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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Nível de flexibilidade em adolescentes praticantes de treino de força]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The objective of the present study was to analyze the level of flexibility in adolescents practicing resistance training through the Sit and Go Test (TSA). Participated in the study thirty adolescents of both sexes who practice strength training at an academy based in the city of Fortaleza, in the State of Ceará. The results presented in the test classification had the result below average in 14 (46.7%) of the evaluated adolescents. It can be concluded that, it is necessary to better follow these young people so that this physical capacity is improved.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><b><font face="Verdana" size="2"> ARTIGO ORIGINAL&nbsp;&nbsp; |&nbsp;&nbsp; ORIGINAL ARTICLE </font></b></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="4" face="Verdana"><b>Nível de flexibilidade em adolescentes   praticantes de treino de força</b></font> </p> <font face="Verdana" size="2">     <p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Flexibility level in strength training adolescentes   praticants</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><a name="top"></a>Willamy de Sousa Lima<sup>1</sup>; Rômulo Vasconcelos Teixeira<sup>1</sup>; João Bosco de Queiroz<sup>1</sup>; Eduardo Jorge Lima<sup>1</sup></b></p> </font>     <p><font face="Verdana" size="2"><sup>1</sup><i>Centro Universit&aacute;rio Est&aacute;cio do Cear&aacute;</i></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2"><a href="#end">Correspond&ecirc;ncia para</a> </font></p> <font face="Verdana" size="2">     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> </font> <hr noshade size="1"> <font face="Verdana" size="2">     <p><b>RESUMO</b></p>     <p>O objetivo do   presente estudo foi analisar o nível de flexibilidade em adolescentes   praticantes de treinamento resistido através do<sub> </sub>Teste Sentar e   Alcançar<sub> </sub>(TSA). Participaram do estudo 30 adolescentes de ambos os   sexos que praticam treinamento de força em uma academia sediada na cidade de   Fortaleza, no Estado do Ceará. Os resultados apresentados na classificação do   teste, teve como destaque o resultado abaixo da média em 14(46,7%) dos   avaliados. Pode-se concluir que, se torna necessário um melhor acompanhamento desses jovens para que tal capacidade física seja aprimorada.</p>     <p><b>Palavras-chave:</b> treinamento resistido, flexibilidade, adolescentes.</p> </font> <hr noshade size="1"> <font face="Verdana" size="2">     <p><b>ABSTRACT</b></p>     <p>The objective of the present study was to   analyze the level of flexibility in adolescents practicing resistance training   through the Sit and Go Test (TSA). Participated in the study thirty adolescents   of both sexes who practice strength training at an academy based in the city of   Fortaleza, in the State of Ceará. The results presented in the test   classification had the result below average in 14 (46.7%) of the evaluated   adolescents. It can be concluded that, it is necessary to better follow these young people so that this physical capacity is improved.</p>     <p><b>Keywords:</b> resistance training, flexibility, adolescents.</p> </font> <hr noshade size="1">     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="3" face="Verdana"><b>INTRODUÇÃO</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>A prática de atividade física entre   adolescentes sempre foi algo comum na sociedade. De acordo com Guedes (2001), a   falta de atividade física no dia a dia dos adolescentes pode trazer riscos a   possíveis patologias e ao desenvolvimento de disfunções orgânicas relacionadas   ao sedentarismo, e o implemento da atividade física está diretamente associado   a saúde e bem-estar. Portanto, a busca por uma atividade física é primordial   para os praticantes desta faixa etária. De acordo com ACSM (2014), a aptidão   física é a capacidade que um indivíduo possui em um conjunto de atributos ou   características alcançadas, e que se relaciona diretamente com sua habilidade em realizar uma atividade física.</p>     <p>Segundo Fontoura (2013) o teste   sentar e alcançar (TSA) proposto por Wells e Dillon (1952), é um dos mais   utilizados para aferição de flexibilidade, devido sua fácil aplicação e baixo   custo operacional, utilizado e padronizado nas principais baterias de teste do   mundo como por exemplo o Canadian Standardized Test of Fitness (1986). De   acordo com Fleck (1999), o termo “treinamento com pesos”, refere-se ao   treinamento realizado com resistências normais, equipamentos com pesos ou pesos   livres, como barras e halteres. Com   isso, o mesmo autor se refere que o principal objetivo dos praticantes de   treinamento resistido é o aumento dos níveis de força, aumento do tamanho dos   músculos (hipertrofia muscular), melhor desempenho esportivo, e diminuição da   gordura corporal. Portanto, observamos ser pertinente investigar se a flexibilidade recebe interferência do treinamento de força.</p>     <p>O objetivo do presente estudo foi   analisar o nível de flexibilidade em adolescentes praticantes do treinamento de força através do teste de sentar e alcançar (TSA).</p> </font>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>MÉTODO</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>Com a finalidade de legitimar a   pesquisa, todos os devidos cuidados éticos foram considerados e respeitados   como bem-estar físico, social e psicológico dos participantes, de acordo com as   Resoluções Éticas Brasileiras, em especial a Resolução 466/2012 do CNS. Todos   os participantes concordaram e assinaram o Termo de Consentimento Livre e   Esclarecido, onde foi esclarecido para os mesmos que todas as informações   seriam sigilosas e o anonimato do participante preservado, é relevante   salientar que todos os participantes receberam informações acerca das   investigações realizadas pelo pesquisador, especialmente como se daria a coleta   de dados, assegurando que os riscos na atuação no referido estudo seriam minimizados ao máximo.</p>     <p>Participaram do estudo 30   adolescentes com idades entre 15 e 18 anos, sendo 13 do sexo masculino e 17 do   sexo feminino, praticantes de musculação. Trata-se de uma amostra não   probabilística por conveniência. Apresentou-se como critérios de inclusão possuir   frequência semanal de no mínimo três vezes. E como critério de exclusão foi   utilizado qualquer condição aguda ou crônica tais como doenças ortopédicas,   reumatologias relacionadas aos membros inferiores, pelve ou coluna lombar que impedisse a realização (TSA), evitando assim, comprometer os resultados.</p>     <p>A coleta de dados foi realizada por   meio de um questionário com as seguintes perguntas (Sexo; Idade; Quanto tempo   de prática; Frequência semanal de treino e se pratica outra atividade/esporte).   E o teste de sentar e alcançar (TSA) para verificar o nível de flexibilidade   dos músculos ísquiostibiais e paravertebrais. Originalmente proposto por Wells   &amp; Dillon (1952), o teste é bastante utilizado e aceito no meio científico,   por possuir boa praticidade, fácil aplicação e não requer material de alto   custo. Onde foi seguida a padronização canadense para os testes de avaliação da   aptidão física do Canadian Standardized Test of Fitness (CSTF, 1986).</p>     <p>O banco de Wells utilizado tinha 40   cm de largura, 32 cm de altura, 40 cm de profundidade e 23 cm de avanço, da   marca Sanny. O ponto zero encontra-se na extremidade mais próxima ao avaliado e   o 23 cm coincide com o ponto de apoio dos pés. O avaliado tocava os pés na   caixa descalço e com os joelhos estendidos. Com os ombros flexionados,   cotovelos estendidos e mãos sobrepostas, executava a flexão do tronco, devendo   tocar o ponto máximo da escala com as mãos. Foram realizadas três tentativas   sendo considerada apenas a melhor marca. Os sujeitos foram submetidos a uma   única sessão de avaliação. Abaixo seguem os valores de referência. A <a href="/img/revistas/mot/v14n1/14n1a34t1.jpg">tabela 1</a> mostra os valores do teste de   sentar e alcançar, de acordo com o protocolo CSTF (Canadian Standarlized Test of Fitness, 1986), classificando os avaliados em ruim até excelente.</p>     
]]></body>
<body><![CDATA[<p>Para análise dos resultados foi   utilizado o Programa SPSS 23.0® sendo realizada a estatística descritiva   através de frequência, média e desvio padrão. E a inferencial através do Teste   t para amostras independentes com nível de significância (p&lt;0,05) e o Teste   Qui-Quadrado com nível de significância p&#8804;0,05 comparando o sexo com as variáveis cujas respostas eram sim ou não.</p> </font>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>RESULTADOS</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>Entre os 30 avaliados, 13 (43,3%) eram do sexo masculino e 17 (56,7%) do   sexo feminino, com idades variando entre 15 a 18 anos com média de 17,03±0,8 anos. A frequência semanal de treino foi de 4 dias. </p>     <p>O tempo de treinamento dos avaliados, teve como predomínio 14 (46,7%)   dos avaliados, que praticavam treinamento resistido até 3 meses, onde   prevaleceu 9 (30%) do sexo feminino, enquanto apenas 5 (16,7%) do sexo   masculino. Seguido por 11 (36%) que praticavam entre 3 a 6 meses, sendo que 6 (20%)   do sexo masculino e 5 (16,7%) do sexo feminino. Apenas 5 (16,7%) realizavam há   mais de 6 meses, sendo que 2 (6,7%) eram do sexo masculino e 3 (10%) do sexo feminino (<a href="/img/revistas/mot/v14n1/14n1a34t2.jpg">Tabela 2</a>).</p>     
<p>Pôde-se observar também que, o intervalo de até 3 meses, predominou o   grupo feminino 9 (30%) sobre o grupo masculino. No intervalo de 3 a 6 meses o   grupo feminino caiu para 5 (16,7%), e o masculino subiu em 6 (20%), e após 6   meses, o grupo feminino 3 (10%) apresentou-se em baixa, mas mesmo assim, mais perseverante na prática da musculação do que o sexo masculino 2 (6,7%). </p>     <p>Através do Teste t pôde-se concluir que, não houve diferenças   significativas entre as médias da variável tempo de treinamento nos grupos definidos pelo fator sexo com (t=0,440947, p=0,662770).</p>     <p>Sobre os resultados do teste de sentar e alcançar, dos 30 investigados   quase metade da amostra 14 (46,7%) teve a classificação abaixo da média, sendo   7 (23,3%) do sexo masculino e 7 (23,3%) do sexo feminino. 9 (30%) dos   investigados apresentaram classificação fraco, sendo 1 (3,3%) do sexo masculino   e 8 (26,7%) do sexo feminino. 4(13,3%) obtiveram classificação média, sendo 3   (10%) do sexo masculino e 1(3,3%) do sexo feminino. E apenas 3(10,0%)   classificação acima da média, sendo 2(6,7%) do sexo masculino e 1 (3,3%) do sexo feminino (<a href="/img/revistas/mot/v14n1/14n1a34t3.jpg">Tabela 3</a>).</p>     
<p>Sobre a pratica de outra atividade física ou esporte, a maioria dos   avaliados 22 (73,3%) responderam que não realizavam outra atividade/esporte,   enquanto que 8 (26,7%) informaram que praticavam outra atividade física/esporte, além do treinamento resistido.</p>     <p>Na <a href="/img/revistas/mot/v14n1/14n1a34t4.jpg">tabela 4</a>, os valores apresentados na variável de tempo de treinamento   até 3 meses foram:  classificação “fraco”   entre os homens 1 (7,69%) e as mulheres 4 (23,5%). Classificação “Abaixo da   média”, entre as mulheres 5 (29,4%) e entre os homens 3 (23,08%). Classificação   “média” entre os homens 1 (7,69%) e nenhum resultado feminino. Nenhum dos   investigados atingiu a classificação “acima da média”. De 3 a 6 meses,   classificação “fraco” para os homens nenhum resultado e entre as mulheres 1 (5,88%).   2 (15,3%) dos homens e 2 (11,7%) das mulheres foram classificados “abaixo da   média”. A classificação média foi de 2 (15,3%) e 1 (5,8%) entre homens e   mulheres respectivamente. O mesmo foi encontrado na classificação acima da média,   2 (15,3%) e 1 (5,8%) para homens e mulheres. A variável de acima de 6 meses de   treinamento apresentou no índice classificatório “fraco” para 3 (17,65%) das   mulheres, sendo o valor total nessa variável e os homens foram classificados em abaixo da média 2 (15,38%), apresentando um valor total.</p> </font>     
]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>DISCUSSÃO e CONCLUSÕES</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>De acordo com Corbeta et al. (2008),   a flexibilidade é influenciada por diversos fatores, tais como hora do dia,   temperatura do ambiente, idade e o gênero. Platonov (2008) afirma que, o   organismo feminino condiciona um maior nível de flexibilidade que nos homens.   Segundo Leard cit. Platonov (2008), correlaciona o nível de flexibilidade   durante as fases de crescimento. Leard cit. Platonov (2008) afirma que, no   período de seis a dez anos são os indicadores mais elevados na infância, a   partir desse momento, a flexibilidade diminui um pouco devido ao período da   puberdade, voltando a aumentar no período entre 15 a 17 anos e em seguida   estabiliza-se. Com isso, Platonov (2008) assegura que, é de extrema importância   a combinação de exercícios de flexibilidade com o treinamento de força. Onde   sempre se deve buscar a amplitude máxima dos movimentos, sendo condição   obrigatória para o desenvolvimento simultâneo da flexibilidade (Platonov, 2008).</p>     <p>Para Mcardle, Katch, e Katch (2016), havia um mito com   relação aos exercícios de fortalecimento muscular tradicionais, onde se   afirmavam que os mesmos reduziam a velocidade de movimento ou a amplitude da   movimentação articular. Recentemente, o ACSM (2014), lançou recomendações   específicas para as idades em relação à importância de atividades de   fortalecimento neuromuscular e da flexibilidade. O ACSM (2014), recomenda o   treinamento de resistência e de flexibilidade 2 a 3 dias por semana, onde as   recomendações são semelhantes para as faixas etárias adultas (18 a 64 anos), idosos (&#8805; 65 anos), bem como crianças e adolescentes (6 a 17 anos).</p>     <p>Corroborando com os achados de nossa   pesquisa, um estudo realizado por Silva e Brandão (2013), 50 indivíduos   praticantes de exercícios físicos resistidos de ambos os sexos, apresentaram estabilidade   do nível de flexibilidade após os 7 meses consecutivos da prática do   treinamento resistido. Confirmando desta forma, com os resultados encontrados   em nosso estudo, em que apresentou um declínio para aqueles que praticam musculação acima de 6 meses.</p>     <p>Pôde-se concluir que, a flexibilidade   em adolescentes entre 15 a 18 anos apresentou classificação abaixo da média   como predominante, apresentando um declínio para aqueles que praticam   musculação a mais de 6 meses. Levando a conclusão de que apenas o treinamento   resistido não aprimora a flexibilidade. Diante disso, torna-se necessário mais   estudos para tal população, a fim de verificar novos resultados utilizando o treinamento de força e de flexibilidade.</p>     <p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>REFERÊNCIAS</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <!-- ref --><p>ACSM, American College of Sports Medicine. (2014). <i>Diretrizes do ACSM para   prescrição os testes de esforço e sua prescrição.</i> Rio de Janeiro: Guanabara Koogan.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=377770&pid=S1646-107X201800010003400001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>CSTF, Canadian Standardized Test Of Fitness (1986). <i>Operations manual  Fitness and Amateur Sport.</i> (3rd ed.). Ottawa: Minister of State.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=377772&pid=S1646-107X201800010003400002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Corbeta, A. R. (2008). Os Testes de flexibilidade do banco de wells realizados em jovens   no processo de recrutamento obrigatório demonstraram que a atividade física não   influencia na flexibilidade muscular. <i>Revista Brasileira de Prescrição e Fisiologia do Exercício,</i> <i>2</i> (10), 409-414.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=377774&pid=S1646-107X201800010003400003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Fleck, S. J., &amp; Kraemer, W. J. (1999). <i>Fundamentos do Treinamento de Força Muscular.</i> Porto Alegre: Artmed.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=377776&pid=S1646-107X201800010003400004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Fontoura, A. S., Formentin, C. M., &amp; Abech, E. A.   (2013). <i>Guia Prático de Avaliação Física</i>. São Paulo: Phorte Editora.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=377778&pid=S1646-107X201800010003400005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Guedes, D. P. (2001). Níveis de prática de atividade   física habitual em adolescentes. <i>Revista Brasileira de Medicina do Esporte, 7</i>(6), 187-199.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=377780&pid=S1646-107X201800010003400006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Mcardle, W. D., Katch, F. I., &amp; Katch, V. L.   (2016). <i>Fisiologia do exercício: energia, nutrição e desempenho humano.</i> Rio de Janeiro: Guanabara Koogan.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=377782&pid=S1646-107X201800010003400007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Platonov, V. N. (2008). <i>Tratado Geral de Treinamento Desportivo</i>. São Paulo: Phorte Editora.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=377784&pid=S1646-107X201800010003400008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Silva, G. X., &amp; Brandão, D. C. (2013). Análise do   nível de flexibilidade dos praticantes de treinamento resistido do centro de   atividade física da cidade do Crato, CE. <i>Revista     Digital. Buenos Aires, 16</i>(156). Disponível em: &lt;<a href="http://www.efdeportes.com/efd181/analise-do-nivel-de-flexibilidade.htm" target="_blank">http://www.efdeportes.com/efd181/analise-do-nivel-de-flexibilidade.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=377786&pid=S1646-107X201800010003400009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->htm</a>&gt;</p>     <p>Wells, K.F., &amp; Dillon, E. K. (1952). The sit and   reach – a test of back and leg &#64258;exibity. <i>Research Quarterly, 23</i>(8), 115-118.</p>     <p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Agradecimentos:    <br> </b>Nada a declarar<b>    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>   Conflito de Interesses:</b>    <br>   Nada a declarar.<b>    <br> Financiamento:    <br> </b></font><font size="2" face="Verdana">Nada a declarar</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <font face="Verdana" size="2"><i><a name="end"></a></i><a href="#top">Correspond&ecirc;ncia para:</a> Centro Universit&aacute;rio Est&aacute;cio do Cear&aacute;. Rua Eliseu  Uch&ocirc;a Beco, 600, &Aacute;gua Fria. CEP: 60810-270, Fortaleza, CE, Brasil. <i>E-mail</i>: <a href="mailto:romulovasconcelos11@hotmail.com">romulovasconcelos11@hotmail.com</a></font>      ]]></body><back>
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