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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Melhoria do valor nutricional do brownie utilizando farinha do mesocarpo externo do pequi (Caryocar brasiliense camb)]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The objective of this study was to develop a brownie with the flour from external mesocarp of pequi as a substitute for wheat flour, to improve the nutritional value of the product. The flour was obtained with the peels after being treated and sliced, exposed to the sun, when they were brittle, and then transformed into flour. This was used in a standard brownie recipe and it was performed partial substitutions in wheat flour. A sensory analysis was performed to identify the acceptance. The results were statistically analysed with one-way factor analysis and Tukey's test. The chemical interpretation of the brownies was carried out by a previous analysis of the pequi peel flour and the use of the brazilian table of food composition for the other brownie ingredients. The samples control, 12.5% and 25% obtained better acceptance and purchase intention, there was nutritional improvement of all the samples and reduction costs of the recipe with addition of pequi peel flour. We conclude that the use of pequi peel flour is feasible for culinary recipes, increasing nutritional value and lowering costs.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><b><font face="Verdana" size="2"> ARTIGO ORIGINAL&nbsp;&nbsp; |&nbsp;&nbsp; ORIGINAL ARTICLE</font></b></p>     <p>&nbsp;</p>      <p><font size="4" face="Verdana"><b>Melhoria do valor nutricional do brownie utilizando farinha do mesocarpo externo do pequi (Caryocar brasiliense camb)</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Improvement of   Brownie nutritional value using flour from external mesocarp of pequi (Caryocar brasiliense   camb)</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>      <p><font size="2" face="Verdana"><b><a name="top"></a></b>Jadas Reis Filho<sup>1</sup>; Iramaia Bruno   Silva Lustosa<sup>1,2</sup>; Rafaella Maria   Monteiro Sampaio<sup>1,2</sup>; Marta da Rocha Moreira<sup>1</sup>; Vanessa Duarte   de Morais<sup>1</sup>; Verlaine Suênia Silva de Sousa<sup>1</sup></font></p> <font face="Verdana" size="2"><sup>1</sup><i>Centro Universit&aacute;rio Est&aacute;cio do Cear&aacute;,  Fortaleza, Brasil</i>    <br> <sup>2</sup><i>Universidade de Fortaleza, Fortaleza,  Brasil</i></font>     <p><font face="Verdana" size="2"><a href="#end">Correspond&ecirc;ncia para</a> </font></p> <font face="Verdana" size="2">     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> </font> <hr noshade size="1"> <font face="Verdana" size="2">     <p><b>RESUMO</b></p>     <p>O principal objetivo desse trabalho foi   desenvolver um brownie com a farinha do mesocarpo externo do pequi para   substituições na farinha de trigo e com isso, melhorar o valor nutricional do   produto. A obtenção da farinha foi realizada com as cascas depois de tratadas e   fatiadas, expostas ao sol, quando estavam quebradiças, foram transformadas em   farinha, essa foi utilizada em uma receita de padrão de brownie e realizada   substituições parciais na farinha de trigo. Foi feita uma análise sensorial   para identificar a sua aceitação. Com os resultados foram feitos testes   estatísticos (ANOVA e teste de Tukey). A interpretação química dos brownies   foram realizadas por análise já realizada da farinha da casca do pequi e pela   utilização da tabela brasileira de composição dos alimentos para os demais   ingredientes do brownie. As amostras controle, 12,5% e 25% obtiveram melhor   aceitação e intenção de compra, houve melhora nutricional de todas as amostras   e diminuição dos custos da receita, com acréscimo da farinha da casca do pequi.   Concluímos que a utilização da farinha da casca do pequi é viável para receitas culinárias, aumentando o valor nutricional e diminuindo os custos.</p>     <p><b>Palavras-chave:</b> alimento funcional, fibra alimentar, casca.</p> </font> <hr noshade size="1"> <font face="Verdana" size="2">     <p><b>ABSTRACT</b></p>     <p>The objective of this study was to develop a   brownie with the flour from external mesocarp of pequi as a substitute for   wheat flour, to improve the nutritional value of the product. The flour was   obtained with the peels after being treated and sliced, exposed to the sun,   when they were brittle, and then transformed into flour. This was used in a   standard brownie recipe and it was performed partial substitutions in wheat   flour. A sensory analysis was performed to identify the acceptance. The results   were statistically analysed with one-way factor analysis and Tukey's test. The   chemical interpretation of the brownies was carried out by a previous analysis   of the pequi peel flour and the use of the brazilian table of food composition   for the other brownie ingredients. The samples control, 12.5% and 25% obtained   better acceptance and purchase intention, there was nutritional improvement of   all the samples and reduction costs of the recipe with addition of pequi peel   flour. We conclude that the use of pequi peel flour is feasible for culinary recipes, increasing nutritional value and lowering costs.</p>     <p><b>Keywords:</b> functional food, dietary fiber, peel.</p> </font> <hr noshade size="1">     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="3" face="Verdana"><b>INTRODUÇÃO</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>O   Brasil é um país que possui grandes dimensões, além disso tem a mistura de   várias culturas, que trouxeram suas particularidades e tradições, afetando   nossa culinária e favorecendo contato a outras fontes alimentares que se   tornaram parte de cada uma de suas regiões. Estes são conhecidos como alimentos   regionais, que possuem fácil acesso e disponibilidade em suas regiões   específicas, participando com maior facilidade do dia-a-dia das famílias e trazendo também seus diversos benefícios a saúde (Brasil, 2015).</p>     <p>O   pequi, considerado um alimento regional, pelo seu fácil acesso e por participar   do costume de muitas famílias em algumas localidades, não somento no nosso   estado, mas também no Brasil. O significado da palavra vem da língua tupi: py =casca e qui = espinho (Carraza &amp; D´Ávila, 2010).</p>     <p>O   fruto é constituído pelo epicarpo, mesocarpo externo, mesocarpo interno e o   endocarpo, sendo que, formado em sua grande parte de casca com 62%, o caroço   com 29% e sua polpa com somente 9% (Carraza &amp; D´Ávila, 2010; Marques,   2001,). Nele são encontrados altos níveis de diferentes nutrientes que são   carotenoides, vitamina C, zinco e polifenóis (Almeida, et al., 1998,   Azevedo-Meleiro &amp; Rodrigues-Amaya, 2004; Boas et al., 2012; Miranda-Vilela, et al., 2009; Oliveira, et al., 2006; Roesler et al., 2007).</p>     <p>Além   de ser um fruto rico em vários nutrientes importantes para o nosso organismo,   os estudos mostram que a utilização do pequi acarreta inúmeros benefícios a   saúde. Além de ser um alimento regional, traz os benefícios como antioxidante,   anti-inflamatório, melhora de dislipidemias, diminuição doenças   cardiovasculares, carcinogênese e controle da glicemia (Aguiar, et al., 2012;   Bezerra, Barros, &amp; Coelho, 2015; Colombo et al., 2015; Miranda-Vilela, et   al., 2011; Montalvão, et al., 2016; Oliveira, 2010; Ribeiro et al., 2013; Torres, et al., 2016).</p>     <p>A   casca também possui um alto valor nutricional, estudos comprovam seus   benefícios anti-inflamatório e antioxidantes, que podem com isso levar também a   melhora de dislipidemias, doenças cardiovasculares e diminuição de células cancerígenas (Miguel, 2011; Monteiro, et al., 2015; Rocha et al., 2015). </p>     <p>O   principal objetivo desse estudo foi desenvolver um brownie com a farinha do   mesocarpo externo do pequi, para substituir de forma parcial a farinha de trigo e com isso, melhorar o valor nutricional do produto.</p>     <p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>MÉTODO</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>Trata-se de um estudo transversal, descritivo e experimental.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Os   frutos do pequi (Caryocar brasiliense camb.) foram adquiridos no comércio   varejista localizado no município de Tianguá, estado do Ceará. Para a obtenção   da farinha foi retirada a polpa comestível do pequi, os frutos foram lavados em   água corrente, logo após sanificadas, por imersão em solução hipoclorito de   sódio por 15 minutos e lavadas em água corrente para retirar o hipoclorito de   sódio. Foi feita a retirada do epicarpo do fruto e feita a separação do mesocarpo externo do mesocarpo interno (Couto, 2007).</p>     <p>O   mesocarpo externo foi cortado em fatias finas e distribuído homogeneamente em   jiraus de madeira telados com náilon permitindo a livre circulação de ar por   entre as camadas a ser seca. As cascas fatiadas foram, então, expostas ao sol   até que se apresentem quebradiças, em condições próprias para serem moídas, em   liquidificador industrial de aço inoxidável, para a produção da farinha da   casca do pequi que, nesse caso, levou de quatro a seis dias. Depois de   produzida, essa farinha foi homogeneizada e acondicionada em depósitos e estocada em local seco, arejado, à temperatura ambiente (± 25ºC) (Couto, 2007).</p>     <p>Para   avaliar a qualidade dos brownies formulados   com diferentes níveis de substituição de farinha de trigo (FT) por farinha da   casca do pequi (FCP), utilizou-se um delineamento inteiramente casualizado   (DIC), com o controle, onde não houve utilização da FCP, e mais quatro   tratamentos, substituindo em partes a FT por FCP (12,5%, 25%, 37,5%, e 50%) e   quatro repetições.  O controle foi   formulado com 240 g de FT sem FCP, enquanto os demais utilizaram,   respectivamente, para FT e FCP, 210 g e 30 g, 180 g e 60 g, 150 g e 90 g, 120 g   e 120 g (Soures Júnior, et al., 2009). Os outros ingredientes da formulação   permaneceram iguais (240 g de açúcar, 200 g de chocolate em pó, 200 g de manteiga e 200 g de ovos).</p>     <p>Para   o preparo dos brownies primeiro os ovos,   a manteiga e o açúcar foram transferidos para uma batedeira doméstica e   misturados até formar um creme homogêneo. Em seguida, foi adicionado a FT e a   FCP previamente misturada a FT, acrescentou-se o chocolate em pó e o fermento   químico e misturou-se. Foram assados em forno pré-aquecido de 180 ºC por 20 minutos.</p>     <p>Após   assados, os brownies foram resfriados em temperatura ambiente, embalados em   papel alumínio e acondicionados em reservatórios plásticos fechados, por, no máximo, 24 horas, até o momento da análise.</p>     <p>Análise   foi feita por meio do teste de aceitabilidade, com 100 consumidores,   selecionados em função da disponibilidade e interesse em participar do teste. A degustação foi realizada a nível laboratorial e em cabines individuais.</p>     <p>Os participantes   foram esclarecidos sobre os objetivos da pesquisa, bem como acerca de seus   direitos a serem resguardados, por meio do termo de consentimento livre e   esclarecidos, respeitando a Resolução nº 510/16, do Conselho Nacional de Saúde   (Brasil, 2016), que regulamenta os aspectos ético-legais da pesquisa em seres   humanos, com a aprovação do Comitê de Ética em pesquisa do Centro Universitário   Estácio do Ceará, com o número do parecer 2.059.756. Foram preservados os   preceitos bioéticos fundamentais de respeito ao indivíduo, da autonomia, da beneficência e da justiça.</p>     <p>As   amostras foram classificadas de acordo com a indicação da tabela de números   aleatórios. Os parâmetros de sabor, textura, aroma e aparência foram avaliados   com o auxílio da escala hedônica estruturada mista de nove pontos, que variou   de um, para “desgostei extremamente”, a nove, para “gostei extremamente”,   contendo um ponto intermediário com o termo “nem gostei, nem desgostei”. Foi   avaliado também a intenção de compra da amostra que o participante mais gostou,   atribuindo uma nota que variava de um para “certamente não compraria” a cinco, para “certamente compraria” (Faria &amp; Yotsuyanagi, 2002).</p>     <p>Os   dados foram analisados pelos testes estatísticos de análise de fator único   (ANOVA) e teste de Tukey. Para realizar os resultados foi utilizado o programa   Past Statistics versão 3.15 (Oslo, Noruega). Para fazer a análise da FCP, foi   utilizado os valores encontrados no estudo de Soures Júnior et al. (2010), que realizou a exame química a nível laboratorial. Na avaliação dos outros   produtos constituintes do brownie foram utilizados os valores da Taco (2011)   (Tabela Brasileira de Composição de Alimentos), que foi composto em um plano de   amostragem que garantiu valores representativos, com análises realizadas por   laboratórios com capacidade analítica comprovado através de estudos interlaboratoriais, a fim de assegurar a confiabilidade dos resultados.</p> </font>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="3" face="Verdana"><b>RESULTADOS E DISCUSSÃO</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>Para realizar o   desenvolvimento de um brownie com a farinha do mesocarpo externo do pequi,   visando a substituição de forma parcial a farinha de trigo e com isso, melhorar   o valor nutricional do produto foram realizadas três desidratações. Ao realizar   as desitratações nesses frutos foram constatadas valores de 72,5%, 77,3% e   74,5% de casca nos frutos do pequi (Caryocar brasiliense camb.), com um valor   médio e desvio padrão de 74,8%±2,41, mostrando que ele possui um nível elevado   desse constituinte. O estudo de Carraza e D’ávila (2010) achou valor menor da   proporção da casca de somente 61,6%, na pesquisa de Campos, et al. (2016),   Moura, Chaves, e Naves (2013), Roesler et al. (2007), encontraram   respectivamente 80,8%, 76,5%, 75,2% que são bem próximos ao resultado encontrado no atual estudo.</p>     <p>Após as desidratações foram   encontrados valores de 18,5%, 19,5% e 19,3% de rendimento das cascas, com um   valor médio e desvio padrão de 19,1%±0,53. Com resultados bem próximo ao   encontrado nesse estudo, Couto (2007) alcançou 18,09% de valor final, este   utilizou a mesma metodologia para desidratação casca que o atual estudo. As   análises realizadas por Cardoso et al. (2014) e Campos (2016) que utilizaram   estufas a gás, obtiveram valores bem diferentes em seus resultados finais com 18,03% e 34,75%.</p>     <p>O valor médio e   desvio-padrão em relação aos critérios de aparência, textura, sabor e aroma,   obtidos através da análise sensorial realizada com os 100 consumidores, e as   comparações entre esses resultados das substituições de FT pela FCP, das amostras entre si pelo teste de Tukey, estão dispostos na <a href="/img/revistas/mot/v14n1/14n1a28t1.jpg">Tabela 1</a>.</p>     
<p>O quesito da aparência o brownie controle, 12,5% e 25% foram as   amostras que obtiveram as melhores notas na escala hedônica de 9 pontos, com   valores entre 8 e 7 (gostei muito e gostei moderadamente) e as amostras 37,5% e   50% foram inferiores, respectivamente com notas 6 e 5 (gostei ligeiramente e   nem gostei, nem desgostei). O controle não diferiu das amostras 12,5% e 25% (P   &gt; 0,05), mas diferiu dos tratamentos de 37,5% e 50% (P &#8804; 0,05), o que   demonstra que até 25% da FCP os avaliadores não observaram qualquer diferença entre as amostras ofertadas.</p>     <p>O estudo feito por Soares   Júnior et al. (2009) que fez os mesmos valores de substituição da FCP em cookie<i>s</i> observou melhores pontuação também no   seu controle, 12,5% e 25%, e seu controle não diferiu das amostras de 12,5% e   25% (p &gt; 0,05), sendo que a amostra de 25% nesse quesito conseguiu melhor   pontuação que as demais. A análise de Souza, Silva, &amp; Plácido (2015) que   fez substituições da FCP em iogurte com valores de 0,5%, 1,0% e 1,5%, o   controle obteve nota superior nessa característica com 8 (gostei muito), e as   demais amostras com notas entre 6 e 5 (gostei ligeiramente e nem gostei, nem   desgostei), e o resultado do controle diferiu das outras amostras (p &#8804; 0,05).</p>     <p>Na   pesquisa de Couto (2007) que elaborou pães de forma utilizando também a FCP,   obteve melhores notas tanto em seu controle e nas amostras que possuíam menor   quantidade de substituição (5% e 10%) e notas inferiores nas que tinham maior   (15% e 20%). A FCP tem cor diferente da FT, sendo uma cor amarela, o que pode   ter afetado nesse critério, o estudo de Couto (2007) observou a mesma diferença na cor da FCP.</p>     <p>Para   o critério da textura o controle, 12,5% e 25% obtiveram as melhores notas, com   valores entre o 8 e 7, já as amostras de 37,5% e 50% obtiveram notas   inferiores, respectivamente 6 e 5. Com relação ao teste de Tukey, controle não   foi diferente em relação aos resultados das amostras de 12,5% e 25% (p &gt;   0,05), mas variou para 37,5% e 50% (p &#8804; 0,05). Até a substituição de 25%   os resultados foram satisfatórios e próximos entre si para esse critério, a FCP   é rica em fibras, de acordo com Siqueira, et al. (2012), Provin (2012),   Monteiro, et al. (2015), em sua maior parte, nas solúveis que absorvem mais   líquidos e deixou a textura das amostras de 37,5% e 50% mais secas do que as que possuíam menor valor de substituição.</p>     <p>O   estudo de Souza Júnior et al. (2009) obteve melhores notas nos cookies   controle, 12,5% e 25%, porém ao comparar as cinco amostras, elas não diferiram   entre si (p &gt; 0,05), nessa característica a substituição de 25% conseguiu   melhor pontuação. A pesquisa de Souza, Silva, e Plácido (2015) obteve melhor   nota para o seu iogurte controle, sendo que o valor médio da sua nota divergiu   das demais amostras (p &#8804; 0,05), porém as amostrar com as substituições   não diferiram entre si (p &gt; 0,05). Na análise de Couto (2007), o controle, 5% e 10% conseguiram melhor aceitação dos entrevistados.</p>     <p>Os   valores com relação ao sabor, outra vez o controle, 12,5% e 25%, obtiveram os   melhores resultados pela escala hedônica, com valores entre 7 e 8, porém as   substituições de 37,5% e 50% tiveram notas muito inferiores, respectivamente 5   e 4 (nem gostei, nem desgostei e desgostei ligeiramente), não somente com as   outras três amostras, mas também se confrontar suas notas nos outros critérios   do questionário. Na comparação das amostras entre si, o controle não foi diferente de 12,5% e 25% (p &gt; 0,05), mas foi desigual ao de 37,5% e 50%.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>No   estudo Soares Júnior et al. (2009), as melhores notas foram para o controle,   12,5% e 25% e as três amostras não diferiram entre si (p &gt; 0,05), e nas de 37,5%   e 50% foi constatado notas inferiores as demais. A análise realizada por Souza,   Silva, Plácido (2015), o resultado do controle divergiu das demais amostras (p   &#8804; 0,05), e as amostras de 0,5% e 1,0% não diferiram entre si (p &gt; 0,05).</p>     <p>Na   pesquisa feita por Couto (2007) o seu controle e 5% de substituição obtiveram   melhores resultados na escala hedônica, com gostei extremamente e gostei muito,   na adição de 10% a melhor avaliação foi gostei regularmente, para as amostras   de 15% e 20% foram desgostei ligeiramente. Os resultados do atual estudo e o   dos aqui comentados, demostram que valores mais elevados da substituição da FCP interferem profundamente no quanto ao quesito sabor.</p>     <p>A   FCP tem um sabor amargo proeminente, que são mais notáveis nas substituições que   possuem maior quantidade, após pesquisas sobre como resolver esse fator que   atrapalha esse quesito, segundo Nascimento (2003), é possível melhorar esse   problema realizando uma técnica antes de realizar a desidratação das cascas, que consiste em fazer a maceração e trocas de águas das cascas.</p>     <p>Com   relação a característica do aroma, novamente o controle, 12,5% e 25%   conseguiram melhores escores com a nota de 7 pela escala hedônica, as amostras   de 37,5% e 50% obtiveram nota inferiores sendo respectivamente, 6 e 5 na   pontuação. Em relação a comparação entre as amostras, o controle não diferiu de   12,5% e 25% (p &gt; 0,05), porém desigual para 37,5% e 50% (p &#8804; 0,05).   Assim como o acontecido no sabor, o aroma da FCP se sobressai bastante, sendo que a melhor aceitação é somente até a amostra de 25%.</p>     <p>A   análise de Soares Júnior et al. (2009), suas amostras com melhores pontuações   foram o controle, 12,5% e 25%, sendo que elas não diferiram entre elas (p &gt;   0,05), nesse quesito as amostras de 12,5% e 25% também não divergiram das   amostras de 37,5% e 50% (p &gt; 0,05), apesar de possuir notas inferiores. Na   pesquisa de Souza, Silva, Plácido (2015) o resultado do controle e da   substituição de 0,5% não foram diferentes entre si (p &gt; 0,05), as amostras   com a FCP não divergiram entre si (p &gt; 0,05). Os resultados de Couto (2007) constataram melhores pontuações nas suas amostras, controle, 5% e 10% da FCP.</p>     <p>Os   participantes da análise sensorial além de avaliarem esses quatro atributos   referentes as características das amostras dos brownies, também pontuaram qual   dessas eles tinham maior intenção de compra, o valor em porcentual desse   resultado de acordo com os 100 participantes da pesquisa, está disposto na <a href="#t2">Tabela 2</a>.</p>     <p><a name="t2"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/mot/v14n1/14n1a28t2.jpg" width="372" height="189"></p>     
<p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Como relação as   características, o controle obteve melhores pontuações e melhor resultado em   relação a intenção de compra, atingiu 42%, as amostras de 12,5% e 25% também   tiveram uma boa intenção respectivamente com 34% e 16%, as amostras de 37,5% e   50% como foi possível observar através da análise sensorial, não obtiveram boas   notas em relação suas características pontuadas através desse estudo, devido as   alterações causadas pela maior quantidade na utilização da FCP, logo não obtiveram uma alta quantidade na intenção de compra.</p>     <p>A análise de Soares Júnior   et al. (2009), também obteve maior intenção de compra para as amostras   controle, 12,5% e 25%, e um baixo resultado para esse critério nas de 37,5% e   50%. A pesquise de Souza, Silva, 6 Plácido (2015) o controle obteve maior   intenção de compra, porém as amostras de 0,5% e 1,0% também conseguiram bons   resultados. Isso demonstrou que a utilização de uma maior quantidade da FCP,   principalmente sem o devido tratamento para amenizar as alterações nos quesitos   sabor e aroma, causam alterações sensoriais significativas, que levam a diminuição da intenção de compra.</p>     <p>No estudo feito por   Guimarães, Freitas, Silva (2010), que elaborou bolos feitos com a farinha da   entrecasca da melancia, conseguiram praticamente a mesma intenção de compra   para as todas amostras realizadas pela pesquisa, que foram controle, 7% e 30%.   As amostras de biscoitos realizado com a farinha da casca do limão com   substituições de 5% e 10%, por Santos, Storck, &amp; Fogaça (2014) obteve maior   intenção de compra para a amostra de 5%, porém resultados satisfatórios para a   amostra de 10%. Na análise de Souza et al. (2016), que fez bebidas lácteas com   a utilização da farinha da casca da jabuticaba com a adição de 5% nos produtos, obteve também boa intenção de compra nas amostras desenvolvidas.</p>     <p>Em relação a composição   química dos brownies, foram analisados os carboidratos, proteínas, lipídeos e   fibras alimentares, com o valor energético total de cada amostra, também foi   mensurado o valor gasto para a produção de cada produto, de acordo com o custo de cada ingrediente, como está disposto na <a href="/img/revistas/mot/v14n1/14n1a28t3.jpg">Tabela 3</a>.</p>     
<p>O observado nas mudanças   desses nutrientes, com as substituições realizados nos brownies, tanto   carboidratos, proteínas e lipídeos das quatro amostras tiveram diminuição se   comparadas com o controle, apesar de não ser tão significativa em sua   quantidade, isso consequentemente levou também a diminuição do valor energético   total de cada um desses produtos. No teor de fibras houve um aumento   importante, o que demonstra a capacidade em relação a melhora no teor de fibra dos alimentos, devido a FCP ser rica nesse nutriente. </p>     <p>A FCP possui um valor bem   maior de fibras, aproximadamente 16 vezes a mais, se comparado a FT (Taco,   2011). De acordo com Brasil (2012), para o alimento ter a propriedade   funcional, deve seguir algumas especificações para cada nutriente, em relação   as fibras, para ser considerado fonte desse, necessita possuir em sua   constituição pelo menos 3g de fibras para cada 100g do alimento, caracterizando   a substituição de brownie, de 25% que foi a melhor aceita em relação a análise sensorial, fonte desse nutriente com 3,01g.</p>     <p>As pesquisas feitas por   Couto (2007), Soures Júnior et al. (2009) e Cardoso et al. (2014), realizaram a   nível laboratorial as análises da composição química das suas amostras,   obtiveram melhores resultados, com valores mais expressivos que o atual estudo.   Com relação aos macronutrientes, os carboidratos e lipídeos tiverem uma   significativa diminuição, o que resultou na diminuição do valor energético total e um aumento expressivo de fibras.</p>     <p>Mesmo após todo o processo   para a transformação da casca do pequi em farinha, os estudos de Leão, França, &amp;   Oliveira (2013), Lanna et al. (2014) e Campos et al. (2016), encontraram níveis   elevados de fenóis totais em sua constituição, a pesquisa de Leão et al. (2017)   também identificou níveis elevados desses compostos e de carotenoides com valor   médio de 2116,52 µg/100g. Essas pesquisas analisaram a atividade antioxidante   da FCP constatando um alto potencial nesse quesito, o pode ajudar na prevenção   e melhora de diversas doenças, diminuindo o estresse oxidativo que normalmente é um dos principais fatores envolvidos nas fisiopatologias.   </p>     <p>Após a utilização da FCP   houve diminuição nos custos entre as amostras, apesar de não ser tão   significativo a diminuição entre elas, já que o brownie não utiliza quantidade   tão elevada de farinha em sua receita. O custo do kg da FCP é inferior ao da   FT, como o pequi possui em sua maior constituinte a casca e o fruto possui   baixo custo, principalmente na época da sua frutificação, o valor final dessa farinha acaba sendo inferior ao da FT.  </p>     <p>A análise feita por Soares   Júnior et al. (2009) constatou uma diminuição bem mais expressiva nos custos   entre suas amostras, com uma diferença entre cada amostra de R$ 0,03 a menos, à   medida aumentava a proporção da FCP. Essa diminuição mais expressiva   identificada no estudo se dá tanto pelo baixo custo também identificado pela   pesquisa, mas também por cookies utilizarem valores maiores de farinhas para sua elaboração.</p> </font>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>CONCLUSÕES</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>A   FCP é uma alternativa viável para formulação de produtos alimentícios, uma vez   que as formulações propostas neste estudo foram exitosas. A melhor aceitação do   produto se deu nas substituições de até 25%, porém pode haver a melhora dos   fatores que levam a baixa aceitação, como o sabor, realizando método para   diminuir o sabor amargo, que foi observado na pesquisa. A medida que havia o   aumento da adição da FCP nas amostras, foi constatada a melhora da qualidade nutricional e diminuição do valor energético total.</p>     <p>Por   ser um fruto regional e de fácil acesso em sua época de frutificação, a   obtenção da FCP possui um baixo custo, levando a diminuição dos custos das   receitas, além de utilizar um constituinte tão expressivo do fruto e mal   aproveitado na indústria, podendo ser implementado na rotina alimentar das famílias   e ainda melhorar o estado nutricional por conta de seus benefícios. Novos   estudos devem ser feitos para melhorar os fatores que interferem na aceitabilidade da FCP quando utilizado em maior proporção.</p>     <p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>REFERÊNCIAS</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <!-- ref --><p>Aguilar, E. C.,   Jascolka, T. L., Teixeira, L. G., Lages, P. C., Ribeiro, A. C. C., Vieira, E. L.   M., Peluzio, M. C. G., &amp; Alvarez-Leite, J. I. (2012). Paradoxical effect of a pequi oil-rich diet on the development of   atherosclerosis: balance between antioxidant and hyperlipidemic properties. <i>Brazilian Journal of Medical and Biological Research, 45(</i>7), 601-609.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=376908&pid=S1646-107X201800010002800001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Almeida, S. P., Proença, C. E. B., Sano, S. M., &amp;   Ribeiro, J. F. (1998). <i>Cerrado: espécies vegetais   úteis</i>. Planaltina: EMBRAPA - CPAC.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=376910&pid=S1646-107X201800010002800002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Azevedo-Meleiro,   C. H., &amp; Rodriguez-Amaya, D. B. (2004). Confirmation   of the identity of the carotenoids of tropical fruits by HPLC-DAD and HPLC-MS. <i>Journal of Food Composition and Analysis, 117</i>(1), 385-396.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=376912&pid=S1646-107X201800010002800003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Bezerra, N. K. M. S., Barros, T. L., &amp; Coelho, N.   P. M. F. (2015). A ação do óleo de   pequi (Caryocar brasiliense) no processo cicatricial de lesões cutâneas em ratos. <i>Revista Brasileira de Plantas Medicinais, 17</i>(4), 875-880.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=376914&pid=S1646-107X201800010002800004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Boas, B. M. V.,   Gonçalves, G. A. S., Alves, J. A., Valério, J. M., Alves, T. C., Rodrigues, L.   J., Piccoli, R. H., &amp; Boas, E. V. B. V. (2012). Qualidade de pequis   fatiados e inteiros submetidos ao congelamento. <i>Ciência rural, 42</i>(5), 904-910.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=376916&pid=S1646-107X201800010002800005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Brasil. (2016). Conselho nacional de saúde - <i>Resolução nº 510, de 7 de abril de 2016</i>. Brasília.</p>     <p>Brasil. (2015).   Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção   Básica. A<i>limentos regionais brasileiros /     Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde</i> (2ª Ed.). Brasília: Departamento de Atenção Básica, Ministério da Saúde. </p>     <p>Brasil. (2012).   <i>RDC Nº 54, de 12 de novembro de 2012.</i> Ministério da Saúde. Agência Nacional de Vigilância Sanitária.</p>     <!-- ref --><p>Campos, R. P.,   Silva, M. J. F., Silva, C. F., Fragoso, M. R., &amp; Candido, C. J. (2016). Elaboração e caracterização de farinha da   casca de pequi. <i>Cadernos de Agroecologia, 11</i>(2). Disponível em: <a href="http://revistas.aba-agroecologia.org.br/index.php/cad/article/view/21507" target="_blank">http://revistas.aba-agroecologia.org.br/index.php/cad/article/view/21507</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=376921&pid=S1646-107X201800010002800009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Cardoso, A. E. S., Viana, E. S. M., &amp; Moreira, A.   P. B. (2014). Características   físico-químicas da farinha da casca do pequi (Caryocar brasiliense camb) e seu aproveitamento na elaboração de barras de cereais. <i>Anais VI SIMPAC, 6</i>(1), 209-214.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=376922&pid=S1646-107X201800010002800010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Carrazza, L.   R., &amp; D´Ávila, J. C. C. (2010). <i>Manual tecnológico de aproveitamento integral do fruto do pequi</i>. Brasília: ISPN.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=376924&pid=S1646-107X201800010002800011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Colombo, N. B.   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<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Guimarões, R. R., Freitas, M. C. J., &amp; Silva, V.   L. M. (2010). Bolos simples elaborados   com farinha da entrecasca de melancia (Citrullus   vulgaris, sobral): avaliação química, fisica e sensorial. <i>Ciência e Tecnologia de Alimentos, 30</i>(2), 354-363.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=376932&pid=S1646-107X201800010002800015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Lanna, P. P.,   Portes, A. R., Viana, E. S. M., Zatti, R. A., &amp; Silveira, D. S. A. (2014).   Caracterização bioquímica da farinha da casca do pequi (caryocar brasiliense camb.). <i>Anais VI SIMPAC, 6</i>(1), 215-220.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=376934&pid=S1646-107X201800010002800016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Leão, D. P.   (2013). <i>Avaliação comparativa do     potencial de farelo de trigo comercial e pericarpo de pequi como substratos na     produção de fibras com capacidade antioxidante</i> (Dissertação de Mestrado em Nutrição). Universidade Federal de Minas Gerais,    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=376936&pid=S1646-107X201800010002800017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> MG, Brasil.</p>     <!-- ref --><p>Leão, D. P.,   França, A. S., Oliveira, L. S., Bastos, R., &amp; Coimbra, M. A. (2017). Physicochemical characterization, antioxidant capacity, total phenolic   and proanthocyanidin content of flours prepared from pequi (Caryocar brasilense Camb.) fruit by-products. <i>Food Chemistry, 225</i>(1), 146-153.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=376938&pid=S1646-107X201800010002800018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Marques, M. C.   S. (2001). <i>Estudo fitoquímico e biológicodos extratos de pequi (Caryocar     brasiliense Camb.)</i> (Dissertação de Mestrado em Agroquímica). Universidade Federal de Lavras, Lavras.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=376940&pid=S1646-107X201800010002800019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Miguel, M. P.   (2011). <i>Ação neuroprotetora do extrato etanólico da casca de pequi em cérebros de     ratos submetidos à isquemia e reperfusão</i> (Tese de Doutorado em Ciência Animal). Universidade Federal de Goiás, Goiânia.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=376942&pid=S1646-107X201800010002800020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Miranda-Vilela,   A. L., Grisolia, C. K., Resck, I. S., &amp; Mendonça, M. A. (2009). Characterization of the major nutritional   components of caryocar brasiliense fruit   pulp by nmr spectroscopy.  Quim. <i>Nova, 32</i>(9), 2310-2313.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=376944&pid=S1646-107X201800010002800021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Miranda-Vilela,   A. L., Portilho, F. A., Araujo, V. G. B., Estevanato, L. L. C., Mezzomo, B. P.,   Santos, M. F. M. A., &amp; Lacava, Z. G. M. (2011). The   protective effects of nutritional antioxidant therapy on Ehrlich solid   tumorbearing mice depend on the type of antioxidant therapy chosen: histology,   genotoxicity and hematology evaluations. <i>Journal of Nutritional Biochemistry, 22</i>(1), 1091-1098.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=376946&pid=S1646-107X201800010002800022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Montalvão, T.   M., Miranda-Vilela, A. L., Grisolia, C. K., &amp; Santos-Neto, L. L. (2016). Anti-inflammatory Effect of Antioxidant Pequi   (Caryocar Brasiliense) Oil   Capsules and Antioxidant Effect of Vitamin D and Physical Activity on Systemic   Lupus Erythematosus Patients. <i>Journal of Rheumatic Diseases and Treatment, 2</i>(1).    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=376948&pid=S1646-107X201800010002800023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Monteiro, S.   S., Silva, R. R., Silva, M. S. C., Barin, J. S., &amp; Rosa, C. S. (2015). Phenolic compounds and antioxidant activity of   extracts of pequi peel (Caryocar   brasiliense Camb.). <i>International Food Research Journal, 22</i>(5), 1985-1992.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=376950&pid=S1646-107X201800010002800024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Moura, N. F, Chaves, L. J., &amp; Naves, R. V. (2013).   Caracterização   física de frutos de pequizeiro (Caryocar brasiliense Camb.) do cerrado. <i>Revista Árvore, 37</i>(5), 905-912.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=376952&pid=S1646-107X201800010002800025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Nascimento, M.   R. F. (2003). Características sensoriales, microbiológicas y físico-químicas de dulces em masa de cáscara de maracujá amarilllo. <i>Alimentaria, 347</i>(1), 97-100.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=376954&pid=S1646-107X201800010002800026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Oliveira, M. N.   S., Gusmão, E., Lopes, P. S. N., Simões, M. O. M., Ribeiro, L. M., &amp; Dias,   B. A. S. (2006). Estádio de maturação dos frutos e fatores relacionados aos   aspectos nutritivos e de textura da polpa de pequi (caryocar brasiliense   camb.). <i>Revista Brasileira de  Fruticultura, 28</i>(3), 380-386.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=376956&pid=S1646-107X201800010002800027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Oliveira, L. R.   (2010). <i>Avaliação dos compostos fenólicos     e das propriedades antioxidantes da polpa do pequi (caryocar spp) processado e     in natura </i>(Tese de Doutorado em Ciência dos Alimentos). Universidade de São Paulo, São Paulo.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=376958&pid=S1646-107X201800010002800028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Provin, L. (2012). <i>Extração, caracterização química e   propriedades reológicas de pectinas da casca de caryocar brasiliense cambess (pequi) </i>(Dissertação de Mestrado em   Bioquímica). Universidade Federal do Paraná, Curitiba.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=376960&pid=S1646-107X201800010002800029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Ribeiro, I. F., Miranda-Viela, A. L., Klautau-Guimarães,   M. N., &amp; Grisolia, C. K. (2013). The Influence of Erythropoietin (EPO T &#8594; G) and&#945;-Actinin-3 (ACTN3 R577X) Polymorphisms on   Runners’ Responses to the Dietary Ingestion of Antioxidant Supplementation   Based on Pequi Oil (Caryocar   brasiliense Camb.): A Before-After Study. <i>Journal of Nutrigenetics and Nutrigenomics, 6</i>(1), 283-304.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=376962&pid=S1646-107X201800010002800030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Rocha, L. B.,   Melo, A. M., Paula, S. L. A., Nobre, S. A. M., &amp; Abreu, I. N. (2015). Gallic acid as the major antioxidant in pequi   (Caryocar brasiliense Camb.)   fruit peel. <i>Revista Brasileira de Plantas Medicinais, 17</i>(4), 592-598.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=376964&pid=S1646-107X201800010002800031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Roesler, R., Malta, L. G., Carrasco, L. C., Holanda,   R. B., Sousa, C. A. S., &amp; Pastore, G. M. (2007). Atividade antioxidante de   frutas do cerrado. <i>Ciência e Tecnologia de Alimentos, 27</i>(1), 53-60.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=376966&pid=S1646-107X201800010002800032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Santos, D. S. D., Storck, C. R., &amp; Fogaça, A. O. (2014). Biscoito com a adição da farinha da casca do limão. <i>Ciências da Saúde, 15</i>(1), 123-135.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=376968&pid=S1646-107X201800010002800033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Soures Júnior,   M. S., Bassinello, P. Z., Caliari, M., Reis, R. C., Lacerda, B. C. L., &amp; Koauza,   S. N. (2009). Qualidade de biscoitos formulados com diferentes teores de   farinha de casca de pequi. <i>Pesquisa Agropecuária Tropical, 39</i>(2), 98-104.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=376970&pid=S1646-107X201800010002800034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Soures Júnior, M. S., Bassinello, P. Z., Caliari, M.,   Reis, R. C., Lacerda, B. C. L., &amp; Koauza, S. N. (2010). Desenvolvimento e caracterização química de   farinha obtida do mesocarpo externo do fruto do pequizeiro. <i>Ciência e Tecnologia Alimentar, 30</i>(4), 949-954.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=376972&pid=S1646-107X201800010002800035&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Souza, D. G. (2016). <i>Caracterização   da farinha da casca da jabuticaba e o uso em bebidas lácteas saborizadas com   mamão</i> (Dissertação   de Mestrado em Zootecnia). Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Goiano, Goiânia.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=376974&pid=S1646-107X201800010002800036&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Souza, J. L. F. (2015). <i>Farinha   do mesocarpo do pequi (caryocar   brasiliense cambess): cinética da secagem, propriedades nutricionais,   funcionais e enriquecimento de iogurtes</i> (Dissertação de Mestrado em Zootecnia). Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Goiano, Goiânia.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=376976&pid=S1646-107X201800010002800037&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Siqueira, B. S., Alves, L. D., Vasconcelos, P. N.,   Damiani, C., &amp; Júnior, M. S. S. (2012). Pectina extraída de casca de pequi e aplicação em geleia light de manga. <i>Revista Brasileira de Fruticultura, 34</i>(2), 560-567.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=376978&pid=S1646-107X201800010002800038&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Taco. (2011). <i>Tabela brasileira de composição de alimentos.</i> Campinas: NEPA/UNICAMP.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=376980&pid=S1646-107X201800010002800039&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Torres, L. R.   O., Santana, F. C., Torres-Leal, F. L., Melo, I. L. P., Yoshime, L. T.,   Matos-Neto, E. M., Seelaender, M. C. L., Araújo, C. M. M., Cogliati, B., &amp; Mancini-Filho,   J. (2016). Pequi (Caryocar   brasiliense Camb.) almond oil attenuates carbon tetrachloride-induced acute hepatic injury in rats: antioxidant and anti-inflammatory effects. <i>Food and chemical toxicology, 97</i>(1), 205-216.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=376982&pid=S1646-107X201800010002800040&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Agradecimentos:    <br> </b>Agradecemos ao Centro Universit&aacute;rio Est&aacute;cio do   Cear&aacute;, pelo total apoio na realiza&ccedil;&atilde;o desta pesquisa.<b>    <br>   Conflito de     Interesses:</b>    <br>     Nada a declarar.<b>    <br> Financiamento:    <br> </b>Nada a declarar.</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p> <i><a name="end"></a></i><a href="#top">Correspond&ecirc;ncia para:</a> Centro  Universit&aacute;rio Est&aacute;cio do Cear&aacute;. Rua Eliseu Uch&ocirc;a Beco, 600, &Aacute;gua Fria. CEP:  60810-270, Fortaleza, CE, Brasil. <i>E-mail</i>:  <a href="mailto:iramaiabruno@gmail.com">iramaiabruno@gmail.com</a></font>      ]]></body><back>
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