<?xml version="1.0" encoding="ISO-8859-1"?><article xmlns:mml="http://www.w3.org/1998/Math/MathML" xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance">
<front>
<journal-meta>
<journal-id>1646-107X</journal-id>
<journal-title><![CDATA[Motricidade]]></journal-title>
<abbrev-journal-title><![CDATA[Motri.]]></abbrev-journal-title>
<issn>1646-107X</issn>
<publisher>
<publisher-name><![CDATA[Edições Desafio Singular]]></publisher-name>
</publisher>
</journal-meta>
<article-meta>
<article-id>S1646-107X2018000100055</article-id>
<title-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Associações entre o estilo de vida masculino e ações de promoção de saúde]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Associations between male lifestyle and health promotion actions]]></article-title>
</title-group>
<contrib-group>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Mendonça]]></surname>
<given-names><![CDATA[Francisco Antonio da Cruz]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A1"/>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Moreira]]></surname>
<given-names><![CDATA[Thereza Maria Magalhães]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A2"/>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Sampaio]]></surname>
<given-names><![CDATA[Luis Rafael Leite]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A1 "/>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Brasil]]></surname>
<given-names><![CDATA[Bruna Michelle Belém Leite]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A1"/>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Arruda]]></surname>
<given-names><![CDATA[Cristiani Nobre de]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A4"/>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Dio&#769;genes]]></surname>
<given-names><![CDATA[Ka&#769;tia Castelo Branco Machado]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A4"/>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Braide]]></surname>
<given-names><![CDATA[Andrea Stopiglia Guedes]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A4"/>
</contrib>
</contrib-group>
<aff id="AA1">
<institution><![CDATA[,Centro Universitário Estácio do Ceará  ]]></institution>
<addr-line><![CDATA[ Ceará]]></addr-line>
</aff>
<aff id="AA2">
<institution><![CDATA[,Universidade Estadual do Ceará  ]]></institution>
<addr-line><![CDATA[ Ceará]]></addr-line>
</aff>
<aff id="AA3">
<institution><![CDATA[,Universidade Regional do Cariri  ]]></institution>
<addr-line><![CDATA[ ]]></addr-line>
</aff>
<aff id="AA4">
<institution><![CDATA[,Universidade de Fortaleza  ]]></institution>
<addr-line><![CDATA[Fortaleza ]]></addr-line>
</aff>
<pub-date pub-type="pub">
<day>00</day>
<month>05</month>
<year>2018</year>
</pub-date>
<pub-date pub-type="epub">
<day>00</day>
<month>05</month>
<year>2018</year>
</pub-date>
<volume>14</volume>
<numero>1</numero>
<fpage>355</fpage>
<lpage>361</lpage>
<copyright-statement/>
<copyright-year/>
<self-uri xlink:href="http://scielo.pt/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S1646-107X2018000100055&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><self-uri xlink:href="http://scielo.pt/scielo.php?script=sci_abstract&amp;pid=S1646-107X2018000100055&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><self-uri xlink:href="http://scielo.pt/scielo.php?script=sci_pdf&amp;pid=S1646-107X2018000100055&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><abstract abstract-type="short" xml:lang="pt"><p><![CDATA[Este ensaio objetivou-se analisar a associação entre a participação em ações de promoção da saúde e o estilo de vida de escolares adultos jovens do sexo masculino de Maracanaú-Ceará. Desenvolveu-se uma pesquisa analítica com 246 participantes com a coleta de dados durante 5 meses por meio de um questionário sobre características sociodemográficas e clínicas, bem como participação em ações de promoção da saúde, sendo ainda aplicado o instrumento Estilo de Vida Fantástico. Os resultados mostraram predomínio da faixa etária de 20 a 22 anos, cursando o terceiro ano do ensino médio, solteiros e renda mensal de até dois salários mínimos. Apenas 61 referiram participar de atividade promotora da saúde relativa ao tabagismo, dieta e exercício físico. A maioria (170) classificou o Estilo de Vida Fantástico de maneira positiva. Observou-se associação estatística da classificação do Estilo de Vida Fantástico com leitura de mensagens sobre saúde, influência de alguém próximo contra o álcool e verificação da pressão arterial. O modelo final de regressão constatou que ler mensagens sobre saúde contribui para a promoção da saúde masculina. Conclui-se que a percepção de que o processo saúde-doença envolve uma complexa teia onde os saberes e ações intersectoriais são fundamentais para práticas promotoras de saúde.]]></p></abstract>
<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The current study analyzed the association between health promotion actions and lifestyle in male adults, students form municipality of Maracanaú-Ceará. A total of 246 were surveyed over a 5-month period, assessing sociodemographic items, clinical items, participation in health promotion actions and it was also applied an instrument named Fantastic Lifestyle (Estilo de Vida Fantástico, in the original). The results shown that the majority of the sample ranged between 20 and 22 years and studied in the third high-school level and monthly income up to two minimum wage. Out of the total sample only 61 individuals reported to have participated in health promotion actions addressing smoking, dieting and physical exercising. The majority (n=170) classified the Fantastic Lifestyle (FL) as positive. There was an association between rating in the FL and reading texts about health, being influenced to non-alcoholism and blood pressure measurements. The final regression model showed that reading about health contributes to men´s health. It is concluded that perceptions about the health and disease are fundamental determinants of the success of health promotion actions.]]></p></abstract>
<kwd-group>
<kwd lng="pt"><![CDATA[saúde do homem]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[estilo de vida]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[promoção da saúde]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[men’s health]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[lifestyle]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[health promotion]]></kwd>
</kwd-group>
</article-meta>
</front><body><![CDATA[ <p align="right"><strong><font face="Verdana" size="2"> ARTIGO ORIGINAL&nbsp;&nbsp; |&nbsp;&nbsp; ORIGINAL   ARTICLE </font></strong><font face="Verdana" size="2"> </font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="4" face="Verdana"><b>Associações entre o estilo de vida masculino   e ações de promoção de saúde</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Associations between male lifestyle and health promotion   actions</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><strong><font face="Verdana" size="2"><a name="top"></a>Francisco Antonio   da Cruz Mendonça<sup>1</sup>; Thereza Maria Magalhães Moreira<sup>2</sup>; Luis Rafael Leite Sampaio<sup>1,3</sup>; Bruna Michelle   Belém Leite Brasil<sup>1</sup>; Cristiani Nobre de Arruda<sup>4</sup>; Ka&#769;tia Castelo Branco Machado Dio&#769;genes<sup>4</sup>; Andrea Stopiglia Guedes Braide<sup>4</sup> </font></strong></p>     <p><font face="Verdana"><font size="2" face="Verdana"><sup>1</sup></font></font><font size="2" face="Verdana"><em>Centro Universit&aacute;rio Est&aacute;cio do Cear&aacute; </em>    <br> </font><font face="Verdana"><font size="2"><sup>2</sup></font></font><font size="2" face="Verdana"><em>Universidade Estadual do Cear&aacute; </em>    ]]></body>
<body><![CDATA[<br> </font><font face="Verdana"><font size="2"><sup>3</sup></font></font><font size="2" face="Verdana"><em>Universidade Regional do Cariri </em>    <br> </font><font face="Verdana"><font size="2"><sup>4</sup></font></font><font size="2" face="Verdana"><em>Universidade de Fortaleza </em></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><a href="#end">Correspond&ecirc;ncia para</a> </font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> </font> <hr noshade size="1"> <font face="Verdana" size="2">     <p><b>RESUMO</b></p>     <p>Este ensaio objetivou-se analisar a   associação entre a participação em ações de promoção da saúde e o estilo de   vida de escolares adultos jovens do sexo masculino de Maracanaú-Ceará.   Desenvolveu-se uma pesquisa analítica com 246 participantes com a coleta de   dados durante 5 meses por meio de um questionário sobre características   sociodemográficas e clínicas, bem como participação em ações de promoção da   saúde, sendo ainda aplicado o instrumento Estilo de Vida Fantástico. Os   resultados mostraram predomínio da faixa etária de 20 a 22 anos, cursando o   terceiro ano do ensino médio, solteiros e renda mensal de até dois salários   mínimos. Apenas 61 referiram participar de atividade promotora da saúde   relativa ao tabagismo, dieta e exercício físico. A maioria (170) classificou o   Estilo de Vida Fantástico de maneira positiva. Observou-se associação   estatística da classificação do Estilo de Vida Fantástico com leitura de   mensagens sobre saúde, influência de alguém próximo contra o álcool e   verificação da pressão arterial. O modelo final de regressão constatou que ler   mensagens sobre saúde contribui para a promoção da saúde masculina. Conclui-se   que a percepção de que o processo saúde-doença envolve uma complexa teia onde   os saberes e ações intersectoriais são fundamentais para práticas promotoras de saúde.<b></b></p>     <p><strong>Palavras-chave:</strong> saúde do homem, estilo de vida, promoção da saúde.</p> </font> <hr noshade size="1"> <font face="Verdana" size="2">     <p><b>ABSTRACT</b></p>     <p>The current study   analyzed the association between health promotion actions and lifestyle in male   adults, students form municipality of Maracanaú-Ceará. A total of 246 were   surveyed over a 5-month period, assessing sociodemographic items, clinical   items, participation in health promotion actions and it was also applied an   instrument named Fantastic Lifestyle (Estilo de Vida Fantástico, in the   original). The results shown that the majority of the sample ranged between 20   and 22 years and studied in the third high-school level and monthly income up   to two minimum wage. Out of the total sample only 61 individuals reported to   have participated in health promotion actions addressing smoking, dieting and   physical exercising. The majority (n=170) classified the Fantastic Lifestyle   (FL) as positive. There was an association between rating in the FL and reading   texts about health, being influenced to non-alcoholism and blood pressure   measurements. The final regression model showed that reading about health   contributes to men´s health. It is concluded that perceptions about the health   and disease are fundamental determinants of the success of health promotion actions.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><strong>Keywords: </strong>men’s health, lifestyle, health promotion.</p> </font> <hr noshade size="1">     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>INTRODUÇÃO</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>Este ensaio aborda a existência ou   não de associação estatística entre a participação em ações de promoção da   saúde e o estilo de vida de escolares adultos jovens do sexo masculino do   município de Maracanaú-Ceará-Brasil, com vistas a apresentar um cenário epidemiológico   que possa ser utilizado como parâmetro para subsidiar a promoção da saúde nas diversas redes sociais nos quais os jovens estão inseridos.</p>     <p>Percebe-se na literatura das últimas   décadas um admirável avanço no estudo das relações entre a maneira como se   organiza e se desenvolve uma determinada sociedade e a situação de saúde de sua   população (Rouquayrol &amp; Gurgel, 2013) com enfoque, sobretudo, para o estilo de vida das pessoas. </p>     <p>O Ministério da Saúde do Brasil está   investindo na promoção da Saúde do Homem em nível federal, estadual e local.   Chama a atenção o coeficiente de mortalidade no Brasil, pois, atualmente, nas   pessoas adultas, em cada três mortes, duas são de homens, dentre as mais   diversas causas. Preocupa, ainda mais, quando relacionado aos jovens na faixa   etária de 20 a 30 anos, pois tem 80% de risco de morte maior do que as mulheres (Brasil, 2009). </p>     <p>Em agosto de 2009 foi lançada a   Política Nacional de Atenção Integral à Saúde do Homem - Princípios e   Diretrizes, com enfoque para as políticas públicas de saúde, nesta clientela   uma vez que essa parcela da população não possuía uma política na agenda da   saúde, o que veio a favorecer a contextualização dos seguintes indicadores   demográficos: violência, população privada de liberdade, alcoolismo e   tabagismo, pessoa com deficiência, adolescência e velhice, direitos sexuais e reprodutivos, mortalidade, morbidade, causas externas e tumores. </p>     <p>O Ministério da Saúde do Brasil   preocupou-se e lançou, em 2008, o Programa Saúde na Escola, resultado de uma parceria   com o Ministério da Educação, com a finalidade de reforçar a prevenção,   avaliação e monitoramento à saúde dos escolares brasileiros, e propor a construção de uma cultura de paz nas escolas (Brasil, 2008).</p>     <p>Tal programa foi criado em   decorrência do estilo de vida atual sobre as condições de saúde, com aumento   das Infecções Sexualmente Transmissíveis, gravidez na adolescência e   acreditando nas possibilidades de sucesso com uma aproximação da escola e a   associação entre saúde e educação. Destaco, sobretudo, a saúde dos escolares do   sexo masculino, devido ao fato de maior risco de morbimortalidade na fase adulto jovem.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Sobre a promoção da saúde, sabe-se   que em uma sociedade em constante transformação, a promoção da saúde adquire   importante papel socioeconômico e cultural, pois as pessoas do sexo masculino,   com sobrecarga de atividades, acabam por relegar ao segundo plano a sua saúde   (Buss, 2000). Dessa forma, o estudo pretende responder aos seguintes   questionamentos: 1) Quais as características sociodemográficas e   clínico-epidemiológicas dos escolares adultos jovens do sexo masculino de um   município da rede metropolitana de Fortaleza? 2) Quais as ações de promoção da   saúde das quais os escolares adultos jovens do sexo masculino participaram? 3)   Qual o estilo de vida destes escolares adultos jovens? 4) Há associação ente as   ações de promoção de saúde, as características descritas e o estilo de vida da clientela em estudo?</p>     <p>Com efeito, revendo as bases de dados   Scielo, Medline e Lilacs, em uma revisão não sistematizada, em 14 de outubro de   2017, usando os descritores Saúde do Homem, Estilo de Vida, Promoção da Saúde,   Adulto Jovem, não encontrou artigos que discutiam esta temática. Constituindo-se, desse modo, uma lacuna deste conhecimento. </p>     <p>Esta lacuna suscita estudos na   temática, com vista a contribuir para os profissionais no planejamento de ações   de promoção à saúde específicas para a população masculina, e, ainda, que   sirvam de subsídio aos gestores para traçar, efetivar e avaliar políticas de   incentivo de ações de promoção da saúde e    estilo de vida saudável na população masculina, possibilitando a realização de práticas educativas e a reorientação dos serviços de saúde.</p>     <p>Diante desse contexto, objetivou-se   averiguar a existência de associação estatística ente as ações de promoção de saúde e o estilo de vida em homens adultos jovens. </p> </font>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><strong>MÉTODO</strong></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>O estudo foi do tipo transversal,   analítico e quantitativo. O local da pesquisa compreendeu as escolas do   município de Maracanaú-Ceará-Brasil, cidade localizada na Região Metropolitana   de Fortaleza. Atualmente Maracanaú possui uma população de 200.797 habitantes   (IBGE, 2010). Para este estudo, o universo foi composto por todos os escolares   de Maracanaú-Ceará-Brasil. A população compôs-se, por sua vez, dos adultos   jovens escolares homens de Maracanaú. Por adultos jovens entende-se aqueles com   idade compreendida entre 20 e 24 anos de acordo com a Organização Mundial de   Saúde e com o marco legal brasileiro que contextualiza o Estatuto da Criança e   do Adolescente no âmbito da saúde do adolescente e do jovem (OMS/OPAS, 2005).   Foram identificados os adultos jovens escolares de Maracanaú devidamente   matriculados no ano de 2011 para compor a amostra, desde que estivessem   disponíveis a participar da pesquisa. Incluiu-se na amostra o adulto jovem do sexo masculino, presente e que concordasse participar.</p>     <p>A partir do levantamento realizado,   contou-se com uma população finita de N= 534 estudantes na faixa etária em   estudo e do sexo masculino, sendo 168 do Ensino Médio e 366 do Educação de   Jovens e Adultos. A amostra teve seu cálculo realizado de acordo com a fórmula   de cálculo de amostra para população finita, considerando uma prevalência de   50% (chance de ter ou não estilo de vida saudável) e erro de 5% (Hulley et al.,   2008). Estimou-se a amostra como valor n=223, acrescentando-se 10% para   eventuais desistências ou <i>missing</i>, totalizando 246 homens. </p>     <p>A coleta de dados constou da   aplicação do questionário estruturado referente às variáveis sociodemográficas   e clínicas e o questionário “Estilo de vida fantástico”, desenvolvido no Canadá   (Wilson &amp; Ciliska, 1984) em que a origem da palavra “fantástico” vem do   acrônimo FANTASTIC que representa as letras dos nomes dos nove domínios (na   língua inglesa) em que estão distribuídas 25 questões ou itens: F= <i>Family and friends</i> (família e amigos), A   = <i>Activity</i> (atividade física), N = <i>Nutrition</i> (nutrição), T = <i>Tobacco e toxics</i> (cigarro e drogas), A =   <i>Alcohol</i> (álcool), S = <i>Sleep, seatbelts, stress, safe sex</i>   (sono, cinto de segurança, estresse e sexo seguro), T = <i>Type of behavior</i> (tipo de comportamento, padrão de comportamento A   ou B), I = <i>Insight</i> (introspecção), C   = <i>Career</i> (trabalho, satisfação com a profissão) (Rodriguez-Añez, Reis, &amp; Petroski, 2008).</p>     <p>Os dados coletados seguiram para   construção do banco de dados no <i>SPSS     versão 20.0 (Statistical Package for the Social Sciences</i>). Como medidas de   asocição entre variáveis foram usados o teste de Qui-quadrado de Pearson e a   regressão logística múltipla. Os dados foram apresentados por meio de tabelas e gráficos para melhor compreensão dos resultados. </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Foram respeitados os preceitos éticos   em todas as fases do estudo, de acordo com o preconizado pela Resolução Nº   466/2012, sendo aprovado sob o protocolo Nº 014/2012 do Centro Universitário Estácio do Ceará.</p> </font>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>RESULTADOS</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>Quanto às características demográficas, verificou-se que a faixa etária   variou de 20 a 24 anos, com média de 20,85 (±1,18), predominando de 20 a 22   anos (87,4%). Em relação à raça, destacou-se que 69,1% declarou-se não branco.   A grande maioria declarou solteiro (86,2%). Predominou em mais de um terço dos participantes o 3º ano do Ensino Médio (EM), com 42%. </p>     <p>A renda mensal familiar prevalente foi de até dois salários mínimos   (71,5%). Verificou-se que a maioria (76,3%) dos homens adultos jovens disseram   consmir alccol e 23,3% negaram este hábito. A grande maioria (89,4%) informou   não ser tabagista. A maioria (75,2%) dos homens adultos jovens escolares não   participou de reunião ou atividade relativa ao hábito de fumar, dieta,   exercício físico ou outros nos últimos doze meses, tendo 22,4% deles participado. </p>     <p>Quanto à participação de homens adultos jovens escolares em reunião ou   atividade relativa ao hábito de fumar, dieta, exercício físico, dentre outros,   nos últimos doze meses, a maioria (75,2%) dos homens adultos jovens escolares   não participou de reunião ou atividade relativa ao hábito de fumar, dieta,   exercício físico ou outros nos últimos doze meses, tendo 22,4% deles participado. </p>     <p>Sobre o estilo de vida, aplicou-se o questionário Estilo de Vida   Fantástico (EVF), obtendo as frequências expostas na <a href="/img/revistas/mot/v14n1/14n1a55t1.jpg">tabela 1</a>. Verificou-se   escore mínimo de 17 e máximo de 91, com média de 69,29 pontos (<u>+</u>10,64).   As classificações “excelente”, “muito bom” e “bom” foram agrupadas na   classificação “positiva”, enquanto que as classificações “regular e ‘necessita   melhorar” foram agrupadas na classificação “negativa”. Foi possível observar   que 92,4% dos homens escolares adultos jovens apresentaram classificação positiva, em detrimento de 7,6%.</p>     
<p>&nbsp;</p>     <p align="center"><a href="/img/revistas/mot/v14n1/14n1a55t2.jpg">Tabela   2</a></p>     
<p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Posteriormente, analisou-se o efeito das   variáveis do bloco 2 (influência de alguém para deixar de fumar, emagrecer,   consumir menos sal, consumir menos álcool) sobre o EVF. Permaneceu   significativa estatisticamente a variável consumir menos álcool e sua associação com o EVF.</p>     <p>&nbsp;</p> </font>     <p align="center"><font size="2" face="Verdana"><a href="/img/revistas/mot/v14n1/14n1a55t3.jpg">Tabela   3</a></font></p>     
<p align="center">&nbsp;</p> <font face="Verdana" size="2">     <p>Na <a href="/img/revistas/mot/v14n1/14n1a55t4.jpg">tabela   4</a>, verificou-se que a variável do bloco 3 (verificação da PA nos últimos doze   meses) permaneceu significativa.</p>     
<p>Na <a href="/img/revistas/mot/v14n1/14n1a55t5.jpg">tabela 5</a> apresentam-se as variáveis que   permaneceram no modelo final da análise. Realizou-se regressão logística   múltipla com os blocos 1, 2 e 3, que apresentaram p&lt;0,05 no ajuste entre os   blocos. Nesta etapa final, detectou-se que consumir menos álcool e verificar a   PA não mantiveram associação estatisticamente significativa, portanto foram retiradas do modelo, permanecendo apenas mensagens de saúde em folhetos.</p>     
<p>&nbsp;</p> </font><font size="3" face="Verdana"><b>DISCUSSÃO e CONCLUSÕES</b></font><font face="Verdana" size="2">  </font><font face="Verdana" size="2">    <p>Sabe-se   que, dentre as prioridades de pesquisa do Ministério da Saúde, destaca-se a   saúde da população masculina. Foi, portanto, com o intuito de promover a   melhoria das condições de saúde da população masculina brasileira e de   contribuir, de modo efetivo, para a redução da morbimortalidade dessa população e pelo enfrentamento dos fatores de risco (Brasil, 2009).</p>     <p>Percebe-se,   dessa forma, a necessidade de estudos que abordem o estilo de vida dos homens e   seus fatores intervenientes, pois na contemporaneidade, o estilo de vida está   susceptível à alimentação inadequada, que envolve refeições fora de casa, baixa   adesão a alimentos saudáveis, possibilidade de alimentação em estabelecimentos   próximos ao trabalho e nas cantinas escolares, e ao sedentarismo, impedindo ou dificultando um estilo de vida saudável.</p>     <p>Neste   estudo verificou-se predominância da faixa etária de 20 a 22 anos. Estudo   realizado com adultos jovens escolares, porém de ambos os sexos, detectou a   mesma predominância, sugerindo como justificativa a proximidade desta faixa com   a ideal para o período escolar em que se encontravam, 3º ano do ensino médio (Santos, 2012).</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Existem   poucos estudos realizados com homens e nestes, a faixa etária é, normalmente, a   partir de 50 anos. Como exemplo, observa-se o estudo de Knauth, Couto, e   Figueiredo (2012), o qual identificou que os homens que procuram os serviços de   saúde são divididos em categorias: 1) a dos trabalhadores, formada por homens   entre 30 e 50 anos, exercendo atividade remunerada e que, por exigência da   empresa, realizam a atualização do calendário vacinal no momento da admissão e   exames de rotina, 2) os demais afirmam ter pouco tempo disponível para irem ao serviço de saúde.</p>     <p>Para   Pardo-Torres e Núñez Gómez (2008), o estilo de vida compreende a maneira geral   da pessoa viver, fundamentada nas condições de vida, o que, em um sentido mais   amplo, envolve as maneiras de comportamento, determinada por fatores   socioculturais e características individuais. Ou seja, um estilo de vida saudável sugere hábitos que influenciem positivamente a saúde da pessoa.</p>     <p>Para Gomes, Nascimento, e Araújo   (2007), o fato de os homens procurarem menos os serviços de saúde está ligado a   alguns fatores, tais como a ideia de que esta procura é atividade feminina, o   trabalho, a dificuldade de acesso pelo fator não poder ausentar-se do trabalho   e a falta de serviços de saúde voltados para o homem. Todos esses fatores   contribuem para que o homem fique menos preocupado com sua saúde. O principal   fator interveniente na busca pelo serviço de saúde, relatado pela população   masculina é a falsa ideia de que o homem não adoece e não precisa de serviço de   saúde. Existem também outros fatores culturais envolvidos, tais como o   etilismo, tabagismo e a violência, que dificultam as ações de promoção da saúde.</p>     <p>Na pesquisa realizada por Sartorelli   (2003) com 104 usuários, com a finalidade de avaliar o impacto de intervenção   intensiva para mudança de estilo de vida em indivíduos com sobrepeso em um   Centro de Saúde-Escola em São José do Rio Preto-São Paulo, observou-se que o   folheto explicativo sobre estilo de vida saudável mostrou-se efetivo na redução   de peso, índice de massa corporal, pressão arterial, consumo de calorias e   gorduras, bem como ocorreu aumento da prática de atividades físicas,   contribuindo para a melhoria da qualidade de vida, corroborando, nosso estudo,   mostrou que as pessoas podem manter ou adotar um estilo de vida saudável a partir de leituras em folhetos com enfoque na promoção da saúde.</p>     <p>Dessa forma, compreende-se que uma   das formas de manter o estilo de vida saudável é por meio de mensagens de saúde   em folhetos. Em estudo realizado por Dinarés (2009), notou-se, que embora a   promoção da saúde seja um conceito crítico no âmbito da saúde pública, com   discrepâncias existentes entre a teoria e a prática, continuam a ser desenvolvidas estratégias de ação. </p>     <p>Acredita-se que o folheto como forma   de comunicação em saúde, bem como a capacitação de profissionais de saúde para   elaboração e implementação do material informativo com seu público, a partir de   competências com foco na promoção da saúde pode produzir ótimos resultados para a população assistida.</p>     <p>A Escola e a Estratégia de Saúde na   Família podem desenvolver uma parceria útil para trabalhar as ações de promoção   da saúde e o estilo de vida saudável com olhar diferenciado. A prevenção de   agravos a estes adultos jovens masculinos trazem grandes benefícios sociais e econômicos,   além da possibilidade de melhoria da qualidade de vida destes homens na velhice. </p>     <p>Em relação às características   sociodemográficas dos homens adultos jovens das escolas de Maracanaú avaliados,   houve predomínio da faixa etária de 20 a 22 anos, não brancos, com escolaridade   cursando o terceiro ano do ensino médio e sem companheira. No tocante às   características clínicas, a maioria consumia álcool e era não tabagista. Em   relação à participação de homens adultos jovens escolares em reunião ou atividade   relativa ao hábito de fumar, dieta, exercício físico, dentre outros nos últimos   doze meses um quarto participou. A maioria dos homens adultos jovens classificou de maneira positiva o questionário Estilo de Vida Fantástico.</p>     <p>No entrecruzamento entre ações de   promoção da saúde e classificação do estilo de vida fantástico, observou-se   associação estatística da classificação do estilo de vida fantástico com a   leitura sobre mensagens de saúde em folheto, com a influência de alguém para   consumir menos álcool e com a verificação da pressão arterial nos últimos 12 meses.</p>     <p>Ao longo do estudo, muitas foram as   dificuldades vivenciadas: pelo fato de ser uma população adulta jovem, na qual   a maioria estudava à noite e a coleta ser realizada em um região metropolitana   de Fortaleza: Problemas de acesso para chegar a algumas escolas, barreiras   funcionais para a marcação da coleta pelo calendário da escola que teve greve, férias dos alunos, greve dos professores, e entre outros.  </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Torna-se necessário que outros   estudos abordando a saúde do homem nos diversos cenários da saúde coletiva   sejam desenvolvidos. É essencial a percepção de que o processo   saúde-doença-cuidado envolve uma complexa teia de serviços, onde os saberes e   as ações intersetoriais são fundamentais para o sucesso das práticas de promoção da saúde.</p>     <p>Conclui-se   que a percepção de que o processo saúde-doença envolve uma complexa teia onde   os saberes e ações intersetoriais são fundamentais para práticas promotoras de saúde.</p>     <p>&nbsp;</p> </font><font size="3" face="Verdana"><b>REFERÊNCIAS</b></font><font face="Verdana" size="2">      <!-- ref --><p>Brasil, Ministério da Saúde.(2008). <i>Diretrizes e recomendações para o cuidado   integral de doenças crônicas não-transmissíveis: promoção da saúde, vigilância, prevenção e assistência. </i>Brasília: Ministério da Saúde.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=380092&pid=S1646-107X201800010005500001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Brasil, Ministério da Saúde (2009). <i>Política   Nacional de Atenção Integral à Saúde do Homem: princípios e diretrizes.</i> Brasília: Ministério da Saúde.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=380094&pid=S1646-107X201800010005500002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Buss, P. M. (2000). Promoção da saúde e qualidade de   vida. <i>Ciência e Saúde Coletiva, 5</i>(1), 163-177.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=380096&pid=S1646-107X201800010005500003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Dinarés, C. G. (2009). <i>Comunicar com saúde: análise da comunicação expressa nos folhetos de   informação aos diabéticos </i>(Dissertação de Mestrado em Comunicação em Saúde). Universidade Aberta, Lisboa.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=380098&pid=S1646-107X201800010005500004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Gomes, R., Nascimento, E. F., &amp; Araújo, F. C. (2007).   Por que os homens buscam menos os serviços de saúde do que as mulheres? As explicações de homens com baixa escolaridade e homens com ensino superior. <i>Caderno de Saúde Pública, 23</i>(3), 565-574.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=380100&pid=S1646-107X201800010005500005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Hulley, S. B. (2008). <i>Delineando   a pesquisa clínica: uma abordagem epidemiológica.</i> Porto Alegre: Artmed.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=380102&pid=S1646-107X201800010005500006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>IBGE. (2010). <i>Instituto   Brasileiro de Geografia e Estatística. </i>Disponível em: <a href="http://www.ibge.gov.br/cidadesat/painel.php" target="_blank">http://www.ibge.gov.br/cidadesat/painel.php</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=380104&pid=S1646-107X201800010005500007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Knauth, D. R., Couto, M. T., &amp; Figueiredo, W. S. (2012).   A visão dos profissionais sobre a presençae as demandas dos homens nos serviços   de saúde: perspectivas para a análise da implantaçãoda Política Nacional de   Atenção Integral à Saúde do Homem. <i>Ciência &amp; Saúde Coletiva, 17</i>(10), 2617-2626.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=380105&pid=S1646-107X201800010005500008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>OMS, Organização Mundial de Saúde. (2005). <i>Prevenção de Doenças Crônicas: um   investimento vital. </i>Genebra: Organização Mundial da Saúde.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=380107&pid=S1646-107X201800010005500009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Pardo-Torres, M. P., &amp; Núñez Gómez, N. A. (2008). Estilo   de vida y salud en la mujer adulta joven. <i>Aquichan, 8</i>(2), 266-284.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=380109&pid=S1646-107X201800010005500010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Rodriguez-Añez, C. R. R., Reis, R. S., &amp; Petroski,   E. L. (2008). Versão Brasileira do Questionário “Estilo de Vida Fantástico”:   tradução e validação para adultos jovens. <i>Arquivo Brasileiro de Cardiologia, 9</i>(2), 102-109.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=380111&pid=S1646-107X201800010005500011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Rodriguez-Moctezuma, J. R., López-Carmona, J. M.,   Munguia-Miranda, C., Hernández-Santiago, J. L., &amp; Martínez-Bermúdez, M. (2003).   Validez y consistencia del instrumento “FANTASTIC” para medir estilo de vida en   diabéticos. <i>Revista Medica IMSS, 41</i>(3), 211-220.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=380113&pid=S1646-107X201800010005500012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Rouquayrol, M. Z., &amp; Silva, M. G. C. (2013). <i>Epidemiologia   &amp; saúde.</i> Rio de Janeiro: MedBook.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=380115&pid=S1646-107X201800010005500013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Santos, J. C. (2012). <i>Análise da obesidade em adultos   jovens escolares: subsídio à educação em saúde pelo enfermeiro </i>(Dissertação   de Mestrado em Cuidados Clínicos em Saúde e Enfermagem). Universidade Estadual do Ceará, Fortaleza.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=380117&pid=S1646-107X201800010005500014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Sartorelli, D. S. (2003).<i> Estudo de intervenção nutricional aleatorizado em adultos com   sobrepeso em unidade básica de saúde</i>  (Dissertação de Mestrado em Medicina). Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, Ribeirão Preto.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=380119&pid=S1646-107X201800010005500015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Wilson, D. M., &amp; Ciliska, D. (1994). Lifestyle   assessment: testing the FANTASTIC instrument. <i>Canadian Family Physician, 30</i>, 1863-1866.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=380121&pid=S1646-107X201800010005500016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Agradecimentos:</b>    <br>   Nada a declarar<b>    <br>   Conflito de   Interesses:</b>    <br>   Nada a   declarar.<b>    <br>   Financiamento:    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>   </b></font><font size="2" face="Verdana">Nada a   declarar.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <font face="Verdana" size="2"><i><a name="end"></a></i><a href="#top">Correspond&ecirc;ncia para:</a> Centro Universit&aacute;rio Est&aacute;cio do Cear&aacute;. Rua Eliseu  Uch&ocirc;a Beco, 600, &Aacute;gua Fria. CEP: 60810-270, Fortaleza, CE, Brasil. <em>E-mail</em>: <a href="mailto:francisco.mendonca@estacio.br">francisco.mendonca@estacio.br</a></font>      ]]></body><back>
<ref-list>
<ref id="B1">
<nlm-citation citation-type="book">
<collab>Ministério da Saúde</collab>
<source><![CDATA[Diretrizes e recomendações para o cuidado integral de doenças crônicas não-transmissíveis: promoção da saúde, vigilância, prevenção e assistência]]></source>
<year>2008</year>
<publisher-loc><![CDATA[Brasília ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Ministério da Saúde]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B2">
<nlm-citation citation-type="book">
<collab>Ministério da Saúde</collab>
<source><![CDATA[Política Nacional de Atenção Integral à Saúde do Homem: princípios e diretrizes]]></source>
<year>2009</year>
<publisher-loc><![CDATA[Brasília ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Ministério da Saúde]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B3">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Buss]]></surname>
<given-names><![CDATA[P. M.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Promoção da saúde e qualidade de vida]]></article-title>
<source><![CDATA[Ciência e Saúde Coletiva]]></source>
<year>2000</year>
<volume>5</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>163-177</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B4">
<nlm-citation citation-type="">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Dinarés]]></surname>
<given-names><![CDATA[C. G.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Comunicar com saúde: análise da comunicação expressa nos folhetos de informação aos diabéticos]]></source>
<year>2009</year>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B5">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Gomes]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Nascimento]]></surname>
<given-names><![CDATA[E. F.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Araújo]]></surname>
<given-names><![CDATA[F. C.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Por que os homens buscam menos os serviços de saúde do que as mulheres?: As explicações de homens com baixa escolaridade e homens com ensino superior]]></article-title>
<source><![CDATA[Caderno de Saúde Pública]]></source>
<year>2007</year>
<volume>23</volume>
<numero>3</numero>
<issue>3</issue>
<page-range>565-574</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B6">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Hulley]]></surname>
<given-names><![CDATA[S. B.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Delineando a pesquisa clínica: uma abordagem epidemiológica]]></source>
<year>2008</year>
<publisher-loc><![CDATA[Porto Alegre ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Artmed]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B7">
<nlm-citation citation-type="">
<collab>IBGE</collab>
<source><![CDATA[Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística]]></source>
<year>2010</year>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B8">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Knauth]]></surname>
<given-names><![CDATA[D. R.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Couto]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. T.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Figueiredo]]></surname>
<given-names><![CDATA[W. S.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[A visão dos profissionais sobre a presençae as demandas dos homens nos serviços de saúde: perspectivas para a análise da implantaçãoda Política Nacional de Atenção Integral à Saúde do Homem]]></article-title>
<source><![CDATA[Ciência & Saúde Coletiva]]></source>
<year>2012</year>
<volume>17</volume>
<numero>10</numero>
<issue>10</issue>
<page-range>2617-2626</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B9">
<nlm-citation citation-type="book">
<collab>Organização Mundial de Saúde</collab>
<source><![CDATA[Prevenção de Doenças Crônicas: um investimento vital]]></source>
<year>2005</year>
<publisher-loc><![CDATA[Genebra ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Organização Mundial da Saúde]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B10">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Pardo-Torres]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. P.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Núñez Gómez]]></surname>
<given-names><![CDATA[N. A.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="es"><![CDATA[Estilo de vida y salud en la mujer adulta joven]]></article-title>
<source><![CDATA[Aquichan]]></source>
<year>2008</year>
<volume>8</volume>
<numero>2</numero>
<issue>2</issue>
<page-range>266-284</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B11">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Rodriguez-Añez]]></surname>
<given-names><![CDATA[C. R. R.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Reis]]></surname>
<given-names><![CDATA[R. S.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Petroski]]></surname>
<given-names><![CDATA[E. L.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Versão Brasileira do Questionário “Estilo de Vida Fantástico”: tradução e validação para adultos jovens]]></article-title>
<source><![CDATA[Arquivo Brasileiro de Cardiologia]]></source>
<year>2008</year>
<volume>9</volume>
<numero>2</numero>
<issue>2</issue>
<page-range>102-109</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B12">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Rodriguez-Moctezuma]]></surname>
<given-names><![CDATA[J. R.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[López-Carmona]]></surname>
<given-names><![CDATA[J. M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Munguia-Miranda]]></surname>
<given-names><![CDATA[C.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Hernández-Santiago]]></surname>
<given-names><![CDATA[J. L.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Martínez-Bermúdez]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="es"><![CDATA[Validez y consistencia del instrumento “FANTASTIC” para medir estilo de vida en diabéticos]]></article-title>
<source><![CDATA[Revista Medica IMSS]]></source>
<year>2003</year>
<volume>41</volume>
<numero>3</numero>
<issue>3</issue>
<page-range>211-220</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B13">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Rouquayrol]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. Z.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Silva]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. G. C.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Epidemiologia & saúde]]></source>
<year>2013</year>
<publisher-loc><![CDATA[Rio de Janeiro ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[MedBook]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B14">
<nlm-citation citation-type="">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Santos]]></surname>
<given-names><![CDATA[J. C.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Análise da obesidade em adultos jovens escolares: subsídio à educação em saúde pelo enfermeiro]]></source>
<year>2012</year>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B15">
<nlm-citation citation-type="">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Sartorelli]]></surname>
<given-names><![CDATA[D. S.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Estudo de intervenção nutricional aleatorizado em adultos com sobrepeso em unidade básica de saúde]]></source>
<year>2003</year>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B16">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Wilson]]></surname>
<given-names><![CDATA[D. M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Ciliska]]></surname>
<given-names><![CDATA[D.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Lifestyle assessment: testing the FANTASTIC instrument]]></article-title>
<source><![CDATA[Canadian Family Physician]]></source>
<year>1994</year>
<volume>30</volume>
<page-range>1863-1866</page-range></nlm-citation>
</ref>
</ref-list>
</back>
</article>
