível de desempenho alcançado em cada tarefa por parte das crianças. Os dados   de avaliação do desempenho motor no TGMD foram correlacionados aos valores de   tempo médio semanal destinado ao uso de aparelhos eletrônicos, por meio do   teste de Correlação de <i>Pearson</i> do   Pacote <i>Statistic for Windows </i>versão   8.0 Stat Soft, para os quais se estabeleceu um intervalo de confiança de p&lt;0.005. </p>     <p>Para fins   de análise de dados, em primeiro lugar, os escores correspondentes ao   desempenho motor no teste TGMD foram analisados conjuntamente. Num segundo   momento, foram analisados os escores dos testes em habilidades de locomoção e   manipulação isoladamente. Em contrapartida, no que tange aos dados de classe   econômica, num primeiro momento, preocupou-se em estabelecer uma correlação com   todos os dados. A posteriori, procurou-se estabelecer as correlações tomando como base a estratificação em classes AB e C.</p> </font>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>RESULTADOS</b>    </font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>A análise de dados sugere a existência de uma correlação entre o   desempenho de interação com aparelhos eletrônicos e o desempenho motor,   conforme o teste TGMD. <i>Pearson </i>X<sup>2   </sup>(2, n=44) = 0.40, p=0.0006 (<a href="/img/revistas/mot/v14n1/14n1a26f1.jpg">Fig. 1</a>). Contudo, esta correlação pode ser   considerada fraca. Ao se levar em consideração as variáveis Locomoção e   Manipulação em separado, também foram identificadas correlações,   respectivamente <i>Pearson </i>X<sup>2 </sup>(2,   n=44) = 0.37, p=0.001 e <i>Pearson </i>X<sup>2   </sup>(2, n=44) = 0.33, p=0.002, respectivamente, ambas também consideradas fracas.</p>     
<p>Contudo, ao se levar em consideração os agrupamentos por classes   econômicas, AB e C, não foi encontrada correlação entre a interação com   aparelhos eletrônicos e o TGMD para a classe C (<a href="/img/revistas/mot/v14n1/14n1a26f2.jpg">Fig. 2</a>). Em contrapartida, foi   identificada correlação positiva entre o tempo de interação com aparelhos e o   TGMD na classe AB (<a href="/img/revistas/mot/v14n1/14n1a26f3.jpg">Fig. 3</a>), <i>Pearson </i>X<sup>2   </sup>(2, n=14) = 0.76, p=0.001. Vale ressaltar que esta correlação também é   identificada ao se levar em consideração as variáveis Locomoção <i>Pearson </i>X<sup>2 </sup>(2, n=14) = 0.64,   p=0.001 e Manipulação <i>Pearson </i>X<sup>2 </sup>(2, n=44) = 0.66, p=0.0009, separadamente. </p>     
]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>DISCUSSÃO e CONCLUSÕES</b>    </font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>Ao contrário do que poderia ser   esperado, os resultados apontam para uma correlação positiva entre o tempo de   interação com aparelhos eletrônicos e o nível de desempenho motor pelo teste   TGMD. Os resultados obtidos em relação aos níveis de desenvolvimento motor não   corroboram estudos que identificaram prejuízos à composição corporal (p.e. Melvick et al., 2015) e às capacidades físicas (Felício, 2011).</p>     <p>Esta associação é mais consistente,   quando há uma estratificação das classes econômicas. Em especial, nas classes   AB, conjuntamente, identifica-se uma associação entre os níveis de desempenho   motor e o tempo destinado ao contato com aparelhos eletrônicos. Uma possível   explicação para esses resultados se deve ao contexto social da cidade de São   Paulo, marcado por uma redução substancial do tempo destinado a atividades ao   ar livre e de brincadeiras de rua, mais especificamente entre as crianças de   classes economicamente favorecidas. Um dos possíveis desdobramentos deste   contexto tem sido o aumento crescente no contato com aparelhos eletrônicos.   Contudo, diante de tanta falta de opções de lazer e práticas esportivas, é   possível que os próprios equipamentos eletrônicos assumam um papel destaque no   processo de estimulação motora das crianças. Em razão do pouco tempo dos pais   ou responsáveis muito envolvidos com suas demandas de suas atividades   profissionais, as crianças passariam mais tempo envolvidas de forma relativamente autônoma com aparelhos eletrônicos.</p>     <p>Tal fato, não aconteceria entre as   populações de mais baixa renda, em virtude de seu acervo motor ser mais   caracterizado por práticas corporais variadas. Nas regiões mais periféricas da   cidade de São Paulo, em que pese as mudanças associadas ao aumento da   criminalidade e do trânsito, as práticas corporais realizadas em contextos mais   livres pode ser considerada importante. Essas diferenças reforçam os achados de   Teixeira et al.aboradores (2010) que identificaram importantes associações   entre o nível sócio-econômico e a natureza das dificuldades motoras identificadas em crianças.</p>     <p>Entretanto, essas inferências só   podem ser feitas na medida em que houver uma melhor delimitação sobre o tipo de   aparelho eletrônico, como televisão, videogames, computadores, aparelhos de   celular, tablets e ipads, o que fugiu ao escopo deste estudo exploratório.   Seria fundamental ainda, a existência de uma categorização mais efetiva dos   tipos de jogos praticados, visto que da natureza dos games, os seus impactos   sobre o desenvolvimento motor e aquisição de habilidades poderiam ser diferentes   (Yuji, 1996). Assim, é possível que alguns jogos praticados estimulem mais o   nível decisório, ao passo que outros, o nível efetor do mecanismo de processamento de informações.</p>     <p>O acompanhamento do tipo de jogo   praticado pela criança por parte de seus pais seria crucial, não somente em   razão de seu eventual gasto energético e de suas relações com o sedentarismo e sobrepeso, mas também em face de suas possibilidades de estimulação motora.</p>     <p>Vale ressaltar ainda as possíveis   implicações associadas ao gênero e o desenvolvimento motor, visto que é   possível que meninas estabeleçam uma forma e tempo de interação com aparelhos   eletrônicos relativamente diferentes dos meninos e até mesmo pelo fato de suas   diferenças de repertório motor, o que incita a necessidade de futuros trabalhos que controle esta variável.</p>     <p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>REFERÊNCIAS</b></font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Associação Brasileira de Empresas de Pesquisa (2014)  <a href="http://www.abep.org" target="_blank">www.abep.org</a> –  abep@abep.org. Data de acesso: 11/04/2017.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=376647&pid=S1646-107X201800010002600001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <!-- ref --><p>Hinkley, T., Carson, V.,   &amp; Hesketh, K. D. (2014). Physical environments, policies and practices for   physical activity and screen-based sedentary behaviour among reschoolers within   childcare centres in Melbourne, Australia and Kingston Canada. <i>Child, Care, Health and Development, 41(</i>1), 132-138.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=376649&pid=S1646-107X201800010002600002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Soos, I., Biddle, S. J. H.,   Ling, J., Hamar, P., Sandor, I., Boros-Balint, J., Szabo P., &amp; Simonek J.   (2014). Physical Activity, sedentary behavior, use of electronic media and snacking among youth: an international study. <i>Kinesiology, 46</i>(2), 155-163.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=376651&pid=S1646-107X201800010002600003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Dorey, E., Roberts, V.,   Maddison, R., Meagher-Lundberg, P., Dixon, R., &amp; Ni Mhurchu, C. (2009).   Children and television watching: a qualitative study of New Zealand parents’   perceptions and views. <i>Child, Care, Health and Development, 36</i>(3), 414-420.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=376653&pid=S1646-107X201800010002600004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Nuutinen, T., Ray, C., &amp; Roos, E. Do computer use,   TV viewing, and the presence of the media in the bedroom predict school-aged children’s sleep habits in a longitudinal study? <i>Biomedical Center Public Health, 13</i>(684), 1-8.</p>     <!-- ref --><p>Jiang, X, Hardy, L.L., Baur, L.A. Ding, D., &amp; Wang   L. (2015). Sleep duration, schedule and quality among urban chinese children and adolescents: associations with routine after-school activities. <i>Plos One, 22(</i>1), 2-12.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=376656&pid=S1646-107X201800010002600006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Straker, L. M., Campbell, A. C., Jensen, L. M.   Metcalf, D. R., Smith, A. J., Abbott, R. A. Pollock, C. M., &amp; Piek, J. P.   (2011). Rationale, design and methods for a randomized and controlled trial of   the impact of virtual reality games on motor competence, physical activity, and   mental health in children with developmental coordination disorder. <i>Biomedical Center Public Health, 11</i>(654), 2-12.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=376658&pid=S1646-107X201800010002600007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Melkevik, O., Haug, E., Rasmussen, M., Fismen, A. S.,   Wold, B., Borraccino, A., Sigmund, E., Balazsi, R., Bucksch, J., Inchley, J.,   Matos, M. G., &amp; Samdal, O. (2015). Are associations between electronic   media use and BMI different across levels of physical activity? <i>Biomedical Center Public Health, 15</i>(497), 2-10.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=376660&pid=S1646-107X201800010002600008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Teixeira, R., Oliveira, D. L., &amp; Dantas, L. E. P. B.   T. (2010). Dificuldades motoras na infância: relações com as condições sociais   e econômicas. <i>Science in Health, 1</i>(1), 25-34.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=376662&pid=S1646-107X201800010002600009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Felício, P. F. V. (2011). Movimento Ecológico. <i>Science in Health, 2</i>(2), 120-122.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=376664&pid=S1646-107X201800010002600010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Yuji H. (1996). Computer games and information-processing   skills. <i>Perceptual and Motor Skills, 83</i>(2), 643-647.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=376666&pid=S1646-107X201800010002600011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Ulrich, D. A. (2000). <i>Test of motor development.</i> Austin: Pro-Ed.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=376668&pid=S1646-107X201800010002600012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Burke A., &amp; Peper E. (2002). Cumulative trauma   disorder risk for children using computer products: Results of a pilot investigation with a student convenience sample. <i>Public Health Reports, 117</i>(1), 350-358.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=376670&pid=S1646-107X201800010002600013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p> </font>     <p><font size="2" face="Verdana">Thomas, J. R., Nelson, J. K., Silverman, S. L. (2012).   <i>Métodos de pesquisa em atividade física.</i> Artmed, Porto Alegre.</font><font size="2" face="Verdana"></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Agradecimentos:</b>    <br>   Nada a declarar<b>    <br>   Conflito de   Interesses:</b>    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>   Nada a declarar<b>    <br> Financiamento:    <br> </b></font><font size="2" face="Verdana">Nada a declarar</font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <i><a name="end"></a></i><a href="#top">Correspond&ecirc;ncia para:</a> Programa de P&oacute;s-Gradua&ccedil;&atilde;o em  Educa&ccedil;&atilde;o F&iacute;sica da Universidade S&atilde;o Judas Tadeu. Rua Milit&atilde;o Barbosa de Lima,  132, Centro, S&atilde;o Bernardo do Campo, S&atilde;o Paulo, Brazil. CEP: 09790-420. <i>E-mail</i>: <a href="mailto:bocaliniht@hotmail.com">bocaliniht@hotmail.com</a></font>      ]]></body><back>
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