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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Prevalência de lesões em corredores de rua em assessorias desportivas na cidade de Fortaleza]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The present study investigated the prevalence of injuries among recreational runners of both genders, involved in guided training (running clubs). Twenty volunteers aged above 20 years and involved in amateur running training and competition comprised the sample. This was a descriptive study using a questionnaire with 11 questions. It was observed that a relevant prevalence of injuries was present, especially in lower body muscle and joints; with knee joint as the most affected site. The results of the present study show that safer training conditions are warranted for amateur runners which target health related benefits. Coaches and professionals involved in guidance of amateur runners must identify possible overuse in their clients.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[incidência de lesão]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><b><font face="Verdana" size="2"> ARTIGO ORIGINAL&nbsp;&nbsp; |&nbsp;&nbsp; ORIGINAL ARTICLE </font></b></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="4" face="Verdana"><b>Prevalência de lesões em   corredores de rua em assessorias desportivas na cidade de Fortaleza</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Prevalence of injuries in street runners in sports advisory   services in the city of Fortaleza</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><a name="top"></a>Giselle   Notini Arcanjo<sup>1</sup>; Prodamy da Silva   Pacheco Neto<sup>1</sup>; Elenira de   Oliveira Ferreira<sup>1</sup>; Dionisio Leonel de   Alencar<sup>1</sup>; Maria Aldeísa   Gadelha<sup>1</sup>; Cláudia Mendes Napoleão<sup>1</sup></b></p> </font>     <p><font face="Verdana" size="2"><sup>1</sup><i>Centro Universit&aacute;rio Est&aacute;cio do Cear&aacute; </i></font></p>     <p><font face="Verdana" size="2"><a href="#end">Correspond&ecirc;ncia para</a> </font></p> <font face="Verdana" size="2">     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> </font> <hr noshade size="1"> <font face="Verdana" size="2">     <p><b>RESUMO</b></p>     <p>O presente estudo   teve como objetivo verificar a incidência de lesões em corredores de rua em   assessorias desportivas. Fizeram parte da pesquisa 20 indivíduos de ambos os   sexos, com idades acima de 20 anos, praticantes de corrida de rua. O estudo   caracterizou-se como quantitativo descritivo e o instrumento de obtenção dos   resultados foi um questionário contendo 11 perguntas, referentes à prática de   corrida de rua. Observou-se no presente estudo que a prática dessa atividade   física provoca sobrecarga na musculatura e nas articulações dos membros   inferiores, sendo o joelho a articulação mais vulnerável a lesões. Assim, os   resultados deste estudo demostraram que é de fundamental importância para o   desenvolvimento mais seguro da corrida de rua, que os profissionais de educação   física e técnicos de corrida, procurem adaptar a metodologia de treino aos seus clientes.</p>     <p><b>Palavras-chave:</b> incidência de lesão, corredores, assessorias desportivas.</p> </font> <hr noshade size="1"> <font face="Verdana" size="2">     <p><b>ABSTRACT</b></p>     <p>The present study investigated the prevalence   of injuries among recreational runners of both genders, involved in guided   training (running clubs). Twenty volunteers aged above 20 years and involved in   amateur running training and competition comprised the sample. This was a   descriptive study using a questionnaire with 11 questions. It was observed that   a relevant prevalence of injuries was present, especially in lower body muscle   and joints; with knee joint as the most affected site. The results of the   present study show that safer training conditions are warranted for amateur   runners which target health related benefits. Coaches and professionals   involved in guidance of amateur runners must identify possible overuse in their clients.</p>     <p><b>Keywords: </b>injury incidence, runners, running clubs.</p> </font> <hr noshade size="1">     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="3" face="Verdana"><b>INTRODUÇÃO</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>O exercício físico vem sendo apontado   como um fator relacionado à promoção de saúde e prevenção de diversas doenças.   Estudos apontam diversos benefícios do exercício físico nos aspectos   psicológicos e biológicos como a melhoria da autoestima, do auto conceito, da   autoimagem, redução da ansiedade e da depressão, melhoria da capacidade   cardiorrespiratória, diminuição da pressão arterial, da incidência de doenças   cardiovasculares, retardamento e prevenção do aparecimento de diabetes   mellitus, da osteoporose, da obesidade, redução de alguns tipos de cancro, entre outros (Cruz et al., 2017).</p>     <p>Do ponto de vista de prevenção a   doenças crônicas, o American College of Sports Medicine (ACSM) e a American   Heart Association (AHA), duas maiores instituições de estudo em saúde e   exercício físico preconizam a prática de atividades físicas de longa duração e   intensidade moderada, as quais envolvem grandes grupamentos musculares, ou   seja, exercícios preponderantemente aeróbios com poucas restrições para a sua   prática (Rangel &amp; Farias, 2016). Estas características podem ser   relacionadas com a modalidade de corrida de rua que tem aumentado   exponencialmente o número de seus participantes no Brasil, tanto pela   facilidade de sua prática como pelos amplos benefícios a saúde e o baixo custo   envolvido (Campos et al., 2016). Além disso, a corrida apresenta-se como uma   modalidade democrática por não restringir a participação, bem como não exigir   altos padrões técnicos para os corredores (Fernandes, Lourenço, &amp; Simões, 2014).</p>     <p>No entanto, em paralelo com o aumento   do número de corredores, o índice de lesões nestes participantes também vem   sendo muito observado pela literatura. A prática de corrida pode acarretar   lesões principalmente em joelhos, tornozelos e pés em até 83% dos atletas amadores   ou competitivos e prejudicar sua qualidade de vida, seja de forma temporária ou definitiva (Araújo et al., 2015).</p>     <p>Conceptualmente, a lesão pode ser   compreendida como dano causado por trauma físico sofrido pelos tecidos do   corpo, resultando de um único trauma (agudo) ou de cargas repetidas em longo   prazo (crónicas), podendo advir de fatores intrínsecos e/ou extrínsecos. Os   fatores intrínsecos estão associados ao próprio organismo, tais como, anomalias   anatômicas e biomecânicas, composição corporal e condição cardiovascular. Por   outro lado, os fatores extrínsecos estão ligados direta ou indiretamente à   manipulação das variáveis de treino, tipo de piso, alimentação e tipo de   calçado (Campos et al., 2016). Assim, o presente estudo justifica-se pela   necessidade de conhecer a prevalência de lesão nesses praticantes, como também   as principais articulações onde estas ocorrem, para que  possam  ser desenvolvidas estratégias de prevenção e tratamento das mesmas.</p>     <p>O objetivo do presente estudo foi   verificar a incidência de lesões em corredores de rua em assessorias desportivas na cidade de fortaleza</p> </font>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>MÉTODO</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>Este estudo caracteriza-se como   quantitativo descritivo, desenvolvido no período de fevereiro a junho de 2013   na cidade de Fortaleza-CE. Participaram neste estudo 20 pessoas de ambos os   sexos praticantes de corrida de fundo com idades acima dos 20 anos. Adultos que não praticavam corrida de rua foram excluídos da pesquisa.</p>     <p>Aos entrevistados foi apresentado o   Termo de Consentimento Livre e Esclarecido, cientes de que a qualquer momento   poderiam interromper a pesquisa. Os que aceitaram participar da pesquisa assinaram o referido Termo de Consentimento Livre e Esclarecido.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>O instrumento de avaliação utilizado   foi um questionário composto por 11 perguntas, que foi preenchido por cada   participante. Os dados obtidos no questionário foram posteriormente organizados   no Excel para o Windows 2016, analisados e representados graficamente. Em   seguida, discutiu-se os resultados da pesquisa, com base na análise e interpretação dos dados.</p> </font>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>RESULTADOS</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>Na pesquisa foi identificada a maior prevalência do público feminino,   totalizando 65% dos entrevistados, e desse total 45% foram acometidas por   lesão, estes valores  nos mostram uma alta incidência referente ao público masculino (<a href="#f1">Figura 1</a>). </p>     <p><a name="f1"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/mot/v14n1/14n1a59f1.jpg" width="356" height="208"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>No estudo realizado verificou-se que a maior parte dos   entrevistados relatou algum tipo de lesão, observando a existência de um total   de 65% dos corredores lesionados. Assim, este facto demonstra uma alta percentagem de lesão na corrida de rua (<a href="#f2">Figura 2</a>).</p>     <p><a name="f2"></a></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/mot/v14n1/14n1a59f2.jpg" width="355" height="201"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>Através dos resultados constatamos que a articulação do   joelho sofre uma maior sobrecarga na prática da corrida de rua, percentual de 30%, (<a href="#f3">Figura 3</a>).</p>     <p><a name="f3"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/mot/v14n1/14n1a59f3.jpg" width="350" height="222"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>Em relação ao treino orientado e a incidência de lesão, a   pesquisa verificou que 75% dos entrevistados, mantêm um treino orientado por um   Profissional de Educação Física. Desses praticantes, 45% sofreram algum tipo de lesão (<a href="#f4">Figura 4</a>).</p>     <p><a name="f4"></a></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/mot/v14n1/14n1a59f4.jpg" width="354" height="217"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>No estudo verificou-se que a grande maioria dos   participantes, cerca de 70%, mantinha entre 31-60 min/dia de treino, dos quais 45% relataram alguma lesão (<a href="#f5">Figura 5</a>).</p>     <p><a name="f5"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/mot/v14n1/14n1a59f5.jpg" width="355" height="194"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>Ao comparar a quantidade de treino semanal com o a   incidência de lesão, verificamos que 45% dos entrevistados correm 2 vezes por semana, sendo 35% deles lesionados (<a href="#f6">Figura 6</a>).</p>     <p><a name="f6"></a></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/mot/v14n1/14n1a59f6.jpg" width="350" height="186"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>DISCUSSÃO e CONCLUSÕES</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>No presente estudo foram   entrevistados 20 corredores, dos quais 65% foram mulheres e 35% homens, com   maior prevalência para indivíduos de faixa etária de 27 – 38 anos.  Segundo Duarte et al. (1997) os praticantes   de corridas de rua são na sua maioria homens, que exercem diferentes atividades   profissionais. A pesquisa de Purin et al. (2014) foi composta por 220   praticantes regulares de corrida de rua, dos quais 75% eram do gênero   masculino. Araújo et al. (2015) entrevistaram 204 atletas amadores, 117 (57,4%)   do sexo masculino e 87 (42,6%) do feminino. Dados que diferem dos evidenciados por este estudo.</p>     <p>No presente estudo foi verificado a   ocorrência de lesões em 65% dos corredores nos últimos 8 meses. Gonçalves et   al. (2016) realizaram uma revisão sistemática, os estudos selecionados   avaliaram no total 927 participantes, sendo que destes, 44% apresentaram algum   tipo de lesão. A prevalência de lesões encontrada na presente revisão é preocupante, pois pode ser fator limitante para o treino. </p>     <p>A ocorrência de lesões nesta   pesquisa, como também observadas em outras, apresentaram-se com taxas elevadas,   o que nos leva a concordar com Hespanhol Junior e Lopes (2013), os quais   afirmaram que, no Brasil, a prevalência de lesões musculoesqueléticas   relacionadas à corrida é entre 22% e 55%. Num outro estudo, Hespanhol Junior et   a.l (2012) avaliaram 200 corredores e demonstraram que a prevalência de lesões   musculoesqueléticas relacionadas com a corrida nos últimos 12 meses dos   participantes deste estudo era de 55% (n=110). As principais lesões,   encontradas nessa mesma pesquisa foram as tendinopatias e as lesões musculares,   sendo o joelho a articulação que foi mais abordada. De todas as informações   obtidas dos atletas, a única característica que apresentou associação com   lesões musculoesqueléticas prévias relacionadas à corrida no modelo final foi o   tempo de experiência de prática de corrida. Dados que corroboram com os achados   da presente pesquisa, e que demonstram que a maior parte da amostra sofreu   algum tipo de lesão, sendo a tendinite e o joelho enquanto lesão e articulação mais reportadas. </p>     <p>Nesta pesquisa foi verificado que as   lesões nos joelhos foram mais frequentes (30%), seguido por lesão no pé (15%).   Tais evidências confirmam os resultados de Fernandes, Lourenço e Simões (2014),   no qual encontraram maiores ocorrências de lesão na articulação do joelho   (27%), seguida por lesões no tornozelo (17%), panturrilha (13%) e perna (13%).   Similarmente, os dados obtidos são concordantes com o estudo de Campos et al   (2016), em que sugerem que o joelho é o local anatómico mais afetado por lesões   em praticantes de corridas de rua, corroborando ainda com vários outros estudos   (McGinnis, 2015; McKean, Manson, &amp; Stanish, 2006; Van Gent et al., 2007).   Outro local anatómico frequentemente assolado por lesões oriundas da corrida é   a face anterior da perna , entre 9 a 32% de incidência (Van Gent et al., 2007),   enquadrando, portanto, o presente estudo dentro desta faixa de percentagem (21.2%).</p>     <p>Verificamos que a maioria dos   corredores treinou com orientação de um profissional de educação física e 45%   deles sofreram algum tipo de lesão. Observações realizadas a partir de estudos   estimaram que aproximadamente 60% das lesões em corredores podem ser atribuídos   a erros de treino (Hreljack, 2004). Conforme Bennell e Crossley (1996), a   realização de exercícios de maneira exaustiva, sem orientação ou de forma   inadequada, poderá contribuir para o aumento do número de lesões. Quanto à   orientação específica nos treinos, Rangel e Farias (2016) informaram que, de   uma amostra constituída por 88 corredores, 52% possuía alguma orientação.   Curiosamente, o sexo feminino (62.5%), demonstrou maior percentagem de   corredores com orientação por profissional de educação física (55%). Já na   pesquisa de Hespanhol Junior e Lopes (2013), a maioria dos corredores do estudo   preferiu treinar sem nenhum tipo de acompanhamento profissional (73.5%). Em um   outro estudo, agora de Sanfelice et al. (2017), composto por 30 indivíduos,   quando questionados sobre a busca por orientação de um profissional da área de   educação física na prescrição do treino, 56.7% afirmou que sim, 40% afirmou que   às vezes e apenas 3.3% (um indivíduo) negou a busca por orientação do profissional.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Acredita-se que os resultados deste   estudo poderão auxiliar os corredores e os treinadores a esclarecerem algumas   questões sobre características do treino de corrida e, principalmente, os   profissionais de educação física, tendo em vista que 45% que se lesionaram,   mesmo com orientação de um profissional da área. Adicionalmente, poderá   contribuir para os investigadores que também se preocupam com essa questão,   podendo auxiliar na alteração de alguns fatores de treino e, potencialmente,   diminuir a incidência de lesões musculoesqueléticas em corredores. Para os   corredores, é necessário conhecer a maior incidência de lesões na corrida,   alertando assim sobre a necessidade de cuidados em relação à prática dessa   modalidade, estimulando um modo de prática mais seguro. Dessa forma   identificamos que quase a metade dos corredores que participaram da pesquisa já   se lesionaram, mesmo com o acompanhamento de um profissional da área. Assim   verifica-se uma grande necessidade de uma melhor capacitação por parte desses   profissionais no que diz respeito a corrida de rua. Portanto, os resultados   desse estudo sugerem que é de fundamental importância para o desenvolvimento   mais seguro da corrida de rua, que os profissionais de educação física e os   técnicos de corrida, procurem desenvolver o seu conhecimento ao máximo, direcionando a uma metodologia mais adequada.</p>     <p>&nbsp;</p> </font><font size="3" face="Verdana"><b>REFERÊNCIAS</b></font><font face="Verdana" size="2">      <!-- ref --><p>Araújo, M. K., Baeza, R. M., Zalada, S. R. B., Alves,   P. B. R., &amp; Mattos, C. A. (2015). Lesões em praticantes amadores de   corrida. <i>Revista Brasileira de Ortopedia, 50</i>(5), 537-540.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=380588&pid=S1646-107X201800010005900001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Bennell, E. (1996). Atletismo. In: Cohen, M., &amp; Abdalla,   R. J. (Eds.),<i> Lesões no esporte Diagnóstico, prevenção e tratamento </i>(pp. 688-713)<i>. </i>Revinter.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=380590&pid=S1646-107X201800010005900002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Campos, A. C., Prata, M. S., Aguiar, S. S., Castro, H.   O., Leite, R. D., &amp; Pires, F. O. (2016). Prevalência de lesões em   corredores de rua amadores. <i>Revista Brasileira     de Pesquisa em Ciências da Saúde</i>, <i>3</i>(1), 40-45.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=380592&pid=S1646-107X201800010005900003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Cruz, M. L. L., Ferreira, E. O., Barbosa, R. M. C.,   Fonteles, A. I., Moreira, F. G. A., Benevides, A. C. S., &amp; Lima, D. L. F. (2017).   Prática de atividade física nos logradouros públicos da cidade de Fortaleza/CE. <i>Coleção Pesquisa em Educação Física, 16</i>(1).    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=380594&pid=S1646-107X201800010005900004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Duarte, M. F. S., Duarte, C. R., &amp; Andrade, D. R. (1997). Perfil de ultra maratonistas brasileiros – quem são e como treinam. <i>Revista Treinamento Desportivo</i>, <i>3</i>(1), 65-68.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=380596&pid=S1646-107X201800010005900005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Fernandes, D., Lourenço, T. F., &amp; Simões, E. C.   (2014). Fatores de risco para lesões em corredores de rua amadores do estado de   são Paulo. <i>Revista Brasileira de     Prescrição e Fisiologia do Exercício</i>, <i>8</i>(49), 656-663.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=380598&pid=S1646-107X201800010005900006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Gonçalves, D., Sties, S. W., Andreato, L. V., Aranha,   E. E., Pedrini, L., &amp; Oliveira, C. (2016). Prevalência de lesões em corredores de rua e fatores associados: revisão sistemática. <i>Cinergis, 17</i>(3), 235-238.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=380600&pid=S1646-107X201800010005900007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Hespanhol Junior, L. C., Costa, L. O. P., Carvalho, A.   C. A., &amp; Lopes, A. D. (2012). Perfil das características do treinamento e   associação com lesões musculoesqueléticas prévias em corredores recreacionais:   um estudo transversal. <i>Revista Brasileira de Fisioterapia, 16</i>(1), 46-53.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=380602&pid=S1646-107X201800010005900008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Hespanhol Junior, L. C., &amp; Lopes, A. D. (2013). Reabilitação das principais lesões relacionadas à corrida. <i>Revista CES Movimiento y Salud,</i> <i>1</i>(1).    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=380604&pid=S1646-107X201800010005900009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Hreljac, A. (2004). Impact and Overuse Injuries in   Runners.<i> Medicine Science Sports Exercise,</i> <i>36</i>(1), 845-849.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=380606&pid=S1646-107X201800010005900010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Mckean, K. A., Manson, N. A., &amp; Stanish, W. D. (2006). Musculoskeletal injury in the   master’s runners. <i>Clinical Journal Sport Medicine</i>, <i>16</i>(2), 149-54.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=380608&pid=S1646-107X201800010005900011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Purim, K. S. M., KappTitski, A. C., Bento, P. C. B., &amp;   Leite, N. (2014). Lesões desportivas e cutâneas em adeptos de   corrida de rua. <i>Revista Brasileira de Medicina     do Esporte</i>, <i>20</i>(4), 299-303. doi: 10.1590/1517-86922014200401795&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=380610&pid=S1646-107X201800010005900012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Rangel, G. M. M., &amp; Farias, J. M. (2016).   Incidência de lesões em praticantes de corrida de rua no município de criciúma,   Brasil. <i>Revista Brasileira de Medicina do     Esporte</i>, <i>22</i>(6), 496-500. doi: 10.1590/1517-869220162206128114&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=380611&pid=S1646-107X201800010005900013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Sanfelice, R. (2017). Análise qualitativa dos fatores   que levam à prática da corrida de rua. <i>Revista Brasileira de Prescrição e Fisiologia do Exercício</i>, 11(64), 83-88.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=380612&pid=S1646-107X201800010005900014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Van, M. W. (1992). Running Injuries. A Rewiew of the   epidemiological literature.<i> Sports Medicine</i>, <i>14</i>(5), 320-335.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=380614&pid=S1646-107X201800010005900015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Van M. M., Kolmann, J., Van, O. J., Bierma, Z. S., &amp;   Koes, B. (2008). Prevalence and incidente of lower extremity injuries in male   marathon runners. <i>Scandinavian Journal of     Medicine and Science in Sports</i>, <i>18</i>(1), 140-144.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=380616&pid=S1646-107X201800010005900016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->44</p>     <p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Agradecimentos:</b>    <br>   Nada a declarar<b>    <br>   Conflito de   Interesses:</b>    <br>   Nada a declarar.<b>    <br> Financiamento:    <br> </b></font><font size="2" face="Verdana">Nada a declarar.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p> <font face="Verdana" size="2"><i><a name="end"></a></i><a href="#top">Correspond&ecirc;ncia para:</a> </font> <font face="Verdana" size="2">Centro Universit&aacute;rio Est&aacute;cio do Cear&aacute;. Rua Eliseu  Uch&ocirc;a Beco, 600, &Aacute;gua Fria. CEP: 60810-270, Fortaleza, CE, Brasil. <i>E-mail</i>: <a href="mailto:prodamypn@hotmail.com">prodamypn@hotmail.com</a></font>      ]]></body><back>
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