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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Terapia fascial permite maior rotação do ombro e flexão do cotovelo]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Manual therapy and electrostimulation have had very positive results in improving body functionality by altering fascial elastic characteristics. The present study aimed to analyze the acute effect of a combined treatment of manual fascial release and neuromuscular electrostimulation on the angular amplitude and velocity of internal and external rotation of the shoulder, and elbow flexion and extension, during a maximum effort. A 50- to 55-year-old master swimmer performed two evaluations of internal and external shoulder rotation and flexion and elbow extension on an isokinetic dynamometer (Biodex) before and after manual techniques of myofascial, visceral fascial and proprioceptive neuromuscular electrostimulation and manual resistance. Mean increases in the range of motion in the internal and external rotation of the shoulder and elbow flexion were observed (6) and (5) (respectively) maintenance of the maximum angular velocity in all movements and decrease of the mean speed in the internal rotation of the shoulder and flexion and extension of the elbow. The applied therapy induced an improvement in the ability to reach greater angular amplitudes, useful for a better use of the actions of the upper limbs during the swim.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><b><font face="Verdana" size="2"> ARTIGO ORIGINAL&nbsp;&nbsp; |&nbsp;&nbsp; ORIGINAL ARTICLE</font></b></p>     <p>&nbsp;</p>      <p><font size="4" face="Verdana"><b>Terapia fascial permite maior rotação do ombro e flexão do cotovelo</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Fascial therapy allows for greater shoulder rotation and   elbow flexion</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><a name="top"></a>Diogo Duarte Carvalho<sup>1</sup>; Nuno Serra<sup>1</sup>; Fillipe Bandeira   Lima<sup>1</sup>; Ricardo Jorge Fernandes<sup>1</sup></b></p> </font>     <p><font face="Verdana" size="2"><sup>1</sup><i>Universidade do Porto </i></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2"><a href="#end">Correspond&ecirc;ncia para</a> </font></p> <font face="Verdana" size="2">     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> </font> <hr noshade size="1"> <font face="Verdana" size="2">     <p><b>RESUMO</b></p>     <p>A terapia manual e a electroestimulação têm   tido resultados muito positivos na melhoria da funcionalidade corporal através   da alteração das características elásticas fasciais. O presente estudo teve   como objetivo analisar o efeito agudo de um tratamento combinado de libertação   fascial manual e electroestimulação neuromuscular na amplitude e velocidade   angulares da rotação interna e externa do ombro, e flexão e extensão do   cotovelo, durante um esforço máximo. Um nadador master do escalão etário 50 a   55 anos realizou duas avaliações de rotação interna e externa do ombro e de   flexão e extensão do cotovelo num dinamómetro isocinético (Biodex) antes e após   aplicação de técnicas manuais de libertação miofascial, fascial visceral e   exercícios propriocetivos com electroestimulação neuromuscular e resistência   manual. Foram observados aumentos médios na amplitude do movimento na rotação   interna e externa do ombro e flexão do cotovelo ~ 6 e 5° (respetivamente)   manutenção da velocidade angular máxima em todos os movimentos e diminuição da   velocidade média na rotação interna do ombro e flexão e extensão do cotovelo. A   terapia aplicada induziu uma melhoria na capacidade de atingir maiores   amplitudes angulares, útil para um melhor aproveitamento das ações dos membros superiores durante o nado.</p>     <p><b>Palavras-chave:</b> terapia fascial, isocinético, amplitude angular, velocidade angular, natação.</p> </font> <hr noshade size="1"> <font face="Verdana" size="2">     <p><b>ABSTRACT</b></p>     <p>Manual therapy and electrostimulation have had   very positive results in improving body functionality by altering fascial   elastic characteristics. The present study aimed to analyze the acute effect of   a combined treatment of manual fascial release and neuromuscular   electrostimulation on the angular amplitude and velocity of internal and   external rotation of the shoulder, and elbow flexion and extension, during a   maximum effort. A 50- to 55-year-old master swimmer performed two evaluations   of internal and external shoulder rotation and flexion and elbow extension on   an isokinetic dynamometer (Biodex) before and after manual techniques of   myofascial, visceral fascial and proprioceptive neuromuscular   electrostimulation and manual resistance. Mean increases in the range of motion   in the internal and external rotation of the shoulder and elbow flexion were   observed (6) and (5) (respectively) maintenance of the maximum angular velocity   in all movements and decrease of the mean speed in the internal rotation of the   shoulder and flexion and extension of the elbow. The applied therapy induced an   improvement in the ability to reach greater angular amplitudes, useful for a better use of the actions of the upper limbs during the swim.</p>     <p><b>Keywords:</b> fascial therapy, isokinetic, angular amplitude, angular velocity, swimming.</p> </font> <hr noshade size="1">     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="3"><b>INTRODUÇÃO</b>    </font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>A natação   pura desportiva (NPD) apresenta uma baixa ocorrência de lesões com origem   traumática (fraturas, contusões e entorses) pois é praticada em ambiente   aquático e os nadadores competem em pistas separadas. No entanto, mesmo não se   tratando de um desporto de contacto, os nadadores apresentam frequentemente   lesões graves que os impedem de persistirem nas rotinas diárias de treino e   competição (Becker, 2011; Hill, Collins, &amp; Posthumus, 2015; Wanivenhaus,   Chaudhury, &amp; Rodeo, 2012), sendo bastante recorrente limitações do seu   treino e até o abandono da modalidade devido a patologias cronicas. Alguns   nadadores precisam, inclusivamente, de intervenções cirúrgicas para eliminar a   dor crónica, não sendo exclusivo de praticantes adultos ocorrendo também com nadadores jovens (Keller &amp; Doperak, 2009).</p>     <p>A   terapia manual tem permitido alcançar resultados muito satisfatórios   relativamente à melhoria da funcionalidade corporal (principalmente pelos seus   efeitos agudos) através de técnicas que podem alterar características elásticas   fasciais (Ercole, Antonio, Ann, &amp; Stecco, 2010), tendo sido usada como   forma de recuperação e tratamento conservativo em NPD (Laudner, Wenig, Selkow,   Williams, &amp; Post, 2015; Leão Almeida et al., 2011;). Também a estimulação   elétrica associada ao alongamento muscular demonstrou maior eficiência para   aumentar o comprimento muscular, com ou sem a presença de dor, do que   unicamente a técnica de alongamento muscular (Song, Seo, &amp; Shin, 2015), podendo   mesmo mimetizar a facilitação neuromuscular propriocetiva (PNF) na tarefa de ganhos de amplitude articular (Spernoga, Uhl, Arnold, &amp; Gansneder, 2001).</p>     <p>O presente   estudo teve como objetivo analisar o efeito de um tratamento de libertação   fascial manual de curta duração, com aplicação de electroestimulação   neuromuscular, na amplitude (Rom) e velocidades média e máxima angulares (Vméd   e Vmáx, respetivamente) da rotação interna e externa do ombro, e da flexão e   extensão do cotovelo, durante um esforço máximo. Foi hipotisado que a   utilização concorrente da libertação miofascial e fascial visceral manual   combinada com estimulação elétrica muscular dentro de uma mesma sessão   terapêutica poderá ser eficaz para melhorar a funcionalidade do movimento articular do membro superior, permitindo vantagens mecânicas para o nado.</p> </font>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>MÉTODO</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>Um nadador master recordista nacional português do   escalão etário 50 a 55 anos na técnica de bruços, com 1.65 m de altura e 66.0   kg de massa corporal, realizou duas avaliações de rotação interna e externa do   ombro e de flexão e extensão do cotovelo. Previamente foram realizados testes   de <i>impingement </i>(c.f. Leão Almeida et   al., 2011), verificação de tensão miofascial e fascial visceral e tendo sida   apenas aplicada terapia nos grupos musculares que apresentaram testes   positivos. A terapia fascial teve 10h de duração, com intervalos de 1h a cada   2h30min de terapia (de forma a permitir ao nadador que se alimentasse e tivesse   descanso articular), consistindo na aplicação de técnicas de libertação   miofascial e fascial visceral em simultâneo com treino propriocetivo com e sem   electroestimulação neuromuscular (contrações isométricas e excêntricas,   acompanhadas de resistência manual (PNF) e exercícios de alongamento muscular   de duração prolongada). A terapia também focou numa reaprendizagem motora, com   ênfase no trabalho interno, no domínio e controlo de cadeias cinéticas e no   treino coordenativo neuromuscular aplicado à função específica que o nadador pretendia melhorar como forma de evitar o retrocesso da terapia aplicada. </p>     <p>Os   procedimentos avaliativos foram realizados num dinamómetro isocinético (Biodex   Medical Systems, Inc., NI, EUA) antes e após aplicação da uma terapia fascial,   sendo definida a velocidade angular no banco isocinético para 500 graus.s<sup>-1</sup>,   de forma a permitir ao nadador as acelerações e desacelerações características   do movimento típico de nado, obtendo-se valores de amplitude e de velocidade   angulares. O nadador foi instalado na cadeira do dinamómetro de acordo com as   indicações do fabricante (<a href="/img/revistas/mot/v14n1/14n1a41f1.jpg">Figura 1</a>) e após um período de aquecimento, realizou   o maior numero de repetições com a maior amplitude possível (sem que sentisse   dor) durante 10s. Registou-se: (i) Rom; (ii) Vméd e Vmáx; (iii) diferença entre   o pico máximo e mínimo da amplitude angular, da velocidade média e da   velocidade máxima (&#916;Rom, &#916;Vméd e &#916;Vmáx, respetivamente); (iv)   os respetivos coeficientes de variação (CVRom, CVVméd e CVVmáx,   respetivamente), e (v) o valor da escala de esforço percebido (RPE) no final de cada avaliação (Borg, 1998).</p> </font>    
<p><font size="2" face="Verdana">Para   análise das variáveis procedeu-se ao corte do número de repetições máximas da   avaliação inicial pelo número de repetições obtidas na segunda avaliação, uma   vez que o nadador diminuiu em 1 a 2 repetições em 10s. Recorreu-se ao teste T para   medidas repetidas para comparar a Rom, Vméd e Vmáx antes e após do tratamento,   tendo sido usado o programa SPSS 24 para o tratamento dos dados, aceitando-se   um &#961;&#8804;0.05. As restantes variáveis foram analisadas individualmente e descrito o seu comportamento antes e após o tratamento.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>   <b><font size="3" face="Verdana">RESULTADOS</font></b></font></p> <font face="Verdana" size="2">    <p>Na <a href="/img/revistas/mot/v14n1/14n1a41t1.jpg">Tabela 1</a> são apresentados   os valores médios e desvios padrão da Rom, Vméd e Vmáx da rotação interna e   externa do ombro, e flexão e extensão do cotovelo, antes e após do tratamento,   assim como os respetivos valores individuais de &#916;Rom, &#916;Vméd, &#916;Vmáx, CVRom, CVVméd e   CVVmáx. Foi observado que a Rom da rotação interna e externa do ombro aumentou   após tratamento, embora com diminuição da Vméd na rotação externa do ombro.   Relativamente à flexão e extensão do cotovelo, foi observado um aumento da Rom   apenas na flexão e uma diminuição da Vméd tanto para a flexão como extensão do   cotovelo. Apesar da diminuição da Vméd na rotação interna do ombro e flexão e   extensão do cotovelo, o nadador apresentou Vmáx similares antes e após a terapia nos quatro movimentos avaliados.</p>     
<p>Foi também observada uma   menor &#916;Rom após o tratamento para a rotação interna e externa   do ombro, acompanhada de um CVRom menor, resultado inverso ao observado para a   flexão e extensão do cotovelo. A &#916;Vméd apresentou menor valor   apenas na extensão do cotovelo e o CVVméd apresentou maior valor para a rotação   interna e flexão do cotovelo, e menor valor para rotação externa e extensão do   cotovelo. O valor da &#916;Vmáx diminuiu em três dos   quatro movimentos, aumentando apenas na rotação externa do ombro, enquanto o   CVVmáx apresentou um valor menor para a rotação interna e maior para a rotação externa   do ombro e flexão e extensão do cotovelo. Foi ainda observado um menor esforço   percebido após o tratamento tanto para rotação interna e externa do ombro como para a flexão e extensão do cotovelo.</p>     <p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>DISCUSSÃO e CONCLUSÕES</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>Os principais resultados obtidos neste estudo   evidenciaram uma maior Rom na rotação interna e externa do ombro, e na flexão   do cotovelo, uma diminuição da Vméd na rotação interna do ombro e na flexão e   extensão do cotovelo e uma manutenção da Vmáx nos movimentos analisados. Os   aumentos da Rom estão em concordância com estudos anteriores em que terapias   manuais com e sem electroestimulação permitiram alcançar maiores alongamentos   musculares (Hernandez-Reif, Field, Krasnegor, &amp; Theakston, 2001; Song et   al., 2015). A diminuição da Vméd verificada pode ser justificada pelo facto da   maior amplitude alcançada durante o movimento obrigar os grupos musculares a   trabalharem com alongamentos para os quais não estão adaptados (necessitando de   um maior controlo neuromuscular; Behm, Blazevich, Kay, &amp; McHugh, 2016). A   manutenção das Vmáx vem reforçar a ideia anteriormente apresentada e a   diminuição do esforço pós tratamento vem de encontro aos resultados de aplicação de autolibertação miofascial usando <i>foam role</i> (Cheatham, Kolber, Cain, &amp; Lee, 2015). </p>     <p>O   aumento da Rom observada irá permitir ao nadador atingir uma maior distância   por ciclo dos membros superiores durante o nado, aspeto importante em NPD pois   a velocidade de nado depende do seu produto pela frequência gestual (Craig   &amp; Pendergast, 1979). De facto, os nadadores de maior nível de rendimento   desportivo diferenciam-se dos nadadores de níveis de rendimento inferiores pela   capacidade de obtenção de maiores distâncias por ciclo para as mesmas   frequências gestuais, resultando numa velocidade de nado superior (Craig, Skehan, Pawelczyk, &amp; Boomer, 1985).</p>     <p>O   presente estudo dá-nos informação que a aplicação concorrente de curta duração   de terapia fascial e electroestimulação permitiu induzir num nadador, de uma   forma aguda, uma melhoria na capacidade de atingir maiores amplitudes angulares   com consequente diminuição da velocidade média do movimento. Apresentando   velocidades máximas similares, e um esforço percebido menor, esta terapia   parece potenciar o rendimento desportivo através do melhor aproveitamento de   cada ação do membro superior. Ou seja, não tendo sido perdida a explosividade   do movimento, assim que as novas amplitudes articulares sejam consolidadas   através do treino, estas não serão impeditivas de obtenção das velocidades médias antes da terapia.</p>     <p>Como   o equipamento isocinético utilizado só regista valores de força válidos assim   que a velocidade pré-definida é atingida, não foi possível identificar o efeito   da terapia em causa na produção força porque o nadador nunca atingiu os 500   graus.s<sup>-1</sup>. Esta revelou-se a maior limitação do estudo, propondo-se   que no futuro sejam realizadas avaliações a diferentes velocidades (e.g. 90,   180&nbsp;e 300 graus.s<sup>-1</sup>) permitindo analisar também a influência desta terapia nos valores de força muscular alcançados.</p>     <p>&nbsp;</p> </font><font size="3" face="Verdana"><b>REFERÊNCIAS</b></font><font face="Verdana" size="2"><b> <!--[if supportFields]><span style='font-size:9.0pt;mso-bidi-font-size:11.0pt;line-height:115%;color:black; mso-themecolor:text1'><span style='mso-element:field-begin'></span> ADDIN ZOTERO_BIBL {&quot;custom&quot;:[]} CSL_BIBLIOGRAPHY <span style='mso-element: field-separator'></span></span><![endif]--> </b>      ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Becker, T. J. (2011). Overuse Shoulder Injuries in   Swimmers. <i>Journal of Swimming Research, 18,</i> 181-186.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=378617&pid=S1646-107X201800010004100001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Behm, D. G., Blazevich, A. J., Kay, A. D., &amp;   McHugh, M. (2016). Acute effects of muscle stretching on physical performance,   range of motion, and injury incidence in healthy active individuals: a   systematic review. <i>Applied Physiology, Nutrition, and Metabolism, 41</i>(1), 1-11.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=378619&pid=S1646-107X201800010004100002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <p>Borg, G. (1998). <i>Borg's   perceived exertion and pain scales.</i> Human Kinetics, Champaign.</p>     <!-- ref --><p>Cheatham, S. W., Kolber, M. J., Cain, M., &amp; Lee,   M. (2015). The effects of self&#8208;myofascial   release using a foam roll or roller massager on joint range of motion, muscle recovery, and performance: a systematic review. <i>International journal of sports physical therapy, 10</i>(6), 827-838.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=378622&pid=S1646-107X201800010004100004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Craig, A. J., &amp; Pendergast, D. R. (1979).   Relationships of stroke rate, distance per stroke, and velocity in competitive   swimming. <i>Medicine and Science in Sports, 11</i>(3), 278-283.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=378624&pid=S1646-107X201800010004100005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Craig, A., Skehan, P., Pawelczyk, J., &amp; Boomer, W.   (1985). Velocity, stroke rate, and distance per stroke during elite swimming   competition. <i>Medicine &amp; Science in Sports &amp; Exercise, 17</i>(6), 625-634.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=378626&pid=S1646-107X201800010004100006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Ercole, B., Antonio, S., Ann, D. J., &amp; Stecco, C.   (2010). How much time is required to modify a fascial fibrosis? <i>Journal of bodywork and movement therapies, 14</i>(4), 318-325.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=378628&pid=S1646-107X201800010004100007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Hernandez-Reif, M., Field, T., Krasnegor, J., &amp;   Theakston, H. (2001). Lower back pain is reduced and range of motion increased after massage therapy. <i>International journal of neuroscience, 106</i>(3-4), 131-145.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=378630&pid=S1646-107X201800010004100008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Hill, L., Collins, M., &amp; Posthumus, M. (2015).   Risk factors for shoulder pain and injury in swimmers: A critical systematic   review. <i>The Physician and Sportsmedicine, 43</i>(4), 412-420.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=378632&pid=S1646-107X201800010004100009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Keller, C., &amp; Doperak, J. (2009). Shoulder   Injury-Swimmer. <i>Medicine &amp; Science in Sports &amp; Exercise, 41</i>(5), 34.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=378634&pid=S1646-107X201800010004100010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Laudner, K. G., Wenig, M., Selkow, N. M., Williams,   J., &amp; Post, E. (2015). Forward Shoulder Posture in Collegiate Swimmers: A Comparative Analysis of Muscle-Energy Techniques. <i>Journal of Athletic Training, 50</i>(11), 1133-1139.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=378636&pid=S1646-107X201800010004100011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Leão Almeida, G. P., De Souza, V. L., Barbosa, G.,   Santos, M. B., Saccol, M. F., &amp; Cohen, M. (2011). 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Effects of Electric Stimulation with Static Stretching on Hamstrings   Flexibility. <i>The Journal of Korean Physical Therapy, 27</i>(3), 164-168.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=378640&pid=S1646-107X201800010004100013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Spernoga, S. G., Uhl, T. L., Arnold, B. L., &amp;   Gansneder, B. M. (2001). 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