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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Lesões em corredores fundistas recreacionais: incidência, tipos de maior ocorrência e fatores associados]]></article-title>
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<self-uri xlink:href="http://scielo.pt/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S1646-107X2018000100058&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><self-uri xlink:href="http://scielo.pt/scielo.php?script=sci_abstract&amp;pid=S1646-107X2018000100058&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><self-uri xlink:href="http://scielo.pt/scielo.php?script=sci_pdf&amp;pid=S1646-107X2018000100058&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><abstract abstract-type="short" xml:lang="pt"><p><![CDATA[A corrida é um dos tipos de atividade física mais popular do mundo, o número de praticantes vem crescendo consideravelmente nos últimos 40 anos. Uma das consequências do aumento da popularidade da prática da corrida é o aumento das lesões musculoesqueléticas entre os praticantes. O estudo teve como objetivo verificar a ocorrência de lesões em corredores fundistas recreacionais de Fortaleza/CE. Além de identificar a predominância do tipo e local da lesão, forma investigados fatores associados, como o gênero, a idade, tempo de prática, duração diária de treino, a frequência de treino semanal e a distância percorrida (volume) do praticante. Esta pesquisa caracteriza-se por ser um estudo de abordagem quantitativa, realizada com 77 indivíduos de ambos os sexos, idades entre 20 e 62 anos, sendo 57,1% homens e 42,9% mulheres, com maior prevalência para indivíduos de faixa etária de 20 - 26 anos de 33,8%. O instrumento de coleta foi um questionário de classificação direta. Referente à ocorrência de lesão de acordo com o gênero podemos identificar que 47,7% dos homens e 17% das mulheres já sofreram algum tipo de lesão. E considerando pela faixa etária, o público de 33 - 38 anos foi o que maior teve ocorrência de lesão, 64,4%. Os resultados do presente estudo são preocupantes, uma vez que a promoção da atividade física possui como premissa o desenvolvimento de um estilo de vida mais saudável. Como a maioria dos participantes revelou treinar sob orientação profissional e aproximadamente metade destes revelou ter sofrido lesões conclui-se que a metodologia utilizada por parte dos profissionais pode apresentar lacunas.]]></p></abstract>
<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Running is among the more popular exercise modes and the number of recreational runners is increasing over the past 40 years. One of he consequences of this popularity has been the increased number of injuries found in this population. This study aimed to investigate the prevalence of injuries in recreational runners from Fortaleza/CE. The injury site and type were investigated as well as some associated factor such as gender, age, training experience, daily exercise time, and frequency of training and weekly running volume. A total of 77 volunteers form both genders, aged between 20 and 62 years, 57,1% males and 42,9% females, with higher prevalence od individuals between 20 - 26 years (33,8%) were studied with the help of a questionnaire. 47,7% of men and 17% of women reported some type of injury and the most prevalent age category was 33 - 38 years, amounting 64,4%. The results of the present study are relevant and show a high prevalence of injury. Since most participants reported to have professional guidance in their training program, it is concluded that training guidance may present gaps.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><b><font face="Verdana" size="2"> ARTIGO ORIGINAL&nbsp;&nbsp; |&nbsp;&nbsp; ORIGINAL ARTICLE</font></b></p>     <p>&nbsp;</p>      <p><font size="4" face="Verdana"><b>Lesões em corredores fundistas recreacionais: incidência, tipos de maior ocorrência e fatores associados</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Injuries in recreational recreational runners: incidence,   types of major occurrence and associated factors</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><a name="top"></a>Giselle Notini   Arcânjo<sup>1</sup>; Prodamy   da Silva Pacheco Neto<sup>1</sup>; Elenira de Oliveira Ferreira<sup>1</sup>; Sérgio   Franco Moreira de Souza<sup>1</sup>; Eduardo Jorge Lima<sup>1</sup>; Jefferson de Sousa Lima<sup>1</sup></b></p> <sup>1</sup><i>Centro Universit&aacute;rio Est&aacute;cio do Cear&aacute; </i></font>     <p><font face="Verdana" size="2"><a href="#end">Correspond&ecirc;ncia para</a> </font></p>     <p>&nbsp;</p> <font face="Verdana" size="2">     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>    <br> </p> </font> <hr noshade size="1"> <font face="Verdana" size="2">     <p><b>RESUMO</b></p>     <p>A corrida é um dos   tipos de atividade física mais popular do mundo, o número de praticantes vem   crescendo consideravelmente nos últimos 40 anos. Uma das consequências do   aumento da popularidade da prática da corrida é o aumento das lesões   musculoesqueléticas entre os praticantes. O estudo teve como objetivo verificar   a ocorrência de lesões em corredores fundistas recreacionais de Fortaleza/CE.   Além de identificar a predominância do tipo e local da lesão, forma   investigados fatores associados, como o gênero, a idade, tempo de prática,   duração diária de treino, a frequência de treino semanal e a distância   percorrida (volume) do praticante. Esta pesquisa caracteriza-se por ser um   estudo de abordagem quantitativa, realizada com 77 indivíduos de ambos os   sexos, idades entre 20 e 62 anos, sendo 57,1% homens e 42,9% mulheres, com   maior prevalência para indivíduos de faixa etária de 20 - 26 anos de 33,8%. O   instrumento de coleta foi um questionário de classificação direta. Referente à   ocorrência de lesão de acordo com o gênero podemos identificar que 47,7% dos   homens e 17% das mulheres já sofreram algum tipo de lesão. E considerando pela   faixa etária, o público de 33 – 38 anos foi o que maior teve ocorrência de   lesão, 64,4%. Os resultados do presente estudo são preocupantes, uma vez que a   promoção da atividade física possui como premissa o desenvolvimento de um   estilo de vida mais saudável. Como a maioria dos participantes revelou treinar   sob orientação profissional e aproximadamente metade destes revelou ter sofrido   lesões conclui-se que a metodologia utilizada por parte dos profissionais pode apresentar lacunas.</p>     <p><b>Palavras-chave: </b>ocorrência de lesões, fatores associados, corredores fundistas.</p> </font> <hr noshade size="1"> <font face="Verdana" size="2">     <p><b>ABSTRACT</b></p>     <p>Running is among the more popular exercise   modes and the number of recreational runners is increasing over the past 40   years. One of he consequences of this popularity has been the increased number   of injuries found in this population. This study aimed to investigate the   prevalence of injuries in recreational runners from Fortaleza/CE. The injury   site and type were investigated as well as some associated factor such as   gender, age, training experience, daily exercise time, and frequency of   training and weekly running volume. A total of 77 volunteers form both genders,   aged between 20 and 62 years, 57,1% males and 42,9% females, with higher   prevalence od individuals between 20 - 26 years (33,8%) were studied with the   help of a questionnaire. 47,7% of men and 17% of women reported some type of   injury and the most prevalent age category was 33 – 38 years, amounting 64,4%.   The results of the present study are relevant and show a high prevalence of   injury. Since most participants reported to have professional guidance in their training program, it is concluded that training guidance may present gaps.</p>     <p><b>Keywords:</b> occurrence of injuries, associated factors, runners.</p> </font> <hr noshade size="1"> <font face="Verdana" size="2">     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> </font><font size="3" face="Verdana"><b>INTRODUÇÃO</b></font><font face="Verdana" size="2">      ]]></body>
<body><![CDATA[<p>No último século, em decorrência dos   hábitos da vida moderna, o homem torna-se cada vez mais “tecnológico” e   sedentário, contrariando os hábitos de nossos ancestrais que percorriam em   torno de 20 a 40 km por dia efetuando a caça, a pesca e a coleta Weineck (2003).</p>     <p>A prática regular de exercício físico   vem sendo apontado como uma importante estratégia relacionada com prevenção de   doenças e promoção de saúde. Sua prática contínua está relacionada com a   redução de morte prematuras, doenças do coração, AVE, câncer, diabetes tipo II,   hipertensão arterial, obesidade, redução da ansiedade e estresse, entre outros fatores (Cruz et al., 2017).</p>     <p>Segundo Hespalhol Junior et al.   (2012), nos últimos 40 anos a corrida é um dos tipos de atividade física mais   populares do mundo, o número de praticantes vem crescendo consideravelmente.   Muitas pessoas acabam por escolher a corrida como modalidade de exercício na   busca hábitos de vida mais saudáveis, como controlar o peso corporal e melhorar   a capacidade física, além de ser considerada uma atividade física de baixo custo e de fácil execução.</p>     <p>A Federação Internacional das   Associações de Atletismos (IAAF) define as corridas de rua como provas   disputadas em circuitos de rua com distâncias oficiais variando de 5km a 100km.   A corrida, quando comparada com outros exercícios físicos, torna-se uma   atividade altamente versátil, pois pode ser feita em uma ampla variedade de   ambientes, fechados ou abertos, em pista ou terrenos irregulares, em subida, no   mesmo nível ou em descida, no frio do inverno ou no calor do verão, durante o   dia ou à noite. Além de ser um gesto motor aprendido nos primeiros anos de   vida, não é necessário material específico muito sofisticado (Souza et al., 2013).</p>     <p>Uma das consequências do aumento da   popularidade da prática da corrida é o aumento das lesões musculoesqueléticas   entre os praticantes, as quais apresentam incidência que pode variar entre   19,4% e 92,4% dependendo da população alvo e da definição do termo “lesão musculoesquelética” utilizada (Hespalhol Junior et al., 2012).</p>     <p>Para Campos et al. (2016),   conceitualmente a lesão pode ser definida como dano causado por trauma físico   sofrido pelos tecidos do corpo, de forma aguda, quando é resultado de um único trauma, ou crônica, quando ocorre de cargas repetidas em longo prazo.</p>     <p>Desse modo, torna-se importante   investigar a ocorrência, tipo e fatores associados a lesões em corredores fundistas relacionadas à corrida.</p>     <p>O estudo objetivou verificar a ocorrência de lesões em   corredores fundistas de Fortaleza/CE e identificar a predominância do tipo e   local da lesão, a relação entre as lesões em corredores com o gênero e a idade,   o tempo de prática, o tempo diário de treino, a frequência de treino semanal e a distância percorrida (volume) do praticante.</p> </font>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>MÉTODO</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Esta pesquisa caracteriza-se por ser   um estudo observacional de abordagem quantitativa, realizada com sujeitos que   treinam corrida de fundo (caracterizada como provas com mais de 3 km), na   cidade de Fortaleza, Ceará, durante os treinos e competições no segundo   semestre de 2010. Foram considerados critérios de inclusão: Sujeitos do sexo   masculino ou feminino, que  morem na cidade de Fortaleza, idade acima de 20 anos e que treinem corrida de fundo.</p>     <p>A amostra foi composta por 77   participantes. Foi utilizada como técnica de amostragem a Probabilística ou   Casual Simples (todos os componentes da população têm igual oportunidade de   participar da seleção, ou seja, sorteio). Todos os sujeitos da pesquisa assinaram um Termo de Consentimento Informado Livre e Esclarecido. </p>     <p>O instrumento de coleta foi um   questionário de classificação direta (entrevista, complementada por observação   direta). Quanto ao formato das questões com suas respostas, as perguntas foram   divididas em: fechadas, conduzem a uma resposta sim ou não (3 questões); e   alternativas, apresenta algumas alternativas como resposta (10 questões). Este   questionário foi dividido em Classes (ou Categorias). Classe I estão as   perguntas 1 a 3, trazem informações sobre a identificação e caracterização dos   inquiridos; Classe II, está relacionada à variável incidência de lesões; Classe   III relacionadas à variável local e tipo de lesões; Classe IV relacionadas à   orientação técnica, tempo de treino e volume de treino. A aplicação foi   efetuada nos Centros de Treino de Atletismo, Assessorias Esportivas e nas Competições de Corrida de Fundo.</p>     <p>Os dados estão apresentados em forma   de tabelas. Para análise de resultados utilizou-se o programa SPSS versão 15.0.</p> </font>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>RESULTADOS</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>Os participantes foram 57,1% homens e 42,9% mulheres, com maior   prevalência para indivíduos de faixa etária de 20 - 26 anos de 33,8% (<a href="/img/revistas/mot/v14n1/14n1a58t1.jpg">Tabela 1</a>).</p>     
<p>Referente à ocorrência de lesão de acordo com o gênero podemos   identificar que 47,7% dos homens e 17% das mulheres já sofreram algum tipo de   lesão. E considerando pela faixa etária, o público de 33 – 38 anos foi o que maior teve ocorrência de lesão, 64,4% (<a href="/img/revistas/mot/v14n1/14n1a58t1.jpg">Tabela 1</a>).</p>     
<p>Referente às variáveis de treino, 62,3% dos entrevistados relatou   dispender entre 31 – 60 minutos, os que relataram treinar até 30 minutos por   dia corresponde a 18,2% dos entrevistados e 13% relataram que treinavam entre 61 – 90 minutos por dia. </p>     <p>Em relação à distância percorrida por semana, a maioria dos   participantes da pesquisa revelou percorrer em média 11 – 20 km, correspondendo   a 35,1% dos entrevistados, enquanto aproximadamente 29% percorrem entre 5 – 10 km por semana.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>De acordo com a <a href="/img/revistas/mot/v14n1/14n1a58t2.jpg">tabela 2</a>, os sujeitos que praticam corrida 3 vezes por   semana foram os mais acometidos por lesões (54,5%), quanto ao volume semanal os   sujeitos que percorrem entre 11 e 20 km por semana representaram 63,6% dos que sofreram lesões.</p>     
<p>Entre os sujeitos participantes da pesquisa, a maioria, 67,5%, relatou   treinar com orientações de um Profissional de Educação Física e aproximadamente 33% relataram treinar sem orientação de um treinador (<a href="/img/revistas/mot/v14n1/14n1a58t3.jpg">Tabela 3</a>). </p>     
<p>Referente ao tempo que pratica, 18 (23,4%) informaram está com até 6   meses de prática, a metade, (50%), informaram que já sofreram algum tipo de   lesão. A maioria, 27,3%, confirmou está com 3 anos de prática, sendo que 8 (38,1%) deles já passaram por lesões.</p>     <p>Conforme <a href="/img/revistas/mot/v14n1/14n1a58t4.jpg">Tabela 04</a>, entre o total de participantes, 49,4% relataram   algum tipo de lesões nos últimos 8 meses.</p>     
<p>Entre os sujeitos que relataram ter sofrido lesão nos últimos 8 meses, o   tipo de lesão com maior prevalência foi a distensão muscular com 11,7%, condromalácia patelar (7,8%) e canelite (7,8%) (<a href="/img/revistas/mot/v14n1/14n1a58t4.jpg">Tabela 4</a>).</p>     
<p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>DISCUSSÃO e CONCLUSÕES</b></font>      </p> <font face="Verdana" size="2">    <p>Foram submetidos ao grupo de estudo   77 indivíduos de ambos os sexos com idades entre 20 e 62 anos, sendo 57,1%   homens e 42,9% mulheres, com maior prevalência para indivíduos de faixa etária de 20 - 26 anos de 23,4%.</p>     <p>Segundo Duarte et al. (1997) os   praticantes de corridas de rua são em sua maioria homens, que exercem   diferentes atividades laborais, alguns são atletas profissionais. Moura et al.   (2010), encontrou  em pesquisa realizada   com maratonistas do Rio de Janeiro que a maioria dos corredores era do sexo masculino e de faixa etária compreendida entre 40 – 44 anos.</p>     <p>Ainda de acordo com o estudo   realizado por Duarte et al. (1997) para verificar o perfil de ultramaratonistas   brasileiros, a média de idade do grupo foi de 36,9 anos, com uma variação de 24   a 61 anos. A maioria  dos corredores  concentrava-se na faixa de 30 a 39 anos 51%, com 17% abaixo de 30 anos e 32% com 40 anos ou mais.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Corroborando com os achados no   presente estudo, referente à frequência semanal de treino, em que  foi encontrado na  maioria dos entrevistados, como   correspondente a 42,9% treinarem 3 vezes na semana, um estudo de Araújo et al.   (2015), os atletas referiram prática de corrida duas vezes na semana em   22,6%  dos casos, de três a cinco vezes na semana em 65,6% dos casos e mais de cinco vezes na semana em 11,8%. </p>     <p>Sanfelice et al. (2017), relatou   através de seu estudo com 30 indivíduos de ambos os sexos e com faixa etária de   25 a 55 anos, que a maioria dos indivíduos pesquisados busca por orientação de   um profissional da área de educação física na prescrição do treino,   correspondente a 56,7% , apenas 40% afirmou que às vezes e apenas 3,3% (um   indivíduo) negou a busca por orientação do profissional. Já no estudo de Campos   et al. (2016)  com 139 corredores, sendo   78 (56%) do sexo masculino e 61 (44%) do sexo feminino, 118 (84,9%)   informou  não possuir orientação especializada.   Na pesquisa de Rangel e Farias (2016), constituída por 88 corredores de ambos   os sexos  (56 do sexo masculino e 32 do   sexo feminino), com  idade entre 18 a 70   anos, 52% da amostra possui alguma orientação, sendo do sexo feminino (62,5%), das quais a maioria (55%) são orientadas por profissional de educação física.</p>     <p>Referente às lesões encontradas no   presente estudo, Gonçalves et al. (2016)    elaborou um estudo de revisão sistemática em duas diferentes bases de   dados (SciELO e LILACS), em  que  reuniu pesquisas totalizando 927 participantes, destes, 44% apresentaram algum tipo de lesão.</p>     <p>Hespanhol Junior (2012), demostrou em   seu estudo com 200 participantes, que a tendinopatia tinha maior prevalência   nos tipos de lesões citadas, correspondente a 17,3%, dados que contrapõe com os   achados no presente estudo, no qual demostrou ser a distensão muscular (11,7%) a maior ocorrência de lesão encontrada.</p>     <p>Neste mesmo estudo de Hespanhol Junior   (2012), a articulação do joelho é a que mais sofre lesão  com 27,3%. Dados também achados no estudo de   Fernandes, Lourenço e Simões (2014), onde foram encontradas as maiores   ocorrências de lesão na articulação do joelho (27%), seguida por lesões no   tornozelo (17%), panturrilha (13%) e perna (13%). Dados que vão de encontro com   o achado neste estudo, que demostrou 20,8% de lesão de joelho nos indivíduos pesquisados.</p>     <p>Os resultados do presente estudo são   preocupantes, uma vez que a promoção da atividade física possui como premissa o   desenvolvimento de um estilo de vida mais saudável. Como a maioria dos   participantes revelou treinar sob orientação profissional e aproximadamente   metade destes revelou ter sofrido lesões,    portanto   a metodologia utilizada   por parte dos profissionais pode estar equivocada, sugere-se então futuras pesquisas nesta área, com uma amostragem maior de corredores fundistas.</p>     <p>&nbsp;</p> </font><font size="3" face="Verdana"><b>REFERÊNCIAS</b></font><font face="Verdana" size="2">      <!-- ref --><p>Araújo, M. K., Baeza, R. M., Zalada, S. R. B., Alves,   P. B. R., &amp; Mattos, C. A. (2015). Lesões em praticantes amadores de   corrida. <i>Revista Brasileira de Ortopedia,</i> <i>50</i>(5), 537–540.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=380467&pid=S1646-107X201800010005800001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Campos, A. C., Prata, M. S., Aguiar, S. S., Castro, H.   O., Leite, R. D., &amp; Pires, F. O. (2016). Prevalência de lesões em   corredores de rua amadores. <i>Revista Brasileira     de Pesquisa em Ciências da Saúde</i>, <i>3</i>(1), 40-45.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=380469&pid=S1646-107X201800010005800002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Cruz, M. L. L., Ferreira, E. O., Barbosa, R. M. C.,   Fonteles, A. I., Moreira, F. G. A., Benevides, A. C. S., &amp; Lima, D. L. F. (2017).   Prática de atividade física nos logradouros públicos da cidade de Fortaleza/CE. <i>Coleção Pesquisa em Educação Física</i>, <i>16</i>(1).    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=380471&pid=S1646-107X201800010005800003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Duarte, M. F. S., Duarte, C. R., &amp; Andrade, D. R.   (1997). Perfil de ultra maratonistas brasileiros – quem são e como treinam. <i>Revista Treinamento Desportivo</i>, <i>3</i>, 65-68.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=380473&pid=S1646-107X201800010005800004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Fernandes, D., Lourenço, T. F., &amp; Simões, E. C.   (2014). 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Características associadas aos corredores da maratona do Rio de   Janeiro. <i>Fitness Performance Journal, 9</i>(1), 106-112.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=380481&pid=S1646-107X201800010005800008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Rangel, G. M. M., &amp; Farias, J. M. (2016).   Incidência de lesões em praticantes de corrida de rua no município de criciúma,   Brasil. <i>Revista Brasileira de Medicina do Esporte</i>, <i>22</i>(6).    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=380483&pid=S1646-107X201800010005800009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Sanfelice, R. 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