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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Avaliação da força, potência e temperatura corporal em uma sessão de crossfit]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Crossfit® is characterized by increased high-intensity exercise, varied and functional movement, such as Olympic lifting, weight and gymnastics movements combined in high-intensity workouts. The training complexity and the large number of individuals linked to Crossfit® increases the need for studies to evaluate the effect of this training modality on the musculoskeletal and metabolic system. Thus, the objective of the study was to analyze the effect of a Crossfit® session on body strength, power and temperature. Participating in the study were 10 subjects with experience in the modality who were submitted to a pre-test, a intervention of a Crossfit® class and a post test, the tests were of jumps, flexibility, trunk strength and manual grip, potency in limbs (MMSS) and verification of thermal asymmetry. There were significant differences (p <0.05) in the jump-on-motion (CMJ) tests (49.03 ± 3.13 vs. 45.27 ± 4.20), and power in SBM (762.50 ± 171, 54 vs. 696.40 ± 162.89) and arm thermal asymmetry (0.27 ± 0.21 vs.0.55 ± 0.34). From the above it is verified that it is necessary to follow the Crossfit® practitioners, especially in the mentioned tests, since a single session showed to be able to promote physical imbalances and these in a repetitive way could generate local overloads.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><b><font face="Verdana" size="2"> ARTIGO ORIGINAL&nbsp;&nbsp; |&nbsp;&nbsp; ORIGINAL ARTICLE</font></b></p>     <p>&nbsp;</p>      <p><font size="4" face="Verdana"><b>Avaliação da força, potência e temperatura corporal em uma sessão de crossfit</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>      <p><font size="3" face="Verdana"><b>Assessment of   body strength, power and temperature in a crossfit session</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><font face="Verdana" size="2"><a name="top"></a>Thiago Prado   Dantas<sup>1</sup>; Felipe J. Aidar<sup>1</sup>; Dihogo de Matos   Gama<sup>1</sup>; Heleno Almeida Junior<sup>1</sup>; Carlos Roberto   Rodrigues Santos<sup>1</sup>; Walderi Monteiro da Silva Júnior<sup>1</sup> </font></b></p>     <p><font face="Verdana"><font size="2" face="Verdana"><sup>1</sup></font></font><font size="2" face="Verdana"><i>Universidade Federal de Sergipe </i></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2"><a href="#end">Correspond&ecirc;ncia para</a> </font></p> <font face="Verdana" size="2">     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> </font> <hr noshade size="1"> <font face="Verdana" size="2">     <p><b>RESUMO</b></p>     <p>O Crossfit<sup>®</sup> se caracteriza por   exercício crescente de alta intensidade, movimento variado e funcional, como   levantamento olímpico, de peso e movimentos de ginástica   combinados em trabalhos de alta intensidade. A complexidade de   treinamento e o grande número de indivíduos ligados ao Crossfit<sup>®</sup>,   aumenta a necessidade de estudos para avaliar o efeito dessa modalidade de   treinamento no sistema músculo esquelético e   metabólico. Assim, o objetivo do estudo foi analisar o efeito de uma sessão de   Crossfit<sup>®</sup> na força, potência e temperatura corporal. Participaram do   estudo 10 sujeitos com experiência na modalidade que foram submetidos a um   pré-teste, a uma intervenção de uma aula de Crossfit<sup>®</sup> e um pós   teste, os testes foram de saltos, flexibilidade, força de tronco e preensão manual,   potência em membros superiores (MMSS) e verificação da assimetria termográfica.   Foram verificadas diferenças significativas (p&lt;0,05)   nos testes de salto em contra movimento (CMJ) (49,03±3,13 vs. 45,27±4,20) , e   potência em MMSS (762,50±171,54 vs. 696,40±162,89) e assimetria térmica de   braço (0,27±0,21 vs.0,55±0,34). Do exposto verifica-se que se faz necessário um   acompanhamento dos praticantes de Crossfit<sup>®</sup>, principalmente nos   testes mencionados, uma vez que uma única sessão mostrou ser capaz de promover   desequilíbrios físicos e estes de forma repetitiva poder gerar sobrecargas locais.</p>     <p><b>Palavras-chave: </b>Crossfit<sup>®</sup>, força, assimetria térmica.</p> </font> <hr noshade size="1"> <font face="Verdana" size="2">     <p><b>ABSTRACT</b></p>     <p>Crossfit® is characterized by increased   high-intensity exercise, varied and functional movement, such as Olympic   lifting, weight and gymnastics movements combined in high-intensity workouts.   The training complexity and the large number of individuals linked to Crossfit®   increases the need for studies to evaluate the effect of this training modality   on the musculoskeletal and metabolic system. Thus, the objective of the study   was to analyze the effect of a Crossfit® session on body strength, power and   temperature. Participating in the study were 10 subjects with experience in the   modality who were submitted to a pre-test, a intervention of a Crossfit® class   and a post test, the tests were of jumps, flexibility, trunk strength and   manual grip, potency in limbs (MMSS) and verification of thermal asymmetry.   There were significant differences (p &lt;0.05) in the jump-on-motion (CMJ)   tests (49.03 ± 3.13 vs. 45.27 ± 4.20), and power in SBM (762.50 ± 171, 54 vs. 696.40 ± 162.89) and arm thermal asymmetry (0.27 ±   0.21 vs.0.55 ± 0.34). From the above it is verified that it is necessary to   follow the Crossfit® practitioners, especially in the mentioned tests, since a   single session showed to be able to promote physical imbalances and these in a repetitive way could generate local overloads.</p>     <p><b>Keywords: </b>Crossfit®, strength, thermal asymmetry.</p> </font> <hr noshade size="1"> <font face="Verdana" size="2">     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> </font><font face="Verdana"><b>INTRODUÇÃO</b></font><font face="Verdana" size="2">      ]]></body>
<body><![CDATA[<p>O   Crossfit<sup>®</sup> é um regime de exercício crescente caracterizado por alta   intensidade, movimento variado e funcional, compostos por levantamento   olímpico, levantamento de peso e movimentos de ginástica (Tibana, Almeida,   &amp; Prestes, 2015), que são combinados em trabalhos de alta intensidade e   executados em velocidade, repetição sucessiva, com tempo de recuperação   limitado ou não (Tibana et al., 2016). Assim, a avaliação dos exercícios é   importante para mensuração e acompanhamento do desempenho, dentre eles se   destacam o salto vertical, o qual vem sendo utilizado como forma de mensurar   força e potência dos membros inferiores (Carlock, Smith, &amp; Hartman, 2004; Cronin,   Hing, &amp; McNair, 2004; Kibele, 1998; Lloyd, Oliver, Hughes, &amp; Williams,   2009; Moreira et al., 2008; Nuzzo, Anning, &amp; Scharfenberg, 2011; Scott,   Docherty, 2004;), avaliação da temperatura local da pele, através da   termografia, que possui uma tendência a se apresentar de forma simétrica ao   comparar os lados do corpo, e uma possível assimetria estaria associada com   anormalidades fisiológicas e estruturais (Hildebrandt, Raschner, &amp; Ammer,   2010), além de outros tipos de avaliação de outras valências físicas. A   complexidade de treinamento e grande número de indivíduos ligados ao Crossfit<sup>®</sup>   aumenta a necessidade de estudos para avaliar o efeito dessa modalidade de   treinamento no sistema músculo esquelético e metabólico. </p>     <p>O objetivo deste trabalho foi analisar o efeito de uma sessão de Crossfit<sup>®</sup> na força, potência e temperatura corporal.</p> </font>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>MÉTODO</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>Amostra   foi composta por dez sujeitos, todos do sexo masculino e com experiência mínima   de 12 meses na modalidade de Crossfit<sup>®</sup>, com idade compreendida entre   18 e 35 anos (29±6,32). Foram incluídos os sujeitos com avaliação médica prévia   e excluídos os sujeitos que apresentassem qualquer contra-indicação para a   prática da modalidade sendo este fato confirmado através de relatório médico.   Todos os sujeitos foram submetidos a uma sessão de familiarização/teste dos   métodos de avaliação, antes da sessão de treino e submetidos a uma avaliação   pré e pós treino com uma antecedência mínima de 48 horas. Todos foram   esclarecidos sobre o estudo, e assinaram o termo de autorização (Termo de   Consentimento Livre e Esclarecido) de acordo com a resolução 466/2012 da Comissão   Nacional de Ética em Pesquisa – CONEP, do Conselho Nacional de Saúde, em   concordância com os princípios éticos expressos na Declaração de Helsinki   (1964, reformulada em 1975, 1983, 1989, 1996, 2000, 2008 e 2013), da World Medical Association.</p>     <p>A   análise da altura do salto vertical com contramovimento,   foi realizada através do Tapete de Contato (Just Jump®, Probotics Inc., EUA) é   composto por circuitos eletrônicos que medem o tempo de voo com precisão de   milissegundos. O tapete é conectado por um fio a uma caixa coletora e a altura do salto vertical é calculada internamente através da seguinte <a href="#e1">fórmula</a>: </p>     <p><a name="e1"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/mot/v14n1/14n1a46e1.jpg" width="332" height="44"></p>     
<p align="center">&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>onde h = altura do salto, t = tempo de voo em segundos, g =   aceleração da gravidade, com valor de 9,81 m/s<sup>2</sup>. Uma vez que o   sistema só disponibiliza a informação de altura do salto vertical em polegadas,   os valores foram convertidos para centímetros. Já na avaliação da assimetria, foi utilizado um termovisor C2 (Flir   System, Estolcomo, Suécia), com amplitude de medição de -10º C a 150º C, precisão   de 2%, sensibilidade &lt; 0,10, banda de espectral dos   infravermelhos de 7,5 – 14 µm, para taxa de atualização de 9 Hz, resolução de   80 x 60 pixels, com emissividade configurada em 0,98 (Steketee, 1973). Enquanto que para   avaliação da potência muscular, foi utilizado um encoder linear conectado a   unidade central de um programa integrado para a análise de dados (Musclelab,   Ergotest Innovation, Porsgrunn, Noruega). O equipamento foi conectado ao   indivíduo para registrar o seu deslocamento, sendo recordado o maior   valor dentre as três tentativas de cada indivíduo. Como também foram avaliados   a flexibilidade através do flexímetro Sanny (Monteiro, 2000), a força de tronco   e preensão palmar através de dinamômetros Crown e a avaliação de pico de fluxo   expiratório através do Peak Flow Medicate . Na coleta   dos dados os sujeitos foram submetidos antes do teste, a uma sessão de   familiarização com os métodos de avaliação. As coletas foram realizadas entre   as 15:00 às 19:00 horas, de acordo com a disponibilidade dos sujeitos. No dia   das avaliações os sujeitos foram submetidos a um pré teste, descansaram por 10   minutos (La Motte &amp; Campbell, 1978) e foram submetidos a uma única sessão   de Crossfit<sup>®</sup>, realizando o treino EMOM (Ever Minute On the Minute), ou seja, a cada minuto você começa uma nova tarefa, e   assim que terminar, descansa o restante do minuto. Foram desenvolvidos os   seguintes números de repetições e exercícios: 20 repetições de kettlebell, 15   de wall ball e 50 double unders durante 1 minuto cada série de exercícios e   repetidos em 7 rounds. A execução dos exercícios foi   padronizada de acordo com a metodologia da Crossfit<sup>®</sup> Inc. (Longe,   2012). Imediatamente após a intervenção os sujeitos foram submetidos a um   pós-teste. Todos os testes foram realizados com o mesmo examinador presente e   no mesmo equipamento, bem como os participantes foram instruídos a não realizar   qualquer outro exercício até 24h antes do dia que o experimento ocorreu. A   sessão foi iniciada com 10 min de aquecimento e seguida de 40 min de treino, totalizando 50 min de atividades.</p>     <p>A   análise estatística foi realizada mediante o pacote computadorizado Statistical   Package for the Social Science (SPSS), versão 22.0. Foram utilizadas as medidas   de tendência central, Média ± Desvio Padrão (X±DP). Para a verificação da   normalidade das variáveis foi utilizado o teste de Shapiro Wilk, tendo em vista   o tamanho da amostra. Para verificação das possíveis diferenças entre os grupos, foi utilizado o teste t para medidas pareadas. Foi considerado um p &lt; 0,05.</p> </font>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>RESULTADOS</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>Na <a href="/img/revistas/mot/v14n1/14n1a46t1.jpg">tabela 1</a> se encontram os   resultados dos testes antes e depois da intervenção.</p>     
<p>Com base na <a href="/img/revistas/mot/v14n1/14n1a46t1.jpg">tabela 1</a>,   observa-se que houve diferenças significativas na Potência de MMSS, assimetria   termográfica de braço em uma visão posterior, e no teste de salto em   contramovimento, não apresentando o mesmo resultado nas demais avaliações realizadas</p>     
<p>Podemos observar, através da   termografia a diferença da temperatura no pré-teste em relação ao pós-teste, principalmente na região posterior dos braços. </p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><a href="/img/revistas/mot/v14n1/14n1a46f1.jpg">Figura 1</a></p>     
<p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>DISCUSSÃO e CONCLUSÕES</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>Ao   serem realizadas as avaliações do SJ e CMJ, foi possível observar que o atual   estudo apresentou diferença apenas no resultado do countermovement jump, o que   nos demonstra a não perda relativa de força, mas sim uma perda na coordenação   de execução do salto, que também pode estar relacionada às características   específicas dos exercícios utilizados durante a sessão. Esse resultado pode ser   sustentado por Van Hooren e Zolotarjorva (2017), quando avaliaram a diferença   entre as performances de Countermovement e Squat Jump através de um estudo de   revisão dos mecanismos subjacentes com aplicativos práticos, onde os achados da   literatura revisada sugerem que esse aumento de força residual, reflexos de   estiramento e diferenças na cinemática, provavelmente não tem ou tem uma   pequena contribuição para o desempenho agudo superior do CMJ se quando   comparado ao SJ. Em vez disso, a diferença de desempenho pode ser principalmente   relacionada à maior aceitação da folga muscular e ao acúmulo de alta   estimulação durante o contramovimento em um CMJ. Em relação à avaliação da   potência de MMSS, podemos verificar uma diferença significativa entre o momento   pré e pós, o que pode estar vinculado ao alto grau de desgaste, vindo a   corroborar em partes com Tibana et al. (2016), quando ao avaliar a potência pós   treino e 24h depois durante duas sessões de Crossfit, pode observar que logo   após o treinamento há de fato uma perda, sendo que a mesma já se demonstra   recuperada 24h após. A assimetria térmica contra   lateral encontrada no grupo pode ser considerada normal na vista anterior de   braço e antebraço, vista posterior de antebraço, apresentando uma diferença   apenas na vista posterior de braço, de acordo com os níveis de atenção para   assimetria propostos por Marins et al. (2015). Esse resultado pode estar   vinculado aos exercícios inseridos na sessão, sendo necessária talvez uma   próxima avaliação com maior número de sessões. Sendo assim conclui-se que uma   única sessão de Crossfit<sup>®</sup> apresenta uma grande possibilidade de   gerar alterações em algumas competências físicas tais como a força e potência e também em relação a temperatura corporal.</p>     <p>&nbsp;</p> </font><font size="3" face="Verdana"><b>REFERÊNCIAS</b></font><font face="Verdana" size="2">      <!-- ref --><p>Bosco, C.,   Luhtanen, P., &amp; Komi, P. V. (1983). A simple method for   measurement of mechanical power in jumping. <i>European Journal of Applied Physiology and Occupational Physiol</i>ogy, <i>50</i>(2), 273–282.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=379174&pid=S1646-107X201800010004600001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Carlock, J. M., Smith, S. L., Hartman, M. J., Morris,   R. T., Ciroslan, D. A, Pierce, K. C., Newton, R. U., Harman, E. A., Sands, W. A.,   &amp; Stone, M. H. (2004). The relationship between vertical jump power   estimates and weightlifting ability: a field-test approach. <i>Journal of Strength and Conditioning Research, 18</i>(4), 534-539.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=379176&pid=S1646-107X201800010004600002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Cronin, J. B., Hing, R. D., &amp; McNair, P. J. (2004).   Reliability and validity of a linear position transducer for measuring jump   performance. <i>Journal of Strength and Conditioning Research, 18</i>(3), 590-593.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=379178&pid=S1646-107X201800010004600003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
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<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Lloyd, R. S., Oliver, J. L., Hughes, M. G., &amp; Williams,   C. A. (2009). Reliability and validity of € eld-based measures of leg stifness   and reactive strength index in youths. <i>Journal of Sports Science, 27</i>(14), 1565-1573.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=379190&pid=S1646-107X201800010004600009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Longe, J. L. (2012). CrossFit. In: Longe JL (Ed.). <i>The Gale encyclopedia of fitness</i> (pp.   206-209). Detroit, MI: Cengage Learning.</p>     <!-- ref --><p>Marins, J. C. B., Fernandes, A. A., Cano, S. P.,   Moreira, D. G., da Silva, F. S., Costa, C., Fernandez-Cuevas, I., &amp; Sillero-Quintana,   M. (2014). Thermal body patterns for healthy Brazilian adults (male and   female). <i>Joural of Thermal Biology, 42</i>, 1-8.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=379193&pid=S1646-107X201800010004600011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Marins, J. C. B., Fernández-Cuevas, I., Arnaiz-Lastras,   J., Fernandes, A. A., &amp; Sillero-Quintana, M. (2015). Applications of   Infrared Thermography in Sports. A Review. <i>Revista     Internacional de Medicina y Ciencias en la Actividad Fisica y Deportes, 15</i>(60), 805-824.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=379195&pid=S1646-107X201800010004600012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Monteiro, G. A.   (2000). <i>Avaliação da Flexibilidade.</i> <i>Manual de Utilização do Flexímetro Sanny</i>. Sanny, Brasil.</p>     <!-- ref --><p>Moreira, A.,   Maia, G., Lizana, C. R., Martins, E. A., &amp; Oliveira, P. R. (2008).   Reprodutibilidade e concordância do teste de salto vertical com contramovimento em futebolistas de elite da categoria sub-21. <i>Revista da Educação Física da UEM</i>, <i>19</i>(3), 413-421.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=379198&pid=S1646-107X201800010004600014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Nuzzo, J. L.,   Anning, J. H., &amp; Scharfenberg, J. M. (2011).   The reliability of three devices used for measuring vertical jump height. <i>Journal of Strength and Conditioning Research,</i> <i>25</i>(9), 2580-2590.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=379200&pid=S1646-107X201800010004600015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Scott, S. L., &amp; Docherty, D. (2004). Acute effects   of heavy preloading on vertical and horizontal jump performance. <i>Journal of Strength and Conditioning Research,</i> <i>18</i>(2), 201-205.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=379202&pid=S1646-107X201800010004600016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Steketee, J. (1973). Spectral emissivity of skin and   pericardium. <i>Physics in Medicine &amp;   Biology, 18</i>(5), 686-694.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=379204&pid=S1646-107X201800010004600017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Tibana, R. A., Almeida, L. A., &amp; Prestes, J.   (2015). Crossfit® risks or benefits? What do we know so far? <i>Revista Brasileira de Ciência e Movimento, 23</i>(1), 182–185.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=379206&pid=S1646-107X201800010004600018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Tibana, R. A.,   de Almeida, L. M., Frade de Sousa, N. M., Nascimento, D. C., Neto, I. V., de   Almeida, J. A., de Souza, V. C., Lopes, P. L., Nobrega, O. T., Vieira, D. C. L.,   Navalta, J. W. &amp; Prestes, J. (2016). Two Consecutive Days of Crossfit   Training Affects Pro and Anti-inflammatory Cytokines and Osteoprotegerin without Impairments in Muscle Power. <i>Frontiers in Physiology, 7</i>, 260.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=379208&pid=S1646-107X201800010004600019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Van Hooren, B., &amp; Zolotarjova, J. (2017). The   Difference Between Countermovement and Squat Jump Performances: A Review of   Underlying Mechanisms With Practical Applications. <i>Journal of Strength and Conditioning Research,</i> <i>31</i>(7), 2011-2020.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=379210&pid=S1646-107X201800010004600020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Agradecimentos:    <br> </b>Nada a declarar<b>    <br>   Conflito de Interesses:</b>    <br>   Nada a declarar.<b>    <br> Financiamento:    <br> </b></font><font size="2" face="Verdana">Nada a declarar.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p> <font face="Verdana" size="2"><i><a name="end"></a></i><a href="#top">Correspond&ecirc;ncia para:</a> Federal University of Sergipe - UFS, S&atilde;o  Cristov&atilde;o, Sergipe, Brazil. <i>E-mail</i>: <a href="mailto:fjaidar@gmail.com">fjaidar@gmail.com</a></font>      ]]></body><back>
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