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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[This study aimed to identify the musculoskeletal symptoms reported by athletes participating in a CrossFit® competition held in Fortaleza, Ceará, Brazil, in December 2016. The sample consisted of 195 athletes, being athletes of category RX, intermediate or scaled who sought the Physiotherapy service before, during or after the tests. The data were obtained through a questionnaire developed for the scientific investigation. The statistical analysis was performed through the association between the variables through the Pearson Chi-Square test with the Monte Carlo correction factor and the results confronted with the national and international literature on the current issue in question. It was observed that the mean age of the individuals was 30.63 ± 6.97 years, with a practice time of 15.56 ± 0.95 months, being the male and the scaled category prevalent. 34.4% of the participants sought the Physiotherapy service after finishing all the competitions. The body location with the presence of painful symptoms was: quadriceps (25.8%), followed by lumbar (13.1%) and shoulder (11.9%), with 42.6% of respondents reporting fatigue, followed by joint pain (30.8%). The majority had myofascial release preference, and 25.6% did not have any type of treatment before the competitions because they did not present symptoms, and those who had follow-up most often had electrothermo-photometric therapy (39%). It is noteworthy that most of the participants reported more acute and mild symptoms, most of them being post-test fatigue. It is important to involve the physiotherapist continuously in order to prevent, treat the acute phase and decrease the levels of injuries. This study provided data on the major sites and symptoms reported by CrossFit® athletes during a competition, as well as the major categories that need better approach and attention.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><b><font face="Verdana" size="2"> ARTIGO ORIGINAL&nbsp;&nbsp; |&nbsp;&nbsp; ORIGINAL ARTICLE</font></b></p>     <p>&nbsp;</p>      <p><font size="4" face="Verdana"><b>Prevalência de sintomas osteomusculares referidos por atletas de Crossfit<sup>®</sup></b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Prevalence of musculoskeletal symptoms reported by Crossfit®   athletes</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><a name="top"></a>Giselle Notini   Arcanjo<sup>1</sup>; Pedro Cunha Lopes<sup>2</sup>; Patrick Simão   Carlos<sup>2</sup>; Denilson de Queiroz Cerdeira<sup>2</sup>; Pedro Olavo de Paula Lima<sup>3</sup>; José Vilaça Alves<sup>1</sup> </b></p> </font>     <p><font face="Verdana" size="2"><sup>1</sup><i>Universidade de Tr&aacute;s-os-Montes e Alto  Douro </i>    <br>       <sup>2</sup><i>Centro Universit&aacute;rio Est&aacute;cio do Cear&aacute; </i>    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>       <sup>3</sup><i>Universidade Federal do Cear&aacute; </i></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2"><a href="#end">Correspond&ecirc;ncia para</a> </font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> </font> <hr noshade size="1"> <font face="Verdana" size="2">     <p><b>RESUMO</b></p>     <p>Este estudo buscou identificar as sintomatologias   osteomusculares referidas pelos atletas que participavam de uma competição de   CrossFit® realizada em Fortaleza, Ceará, Brasil, no mês de dezembro de 2016. A   amostra foi composta por 195 praticantes,   sendo eles, atletas da categoria RX, intermediário ou scaled que procuraram o   serviço de Fisioterapia antes, durante ou depois das provas. Os dados foram   obtidos através de um questionário desenvolvido para o inquérito científico. A   análise estatística foi realizada através   da associação entre as variáveis através do teste <i>Pearson Chi-Square</i> com o fator de correção de <i>Monte Carlo</i> e os resultados confrontados com a literatura nacional   e internacional sobre o assunto vigente em questão. Observou-se que a média de   idade dos indivíduos era de 30,63±6,97 anos, com um tempo de prática de   15,56±0,95 meses, sendo prevalente o sexo masculino e a categoria scaled. 34,4%   dos participantes procuraram o serviço de Fisioterapia após finalizar todas as   provas da competição. A localização corporal com presença da sintomatologia   dolorosa foi: quadríceps (25,8%), seguido da lombar (13,1%) e do ombro (11,9%)   sendo que 42,6% dos entrevistados referiram por fadiga, seguido por dor   articular (30,8%).  A maioria tinha   preferência por liberação miofascial e 25,6% não faziam nenhum tipo de   tratamento antes das competições por não apresentarem sintomas, e, aqueles que   tinham acompanhamento faziam na maioria das vezes fisioterapia   eletrotermofototerápica (39%). Destaca-se que grande parte dos participantes   relataram mais sintomas agudos e leves, sendo na maioria das vezes por fadiga   pós prova. É importante o envolvimento do fisioterapeuta de forma contínua   visando prevenção, tratamento da fase aguda e diminuição dos níveis de lesões.   Este estudo forneceu dados sobre os principais locais e sintomas referidos pelos   atletas de CrossFit® durante uma competição, bem como as principais categorias que necessitam de uma melhor abordagem e atenção.</p>     <p><b>Palavras-chave:</b> crossfit, lesões musculoesqueléticas, fisioterapia.</p> </font> <hr noshade size="1"> <font face="Verdana" size="2">     <p><b>ABSTRACT</b></p>     <p>This study aimed to identify the musculoskeletal symptoms reported by   athletes participating in a CrossFit® competition held in Fortaleza, Ceará,   Brazil, in December 2016. The sample consisted of 195 athletes, being athletes   of category RX, intermediate or scaled who sought the Physiotherapy service   before, during or after the tests. The data were obtained through a   questionnaire developed for the scientific investigation. The statistical   analysis was performed through the association between the variables through   the Pearson Chi-Square test with the Monte Carlo correction factor and the   results confronted with the national and international literature on the   current issue in question. It was observed that the mean age of the individuals   was 30.63 ± 6.97 years, with a practice time of 15.56 ± 0.95 months, being the   male and the scaled category prevalent. 34.4% of the participants sought the   Physiotherapy service after finishing all the competitions. The body location   with the presence of painful symptoms was: quadriceps (25.8%), followed by   lumbar (13.1%) and shoulder (11.9%), with 42.6% of respondents reporting   fatigue, followed by joint pain (30.8%). The majority had myofascial release   preference, and 25.6% did not have any type of treatment before the competitions   because they did not present symptoms, and those who had follow-up most often   had electrothermo-photometric therapy (39%). It is noteworthy that most of the   participants reported more acute and mild symptoms, most of them being   post-test fatigue. It is important to involve the physiotherapist continuously   in order to prevent, treat the acute phase and decrease the levels of injuries.   This study provided data on the major sites and symptoms reported by CrossFit®   athletes during a competition, as well as the major categories that need better approach and attention.</p>     <p><b>Keywords:</b>  crossfit, musculoskeletal injuries, physiotherapy.</p> </font> <hr noshade size="1">     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>INTRODUÇÃO</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>O   CrossFit® é um método de treinamento caracterizado pela realização de   exercícios variados em alta intensidade. O treinamento visa desenvolver ao   máximo as três vias metabólicas e cada uma das 10 valências físicas:   resistência cardiorrespiratória, força, vigor, potência, velocidade,   coordenação, flexibilidade, agilidade, equilíbrio e precisão utilizando   exercícios do levantamento olímpico como agachamentos, cleans, deadlifts,   press, e exercícios aeróbios como natação, remos, corrida e bicicleta, e   movimentos ginásticos como handstand, paralelas, argolas e barras (Tibana, Almeida, &amp; Prestes, 2015; Meyer, Morrison, &amp; Zuniga, 2017). </p>     <p>O   Crossfit® foi criado por Greg Glassman, em 1995, o qual abriu o primeiro box de   Crossfit® em Santa Cruz, Califórnia. Em 2001, criou um site que agrupava WOD’S   (sigla em inglês para “workout of the day” e que significa “treino do dia”),   que estavam disponíveis para que qualquer pessoa pudesse praticar. Nesse mesmo   site, havia um fórum que estava aberto a todos os indivíduos que quisessem partilhar   experiências ou tirar dúvidas. Em 2003, estabeleceu a diretiva que todos os   boxes teriam de ser afiliados, criando assim um programa de afiliação. Atualmente, contam com mais de 10.000 boxes afiliados pelo mundo (Sousa, 2016).</p>     <p>Os   modelos de WOD’S são frequentemente estruturados na perspectiva do praticante   se esforçar ao máximo para alcançar o menor período de tempo, com maior número   de repetições, utilizando o maior peso possível, visando uma alta demanda   cardiometabólica e um nível de competitividade (Araújo, 2015; Tibana et al., 2015;). </p>     <p>Devido   a isto, alguns autores referem que podem existir riscos de lesões neste   esporte. Hak, Hodzovic, e Hickey (2013), revelaram um índice de lesões de   3,1/1000 horas treinadas. As lesões neste estudo impediram o praticante de   treinar, competir ou trabalhar, sendo que 73% dos entrevistados relataram ter   se lesionado durante a prática. E, ainda, 7% dessas lesões necessitaram de   intervenção cirúrgica. Para Montalvo et al. (2017) a incidência foi de 2.3   /1000 horas de treinamento de atletas, sendo que tiveram maior probabilidade   aqueles com maiores horas semanais de treinamento, anos de participação, altura   e massa corporal. Sprey et al. (2016) alegam que as taxas de lesão CrossFit são   comparáveis às de outros esportes recreativos ou competitivos, e as lesões   mostram um perfil semelhante ao levantamento de peso, levantamento de força,   musculação, ginástica olímpica e corrida, que tem uma taxa de incidência quase a metade do futebol.</p>     <p>O   cuidado com a incidência de lesões ocorre tanto entre os praticantes e atletas,   quanto em treinadores e profissionais da saúde, pois altera o processo evolutivo do treinamento (Gentil, Costa, &amp; Arruda, 2017). </p>     <p>Para   Guimarães, Carvalho, Santos, Rubini, e Coelho (2017) e Gentil et al. (2017) o   esforço intenso, os movimentos complexos sob níveis elevados de fadiga e cargas   extenuantes de estresse físico e mental pode aumentar a vulnerabilidade do sistema imunológico, além de dores musculares e articulares. </p>     <p>Desta   forma, para a prática de CrossFit® ou qualquer modalidade realizada em alta   intensidade, recomendam-se cuidados que podem minimizar a ocorrência ou a   gravidade da lesão. Entre eles, avaliações fisioterapêuticas individuais   pré-participação, progressões graduais durante os treinos, períodos de descanso   entre treinos, supervisão direta dos coaches (treinadores) e a conscientização do próprio praticante.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Este   estudo teve a finalidade de analisar a existência de sintomas referidos pelos   atletas que participavam de uma competição de CrossFit® no intuito de embasar   melhor os atendimentos da fisioterapia durante estas competições e nos   intervalos destas, assim como, durante a prática do treinamento desta   modalidade esportiva, esclarecendo também sobre quais as preferências dos mesmos para com as condutas fisioterápicas.</p>     <p>&nbsp;</p> </font><font size="3" face="Verdana"><b>MÉTODO</b></font><font face="Verdana" size="2">      <p>Tratou-se de um estudo descritivo,   exploratório e quantitativo, sobre as sintomatologias referidas pelos atletas que   realizavam uma competição de CrossFit® no município de Fortaleza, Ceará,   Brasil. A amostragem da pesquisa foi composta por 195   praticantes de CrossFit®   cadastrados no evento, caracterizando uma amostragem finita delimitada pelo tempo.</p>     <p>Os dados foram obtidos através de um   questionário desenvolvido para o estudo constando: nome, idade, sexo, categoria   inscrita na competição, local e sintomas referidos, percepção da causa de tais   sintomas, momento da competição que procura por atendimento, preferência de   técnicas fisioterápicas para tratamento dos sintomas, presença de algum sintoma   prévio da competição e, caso existência, qual tratamento costumava realizar.   Este foi apresentado ao coordenador do evento para a liberação dos dados. A   coleta de dados iniciou-se através da entrega do questionário e foram conduzidas individualmente com cada participante.</p>     <p>Os dados obtidos na pesquisa foram   organizados, tabulados e analisados através do programa <i>“Statistical Package for the Social Sciences”</i> (SPSS, Chicago, EUA) versão   24.0. Realizou-se uma análise exploratória dos valores de cada variável para   caracterizar as medidas ao nível da sua frequência, moda e média com posterior   observação gráfica (<i>boxplot)</i>, para   que fossem detectadas a possível existência de outliers ou erro na inserção dos dados. </p>     <p>Foi   analisada a associação entre as diferentes variáveis através do teste <i>Pearson Chi-Square</i> com o fator de   correção de <i>Monte Carlo</i>. O nível de   significância estabelecido foi de p&lt;0,05. Em seguida foram confrontados com a literatura vigente no âmbito nacional e internacional sobre a temática vigente no inquérito científico. </p>     <p>As informações relacionadas aos   entrevistados foram incluídas no protocolo de pesquisa somente após consentimento por escrito   dos mesmos ou responsáveis. A aceitação foi   registrada através de assinatura do Termo de Consentimento   livre e Esclarecido (TCLE), sendo outorgado aos entrevistados   sigilo em relação à sua identidade, procedimentos,   objetivos e tempo de execução. Foi garantido a estes, o   anonimato, o direito de não participação, ou a desistência a qualquer momento do estudo sem despesa ou prejuízo. Este projeto de pesquisa está de acordo com as   normas do Conselho Nacional de Saúde (CNS), em consonância   com a resolução 466/912 referente à pesquisa com seres humanos. A pesquisa foi aprovada   pelo comitê de ética e pesquisa do Centro Universitário Estácio do Ceará com o número do parecer 118162/2016.</p> </font>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>RESULTADOS</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>Participaram deste estudo 195 praticantes, apresentando uma média de   idade 30,63±6,97 anos e com um tempo de prática de 15,56±0,95 meses, ou seja,   praticantes na sua maioria de um pouco mais de um ano. Esta amostra teve a   prevalência do sexo masculino (57,4%) e da categoria scaled (59,5%). Foi observada   uma associação significativa entre a idade e a categoria (p&lt;0,0001); entre sexo e o tempo de prática (p=0,013); entre a categoria e a idade (p&lt;0,0001).</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>A maioria (34,4%) procurou o   serviço de fisioterapia após finalizar todas as provas da competição, por ter   maior aparecimento dos sintomas, sendo que 59% relataram que era por ter   realizado uma intensidade elevada da carga durante o exercício. A topografia da   sintomatologia clínica dolorosa apresentou-se prevalente no quadríceps (25,8%),   seguido da lombar (13,1%) e do ombro (11,9%) sendo por fadiga muscular (42,6%), seguida por dor articular (30,8%).</p>     <p>Percebeu-se uma associação   significativa entre o tempo de prática e o sexo (p=0,013) e a existência de   lesão prévia (p=0,018). Uma associação significativa entre os sintomas e: i) momento da competição que procurou por atendimento (p=0,019); ii) o   aparecimento dos sintomas (p=0,012); iii) a perceção subjetiva da causa dos   sintomas (p&lt;0,0001); iv) e a existência de lesão antes da competição (p=0,028). A maioria tinha preferência por liberação miofascial (67,7%).</p>     <p>Ao serem questionados quanto   à existência de sintomas musculoesqueléticos antes da competição, apenas 32,8%   dos indivíduos referiram que existiam queixas, sendo que 7,2% relataram dores   no joelho, 5,1% hérnia discal e 2,6% dores no ombro. Destaca-se que a maioria   (67,2%) não sentia nenhuma sintomatologia e por isso 79% não referiram algum   local de sintomatologia clínica. Desta forma, 25,6% não faziam nenhum tipo de   tratamento antes das competições por falta de necessidade, e, aqueles que   tinham acompanhamento clínico para tratamento dos seus sintomas faziam na   maioria deles fisioterapia eletrotermofototerápica (39%), osteopatia (21,5%) ou massagem relaxante ou esportiva (21%).</p>     <p>Foi observada uma associação   significativa entre a localização dos sintomas e: i) a existência de lesão   prévia (p=0,023); ii) momento da competição que procurou   por atendimento   (p=0,046). Detectou-se também uma associação significativa entre o momento da competição que procura por atendimento e: i) o aparecimento dos   sintomas (p&lt;0,0001); ii) a localização dos sintomas (p=0,046); e iii) as causas dos sintomas (p=0,011). </p>     <p>Mensurou-se uma associação   significativa entre as causas dos sintomas e: i) momento   da competição que procurou por atendimento (p=0,014); e ii) a preferência do atendimento   (p=0,021). Foi observada uma associação significativa entre a preferência de   tratamento dos sintomas e: i) momento da competição que   procura por atendimento (p=0,037); ii) as causas dos sintomas (p=0,018); e iii) a existência de lesão prévia (p=0,019).</p>     <p>Verificou-se uma associação   significativa entre as técnicas escolhidas no tratamento das lesões e: i) a   categoria (p=0,042); e ii) o aparecimento dos sintomas (p=0,047). Foi observada   uma associação significativa entre a existência de lesão prévia e: i) o tempo   de prática (p=0,018); ii) e os sintomas (p=0,028); iii) a localização dos sintomas (p=0,023); iv) o aparecimento dos sintomas (p=0,023); v) momento da competição que procurou por atendimento (p=0,019).</p> </font>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>DISCUSSÃO e CONCLUSÕES</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>Os principais resultados do estudo   mostram que a maioria dos participantes procurou o serviço de Fisioterapia após   finalizar todas as provas da competição, sendo que relataram que era por ter   realizado uma intensidade elevada da carga durante o exercício. Os sintomas   referidos que apresentaram maior prevalência foram quadríceps, lombar e ombro,   sendo que relataram ser fadiga muscular ou articular, provavelmente por elevada   intensidade na execução do exercício e pelo uso intenso do grupo muscular para   determinados movimentos solicitados nas provas da competição. Além disto,   sugere-se que a sintomatologia na lombar pode ter sido relatada por provável fraqueza dos músculos estabilizadores do tronco para suportar maior sobrecarga.</p>     <p>A fadiga muscular é a incapacidade do sistema neuromuscular produzir movimento,   pelo acúmulo de produtos metabólicos finais, como o lactato que, em   concentrações elevadas, diminui a capacidade contrátil do músculo. Maté-Muñoz et al. (2017) analisaram o nível de fadiga dos membros inferiores em três características metabólicas distintas em diferentes WOD’s do CrossFit e   observaram que os treinos ginásticos e de levantamento de peso tiveram um maior   nível de lactato sérico, pois recrutam mais fibras musculares do tipo II, mais suceptíveis a fadiga. </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>A causa da fadiga   mecânica pode ser a alta intensidade e volume de exercício, juntamente com o   pequeno intervalo de descanso. Assim, dada a alta demanda técnica de alguns   exercícios do CrossFit®, juntamente com os efeitos da fadiga na biodinâmica do   movimento, esses processos de fadiga quando não mediados podem ocasionar lesões   por falha na execução dos movimentos (Smilios, Häkkinen, Tokmakidis, &amp; Savvas, 2010).</p>     <p>No estudo de Hak   et al. (2013) também foi observaram a alta prevalência   de lesões no ombro justificando que durante a prática do CrossFit®, os   movimentos ginásticos ou de levantamento de peso são realizados em alta   repetição e intensidade, muitas vezes com grandes pesos. Isso pode levar a uma   mecânica fraca, colocando o ombro em movimentos extremos e numa posição de   risco. Relataram também alta prevalência de sintomatologia na lombar após a   execução do powerlifting e levantamento terra. Portanto, a perda da mecânica   correta da execução do movimento por extrema fadiga e em exercícios e suas variações   que exijam mais dos músculos estabilizadores como o agachamento, deadlift, clean   e snatch, colocam estresse em toda a coluna torácica e lombar levando à fadiga muscular.</p>     <p>Participantes da   categoria scaled foram os que mais procuraram atendimentos durante o evento, que   por ser uma categoria de iniciantes, podem sentir mais incómodos por falta de adaptação ou realização incorreta de algum movimento.</p>     <p>Butcher, Judd, Benko, Horvey, e Pshyk (2015) e Bellar,   Hatchett, Judge, Breaux, e Marcus (2015) compararam praticantes   iniciantes e experientes de Crossfit e observaram melhores resultados de força,   aptidão cardiovascular, capacidade aeróbica e potência anaeróbica no grupo com maior experiência. </p>     <p>Hooper et al. (2014) avaliaram o   padrão motor do agachamento livre quando realizado dentro em uma exaustiva   rotina de treino do Crossfit®. Apesar de terem sido realizadas adaptações para   relativizar a intensidade do exercício para todos os sujeitos, isso não foi   suficiente para evitar que o padrão motor do exercício fosse alterado ao longo   da sessão, levando a conclusão que realizar exercícios complexos em regime de exaustão diminui a eficiência da técnica e consequentemente a segurança do praticante.</p>     <p>Importante ressaltar que uma baixa   estabilidade do quadril também pode interferir em um maior recrutamento do músculo   reto femural por compensação, podendo prejudicar a articulação do joelho (De Souza, Da Fonseca, Da Veiga, De Oliveira &amp; Vieira, 2017).</p>     <p>A maioria teve como preferência de atendimento a técnica de   liberação miofascial para tratar os seus sintomas, justificada empiricamente pela vontade de melhorar a fadiga e retirada de metabólicos.</p>     <p>A liberação miofascial oferece   vários mecanismos de resposta, como relaxamento, alívio das dores musculares e   melhora da amplitude de movimento (ADM). Fisiologicamente explicam-se por   aumento das endorfinas plasmáticas (Harris, Richards, &amp; Grando, 2012),   diminuição dos níveis de hormônio do estresse (Kim, Park, Goo, &amp; Choi,   2014) ou uma ativação da resposta parassimpática (Henley,   Ivins, Mills, Wen, &amp; Benjamin, 2008). Dependendo   da técnica de liberação, a pressão mecânica imposta no músculo deverá aumentar   ou diminuir a excitabilidade neural pela estimulação dos receptores   sensoriais e diminuição da tensão muscular, reduzindo a excitabilidade   neuromuscular (Rodríguez-Huguet, Gil-Salú, Rodríguez-Huguet, Cabrera-Afonso,   &amp; Lomas-Vega, 2017). Estudos apontam que um estímulo de liberação entre 3 e   6 minutos já diminui a amplitude do reflexo de Hoffmann. (Chen &amp; Zhou, 2011; Shiratani, Arai, Kuruma, &amp;   Masumoto, 2016). Além desta resposta   fisiológica, acredita-se que o ganho de ADM, é também o resultado esperado   pelos atletas ao buscarem esse procedimento (Cheatham, Kolber, Cain, &amp;   Lee, 2015; Fairall, Cabell, Boergers, &amp; Battaglia, 2017) benefícios esses que ajuda os atletas melhorar seu   desempenho e reduzir riscos de possíveis lesões (Schroeder &amp; Best, 2015).</p>     <p>É importante observar que 25,6% não   faziam nenhum tipo de tratamento antes das competições por não apresentarem   sintomas, e, aqueles que tinham acompanhamento faziam na maioria das vezes   fisioterapia convencional (39%). Achados do estudo de Guimarães et al. (2017) quanto à frequência de lesões esportivas apontam que   em modalidades que utilizam exercícios de força ocorre uma proporção de uma a   sete lesões em mil horas de treinamento e, geralmente, estão relacionadas a pessoas com hábitos extremos de atividade física. </p>     <p>Grier, Canham-Chervak, McNulty, e Jones (2013) analisaram a incidência de lesões em combatentes norte americanos   após a implementação do CrossFit® nas rotinas de preparação física antes e após   6 meses. Os pesquisadores concluíram que em ambos (praticantes e não   praticantes) houve uma incidência de lesões de aproximadamente 12%. As   principais razões foram a baixa aptidão cardiorrespiratória,   sobrepeso/obesidade e ser fumante. Além disso, foi observado que aqueles que já   tinham o hábito de praticar treinamento de força possuíram uma menor incidência de lesões.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Destaca-se que grande parte dos   participantes relataram mais sintomas agudos e leves, sendo na maioria das   vezes por fadiga pós prova. Segundo Sprey et al. (2016) a dor muscular   aumentada pode ser mal interpretada como lesão, e essa dor é extremamente comum em atividades de alta intensidade.</p>     <p>O envolvimento do fisioterapeuta,   trabalhando em conjunto com os coachs é essencial para prevenir, tratar   o sintoma agudo, aumentando o processo de recuperação e diminuindo a fadiga logo após o treino e, consequentemente, diminuindo as taxas de lesões. </p>     <p>Este estudo   forneceu dados sobre os principais locais e sintomas referidos pelos atletas de   CrossFit® durante uma competição, bem como as principais categorias que   necessitam de uma melhor abordagem e atenção. Sugerimos que estudos futuros   sejam realizados para verificar a eficácia de técnicas utilizadas nas competições pela equipe de fisioterapia.</p>     <p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>REFERÊNCIAS</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <!-- ref --><p>Araújo, R. F.   (2015). <i>Lesões no crossfit: uma revisão     narrativa</i> (Trabalho de Conclusão do Curso de Pós-Graduação em   Fisioterapia). Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte. Disponível em: <a href="http://www.bibliotecadigital.ufmg.br/dspace/handle/1843/BUBD-A8QJD3" target="_blank">http://www.bibliotecadigital.ufmg.br/dspace/handle/1843/BUBD-A8QJD3</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=378156&pid=S1646-107X201800010003700001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Bellar, D., Hatchett, A., Judge, L. W., Breaux, M. E.,   &amp; Marcus, L. (2015). The relationship of aerobic capacity, anaerobic peak power and experience to performance in CrossFit exercise. <i>Biology of sport, 32</i>(4), 315.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=378157&pid=S1646-107X201800010003700002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Cheatham, S. W., Kolber, M. J., Cain, M., &amp; Lee,   M. (2015). The effects of self myofascial release using a foam roll or roller   massager on joint range of motion, muscle recovery, and performance: a   systematic review. <i>International Journal of Sports Physical Therapy, 10</i>(6), 827-838.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=378159&pid=S1646-107X201800010003700003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Chen, Y. S., &amp; Zhou, S. (2011). Soleus H-reflex   and its relation to static postural control. <i>Gait &amp;   posture, 33</i>(2), 169-178.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=378161&pid=S1646-107X201800010003700004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>De Souza, L. M.   L., Da Fonseca, D. B., da Veiga Cabral, H., De Oliveira, L. F., &amp; Vieira,   T. M. (2017). 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Crossfit®: uma análise crítica e fundamentada   de custo-benefício. <i>Revista Brasileira de Prescrição e Fisiologia do Exercício, 11</i>(64), 138-139.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=378167&pid=S1646-107X201800010003700007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Grier, T., Canham-Chervak, M., McNulty, V., &amp;   Jones, B. H. (2013). Extreme conditioning programs and injury risk in a US Army   Brigade Combat Team. <i>US Army Medical Department     Journal</i>, 36-47.</p>     <!-- ref --><p>Guimarães, T.,   Carvalho, M., Santos, W., Rubini, E., &amp; Coelho, W. (2017). Crossfit, musculação e corrida: vício, lesões e vulnerabilidade imunológica. <i>Revista de Educação Física, 86</i>(1), 8-17.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=378170&pid=S1646-107X201800010003700009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Hak, P. T., Hodzovic, E. &amp; Hickey, B. (2013). The   nature and prevalence of injury during CrossFit training. <i>Journal of strength and conditioning research</i>. doi: 10.1519/JSC.0000000000000318&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=378172&pid=S1646-107X201800010003700010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Harris, M., Richards, K. C., &amp; Grando, V. T.   (2012). The effects of slow-stroke back massage on minutes of nighttime sleep   in persons with dementia and sleep disturbances in the nursing home: a pilot study. <i>Journal of Holistic Nursing, 30</i>(4), 255-263.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=378173&pid=S1646-107X201800010003700011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Henley, C. E., Ivins, D., Mills, M., Wen, F. K., &amp;   Benjamin, B. A. (2008). Osteopathic manipulative treatment and its relationship   to autonomic nervous system activity as demonstrated by heart rate variability:   a repeated measures study. <i>Osteopathic Medicine and     Primary Care, 2</i>(1), 7.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=378175&pid=S1646-107X201800010003700012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Hooper, D. R., Szivak, T. K., Comstock, B. A.,   Dunn-Lewis, C., Apicella, J. M., Kelly, N. A., &amp; Maresh, C. M. (2014).   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Effect of self-myofascial release on reduction of physical stress: a   pilot study. <i>Journal of physical therapy     science, 26</i>(11), 1779-1781.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=378179&pid=S1646-107X201800010003700014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Maté-Muñoz, J.   L., Lougedo, J. H., Barba, M., García-Fernández, P., Garnacho-Castaño, M. V.,   &amp; Domínguez, R. (2017). Muscular fatigue in response to different modalities of CrossFit sessions. <i>PloS One, 12</i>(7), e0181855.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=378181&pid=S1646-107X201800010003700015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Meyer,   J., Morrison, J., &amp; Zuniga, J. (2017). The Benefits and Risks of CrossFit:   A Systematic Review. <i>Workplace Health &amp; Safety</i>, <i>65</i>(12). doi: 10.1177/2165079916685568.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=378183&pid=S1646-107X201800010003700016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Montalvo, A.   M., Shaefer, H., Rodriguez, B., Li, T., Epnere, K., &amp; Myer, G. D. (2017). Retrospective injury epidemiology and risk factors for injury in crossfit. <i>Journal of sports science &amp; medicine, 16</i>(1), 53-59.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=378185&pid=S1646-107X201800010003700017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Rodríguez-Huguet,   M., Gil-Salú, J. L., Rodríguez-Huguet, P., Cabrera-Afonso, J. R., &amp;   Lomas-Vega, R. (2017). Effects of Myofascial   Release on Pressure Pain Thresholds in Patients With Neck Pain: A Single-Blind   Randomized Controlled Trial. <i>American Journal of Physical Medicine &amp; Rehabilitation, 97</i>(1), 16-22.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=378187&pid=S1646-107X201800010003700018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Schroeder, A. N., &amp; Best, T. M. (2015). Is self   myofascial release an effective pre exercise and recovery strategy? A literature review. <i>Current sports medicine reports, 14</i>(3), 200-208.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=378189&pid=S1646-107X201800010003700019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Shiratani, T.,   Arai, M., Kuruma, H., &amp; Masumoto, K. (2016). The   effects of opposite-directional static contraction of the muscles of the right upper extremity on the ipsilateral right soleus H-reflex. <i>Journal of Bodywork and Movement Therapies, 21</i>(3), 528-533.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=378191&pid=S1646-107X201800010003700020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Smilios, I., Häkkinen, K., &amp; Tokmakidis, S. P.   (2010). Power output and electromyographic activity during and after a moderate   load muscular endurance session. <i>The Journal of Strength &amp; Conditioning Research, 24</i>(8), 2122-2131.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=378193&pid=S1646-107X201800010003700021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Sousa, D. I. A.   (2016). <i>Avaliação da adição ao exercício     físico e da psicopatologia em praticantes de Crossfit</i> (Dissertação de Mestrado em Psicologia Clínica). Universidade Lusófona do Porto, Porto.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=378195&pid=S1646-107X201800010003700022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Sprey, J. W.,   Ferreira, T., de Lima, M. V., Duarte Jr, A., Jorge, P. B., &amp; Santili, C.   (2016). An epidemiological profile of crossfit athletes in   Brazil.<i> Orthopedic journal of sports medicine, 4</i>(8). 10.1177/2325967116663706</p>     <!-- ref --><p>Tibana, R. A.,   de Almeida, L. M., &amp; Prestes, J. (2015). Crossfit® riscos ou benefícios? O   que sabemos até o momento. <i>Revista Brasileira de Ciência e Movimento, 23</i>(1), 182-185.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=378198&pid=S1646-107X201800010003700024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>&nbsp;</p> </font>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana"><b>Agradecimentos:</b>    <br>   Nada a declarar<b>    <br>   Conflito de   Interesses:</b>    <br>   Nada a   declarar.<b>    <br>   Financiamento:    <br>   </b></font><font face="Verdana"><b></b><font size="2">Nada a declarar</font></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <font face="Verdana" size="2"><i><a name="end"></a></i><a href="#top">Correspond&ecirc;ncia para:</a> Universidade  de Tr&aacute;s-os-Montes e Alto Douro, complexo Desportivo da UTAD, Quinta de Prados,  5000-000, Vila Real, Portugal<i> E-mail</i>:  <a href="mailto:gnotini@hotmail.com">gnotini@hotmail.com</a></font>      ]]></body><back>
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<source><![CDATA[Lesões no crossfit: uma revisão narrativa]]></source>
<year>2015</year>
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<article-title xml:lang="en"><![CDATA[The relationship of aerobic capacity, anaerobic peak power and experience to performance in CrossFit exercise]]></article-title>
<source><![CDATA[Biology of sport]]></source>
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<article-title xml:lang="en"><![CDATA[The effects of self myofascial release using a foam roll or roller massager on joint range of motion, muscle recovery, and performance: a systematic review]]></article-title>
<source><![CDATA[International Journal of Sports Physical Therapy]]></source>
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