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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The present study had as objective to investigate the whole process of the shot of penalty in the technical and kinematic scope. This is a cross-sectional observational study of a qualitative and quantitative character, carried out with 6 aquatic athletes from Náutico Atlético Cearense, aged between 16 and 19 years of national level, through the capture of cinematographic images of each shot of penalty taken, for further analysis in DARTFISH 5.0 software, according to a standardized quantitative and qualitative technical performance data sheet. A black "overalls" was used whose shoulders, elbows and wrists were demarcated in the white color. Each one took five penalty shots. Statistical analysis of the data was done through the Graphpad Prism 3.0 programs, using mean and standard error of the mean, variance and ANOVA, followed by Tukey with graphical exposition. The players who achieved higher average velocities compared to the others, were the ones that obtained the least variations in the parameters, but only the height reached by the player's body under the surface of the water seems to be decisive in the efficiency and power of the penalty shot.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><b><font face="Verdana" size="2"> ARTIGO ORIGINAL&nbsp;&nbsp; |&nbsp;&nbsp; ORIGINAL ARTICLE </font></b></p>     <p>&nbsp;</p>      <p><font size="4" face="Verdana"><b>Análise cinemática do movimento do tiro de penalty em atletas juniores de pólo aquático</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Kinematic analysis of the penalty shot movement in junior   water polo athletes</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><font face="Verdana" size="2"><a name="top"></a>João Bosco de Queiroz Freitas Filho<sup>1</sup>; Jéfferson de   Sousa Lima<sup>1</sup>; Eduardo Jorge   Lima<sup>1</sup>; Jarde de Azevedo   Cunha<sup>1</sup>; Davi da Ponte   Cunha<sup>1</sup>; Danilo Lopes   Ferreira Lima<sup>1</sup> </font></b></p>     <p><font face="Verdana"><font size="2" face="Verdana"><sup>1</sup></font></font><font size="2" face="Verdana"><i>Centro Universit&aacute;rio Est&aacute;cio do Cear&aacute;</i>    <br>     <sup>2</sup><i>Universidade de Fortaleza </i>    ]]></body>
<body><![CDATA[<br> </font></p>     <p><font face="Verdana" size="2"><a href="#end">Correspond&ecirc;ncia para</a> </font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> </font> <hr noshade size="1"> <font face="Verdana" size="2">     <p><b>RESUMO</b></p>     <p>O presente estudo   teve como objetivo averiguar todo o processo do tiro de penalty no âmbito   técnico e cinemático. Trata-se de um estudo observacional transversal de   caráter quali-quantitativo, realizado com 6 atletas de pólo aquático do Náutico   Atlético Cearense, com idades entre 16 a 19 anos de nível nacional, através da   captura de imagens cinematográficas de cada tiro de penalty realizado, para uma   posterior análise no software DARTFISH 5.0, de acordo com uma ficha padrão de   análise quantitativa e qualitativa do desempenho técnico. Utilizou-se um   “macacão” na cor preta cujo ombros, cotovelos e punhos foram demarcados na cor   branca. Cada um cobrou 5 tiros de penalty. A análise estatística dos dados foi   feita através dos programas Graphpad Prism 3.0, foi utilizado média e erro   padrão da média, variância e ANOVA, seguida de Tukey com exposição de gráficos.   Os jogadores que atingiram maiores velocidades médias em comparação com os   demais, foram os que menos obtiveram variações nos parâmetros, porém apenas a   altura atingida pelo corpo do jogador sob a superfície da água, parece ser decisivo na eficiência e potência do tiro de penalty.</p>     <p><b>Palavras-chave:</b> análise cinemática, penalty, pólo aquático.</p> </font> <hr noshade size="1"> <font face="Verdana" size="2">     <p><b>ABSTRACT</b></p>     <p>The present study had as objective to investigate the whole process of   the shot of penalty in the technical and kinematic scope. This is a   cross-sectional observational study of a qualitative and quantitative   character, carried out with 6 aquatic athletes from Náutico Atlético Cearense,   aged between 16 and 19 years of national level, through the capture of   cinematographic images of each shot of penalty taken, for further analysis in   DARTFISH 5.0 software, according to a standardized quantitative and qualitative   technical performance data sheet. A black &quot;overalls&quot; was used whose   shoulders, elbows and wrists were demarcated in the white color. Each one took   five penalty shots. Statistical analysis of the data was done through the   Graphpad Prism 3.0 programs, using mean and standard error of the mean,   variance and ANOVA, followed by Tukey with graphical exposition. The players who   achieved higher average velocities compared to the others, were the ones that   obtained the least variations in the parameters, but only the height reached by   the player's body under the surface of the water seems to be decisive in the efficiency and power of the penalty shot.</p>     <p><b>Keywords:</b> kinematic analysis, penalty, water polo.</p> </font> <hr noshade size="1">     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>INTRODUÇÃO</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>O pólo aquático é um esporte coletivo   derivado do futebol, mas com algumas mudanças em suas regras no decorrer da   história, hoje, assemelha-se bastante ao handebol, porém, é realizado dentro de   uma piscina. Cada equipe é constituída de 7 jogadores sendo 1 goleiro e 6   jogadores de linha. O objetivo do jogo é marcar o gol na baliza (trave ou   metas) do adversário, semelhante ao futebol e handebol. As regras básicas   oficiais são: a bola não pode ser segurada com as duas mãos juntas por qualquer   jogador com exceção do goleiro, a bola não pode ser afundada por qualquer   jogador, quando este estiver em disputa de bola com o adversário e nenhum   jogador pode colocar o pé no fundo da piscina. O movimento do arremesso/chute é   um dos principais fundamentos do pólo aquático sendo decisivo no resultado das   partidas, pois o gol (marcação de um tento) sempre sairá de um arremesso/chute.   A análise cinemática do movimento do tiro de penalty poderá nos fornecer   informações que possibilitem o desenvolvimento de uma técnica mais eficiente de arremesso/chute, no que se refere à velocidade e direção.</p>     <p>O presente estudo teve como objetivo averiguar todo o processo do tiro de penalty no âmbito técnico e cinemático.</p> </font>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>MÉTODO</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>Foi realizado um estudo observacional, transversal de abordagem quali-quantitativa   entre os meses de março e maio de 2016 no Náutico Atlético Cearense (NAC), na   cidade de Fortaleza-Ceará, pois no local encontra-se uma piscina olímpica de 50 (cinquenta) metros de comprimento.</p>     <p>A pesquisa foi realizada com seis   atletas do sexo masculino de pólo aquático do NAC, com idades entre 16 a 19   anos de nível nacional, através da captura de imagens cinematográficas de cada   tiro de penalty realizado, para uma posterior análise no software DARTFISH 5.0,   de acordo com uma ficha padrão de análise quantitativa e qualitativa do   desempenho técnico. Cada investigado utilizou um “macacão” na cor preta cujos   ombros, cotovelos e punhos foram demarcados na cor branca. Cada um cobrou 5   tiros de penalty.  A análise estatística   dos dados foi feita através dos programas Graphpad Prism 3.0, foi utilizado   média e erro padrão da média, variância e ANOVA, seguida de Tukey com exposição de gráficos.</p> </font>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="3" face="Verdana"><b>RESULTADOS E DISCUSSÃO</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>O primeiro parâmetro avaliado   foi à posição do corpo em relação ao alvo no momento anterior ao início do   movimento do tiro de penalty através do arremesso/chute convencional. Todos os   jogadores em todos os chutes apresentaram o corpo (tronco) posicionado   corretamente, lateralmente em relação ao alvo (trave ou metas) em cerca de 180º.</p>     <p>Os jogadores 1 e 6 não realizaram o movimento de pêndulo, rotação do   tronco além dos 180º iniciais antes do movimento do arremesso/chute. O jogador   1 em um arremesso/chute não realizou o movimento de pêndulo, enquanto o jogador   6, em três dos arremessos/chutes não realizou este movimento. Os demais jogadores realizaram este movimento em todos dos tiros de penalty (<a href="/img/revistas/mot/v14n1/14n1a50f1.jpg">Figura 1</a>).</p>     
<p>Em detrimento ao movimento de pêndulo, que consiste em o jogador   realizar uma rotação do tronco além dos 180º, em relação ao alvo (metas), no   início do movimento de arremesso/chute a fim de transferir mais potência ao   mesmo. O jogador 6 apresentou maior variação, com exceção do jogador 1, que em um único arremesso/chute não fez o movimento em questão. </p>     <p>Com relação ao estado do punho (fletido, neutro ou estendido) no momento   que a bola perde contato com mão do jogador, foi observado que, apenas os   jogadores 4 e 6 apresentaram discordância com literatura, apresentando o punho   não fletido. Ambos não flexionaram o punho em três dos arremessos/chutes. Os demais jogadores obtiveram êxito em todos os tiros de penalty (<a href="/img/revistas/mot/v14n1/14n1a50f2.jpg">Figura 2</a>).</p>     
<p>Com relação a perca do contato entre a mão e a bola no fim do movimento   de arremesso/chute, apenas os jogadores 4 e 6 não flexionaram o punho em três   arremessos/chutes. Segundo CBDA (1993), punho estará estendido e quando a bola   perder o contato com as mãos o mesmo deverá está flexionado. Para Riera (1998),   este movimento pode ser utilizado também no inicio ou no fim da extensão do cotovelo além de poder influenciar de 8% a 13% na potência do arremesso/chute. </p>     <p>Ao analisar a flexão do cotovelo no início do movimento de   arremesso/chute na <a href="/img/revistas/mot/v14n1/14n1a50f3.jpg">Figura 3</a>, todos os jogadores obtiveram variações com relação   ao padrão normal de 114º a 155º de flexão conforme Whiting et al. (1985) cit.   Riera (1998). Os jogadores 1 e 3 apresentaram flexão de cotovelo acima do   padrão em 4 arremessos/chutes, o jogador 2 apresentou falha em apenas um   arremesso/chute, o jogador 4 apresentou discrepância em três arremessos/chutes,   o jogador 5 em dois arremessos/chutes e o jogador 6 apresentou movimentos fora   do padrão em todos os arremessos/chutes. A média deste quesito foi a mais negativa entre todos observados.</p>     
<p>Todos os jogadores sofreram variações em pelo menos um de seus   arremessos/chutes. Porém, somente nos jogadores 1, 3 e 6, essa variação pode   ter influenciado estatisticamente na velocidade média atingida dos respectivos arremessos/chutes. </p>     <p>Já em relação ao estado do cotovelo (flexionado ou estendido) no momento   em que a bola perde contato com mão do braço executante do tiro de penalty, foi   analisado que o jogador 1 em todos os arremessos/chutes manteve o cotovelo   totalmente estendido, o jogador 2 e 6 apresentaram flexão de cotovelo em todos   os arremessos/chutes, e os jogadores 3, 4 e 5 mantiveram o braço estendido em 4 arremessos/chutes (<a href="/img/revistas/mot/v14n1/14n1a50f4.jpg">Figura 4</a>).</p>     
<p>Melchiorri et al. (2015) verificaram que os jogadores que obtiveram   valores mais altos para a velocidade da bola foram aqueles com maior ângulo do   cotovelo (157,5 ± 10,3°) em comparação a seu outro estudo (2011) que mostram   valores mais baixos quando a liberação da bola foi alcançada apenas antes do cotovelo que se aproximava da extensão total (151,6 ± 3,6°).</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Foi observado que os jogadores 4, 5 e 6 não atingiram uma altura   desejável em quatro, dois e três arremessos/chutes respectivamente. Os demais   jogadores (1, 2 e 3) atingiram uma altura considerada satisfatória (ao nível da linha axilar média) em todos os tiros de penalty realizados (<a href="/img/revistas/mot/v14n1/14n1a50f5.jpg">Figura 5</a>).</p>     
<p>Sobre a projeção do corpo a frente no fim do movimento de   arremesso/chute convencional, foi observado que apenas os jogadores 5 e 6 não   conseguiram projetar o corpo para frente em dois e três arremessos/chutes respectivamente (<a href="/img/revistas/mot/v14n1/14n1a50f6.jpg">Figura 6</a>).</p>     
<p>Os Jogadores 5 e 6 não apresentaram projeção do corpo a frente ao fim de 2 e 3 arremessos/chutes respectivamente.</p>     <p>Na análise sobre o “splash”, que é o choque entre o antebraço executor   do arremesso/chute com a água ao fim do movimento do mesmo, observamos que o   jogador 1 não o realizou em nenhum de seus tiros de penalty, o jogador 2   realizou o “splash” em quatro oportunidades, o jogador 3 realizou este   movimento em todos os seus arremessos/chutes, os jogadores 4 e 5 realizaram em   três oportunidades e no jogador 6 foi detectado a presença do “splash” em apenas um arremesso/chute (<a href="/img/revistas/mot/v14n1/14n1a50f7.jpg">Figura 7</a>).</p>     
<p>Este foi um dos quesitos que mais variou entre os jogadores.  Ao fim do movimento, deve acontecer o   “splash” (CBDA, 1993), porém somente o jogador 3 foi eficiente ao realizar todos os arremessos/chutes com a presença do “splash”. </p>     <p>Analisando-se a velocidade média atingida por cada jogador nos cinco   arremesso/chute, foi observado que apenas os jogadores 1, 3 e 6 obtiveram   variações significativas entre os seus próprios arremessos/chutes, e os mesmos sofreram esta variação em apenas um arremesso/chute realizado (<a href="/img/revistas/mot/v14n1/14n1a50f8.jpg">Figura 8</a>).</p>     
<p>Tais resultados mostram que apesar das muitas variações encontradas em   vários parâmetros, a maioria não apresentou qualquer prejuízo em suas médias   das velocidades médias nos tiros de penalty. Quando comparamos jogador com   jogador, encontramos diferenças significativas nas velocidades médias   alcançadas, porém este fato pode estar ligado a variáveis que não foram levadas   em consideração neste estudo, como força, parâmetros antropométricos, idade, desgaste físico, entre outros.</p>     <p>Em estudo de Melchiorri e colaboradores (2015) em jogadores masculinos   de pólo aquático, não foi encontrada correlação entre massa corporal, altura e velocidade de lançamento.</p> </font>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>CONCLUSÕES</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Pode-se concluir que os jogadores que menos obtiveram variações nos   parâmetros avaliados foram consequentemente os que atingiram maiores   velocidades médias em comparação com os demais, porém apenas à altura atingida   pelo corpo do jogador além da superfície da água, parece ser decisivo na   eficiência e potência do tiro de penalty. Serão necessárias mais pesquisas, com   sistemas de avaliações mais precisos e tecnológicos para controle de mais variáveis.</p>     <p>&nbsp;</p> </font><font size="3" face="Verdana"><b>REFERÊNCIAS</b></font><font face="Verdana" size="2">      <p>CBDA. (1993). <i>Manual de pólo aquático.</i> Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos<b>, </b>Brasil.</p>     <p>Riera, L. R. (1998). <i>Waterpolo – técnica, Táctica e estratégia.</i> Madri: Gymnos Editorial.</p>     <!-- ref --><p>Whiting, W. C., Puffer, J. C., Finerman, G. A.,   Gregor, R. J., &amp; Maletis, G. B. (1985). Three-dimensional cinematographic analysis of waterpolo throwing in elite performers. <i>American Journal of Sports Medicine, 13</i>(2), 95-98.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=379632&pid=S1646-107X201800010005000003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Melchiorri, G., Padua, E., Padulo, J., D'Ottavio, S.,   Campagna, S., &amp; Bonifazi, M. (2011). Throwing velocity and kinematics in   elite male water poloplayers. <i>Journal of Sports Medicine and Physical Fitness, 51</i>(4), 541-546.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=379634&pid=S1646-107X201800010005000004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Melchiorri, G., Viero, V., Triossi, T., …, &amp;   Tancredi, V. (2015). Water polo throwing velocity and kinematics: differences   between competitive levels in male players. <i>Journal of Sports Medicine and Physical Fitness,</i> <i>55</i>(11), 1265-1271.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=379636&pid=S1646-107X201800010005000005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Agradecimentos:</b>    <br>   Nada a declarar<b>    <br>   Conflito de   Interesses:</b>    <br>   Nada a   declarar.<b>    <br>   Financiamento:    <br>   </b></font><font size="2" face="Verdana">Nada a   declarar.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <font face="Verdana" size="2"><i><a name="end"></a></i><a href="#top">Correspond&ecirc;ncia para:</a> Centro Universit&aacute;rio Est&aacute;cio do Cear&aacute;. Rua Eliseu  Uch&ocirc;a Beco, 600, &Aacute;gua Fria. CEP: 60810-270, Fortaleza, CE, Brasil. <i>E-mail</i>: <a href="mailto:joaoboscoaquatrainer@gmail.com">joaoboscoaquatrainer@gmail.com</a></font>      ]]></body><back>
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