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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Relação entre a flexibilidade e a força entre praticantes de crossfit]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The aim of the present study was to evaluate the relationship between flexibility and strength of the hip, knee and ankle joints of CrossFit® practitioners. We investigated 16 individuals of both sexes who practice CrossFit® in two boxes located in the city of Fortaleza, in the State of Ceará. It was observed that 18.75% of the total sample had a classification referring to the flexibility presented as small. The research verified and identified that, good flexibility influences the performance of maximum strength in CrossFit® practitioners of the sample group.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><b><font face="Verdana" size="2"> ARTIGO ORIGINAL&nbsp;&nbsp; |&nbsp;&nbsp; ORIGINAL ARTICLE</font></b></p>     <p>&nbsp;</p>      <p><font size="4" face="Verdana"><b>Relação entre a flexibilidade e a força entre praticantes de crossfit</b></font> </p> <font face="Verdana" size="2">     <p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Relationship between flexibility and strength in crossfit   practicants</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><a name="top"></a>Lucas Norberto de Andrade<sup>1</sup>; Rômulo Vasconcelos Teixeira<sup>1</sup>; Patrick Simão Carlos<sup>1</sup></b></p> </font>     <p><font face="Verdana" size="2"><sup>1</sup><i>Centro Universit&aacute;rio Est&aacute;cio do Cear&aacute;</i></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2"><a href="#end">Correspond&ecirc;ncia para</a> </font></p> <font face="Verdana" size="2">     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> </font> <hr noshade size="1"> <font face="Verdana" size="2">     <p><b>RESUMO</b></p>     <p>O objetivo do presente estudo foi avaliar a relação   entre flexibilidade e a força das articulações do quadril, joelho e tornozelo   de praticantes do CrossFit®. Foram investigados 16 indivíduos de ambos os sexos   que praticam CrossFit® em dois boxes sediados na cidade de Fortaleza, no Estado   do Ceará. Pôde-se observar que 18,75% da amostra total teve classificação   referente a flexibilidade apresentada como pequena. A pesquisa verificou e   identificou que, uma boa flexibilidade influencia no desempenho da força máxima nos praticantes de CrossFit® do grupo amostral.</p>     <p><b>Palavras-chave: </b>exercício, força muscular, exercícios de alongamento muscular.</p> </font> <hr noshade size="1"> <font face="Verdana" size="2">     <p><b>ABSTRACT</b></p>     <p>The aim of the present   study was to evaluate the relationship between flexibility and strength of the   hip, knee and ankle joints of CrossFit® practitioners. We investigated 16   individuals of both sexes who practice CrossFit® in two boxes located in the city   of Fortaleza, in the State of Ceará. It was observed that 18.75% of the total   sample had a classification referring to the flexibility presented as small. The research verified and identified that,   good flexibility influences the performance of maximum strength in CrossFit® practitioners of the sample group.</p>     <p><b>Keywords:</b> exercise, muscle strength, muscle stretching exercises.</p> </font> <hr noshade size="1">     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="3" face="Verdana"><b>INTRODUÇÃO</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>Atualmente a busca por uma melhor   qualidade de vida vem aumentando, com isso, a procura por inúmeras atividades   físicas vem se tornando maior, dentre essas atividades pode-se destacar o   CrossFit®, uma modalidade na qual vem crescendo bastante o seu número de   adeptos. CrossFit® é uma metodologia moderna de treinamento caracterizado pela   prática de exercícios esportivos e funcionais, frequentemente modificados onde   são realizados em alta intensidade (Glassman, 2003). O treinamento utiliza   exercícios do levantamento de peso olímpico (LPO) como arranque (snatch) e   arremesso (clean &amp; jerk), exercícios fundamentais tais como os   agachamentos, levantamentos terra, exercícios cíclicos como corrida, remo, e   movimentos ginásticos como paralelas, barras, paradas de mão, e argolas (Tibana, 2015).</p>     <p>A &#64258;exibilidade expõe diversas   de&#64257;nições. Segundo Heyward (2013), a flexibilidade representa a   habilidade de uma articulação, em movimentar-se ao longo de uma amplitude de   movimento estabelecida. Simão (2014) afirma que, baixos índices de   flexibilidade podem estar relacionados a diminuição da vascularização local,   problemas posturais, lesões, dentre outros. Simão (2014) acrescenta ainda que,   os exercícios de flexibilidade necessitarão ser incluídos a todos os programas   de treinamento, principalmente para aqueles em que haja exigência maior do   desempenho esportivo. Diversos métodos clássicos de exercícios para   flexibilidade são amplamente encontrados na literatura para o treinamento desta   valência (Heyward, 2013; Simão, 2014), tais como os métodos balísticos, estáticos, dentre outros. </p>     <p>Diante disso é de extrema importância   que os praticantes ou atletas de CrossFit® possuam um bom nível de mobilidade e   flexibilidade, para realização dos exercícios de força propostos na modalidade.   Com isso em função da notoriedade e dos possíveis benefícios a saúde que essa   atividade acarreta aos seus praticantes, observamos ser pertinente investigar a prática de tal modalidade.</p>     <p>O presente estudo apresentou como   objetivo avaliar a relação entre a flexibilidade e a força das articulações do   quadril, joelho e tornozelo de praticantes do CrossFit® para realização do exercício proposto (levantamento terra/deadlift).</p> </font>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>MÉTODO</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>Com a   finalidade de legitimar a pesquisa, todos os devidos cuidados éticos foram   considerados e respeitados como bem-estar físico, social e psicológico dos   participantes, de acordo com as Resoluções Éticas Brasileiras, em especial a   Resolução 466/2012 do CNS. Todos os participantes concordaram e assinaram o   Termo de Consentimento Livre e Esclarecido, onde foi esclarecido para os mesmos   que todas as informações seriam sigilosas e o anonimato do participante preservado.</p>     <p>Este estudo caracteriza-se como   descritivo, quantitativo e transversal. A população dessa pesquisa foi   constituída por homens e mulheres com idade entre 25 e 30 anos praticantes de   CrossFit®. A amostra por conveniência contou com 16 indivíduos. Apresentou-se   como critérios de inclusão indivíduos que praticam o CrossFit® por um tempo   superior a 6 meses, e concordaram em realizar os testes propostos pelo   pesquisador. E aqueles que apresentaram frequência semanal inferior a duas vezes   e não assinaram o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE) foram excluídos do estudo.</p>     <p>A coleta de dados foi realizada por   meio de testes de força, flexibilidade, medida do peso corporal e medida da   estatura, para realização do exercício proposto (levantamento terra/deadlift).   Para avaliação da flexibilidade dos membros inferiores (MMII) cada indivíduo   foi submetido a amplitude máxima passiva de 3 movimentos nas articulações do   quadril, joelho e tornozelo. Tal método, confere a cada movimento articular um   valor de 0 a 4, onde tal valor está relacionado a posição atingida em relação   ao mapa de referência (Araújo, 2005). Para classificação dos níveis de força   dos participantes foi aplicado o protocolo indicado por Nascimento &amp;   Brandão (2015). E para avaliação da força foi utilizado o teste de uma   repetição máxima (1 RM) onde os participantes deveriam realizar um aquecimento   de 5 a 10 repetições do exercício proposto com 40 a 60 % do valor estimado de 1   RM. Após um intervalo de 1 minuto, foram orientados a realizar de 3 a 4   repetições do exercício com 60 a 80% de 1 RM estimado. O peso foi sendo   adicionado moderadamente e o executante tentava desta maneira atingir a sua   carga máxima (1 RM). Foi seguido este procedimento até que o executante realizasse   apenas uma repetição, havendo entre as séries um tempo de intervalo de 3 a 5   minutos antes do acréscimo de mais sobrecarga, onde a repetição máxima foi   alcançada normalmente entre 3 a 5 tentativas, sendo desta forma registrado o   valor de 1 RM na última tentativa bem-sucedida. Para a medida do peso corporal   utilizou-se uma balança digital da marca GTECH BALGIFW, com capacidade máxima   de 150 kg, e resolução em 100g. E para a medida da estatura, foi utilizado um   estadiômetro portátil da marca Sanny®, com capacidade de medição de 115 cm a 210 cm e com resolução de 0,1 cm, sendo o resultado expresso em centímetros. </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Os dados   obtidos através dos testes foram organizados e tabulados pelo Software   Microsoft Office Excel 2013, onde após analisados e representados graficamente,   foi realizado a discussão dos resultados da pesquisa com base na análise e interpretação dos dados.</p> </font>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>RESULTADOS</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>O presente estudo explorou os níveis de flexibilidade e de força   muscular em pessoas jovens, saudáveis, e praticantes de CrossFit onde todos   apresentavam um tempo mínimo de 6 meses de pratica da modalidade. O <a href="#f1">gráfico 1</a> mostra os   resultados dos testes realizados na avaliação da flexibilidade e da força dos   indivíduos do sexo feminino, onde pôde-se observar que os valores equivalentes a   flexibilidade. A <a href="#g1">Figura 1</a> mostra os resultados dos testes realizados na   avaliação da flexibilidade e da força dos indivíduos do sexo feminino, onde   pôde-se observar que os valores equivalentes a flexibilidade foi de 12,50%   (n=1) sendo classificada como pequena, 62,50% (n=5) foram classificadas como   média e de 25% (n=2) como grande. Com relação a força foi observado que os   valores de 37,50% (n=3) e 25% (n=2) correspondem a classificação fraca e boa   respectivamente, e 37,50% (n=3) classificou-se como excelente com relação aos seus níveis de força.</p>     <p><a name="g1"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/mot/v14n1/14n1a40f1.jpg" width="354" height="239"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>Na <a href="#f2">Figura 2</a> encontra-se os resultados   obtidos do sexo masculino, onde 25% (n=2) apresentaram sua flexibilidade   classificada como pequena, 62,50% (n=5) atingiram a média da escala do   flexiteste e 12,50% (n=1) da amostra tiveram sua flexibilidade classificada   como excelente. Os resultados referentes ao índice de força, foi observado que   100% (n=8) dos homens praticantes de CrossFit que participaram do estudo apresentaram seus níveis de força excelente.</p>     <p><a name="f2"></a></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/mot/v14n1/14n1a40f2.jpg" width="355" height="244"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>A <a href="#f3">Figura 3</a> exibe os resultados dos   dois grupos, onde foi observado que 18,75% (n=3) da amostra total teve   classificação referente a flexibilidade apresentada como pequena, 62,5% (n=10)   classificada como boa e 18,75% (n=3) tiveram a flexibilidade classificada como   excelente. Com relação a força 18,75% (n=3) foi classificado como pequena,   12,5% (n=2) como boa e 68,75% (n=11) do total conseguiram obter uma classificação apresentada como excelente para os níveis de força.</p>     <p><a name="f3"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/mot/v14n1/14n1a40f3.jpg" width="357" height="216"></p> </font>     
<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>DISCUSSÃO e CONCLUSÕES</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Diante dos resultados encontrados,   estudos tais como Araújo (2005) e Heyward, (2013) afirmam que, as mulheres   apresentam uma tendência a possuir uma amplitude de movimento maior e mais desenvolvida   que os homens. De acordo com Achour Júnior (2009) e Dantas (2005) a   flexibilidade pode variar de acordo com a hora do dia, sexo, idade, temperatura, nível de atividade física, dentre outros.</p>     <p>Em relação a força Meneses et al<i>.</i> (2015) afirmam que, os níveis de força   de mulheres praticantes de exercício físico podem ser afetadas em decorrência   das diferentes fases do ciclo menstrual, e de mulheres que utilizam   anticoncepcionais, onde tais fatores podem influenciar no desempenho da força,   em detrimento da mesma durante a fase folicular. Simão et al. (2007) afirmam   que, o desempenho no exercício físico melhora nas fases intermediárias do ciclo   menstrual (2ª e 3ª) em relação à primeira fase, e na quarta fase, a carga   mobilizada tende a diminuir, sugerindo assim que o ciclo menstrual pode afetar   a capacidade de produzir força. Tais estudos podem justificar os diferentes   níveis de força obtidos nas mulheres praticantes de CrossFit da amostra em   questão, já que não foi colocado em análise em que fase do ciclo menstrual as mesmas se encontravam.</p>     <p>Segundo Fleck e Kraemer (2006), o   aumento de massa muscular em mulheres acontece em menor proporção quando   comparado a homens, mesmo que executando um programa de treinamento de força   intenso. O aumento de massa muscular depende de diversos fatores tais como   relação estrogênio/testosterona, predisposição genética, dentre outros (Fleck   &amp; Kraemer, 2006). Mulheres possuem valores inferiores de força absoluta,   tanto em membros inferiores como nos membros superiores, por apresentarem   músculos com tamanhos e pesos diferentes dos homens (Salvador et al. 2005).&nbsp;</p>     <p>Carvalho et al<i>.</i> (1998) asseguram que, os níveis de força máxima são maiores em   homens do que nas mulheres sendo umas das causas a razão hormonal. Carvalho et   al<i>.</i> (1998) acrescenta ainda que, em   relação à flexibilidade, os homens possuem de forma geral, menor flexibilidade   do que as mulheres. Portanto, segundo Tibana et al. (2016), os treinadores   devem determinar o grau de força dos atletas/alunos, optando assim por sessões   de treinamento de força nos praticantes com baixos índices de força muscular.   Vale ressaltar que, em alunos/atletas com anos de prática, os níveis de força   dos exercícios básicos são minimizados, por exemplo, um praticante com   experiência na modalidade, pode não exibir ganhos nos exercícios do   levantamento de peso olímpico por meio exclusivamente da ampliação na força dos   exercícios de agachamento (Cormie, Mcguigan e Newton, 2011). Por outro lado,   Tibana et al. (2016) afirmam que, se o programa de treinamento   volume/intensidade não for apropriado de acordo com a individualidade de cada aluno/atleta, os ganhos de força podem ser afetados.</p>     <p>A pesquisa verificou e identificou   que, o nível de flexibilidade parece influenciar no desempenho da força máxima   nos praticantes de CrossFit na realização do exercício proposto (levantamento   terra/deadlift) do grupo amostral. Observou-se também que as mulheres possuem   um nível de flexibilidade maior do que os homens, em contrapartida os homens   apresentaram um nível de força maior do que as mesmas. Sugere-se, diante disto,   a realização de novos estudos com amostras maiores, e que os integrem como preditores dos critérios aqui tratado.</p>     <p>&nbsp;</p> </font><font size="3" face="Verdana"><b>REFERÊNCIAS</b></font><font face="Verdana" size="2">      <!-- ref --><p>Achour Junior, A. (2009). <i>Flexibilidade e Alongamento: Saúde e Bem-Estar.</i> São Paulo: Manole.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=378519&pid=S1646-107X201800010004000001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Araújo, C. G. S. (2005). <i>Flexiteste: um método completo para avaliar a flexibilidade.</i> São Paulo: Manole.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=378521&pid=S1646-107X201800010004000002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Carvalho, A. C. G., Paula, K. C., Azevedo, T. M. C., &amp;   Nóbrega, A. C. L. (1998). Relação entre flexibilidade e força muscular em   adultos jovens de ambos os sexos. <i>Revista Brasileira de Medicina do Esporte, 4(</i>1), 2-8.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=378523&pid=S1646-107X201800010004000003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Cormie, P., Mcguigan, M. R., &amp; Newton, R. U.   (2011). Developing maximal   neuromuscular power: Part 2 – training considerations for improving maximal   power production, <i>Sports Medicine, 41</i>(2), 125-146.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=378525&pid=S1646-107X201800010004000004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Dantas, E. H. M. (2005). <i>Alongamento e Flexionamento</i>. Rio de Janeiro: Shape.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=378527&pid=S1646-107X201800010004000005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Fleck, S. J., &amp; Kraemer, W. J. (2006). <i>Fundamentos do treinamento   de força muscular.</i> Porto Alegre: Artmed.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=378529&pid=S1646-107X201800010004000006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Glassman, G. (2003). Metabolic Conditioning<i>.</i> <i>CrossFit Journal</i>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=378531&pid=S1646-107X201800010004000007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Heyward, V. H. (2013). <i>Avaliação Física e Prescrição de Exercício.</i> Porto Alegre: Artmed.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=378533&pid=S1646-107X201800010004000008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Meneses, Y. P. S. F., Silva, M. O. P., Andrade, K. N.   S., &amp; Pinheiro, R. B. S. (2015). Influência do ciclo menstrual na força de   mulheres praticantes de musculação. <i>Revista Interdisciplinar, 8</i>(1), 123-128.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=378535&pid=S1646-107X201800010004000009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Nascimento, M. L., &amp; Brandão, D. C. (2015).   Prescrição de cargas de treinamento baseado no peso corporal e nos dados da   avaliação física. <i>Revista Brasileira de Prescrição e Fisiologia do Exercício, 9</i>(54), 430-437.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=378537&pid=S1646-107X201800010004000010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Salvador, E. P., Cyrino, E. S., Gurjão, A. L. D., Dias, R. M. R., Nakamura, F. Y., &amp;   Oliveira, A. R. (2005). Comparação entre o desempenho motor de homens e mulheres em series múltiplas de exercícios com peso. <i>Revista Brasileira de Medicina do esporte, 11</i>(5), 257-261.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=378539&pid=S1646-107X201800010004000011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Simão, R. (2014). <i>Fisiologia e Prescrição do Exercício para Grupos Especiais.</i> São Paulo: Phorte.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=378541&pid=S1646-107X201800010004000012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Simão, R., Maior, A. S., Nunes, A. P. L., Monteiro, L.,   &amp; Chaves, C. P. G. (2007). Variações na Força Muscular de Membros Superior e Inferior nas Diferentes Fases do Ciclo Menstrual. <i>Revista Brasileira Ciência e Movimento, 15</i>(3), 47-52.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=378543&pid=S1646-107X201800010004000013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Tibana, R. A., Almeida, L. M., &amp; Prestes, J.   (2015). Crossfit® riscos ou benefícios? O que sabemos até o momento? <i>Revista Brasileira Ciência e Movimento, 23</i>(1), 182-185.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=378545&pid=S1646-107X201800010004000014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Tibana, R. A., Farias, D. L., Nascimento, D. C., Silva-Grigoletto,   M. E., &amp; Prestes, J. (2016).   Relação da força muscular com o desempenho no levantamento olímpico em   praticantes de CrossFit<i>®.</i> <i>Revista Andaluza de Medicina del Deporte, 11</i>(2), 84-88. doi: 10.1016/j.ramd.2015.11.005&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=378547&pid=S1646-107X201800010004000015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Agradecimentos:    <br> </b>Nada a declarar<b>    <br>   Conflito de   Interesses:</b>    <br>   Nada a   declarar.<b>    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>   Financiamento:    <br>   </b></font><font size="2" face="Verdana">Nada a   declarar</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="2"><i><a name="end"></a></i><a href="#top">Correspond&ecirc;ncia para:</a> Centro Universit&aacute;rio Est&aacute;cio do Cear&aacute;. Rua Eliseu  Uch&ocirc;a Beco, 600, &Aacute;gua Fria. CEP: 60810-270, Fortaleza, CE, Brasil. <i>E-mail</i>: <a href="mailto:romulovasconcelos11@hotmail.com">romulovasconcelos11@hotmail.com</a></font></p>      ]]></body><back>
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