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<journal-title><![CDATA[Revista Portuguesa de Ortopedia e Traumatologia]]></journal-title>
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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Desmontagem de DHS nas fraturas transtrocantéricas do fémur: Fatores predisponentes]]></article-title>
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<self-uri xlink:href="http://scielo.pt/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S1646-21222012000100008&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><self-uri xlink:href="http://scielo.pt/scielo.php?script=sci_abstract&amp;pid=S1646-21222012000100008&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><self-uri xlink:href="http://scielo.pt/scielo.php?script=sci_pdf&amp;pid=S1646-21222012000100008&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><abstract abstract-type="short" xml:lang="pt"><p><![CDATA[O tratamento de escolha para as fraturas transtrocantéricas do fémur é o tratamento cirúrgico, que permite reabilitação precoce, oferecendo melhores hipóteses de recuperação funcional, sendo o DHS (Dinamic Hip Screw) o implante mais utilizado para estabilização deste tipo de fraturas. Estão descritas taxas de falência de osteossíntese com DHS entre 1,1% a 12,6%. Os autores realizaram um estudo transversal de avaliação dos doentes em que ocorreu falência de DHS, que compreende o período de janeiro de 1998 a dezembro de 2006. Foram analisadas as características epidemiológicas dos doentes, o padrão de fratura, as complicações pós-operatórias e a experiência do cirurgião. Fez-se ainda uma avaliação radiológica pós-operatória; os resultados obtidos foram comparados com aqueles de um grupo de controlo. Foi encontrada uma taxa de falência de 8,61%. Os doentes apresentavam uma média de idades de 79 anos. As falências ocorreram em fraturas mais instáveis (classificação AO/ASIF 31-A2, 31-A3 e 31-B2). Os parafusos centrados ou descentrados para inferior estão associados a uma maior taxa de sucesso. As principais razões de falência de material parecem ser a má decisão terapêutica, com utilização de DHS em fraturas instáveis, a não obtenção de uma redução anatómica e estável e a colocação deficiente do parafuso, excêntrico para superior e/ou anterior.]]></p></abstract>
<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The treatment of choice for trochanteric fratures of the femur is the surgical treatment that allows early rehabilitation, offering a better chance of functional recovery. DHS (Dynamic Hip Screw) is the most widely used implant for stabilization of such fratures. Are described failure rates of osteosynthesis with DHS between 1.1% to 12.6%. The authors conducted a cross-sectional evaluation of patients in which there was failure of DHS, covering the period from January 1998 to December 2006. We analyzed the epidemiological characteristics of patients, the pattern of frature, the postoperative complications and surgeon's experience. There was also a post-operative radiological evaluation. Results were compared with those of a control group. It was found a failure rate of 8.61%. Patients had a mean age of 79 years. The failures occurred in unstable fratures (AO / ASIF 31-A2, 31-A3-31-B2). Screws centered or off-centered to inferior are associated with a higher success rate. The main reasons for failure of material seem to be the bad treatment decision, using DHS in unstable fratures, the failure to obtain an anatomical / stable reduction and poor placement of the screw, eccentric upper and / or anteriorly.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[fraturas trocantéricas fémur]]></kwd>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[falência]]></kwd>
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<kwd lng="en"><![CDATA[failure]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><b><font face="Verdana" size="2">ARTIGO ORIGINAL</font></b></p>    <p>&nbsp;</p>    <p><b><font face="Verdana" size="4">Desmontagem de DHS nas fraturas transtrocantéricas do fémur. Fatores predisponentes</font></b></p>    <p>&nbsp;</p>    <p><font face="Verdana" size="2"><b>Luís Ferraz Pinheiro<sup>I</sup></b>; <b>Pedro Amaral<sup>I</sup></b>; <b>Thiago Aguiar<sup>I</sup></b>; <b>Luís Machado Soares<sup>I</sup></b>; <b>Renato Soares<sup>I</sup></b>; <b>Fernando Carneiro<sup>I</sup></b>; <b>Carvalho Simões<sup>I</sup></b></font></p>    <p><font face="Verdana" size="2">I. Serviço de Ortotraumatologia. Hospital do Divino Espírito Santo. Ponta Delgada, Açores. Portugal.<br /></font></p>    <p>&nbsp;</p>    <p><font face="Verdana" size="2"><a name="topc"></a><a href="#c">Endereço para correspondência</a></font></p>    <p>&nbsp;</p>    <p><b><font face="Verdana" size="2">RESUMO</font></b></p><font face="verdana" size="2">    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>O tratamento de escolha para as fraturas transtrocant&eacute;ricas do f&eacute;mur &eacute; o tratamento cir&uacute;rgico, que permite reabilita&ccedil;&atilde;o precoce, oferecendo melhores hip&oacute;teses de recupera&ccedil;&atilde;o funcional, sendo o DHS (Dinamic Hip Screw) o implante mais utilizado para estabiliza&ccedil;&atilde;o deste tipo de fraturas.</p>     <p>Est&atilde;o descritas taxas de fal&ecirc;ncia de osteoss&iacute;ntese com DHS entre 1,1% a 12,6%.</p>     <p>Os autores realizaram um estudo transversal de avalia&ccedil;&atilde;o dos doentes em que ocorreu fal&ecirc;ncia de DHS, que compreende o per&iacute;odo de janeiro de 1998 a dezembro de 2006. Foram analisadas as caracter&iacute;sticas epidemiol&oacute;gicas dos doentes, o padr&atilde;o de fratura, as complica&ccedil;&otilde;es p&oacute;s-operat&oacute;rias e a experi&ecirc;ncia do cirurgi&atilde;o. Fez-se ainda uma avalia&ccedil;&atilde;o radiol&oacute;gica p&oacute;s-operat&oacute;ria; os resultados obtidos foram comparados com aqueles de um grupo de controlo.</p>     <p>Foi encontrada uma taxa de fal&ecirc;ncia de 8,61%. Os doentes apresentavam uma m&eacute;dia de idades de 79 anos. As fal&ecirc;ncias ocorreram em fraturas mais inst&aacute;veis (classifica&ccedil;&atilde;o AO/ASIF 31-A2, 31-A3 e 31-B2). Os parafusos centrados ou descentrados para inferior est&atilde;o associados a uma maior taxa de sucesso.</p>     <p>As principais raz&otilde;es de fal&ecirc;ncia de material parecem ser a m&aacute; decis&atilde;o terap&ecirc;utica, com utiliza&ccedil;&atilde;o de DHS em fraturas inst&aacute;veis, a n&atilde;o obten&ccedil;&atilde;o de uma redu&ccedil;&atilde;o anat&oacute;mica e est&aacute;vel e a coloca&ccedil;&atilde;o deficiente do parafuso, exc&ecirc;ntrico para superior e/ou anterior.</p></font>    <p><font face="verdana" size="2"><b>Palavras chave</b>: fraturas trocantéricas fémur, DHS, falência. </font></p>    <p>&nbsp;</p>    <p><b><font face="Verdana" size="2">ABSTRACT</font></b></p><font face="verdana" size="2">    <p>The treatment of choice for trochanteric fratures of the femur is the surgical treatment that allows early rehabilitation, offering a better chance of functional recovery. DHS (Dynamic Hip Screw) is the most widely used implant for stabilization of such fratures. Are described failure rates of osteosynthesis with DHS between 1.1% to 12.6%. The authors conducted a cross-sectional evaluation of patients in which there was failure of DHS, covering the period from January 1998 to December 2006. We analyzed the epidemiological characteristics of patients, the pattern of frature, the postoperative complications and surgeon's experience. There was also a post-operative radiological evaluation. Results were compared with those of a control group. It was found a failure rate of 8.61%. Patients had a mean age of 79 years. The failures occurred in unstable fratures (AO / ASIF 31-A2, 31-A3-31-B2). Screws centered or off-centered to inferior are associated with a higher success rate. The main reasons for failure of material seem to be the bad treatment decision, using DHS in unstable fratures, the failure to obtain an anatomical / stable reduction and poor placement of the screw, eccentric upper and / or anteriorly.</p></font>    <p><font face="verdana" size="2"><b>Key words</b>: Proximal femur frature, DHS, failure. </font></p>    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>    <p><b><font face="Verdana" size="2">INTRODUÇÃO</font></b></p><font face="verdana" size="2">    <p>As fraturas trocant&eacute;ricas s&atilde;o as fraturas mais frequentes do f&eacute;mur proximal.</p>
    <p>A AO/ASIF[1] classifica as fraturas transtrocant&eacute;ricas como tipo 31-A e divide-as em 3 grupos e cada grupo &eacute; subdividido em subgrupos com base na obliquidade da linha de fratura e grau de cominu&ccedil;&atilde;o. As fraturas do grupo 1 s&atilde;o fraturas simples (em 2 partes), com linha de fratura obl&iacute;qua que se estende do grande trocanter &agrave; cortical interna, permanecendo a cortical externa intacta; as fraturas do grupo 2 s&atilde;o cominutivas com um fragmento posterointerno, permanecendo tamb&eacute;m a cortical externa intacta (as fraturas deste grupo s&atilde;o em geral inst&aacute;veis); as fraturas do grupo 3 s&atilde;o aquelas em que a linha de fratura se estende &agrave; cortical medial e lateral, incluindo as fraturas com obliquidade reversa.</p>
    <p>O tratamento de escolha para as fraturas transtrocant&eacute;ricas do f&eacute;mur &eacute; o tratamento cir&uacute;rgico, que permite reabilita&ccedil;&atilde;o precoce, oferecendo melhores condi&ccedil;&otilde;es de recupera&ccedil;&atilde;o funcional.</p>
    <p>O DHS (Dinamic Hip Screw) &eacute; o implante mais utilizado para estabiliza&ccedil;&atilde;o deste tipo de fraturas, habitualmente com placas com &acirc;ngulo 135, com 2 ou 4 parafusos distais.</p>
    <p>Os DHS est&atilde;&nbsp; indicados para fraturas pertrocant&eacute;ricas e intertrocant&eacute;ricas do tipo 31-A (classifica&ccedil;&atilde;o da AO/ASIF). Nas fraturas inst&aacute;veis pode ser necess&aacute;rio adicionar outros implantes, como por exemplo a placa estabilizadora do trocanter (TSP). Tamb&eacute;m est&atilde;o indicadas nas fraturas cervicofemurais, em combina&ccedil;&atilde;o com um parafuso antirrotat&oacute;rio[2].</p>
    <p>Est&atilde;o descritas taxas de fal&ecirc;ncia de osteoss&iacute;ntese com DHS entre 1,1% a 12,6% (3,4). Estas percentagens podem subir para 50% em fraturas inst&aacute;veis em doentes com osteoporose[4].</p>
    <p>Quando ocorre fal&ecirc;ncia de material, as op&ccedil;&otilde;es de abordagem incluem: a)aceita&ccedil;&atilde;o da deformidade; b) revis&atilde;o com redu&ccedil;&atilde;o aberta e nova fixa&ccedil;&atilde;o interna; c) convers&atilde;o em substitui&ccedil;&atilde;o prot&eacute;sica (parcial ou total).</p></font>    <p><b><font face="Verdana" size="2">Objetivo</font></b></p><font face="verdana" size="2">    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Com este estudo os autores prop&otilde;em-se a caracterizar as circunst&acirc;ncias em que ocorreu fal&ecirc;ncia de DHS nas fraturas transtrocant&eacute;ricas do f&eacute;mur e apresentar solu&ccedil;&otilde;es cir&uacute;rgicas para a sua resolu&ccedil;&atilde;o.</p></font>    <p>&nbsp;</p>    <p><b><font face="Verdana" size="2">MATERIAL E MÉTODOS</font></b></p><font face="verdana" size="2">    <p>Os autores realizaram um estudo transversal, que compreende o per&iacute;odo de janeiro de 1998 a dezembro de 2006.</p>
    <p>Foi feito o levantamento de todos os casos de fal&ecirc;ncia de DHS neste per&iacute;odo a partir dos livros de registo do bloco  operat&oacute;rio.</p>
    <p>Analisaram-se os processos cl&iacute;nicos e os registos cir&uacute;rgicos destes doentes, avaliando-se os seguintes par&acirc;metros: sexo, idade, estado de depend&ecirc;ncia do doente, classifica&ccedil;&atilde;o da fratura segundo a AO, a presen&ccedil;a de comorbilidades, a ocorr&ecirc;ncia de complica&ccedil;&otilde;es p&oacute;s-operat&oacute;rias e a experi&ecirc;ncia do cirurgi&atilde;o.</p>
    <p>Fez-se ainda uma avalia&ccedil;&atilde;o radiol&oacute;gica p&oacute;soperat&oacute;ria, verificando-se a redu&ccedil;&atilde;o da fratura, o posicionamento do parafuso no colo e cabe&ccedil;a e a soma das dist&acirc;ncias da ponta do parafuso ao osso subcondral nos planos antero-posterior e perfil (tip apex distance &ndash; TAD)  (<a name="topf1"></a><a href="#f1">Figura 1</a>).</p>    <p>&nbsp;</p><a name="f1"></a>      <p>    <center><img src="/img/revistas/rpot/v20n1/20n1a08f1.jpg" width="367" height="310" border="0" /></center></p>    
]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
    <p>Os resultados obtidos foram comparados com os de um grupo de controlo: 50 doentes, escolhidos aleatoriamente, submetidos a DHS nesse mesmo per&iacute;odo, em que n&atilde;o ocorreu fal&ecirc;ncia de material.</p>
    <p>Foi utilizado o programa SPSS v.15.0 para tratamento estat&iacute;stico dos dados. Foi efetuada uma an&aacute;lise descritiva dos dados e foram utilizados os testes T-Student para amostras independentes para as vari&aacute;veis quantitativas e &chi;2 para as vari&aacute;veis qualitativas. Foi considerado um n&iacute;vel de confian&ccedil;a de 95%.</p></font>    <p>&nbsp;</p>    <p><b><font face="Verdana" size="2">RESULTADOS</font></b></p><font face="verdana" size="2">    <p>Nesta s&eacute;rie foi encontrada uma taxa de fal&ecirc;ncia de 8,61% (18 doentes com fal&ecirc;ncias de DHS em 209 doentes operados).</p>
    <p>Destes doentes 15 eram do sexo feminino e 3 do sexo masculino. Esta distribui&ccedil;&atilde;o por g&eacute;neros (5 vezes mais mulheres) &eacute; sobrepon&iacute;vel &agrave;quela de todos os doentes submetidos a DHS.</p>
    <p>Os doentes apresentavam uma m&eacute;dia de idades de 83 anos, com um m&aacute;ximo de 94 anos e um m&iacute;nimo de 55 anos.</p>
    <p>A causa da fal&ecirc;ncia foi cut-out do parafuso atrav&eacute;s do colo e cabe&ccedil;a do f&eacute;mur em 17 casos (94,4%) e necrose da cabe&ccedil;a do f&eacute;mur em 1 caso (<a name="topf2"></a><a href="#f2">Figuras 2</a>).  As fal&ecirc;ncias ocorreram entre as 2 e as 7 semanas. Num caso em que se verificou necrose da cabe&ccedil;a do f&eacute;mur a fal&ecirc;ncia  ocorreu &agrave;s 32 semanas. Apenas em 2 casos h&aacute; hist&oacute;ria da queda, com traumatismo da anca, a preceder a fal&ecirc;ncia de  material.</p>     <p>&nbsp;</p> <a name="f2"></a>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p>    <center><img src="/img/revistas/rpot/v20n1/20n1a08f2.jpg" width="369" height="348" border="0" /></center></p>    
<p>&nbsp;</p>
    <p>Todos os doentes em que ocorreu fal&ecirc;ncia de material apresentavam comorbilidades, nomeadamente diabetes mellitus tipo II em 8 doentes, osteoporose documentada e medicada em 6 doentes, hipertens&atilde;o arterial em 5 doentes e obesidade em 2 doentes. 3 doentes eram acamados (totalmente dependentes) aquando da queda que originou a fratura.</p>
    <p>No que se refere &agrave; classifica&ccedil;&atilde;o do padr&atilde;o de fratura: 5 fraturas eram do tipo 31-A2, 7 do tipo 31- A3, 2 do tipo 31-B1 e 3 do tipo 31-B2.</p>
    <p>Na avalia&ccedil;&atilde;o radiol&oacute;gica p&oacute;s-operat&oacute;ria imediata verifica-se que apenas em 4 dos 18 casos de fal&ecirc;ncia de DHS a fratura foi anatomicamente reduzida. De igual modo, em apenas 4 casos o parafuso se encontrava centrado no colo do f&eacute;mur.</p>
    <p>Comparando com o grupo de controlo verifica-se haver diferen&ccedil;a estatisticamente significativa no que se refere &agrave; idade dos doentes: a idade m&eacute;dia dos doentes em que ocorreu fal&ecirc;ncia de material &eacute; de 83 anos, enquanto aquela do grupo de controlo &eacute; de 76 anos (p=0,050) (<a name="topq1"></a><a href="#q1">Quadro I</a>).</p>    <p>&nbsp;</p><a name="q1"></a>     <p>    <center><img src="/img/revistas/rpot/v20n1/20n1a08q1.jpg" width="366" height="194" border="0" /></center></p>    
]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
    <p>Verifica-se igualmente diferen&ccedil;a significativa no que se refere ao padr&atilde;o de fratura, com fal&ecirc;ncia sendo mais significativa nas fraturas tipo 31-A3 e 31-B2 (p=0,001); e na redu&ccedil;&atilde;o conseguida, com a redu&ccedil;&atilde;o n&atilde;o anat&oacute;mica e inst&aacute;vel a ser fator determinante para a fal&ecirc;ncia (p&lt;0,001) (<a name="topq2"></a><a href="#q2">Quadro II</a>).</p>    <p>&nbsp;</p><a name="q2"></a>     <p>    <center><img src="/img/revistas/rpot/v20n1/20n1a08q2.jpg" width="364" height="305" border="0" /></center></p>    
<p>&nbsp;</p>
    <p>A centralidade do parafuso no colo do f&eacute;mur tamb&eacute;m se verifica ser diferente entre os dos grupos, com a descentralidade a favorecer a fal&ecirc;ncia (p&lt;0,001). Apenas na coloca&ccedil;&atilde;o superior do parafuso foram encontradas diferen&ccedil;as estatisticamente significativas entre os dois grupos (p=0,002). Na coloca&ccedil;&atilde;o inferior (p=0,532), posterior (p=0,130) e anterior (p=0,331) esta diferen&ccedil;a n&atilde;o foi verificada (<a name="topq2"></a><a href="#q2">Quadro II</a>).</p>
    <p>A m&eacute;dia do valor da tip apex distance foi tamb&eacute;m diferente entre os grupos: 24 mm no grupo da fal&ecirc;ncia de material e 17 mm no grupo de controlo (p&lt;0,001) <a name="topq1"></a><a href="#q1">(Quadro II)</a>.</p>
    <p>N&atilde;o se verificou diferen&ccedil;a significativa nas fal&ecirc;ncias quando considerados os anos de experi&ecirc;ncia do cirurgi&atilde;o (p=0,757).</p>
    <p>As solu&ccedil;&otilde;es cir&uacute;rgicas preferenciais para as fal&ecirc;ncias de material foram a artroplastia parcial, em 8 casos; a artroplastia total da anca, em 3 casos; ou o reposicionamento do DHS em 2 casos. Os restantes casos foram resolvidos com osteoss&iacute;ntese com placa angulada (1 caso) e osteoss&iacute;ntese com DCS (1 caso). Num caso foi realizada uma resse&ccedil;&atilde;o de Girdlestone e em 2 casos n&atilde;o se procedeu a qualquer cirurgia (3 casos de doentes acamados).</p></font>    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>    <p><b><font face="Verdana" size="2">DISCUSSÃO</font></b></p><font face="verdana" size="2">    <p>A fal&ecirc;ncia do DHS &eacute; caracterizada mais frequentemente por colapso em varo do fragmento proximal, com cut-out do parafuso atrav&eacute;s do colo e cabe&ccedil;a do f&eacute;mur[3, 4, 5, 6]. Na s&eacute;rie apresentada por Baumgaertner et al[6] este mecanismo &eacute; respons&aacute;vel por mais de 84% das fal&ecirc;ncias de material. No nosso estudo tamb&eacute;m encontr&aacute;mos esta como sendo a principal causa de fal&ecirc;ncia de material (94,4% dos casos).</p>
    <p>Tal como em todas as outras s&eacute;ries publicadas sobre o tema, a fal&ecirc;ncia de material ocorreu nos primeiros 2 meses p&oacute;s cirurgia.</p>
    <p>No nosso estudo verific&aacute;mos que a idade do doente parece ser fator de risco significativo para fal&ecirc;ncia de DHS. Isto provavelmente deve-se &agrave; pior qualidade &oacute;ssea dos doentes mais idosos.</p>
    <p>Os nossos resultados mostram ainda que as fal&ecirc;ncias ocorreram em fraturas mais inst&aacute;veis (Classifica&ccedil;&atilde;o AO/ASIF 31-A2, 31-A3 e 31-B2). Apesar dos bons resultados gerais dos dispositivos de cravo e placa, nos padr&otilde;es de fratura inst&aacute;veis, devido ao deslizamento excessivo do parafuso no barril da placa, resultam encurtamento do membro e medializa&ccedil;&atilde;o do fragmento distal. Jacobs et al[11] descreveram que o deslizamento m&eacute;dio nas fraturas est&aacute;veis &eacute; de 5.3 mm e nas inst&aacute;veis de 15.7 mm. Rha et al[5] definiram o deslizamento excessivo como o principal fator para fal&ecirc;ncia do DHS.</p>
    <p>Como alternativa a estes implantes foram desenvolvidos dispositivos intramedulares com parafuso deslizante. Estes dispositivos t&ecirc;m como vantagens[13, 14, 15]: a) permitirem, teoricamente, uma transfer&ecirc;ncia de cargas mais eficiente; b) o bra&ccedil;o de alavanca mais curto diminuir as for&ccedil;as de tens&atilde;o no implante, diminuindo o risco de fal&ecirc;ncia; c) o deslizamento ser limitado, levando a menor encurtamento e deformidade; d) e, em teoria, requerer menor tempo cir&uacute;rgico e menor dissec&ccedil;&atilde;o de tecidos moles.</p>
    <p>No entanto, a maioria dos estudos que comparam os dispositivos intramedulares com parafuso deslizante com as placas com parafuso deslizante n&atilde;o encontraram diferen&ccedil;as significativas no que se refere ao tempo operat&oacute;rio, tempo de internamento, taxa de infe&ccedil;&atilde;o, complica&ccedil;&otilde;es da ferida operat&oacute;ria e fal&ecirc;ncia de implante[16, 17, 18, 19].</p>
    <p>Com os dispositivos intramedulares h&aacute; um risco aumentado de fraturas da di&aacute;fise do f&eacute;mur na ponta da cavilha e na zona do parafuso distal [17, 18, 19].</p>
    <p>Apesar dos problemas peri-operat&oacute;rios associados aos dispositivos intramedulares com parafuso deslizante, estes parecem ser prefer&iacute;veis para os tipos de fratura com cominu&ccedil;&atilde;o da cortical interna: AO 31-A2 e 31-A3. Os dispositivos intramedulares s&atilde;o implantes que s&atilde;o colocados por abordagem minimamente invasiva, adequados para fraturas proximais do f&eacute;mur inst&aacute;veis quando &eacute; poss&iacute;vel obter redu&ccedil;&atilde;o incruenta. Se &eacute; necess&aacute;ria redu&ccedil;&atilde;o cruenta ou se houver cominu&ccedil;&atilde;o do grande trocanter pode ser prefer&iacute;vel a utiliza&ccedil;&atilde;o do DHS com placa de estabiliza&ccedil;&atilde;o do trocanter.</p>
    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>No que se refere &agrave; t&eacute;cnica cir&uacute;rgica encontr&aacute;mos como causas de fal&ecirc;ncia: a) a n&atilde;o obten&ccedil;&atilde;o de uma redu&ccedil;&atilde;o est&aacute;vel (padr&atilde;o de fratura inst&aacute;vel) ou perda da redu&ccedil;&atilde;o durante a inser&ccedil;&atilde;o do parafuso; achado coincidente com os de Dean[3] Baumgaertner[6] e Kyle[8]; b) coloca&ccedil;&atilde;o exc&ecirc;ntrica do parafuso no colo e cabe&ccedil;a do f&eacute;mur (as posi&ccedil;&otilde;es anterior e superior est&atilde;o associadas a maior taxa de cut-out), tal como j&aacute; descrito no trabalho de Nordin et al[7]; c) tip apex distance (TAD) grandes (superiores a 20 mm); Baumgaertner et al introduziram o conceito de TAD: a soma das dist&acirc;ncias da ponta do parafuso ao osso subcondral do &aacute;pice da cabe&ccedil;a do f&eacute;mur nos planos AP e perfil[6].</p>
    <p>Desenvolvimentos recentes t&ecirc;m vindo a melhorar o tratamento das fraturas&nbsp; transtrocant&eacute;ricas do f&eacute;mur com sistemas de placa com parafuso deslizante. As placas de compress&atilde;o percut&acirc;neas (PCCP) s&atilde;o implantes para cirurgia minimamente invasiva com resultados em termos de estabilidade e consolida&ccedil;&atilde;o sobrepon&iacute;veis aos DHS e com vantagens&nbsp; no que se refere a perdas de sangue, cicatriza&ccedil;&atilde;o de tecidos moles e tempo cir&uacute;rgico[20]. Estudos biomec&acirc;nicos[21] mostraram que a utiliza&ccedil;&atilde;o de placas com parafusos locking de &acirc;ngulo fixo reduz o risco de fal&ecirc;ncia de DHS. Estes implantes s&atilde;o particularmente &uacute;teis em pacientes com osso osteopor&oacute;tico e em padr&otilde;es de fratura mais inst&aacute;veis.</p></font>    <p>&nbsp;</p>    <p><b><font face="Verdana" size="2">CONCLUSÃO</font></b></p><font face="verdana" size="2">    <p>A osteoss&iacute;ntese com DHS &eacute; um m&eacute;todo eficaz para as fraturas transtrocant&eacute;ricas do f&eacute;mur est&aacute;veis, permitindo mobiliza&ccedil;&atilde;o e carga precoces.</p>
    <p>As principais raz&otilde;es de fal&ecirc;ncia de material s&atilde;o a m&aacute; decis&atilde;o terap&ecirc;utica, com utiliza&ccedil;&atilde;o de DHS em fraturas inst&aacute;veis, a n&atilde;o obten&ccedil;&atilde;o de uma redu&ccedil;&atilde;o anat&oacute;mica e est&aacute;vel e a coloca&ccedil;&atilde;o deficiente do parafuso, exc&ecirc;ntrico para superior e/ou anterior.</p>
    <p>A idade do paciente e consequente qualidade &oacute;ssea tamb&eacute;m s&atilde;o fatores a ter em conta na escolha do implante a utilizar.</p></font>    <p>&nbsp;</p>    <p><b><font face="Verdana" size="2">REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS</font></b></p>    <!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">1. Ruedi T, Buckley R, Moran C. AO Principles of Frature Management. 2ª. Switzerland: AO Publishing; 2007.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000092&pid=S1646-2122201200010000800001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>    <!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">2. DHS/DCS - Sistema standard - Técnica Cirúrgica. Synthes;    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000094&pid=S1646-2122201200010000800002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>    <!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">3. Dean G, Lorich MD, Geller MD. Osteoporotic pertrochanteric hip fratures: management and current controversies. J Bone Joint Surg. 2004; 86A: 398-410</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000096&pid=S1646-2122201200010000800003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">4. Kim WY, Han CH, Park JI, Kim JY. Failure of intertrochanteric frature fixation with a dynamic hip screw in relation to preoperative frature stability and osteoporosis. Int Orthop. 2001; 25 (6): 360-362</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000097&pid=S1646-2122201200010000800004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">5. Rha JD, Kim YH, Yoon SI. Factors affecting sliding of the lag screw in intertrochanteric fratures. Int Orthop. 1993; 17 (5): 320-324</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000098&pid=S1646-2122201200010000800005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">6. Baumgaertner MR, Curtin SL, Lindskog DM. The value of the tip apex distance in predicting failure of fixation in peritrochanteric fratures of the hip. J Bone Joint Surg. 1995; 77A: 1058-1064</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000099&pid=S1646-2122201200010000800006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">7. Nordin S, Zulkifli O, Faisham WI. Mechanical failure of dynamic hip screw (DHS) fixation in intertrochanteric frature of the femur. Med J Malaysia. 2001; 56D: 12-17</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000100&pid=S1646-2122201200010000800007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">8. Nordin S, Zulkifli O, Faisham WI, Kyle RF, Gustilo RB, Premer RF. Analysis of six hundred and twenty-two intertrochanteric hip fratures. J Bone Joint Surg . 1979; 61 (2): 216-221</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000101&pid=S1646-2122201200010000800008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">9. Laohapoonrungsee A, Arpornchayanon O, Phornputkul C. Two-hole side plate DHS in the treatment of intertrochanteric frature: results and complications. Injury. 2005; 36 (11): 1355-1360</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000102&pid=S1646-2122201200010000800009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">10. McLoughlin SW, Wheeler DL, Rider J, Bolhofner B. Biomechanical evaluation of the dynamic hip screw with two- and four-hole side plates. J Orthop Trauma. 2000; 14 (5): 318-323</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000103&pid=S1646-2122201200010000800010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">11. Jacobs RR, McClain O, Armstrong HJ. Internal fixation of intertrochanteric hip fratures: a clinical and biomechanical study. Clin Orthop. 1980; 146: 62-70</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000104&pid=S1646-2122201200010000800011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">12. Baixauli F, Vincent V, Baixauli E. A reinforced rigid fixator device for unstable intertrochanteric fratures. Clin Orthop. 1999; 361: 205-215</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000105&pid=S1646-2122201200010000800012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">13. Haynes RC, Poll RG, Miles AW, Weston RB. An experimental study of the failure modes of the Gamma Locking Nail and AO dynamic hip screw under static loading: a cadaveric study. Injury. 1997; 28 (5): 337-341</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000106&pid=S1646-2122201200010000800013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">14. Flahiff CM, Nelson CL, Gruenwald JM, Hollis JM. A biomechanical evaluation of an intramedullary fixation device for interthochanteric fratures. J trauma. 1993; 35 (1): 23-27</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000107&pid=S1646-2122201200010000800014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">15. Halder SC. The Gamma nail for peritrochanteric fratures. J Bone Joint Surgery. 1992; 74B: 340-344</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000108&pid=S1646-2122201200010000800015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">16. Leung KS, So WS, Shen WY. Gamma nails and dynamic hip screws for pertrochanteric fratures: a randomized prospective study in elderly patients. J Bone Joint Surgey Br. 1992; 74 (3): 345-351</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000109&pid=S1646-2122201200010000800016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">17. Bridle SH, Patel AD, Bircher M. Fixation of intertrochanteric fratures of the femur: a randomized prospective comparison of the gamma nail and the dynamic hip screw. J Bone Joint Surg. 1991; 73B: 330-334</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000110&pid=S1646-2122201200010000800017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">18. Radford PJ, Needoff M, Webb JK. A prospective randomized comparison of the dynamic hip screw and the gamma locking nail. J Bone Joint Surg. 1993; 75B: 789-793</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000111&pid=S1646-2122201200010000800018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">19. Butt MS, Krikler SJ, Nafie S, Ali MS.  Comparison of dynamic hip screw and gamma nail: a prospective, randomized, controlled trial. Injury. 1995; 26 (9): 615-618</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000112&pid=S1646-2122201200010000800019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">20. Brandt SE, Lefever S, Janzing HM, Broos PL. Percutaneous compression plating (PCCP) versus the dynamic hip screw for pertrochanteric hip fratures: preliminary results. Injury. 2002; 33 (5): 413-418</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000113&pid=S1646-2122201200010000800020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">21. Jewell DP, Gheduzzi S, Mitchell MS, Miles AW. Locking plates increase the strength of dynamic hip screws. Injury. 2008; 39 (2): 209-212</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000114&pid=S1646-2122201200010000800021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>&nbsp;</p>    <p><b><font face="Verdana" size="2">Conflito de interesse: </font></b></p><font face="verdana" size="2">    <p>Nada a declarar.</p></font>    <p>&nbsp;</p><a name="c"></a>    <p><b><font face="Verdana" size="2"><a href="#topc">Endereço para correspondência</a></font></b></p>    <p><font face="Verdana" size="2">Luís Pinheiro    <br>Serviço de Ortopedia    <br>Hospital do Divino Espírito Santo    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>Avenida D. Manuel I    <br>9500 Ponta Delgada    <br>Açores    <br>Portugal    <br><a href="mailto:lppfp@hotmail.com">lppfp@hotmail.com</a></font></p>    <p>&nbsp;</p>    <p><font face="verdana" size="2"><b>Data de Aceitação: </b> 2011-07-28</font></p>     ]]></body><back>
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