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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Treinamento da força muscular do assoalho pélvico e os seus efeitos nas disfunções sexuais femininas]]></article-title>
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<self-uri xlink:href="http://scielo.pt/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S1646-107X2018000100066&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><self-uri xlink:href="http://scielo.pt/scielo.php?script=sci_abstract&amp;pid=S1646-107X2018000100066&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><self-uri xlink:href="http://scielo.pt/scielo.php?script=sci_pdf&amp;pid=S1646-107X2018000100066&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><abstract abstract-type="short" xml:lang="pt"><p><![CDATA[O enfraquecimento dos músculos do períneo resulta em deficiências dos sistemas ginecológico, urinário e gastrointestinal. As mulheres passam por algumas alterações denominadas de disfunções sexuais, gerando incomodo e insatisfação. A reabilitação e o fortalecimento desses músculos pélvicos possuem efeito positivo na vida sexual das mulheres. Foi nosso objetivo analisar a função muscular do assoalho pélvico e os seus efeitos nas disfunções sexuais femininas. Participaram da pesquisa 34 mulheres com idade de 20 a 40 anos. O estudo foi realizado numa clínica em Fortaleza- CE. As voluntárias responderam um questionário de avaliação e outro questionário denominado Quociente Sexual - Versão Feminina (QS - F). Realizou-se uma avaliação da função ou força dos músculos do assoalho pélvico, utilizando equipamento PERINA 996-2®. Com relação a função sexual das mulheres pelo QS - F, observou-se que 62% possuem desempenho de regular a bom e que quanto maior a função ou força muscular do AP, melhor a percepção e o grau de satisfação sexual. Há uma correlação direta entre a função ou força muscular do assoalho pélvico e o grau de satisfação da atividade sexual das mulheres que participaram da pesquisa.]]></p></abstract>
<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Weakening of perineal muscles results in disorders of gynecological, urinary and gastrointestinal systems. Women often undergo changes labeled as sexual disfunctions, generating discomfort and dissatisfaction. Rehabilitation and strengthening of these muscles have a positive effect in the sexual life of women. It was our objective to investigate the strength of pelvic floor and its effects in female sexual disfunctions. 34 women aged from 20 to 40 years old volunteered. The study was performed in a private clinic in the city of F Fortaleza- CE. The volunteers replied to a Sexual Quocient questionnaire - female version (QS - F). It was performed an assessment of the strength of the pelvic floor muscles with the use of a PERINA 996-2® device. It was found that 62% of women reported a regular to good sexual performance; and that the higher the strength of the perineal muscles the better the sexual satisfactionThere is a direct correlation between muscle strength of the pelvic floor muscles and the degree of sexual satisfaction of women.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[assoalho pélvico]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font face="Verdana" size="2"> <strong>ARTIGO ORIGINAL&nbsp;&nbsp; |&nbsp;&nbsp; ORIGINAL ARTICLE</strong></font></p>     <p align="right">&nbsp;</p>      <p><font size="4"><strong><font face="Verdana">Treinamento da força muscular do assoalho pélvico e os seus efeitos nas disfunções sexuais femininas</font></strong></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Resistance training of pelvic floor muscle and its effects   on female sexual dysfunction</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><strong><font face="Verdana" size="2"><a name="top"></a></font>Kariza Lopes   Barreto<sup>1</sup>, Yara Abreu Mesquita<sup>2</sup>, Francisco Fleury Uchoa Santos Junior<sup>3</sup>, Mônica Orsi Gameiro<sup>4</sup></strong></p>     <p>1 Centro Universit&aacute;rio Est&aacute;cio do Cear&aacute;</p> <a href="#end">Correspond&ecirc;ncia para</a> <hr/>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>RESUMO</b></p>     <p>O enfraquecimento dos músculos do períneo   resulta em deficiências dos sistemas ginecológico, urinário e gastrointestinal.   As mulheres passam por algumas alterações denominadas de disfunções sexuais,   gerando incomodo e insatisfação. A reabilitação e o fortalecimento desses   músculos pélvicos possuem efeito positivo na vida sexual das mulheres. Foi   nosso objetivo analisar a função muscular do assoalho pélvico e os seus efeitos   nas disfunções sexuais femininas. Participaram da pesquisa 34 mulheres com   idade de 20 a 40 anos. O estudo foi realizado numa clínica em Fortaleza- CE. As   voluntárias responderam um questionário de avaliação e outro questionário   denominado Quociente Sexual – Versão Feminina (QS – F). Realizou-se uma   avaliação da função ou força dos músculos do assoalho pélvico, utilizando   equipamento PERINA 996-2®. Com relação a função sexual das mulheres pelo QS –   F, observou-se que 62% possuem desempenho de regular a bom e que quanto maior a   função ou força muscular do AP, melhor a percepção e o grau de satisfação   sexual. Há uma correlação direta entre a função ou força muscular do assoalho   pélvico e o grau de satisfação da atividade sexual das mulheres que participaram da pesquisa.</p>     <p><i>Palavras-chave</i>: assoalho pélvico; força muscular; sexualidade.</p> <hr/>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>ABSTRACT</b></p>     <p>Weakening of perineal muscles results in   disorders of gynecological, urinary and gastrointestinal systems. Women often   undergo changes labeled as sexual disfunctions, generating discomfort and   dissatisfaction. Rehabilitation and strengthening of these muscles have a   positive effect in the sexual life of women. <b>It was our objective</b> to investigate the strength of pelvic floor   and its effects in female sexual disfunctions. 34 women aged from 20 to 40   years old volunteered. The study was performed in a private clinic in the city   of F Fortaleza- CE. The volunteers replied to a Sexual Quocient questionnaire –   female version (QS – F). It was performed an assessment of the strength of the   pelvic floor muscles with the use of a PERINA 996-2® device. It was found that   62% of women reported a regular to good sexual performance; and that the higher   the strength of the perineal muscles the better the sexual satisfactionThere is   a direct correlation between muscle strength of the pelvic floor muscles and the degree of sexual satisfaction of women.</p>     <p><i>Keywords</i>: Pelvic floor; muscle strength; sexuality.</p> <hr/>     <p>&nbsp;</p> <b>INTRODUÇÃO</b>      <p>As   estruturas anatômicas que compõem a pelve são: os ossos ílio, ísquio, púbis,   sacro e cóccix (Miranda, 2000), os músculos, onde têm-se o levantador do ânus   como o mais importante músculo do assoalho pélvico, bem como tem as suas   estruturas unidas por ligamentos densos, o que permite a estabilidade funcional   durante a locomoção humana (Retzky &amp; Rogers,1995). Além de seus órgãos, a   bexiga, vagina, útero e reto, que exercem a função normal da pelve (Gosling et al., 1981). Das principais funções   dos músculos do assoalho pélvico (AP) têm-se o suporte dos órgãos pélvicos, a   manutenção da continência urinária e fecal, e a função sexual (Bø &amp;   Sherburn, 2005; De Lancey, 1992; De Lancey &amp; Ashton-Miller, 2004; Petrus &amp; Ulmsten, 1990).</p>     <p>O   enfraquecimento dos músculos da região do períneo resulta em deficiências dos   sistemas ginecológico, urinário e gastrointestinal. Os músculos do assoalho   pélvico desempenham um papel de suma importância na função sexual. Um bom   treinamento desta musculatura proporciona uma melhor contração voluntária,   favorecendo os fatores de força e a coordenação motora dos músculos do assoalho   pélvico (Bianco, 2004). A mulher passa por algumas alterações que interferem   nas relações sexuais gerando incómodo e insatisfação. Denominadas de disfunções   sexuais femininas, estas podem ser classificadas da seguinte maneira: disfunção   do desejo, da excitação e do orgasmo (Montgomery &amp; Surita, 2000),   dispareunia, vaginismo e anorgasmia que é entendida como a incapacidade feminina de atingir o orgasmo (Hentschel, 2001).</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>A   reabilitação e o fortalecimento desses músculos possuem efeito positivo na vida   sexual das mulheres (Kegel, 1951). Além do fortalecimento a conscientização e a   propriocepção dessa musculatura promovem maior percepção da região pélvica,   melhorando o desempenho e a satisfação sexual da mulher. Um dos aparelhos   utilizados no tratamento dos músculos do períneo é biofeedback, muito utilizado   para mensurar os efeitos fisiológicos internos ou até mesmo as condições   físicas, das quais os indivíduos não têm conhecimento (Moreno, 2004). Outro   exemplo, é a reabilitação com a fisioterapia ginecológica que vem   proporcionando excelentes resultados por meio de exercícios para o   fortalecimento da musculatura do assoalho pélvico resultando na satisfação   sexual feminina, visto que, e o conhecimento que os avanços tecnológicos   permitem, as mulheres estão procurando cada vez mais não só a cura da dor, mas o aumento do seu prazer no ato sexual (Polden, 2000).</p>     <p>Diante do exposto, o presente estudo tem como objetivo   principal analisar o treinamento da função muscular do assoalho pélvico e os seus efeitos nas disfunções sexuais femininas.</p> <b>MÉTODO</b>      <p>Caracteriza-se   de um estudo com abordagem prospectiva e quantitativa. Realizado numa clínica   de Fortaleza-CE. Inicialmente a pesquisa contou com 45 participantes do sexo feminino, mas somente 34 concluíram o estudo.</p>     <p>Os   critérios de inclusão consistiram em mulheres na faixa etária de 20 a 40 anos,   que têm uma vida sexual ativa e que não apresentassem patologias neurológicas   associadas. Já os critérios de exclusão compreenderam as participantes com   patologias no trato urinário baixo, ou que possuíssem alguma disfunção sexual diagnosticada. </p>     <p>As   voluntárias foram orientadas a responder um questionário individual sobre sua   vida sexual, denominado de Quociente Sexual Versão Feminina (QS - F), um   instrumento de fácil manuseio e com linguagem acessível que considera vários domínios da função sexual da mulher. </p>     <p>As   participantes também foram submetidas à avaliação da função dos músculos do   assoalho pélvico (AP), utilizando o equipamento PERINA 996-2®, marca QUARK, que   atende a todos os requisitos da norma de segurança para equipamentos   eletromédicos, IEC 601 (norma geral) e IEC 601-2-10 (norma particular para   eletroestimuladores). Para a realização do procedimento de avaliação da função   ou força dos músculos do períneo, foi necessário colocar a participante na   posição de decúbito dorsal, com os seus joelhos fletidos e posto um lençol que a cobrisse da cintura para baixo.</p>     <p>Após   o ajuste do aparelho, foi solicitado à voluntária que contraísse a musculatura   do assoalho pélvico por 03 (três) vezes consecutivas mantendo a contração pelo   máximo de tempo possível.  Anotou-se o   tempo máximo de sustentação de cada contração, com auxílio de um cronômetro da   marca Casio, com intervalo de 5 segundos entre as mesmas. Para reduzir as   chances de erro durante a análise estatística, foi utilizada a média das 03 (três) contrações.</p>     <p>Foi   utilizada a escala de força B do equipamento, com ajuste de tempo de contração   de 6 segundos, com o dobro do tempo de repouso. A desinfecção das sondas   vaginais foi feita após cada avaliação com lavagem utilizando detergente líquido e imersão por 30 minutos em ácido peracético.</p>     <p>Para   a análise dos dados obtidos, organizou-se em uma planilha do Microsoft Office   Excel 2003 e foram analisadas estatisticamente, utilizando o software SPSS   13.0. A apresentação destes dados foi realizada por meio da utilização de gráficos e tabelas.</p>     <p>As   participantes da pesquisa assinaram o termo de consentimento livre e   esclarecido (TCLE). A pesquisa obedeceu aos preceitos da Resolução 196/96 do   Conselho Nacional de Saúde do Ministério da Saúde, que dispões sobre os aspectos éticos e legais na pesquisa envolvendo seres humanos.</p> <b>Resultados</b>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Com rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s 34  volunt&aacute;rias do presente estudo, ao avaliarmos a fun&ccedil;&atilde;o sexual das mulheres pelo  Quociente Sexual vers&atilde;o feminina (QS &ndash; F), observou-se que 3% (1 mulher) foi  classificada com desempenho desfavor&aacute;vel a regular, 62% (21 mulheres) com desempenho  de regular a bom, e 35% (12 mulheres) com desempenho de bom a excelente.     <br>   Quanto aos resultados da  avalia&ccedil;&atilde;o da fun&ccedil;&atilde;o ou for&ccedil;a muscular do assoalho p&eacute;lvico, as mulheres foram  assim classificadas: 9% (3 mulheres) se enquadram na ordem de desfavor&aacute;vel a  regular, 53% (18 mulheres) ficaram na ordem de regular a bom e 38% (13  mulheres) na ordem bom a excelente.    <br> Considerando a correla&ccedil;&atilde;o  entre o grau de satisfa&ccedil;&atilde;o sexual e a fun&ccedil;&atilde;o ou for&ccedil;a muscular do assoalho  p&eacute;lvico das mulheres estudadas, na faixa et&aacute;ria de 20 a 40 anos de idade,  observamos que quanto maior a fun&ccedil;&atilde;o ou for&ccedil;a muscular do AP, melhor a perce&ccedil;&atilde;o  e o grau de satisfa&ccedil;&atilde;o sexual (<a href="#g1">Gráfico 1</a>).</p>     <p>&nbsp;</p>    <p align="center"><a name="g1"></a><img src="/img/revistas/mot/v14n1/14n1a66g1.jpg"/></p>    
<p>&nbsp;</p>     <p>  <b>DISCUSSÃO e CONCLUSÕES</b></p>     <p>A   faixa etária média das voluntárias foi de 30 anos de idade, a fim de que não   existisse a possibilidade da redução da capacidade funcional do organismo interferir nos resultados já que as alterações iniciam a partir desta idade.</p>     <p>Nesse   estudo, ao avaliarmos a função sexual das mulheres pelo Quociente Sexual versão   feminina (QS – F), observamos que somente 3% foram classificadas com desempenho   desfavorável a regular, 62% de regular a bom, e 35% com desempenho de bom a   excelente. Demonstrando não haver disfunções relacionadas ao desempenho sexual em 97% das mulheres avaliadas.</p>     <p>Quando   avaliou-se a função ou força dos músculos do assoalho pélvico através da   perineometria, viu-se que cerca de 26% das mulheres voluntárias apresentaram   contração entre 2 – 10 cm H2O, já 23% entre 11 – 20 cm H2O, 23% entre 21 – 30   cm H2O, 15% entre 31 – 40 cm H2O e 13% apresentaram contração entre 41 – 50 cm   H2O.No entanto, apesar da não haver uma taxa de normalidade para os dados da   função ou força muscular normal dos músculos do períneo, os valores obtidos neste estudo estão na média normal encontrada na literatura (Amaro et al., 2003). </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Observou-se   que quanto maior e melhor o trabalho da função ou força da musculatura pélvica   nas participantes do estudo, proporcionalmente melhor será a percepção e o grau   de satisfação na atividade sexual. Em vista disso, pode se dizer que a condição   de fraqueza da musculatura pélvica pode intervir nas disfunções sexuais   femininas. (Beji et al., 2003).   Contudo, alguns estudiosos, afirmam que não há correlação da força muscular ou   disfunção pélvica com o orgasmo (Baytur et   al., 2005, Lukacz et al.,2007, Miraglia, 2008).</p>     <p>De   acordo com os dados obtidos nesta pesquisa, através do questionário aplicado e   a avaliação dos músculos do assoalho pélvico, compreende-se que há uma   correlação direta entre a função ou força muscular do assoalho pélvico e o grau   de satisfação da atividade sexual, o que também interfere no trabalho de   continência urinária e fecal pela força da musculatura adquirida. Estes   resultados positivos contribuem para o crescimento da abordagem   fisioterapêutica ginecológica e obstétrica na reabilitação e tratamento das desordens sexuais.</p>     <p>&nbsp;</p> <b>REFERÊNCIAS</b>      <!-- ref --><p>Amaro, J. L. (2005).   <i>Reabilitação do Assoalho Pélvico nas   disfunções urinárias e anorretais</i>. São Paulo: Segmento Farma.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=381388&pid=S1646-107X201800010006600001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Baytur, Y. B., Deveci, A., Uyar, Y., Ozcakir, H. T., Kizilkaya,   S., &amp; Caglar, H. (2005). Mode of delivery and pelvic floor muscle strength   and sexual function after childbirth. <i>International Journal of Gynecology &amp; Obstetrics, 88</i>, 276-280.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=381390&pid=S1646-107X201800010006600002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Beji, N. K., Yalcin, O., &amp; Erkan, H. A. (2003). The   effect of pelvic floor training on sexual function of treated patients. <i>International Urology, 14</i>, 234-238.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=381392&pid=S1646-107X201800010006600003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Bianco,   G., &amp; Braz, M. M. (2004). Efeitos dos exercícios do assoalho pélvico na sexualidade feminina. Disponível em <a href="https://updoc.site/download/efeitos-dos-exercicios-do-assoalho-pelvico-na-sexualidade_pdf" target="_blank">https://updoc.site/download/efeitos-dos-exercicios-do-assoalho-pelvico-na-sexualidade_pdf</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=381394&pid=S1646-107X201800010006600004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Bø, K., &amp; Sherburn, M. (2005). Evaluation of female   pelvic floor muscle function and strength. <i>Physical Therapy, 85</i>(3), 269-282.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=381396&pid=S1646-107X201800010006600005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Delancey, J. O. (1992). Anatomy of the female pelvis. In: J. D., Thompson, &amp; J. A. Rock (Eds.) <i>The Linde’s Operative Gynecology</i>. Philadelphia: Lippincott JB.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=381398&pid=S1646-107X201800010006600006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Delancey, J. O., &amp; Ashton-Miller, J. A. (2004). Pathophysiology of adult urinary incontinence. <i>Gastroenterology, 126</i>(1 Suppl 1), S23-32.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=381400&pid=S1646-107X201800010006600007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Gosling, J. A., Dixon J. S., &amp; Critchley, H. O. D.   (1981). A comparative study of the human external sphincter and periurethral   levator ani muscle. <i>British Journal of Urology, 53</i>, 35-41.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=381402&pid=S1646-107X201800010006600008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Hentschel, H. (2000).   Disfunção sexual feminina: etiologia orgânica e tratamento. In: H. W., Halbe (Ed.) <i>Tratado de Ginecologia</i>. São Paulo: Roca.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=381404&pid=S1646-107X201800010006600009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Kegel, A. H. (1951). Physiologic therapy for urinary stress incontinence. <i>JAMA, 146</i>(10), 915-917.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=381406&pid=S1646-107X201800010006600010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Lukacz, E. S., Whitcomb, E. L., Lawrence, J. M., Nager,   C. W., Contreras, R., &amp; Luber, K. M. (2007). Are sexual activity and   satisfaction affected by pelvic floor disorders? Analysis of a community-based   survey. <i>American Journal of Obstetrics &amp; Gynecology, 197</i>(1),    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=381408&pid=S1646-107X201800010006600011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 1-6.</p>     <!-- ref --><p>McArdle, W. D., Katch, F. I., &amp; Katch, V. L.   (2008). <i>Fisiologia do exercício: energia, nutrição e desempenho humano.</i> Rio de Janeiro:Guanabara Koogan.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=381410&pid=S1646-107X201800010006600012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Miranda, E.   (2000). <i>Bases de Anatomia e Cinesiologia</i>. Editora Spring.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=381412&pid=S1646-107X201800010006600013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Moreno, A. L. (2004).   <i>Fisioterapia em uroginecologia</i>. 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São Paulo: Livraria Santos.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=381418&pid=S1646-107X201800010006600016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Retzky, S. S., &amp; Rogers, J. R. R. M. (1995). Urinary incontinence in women. Clinical Symposia, <i>47</i>, 2-32.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=381420&pid=S1646-107X201800010006600017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Agradecimentos:</b></font></p> </font>     <p><font size="2" face="Verdana">Nada a declarar</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana"><b>Conflito de   Interesses:</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Nada a   declarar.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Financiamento:</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Nada a   declarar.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana" size="2"><i><a name="end"></a></i><a href="#top">Correspond&ecirc;ncia para:</a></font></p>     <p>Centro Universit&aacute;rio Est&aacute;cio do Cear&aacute;. Rua Eliseu Uch&ocirc;a Beco, 600, &Aacute;gua Fria. CEP: 60810- 270, Fortaleza, CE, Brasil. E-mail: <a href="mailto:prodamypn@hotmail.com">prodamypn@hotmail.com</a></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>&nbsp;</p> </font>      ]]></body><back>
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