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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The vertical jump (SV) is considered one of the fundamental locomotive movements in many sports modalities. Basketball is a dynamic mode in which during their matches the players reach high number of jumps that depend on explosive strength of the lower limbs for a good performance of the athletes. Thus, the present study aimed to analyze if the intensification of the plyometric training of the lower limbs influences the muscular performance to improve the quality of the vertical jump in a sub 17 male team. The research was characterized through the quantitative method with a population of basketball players of the sub 17 category of the city of Macapá in the course of two stages. It was observed in Test 1 that the basketball players did not perform well in the jump, because the highest height reached was 64 cm. On the other hand, in Test 2, all the evaluated ones reached a higher jump, obtaining a gain of height of up to 10 cm. With the results of the present study it was inferred that the response of a specific training on the vertical impulse can be considered a relevant activity in promoting positive effects in the improvement of the jump.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><b><font face="Verdana" size="2"> ARTIGO ORIGINAL&nbsp;&nbsp; |&nbsp;&nbsp; ORIGINAL ARTICLE</font></b></p>     <p>&nbsp;</p>      <p><font size="4" face="Verdana"><b>Treinamento específico de salto vertical para uma equipe de basquetebol sub-17 masculino</b></a></font></p>     <p>&nbsp;</p>      <p><font size="3" face="Verdana"><b>Vertical jump specific training for a male U-17 basketball   team</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><font face="Verdana" size="2"><a name="top"></a>Maria Helena Costa Carvalho<sup>1</sup>; Estverson da Silva   Picanço<sup>2</sup>; Helaine Quaresma   dos Santos<sup>2</sup> </font></b></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><sup>1</sup><i>Universidade de Tr&aacute;s-os-Montes e Alto  Douro </i>    <br>     <sup>2</sup><i>Centro de Ensino Superior do Amap&aacute; </i></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana" size="2"><a href="#end">Correspond&ecirc;ncia para</a> </font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> </font> <hr noshade size="1"> <font face="Verdana" size="2">     <p><b>RESUMO</b></p>     <p>O salto vertical (SV) é considerado um dos   movimentos locomotores fundamentais em muitas modalidades esportivas. O   basquetebol é uma modalidade dinâmica, na qual durante suas partidas os   jogadores atingem alto número de saltos que dependem de força explosiva dos   membros inferiores para uma boa performance dos atletas. Assim, o presente   trabalho objetivou analisar se a intensificação do treinamento pliométrico dos   membros inferiores influencia no desempenho muscular para a melhoria da   qualidade do salto vertical em uma equipe sub 17 masculina. A pesquisa se   caracterizou através do método quantitativo com uma população de jogadores de   basquete da categoria sub 17 da cidade de Macapá no decorrer de duas etapas.   Observou-se no Teste 1 que os jogadores de basquetebol não obtiveram um bom   desempenho no salto, pois a maior altura alcançada foi 64 cm. Em contrapartida,   no Teste 2, todos os avaliados alcançaram um salto mais elevado, chegando a   obtenção de um ganho de altura de até 10 cm. Com os resultados do presente   estudo inferiu-se que a resposta de um treinamento específico sobre a impulsão   vertical pode ser considerada uma atividade relevante na promoção de efeitos positivos no aprimoramento do salto.<b></b></p>     <p><b>Palavras-chave:</b> salto, basquetebol, treinamento pliométrico.</p> </font> <hr noshade size="1"> <font face="Verdana" size="2">     <p><b>ABSTRACT</b></p>     <p>The vertical jump (SV) is considered one of the fundamental locomotive   movements in many sports modalities. Basketball is a dynamic mode in which   during their matches the players reach high number of jumps that depend on   explosive strength of the lower limbs for a good performance of the athletes.   Thus, the present study aimed to analyze if the intensification of the   plyometric training of the lower limbs influences the muscular performance to   improve the quality of the vertical jump in a sub 17 male team. The research   was characterized through the quantitative method with a population of   basketball players of the sub 17 category of the city of Macapá in the course   of two stages. It was observed in Test 1 that the basketball players did not perform   well in the jump, because the highest height reached was 64 cm. On the other   hand, in Test 2, all the evaluated ones reached a higher jump, obtaining a gain   of height of up to 10 cm. With the results of the present study it was inferred   that the response of a specific training on the vertical impulse can be   considered a relevant activity in promoting positive effects in the improvement of the jump.</p>     <p><b>Keywords: </b>jump, basketball, plyometric training.</p> </font> <hr noshade size="1">     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>INTRODUÇÃO</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>O   salto vertical (SV) é considerado um dos movimentos locomotores fundamentais em   muitas modalidades esportivas (salto em distância, salto em altura, salto   triplo, basquetebol, voleibol, handebol, futebol e ginástica olímpica)   (Calomarde &amp; Asensio, 2003). De acordo com Gallahue e Ozhum (2005), além da   sua complexidade coordenativa, com o envolvimento de vários segmentos   corporais, o salto vertical agrega ao indivíduo diferentes experiências   motoras. Essas experiências podem contribuir para o desempenho esportivo,   principalmente quando a técnica exigida depende da habilidade do salto. Nesse   sentido, é importante frisar que a utilização do salto vertical com o objetivo   de monitorar ou avaliar as respostas do treinamento (intervenção) é bastante   difundida na literatura, pois a medida da performance no salto vertical é uma forma bastante comum para a avaliação da força e potência (Moreira et al 2006).</p>     <p>Nesse   contexto, como estratégia do desenvolvimento do (SV), e compreendendo o treino   pliométrico, como afirma Osés (1986), sendo um método de treino de força   muscular baseado num conjunto de exercícios que permitem ao músculo atingir um   nível elevado de força explosiva, faremos uma analise do efeito desse treino no desenvolvimento do salto citado anteriormente.</p>     <p>É   importante destacar que o basquetebol é uma modalidade dinâmica, na qual   durante suas partidas os jogadores atingem alto número de saltos que dependem   de força explosiva dos membros inferiores para uma boa performance dos atletas   desse esporte, pois esse tipo de força auxilia na melhoria do rendimento   desportivo, contudo podendo auxiliar no fortalecimento dos membros inferiores   do corpo, minimizando problemas relacionados a incapacidades musculares que   venham afetar de forma negativa o desempenho da atividade esportiva do basquetebol.</p>     <p>O   objetivo deste estudo foi analisar se a intensificação do treinamento   pliométrico dos membros inferiores influencia no desempenho muscular para a melhoria do salto vertical em uma equipe de basquetebol sub-17 masculina.</p> </font>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>MÉTODO</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>O   estudo teve características de um quase experimento com pré e pós-testes em um   único grupo de jogadores de basquete da categoria sub-17 da cidade de Macapá,   composta de 14 atletas da Associação dos Basqueteiros do Amapá (ABAP), os encontros do presente trabalho foram feitos na Praça Nossa Senhora de Fátima.</p>     <p>Para coleta de dados, a pesquisa se processou mediante duas fases:</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Na   primeira etapa, os atletas foram submetidos a Testes de impulsão vertical   (Sargent jump test) que consistem em um dos Protocolos de avaliação da aptidão   física relacionada ao desempenho esportivo, de Fernandes (1998), no qual   realizou-se os seguintes procedimentos: fixação de tábua graduada (30x2) em   parede a 2m de altura, aquecimento dos atletas, medição da estatura e   demarcação dos dedos dos avaliados com giz, realização de série de três saltos   objetivando tocar a polpa dos digitais no ponto mais alto da graduação da tábua   e, avaliação do nível de impulsão vertical do atleta que teve como base o comparativo dos testes realizados (teste 1 e teste 2).</p>     <p>Na   segunda etapa, os atletas foram submetidos a 3 (três) treinamentos semanais,   totalizando assim 15 (quinze) treinos, durante 5 (cinco) semanas para o   fortalecimento dos membros inferiores através de exercícios específicos que   foram: salto vertical com ambas as pernas, salto grupado com ambas as pernas,   salto agachado parcelado, salto agachado parcelado e alternado, salto vertical   com uma perna, salto sobre obstáculos, impulsão com perna alternada, salto para   o caixote com agachamento, salto com profundidade agachado e salto com   profundidade com uma perna, durante os meses de março e abril. Em seguida foi   aplicado um novo teste, que seguiu os mesmos procedimentos estipulados no   primeiro teste para verificar o desempenho dos avaliados após o período de treinamento</p> </font>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>RESULTADOS E DISCUSSÃO</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>No decorrer das atividades   desenvolvidas com os atletas, pode-se perceber entre o comparativo do   desempenho dos atletas nos Testes 1 e 2 de acordo com a medição da altura do salto (cm), o seguinte resultado (<a href="/img/revistas/mot/v14n1/14n1a47f1.jpg">Figura 1</a>).</p>     
<p>Observou-se no Teste 1 que   os jogadores de basquetebol não obtiveram um bom desempenho no salto, no qual obteve-se como maior altura alcançada 64 cm com o atleta 14.</p>     <p>Esse mal desempenho no   salto, pode ser justificado pela falta de preparo muscular dos membros   inferiores dos atletas. Francelino (2007) corrobora essa afirmação ao explicar   que a melhoria da força e potência muscular dos membros inferiores de um atleta   aumenta sua capacidade de salto vertical dentro do processo de treinamento das capacidades físicas.</p>     <p>Em contrapartida, no Teste   2, também realizado de acordo com os mesmos procedimentos do primeiro,   observou-se que houve uma melhora no desempenho dos atletas quando comparado   aos resultados obtidos no Teste 1, pois após os treinos todos os avaliados   alcançaram um salto mais elevado nesse segundo teste, chegando a obtenção de um ganho de altura de até 10 cm com o atleta 1.</p>     <p>Gimenes et al. (2014),   obtiveram resultados similares ao realizarem a aplicação de um treinamento pliométrico para melhoria do salto vertical   em jogadoras de basquetebol de 13 e 14 anos, no qual o treinamento   pliométrico aplicado (saltos verticais variados) teve grande influência na   melhoria da impulsão das atletas. Assim, esses autores corroboram essa   afirmação explicando que as análises feitas das alterações funcionais ocorridas   demonstraram que esse tipo de treinamento promove um incremento suficiente das   capacidades de força explosiva e velocidade, assim a sua duração, os exercícios   escolhidos, o volume e a intensidade, a frequência semanal, assim como os   intervalos de recuperação entre as séries e entre exercícios, respeitando   obviamente, orientações metodológicas, revelaram-se eficazes na melhoria da força explosiva dos membros inferiores das atletas.</p>     <p>De acordo com Chu (1992),   esse resultado é obtido a partir do treino sucessivo de pliometria, conduzindo   a um maior aproveitamento da contração concêntrica antecedida por um   alongamento muscular. Nesse alongamento, é armazenada uma energia gerada pelos   componentes elásticos do músculo durante a contração excêntrica, sendo   reutilizada durante a contração concêntrica. Fundamentalmente, a melhoria do   salto pode atribuir-se às adaptações neurais, podendo observar adaptações nervosas dentre as semanas iniciais de um treinamento.</p> </font>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>CONCLUSÕES</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>A   partir da análise dos dados, pode-se concluir que os atletas obtiveram um   melhor desempenho no Teste 2 quando comparado ao Teste 1 em relação à impulsão   vertical, no qual observou-se um aumento na altura (cm) do salto entre esses testes após o período de treinamento.</p>     <p>Esse   resultado foi obtido pelo fato da equipe ter realizado um treinamento   específico para a impulsão, o que proporcionou o fortalecimento muscular dos membros inferiores.</p>     <p>Assim,   de acordo com os resultados do presente estudo inferiu-se que a resposta de um   treinamento específico sobre a impulsão vertical pode ser considerada uma atividade relevante na promoção de efeitos positivos no aprimoramento do salto.</p>     <p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>REFERÊNCIAS</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <!-- ref --><p>Calomarde, A..   Calomarde, R. &amp; Asensio, S. (2003). <i>Las     habilidades motoras básicas. </i>In:   Dintiman, G. B.,   Ward, R. D., Tellez, T. &amp; Sears, B. (Eds.) <i>Velocidade nos Esportes</i>. São Paulo: Manole.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=379292&pid=S1646-107X201800010004700001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Chu, D. (1992). <i>Jumping into plyometrics</i>. Champaign, Illinois: Leisure Press.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Duarte, M. F. S.,   &amp; Duarte C. R. (1985). Evolução de aptidão motora em escolares da rede pública   de ensino – Diadema SP. <i>Revista Brasileira de Ciência e Movimento, 2</i>(2), 67-72.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=379295&pid=S1646-107X201800010004700003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Francelino, E. P.   P. (2007). <i>Efeitos na impulsão vertical     de um grupo de meninas participantes de uma equipe de voleibol escolar,     submetidas a um treinamento pliométrico de 8 semanas</i> (Dissertação de Mestrado em Educação Física). Universidade Metodista de Piracicaba, Piracicaba.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=379297&pid=S1646-107X201800010004700004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Gallahue, D. L.,   &amp; Ozmun, J. C. (2005). <i>Compreendendo     o desenvolvimento motor: bebês, crianças, adolescentes e adultos.</i> São Paulo: Phorte.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=379299&pid=S1646-107X201800010004700005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Gimenes, H. H., Donatto, F.   F., Miranda, J. M. Q., Urtado, C. B., Brandão, M. R. F., &amp; Leite, G. S. (2014). Aplicação de um treinamento pliométrico para melhoria do salto vertical em jogadoras de basquetebol de 13 e 14 anos<b>.</b> <i>Revista Brasileira de Prescrição e Fisiologia do Exercício, 8</i>, 599-608.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=379301&pid=S1646-107X201800010004700006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Janeira, M. A.   (1989). <i>Trabalho com jovens altos no     basquetebol. </i>1º Clinic de Basquetebol do F. C. Gaia. Vila Nova de Gaia, Portugal.</p>     <p>Janeira, M. A.   (1994). <i>Funcionalidade e estrutura das     exigências em basquetebol. Um estudo univariado e multivariado em atletas     seniores de alto nível</i> (Tese de doutoramento em ciências do desporto).   Faculdade das Ciências do Desporto e da Educação Física da Universidade do Porto, Porto.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Moreira, A.,   Okanu, A. H., Ronque, E. R. V., Sousa E., &amp; Oliveira, P. R. (2006). Reprodutibilidade dos testes de salto   vertical e salto horizontal triplo consecutivo em diferentes etapas da   preparação de basquetebolistas de alto rendimento. <i>Revista Brasileira de Cineantropometria &amp; Desempenho Humano, 8</i>(4), 66-72.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=379305&pid=S1646-107X201800010004700009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Osés, A. (1986).   O efeito de três diferentes programas do salto em profundidade sobre o   resultado do salto vertical. <i>Revista Brasileira de Ciências do Esporte, 7, </i>55-61.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=379307&pid=S1646-107X201800010004700010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Santos, E.   (2009). <i>Efeitos do treino complexo, do     treino pliométrico e do treino resistivo nos indicadores da força explosiva e a     sua estabilidade nos períodos de destreino específico e de treino reduzido: um estudo em jovens basquetebolistas     do sexo masculino </i>(Tese de   doutoramento em ciências do desporto). Faculdade das Ciências do Desporto e da Educação Física da Universidade do Porto, Porto.</p>     <p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Agradecimentos:</b>    <br>   Nada a declarar<b>    <br>   Conflito de   Interesses:</b>    <br>   Nada a declarar.<b>    ]]></body>
<body><![CDATA[<br> Financiamento:    <br> </b></font><font size="2" face="Verdana">Nada a declarar.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <font face="Verdana" size="2"><i><a name="end"></a></i><a href="#top">Correspond&ecirc;ncia para:</a> Universidade de Tr&aacute;s-os-Montes e Alto Douro &ndash; Vila  Real, Portugal. <i>E-mail</i>: <a href="mailto:mariahelena_edf@hotmail.com">mariahelena_edf@hotmail.com</a></font>      ]]></body><back>
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