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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Variações na composição corporal em adolescentes com excesso de peso após a prática esportiva do voleibol]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The aim of this study was to assess changes on body composition in overweighed adolescents after a period of volleyball training. The sample comprised 16 overweighed individuals (8 males and 8 females) with ages between 10 and 14 years. Body composition assessment wee performed prior and post a 3-month volleyball training program. The program consisted of 3 weekly sessions of 60 min. There were no significant differences on body composition between the two moments for most of measures in bot sexes. Only the hip to waist ratio improved significantly in males. It is concluded that a volleyball program does not induces significant changes in body composition and probably a nutritional intake control must be performed to turn the program more effective.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font face="Verdana" size="2"> <strong>ARTIGO ORIGINAL&nbsp;&nbsp; |&nbsp;&nbsp; ORIGINAL ARTICLE</strong></font></p>     <p align="right">&nbsp;</p>      <p><font size="4" face="Verdana"><strong>Variações na composição corporal em adolescentes com excesso de peso após a prática esportiva do voleibol</strong></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Variations in body composition in overweight adolescents   after volleyball practice</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p><strong><font face="Verdana" size="2"><a name="top"></a>Jefferson de Sousa   Lima<sup>1</sup>, Luís   Diego Barbosa Alves<sup>1</sup>, Eduardo Jorge Lima<sup>1</sup>, Paulo   Nicácio Falconeri Felipe<sup>1*</sup>, DionÍsio Leonel de Alencar<sup>1</sup>, Maria Aldeísa Gadelha<sup>1</sup></font></strong></p>     <p>1 Centro Universit&aacute;rio Est&aacute;cio do Cear&aacute;</p> <a href="#end">Correspond&ecirc;ncia para</a> <hr/>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>RESUMO</b></p>     <p>O objetivo deste   estudo foi analisar as variações na composição corporal em adolescentes com   excesso de peso após a prática esportiva do voleibol. A amostra foi de 16   adolescentes (8 meninas e 8 meninos) com excesso de peso, entre 10 a 14 anos de   idade. Foram realizadas duas avaliações físicas, uma antes e outra após a   intervenção que teve a duração de três meses. Na intervenção foram realizadas   vivências na modalidade esportiva do voleibol. As sessões, com duração de 60   minutos e a frequência de três vezes na semana. As medidas antropométricas que   foram utilizadas para a determinação da composição corporal dos adolescentes   foi a estatura (m), peso corporal (kg), dobras cutâneas (tríceps e   subescapular) e perímetros (cintura e quadril). A partir dessas medidas foi   calculado o IMC (Índice de Massa Corporal), a relação cintura/quadril e a   porcentagem de gordura dos adolescentes participantes do estudo. Os resultados   da estatística descritiva estão expressos como média ± desvio padrão da média e   para comparação das médias foi utilizado o teste-T de amostras dependentes. A   análise das modificações na composição corporal antes e após a intervenção não   tiveram diferenças significativas (p&gt; 0,05) relação cintura/quadril do sexo   feminino e porcentagem de gordura e IMC tanto para o sexo feminino quanto para o   masculino, só houve diferença significativa (p&#8804; 0,05) para a relação   cintura/quadril do sexo masculino. Conclui-se que para um programa de atividade   física composto pelo voleibol possa exercer um efeito positivo na composição   corporal de adolescentes com excesso de peso é necessário um período de prática maior que três meses e ter em conjunto um controle alimentar.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><i>Palavras-chave</i>: adolescentes, composição corporal, voleibol.</p> <hr/>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>ABSTRACT</b></p>     <p>The aim of this study was to assess changes on   body composition in overweighed adolescents after a period of volleyball   training. The sample comprised 16 overweighed individuals (8 males and 8   females) with ages between 10 and 14 years. Body composition assessment wee   performed prior and post a 3-month volleyball training program. The program   consisted of 3 weekly sessions of 60 min. There were no significant differences   on body composition between the two moments for most of measures in bot sexes.   Only the hip to waist ratio improved significantly in males. It is concluded   that a volleyball program does not induces significant changes in body   composition and probably a nutritional intake control must be performed to turn the program more effective.</p>     <p><i>Keywords</i>: adolescentes, body composition, voleyball.</p> <hr/>     <p>&nbsp;</p> <b>INTRODUÇÃO</b>      <p>O excesso de peso e obesidade em   crianças e adolescentes está crescendo a cada dia, sendo considerada uma   epidemia, levando a um crescente número de casos de doenças crônicas não   transmissíveis em crianças. A obesidade infantil tem significado importante pela   sua associação com diversas alterações metabólicas, tais como diabetes   mellitus, hipertensão arterial sistêmica, dislipidemias e doenças cardiovasculares (Duarte, Christofoli, Pontin &amp; Paludo, 2015).</p>     <p>De acordo com o Estudo de Riscos   Cardiovasculares em Adolescentes (ERICA 2015), 8,4% dos adolescentes   brasileiros estão obesos, 25,5% dos adolescentes de 12 a 17 anos estão com   excesso de peso, sendo que na América Latina, prevalência de excesso de peso de   adolescentes de 12 a 19 anos varia de 16,6% para 35,8%. Esse estudo também   revelou que o consumo de hortaliças não está entre os 20 alimentos mais   consumidos pelos adolescentes do Nordeste e o maior consumo, de 40,6% é dos adolescentes que moram no Sul.</p>     <p>A obesidade é definida como uma   doença em que há um excesso de gordura corporal, ou pode ser conceituada como o   acúmulo de tecido gorduroso, localizado em todo o corpo. Na criança e   adolescente seu manejo é mais difícil, pois ela ainda não conhece os danos que   podem lhe causar, além da necessidade de mudança de hábitos e disponibilidade de acompanhamento dos pais (Bravin, Rosa, Parreira, &amp; Prado, 2015).</p>     <p>Observa-se um aumento do número de   obesos na infância e na adolescência, causando uma preocupação, pois é a época   em que ainda está ocorrendo o seu desenvolvimento, podendo influenciar em sua   composição corporal em sua  vida adulta.   A obesidade não é só responsável pelo aumento de massa corporal, mas também   pelo aparecimento de diversas patologias. Uma criança que carrega uma massa   corpórea alta aumenta a chance de agravar e desenvolver diversas doenças. Este   distúrbio de peso corpóreo pode ser causado por doenças endócrino-metabólicas,   genéticas ou por alterações nutricionais. A maioria tem a obesidade do tipo   exógena, por ingerirem mais calorias que a necessidade diária, esta causada   pelo excesso de lipídios, consumo de gorduras saturadas e também pela falta de atividades físicas (Bravin, Rosa, Parreira, &amp; Prado, 2015).</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Sendo assim, Testa e colaboradores   (2017) afirmam que a adoção precoce de um estilo de vida relacionados à   manutenção da saúde, como a prática regular de atividade física e dieta   equilibrada, deve ser considerada como princípio básico de prevenção e   tratamento da obesidade. Porém, em se tratando de crianças e adolescentes, programas de exercícios físicos estruturados podem gerar menor aderência.</p>     <p>Assim, o esporte pode ser um bom   aliado para um processo contínuo de prática regular de exercício físico. Dentre   os diversos esportes disponíveis podemos citar o voleibol, que por tratar-se de   um esporte que demanda esforço de alta intensidade, com ênfase em determinadas   capacidades físicas (Santos, Melo, Oliveira, &amp; Carvalho, 2014), faz-se   necessário investigar as variações na composição corporal para auxiliar outros   profissionais sobre a importância da prática do voleibol na composição corporal em adolescente com excesso de peso.</p>     <p>O objetivo deste estudo foi verificar   as variações na composição corporal em adolescentes com excesso de peso após a   prática esportiva do voleibol. Aferir alterações no IMC, na relação   cintura/quadril e nas alterações das porcentagens de gordura a partir das dobras cutâneas dos adolescentes praticantes da atividade esportiva em estudo.</p> <b>MÉTODO</b>      <p>Este estudo é de caráter transversal.   Foi selecionada uma amostra de 16 adolescentes com excesso de peso, sendo 8 do   sexo masculino e 8 do sexo feminino, com idades entre 10 e 14 anos. O grupo de   adolescentes foi formado por adolescentes das quatro escolas estaduais próximo   ao Centro Desportivo no Campus do Pici da Universidade Federal do Ceará (UFC).   Para critério de inclusão foram exigidos adolescentes de 10 a 14 anos das   quatro escolas estaduais próximo ao Centro Desportivo no Campus do Pici da   Universidade Federal do Ceará (UFC) que estejam com excesso de peso ou   obesidade de acordo com os Critérios Nacionais de Avaliação para o IMC (Conde   &amp; Monteiro, 2006). A frequência em 75 por cento ou mais nas aulas é   determinante para a permanência na pesquisa. O estudo foi realizado no Ginásio Coberto   do Centro Desportivo do Pici- UFC durante o período de Agosto de 2009 à Outubro de 2009. </p>     <p>Foram realizadas duas avaliações físicas, uma antes e outra após a intervenção que teve a duração de três meses.</p>     <p>Previamente à coleta de dados, foi   efetuado um treinamento dos quatro avaliadores, garantindo assim, a precisão   das medidas obtidas e fidedignidade do estudo. Os materiais utilizados foram:   (i) trena flexível com precisão de 1 cm, da marca Easyread e modelo Cateb; (ii)   balança digital da marca Plenna, modelo Wind, com graduação de 100 g e   capacidade de 150 kg. e (iii) adipômetro científico marca CESCORF, com precisão de 0,1 mm.</p>     <p>Para determinação da estatura foi   adotado o seguinte procedimento: A criança descalça, com os calcanhares unidos   e encostados na parede onde estava colocada a trena, olhando para frente com a   cabeça orientada com o plano de Frankfurt (paralelo ao solo) e em apnéia inspiratória, após uma inspiração máxima.</p>     <p>Para determinação do peso corporal   foi adotado o seguinte procedimento: A criança de pé, olhando para frente, sem   tocar nada e usando apenas roupas leves. Após a aquisição dos dados, foi   aplicada a fórmula de IMC (Peso/Estatura²) e em seguida o resultado foi   inserido nos Critérios Nacionais de Avaliação para o IMC (Conde &amp; Monteiro,   2006) que forneceu o IMC pela idade. A seguir, o resultado foi inserido em uma   das faixas definidas por esse critério: baixo peso, normal, excesso de peso ou obesidade.</p>     <p>A circunferência da cintura foi   medida na cintura natural, ou seja, entre as costelas inferiores e as cristas   ilíacas. A circunferência do quadril foi medida na porção de maior perímetro da   região glútea. Para mensuração do comportamento da adiposidade foram aferidas   as espessuras de dobras cutâneas determinadas nos pontos anatômicos tricipital   e subescapular, utilizando- se a técnica descrita por Guedes &amp; Guedes (1998).</p>     <p>Foram realizadas vivências na   modalidade esportiva do Voleibol durante um período de três meses. As sessões   foram compostas de alongamento, aquecimento, fundamentos da atividade esportiva e relaxamento.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Foram seguidas as recomendações do   American College of Sciences Medicine (ACSM) para o tempo (60min) e frequência   das aulas (três vezes por semana). Como forma de motivação e interação entre os   alunos, houve um momento de lanche (cada aluno levou uma fruta) após as atividades.</p>     <p>A discussão dos dados coletados com o   grupo da amostra da pesquisa foi realizada de forma comparativa, com sua   exposição em quadros, gráficos e tabelas que apresentam os dados coletados no   início e no término da pesquisa. Os resultados da estatística descritiva estão   expressos como média ± desvio padrão da média. Para comparação das médias foi   utilizado o teste-T de amostras dependentes. Foi utilizado o software SPSS 15.0.</p>     <p>Os dados padrões para essa pesquisa   foram: Os valores para (excesso de peso e obesidade) de acordo com os Critérios   Nacionais de Avaliação para o IMC (Conde &amp; Monteiro, 2006); os valores para   a relação cintura/quadril de acordo com Fernandes Filho (1999), os valores da   estimativa da porcentagem de gordura corporal foram classificados de acordo com o British Journal of Nutrition (1990).</p>     <p>Todos os participantes da amostra da   pesquisa, juntamente com os seus responsáveis, passaram pelo processo de   esclarecimento em que foi explicado  que   se tratava da  pesquisa e como   aconteceria a coleta dos dados. Depois todos os responsáveis pelos adolescentes assinaram o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido.</p> <b>RESULTADOS</b>      <p>Foi submetido ao grupo de estudo 16 adolescentes de ambos os sexos, com   idades entre 10 e 14 anos. Dentro do total de participantes, 50% eram do sexo feminino e 50% do sexo masculino.</p>     <p><i>Faixa etária dos adolescentes</i></p>     <p>Pode-se verificar, de acordo com a <a href="#t1">tabela 1</a>, que a maior parte do sexo   feminino se encontrava com 13 anos de idade, enquanto a maioria do sexo   masculino tinha 10 e 14 anos de idade. A idade média ± desvio padrão, em anos, do sexo feminino foi de 12±1,2, enquanto do sexo masculino foi de 12,3±1,9. </p>     <p>&nbsp;</p>    <p align="center"><a name="t1"></a><img src="/img/revistas/mot/v14n1/14n1a64t1.jpg"/></p>    
<p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Nessa faixa etária existem variações biológicas como: aumento natural na   massa corporal, estatura, massa corporal magra, potência aeróbia e força   muscular. Essas variações devem ter influenciado nos resultados que serão   expostos a seguir e como no presente estudo não foi possível à existência de um   grupo controle, não se consegue dizer se as modificações, ou a não existência   dessas, ocorreram devido ao treinamento utilizado ou a influência do crescimento natural, que ocorre nessa fase da vida.</p>     <p>A <a href="#t2">tabela 2</a> refere-se às variáveis de IMC, RQC (relação quadril/cintura)   e percentual de gordura corporal para o público feminino. Já a <a href="#t3">tabela 3</a> refere-se ao público masculino para as mesmas variáveis. </p>     <p>&nbsp;</p>    <p align="center"><a name="t2"></a><img src="/img/revistas/mot/v14n1/14n1a64t2.jpg"/></p>     
<p>&nbsp;</p>    <p align="center"><a name="t3"></a><img src="/img/revistas/mot/v14n1/14n1a64t3.jpg"/></p>    
<p>&nbsp;</p>     <p><i>Apresentação das variáveis   dos adolescentes do sexo feminino do grupo em estudo, antes e após os três meses de prática de atividade esportiva do voleibol</i></p>     <p>Segundo os valores obtidos na avaliação do IMC (apresentados na <a href="#t2">tabela 2</a>   para o sexo feminino e <a href="#t3">tabela 3</a> para o sexo masculino), verifica-se uma média   de 27,54±4,85 para os valores antes da intervenção e uma média de 27,79±5,36   para os valores depois da prática esportiva para o sexo feminino e uma média   para o sexo masculino de 24,12±3,31 para valores anteriores a intervenção e uma   média de 24,06±3,43 para valores posteriores a intervenção. Apesar dos   resultados revelarem um aumento no IMC no sexo feminino e uma diminuição no   sexo masculino, após o tratamento estatístico, verificou-se que essa diferença não foi considerada significante (p&gt;0,05).</p>     <p>De acordo com a <a href="#t2">tabela 2</a>, pode-se verificar que todos os participantes   do sexo feminino da pesquisa estavam com uma relação de risco significativo   para a saúde tanto antes quanto após a intervenção, quando analisados a relação   cintura/quadril de acordo com a classificação proposta por Fernandes Filho   (1999), que associa uma relação de risco significativo para a saúde de acordo com a relação cintura/quadril dos homens: &gt; 0,95cm e mulheres: &gt; 0,80cm.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Os dados apresentados na <a href="#t3">tabela 3</a> mostram os valores encontrados quanto   à relação de cintura/quadril dos adolescentes do sexo masculino antes e após a   intervenção. A média da relação cintura/quadril para o sexo masculino antes da   intervenção foi de 0,92±0,04 e após a intervenção passou a ser de 0,90±0,04.   Para o sexo masculino foi encontrado uma diferença significativa (p &#8804; 0,05) para a comparação das médias antes e após a intervenção.</p>     <p>Com relação à porcentagem de gordura, os resultados abaixo apresentam os   valores obtidos, através da avaliação, pelo protocolo de Guedes (Guedes e   Guedes, 1997), das dobras cutâneas triciptal e subescapular, para o sexo   feminino (<a href="#t2">tabela 2</a>) e apresentam os valores para o sexo masculino (<a href="#t3">tabela 3</a>)   antes e após os três meses de prática esportiva. Para o sexo feminino a média   da porcentagem de gordura antes da avaliação foi de 32,1±2,7 e após a avaliação   passou a ser de 30,9±3,8. Essa diferença não foi considerada estatisticamente   significativa (p &gt; 0,05). Já para o sexo masculino a média da porcentagem de   gordura antes da avaliação foi de 30,1±6,3 e após a avaliação passou a ser de   29,9±7,0. A diferença para o sexo masculino também não foi considerada estatisticamente significativa (p &gt; 0,05).</p>     <p><i>Apresentação das variáveis   dos adolescentes do sexo masculino do grupo em estudo, antes e após os três meses de prática de atividade esportiva do voleibol.</i></p>     <p>Após obter os valores da porcentagem de gordura esses valores foram   classificados de acordo com o British Journal of Nutrition (1990) onde pode-se   classificá-las em excessivamente baixa, adequada, moderadamente alta, alta e excessivamente alta (<a href="#t4">tabela 4</a> para feminino e <a href="#t5">tabela 5</a> para masculino). </p>     <p>&nbsp;</p>    <p align="center"><a name="t4"></a><img src="/img/revistas/mot/v14n1/14n1a64t4.jpg"/></p>     
<p>&nbsp;</p>    <p align="center"><a name="t5"></a><img src="/img/revistas/mot/v14n1/14n1a64t5.jpg"/></p>    
<p>&nbsp;</p>     <p><i>Classificação de acordo com   o British Journal of Nutrition (1990) dos valores da Porcentagem de Gordura   Corporal, dos adolescentes do sexo feminino do grupo em estudo, antes e após os três meses de prática de atividade esportiva do voleibol</i></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><i>Classificação de acordo com   o British Journal of Nutrition (1990) dos valores da Porcentagem de Gordura   Corporal, dos adolescentes do sexo masculino do grupo em estudo, antes e após os três meses de prática de atividade esportiva do voleibol</i></p>     <p>A partir dessa classificação encontramos para o sexo feminino antes da   intervenção uma porcentagem de gordura moderadamente alta em 1 menina, alta em   6 meninas e excessivamente alta em 1 menina, já após a intervenção, 1 menina   passou a ser considerada moderadamente alta e 1 permaneceu moderadamente alta, 5 permaneceram com a porcentagem alta e 1 permaneceu excessivamente alta.</p>     <p>Para o sexo masculino os valores encontrados inicialmente classificaram   1 menino com a porcentagem de gordura moderadamente alta, alta em 4 meninos e   excessivamente alta em 3 meninos, após a intervenção 1 menino passou a ter a   porcentagem de gordura considerada adequada, 1 passou a ser considerada moderadamente alta, 3 permaneceram alta e 3 excessivamente alta.</p> <b>DISCUSSÃO e CONCLUSÕES</b>      <p>Em um estudo com público de idade   semelhante realizada com adolescentes do ensino fundamental, com idade entre 11   a 15 anos, os dados foram coletados por meio da avaliação de IMC. A média de   idade foi de 12,75 (±1,70). Em relação ao IMC dos adolescentes, apenas 12,5 % (n=3) apresentaram sobrepeso (Sumini et al., 2017).</p>     <p>Num outro estudo, os resultados   corroboram com os achados nesta presente pesquisa, onde os resultados   encontrados no estudo realizado por Schneider (2005)  não foram encontrados diferenças   significativas no IMC de meninos adolescentes com sobrepeso ou obesidade após   um treinamento físico misto, ratificaram também com os resultados de Cyrino et   al. (2002) que teve o intuito de analisar os efeitos do treinamento de futsal   sobre a composição corporal e o desempenho motor de jovens atletas, nesse   estudo analisado as modificações no IMC após o treinamento também não foram significantes,   supondo segundo os autores que possivelmente em um período maior de   investigação as modificações poderiam ser traduzidas de forma significante,   como um efeito positivo do treinamento e, por consequência, um efeito deletério da falta de atividade física sistematizada.</p>     <p>Já quando comparado com o estudo   realizado por Fernandez et al. (2004), que verificou a influência do   treinamento aeróbio e anaeróbio na massa de gordura corporal de adolescentes   obesos, os resultados divergem, pois no estudo de Fernandez et al. (2004) houve   diferenças significativas no IMC antes e após a intervenção tanto dos   adolescentes que praticaram atividade anaeróbia como os que praticaram   treinamento aeróbio, isso pode ter ocorrido devido a uma orientação nutricional para os participantes do estudo.</p>     <p>O exercício físico sozinho produz uma   modesta perda de massa corporal, embora estudos comprovem que quando o   exercício é realizado com grande intensidade pode promover grandes perdas de   massa corporal; entretanto, indivíduos obesos geralmente não apresentam os   requerimentos físicos e de aptidão necessários para realizar um exercício   físico de alta intensidade (Grilo, 1994 cit. Fernandez et al., 2004; Sedlock, Fissinger,   &amp; Melby, 1989). E apesar do exercício não promover uma redução de massa   corporal com intervenções curtas, ele é essencial na manutenção da massa corporal (Grilo, 1994 cit. Fernandez et al., 2004).</p>     <p>A falta de diferença significativa no   IMC, encontradas tanto no sexo feminino quanto no masculino, deve ter-se dado   pela falta de orientação nutricional e pelo curto período de intervenção. A   perda da massa corporal que deve ter se conseguido com a prática do voleibol   não pôde ser verificada devido à falta de controle da alimentação dos   adolescentes. Eles praticavam a atividade física, mas seus hábitos alimentares   não devem ter sido modificados, então a perda que deve ter se conseguido com a   prática esportiva foi compensada com o excesso no consumo alimentar, que é o que comumente ocorre com pessoas obesas.</p>     <p>Um dos principais problemas   associados à utilização do IMC para classificação dos indivíduos é que não tem   como saber se a pessoa possui uma grande massa muscular ou se ela é   simplesmente obesa (Powers &amp; Howley, 2000). Por isso deve-se sempre   associar a utilização do IMC com algumas das medidas preconizadas para   avaliação da distribuição ou da quantidade de gordura, no presente estudo além   do IMC avaliamos a relação cintura/quadril e a porcentagem de gordura para melhorar a qualidade da avaliação.</p>     <p>A relação de risco para a saúde está   muito relacionada com o risco de um ataque cardíaco, a relação cintura-quadril   é melhor que o IMC para prognóstico de risco de ataques cardíacos para vários   grupos. Então como no presente estudo as adolescentes do sexo feminino se   encontram em relação de risco tanto antes quanto após a intervenção significa   que elas correm muito risco de virem a sofrer um ataque cardíaco se não houver   uma diminuição nessa relação cintura/quadril. Para que essa relação de risco   diminua é necessário uma redução na circunferência abdominal, aumento da musculatura do quadril ou a redistribuição de gorduras no organismo.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Os resultados do sexo masculino   divergem dos resultados encontrados no estudo realizado com meninos   adolescentes com sobrepeso ou obesidade (Schneider, 2005), onde após um   treinamento físico misto não foram encontradas diferenças significativas na   relação cintura/quadril, essa divergência pode ter-se dado pelo modo do treinamento utilizado que foi um treinamento misto em circuito.</p>     <p>O mesmo programa de atividade física   foi praticado pelo sexo masculino e feminino, mas somente o sexo masculino   conseguiu obter diferença significativa na relação cintura/quadril, isso deve   ter se dado pelo modo como os meninos praticavam a atividade, eles praticavam   todos os exercícios com mais vontade e não se cansavam tão rapidamente como as   meninas. Mas essa diferença não pode ser atribuída somente à prática da   atividade física, tem-se que levar em consideração os fatores externos, como a   evolução biológica. Como o sexo feminino começa a sofrer mudanças no corpo   antes do sexo masculino, as meninas participantes do estudo poderiam já estar   sofrendo essas modificações, o que influenciaria na relação cintura/quadril, e   os meninos poderiam ainda não ter entrado nessa fase de mudanças no corpo então responderam mais favoravelmente a pratica do voleibol.</p>     <p>Analisando os dados, pode-se concluir   que não houve diferenças importantes nos valores da composição corporal: do   IMC, da relação cintura/quadril e da porcentagem de gordura, antes e após um   programa de atividade física entre os indivíduos participantes da pesquisa em   estudo, sendo a única diferença significativa encontrada na relação cintura/quadril do sexo masculino.</p>     <p>Os resultados observados no presente   estudo, antes e após o período experimental, revelaram pequenas modificações.   Possivelmente, em um período maior de investigação essas modificações possam   ser traduzidas, de forma estatisticamente significante, como um efeito positivo   do treinamento e, por consequência, como um efeito deletério da falta de   atividade física sistematizada. Sabe-se que não foi verificada a ingestão   alimentar desses indivíduos, a sua não verificação pode ter sido fundamental na   falta de maiores diferenças significativas da composição corporal dos adolescentes   participantes do presente estudo, o exercício físico aliado a orientação   nutricional promove maior redução ponderal quando comparado com a orientação   nutricional somente. E outro fator importante a ser considerado é o pequeno   número da amostra, com uma amostra maior as diferenças poderiam ser   significativas e com essa amostra pequena os resultados ficam validos apenas para esse grupo.</p>     <p>Um aspecto relevante abordado por   Schneider (2005) é a importância de quando se investigar adaptações   fisiológicas em crianças deve-se ter a inclusão de um grupo controle, já que   nessa fase da vida, existem aumentos naturais em massa corporal, estatura,   massa corporal magra, potência aeróbia e força muscular. Sem a participação de   um grupo controle é difícil dizer se as modificações ocorreram devido a   aspectos sazonais, tais como mudança de clima e temperatura, ou devido ao   crescimento natural nessa fase da vida, ou, ainda devido a fatores   motivacionais, em virtude de estar-se participando de um programa de   intervenção. E como no presente estudo não foi possível a presença de um grupo   controle fica difícil dizer com certeza de onde vieram as modificações, já que   não pode ser desprezado a possível interferência dos processos de evolução biológica.</p>     <p>Um programa de atividade física   composto pela prática do voleibol durante um período de três meses, sem   orientação nutricional, não parece ser suficiente para a melhoria da composição   corporal dos adolescentes participantes da pesquisa. Essa prática pode exercer   um efeito positivo sobre a obesidade, mas para isso precisa ser realizada em um   período maior que três meses e em conjunto com um controle alimentar, pois   quando se trata de reduções de composição corporal em indivíduos obesos a   intervenção nutricional é muito importante, não importando se os pacientes são adultos, adolescentes ou crianças.</p>     <p>Acredita-se que com um maior número   de participantes da pesquisa e/ou com maior tempo de intervenção e/ou um   controle alimentar as diferenças entre antes e após a intervenção da composição   corporal dos adolescentes participantes da pesquisa poderiam ser estatisticamente significativas.</p>     <p>Assim, considerando-se os dados   obtidos nesta pesquisa e toda a revisão de literatura realizada, conclui-se que   o exercício físico é de fundamental importância para o controle e tratamento da   obesidade, e que a utilização de dieta bem orientada é fundamental para a aquisição de resultados positivos.</p> </font>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="2">   <b>REFERÊNCIAS</b>    </font></p> <font face="Verdana" size="2">     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>American College Of Sports Medicine. (1994).<i> Prova de esforço e prescrição de exercício.</i> Rio de Janeiro: Revinter.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=381168&pid=S1646-107X201800010006400001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Brasil, Ministério da Saúde. (2017). Encontro regional   para o enfrentamento da obesidade infantil. Disponível em:   <a href="http://portalarquivos.saude.gov.br/images/pdf/2017/marco/14/10-03-2016-Encontro-Internacional-Obesidade-Infantil-FINAL---rea.pdf" target="_blank">http://portalarquivos.saude.gov.br/images/pdf/2017/marco/14/10-03-2016-Encontro-Internacional-Obesidade-Infantil-FINAL---rea.pdf</a>  Acesso: 27 de outubro de 2017.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=381170&pid=S1646-107X201800010006400002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Bravin, M. B., Rosa, A. R., Parreira, M. B., &amp; Prado,   A. F. (2015). A influência do exercício físico na obesidade infantil. <i>Revista Ciência e Estudos Acadêmicos de Medicina, 4</i>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=381172&pid=S1646-107X201800010006400003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Conde, W. L., &amp; Monteiro, C. A. (2006). Body mass index cutoff points for evaluation of nutritional status in Brazilian children and adolescents. <i>Jornal de Pediatria, 11</i>, 266-272.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=381174&pid=S1646-107X201800010006400004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Cyrino, E. S., Altimari, L. R., Okano, A. H., &amp;   Coelho, C. F. (2002). Efeitos do treinamento de futsal sobre a composição corporal e o desempenho motor de jovens atletas. <i>Revista Brasileira Ciência e Movimento, 10</i>(1), 41-46.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=381176&pid=S1646-107X201800010006400005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Duarte, A. S., Christofoli, M. C., Pontin, B., &amp; Paludo,   J. (2015). Síndrome metabólica na infância e adolescência: uma revisão. <i>Revista Brasileira de Nutrição Clinica, 30</i>(2), 170-173.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=381178&pid=S1646-107X201800010006400006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Fernandes Filho, J. (1999). <i>A prática da avaliação física: testes, medidas e avaliação física em escolares, atletas e academias de ginástica.</i> Rio de Janeiro: Shape.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=381180&pid=S1646-107X201800010006400007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Fernandez, A. C. (2004). Influência do treinamento aeróbio   e anaeróbio na massa de gordura corporal de adolescentes obesos.<i> Revista Brasileira de Medicina do Esporte, 10(</i>3), 152-158.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=381182&pid=S1646-107X201800010006400008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Guedes, D. P., &amp; Guedes, J. E. R. P. (1998). <i>Controle do Peso Corporal: composição corporal, atividade física e nutrição.</i> Rio de Janeiro: Shape.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=381184&pid=S1646-107X201800010006400009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>Guedes, D. P. (1987). <i>Estudo do Comportamento dos Padrões de Crescimento e Desenvolvimento em   Escolares do Município de Londrina - Paraná </i>(Projeto de Pesquisa). - Universidade Estadual de Londrina, Londrina.</p>     <!-- ref --><p>Powers, S. K., &amp; Howley, E. T. (2000). <i>Fisiologia do Exercício: Teoria e Aplicação ao condicionamento e ao Desempenho.</i> São Paulo: Manole.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=381187&pid=S1646-107X201800010006400011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Santos, P. G. M. D., Melo, T. T. S., Oliveira, G. T. A.,   &amp; Carvalho, P. R. C. (2014). Somatótipo, composição corporal e capacidades   físicas em atletas de voleibol e handebol. <i>Revista</i>   <i>Mackenzie de Educação Física e Esporte, 13</i>(2), 42-52.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=381189&pid=S1646-107X201800010006400012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Schneider, P. (2005). <i>Composição corporal, taxa metabólica basal e pico de consumo de   oxigênio após um treinamento físico misto em meninos adolescentes com sobrepeso   ou obesidade</i> (Dissertação de Mestrado). Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=381191&pid=S1646-107X201800010006400013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Sumini, K. L., Oselane, G. B., Oselane, C., Dutra, D. A.,   &amp; Neves, E. B. (2017). Alimentação, risco cardiovascular e nível de   atividade física em adolescentes. <i>Revista Brasileira de Obesidade, Nutrição e Emagrecimento, 11</i>(61), 23-30.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=381193&pid=S1646-107X201800010006400014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Testa, W. L., Poeta, L. S., &amp; Duarte, M. F. S.   (2017). Exercício físico com atividades recreativas: uma alternativa para o   tratamento da obesidade infantil. <i>Revista Brasileira de Obesidade, Nutrição e Emagrecimento, 11</i>(62), 49-55.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=381195&pid=S1646-107X201800010006400015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana"><b>Agradecimentos:</b></font></p> </font>     <p><font size="2" face="Verdana">Nada a declarar</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Conflito de   Interesses:</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Nada a   declarar.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Financiamento:</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Nada a   declarar.</font></p> <font face="Verdana" size="2"><i><a name="end"></a></i><a href="#top">Correspond&ecirc;ncia para:</a>     <p>Centro Universit&aacute;rio Est&aacute;cio do Cear&aacute;. Rua Eliseu Uch&ocirc;a Beco, 600, &Aacute;gua Fria. CEP: 60810-270, Fortaleza, CE, Brasil. E-mail: <a href="mailto:pnf0717@gmail.com">pnf0717@gmail.com</a></p> </font>      ]]></body><back>
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