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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The objective was to identify the nutritional status, satisfaction and acceptance of the hospital diet. Cross-sectional study with 50 patients diagnosed with some cardiovascular disease. Nutritional status was identified through the Global Subjective Nutrition Assessment (ANSG) and Nutritional Risk Screening (NRS-2002) questionnaires, and also through BMI, comparing the different methods. Then another questionnaire was applied to identify the satisfaction and intake of the diet offered, adapted from Pfaffenzeller. According to the ANSG, no patient was found to be malnourished, whereas the NRS-2002 showed that 30% of the patients were at nutritional risk; The BMI showed that 52% of the patients were overweight recommended. Regarding the variables that influenced the acceptance of the diet, it was observed that 80% of the patients had their appetite preserved, and 52% used reduced salt before hospitalization. Patients reported being satisfied with the diet offered, both at lunch (87.6%) and at dinner (80%). About the amount, most patients consumed meals completely, at lunch (66%) and dinner (68%). NRS-2002 was more efficient in the screening of nutritional risk when compared to ANSG. The patients showed good acceptance of the diet offered, both in relation to the variables and in relation to the amount ingested.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><b><font face="Verdana" size="2"> ARTIGO ORIGINAL&nbsp;&nbsp; |&nbsp;&nbsp; ORIGINAL ARTICLE </font></b></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="4" face="Verdana"><b>Estado nutricional e   aceitação da dieta por pacientes cardiopatas</b></font> </p> <font face="Verdana" size="2">     <p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Nutritional   status and acceptance of diet by cardiopathic patients</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <font face="Verdana" size="2">     <p><b><a name="top"></a>Maria Camila Gonçalves Campos Souza<sup>1</sup>; Ana Luiza de Rezende Ferreira Mendes<sup>1</sup>; Geam Carles Mendes dos Santos<sup>1</sup>; Fernando César Rodrigues Brito<sup>1</sup>; Vanessa Duarte de Morais<sup>1</sup>; Francisco Regis da Silva<sup>2</sup></b></p> <sup>1</sup><i>Centro Universit&aacute;rio Est&aacute;cio do Cear&aacute; </i>    <br> <sup>2</sup><i>Universidade Estadual do Cear&aacute; </i>    <br>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><a href="#end">Correspond&ecirc;ncia para</a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> </font> <hr noshade size="1"> <font face="Verdana" size="2">     <p><b>RESUMO</b></p>     <p>Objetivou-se   identificar o estado nutricional, a satisfação e aceitação da dieta hospitalar.   Estudo de delineamento transversal, com 50 pacientes diagnosticados com alguma   patologia cardiovascular. Foi realizada a identificação do estado nutricional   através dos questionários Avaliação Nutricional Subjetiva Global (ANSG),   Nutritional Risk Screening (NRS-2002), e através do IMC, comparando os   diferentes métodos. Depois foi aplicado outro questionário para identificação   da satisfação e da ingestão da dieta oferecida, adaptado de Pfaffenzeller. De   acordo com a ANSG nenhum paciente foi constatado com desnutrição, já o NRS-2002   mostrou que 30% dos pacientes estavam em risco nutricional; o IMC mostrou que   52% dos pacientes estavam acima do peso recomendado. Sobre as variáveis que   influenciaram na aceitação da dieta, percebeu-se que 80% dos pacientes estavam   com o apetite preservado, e 52% faziam uso de sal reduzido antes da internação.   Os pacientes relataram estar satisfeitos com a dieta oferecida, tanto no almoço   (87,6%) como no jantar (80%). Sobre a quantidade, a maioria dos pacientes   consumiram as refeições completamente, no almoço (66%) e jantar (68%). A   NRS-2002 mostrou-se mais eficiente no rastreio do risco nutricional, quando   comparada a ANSG. Os pacientes apresentaram boa aceitação da dieta oferecida, tanto em relação as variáveis como em relação a quantidade ingerida.</p>     <p><b>Palavras-chave: </b>doenças cardiovasculares, estado nutricional, avaliação nutricional, dieta.</p> </font> <hr noshade size="1"> <font face="Verdana" size="2">     <p><b>ABSTRACT</b></p>     <p>The objective was to identify the nutritional   status, satisfaction and acceptance of the hospital diet. Cross-sectional study   with 50 patients diagnosed with some cardiovascular disease. Nutritional status   was identified through the Global Subjective Nutrition Assessment (ANSG) and   Nutritional Risk Screening (NRS-2002) questionnaires, and also through BMI,   comparing the different methods. Then another questionnaire was applied to   identify the satisfaction and intake of the diet offered, adapted from Pfaffenzeller.   According to the ANSG, no patient was found to be malnourished, whereas the   NRS-2002 showed that 30% of the patients were at nutritional risk; The BMI   showed that 52% of the patients were overweight recommended. Regarding the   variables that influenced the acceptance of the diet, it was observed that 80%   of the patients had their appetite preserved, and 52% used reduced salt before   hospitalization. Patients reported being satisfied with the diet offered, both   at lunch (87.6%) and at dinner (80%). About the amount, most patients consumed   meals completely, at lunch (66%) and dinner (68%). NRS-2002 was more efficient   in the screening of nutritional risk when compared to ANSG. The patients showed   good acceptance of the diet offered, both in relation to the variables and in relation to the amount ingested.</p>     <p><b>Keywords:</b> cardiovascular diseases, nutritional status, nutrition assessment, diet.</p> </font> <hr noshade size="1">     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>INTRODUÇÃO</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>A Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) as doenças cardiovasculares   (DCV) são as principais causas de mortes em todo o mundo, com números maiores   do que qualquer outra causa de morte, além disso, contribuem para o aumento do   período de internação. O risco para o desenvolvimento de DCV é estimado na   observação dos fatores de risco, com o intuito de planejar estratégias de   prevenção. São diversos os fatores de risco para o desenvolvimento de DCV,   porém os principais incluem: hereditariedade, raça, sexo, idade, excesso de   peso, sedentarismo e ingestão elevada de sódio e gorduras (Sociedade Brasileira de Cardiologia, 2016). </p>     <p>A desnutrição energético-proteica é   um dos mais importantes problemas enfrentados pela saúde pública, sendo que a   desnutrição associadas a cardiopatias aumentam em duas vezes as chances de   óbito (Yamauti et al., 2006). A desnutrição é definida como o desequilíbrio   metabólico proveniente principalmente pela baixa ingestão de nutrientes em   relação a sua necessidade. Em hospitais é preocupante os níveis de desnutridos,   podendo chegar a 80% dos pacientes hospitalizados. Portanto a desnutrição   hospitalar aumenta o risco de morbimortalidade, o período de internação e os custos hospitalares (Malafaia, 2009).</p>     <p>A identificação precoce do risco nutricional   é de suma importância para que as estratégias de tratamento possam ser   planejadas da forma mais rápida e efetiva possível. Assim, sabe-se que a   principal forma de avaliar o estado nutricional em pacientes internados é   através da avaliação nutricional, que se inicia pela triagem nutricional. A   triagem avalia o risco nutricional do paciente e caso o referido seja   constatado com risco a avaliação nutricional detalhada deve ser realizada para obtenção do diagnóstico (Oliveira, Rocha, &amp; Silva, 2008).</p>     <p>São vários os questionários para   realização de triagem nutricional validados, cabe ao profissional escolher o   que melhor se aplica ao seu público, dentre eles a Avaliação Nutricional   Subjetiva Global (ANSG) e o <i>Nutritional     Risk Screening</i> (NRS-2002), são os mais utilizados no meio hospitalar   (Araújo, Lima, Ornelas, &amp; Logrado, 2010). Após identificação do estado   nutricional do paciente, cabe ao profissional planejar a terapia nutricional   (TN), afinal, a alimentação é a principal forma para recuperação do estado nutricional,   devendo ser planejada de forma individual (Aquino &amp; Philippi, 2011; Ferreira, Guimarães, &amp; Marcadenti, 2013).</p>     <p>A aceitação da dieta hospitalar é   fundamental, pois essa tem como objetivo principal o fornecimento de calorias e   nutrientes aos pacientes, podendo contribuir ainda com a melhora da qualidade   de vida no período de hospitalização (Filipini, Gomes, Carvalho, &amp; Vieira,   2014). Estas são prescritas de acordo com a necessidade patológica do paciente,   o que pode acarretar modificações de consistência, chamadas dietas de   progressão, e ainda podem ser alteradas com a inclusão ou exclusão de algum nutriente, chamadas dietas especiais (Casado &amp; Barbosa, 2015).</p>     <p>Nota-se que as restrições dietéticas   causam influência na aceitação das refeições por parte dos pacientes,   principalmente quando se trata de dietas hipossódicas (com restrição de sal),   pois este mineral tem importante influência cultural, acarretando repetidas   reclamações de falta de sabor nos alimentos (Santos, Cammerer, &amp; Marcadenti, 2012). Vale salientar que a   comida do hospital é alvo de críticas por parte dos pacientes, que   constantemente é vista como sem sabor, fria e de aparência ruim (Sousa, Glória,   &amp; Cardoso, 2011). A alimentação tem ainda valores psicosenssoriais e   simbólicos, de reconhecimento individual e coletivo, o que pode contribuir de forma positiva ou negativa no sofrimento que o indivíduo está passando (Garcia, 2006).</p>     <p>Visto a relevância da alimentação em   ambiente hospitalar e os fatores que contribuem para a não aceitação das dietas,   devem ser desenvolvidas instrumentos para a avaliação da aceitação das   refeições oferecidas, com o objetivo de desenvolver estratégias para melhorar o   serviço e qualidade de vida dos pacientes (Coloço, Holanda, &amp;   Portero-Mclellan, 2009). Dessa forma, objetivou-se com esse estudo avaliar o   estado nutricional e a aceitação da dieta por pacientes cardiopatas em um hospital de referência cardiovascular.</p> </font>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="3" face="Verdana"><b>MÉTODO</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>Este estudo possui abordagem   quantitativa, descritivo e delineamento transversal. A população desse estudo   compreende indivíduos maiores de 18 anos, ambos os sexos e internados com   patologia cardiovascular. A amostra consistiu em 50 pacientes, adultos e idosos   que voluntariamente aceitaram fazer parte do estudo e possuíam capacidade comunicativa e de locomoção.</p>     <p>Para avaliação do estado nutricional   foi realizada a triagem nutricional individual através de dois questionários, a   Avaliação Nutricional Subjetiva Global (ANSG) sistematizada por Detsky et al.,   (1987), e adaptado conforme descrito por Waitzberg e Ferrini (1995), e o <i>Nutritional Risk Screening</i> (NRS-2002)   desenvolvido por Kondrup et al., (2003). O primeiro consiste em uma avaliação   de anamnese, exame antropométrico e físico, os itens têm pontuações   especificas, onde foi marcado de acordo com os relatos do paciente. O somatório   desses itens varia de 0 a 27 pontos, e a classificação dessa pontuação indica o diagnóstico nutricional (Yamauti et al., 2006). </p>     <p>O segundo questionário identifica o   risco de desnutrição, levando em consideração aspectos nutricionais, como a   porcentagem de perda de peso, o Índice de Massa Corporal (IMC), a aceitação da   dieta, a gravidade da doença e ainda a idade do paciente. O IMC foi   classificado segundo a OMS para adultos (Organização Mundial da Saúde, 1997) e   de acordo com a Organização Pan-Americana de Saúde – OPAS para idosos (Lebrão   &amp; Duarte, 2003). A classificação do NRS-2002 foi feita através do somatório   dos escores, que quando maior ou igual a três, o paciente foi classificado com   risco nutricional. Para os pacientes com idade maior que 70 anos, foi   adicionado um ponto ao somatório, devido a maior probabilidade de desnutrição nesse público (Araújo, Lima, Ornelas, &amp; Logrado, 2010).</p>     <p>O peso foi obtido com balança   eletrônica portátil, marca <i>Camry<sup>®</sup></i>,   com capacidade máxima de 150 kg e com precisão de 0,1 kg. A estatura foi   aferida com fita métrica fixada em uma parede sem rodapé, com apresentação em   centímetros e extensão de 2m. Os indivíduos foram pesados descalços e com   trajes leves e a altura foi aferida com os indivíduos descalços e em posição ortostática. </p>     <p>Após a identificação do estado   nutricional, foi aplicado um questionário individualizado para a avaliação da   aceitação das refeições oferecidas pelo hospital, adaptado de Pfaffenzeller   (2003). Este é composto por questões vistas como possíveis variáveis para   aceitação ou não das dietas, são elas: aparência, temperatura, sabor/tempero,   horário, atendimento da copeira, alterações no apetite e consumo de sal   anterior a internação. As perguntas foram feitas aos pacientes após o término da refeição e a quantidade ingerida foi observada de forma direta.</p>     <p>A classificação da quantidade   ingerida pelo paciente foi utilizada conforme um estudo realizado por Casado   &amp; Barbosa (2015), e adaptado de acordo com as características do estudo,   classificadas em: nada (0%), menos da metade (25%), metade (50%), mais da   metade (75%) e tudo (100%). As refeições observadas foram almoço e jantar,   sendo dietas nomeadas “hipossódicas” ou para Hipertensão Arterial Sistêmica –   “HAS”, que consiste em dietas preparadas com diminuição ou exclusão de sal e no momento da distribuição é entregue um sachê contendo 1g de sal. </p>     <p>Os dados foram tabulados no programa <i>Microsoft Excel<sup>®</sup></i>, 2013, sendo   realizada análise descritiva inferencial dos dados coletados relativos ao   estado nutricional, a satisfação e a quantidade das refeições servidas. Os resultados da análise foram expressos em gráficos e/ou tabelas.</p>     <p>A pesquisa foi desenvolvida de acordo   com as determinações da Resolução 466/2012 do Conselho Nacional de Saúde (CNS),   que descreve a importância do respeito à dignidade humana e da proteção aos   participantes das pesquisas científicas (Brasil, 2012). A coleta de dados teve   início após a submissão e aprovação do estudo pelo Comitê de Ética em Pesquisa   do Centro Universitário Estácio do Ceará, via Plataforma Brasil, sob o número do parecer: 2.101.714.</p> </font>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="3" face="Verdana"><b>RESULTADOS</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>O estudo teve participação de 50 pacientes, com idade entre 30 e 85   anos, com 56% (n=28) idosos e 44% (n=22) adultos e com a média de 60,2 anos e desvio   padrão de ± 13,6 anos. Sobre o sexo, 58% (n=29) eram do sexo masculino e 42% (n=21) do sexo feminino.</p>     <p>De acordo com o diagnóstico clínico, a maioria dos pacientes estavam em   tratamento clínico de Insuficiência Cardíaca Congestiva, com 48% (n=24) e Síndrome Coronariana Aguda, com 34% (n=34) (<a href="#t1">Tabela 1</a>).</p>     <p>&nbsp;</p>    <p align="center"><a name="t1"></a><img src="/img/revistas/mot/v14n1/14n1a31t1.jpg"/></p>    
<p>&nbsp;</p>     <p>Dentre os 50 formulários aplicados da ANSG todos os pacientes   apresentaram-se bem nutridos, com a variação da pontuação final de no mínimo de   2 e máximo de 11 pontos, a média de 6,8 e o desvio padrão de ± 1,8.   Diferentemente da ANSG, os formulários aplicados do NRS-2002, mostrou que 30%   (n=15) dos pacientes estavam em risco nutricional, com maior prevalência sobre   os idosos, 26% (n=13). O restante dos pacientes apresentou-se sem risco   nutricional, com 70% (n=35), a variação da pontuação total foi de no mínimo 1 e no máximo 5 pontos, com média de 2 e desvio padrão de ± 1.</p>     <p>O estado nutricional de acordo com o IMC mostrou que grande parte dos   pacientes estavam com excesso de peso 52% (n=26), seguidos de eutrofia 36% (n=18) e apenas 12% (n=6) com baixo peso (<a href="#t2">Tabela 2</a>).</p>     <p>&nbsp;</p>    <p align="center"><a name="t2"></a><img src="/img/revistas/mot/v14n1/14n1a31t2.jpg"/></p>    
]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>Em relação ao apetite foi observado que 80% (n=40) dos pacientes   apresentavam o apetite preservado e 20% (n=10) relataram alterações no apetite. Foi visto ainda que 52% (n=26) dos pacientes já faziam   uso reduzido de sal antes da internação, enquanto que 48% (n=24) utilizavam normalmente esse componente.</p>     <p>Das dietas prescritas, a maioria era de consistência geral, 90% (n=45)   das prescrições. Já as especificações das dietas foram em sua maioria para   Hipertensão Arterial Sistêmica, 96% (n=48) das precisões, seguidas de 40% (n=20) para Diabetes Mellitus (DM) (<a href="#t3">Tabela 3</a>).</p>     <p>&nbsp;</p>    <p align="center"><a name="t3"></a><img src="/img/revistas/mot/v14n1/14n1a31t3.jpg"/></p>    
<p>&nbsp;</p>     <p>Dentre as variáveis investigadas para a aceitação das dietas (aparência,   temperatura, sabor/tempero, horário e atendimento da copeira) foi observado que   a média de satisfação no almoço foi em sua maioria de 67% (n=34) dos pacientes   satisfeitos e 20% (n=10) muito satisfeitos. Sobre a quantidade ingerida no   almoço foi constatado que 66% (n=33) dos pacientes ingeriram tudo e 12% (n=6)   mais da metade, no jantar 68% (n=34) relataram comer tudo e 4% (n=2) mais da metade. </p>     <p>Foi observado que os homens tiveram maior aceitação da dieta oferecida,   com 51% (n=25,5), enquanto apenas 16% (n=8) das mulheres disseram ter consumido   tudo. Já com relação a idade, não foi observado diferenças significativas,   sendo que 34% (n=17) dos adultos comeram tudo, e 33% (n=16,5) dos idosos também disseram ter ingerido toda a alimentação ofertada (<a href="#t4">Tabela 4</a>).</p>     <p>&nbsp;</p>    <p align="center"><a name="t4"></a><img src="/img/revistas/mot/v14n1/14n1a31t4.jpg"/></p>    
]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> </font><font size="3" face="Verdana"><b>DISCUSSÃO e CONCLUSÕES</b></font><font face="Verdana" size="2">  </font><font face="Verdana" size="2">    <p>Ao se avaliar o estado nutricional e   a aceitação da dieta por pacientes cardiopatas, no presente estudo, foi   observado que a maioria dos pacientes eram do sexo masculino (58%), comprovando   o encontrado por alguns estudos que avaliam o estado nutricional de pacientes   hospitalizados (Sampaio, Pinto, &amp; Vasconcelos, 2012; Padre, Leitão, &amp;   Moura, 2015). A Sociedade Brasileira de Cardiologia afirma que há uma   prevalência de homens com hipertensão arterial, atualmente, esta é uma das   patologias que contribui diretamente para o desenvolvimento de outras DCV (Sociedade Brasileira de Cardiologia, 2016).</p>     <p>Foi visto que 56% dos pacientes desse   estudo eram idosos. Dados similares foram entrados por Santos, Cammerer, e   Marcadenti (2012), que investigaram a aceitação de dietas com reduzido teor de   sódio em pacientes cardiopatas, com predominância 58% de pacientes idosos. Lima   et al., (2014)investigou a relação entre instrumentos de triagem   nutricional, com prevalência de 60,42% dos pacientes com idade superior a 60   anos. Isso se deve pela associação direta entre o envelhecimento e o   aparecimento de doenças, dentre elas as cardiovasculares, que atualmente são   responsáveis por altos índices de internação e consideradas as principais   causas de morte no mundo (Silveira, Santos, Sousa, &amp; Monteiro, 2013; Sociedade Brasileira de Cardiologia, 2016).</p>     <p>Sobre o diagnóstico clínico, 48% dos   pacientes foram identificados com Insuficiência Cardíaca Congestiva,   corroborando novamente com o encontrado por Santos, Cammerer, e Marcadenti   (2012), que também identificaram que a grande parte (35%) dos pacientes   possuíam Insuficiência Cardíaca, e ainda com outro estudo que avalia o estado   nutricional em pacientes cardiopatas através da ANSG, que encontrou 52,8% dos pacientes com o mesmo diagnóstico (Yamauti et al., 2006).</p>     <p>De acordo com a ANSG os pacientes   foram classificados todos como bem nutridos. Essa prevalência pode ser   observada em alguns estudos que avaliaram o estado nutricional de pacientes   hospitalizados, como o de Rosa et al., (2014) (92,2%), Sampaio, Pinto, e   Vasconcelos (2011) (82%)e Ferreira, Guimarães, e Marcadenti (2013) (67%). </p>     <p>Ainda segundo Rosa et al. (2014) a   ANSG não tem a opção de classificação desnutrido leve, o que pode levar a   classificação de pacientes nesse estado a serem classificados como bem   nutridos, ao passo que os pacientes classificados como desnutridos moderado,   poderiam estar desnutridos. Por esse motivo, nesse estudo essa ferramenta não   foi capaz de identificar o verdadeiro comprometimento do estado nutricional, o que se configura como uma limitação da própria pesquisa. </p>     <p>Ao contrário da ANSG o NRS-2002   identificou que 30% dos pacientes estavam com risco nutricional no presente   estudo, semelhante ao encontrado por Leite, Souza, e Sacramento (2016) (46,1%),   ao investigarem o risco nutricional pela NRS-2002 em pacientes no   pré-operatório. Assim como, outro estudo que compararam duas ferramentas de   rastreio nutricional (38,6%) (Bretón et al., 2012), e ainda, Gheorghe et al.,   (2013) valores um pouco menores (17,1%), em uma pesquisa sobre o rastreio do risco nutricional na admissão de um departamento de gastroenterologia.</p>     <p>Foi observado que 52% dos pacientes   desse estudo apresentavam-se com excesso de peso. Filipini, Gomes, Carvalho, e   Vieira, (2014) também observaram em seu estudo que avaliou a aceitação de   dietas hospitalares, a grande porcentagem de pacientes com excesso de peso,   sendo homens (43,2%) e mulheres (29,5%). Assim como o encontrado em outro   estudo que avaliou o estado nutricional de pacientes em um hospital geral, com   45,1% (Rosa et al., 2014). Neste sentido, Arruda, Pinho, e Santos (2014),   perceberam em seu estudo que avalia as repercussões nutricionais em pacientes com IC, em que 38,5% dos pacientes encontravam-se acima do peso recomendado.</p>     <p>Os dados expostos acima, podem ser   justificados por meio da transição nutricional, que nos últimos anos vem convertendo   o quadro da população brasileira, diminuindo a desnutrição e aumentando   consideravelmente o sobrepeso e a obesidade. A alta prevalência de sobrepeso e   obesidade está diretamente relacionada as doenças crônicas não transmissíveis   (DCNT), dentre elas as doenças cardiovasculares, que são uma das principais   causas de morte no mundo. Dessa forma, o excesso de peso associado a DCV tem   grande impacto sobre os serviços de saúde, estando diretamente ligadas ao   aumento dos custos e do período de hospitalizações (Portero-McLellan et al., 2010).</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Sobre o apetite, foi percebido que   80% dos pacientes observados no presente estudo apresentavam o apetite   preservado. Em uma pesquisa que verificou a aceitação de dietas hospitalares em   cardiopatas, foi observado que 88% referiram não ter alterações de apetite (Santos, Cammerer, &amp; Marcadenti, 2012),   e em outro estudo com o mesmo objetivo, porém em um público com câncer, foi   visto que 79% destes não apresentaram alterações no apetite(Ferreira,   Guimarães, &amp; Marcadenti, 2013). Confirmando os estudos acima com valores   menores, porém consideráveis, em uma verificação de repercussões nutricionais   em pacientes com IC, mostrou que 61,2% não apresentaram modificações de apetite (Arruda, Pinho, &amp; Santos 2014).</p>     <p>Em relação ao consumo de sal anterior   a internação, foi visto que 52% dos pacientes já reduziam esse nutriente,   desses, 28% ingeriram toda a refeição oferecida. Entre os pacientes que   disseram fazer utilização normal desse componente foi visto que 32% relataram   ter ingerido a refeição completa, mostrando que nesta pesquisa a restrição do   sódio não teve influência significativa sobre a aceitação da dieta. Em alguns   estudos que investigam a aceitação de dietas com restrição de sódio foi   observado a que a maior parte dos pacientes tinham um consumo reduzido de sódio   anterior a internação (Casado &amp; Barbosa, 2015; Santos, Cammerer, &amp; Marcadenti, 2012), facilitando assim a aceitação da dieta hospitalar hipossódica.</p>     <p>No tocante as prescrições dietéticas   a maioria era de consistência geral, com 90% das prescrições. Resultados   similares foram encontrados na pesquisa sobre aceitação de dietas em pacientes   com câncer, onde também foi identificado que a maior parte (70%) das dietas   eram gerais (Ferreira, Guimarães, &amp; Marcadenti, 2013). Entretanto, em   outros estudos que avaliaram o estado nutricional e o consumo alimentar, foi   observado valores menores de dietas gerais (Leandro-Merhi, Srebernich,   Gonçalves, &amp; Aquino, 2015), provavelmente devido as características   patológicas do público avaliado. Sobre as especificações, a maioria das   prescrições encontradas nesse estudo eram para dietas hipossódicas (96%).   Semelhantemente ao encontrado por Sousa, Glória, e Cardoso (2011) (74,3%) e com   Ribas, Pinto, e Rodrigues (2013) (68,9%), que investigaram a aceitação de dietas em ambiente hospitalar.</p>     <p>Quanto a satisfação das dietas   oferecidas, foi verificado que nesta pesquisa 87,6% dos pacientes relataram   estar satisfeitos (67,2%) e muito satisfeitos (20,4%) com o almoço. Já no   jantar, foi visto 80% disseram estar satisfeitos (60,8%) e muito satisfeitos   (19,2%). Corroborando com Leandro-Merhi, Srebernich, Gonçalves, e Aquino (2015)   que investigaram a aceitação da dieta por três dias seguidos, no terceiro dia   83,2% dos pacientes classificaram a dieta como “boa”. Em outro estudo que   avaliou o grau de satisfação de usuários de um hospital privado, foi observado   que em torno de 84% estavam satisfeitos com a dieta oferecida (Pena, &amp;   Melleiro, 2012). E ainda, em outra pesquisa que investiga a aceitação de dietas   hipossódicas, foi visto que 81,8% dos pacientes qualificaram as dietas como ótima (3%), muito boa (9,1%) e boa (69,7%) (Casado &amp; Barbosa, 2015).</p>     <p>Sobre a quantidade ingerida no   almoço, foi constatado que 66% dos pacientes ingeriram toda a refeição oferecida   enquanto 12% consumiram mais da metade. No jantar, 68% relataram comer tudo e   4% consumiram mais da metade, ou seja, de forma geral os pacientes apresentaram   boa aceitação das refeições oferecidas. Em um estudo que investigou a real   ingestão alimentar do almoço e jantar de pacientes internados, observou-se que   69% dos pacientes ingeriram completamente as refeições ofertadas (Barbio et   al., 2012). Com valores um pouco menores, porém consideráveis, outra pesquisa   que investiga o impacto da hospitalização no consumo alimentar, verificou que   48,2% dos pacientes consumiram toda a alimentação oferecida no almoço e 53,7%   no jantar (César et al., 2013).   Ainda de acordo com Ribas, Pinto, e Rodrigues (2013), foi visto que 61,4% dos   pacientes ingeriram completamente as refeições oferecidas, confirmando os dados encontrados no presente estudo.</p>     <p>Evidenciou-se que dentre os métodos   de avaliação do estado nutricional utilizados no estudo, a NRS-2002 apresentou   o maior grau de sensibilidade e confiabilidade na identificação do risco nutricional.</p>     <p>A desnutrição em si não teve números   consideráveis, sendo o excesso de peso encontrado com maior prevalência, isso   deve-se ao fato do público que foi estudado possuir patologias   cardiovasculares. Sabe-se, portanto, que um dos principais fatores de risco para o desenvolvimento dessas patologias são o sobrepeso e a obesidade.</p>     <p>Sobre a aceitação da dieta,   observou-se, de modo geral, que os pacientes estavam satisfeitos com as   refeições oferecidas pelo hospital, tanto em relação as variáveis apresentadas, como em relação a quantidade ingerida.</p>     <p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>REFERÊNCIAS</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Araújo, M. A. R., Lima, L. S., Ornelas, G. C., &amp;   Logrado, M. H. G (2010). Análise comparativa de diferentes métodos de triagem   nutricional do paciente internado. <i>Revista de Ciências da Saúde, 21</i>(4), 331-342.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=377353&pid=S1646-107X201800010003100001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Aquino, R. C. A., &amp; Philippi, S. T (2011).   Identificação de fatores de risco de desnutrição em pacientes internados. <i>Revista da Associação Médica Brasileira, 57</i>(6), 637-643.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=377355&pid=S1646-107X201800010003100002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Arruda, C. V., Pinho, C. P. S., &amp; Santos, A. C. O   (2014). Repercussões nutricionais em pacientes portadores de insuficiência   cardíaca associada a miocardiopatia no Nordeste Brasileiro. <i>Nutricion Clinica y Dietetica Hospitalaria, 34</i>(3), 37-47. doi: 10.12873/343vitadearruda&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=377357&pid=S1646-107X201800010003100003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>Brasil (2012). <i>Conselho   Nacional de Saúde. Resolução nº 466, de 12 de dezembro de 2012</i>. Brasília. <a href="http://www.conselho.saude.gov.br/web_comissoes/conep/index.html" target="_blank">http://www.conselho.saude.gov.br/web_comissoes/conep/index.html</a>.</p>     <!-- ref --><p>Bretón, M. J. O., Trallero, J. Á., Martínez, A. B. M.,   Díaz, L. S., Gutiérrez, E. A., &amp; Orna, J. A. G (2012). Comparación de dos herramientas de cribado   nutricional para predecir la aparición de complicaciones en pacientes   hospitalizados. <i>Nutricion Hospitalaria, 27</i>(3), 701-706. doi: 10.3305/nh.2012.27.3.5724&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=377359&pid=S1646-107X201800010003100005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Barbio, D., Jorge, A. R., Pereira, M., Gomes, C.,   Santos, C., &amp; Fonseca, J (2012). Ingestão alimentar real do almoço e jantar   em doentes internados num hospital central. <i>Associação Portuguesa de Nutrição Entérica e Parentérica, 6</i>(1), 1646-7183.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=377360&pid=S1646-107X201800010003100006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Casado, V. D. M., &amp; Barbosa, L. S (2015).   Aceitação de dieta hipossódica e estado nutricional de pacientes internados em   hospital público de Goiânia. <i>O mundo da saúde, 39</i>(2), 188-194. doi: 10.15343/0104-7809.20153902188194&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=377362&pid=S1646-107X201800010003100007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>César, J. G., Muniz, L. C.,   Camargo, A. C. R., Palomino, I. M. V., Garcia, R. S., &amp; Gonzalez, M. C   (2013). Impacto da hospitalização no consumo alimentar de   pacientes: resultados do nutriDia Brasil na cidade de Pelotas – RS. <i>Revista Brasileira de Nutrição Clinica, 28</i>(3), 226-30.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=377363&pid=S1646-107X201800010003100008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Coloço, R. B., Holanda, L. B., &amp; Portero-Mclellan,   K. C. (2009). Determinantes do grau de satisfação de pacientes internados   referente a refeições oferecidas em um hospital universitário. <i>Revista de Ciências Médicas, 10</i>(3), 121-130.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=377365&pid=S1646-107X201800010003100009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Detsky, A. S., McLaughlin, J. R., Baker, J. P.,   Johnston, N., Whittaker, S., &amp; Mendelson, R. A (1987). What is subjective   global assessment of nutritional status? <i>Journal of Parenteral and Enteral Nutrition,</i> <i>11</i>, 8-13.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=377367&pid=S1646-107X201800010003100010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Ferreira, D., Guimarães, T. G., &amp; Marcadenti, A.   (2013). Aceitação de dietas hospitalares e estado nutricional entre pacientes   com câncer. <i>Einstein, 11</i>(1), 41-6. doi: 10.1590/S1679-45082013000100008&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=377369&pid=S1646-107X201800010003100011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Filipini, K., Gomes, C. C.,   Carvalho, A. P. P. F., &amp; Vieira, L. L (2014). Aceitação da dieta   hipossódica com sal de cloreto de potássio (sal light) em pacientes internados   em um hospital público. <i>Revista de Atenção à Saúde, 12</i>(41), 11-12. doi: 10.13037/rbcs.vol12n41.2093&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=377370&pid=S1646-107X201800010003100012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Garcia, R. W. D (2006). A dieta hospitalar na perspectiva dos sujeitos envolvidos em sua produção   e em seu planejamento. <i>Revista da Nutrição, 19</i>(2), 129-144. doi: 10.1590/S1415-52732006000200001&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=377371&pid=S1646-107X201800010003100013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Gheorghe, C., Pascu, O.,   Iacob, R., Vandan, R., Iacob, S., &amp; Goldis, A (2013). Nutritional Risk Screening and Prevalence of   Malnutrition on Admission to Gastroenterology Departments: A Multicentric Study. <i>Chirurgia, 108</i>(4), 535-541.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=377372&pid=S1646-107X201800010003100014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Leite, L. O., Souza, C. O., &amp; Sacramento, J. M.   (2016). Risco nutricional pelo método <i>Nutritional     Risk Screening</i> - 2002 de pacientes no pré-operatório em um hospital geral   público da cidade de Salvador-BA. <i>Braspen Journal, 31</i>(4), 311-315.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=377374&pid=S1646-107X201800010003100015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Kondrup, J., Allison, S. P., Elia, M., Vellas, B.,   &amp; Plauth, M (2003). ESPEN Guidelines for Nutrition Screening 2002. <i>Clinical Nutrition, 22</i>(4), 415–421. doi: 10.1016/S0261-5614(03)00098-0&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=377376&pid=S1646-107X201800010003100016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Lebrão, M. L., &amp; Duarte, Y. A. O (2003).   Organização Pan-Americana de Saúde - OPAS/OMS. SABE - Saúde, Bem-Estar e   Envelhecimento. <i>O Projeto SABE no Município de São Paulo:</i> <i>uma abordagem inicial</i> (1ª Ed.). São Paulo: Athalaia Bureau.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=377377&pid=S1646-107X201800010003100017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Leandro-Merhi, V. A., Srebernich, S. M., Gonçalves, G.   M. S., &amp; Aquino, J. L. B (2015). Perda   de peso hospitalar, dieta prescrita e aceitação de alimentos. <i>Arquivo Brasileiro de Cirurgia Digestiva, 28</i>(1), 8-12. doi: 10.1590/S0102-67202015000100003&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=377379&pid=S1646-107X201800010003100018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Lima, K. V. G., Lima, L. G., Bernardo, E. M. Q. V.,   Almeida, P. A. C., Santos, M. E. C., &amp; Prado, L. V (2014). Relação entre o instrumento de triagem   nutricional (NRS-2002) e os métodos de avaliação nutricional objetiva em   pacientes cirúrgicos do Recife (Pernambuco, Brasil). <i>Nutricion Clinica y Dietetica Hospitalaria, 34</i>(3), 72-79. doi: 10.12873/343gomesdelima&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=377380&pid=S1646-107X201800010003100019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Malafaia, G. A (2009). Desnutrição proteico-calórica   como agravante da saúde de pacientes hospitalizados. <i>Arquivo Brasileiro de Ciências da Saúde, 34</i>(2), 101-7.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=377381&pid=S1646-107X201800010003100020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Oliveira, L. M. L., Rocha, A. P. C. &amp; Silva, J. M.   A (2008). Avaliação nutricional em pacientes hospitalizados: uma   responsabilidade interdisciplinar. <i>Saber cientifico, 1</i>(1), 24-252.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=377383&pid=S1646-107X201800010003100021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Padre, J. F., Leitão, M. P. C., &amp; Moura, C. D   (2015). Estado nutricional de pacientes internados na clínica cirúrgica do   Hospital Geral de Vitória da Conquista/BA. <i>Nutrição Brasil, 14</i>(2).    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=377385&pid=S1646-107X201800010003100022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Pena, M. M., &amp; Melleiro, M. M (2012). Grau de satisfação de usuários de um hospital   privado. <i>Acta Paulistana de Enfermagem, 25</i>(2), 197-203. doi: 10.1590/S0103-21002012000200007&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=377387&pid=S1646-107X201800010003100023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Portero-McLellan, K. C., Bernardi, J. L. D., Jacob,   P., Soares, C. S. R., Frenhani, P. B., &amp; Mehri, V. A. L (2010). Estado nutricional e composição corporal de   pacientes hospitalizados: reflexos da transição nutricional. <i>Revista Brasileira de Promoção da Saúde, 23</i>(1), 25-33.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=377388&pid=S1646-107X201800010003100024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Pfaffenzeller, A. A. (2003). <i>Assistência nutricional hospitalar: um estudo da satisfação dos   clientes da santa casa de Porto Alegre </i>(Dissertação de Mestrado em Engenharia). Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=377390&pid=S1646-107X201800010003100025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Ribas, A. S., Pinto, E. O., &amp; Rodrigues, C. B   (2013). Determinantes do grau de aceitabilidade da dieta hospitalar:   ferramentas para a prática clínica?. <i>Demetra, 8</i>(2), 137-148.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=377392&pid=S1646-107X201800010003100026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Rosa, C. O. B., Silva, B. P., Balbino, K. P., Ribeiro,   S. M. R., Ribeiro, A. 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Aceitação de dietas com reduzido teor de sódio   entre cardiopatas em um hospital terciário. <i>Revista de Ciências da Saúde, 5</i>(2), 79-86. doi: 10.15448/1983-652X.2012.2.10764&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=377396&pid=S1646-107X201800010003100028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Sampaio, R. M. M., Pinto, F. J. M., &amp; Vasconcelos,   C. M. C. S (2012). Avaliação nutricional de pacientes hospitalizados:   concordância entre diferentes métodos. <i>Revista Brasileira de Promoção da Saúde, 25</i>(1), 110-115.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=377397&pid=S1646-107X201800010003100029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Sampaio, R. M. M., Pinto, F. J. M., &amp; Vasconcelos,   C. M. C. S (2011). Concordância interavaliadores no diagnóstico nutricional de pacientes   hospitalizados por meio da avaliação nutricional subjetiva global. <i>Revista Baiana de Saúde Pública, 35</i>(2), 289-298.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=377399&pid=S1646-107X201800010003100030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Silveira, R. E., Santos, A.   S., Sousa, M. C., &amp; Monteiro, T. S. A (2013).   Gastos relacionados a hospitalizações de idosos no Brasil: perspectivas de uma   década. <i>Einstein, 11</i>(4), 514-20. doi: 10.1590/S1679-45082013000400019&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=377401&pid=S1646-107X201800010003100031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Sociedade Brasileira de Cardiologia (2016). VII   Diretriz Brasileira de Hipertensão Arterial. <i>Arquivo Brasileiro de Cardiologia, 107</i>(3), 1-63.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=377402&pid=S1646-107X201800010003100032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Sousa, A. A., Glória, M. S., &amp; Cardoso, T. 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São Paulo: Atheneu.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=377405&pid=S1646-107X201800010003100034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Word Health Organization (1997). <i>Obesity:</i> <i>preventing and   managing the global epidemic of obesity</i>. Report of the WHO Consultation of Obesity. Geneva: WHO.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=377407&pid=S1646-107X201800010003100035&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Yamauti, A. K., Ochiai, M. E., Bifulco, P. S., Araújo,   M. A., Alonso, R. R., &amp; Ribeiro, R. H. C (2006). 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<body><![CDATA[<br>   Agradecemos ao Centro   Universit&aacute;rio Est&aacute;cio do Cear&aacute;, pelo total apoio na realiza&ccedil;&atilde;o desta pesquisa    <br>   <b>Conflito de     Interesses:    <br>   </b>Nada a   declarar.    <br>   <b>Financiamento:    <br>   </b>Nada a   declarar.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <font face="Verdana" size="2"><i><a name="end"></a></i><a href="#top">Correspond&ecirc;ncia para:</a> Centro Universit&aacute;rio Est&aacute;cio do  Cear&aacute;. Rua Eliseu Uchoa Beco, 600, &Aacute;gua Fria. CEP: 60810-270, Fortaleza, CE,  Brasil. <i>E-mail</i>: <a href="mailto:aninharez@yahoo.com.br">aninharez@yahoo.com.br</a></font>      ]]></body><back>
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