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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Importância da ecografia no rastreio e diagnóstico precoce da displasia do desenvolvimento da anca]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Aim: Early diagnosis of Developmental Dysplasia of the Hip (DDH) is essential to initiate appropriate treatment and improve the long-term outcomes. We sought to gather and synthesize the more recent published evidence regarding the utility of ultrasonography in the screening and early diagnosis of DDH. Sources of data: The MEDLINE database was searched for articles published on the use of ultrasonography in DDH, over the last 11 years, with MeSH terms “congenital hip dislocation” and “ultrasonography”. The reference lists of all trials and reviews selected were manually searched for further articles. A total of 89 articles (randomized controlled trials, clinical trials, practice guidelines, meta-analysis and systematic reviews) were included in this review. Summary of data: The benefits and harms of newborn ultrasound screening for DDH are not clearly understood. The optimal screening method and its effectiveness still need to be established although it seems essential that screening tests are performed by trained and competent examiners. Several observational studies demonstrate that both selective and universal ultrasound screening reduce the number of late DDH and the need for surgery. Conclusions: Screening with clinical examination or ultrasonography can identify newborns at increased risk for DDH, but because the high rate of spontaneous resolution of neonatal hip instability and dysplasia and the lack of evidence of the effectiveness of intervention on functional outcomes, the net benefits of screening are not clear. There is a need for high quality studies and randomized trials to assess the effectiveness and safety of neonatal screening and early treatment.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><b><font face="Verdana" size="2">ARTIGO DE REVISÃO</font></b></p>    <p>&nbsp;</p>    <p><b><font face="Verdana" size="4">Importância da ecografia no rastreio e diagnóstico precoce da displasia do desenvolvimento da anca</font></b></p>    <p>&nbsp;</p>    <p><font face="Verdana" size="2"><b>Carlos Silva<sup>I</sup></b>; <b>Gilberto Costa<sup>I</sup></b></font></p>    <p><font face="Verdana" size="2">I. Faculdade de Medicina da Universidade do Porto. Porto. Portugal.<br /></font></p>    <p>&nbsp;</p>    <p><font face="Verdana" size="2"><a name="topc"></a><a href="#c">Endereço para correspondência</a></font></p>    <p>&nbsp;</p>    <p><b><font face="Verdana" size="2">RESUMO</font></b></p><font face="verdana" size="2">    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Objetivo: O diagn&oacute;stico precoce da Displasia do Desenvolvimento da Anca (DDA) &eacute; fundamental para se iniciar um tratamento adequado, reduzindo a incid&ecirc;ncia de complica&ccedil;&otilde;es a longo prazo. Esta revis&atilde;o pretende reunir e sintetizar a informa&ccedil;&atilde;o mais recentemente publicada acerca da utilidade da ecografia no rastreio e diagn&oacute;stico precoce da DDA.<br />Fontes dos dados: Efetuou-se uma pesquisa na base de dados MEDLINE com os termos MeSH &ldquo;congenital hip dislocation&rdquo; e &ldquo;ultrasonography&rdquo;, limitada a artigos publicados nos &uacute;ltimos 11 anos (2000-2011). As listas bibliogr&aacute;ficas de todos os estudos e revis&otilde;es selecionadas foram manualmente revistas. 89 artigos, incluindo estudos randomizados, ensaios cl&iacute;nicos, Guidelines Internacionais, meta-an&aacute;lises e revis&otilde;es sistem&aacute;ticas, foram inclu&iacute;dos.<br />S&iacute;ntese dos dados: Os riscos e benef&iacute;cios do rastreio ecogr&aacute;fico da DDA n&atilde;o foram ainda claramente estabelecidos. O m&eacute;todo de rastreio &oacute;timo e a sua efetividade permanecem incertos, embora se considere essencial que, independentemente do m&eacute;todo usado, o rastreio seja feito por profissionais experientes. Estudos observacionais demonstram que o rastreio ecogr&aacute;fico (seletivo ou universal) reduz o n&uacute;mero de casos tardiamente diagnosticados e a necessidade de tratamento cir&uacute;rgico.<br />Conclus&otilde;es: O rastreio cl&iacute;nico e/ ou ecogr&aacute;fico identificam crian&ccedil;as com risco elevado de desenvolver DDA. Contudo, face &agrave;s elevadas taxas de resolu&ccedil;&atilde;o espont&acirc;nea da displasia e instabilidade neonatal da anca e &agrave; escassez de evid&ecirc;ncia acerca da influ&ecirc;ncia do tratamento atempado nos outcomes funcionais, o saldo final do rastreio n&atilde;o &eacute; totalmente conhecido. Permanece not&oacute;ria a necessidade de estudos randomizados para avaliar a efetividade e verdadeiro contributo do rastreio neonatal e tratamento precoce da DDA.</p></font>    <p><font face="verdana" size="2"><b>Palavras chave</b>: Ortopedia, anca, displasia do desenvolvimento da anca, luxação congénita da anca, ecografia, rastreio, diagnóstico. </font></p>    <p>&nbsp;</p>    <p><b><font face="Verdana" size="2">ABSTRACT</font></b></p><font face="verdana" size="2">    <p>Aim: Early diagnosis of Developmental Dysplasia of the Hip (DDH) is essential to initiate appropriate treatment and improve the long-term outcomes. We sought to gather and synthesize the more recent published evidence regarding the utility of ultrasonography in the screening and early diagnosis of DDH.<br />Sources of data: The MEDLINE database was searched for articles published on the use of ultrasonography in DDH, over the last 11 years, with MeSH terms &ldquo;congenital hip dislocation&rdquo; and &ldquo;ultrasonography&rdquo;. The reference lists of all trials and reviews selected were manually searched for further articles. A total of 89 articles (randomized controlled trials, clinical trials, practice guidelines, meta-analysis and systematic reviews) were included in this review.<br />Summary of data: The benefits and harms of newborn ultrasound screening for DDH are not clearly understood. The optimal screening method and its effectiveness still need to be established although it seems essential that screening tests are performed by trained and competent examiners. Several observational studies demonstrate that both selective and universal ultrasound screening reduce the number of late DDH and the need for surgery.<br />Conclusions: Screening with clinical examination or ultrasonography can identify newborns at increased risk for DDH, but because the high rate of spontaneous resolution of neonatal hip instability and dysplasia and the lack of evidence of the effectiveness of intervention on functional outcomes, the net benefits of screening are not clear. There is a need for high quality studies and randomized trials to assess the effectiveness and safety of neonatal screening and early treatment.</p></font>    <p><font face="verdana" size="2"><b>Key words</b>: Orthopedics, hip, developmental dysplasia of the hip, congenital hip dislocation, ultrasonography, screening, diagnosis. </font></p>    <p>&nbsp;</p>    <p><b><font face="Verdana" size="2">INTRODUÇÃO</font></b></p><font face="verdana" size="2">    <p>A Displasia do Desenvolvimento da Anca (DDA) abrange um espetro de anomalias anat&oacute;micas da articula&ccedil;&atilde;o coxo-femoral consequentes de um desvio no seu normal desenvolvimento durante o per&iacute;odo embrion&aacute;rio, fetal ou infantil. Apesar de a maioria das crian&ccedil;as afetadas evoluir para uma resolu&ccedil;&atilde;o espont&acirc;nea durante os primeiros meses de vida, o diagn&oacute;stico precoce desta patologia &eacute; fundamental para a institui&ccedil;&atilde;o de um tratamento adequado, cujo sucesso depende da idade em que &eacute; iniciado, e redu&ccedil;&atilde;o da incid&ecirc;ncia de complica&ccedil;&otilde;es a longo prazo[1-3]. A melhor estrat&eacute;gia para o rastreio neonatal da DDA permanece controversa, sendo alvo de intenso debate internacional. A discuss&atilde;o geralmente compara o rastreio cl&iacute;nico, centrado nas manobras de Ortolani e Barlow, ao rastreio ecogr&aacute;fico[2,&nbsp;4-6].&nbsp;<br />Historicamente, a radiografia p&eacute;lvica antero-posterior era usada na avalia&ccedil;&atilde;o da anca na crian&ccedil;a. Contudo, durante os primeiros 4-5 meses de vida, o seu valor &eacute; limitado devido &agrave; composi&ccedil;&atilde;o predominantemente cartilag&iacute;nea da articula&ccedil;&atilde;o coxo-femoral. A ecografia possibilita a avalia&ccedil;&atilde;o, de forma n&atilde;o invasiva, da morfologia e estabilidade da anca durante este per&iacute;odo, e o seu uso tem sido promovido com o intuito de melhorar a acuidade diagn&oacute;stica da DDA[7, 8]. Todavia, para al&eacute;m das quest&otilde;es econ&oacute;micas, a possibilidade de sobrediagn&oacute;stico e consequente sobretratamento que podem decorrer do uso da ecografia s&atilde;o desvantagens que muitas vezes limitam a sua aplica&ccedil;&atilde;o[9].<br />Os moldes em que a ecografia deve ser aplicada no rastreio e diagn&oacute;stico precoce da DDA continuam por esclarecer: em alguns pa&iacute;ses europeus (nomeadamente, Alemanha, &Aacute;ustria e Su&iacute;&ccedil;a), todas as crian&ccedil;as s&atilde;o rastreadas ecograficamente durante o per&iacute;odo neonatal, enquanto nos Estados Unidos e em v&aacute;rios centros do Reino Unido &eacute; adotado um m&eacute;todo seletivo, em que apenas as crian&ccedil;as com forte suspei&ccedil;&atilde;o de DDA s&atilde;o avaliadas ecograficamente[6, 10]. O objetivo desta revis&atilde;o &eacute; reunir e sintetizar a informa&ccedil;&atilde;o mais recentemente publicada acerca do contributo da ecografia no rastreio e diagn&oacute;stico precoce da DDA e da estrat&eacute;gia a adotar para otimizar a sua utiliza&ccedil;&atilde;o.</p></font>    <p>&nbsp;</p>    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b><font face="Verdana" size="2">MÉTODOS</font></b></p><font face="verdana" size="2">    <p>Efetuou-se uma pesquisa na base de dados MEDLINE (PubMed) com os termos MeSH &ldquo;congenital hip dislocation&rdquo; e &ldquo;ultrasonography&rdquo;, limitada a artigos escritos em Portugu&ecirc;s ou Ingl&ecirc;s, referentes a investiga&ccedil;&atilde;o realizada em humanos e publicados entre janeiro de 2000 e dezembro de 2011. Desta busca resultaram 149 artigos, 16 dos quais foram rejeitados por n&atilde;o estar dispon&iacute;vel o seu abstract. Ap&oacute;s leitura dos 133 t&iacute;tulos e abstracts restantes, exclu&iacute;ram-se 81 artigos de acordo com os crit&eacute;rios de exclus&atilde;o: abordagem restrita a casos de DDA associados a outros dist&uacute;rbios neuromusculares em idade pedi&aacute;trica; caracteriza&ccedil;&atilde;o do perfil ecogr&aacute;fico das ancas em subpopula&ccedil;&otilde;es espec&iacute;ficas; uso exclusivo da ecografia na monitoriza&ccedil;&atilde;o e avalia&ccedil;&atilde;o dos resultados terap&ecirc;uticos; estudo dos preditores ecogr&aacute;ficos do sucesso terap&ecirc;utico; indisponibilidade do texto integral. As listas bibliogr&aacute;ficas de todos os estudos e revis&otilde;es inclu&iacute;das foram manualmente revistas e 37 artigos foram adicionados aos 52 previamente selecionados.</p></font>    <p>&nbsp;</p>    <p><b><font face="Verdana" size="2">DEFINIÇÃO</font></b></p><font face="verdana" size="2">    <p>Displasia do Desenvolvimento da Anca substituiu a tradicional designa&ccedil;&atilde;o de Luxa&ccedil;&atilde;o Cong&eacute;nita da Anca, ap&oacute;s reconhecer-se que muitos rec&eacute;m-nascidos com exame da anca normal desenvolviam doen&ccedil;a da anca durante o primeiro ano de vida[11, 12]. DDA &eacute; atualmente o termo usado para descrever um espetro de anomalias anat&oacute;micas nas quais existe uma rela&ccedil;&atilde;o anormal entre a cabe&ccedil;a femoral e o acet&aacute;bulo[13]. Este espetro inclui: ancas inst&aacute;veis (sublux&aacute;veis ou lux&aacute;veis por manipula&ccedil;&atilde;o); ancas subluxadas (desloca&ccedil;&atilde;o incompleta com contato parcial entre a cabe&ccedil;a femoral e o acet&aacute;bulo); ancas deslocadas ou luxadas; e ainda, displasia ou malforma&ccedil;&atilde;o acetabular (qualquer altera&ccedil;&atilde;o no desenvolvimento do f&eacute;mur e/ ou acet&aacute;bulo)[14, 15].</p></font>    <p>&nbsp;</p>    <p><b><font face="Verdana" size="2">EPIDEMIOLOGIA</font></b></p><font face="verdana" size="2">    <p>A DDA &eacute; a anomalia cong&eacute;nita do aparelho m&uacute;sculo-esquel&eacute;tico mais frequente na crian&ccedil;a[16]. A sua verdadeira incid&ecirc;ncia pode apenas estimar-se, dado que n&atilde;o existe um m&eacute;todo gold standard de diagn&oacute;stico e aqueles que est&atilde;o dispon&iacute;veis podem levar a resultados falsos positivos ou negativos[12, 17, 18]. A maioria dos pa&iacute;ses desenvolvidos apresenta incid&ecirc;ncias de 1,5 a 20 casos de DDA por cada 1000 nascimentos, dependendo, em parte, do m&eacute;todo de diagn&oacute;stico utilizado[3, 16, &nbsp;19-25]. Ortiz-Neira[26], a partir dos 31 estudos inclu&iacute;dos na sua meta-an&aacute;lise, registou uma preval&ecirc;ncia de 1,9% em crian&ccedil;as com idade inferior a 6 meses. <br />A anca esquerda &eacute; mais frequentemente afetada[5, 26, 27], provavelmente devido &agrave; posi&ccedil;&atilde;o anterior occipital esquerda que a maioria dos rec&eacute;m-nascidos adota durante a vida intrauterina[28]. Nesta posi&ccedil;&atilde;o a anca esquerda encontra-se posteriormente contra a coluna vertebral da m&atilde;e, limitando potencialmente a abdu&ccedil;&atilde;o[28, 29]. Em cerca de 20% dos casos a DDA apresenta-se bilateralmente[16].</p></font>    <p>&nbsp;</p>    <p><b><font face="Verdana" size="2">ETIOLOGIA</font></b></p><font face="verdana" size="2">    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>A etiologia exata da DDA n&atilde;o &eacute; conhecida. Fatores ambientais e gen&eacute;ticos parecem atuar como influ&ecirc;ncias externas e internas, respetivamente[11, 28]. O posicionamento do feto in &uacute;tero e da crian&ccedil;a durante a inf&acirc;ncia, apresenta&ccedil;&atilde;o p&eacute;lvica ao nascimento, oligohidr&acirc;mnios, gesta&ccedil;&otilde;es m&uacute;ltiplas, macrossomia e uso de vestu&aacute;rio apertado/ &ldquo;enfaixamento&rdquo; s&atilde;o os fatores externos mais importantes[20, 28]. A presen&ccedil;a de um acet&aacute;bulo raso e acentuada frouxid&atilde;o do tecido conetivo capsular, com resist&ecirc;ncia diminu&iacute;da da anca &agrave; luxa&ccedil;&atilde;o, s&atilde;o reconhecidas influ&ecirc;ncias internas[13]. O contributo gen&eacute;tico &eacute; provavelmente o fator mais importante, sugerindo uma elevada heritabilidade consistente com uma forte suscetibilidade gen&eacute;tica para o in&iacute;cio da doen&ccedil;a, mas n&atilde;o necessariamente para a sua progress&atilde;o ou severidade[11, 13].</p></font>    <p>&nbsp;</p>    <p><b><font face="Verdana" size="2">APRESENTAÇÃO CLÍNICA E DIAGNÓSTICO</font></b></p>    <p><b><font face="Verdana" size="2"> Anamnese e Fatores de Risco</font></b></p><font face="verdana" size="2">    <p>Na maioria dos casos de DDA n&atilde;o s&atilde;o identific&aacute;veis fatores de risco[30, 31], verificando-se a presen&ccedil;a de um ou mais fatores de risco em apenas cerca de 30% das crian&ccedil;as afetadas[4, 19]. O g&eacute;nero feminino, apresenta&ccedil;&atilde;o p&eacute;lvica ao nascimento e hist&oacute;ria familiar (DDA confirmada em um familiar em primeiro grau ou em mais que um familiar afastado) s&atilde;o os fatores mais consistentemente associados ao diagn&oacute;stico de DDA[1, 19, 20, 26,&nbsp;32-35]. Deformidades cong&eacute;nitas do p&eacute; (em especial, o p&eacute; calcaneovalgo), ra&ccedil;a caucasiana, primiparidade, oligohidr&acirc;mnios, torcicolo cong&eacute;nito e prematuridade relacionam-se tamb&eacute;m, embora menos solidamente, ao desenvolvimento da doen&ccedil;a[5, 19, 26, 32, 36, 37].<br />Apenas uma em cada 75 crian&ccedil;as com fatores de risco apresenta DDA [4].&nbsp;Assim, um exame f&iacute;sico minucioso deve sempre complementar a respetiva anamnese [31].</p></font>    <p><b><font face="Verdana" size="2">Exame Físico</font></b></p><font face="verdana" size="2">    <p>O exame cl&iacute;nico da crian&ccedil;a, dirigido ao diagn&oacute;stico de DDA, centra-se sobretudo na realiza&ccedil;&atilde;o das manobras de Ortolani e Barlow, introduzidas no rastreio neonatal desta patologia por Von Rosen[38] e Barlow[39], respetivamente.<br />A manobra de Ortolani tem como objetivo reposicionar uma cabe&ccedil;a femoral luxada. Na posi&ccedil;&atilde;o supina e com a pelve estabilizada, a anca &eacute; fletida a 90&ordm; e suavemente abduzida enquanto os dedos indicador e m&eacute;dio do examinador seguram o grande troc&acirc;nter e o polegar apoia na face interna da coxa[8]. Num teste positivo, &eacute; sentida a cabe&ccedil;a femoral a reposicionar-se no acet&aacute;bulo[12, 15]. Na manobra de Barlow, experimenta provocar-se a luxa&ccedil;&atilde;o/ subluxa&ccedil;&atilde;o de uma anca inst&aacute;vel: com a anca aduzida e fletida a 90&ordm;, o examinador segura distalmente a coxa e empurra-a no sentido posterior. O teste &eacute; positivo quando a cabe&ccedil;a femoral desliza posteriormente[1, 2]. <br />A reprodutibilidade das manobras de Ortolani e Barlow depende da elasticidade capsular e ligamentosa da articula&ccedil;&atilde;o coxo-femoral[8]. O desenvolvimento do t&oacute;nus muscular e diminui&ccedil;&atilde;o da lassid&atilde;o capsular, por volta do 2&ordm;-3&ordm; meses de vida, tornam estes testes &uacute;teis apenas em crian&ccedil;as com menos de 12 semanas de idade[15]. &ldquo;Clicks&rdquo; agudos s&atilde;o muitas vezes palp&aacute;veis ou aud&iacute;veis durante o exame da anca e resultam do atrito entre tecidos moles e as proemin&ecirc;ncias &oacute;sseas[8, 13]. Estes &ldquo;clicks&rdquo;, benignos, desaparecem com o decorrer do tempo e devem distinguir-se dos &ldquo;clunks&rdquo; produzidos durante a manobra de Ortolani, quando a cabe&ccedil;a femoral &eacute; reduzida, ou durante a luxa&ccedil;&atilde;o/ subluxa&ccedil;&atilde;o sentida durante o teste de Barlow[1, 2]. Distinguir uma verdadeira luxa&ccedil;&atilde;o ou subluxa&ccedil;&atilde;o dos &ldquo;clicks&rdquo; benignos requer pr&aacute;tica e experi&ecirc;ncia, pelo que ambos os testes exibem um elevado grau de depend&ecirc;ncia do examinador[13]. <br />Ap&oacute;s os 3 meses de idade, a limita&ccedil;&atilde;o da abdu&ccedil;&atilde;o (provavelmente secund&aacute;ria &agrave; contratura dos m&uacute;sculos adutores) &eacute; um sinal cl&iacute;nico importante associado &agrave; patologia, especialmente se unilateral, da anca[1, 6, 29]. Ambas as ancas devem avaliar-se simultaneamente e, com as coxas e joelhos fletidos, a maioria das crian&ccedil;as consegue uma abdu&ccedil;&atilde;o completa. O movimento assim&eacute;trico deve alertar o examinador para um potencial problema[11-13, 15].<br />O encurtamento da coxa, um sinal sugestivo de DDA, pode identificar-se pelo teste de Galleazzi[11, 12, 15]. Na crian&ccedil;a, em dec&uacute;bito dorsal e com as ancas e joelhos fletidos a 90&ordm;, a altura de cada joelho &eacute; comparada[8, 13]. Um aparente encurtamento femoral unilateral pode significar luxa&ccedil;&atilde;o da anca ou, mais raramente, anomalias do f&eacute;mur[8, 13]. Resultados falsos negativos ocorrem na presen&ccedil;a de patologia bilateral ou quando a p&eacute;lvis n&atilde;o est&aacute; nivelada devido &agrave; presen&ccedil;a da fralda[11].<br />Embora n&atilde;o existam sinais patognom&oacute;nicos, podem ainda fazer suspeitar de DDA os seguintes achados: discrep&acirc;ncia no comprimento dos membros inferiores; achatamento da n&aacute;dega ipsilateral e assimetria das pregas cut&acirc;neas inguinais e nadegueiras[11, 13, 29]. Contudo, nenhum destes sinais &eacute; particularmente sens&iacute;vel ou espec&iacute;fico[16]. A assimetria das pregas inguinais, por exemplo, est&aacute; presente em 25% das crian&ccedil;as sem patologia, tornando-se assim, quando isolada, um achado cl&iacute;nico pouco importante[10, 40].<br />Em crian&ccedil;as mais velhas, o diagn&oacute;stico cl&iacute;nico de DDA &eacute; frequentemente mais simples[11]. Ap&oacute;s o in&iacute;cio da marcha, os sinais f&iacute;sicos tornam-se mais &oacute;bvios: h&aacute; um t&iacute;pico coxear indolor e a crian&ccedil;a vulgarmente anda em bicos de p&eacute;s no lado afetado[29, 41]. N&atilde;o &eacute; comum observar-se um atraso na idade de in&iacute;cio da marcha[6, 11], embora cerca de 20% das crian&ccedil;as afetadas n&atilde;o a inicie antes dos 18 meses, em contraponto aos 5% estimados para a popula&ccedil;&atilde;o normal[41].<br />Inversamente ao que ocorre com as ancas inst&aacute;veis ou luxadas/ subluxadas, nos casos de displasia acetabular os sinais f&iacute;sicos anormais podem estar ausentes, tornando o seu diagn&oacute;stico mais delicado. O &uacute;nico sinal pode ser um desconforto com a movimenta&ccedil;&atilde;o extrema, particularmente a abdu&ccedil;&atilde;o e rota&ccedil;&atilde;o interna. O adolescente pode claudicar e/ ou queixar-se de dor ou desconforto ap&oacute;s a marcha[10, 40, 41].</p></font>    <p><b><font face="Verdana" size="2">Radiografia</font></b></p><font face="verdana" size="2">    <p>Na inf&acirc;ncia precoce, o acet&aacute;bulo predominantemente cartilag&iacute;neo e a cabe&ccedil;a femoral n&atilde;o ossificada fazem da radiografia um m&eacute;todo imagiol&oacute;gico pouco sens&iacute;vel e com resultados insatisfat&oacute;rios[42]. Ap&oacute;s os 4-5 meses de idade, com o desenvolvimento &oacute;sseo, a radiografia p&eacute;lvica antero-posterior apresenta a DDA como um atraso na ossifica&ccedil;&atilde;o do acet&aacute;bulo ou como uma displasia com ou sem luxa&ccedil;&atilde;o/ subluxa&ccedil;&atilde;o da cabe&ccedil;a femoral[1, 32]. Uma posi&ccedil;&atilde;o estandardizada, para obten&ccedil;&atilde;o de imagens exatas e reproduz&iacute;veis, &eacute; crucial para um diagn&oacute;stico correto[11].<br />Medi&ccedil;&otilde;es a partir de linhas projetadas na radiografia antero-posterior ajudam a caracterizar a rela&ccedil;&atilde;o entre a cabe&ccedil;a femoral e o acet&aacute;bulo[15]. A linha de Hilgenreiner, uma linha que interseta ambas as cartilagens trirradiadas, e a linha de Perkins, tra&ccedil;ada ao longo da margem lateral do acet&aacute;bulo e perpendicular &agrave; linha de Hilgenreiner, dividem a anca em quadrantes[42]. O n&uacute;cleo de ossifica&ccedil;&atilde;o da cabe&ccedil;a femoral, quando presente, deve localizar-se no quadrante inferior-medial. Nas ancas displ&aacute;sicas ou luxadas o n&uacute;cleo de ossifica&ccedil;&atilde;o localiza-se, em geral, no quadrante superior-lateral[11] (<a name="topf1"></a><a href="#f1">Figura 1</a>). <br />    <p>&nbsp;</p><a name="f1"></a>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>    <center><img src="/img/revistas/rpot/v21n2/21n2a02f1.jpg" width="284" height="204" border="0" /></center></p>    
<p>&nbsp;</p>O &iacute;ndice acetabular, uma medida da &ldquo;profundidade&rdquo; do acet&aacute;bulo, representa o &acirc;ngulo formado entre a linha de Hilgenreiner e uma linha tra&ccedil;ada entre as margens s&uacute;pero-lateral e infero-medial do acet&aacute;bulo[6]. Este &acirc;ngulo diminui gradualmente com a idade em consequ&ecirc;ncia do modelamento do acet&aacute;bulo pela cabe&ccedil;a femoral e da matura&ccedil;&atilde;o e desenvolvimento &oacute;sseo ao longo do bordo s&uacute;pero-lateral do acet&aacute;bulo. Nas primeiras semanas de vida, as ancas displ&aacute;sicas apresentam geralmente um &acirc;ngulo &gt;30&ordm;[43]. <br />Numa anca n&atilde;o patol&oacute;gica, a linha de Shenton representa um arco cont&iacute;nuo de liga&ccedil;&atilde;o entre a met&aacute;fise femoral medial e o bordo inferior do ramo superior do p&uacute;bis. A desarticula&ccedil;&atilde;o da cabe&ccedil;a femoral com o acet&aacute;bulo e a interrup&ccedil;&atilde;o da linha de Shenton sugerem DDA[15].</p></font>    <p><b><font face="Verdana" size="2">Ultrassonografia (US)</font></b></p><font face="verdana" size="2">    <p>A capacidade do exame ecogr&aacute;fico demonstrar anomalias n&atilde;o detetadas cl&iacute;nica ou radiograficamente tem sido bem estabelecida[44]. A sua aptid&atilde;o para visualizar os componentes predominantemente cartilag&iacute;neos da anca nos primeiros 4-5 meses de vida[11] torna-a um m&eacute;todo particularmente &uacute;til durante esse per&iacute;odo, revelando-se mais sens&iacute;vel que a radiografia nas crian&ccedil;as at&eacute; aos 4-6 meses de idade[10, 13]. Habitualmente, a partir dos 12 meses, a cabe&ccedil;a femoral j&aacute; suficientemente ossificada impede uma boa representa&ccedil;&atilde;o ecogr&aacute;fica do acet&aacute;bulo[45]. Para al&eacute;m do contributo no diagn&oacute;stico, a US &eacute; tamb&eacute;m recomendada na monitoriza&ccedil;&atilde;o das crian&ccedil;as com DDA tratadas conservadoramente[15, 28, 45]. <br />Um estudo prospetivo[21] mostrou que a indica&ccedil;&atilde;o para tratamento conservador em crian&ccedil;as com idade superior a 3 meses n&atilde;o deve basear-se exclusivamente em achados ecogr&aacute;ficos. Atendendo &agrave; diminui&ccedil;&atilde;o no n&uacute;mero de casos desnecessariamente tratados, os autores defendem que, a partir desta idade, devem ser avaliadas radiograficamente todas as suspeitas de DDA.</p></font>    <p>&nbsp;</p>    <p><b><font face="Verdana" size="2">OPÇÕES TERAPÊUTICAS</font></b></p><font face="verdana" size="2">    <p>Resultados anormais na avalia&ccedil;&atilde;o da anca devem ser identificados e corrigidos prontamente, dado que a janela de oportunidade para iniciar um tratamento efetivo &eacute; estreita[11]. O objetivo prim&aacute;rio do tratamento &eacute; conseguir uma redu&ccedil;&atilde;o conc&ecirc;ntrica e est&aacute;vel da anca que permita o desenvolvimento normal da articula&ccedil;&atilde;o[10, 41]. A maioria das ancas inst&aacute;veis, havendo alinhamento entre a cabe&ccedil;a femoral e o centro do acet&aacute;bulo, apresentam uma tend&ecirc;ncia para estabilizar espontaneamente por volta das 2-6 semanas de idade[34, 41, 46]. As ancas que permanecem luxadas ou patologicamente inst&aacute;veis, a maioria das quais apresenta displasia ecogr&aacute;fica, necessitam de tratamento imediato[11, 40]. A estrat&eacute;gia terap&ecirc;utica e sua dura&ccedil;&atilde;o dependem da idade da crian&ccedil;a e da severidade da DDA[41, 47].<br />A armadura de Pavlik, uma ort&oacute;tese din&acirc;mica que impede a extens&atilde;o e adu&ccedil;&atilde;o da anca, constitui o tratamento de elei&ccedil;&atilde;o para a DDA em crian&ccedil;as com menos de 6 meses de idade[13, 47]. At&eacute; aos 6 meses, a imobiliza&ccedil;&atilde;o com talas de abdu&ccedil;&atilde;o est&aacute;ticas pode tamb&eacute;m ser utilizada para se conseguir e manter a redu&ccedil;&atilde;o da anca[10, 11]. A ort&oacute;tese deve permanecer sempre colocada, permitindo o estiramento dos ligamentos capsulares e dos m&uacute;sculos adutores que estavam contra&iacute;dos, havendo a possibilidade de a ajustar &agrave; medida que a crian&ccedil;a cresce e a anca estabiliza [8, 10, 11]. A crian&ccedil;a deve ser acompanhada cl&iacute;nica e ecograficamente (ou por radiografia, ap&oacute;s os 4-5 meses de idade), variando a frequ&ecirc;ncia com a patologia a ser tratada, at&eacute; que a anca se apresente clinicamente est&aacute;vel e a US mostre uma anca anatomicamente normal e est&aacute;vel ou minimamente imatura[11]. O uso da armadura de Pavlik &eacute; controverso, ou mesmo contraindicado, em crian&ccedil;as com mais de 4,5-6 meses de idade, quando a luxa&ccedil;&atilde;o &eacute; irredut&iacute;vel (Ortolani negativo) e nos casos em que h&aacute; recusa ou incumprimento por parte dos pais[11, 48]. O tratamento com armadura de Pavlik ou com talas de abdu&ccedil;&atilde;o iniciado antes das 6-8 semanas de vida tem uma maior probabilidade de ser bem-sucedido[1, 39, 48]. As talas de abdu&ccedil;&atilde;o est&aacute;ticas podem ter maior sucesso quando o problema major &eacute; a instabilidade mas, particularmente em casos de luxa&ccedil;&atilde;o fixa, o risco de danificar a cabe&ccedil;a femoral vulner&aacute;vel e em desenvolvimento &eacute; consider&aacute;vel. Assim, o seu uso deve ser criterioso[11, 41].<br />O uso de &ldquo;fraldas triplas&rdquo; durante o per&iacute;odo neonatal n&atilde;o &eacute; atualmente recomendado[49, 50]. <br />Em crian&ccedil;as com idade superior a 6 meses, &eacute; habitualmente necess&aacute;ria uma redu&ccedil;&atilde;o fechada sob anestesia ou, quando a anca se mant&eacute;m irredut&iacute;vel ou n&atilde;o foi conseguida uma redu&ccedil;&atilde;o conc&ecirc;ntrica, uma abordagem terap&ecirc;utica cir&uacute;rgica[13, 29]. As crian&ccedil;as que necessitam de cirurgia surgem a partir de dois grupos: aquelas em que o tratamento conservador atempado n&atilde;o teve &ecirc;xito e os casos tardiamente diagnosticados nos quais uma abordagem conservadora se preveja ineficaz[41, 51]. A cirurgia mais comum envolve a tenotomia dos adutores ou do m&uacute;sculo psoas com estabiliza&ccedil;&atilde;o dos tecidos moles da articula&ccedil;&atilde;o. Tanto a redu&ccedil;&atilde;o fechada como a cirurgia devem seguir-se de um per&iacute;odo de imobiliza&ccedil;&atilde;o, durante 3-4 meses, com gesso pelvipod&aacute;lico[41]. Quanto mais velha &eacute; a crian&ccedil;a, maior &eacute; a probabilidade de um procedimento mais invasivo ser exigido[10]. A partir dos 18-24 meses de idade, &eacute; muitas vezes necess&aacute;ria uma osteotomia p&eacute;lvica e/ou femoral para normalizar a anatomia e orienta&ccedil;&atilde;o da anca e promover a congru&ecirc;ncia e estabilidade da articula&ccedil;&atilde;o[10, 41].<br />Todas as interven&ccedil;&otilde;es terap&ecirc;uticas, cir&uacute;rgicas ou n&atilde;o-cir&uacute;rgicas, est&atilde;o associadas a poss&iacute;veis efeitos iatrog&eacute;nicos, de entre os quais a necrose avascular da cabe&ccedil;a do f&eacute;mur &eacute; a mais nociva das complica&ccedil;&otilde;es[5, 34, 48, 52]. Compress&atilde;o e paralisia tempor&aacute;ria do nervo femoral, &uacute;lceras de press&atilde;o e subluxa&ccedil;&atilde;o do joelho foram tamb&eacute;m descritas[13, 20, 48].<br />Estudos observacionais sugerem uma elevada taxa de resolu&ccedil;&atilde;o espont&acirc;nea da DDA durante os primeiros meses de vida[53, 54], pelo que a verdadeira efic&aacute;cia da interven&ccedil;&atilde;o terap&ecirc;utica n&atilde;o &eacute; conhecida[1,2,6].</p></font>    <p>&nbsp;</p>    <p><b><font face="Verdana" size="2"> DIAGNÓSTICO TARDIO E PANORAMA A LONGO PRAZO</font></b></p><font face="verdana" size="2">    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>A dete&ccedil;&atilde;o precoce e tratamento atempado da DDA s&atilde;o cruciais, dado que pode estar comprometido o normal crescimento e desenvolvimento da anca[55]. Um atraso no diagn&oacute;stico pode exigir um tratamento mais complexo e com maiores taxas de insucesso[11]. Altera&ccedil;&otilde;es degenerativas prematuras da articula&ccedil;&atilde;o coxo-femoral, anomalias da marcha e dor lombar cr&oacute;nica s&atilde;o potenciais sequelas a longo termo da DDA, dependendo do tipo e dura&ccedil;&atilde;o da instabilidade n&atilde;o tratada, do tratamento e idade em que foi institu&iacute;do e da presen&ccedil;a de necrose avascular(1, 12). Na sua forma mais severa, a DDA &eacute; uma das mais importantes causas de incapacidade na crian&ccedil;a[13]. &Eacute; respons&aacute;vel por at&eacute; 9% de todas as cirurgias de substitui&ccedil;&atilde;o da anca e at&eacute; 29% dessas substitui&ccedil;&otilde;es em idades inferiores a 60 anos[56].<br />A defini&ccedil;&atilde;o de diagn&oacute;stico tardio n&atilde;o &eacute; un&acirc;nime, sendo defendidos limites entre as 4 semanas[22, 37] e os seis meses de idade[4, 25]. Viere[48] considera tardio um diagn&oacute;stico ap&oacute;s as 6-8 semanas, visto que a taxa de sucesso do tratamento conservador baixa significativamente ap&oacute;s esta idade[48].<br />A probabilidade de ancas clinicamente est&aacute;veis e sem anomalias ecogr&aacute;ficas se tornarem patol&oacute;gicas tem sido consensualmente aceite como nula, tornando prescind&iacute;vel o seguimento destas crian&ccedil;as[10, 40, 57]. Todavia, Rafique[57] reportou um caso de DDA com apresenta&ccedil;&atilde;o tardia, aos 12 meses, apesar de um exame ecogr&aacute;fico normal e ancas est&aacute;veis ao exame cl&iacute;nico terem sido obtidos ao 4&ordm; dia p&oacute;s-natal.</p></font>    <p>&nbsp;</p>    <p><b><font face="Verdana" size="2">RASTREIO</font></b></p><font face="verdana" size="2">    <p>O sucesso de um programa de rastreio &eacute; definido por v&aacute;rios crit&eacute;rios e o debate internacional mant&eacute;m-se para apurar em que medida o rastreio da DDA os cumpre[58]. O objetivo principal do rastreio &eacute; reduzir a preval&ecirc;ncia de diagn&oacute;sticos tardios, conhecido que a dete&ccedil;&atilde;o precoce permite o tratamento atempado, reduzindo a necessidade de interven&ccedil;&atilde;o cir&uacute;rgica e o risco de displasia residual[11]. Evitar as interven&ccedil;&otilde;es cir&uacute;rgicas em idade pr&eacute;-escolar &eacute; um ponto de refer&ecirc;ncia importante para melhores resultados[3] e a incid&ecirc;ncia de primeiras cirurgias tem sido usada para avaliar a efic&aacute;cia dos programas de rastreio em v&aacute;rios estudos[59]. As estrat&eacute;gias para o rastreio da DDA, particularmente o m&eacute;todo a utilizar e a popula&ccedil;&atilde;o a ser rastreada, s&atilde;o ainda controversos, devido em parte ao fato de a hist&oacute;ria natural desta doen&ccedil;a ser pouco compreendida[14, 60, 61]. Tr&ecirc;s m&eacute;todos est&atilde;o descritos[9, 31]: 1) Rastreio cl&iacute;nico (anamnese e exame f&iacute;sico) em todas as consultas de rotina. 2) Rastreio ecogr&aacute;fico, ou radiogr&aacute;fico, seletivo nas crian&ccedil;as com anamnese ou sinais cl&iacute;nicos suspeitos. 3) Rastreio ecogr&aacute;fico (ou radiogr&aacute;fico) universal, para al&eacute;m da avalia&ccedil;&atilde;o cl&iacute;nica.<br />Duas autoridades reconhecidas, a American Academy of Pediatrics (AAP)[62] e a US Preventive Services Task Force (USPSTF)[63], apresentaram diferentes orienta&ccedil;&otilde;es para o rastreio e acompanhamento das crian&ccedil;as com DDA.<br />A AAP recomenda um exame f&iacute;sico minucioso, efetuado por profissionais adequadamente treinados, a todos os rec&eacute;m-nascidos e em todas as consultas de rotina durante o primeiro ano de vida. Quando o exame neonatal apresenta resultados negativos ou equivocamente positivos, devem considerar-se os fatores de risco. A avalia&ccedil;&atilde;o ecogr&aacute;fica n&atilde;o-seletiva &eacute; desaconselhada, justificando-se apenas, entre as 4 semanas e os 6 meses de idade, nas crian&ccedil;as com fatores de risco ou exame f&iacute;sico duvidoso. Tendo as raparigas com hist&oacute;ria familiar positiva para DDA ou aquelas com apresenta&ccedil;&atilde;o p&eacute;lvica ao nascimento o risco mais elevado de desenvolver DDA (44/1000 e 120/1000, respetivamente), a ultrassonografia &agrave;s 6 semanas de idade (ou radiografia aos 4 meses) &eacute; recomendada nestes casos. Atendendo &agrave; elevada incid&ecirc;ncia de anomalias da anca detetadas em todas as crian&ccedil;as nascidas em apresenta&ccedil;&atilde;o p&eacute;lvica, esta estrat&eacute;gia pode ser considerada em ambos os sexos[49].<br />As diretrizes da USPSTF s&atilde;o mais recentes e alguns estudos originais n&atilde;o tinham ainda sido publicados aquando da divulga&ccedil;&atilde;o das indica&ccedil;&otilde;es da APP. A USPSTF considerou haver evid&ecirc;ncia cient&iacute;fica insuficiente para recomendar uma estrat&eacute;gia de rastreio para a DDA como medida preventiva de consequ&ecirc;ncias adversas: o rastreio cl&iacute;nico quanto o ecogr&aacute;fico identificam rec&eacute;m-nascidos com risco acrescido de desenvolver DDA, mas os benef&iacute;cios do diagn&oacute;stico e interven&ccedil;&atilde;o terap&ecirc;utica precoces n&atilde;o s&atilde;o claros devido &agrave; elevada taxa de resolu&ccedil;&atilde;o espont&acirc;nea desta condi&ccedil;&atilde;o[63].<br />A prefer&ecirc;ncia pelo rastreio ecogr&aacute;fico universal, como estrat&eacute;gia para reduzir ou mesmo eliminar a incid&ecirc;ncia de casos tardios, assenta na constata&ccedil;&atilde;o de que na maioria das crian&ccedil;as com DDA n&atilde;o s&atilde;o identificados fatores de risco[13, 31]. Al&eacute;m disso, v&aacute;rios estudos apontam falhas &agrave; utiliza&ccedil;&atilde;o seletiva da US na dete&ccedil;&atilde;o precoce de todos os casos da doen&ccedil;a[4, 36, 52, 64, 65].<br />Dois ensaios cl&iacute;nicos randomizados compararam a efic&aacute;cia dos diferentes m&eacute;todos de dete&ccedil;&atilde;o precoce da DDA[7, 37]. Rosendahl[7] comparou as tr&ecirc;s estrat&eacute;gias de rastreio e, embora verificasse uma menor preval&ecirc;ncia de casos tardiamente diagnosticados nas crian&ccedil;as sujeitas a rastreio ecogr&aacute;fico universal, esta diferen&ccedil;a n&atilde;o foi estatisticamente significativa. O mesmo estudo mostrou ainda que o rastreio ecogr&aacute;fico universal resulta em maiores taxas de tratamento e follow-up. Holen[37] comparou o rastreio ecogr&aacute;fico universal ao seletivo (casos de alto risco). Examinadores experientes realizaram tanto os exames cl&iacute;nicos como as ultrassonografias e, embora tenham surgido mais casos tardiamente diagnosticados no grupo sujeito a rastreio seletivo, esta diferen&ccedil;a n&atilde;o foi estatisticamente significativa. A vantagem oferecida pelo rastreio ecogr&aacute;fico torna-se evidente apenas quando comparado com o exame clinico executado por examinadores n&atilde;o experientes[37]. No seu modelo de an&aacute;lise e decis&atilde;o sobre a utilidade do rastreio na DDA, Mahan[2] concluiu que o rastreio cl&iacute;nico de todos os rec&eacute;m-nascidos e o uso seletivo da US naqueles que apresentavam risco de desenvolver a doen&ccedil;a, constitui a estrat&eacute;gia &oacute;tima associada a uma maior probabilidade de ter uma anca n&atilde;o-degenerativa aos 60 anos de idade.</p></font>    <p>&nbsp;</p>    <p><b><font face="Verdana" size="2">ULTRASSONOGRAFIA DA ANCA </font></b></p>    <p><b><font face="Verdana" size="2">Considerações Gerais </font></b></p><font face="verdana" size="2">    <p>O uso da US no exame neonatal da anca foi iniciado e desenvolvido por Graf[53, 66], h&aacute; mais de tr&ecirc;s d&eacute;cadas. Novick[67] introduziu o estudo da anca no plano transverso e Harcke et al[68] desenvolveram a avalia&ccedil;&atilde;o ecogr&aacute;fica din&acirc;mica da anca. <br />A US da anca na crian&ccedil;a emprega uma t&eacute;cnica de leitura em tempo-real, permitindo que o movimento das estruturas anat&oacute;micas seja diretamente observado[44]. V&aacute;rios tipos de transdutores, incluindo o linear, o setorial e o convexo, podem ser usados[68]. Apesar de tanto os transdutores setoriais quanto os convexos permitirem visualizar uma anca deslocada, distor&ccedil;&otilde;es geom&eacute;tricas podem motivar erros de diagn&oacute;stico, particularmente quando se trata de uma anca displ&aacute;sica[44]. O uso destes transdutores deve, assim, limitar-se a avalia&ccedil;&otilde;es qualitativas. Atualmente, os requisitos para a garantia de qualidade exigem o uso de transdutores lineares, devendo as medi&ccedil;&otilde;es da morfologia da anca fazer-se unicamente com base em imagens obtidas por este tipo de sondas[29, 44, 45]. O transdutor de mais elevada frequ&ecirc;ncia, capaz de dar profundidade suficiente para visualizar a face medial do acet&aacute;bulo, deve ser utilizado[29, 45, 68]. Uma frequ&ecirc;ncia de 7,5 megahertz &eacute; mais adequada para crian&ccedil;as at&eacute; um m&ecirc;s de idade, enquanto 5,0 megahertz s&atilde;o prefer&iacute;veis em crian&ccedil;as entre um m&ecirc;s e um ano de idade, quando o centro de ossifica&ccedil;&atilde;o &eacute; habitualmente muito grande e n&atilde;o permite a visualiza&ccedil;&atilde;o das caracter&iacute;sticas do acet&aacute;bulo[44, 53].<br />Roovers[69] avaliou a precis&atilde;o diagn&oacute;stica da US. Com o intuito de aferir a capacidade de dete&ccedil;&atilde;o precoce da DDA, obteve uma sensibilidade de 88,5% e especificidade de 96,7%. Resultados sobrepon&iacute;veis foram obtidos por outros autores[70, 71]. Estudos comparativos mostram que a avalia&ccedil;&atilde;o ecogr&aacute;fica &eacute; mais sens&iacute;vel que o exame f&iacute;sico no diagn&oacute;stico precoce da DDA[33, 72], identificando anomalias que n&atilde;o s&atilde;o detetadas clinicamente[33, 44]. Se a decis&atilde;o de tratar tiver em conta o resultado da US, para al&eacute;m dos sinais cl&iacute;nicos, o n&uacute;mero de casos tratados pode ser reduzido em mais de 40%[73].</p></font>    <p><b><font face="Verdana" size="2">Vantagens</font></b></p><font face="verdana" size="2">    <p>A US oferece vantagens evidentes quando comparada aos restantes m&eacute;todos imagiol&oacute;gicos[61]. Desde logo, ao contr&aacute;rio da radiografia simples, distingue os componentes cartilag&iacute;neos do acet&aacute;bulo e cabe&ccedil;a femoral das restantes estruturas de tecido-mole adjacentes[53, 70]. Assim, devido &agrave; ossifica&ccedil;&atilde;o incompleta durante a inf&acirc;ncia precoce, a US torna-se mais sens&iacute;vel que a radiografia nas crian&ccedil;as com menos de 4-6 meses de idade[13]. Em segundo lugar, a US em tempo-real permite uma avalia&ccedil;&atilde;o em m&uacute;ltiplos planos que determina com clareza a posi&ccedil;&atilde;o da cabe&ccedil;a femoral em rela&ccedil;&atilde;o com o acet&aacute;bulo, fornecendo o mesmo tipo de informa&ccedil;&atilde;o obtida pela artrografia, tomografia computorizada ou resson&acirc;ncia magn&eacute;tica, mas com menor custo[66]. Terceiro, apesar de mais dispendiosa que a radiografia simples, a US n&atilde;o requer seda&ccedil;&atilde;o e n&atilde;o envolve radia&ccedil;&atilde;o ionizante[53, 66, 70]. Por fim, contrariamente a outras t&eacute;cnicas, permite observar as altera&ccedil;&otilde;es na posi&ccedil;&atilde;o da anca provocadas pelo movimento[40, 44].</p></font>    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b><font face="Verdana" size="2">Técnicas Ecográficas</font></b></p><font face="verdana" size="2">    <p>Diferentes abordagens ecogr&aacute;ficas para avaliar a anca na crian&ccedil;a s&atilde;o usadas atualmente. O m&eacute;todo est&aacute;tico proposto por Graf[53, 66] e a t&eacute;cnica din&acirc;mica descrita por Harcke[68] s&atilde;o os mais utilizados[6, 74].<br />A t&eacute;cnica de Graf assenta na avalia&ccedil;&atilde;o de imagens coronais[66], obtidas a partir de uma abordagem lateral quando a crian&ccedil;a est&aacute; na posi&ccedil;&atilde;o de dec&uacute;bito lateral e com a anca fletida a 15&ordm;-20&ordm;[45]. Este m&eacute;todo enfatiza as caracter&iacute;sticas morfol&oacute;gicas da articula&ccedil;&atilde;o coxo-femoral, particularmente a profundidade do acet&aacute;bulo cartilag&iacute;neo e a posi&ccedil;&atilde;o da cabe&ccedil;a femoral em repouso, classificando o estado da anca com base na medi&ccedil;&atilde;o de &acirc;ngulos acetabulares[44, 53]. A partir da imagem coronal obtida, 3 linhas s&atilde;o projetadas[53]: uma linha ao longo do plano da parede lateral do &iacute;lio; uma linha paralela ao bordo cartilag&iacute;neo do acet&aacute;bulo, desde a sua extremidade lateral at&eacute; ao labrum; e uma linha ao longo do plano da convexidade &oacute;ssea do acet&aacute;bulo (desde a margem il&iacute;aca inferior, na fossa acetabular, at&eacute; &agrave; extremidade lateral do bordo &oacute;sseo do acet&aacute;bulo) (<a name="topf2"></a><a href="#f2">Figura 2</a>). O &acirc;ngulo alfa (a), uma medida da concavidade acetabular, forma-se na interse&ccedil;&atilde;o da linha paralela &agrave; parede lateral do &iacute;lio e a linha projetada ao longo do plano da convexidade acetabular &oacute;ssea. Em ancas inst&aacute;veis, quanto menor este &acirc;ngulo, maior &eacute; a probabilidade de luxa&ccedil;&atilde;o. O limite inferior considerado normal para o &acirc;ngulo a s&atilde;o 60&ordm;[49, 53]. O &acirc;ngulo beta (&szlig;), calculado entre a linha paralela &agrave; parede lateral do &iacute;lio e a linha paralela ao bordo cartilag&iacute;neo do acet&aacute;bulo, reflete o grau de cobertura da cabe&ccedil;a femoral pelo bordo cartilag&iacute;neo. Um &acirc;ngulo &szlig; &lt;55&ordm; &eacute; considerado normal e um &acirc;ngulo &szlig; &gt;77&ordm; indica evers&atilde;o do labrum e/ ou subluxa&ccedil;&atilde;o da anca[49, 53]. Os achados ecogr&aacute;ficos classificam-se segundo os denominados tipos de anca[53], de acordo com o desenvolvimento da ossifica&ccedil;&atilde;o acetabular. As medi&ccedil;&otilde;es dos &acirc;ngulos confirmam o diagn&oacute;stico indicado pela descri&ccedil;&atilde;o morfol&oacute;gica e proporcionam um par&acirc;metro quantitativo para compara&ccedil;&atilde;o dos resultados[18, 44] (<a href="/img/revistas/rpot/v21n2/21n2a02q1.jpg">Quadro I</a>). Ancas morfologicamente normais possuem um risco marginal de desenvolver displasia durante a inf&acirc;ncia tardia[44, 72]. Dados sobre o curso natural da displasia ligeira sugerem que este tipo de ancas tende a normalizar espontaneamente[20, 44, 72]. <br />    
<p>&nbsp;</p><a name="f2"></a>     <p>    <center><img src="/img/revistas/rpot/v21n2/21n2a02f2.jpg"/></center></p>    
<p>&nbsp;</p>    <p>    <center><a href="/img/revistas/rpot/v21n2/21n2a02q1.jpg">Quadro I</a></center></p>    
<p>&nbsp;</p>Pretendendo simplificar a an&aacute;lise ecogr&aacute;fica da anca baseada no m&eacute;todo de Graf, Rakovac[75], em 2011, desenvolveu um novo par&acirc;metro: o &ldquo;L value&rdquo;. O seu estudo mostrou uma correla&ccedil;&atilde;o estatisticamente significativa entre a classifica&ccedil;&atilde;o de Graf e os valores do &ldquo;L value&rdquo;, evidenciando ainda uma melhor concord&acirc;ncia interobservador obtida com o novo par&acirc;metro.<br />A abordagem din&acirc;mica, com uma an&aacute;lise em m&uacute;ltiplos planos, avalia a anca em diferentes posi&ccedil;&otilde;es provocadas pelas manobras de Ortolani e Barlow[6]. Apesar de permitir avaliar o desenvolvimento acetabular, esta t&eacute;cnica evidencia sobretudo a estabilidade da anca e a posi&ccedil;&atilde;o da cabe&ccedil;a femoral[68]. Ancas inst&aacute;veis com morfologia normal n&atilde;o requerem geralmente tratamento imediato, visto que na maioria dos casos se desenvolvem normalmente[43, 72].<br />A percentagem da cabe&ccedil;a femoral que &eacute; coberta pelo bordo &oacute;sseo do acet&aacute;bulo, outra medida da forma ou profundidade acetabular[46], constitui, segundo Terjesen[54], o par&acirc;metro mais importante a ser avaliado na crian&ccedil;a com DDA, independentemente da sua idade. Com a cabe&ccedil;a femoral centrada, uma percentagem &lt;47% nos rapazes e &lt;44% nas raparigas considera-se patol&oacute;gica(13, 19). Numa anca inst&aacute;vel, para al&eacute;m de displ&aacute;sica, esta percentagem varia e a medi&ccedil;&atilde;o pode ser falaciosa[10, 11].<br />A dificuldade em determinar a orienta&ccedil;&atilde;o topogr&aacute;fica exata de um plano ecogr&aacute;fico individual &eacute; considerada um inconveniente, sendo dif&iacute;cil estabelecer quando o acet&aacute;bulo est&aacute; a ser visualizado num plano obl&iacute;quo ou na orienta&ccedil;&atilde;o frontal correta[44]. O exame ecogr&aacute;fico &eacute; tecnicamente satisfat&oacute;rio quando o osso il&iacute;aco &eacute; mostrado como uma linha reta bem definida, indicando que a sonda est&aacute; perfeitamente alinhada com o centro do acet&aacute;bulo[57]. Um dispositivo de posicionamento, moldado para acomodar o tronco, a pelve e as pernas, &eacute; muito &uacute;til para colocar a crian&ccedil;a numa posi&ccedil;&atilde;o confort&aacute;vel e desejada, permitindo obter imagens &oacute;timas e reproduz&iacute;veis[44, 53]. &nbsp;<br />Cr&iacute;ticos do m&eacute;todo morfol&oacute;gico de Graf apontam varia&ccedil;&otilde;es inter- e intraobservador que influenciam na an&aacute;lise dos resultados[76]. V&aacute;rios estudos mostraram que, quando levado a cabo por profissionais treinados, a variabilidade nas medi&ccedil;&otilde;es n&atilde;o &eacute; um fator importante e uma uniformiza&ccedil;&atilde;o, com resultados reproduz&iacute;veis, &eacute; facilmente estabelecida[27, 52, 77-80]. A abordagem din&acirc;mica parece mais propensa &agrave; subjetividade por parte do observador[44]. Independentemente da t&eacute;cnica, est&aacute;tica ou din&acirc;mica, a US da anca &eacute; uma modalidade operador-dependente[72, 76-78]. Assim, visando diminuir as taxas de diagn&oacute;stico tardio e sobretratamento, v&aacute;rios autores defendem a utiliza&ccedil;&atilde;o conjunta de ambos os m&eacute;todos[50, 51, 60, 72].</p></font>    <p><b><font face="Verdana" size="2">Influência do Rastreio Ecográfico na Estratégia e Resultados Terapêuticos</font></b></p><font face="verdana" size="2">    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Al&eacute;m da maior sensibilidade que o rastreio ecogr&aacute;fico apresenta quando equiparado ao rastreio clinico, v&aacute;rios estudos destacam o maior n&uacute;mero de casos precoces detetados com esta estrat&eacute;gia[20, 23, 25, 26, 42]. O diagn&oacute;stico atempado permite um tratamento imediato, limitando a sua dura&ccedil;&atilde;o e melhorando os resultados atingidos(3, 7). Roovers[69] mostrou que 67% das crian&ccedil;as sujeitas a rastreio ecogr&aacute;fico n&atilde;o-seletivo s&atilde;o referenciados antes das 13 semanas de idade; uma propor&ccedil;&atilde;o bastante superior aos 29% conseguidos pelo rastreio clinico. Contudo, esta estrat&eacute;gia n&atilde;o alcan&ccedil;a ainda a erradica&ccedil;&atilde;o total dos casos tardios de DDA[25, 69].<br />As estrat&eacute;gias baseadas no uso da US, particularmente o seu uso n&atilde;o-seletivo, podem associar-se a um aumento na taxa de utiliza&ccedil;&atilde;o de talas de abdu&ccedil;&atilde;o[10, 28, 81, 82]. Um maior n&uacute;mero de casos tratados na popula&ccedil;&atilde;o universalmente rastreada por ecografia aponta a possibilidade de sobretratamento como consequ&ecirc;ncia do rastreio[69]. A preven&ccedil;&atilde;o do sobretratamento pode conseguir-se com o adiamento da realiza&ccedil;&atilde;o da US at&eacute; &agrave; 4&ordf;-8&ordf; semana de vida[20, 33, 36, 41, 65, 83], idade em que se encontram j&aacute; normalizadas a maioria das ancas patol&oacute;gicas no per&iacute;odo neonatal. Este adiamento tem, contudo, um efeito negativo na idade em que &eacute; feito o referenciamento das crian&ccedil;as e, consequentemente, na idade em que &eacute; iniciado o tratamento[69]. Teoricamente, pode ser perdida a oportunidade de rastreio em alguns casos[40, 52].<br />A utiliza&ccedil;&atilde;o da US, particularmente o rastreio ecogr&aacute;fico universal, associa-se a um maior n&uacute;mero de resultados favor&aacute;veis (aspeto radiol&oacute;gico ap&oacute;s matura&ccedil;&atilde;o &oacute;ssea) assim como uma maior propor&ccedil;&atilde;o destes resultados conseguidos sem recurso &agrave; cirurgia[4, 25, 84]. Contudo, subsiste um maior risco de potenciais efeitos iatrog&eacute;nicos no conjunto das crian&ccedil;as com rastreios falsos positivos[81]. Num estudo que avaliou os primeiros 5 anos ap&oacute;s introdu&ccedil;&atilde;o de um programa de rastreio ecogr&aacute;fico universal na Alemanha, von Kries[59] concluiu que a implementa&ccedil;&atilde;o deste programa diminuiu o n&uacute;mero de primeiras interven&ccedil;&otilde;es (redu&ccedil;&otilde;es abertas ou osteotomias) de um n&uacute;mero previamente estimado de 1 por 1000 nascimentos para 0,26 por 1000 nascimentos. Num estudo caso-controlo publicado em 2011, o mesmo autor concluiu que a US universal, como complemento do rastreio clinico, reduziu a taxa de interven&ccedil;&otilde;es cirurgicas em 52%[85]. A mesma estrat&eacute;gia de rastreio, implementada em 1991 na &Aacute;ustria, reduziu consideravelmente o n&uacute;mero de osteotomias p&eacute;lvicas e acetabuloplastias, atingindo, no ano de 2004, o valor de 0,13 por 1000 nascimentos[83]</p></font>    <p><b><font face="Verdana" size="2">Abordagem Custo-efetividade</font></b></p><font face="verdana" size="2">    <p>Os vastos recursos inerentes a um programa de rastreio ecogr&aacute;fico t&ecirc;m impedido a sua implementa&ccedil;&atilde;o em muitas &aacute;reas do mundo[44]. Para comparar a efetividade dos diferentes m&eacute;todos de dete&ccedil;&atilde;o precoce da DDA e quantificar as diferen&ccedil;as na utiliza&ccedil;&atilde;o de recursos e os custos implicados em cada uma das estrat&eacute;gias, &eacute; necess&aacute;rio considerar v&aacute;rios aspetos importantes: o n&uacute;mero de consultas e o n&uacute;mero e tipo de especialistas na &aacute;rea da sa&uacute;de envolvidos; o n&uacute;mero de ecografias e radiografias realizadas; o n&uacute;mero e tipo de ort&oacute;teses usadas e a dura&ccedil;&atilde;o da sua aplica&ccedil;&atilde;o; o n&uacute;mero e dura&ccedil;&atilde;o de hospitaliza&ccedil;&otilde;es e o n&uacute;mero e tipo de cirurgias associadas[49, 56, 86]. O equipamento m&eacute;dico e treino dos cl&iacute;nicos s&atilde;o investimentos necess&aacute;rios e relevantes quando est&aacute; subjacente a utiliza&ccedil;&atilde;o da US[87].<br />Brown[88] evidenciou que as estrat&eacute;gias baseadas no uso da US s&atilde;o mais eficazes em termos de resultados favor&aacute;veis alcan&ccedil;ados (aus&ecirc;ncia radiol&oacute;gica de luxa&ccedil;&atilde;o/ subluxa&ccedil;&atilde;o aquando da matura&ccedil;&atilde;o &oacute;ssea) e necessidade de recurso a tratamento cir&uacute;rgico. A efic&aacute;cia relativa entre a US seletiva e o rastreio clinico foi pouco divergente, dependendo sobretudo dos crit&eacute;rios de defini&ccedil;&atilde;o de risco e da experi&ecirc;ncia do clinico que realiza o exame f&iacute;sico. As estrat&eacute;gias que contemplam o uso da US apresentaram-se, contudo, mais dispendiosas.<br />Clegg[86] e Thaler[89] mostraram que a introdu&ccedil;&atilde;o de um programa de rastreio ecogr&aacute;fico universal diminuiu significativamente o n&uacute;mero de crian&ccedil;as com necessidade de tratamento cir&uacute;rgico, permitindo que, quando necess&aacute;ria, a cirurgia ocorresse em idade precoce e a interven&ccedil;&atilde;o fosse menos invasiva. Ambos os estudos obtiveram custos totais equipar&aacute;veis quando contrapuseram as diferentes estrat&eacute;gias para o rastreio da DDA. Thaler observou ainda uma diminui&ccedil;&atilde;o no n&uacute;mero de casos tratados com talas de abdu&ccedil;&atilde;o nas crian&ccedil;as sujeitas a avalia&ccedil;&atilde;o ecogr&aacute;fica.<br />Elbourne[55], num ensaio clinico randomizado abrangendo 629 crian&ccedil;as com instabilidade da anca diagnosticada clinicamente no per&iacute;odo neonatal e acompanhadas durante um follow-up de dois anos, avaliou a efic&aacute;cia e os custos integrais da ultrassonografia quando comparada ao exame clinico isolado. Concluiu que o uso da ultrassonografia nestas crian&ccedil;as permite uma redu&ccedil;&atilde;o no n&uacute;mero de casos tratados com talas de abdu&ccedil;&atilde;o, n&atilde;o se associando a um maior risco de desenvolvimento anormal da anca, maiores taxas de tratamento cir&uacute;rgico ou aumento significativo dos custos relacionados aos servi&ccedil;os de sa&uacute;de. Com base na mesma popula&ccedil;&atilde;o, Gray[90] conduziu uma an&aacute;lise econ&oacute;mica prospetiva e confirmou que a utiliza&ccedil;&atilde;o da ultrassonografia nos rec&eacute;m-nascidos com instabilidade cl&iacute;nica da anca diminui significativamente os custos relacionados ao tratamento conservador. Mostrou existir tamb&eacute;m uma redu&ccedil;&atilde;o nos custos associados ao tratamento cir&uacute;rgico e custos totais, embora sem significado estat&iacute;stico.<br />Numa an&aacute;lise custo-benef&iacute;cio para explorar uma justifica&ccedil;&atilde;o econ&oacute;mica para a introdu&ccedil;&atilde;o do rastreio ecogr&aacute;fico universal na Cro&aacute;cia, Bralic[87] previu que os custos associados ao tratamento dos casos tardios de DDA, detetados clinicamente, seriam 1,6 vezes superiores aos custos relacionados &agrave; implementa&ccedil;&atilde;o de um programa de rastreio ecogr&aacute;fico n&atilde;o-seletivo, confirmando assim a efici&ecirc;ncia desta estrat&eacute;gia.</p></font>    <p>&nbsp;</p>    <p><b><font face="Verdana" size="2">NOTAS FINAIS</font></b></p><font face="verdana" size="2">    <p>Genericamente, o objetivo das estrat&eacute;gias de diagn&oacute;stico para a DDA &eacute; detetar todos os casos numa idade precoce, com um custo razo&aacute;vel e evitando o sobrediagn&oacute;stico. O resultado final deve ser a elimina&ccedil;&atilde;o dos casos tardios que podem ser desastrosos para o doente. O ponto basilar de um diagn&oacute;stico precoce parece alicer&ccedil;ar-se no exame objetivo minucioso e repetido da crian&ccedil;a durante o primeiro ano de vida[49]. O treino dos profissionais e aperfei&ccedil;oamento t&eacute;cnico s&atilde;o determinantes, e apontados como o primeiro passo a adotar, na diminui&ccedil;&atilde;o do n&uacute;mero de casos falsos-negativos e aumento da taxa de dete&ccedil;&atilde;o do rastreio cl&iacute;nico[22, 40]. V&aacute;rios autores defendem que, quando o exame cl&iacute;nico neonatal &eacute; efetuado por profissionais experientes, a taxa de diagn&oacute;sticos tardios &eacute; baixa e, neste contexto, o rastreio ecogr&aacute;fico universal pouco acrescenta em termos de efic&aacute;cia ao rastreio ecogr&aacute;fico seletivo[11, 81, 83].<br />Numa revis&atilde;o sistem&aacute;tica da qualidade da informa&ccedil;&atilde;o publicada em estudos relacionados ao uso da US no diagn&oacute;stico da DDA, Roposch[74] concluiu que existe escassa evid&ecirc;ncia acerca da acuidade diagn&oacute;stica e dos benef&iacute;cios deste teste em termos de efeitos a longo prazo, havendo uma tend&ecirc;ncia para sobreinterpretar os resultados. Assim, &eacute; claramente necess&aacute;rio melhor investigar acerca da acuidade diagn&oacute;stica da US[74]. A US da anca praticada na comunidade &eacute; improv&aacute;vel que atinja os elevados n&iacute;veis de fiabilidade e concord&acirc;ncia intra- e interobservador reportados em alguns estudos, dado que o examinador ter&aacute; provavelmente menos experi&ecirc;ncia e treino que os examinadores que participam nos ensaios cl&iacute;nicos[30]. Outra das falhas apontadas &eacute; o inadequado seguimento dos rec&eacute;m-nascidos com rastreio negativo, falsamente assumindo que nenhuma destas crian&ccedil;as ir&aacute; desenvolver DDA. Um follow-up prolongado de uma coorte, necess&aacute;rio para a validade de um estudo, &eacute; raramente incorporado na maioria dos protocolos devido &agrave; &oacute;bvia dispendiosidade[31]. <br />A necessidade de estudos multic&ecirc;ntricos para melhor compreender a hist&oacute;ria natural da DDA e o efeito de um diagn&oacute;stico precoce na estrat&eacute;gia e resultado terap&ecirc;uticos &eacute; unanimemente reconhecida[40, 82]. Dado que o n&uacute;mero de casos de DDA que necessita de tratamento cir&uacute;rgico &eacute; reduzido, os ensaios cl&iacute;nicos randomizados para avaliar o efeito do rastreio ecogr&aacute;fico na taxa destas interven&ccedil;&otilde;es necessitam de avaliar um grande n&uacute;mero de crian&ccedil;as para encontrar resultados significativos[31]. O uso da US na DDA deve ter em conta v&aacute;rios aspetos, incluindo os custos sociais de um programa de rastreio e os custos associados aos casos tardiamente diagnosticados. &Eacute; recomendado que cada pa&iacute;s avalie independentemente esta quest&atilde;o, uma vez que existem in&uacute;meras vari&aacute;veis significativas entre cada pa&iacute;s[40].</p></font>    <p>&nbsp;</p>    <p><b><font face="Verdana" size="2">REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS</font></b></p>    <p><font face="verdana" size="2">1. Patel H. Preventive health care, 2001 update: screening and management of developmental dysplasia of the hip in newborns. 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<body><![CDATA[<p><font face="verdana" size="2">23. Krolo I, Viskovic K, Kozic S, Marotti M, Klaric-Custovic R, Banak-Zahtila N. The advancement in the early diagnostics of developmental hip dysplasia in infants--the role of ultrasound screening. Collegium antropologicum. 2003 Dec; 27 (2): 627-634</font></p>    <p><font face="verdana" size="2">24. Lotito FM, Rabbaglietti G, Notarantonio M. The ultrasonographic image of the infant hip affected by developmental dysplasia with a positive Ortolani's sign. Pediatric radiology. 2002 Jun; 32 (6): 418-422</font></p>    <p><font face="verdana" size="2">25. Wirth T, Stratmann L, Hinrichs F. Evolution of late presenting developmental dysplasia of the hip and associated surgical procedures after 14 years of neonatal ultrasound screening. J Bone Joint Surg Br. 2004 May; 86 (4): 585-589</font></p>    <p><font face="verdana" size="2">26. Ortiz-Neira CL, Paolucci EO, Donnon T. A meta-analysis of common risk factors associated with the diagnosis of developmental dysplasia of the hip in newborns. Eur J Radiol. 2012 Mar; 81 (3): 344-351</font></p>    <p><font face="verdana" size="2">27. Simon EA, Saur F, Buerge M, Glaab R, Roos M, Kohler G. Inter-observer agreement of ultrasonographic measurement of alpha and beta angles and the final type classification based on the Graf method. Swiss Med Wkly. 2004 Nov 13; 134: 671-677</font></p>    <p><font face="verdana" size="2">28. Delaney LR, Karmazyn B. Developmental dysplasia of the hip: background and the utility of ultrasound. Seminars in ultrasound, CT, and MR. 2011 Apr; 32 (2): 151-156</font></p>    <!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">29. Karmazyn BK, Gunderman RB, Coley BD, Blatt ER, Bulas D, Fordham L. ACR Appropriateness Criteria on developmental dysplasia of the hip--child. J Am Coll Radiol. 2009; 6 (8): 551-557</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000109&pid=S1646-2122201300020000300029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p><font face="verdana" size="2">30. Yawn BP, Mabry IR, Ko S. Ultrasonography in the assessment of developmental dysplasia of the hip. American family physician. 2006 Oct 15; 74 (8): 1284-1285</font></p>    <p><font face="verdana" size="2">31. Lee J. Developmental dysplasia of the hip: universal or selective ultrasound screening?. Annals of the Academy of Medicine, Singapore. 2008 Dec; 37 (12): 101-103</font></p>    <p><font face="verdana" size="2">32. Jellicoe P, Aitken A, Wright K. Ultrasound screening in developmental hip dysplasia: do all scanned hips need to be followed up?. Journal of pediatric orthopaedics. 2007 May; 16 (3): 192-195</font></p>    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="verdana" size="2">33. Dogruel H, Atalar H, Yavuz OY, Sayli U. Clinical examination versus ultrasonography in detecting developmental dysplasia of the hip. International orthopaedics. 2008 Jun; 32 (3): 415-419</font></p>    <p><font face="verdana" size="2">34. Imrie M, Scott V, Stearns P, Bastrom T, Mubarak SJ. Is ultrasound screening for DDH in babies born breech sufficient?. Journal of children's orthopaedics. 2010 Fev; 4 (1): 3-8</font></p>    <p><font face="verdana" size="2">35. O'Grady MJ, Mujtaba G, Hanaghan J, Gallagher D. Screening for developmental dysplasia of the hip: current practices in Ireland. Ir J Med Sci. 2010 Jun; 179 (2): 279-283</font></p>    <!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">36. Kosar P, Ergun E, Yigit H, Gokharman FD, Kosar U. Developmental dysplasia in male infants: risk factors, instability and ultrasound screening. Hip Int. 2011; 21 (4): 409-414</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000116&pid=S1646-2122201300020000300036&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p><font face="verdana" size="2">37. Holen KJ, Tegnander A, Bredland T, Johansen OJ, Saether OD, Eik-Nes SH. Universal or selective screening of the neonatal hip using ultrasound? A prospective, randomised trial of 15,529 newborn infants. J Bone Joint Surg Br. 2002 Aug; 84 (6): 886-890</font></p>    <p><font face="verdana" size="2">38. von Rosen S. Diagnosis and treatment of congenital dislocation of the hip hoint in the new-born. J Bone Joint Surg Br. 1962 May; 44-B: 284-291</font></p>    <!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">39. Barlow TG. EARLY DIAGNOSIS AND TREATMENT OF CONGENITAL DISLOCATION OF THE HIP. J Bone Joint Surg-Br. 1962; 44 (2): 292-301</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000119&pid=S1646-2122201300020000300039&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p><font face="verdana" size="2">40. Portinaro NM, Pelillo F, Cerutti P. The role of ultrasonography in the diagnosis of developmental dysplasia of the hip. Journal of pediatric orthopedics. 2007 Mar; 27 (2): 247-250</font></p>    <!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">41. Clarke NMP. (ii) Congenital dislocation of the hip. Current Orthopaedics. 2004; 18 (4): 256-261</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000121&pid=S1646-2122201300020000300041&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p><font face="verdana" size="2">42. Keller MS, Nijs EL. The role of radiographs and US in developmental dysplasia of the hip: how good are they?. Pediatric radiology. 2009 Apr; 39 (2): 211-215</font></p>    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="verdana" size="2">43. Pillai A, Joseph J, McAuley A, Bramley D. Diagnostic accuracy of static graf technique of ultrasound evaluation of infant hips for developmental dysplasia. Arch Orthop Trauma Surg. 2011 Jan; 131 (11): 53-58</font></p>    <p><font face="verdana" size="2">44. Wientroub S, Grill F. Ultrasonography in developmental dysplasia of the hip. he Journal of bone and joint surgery. 2000 Jul; 82-A (7): 1004-1018</font></p>    <p><font face="verdana" size="2">45. AIUM practice guideline for the performance of an ultrasound examination for detection and assessment of developmental dysplasia of the hip. J Ultrasound Med. 2009 Jan; 28 (1): 114-119</font></p>    <p><font face="verdana" size="2">46. Holen KJ, Tegnander A, Eik-Nes SH, Terjesen T. The use of ultrasound in determining the initiation of treatment in instability of the hip in neonates. J Bone Joint Surg Br. 1999 Sep; 81 (5): 846-851</font></p>    <p><font face="verdana" size="2">47. Heeres RH, Witbreuk MM, van der Sluijs JA. Diagnosis and treatment of developmental dysplasia of the hip in the Netherlands: national questionnaire of paediatric orthopaedic surgeons on current practice in children less than 1 year old. J Child Orthop. 2011 Aug; 5 (4): 267-271</font></p>    <p><font face="verdana" size="2">48. Viere RG, Birch JG, Herring JA, Roach JW, Johnston CE. Use of the Pavlik harness in congenital dislocation of the hip. An analysis of failures of treatment. The Journal of bone and joint surgery. 1990 Fev; 72 (2): 238-244</font></p>    <p><font face="verdana" size="2">49. Clinical practice guideline: early detection of developmental dysplasia of the hip. Committee on Quality Improvement, Subcommittee on Developmental Dysplasia of the Hip. Pediatrics.. 2000 Mar; 105 (4): 896-905</font></p>    <!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">50. Paton RW. Developmental dysplasia of the hip: ultrasound screening and treatment. How are they related?. Hip Int. 2009; 19 (6): 3-8</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000130&pid=S1646-2122201300020000300050&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p><font face="verdana" size="2">51. Kohler G, Hell AK. Experiences in diagnosis and treatment of hip dislocation and dysplasia in populations screened by the ultrasound method of Graf. Swiss medical weekly. 2003 Sep 6; 133: 484-487</font></p>    <p><font face="verdana" size="2">52. Toma P, Valle M, Rossi U, Brunenghi GM. Paediatric hip-- ultrasound screening for developmental dysplasia of the hip: a review. Eur J Ultrasound. 2001 Oct; 14 (1): 45-55</font></p>    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">53. Graf R. Classification of hip joint dysplasia by means of sonography. Archives of orthopaedic and trauma surgery. 1984; 102 (4): 248-255</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000133&pid=S1646-2122201300020000300053&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p><font face="verdana" size="2">54. Terjesen T. Ultrasonography for evaluation of hip dysplasia. Methods and policy in neonates, infants, and older children. Acta Orthop Scand. 1998 Dec; 69 (6): 653-662</font></p>    <!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">55. Elbourne D, Dezateux C, Arthur R, Clarke NMP, Gray A, King A. Ultrasonography in the diagnosis and management of developmental hip dysplasia (UK Hip Trial): clinical and economic results of a multicentre randomised controlled trial. Lancet. 2002; 360 (9350): 2009-2017</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000135&pid=S1646-2122201300020000300055&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p><font face="verdana" size="2">56. Dezateux C, Rosendahl K. Developmental dysplasia of the hip. Lancet. 2007 May 5; 369 (9572): 1541-1552</font></p>    <p><font face="verdana" size="2">57. Rafique A, Set P, Berman L. Late presentation of developmental dysplasia of the hip following normal ultrasound examination. Clinical radiology. 2007 Fev; 62 (25): 181-184</font></p>    <p><font face="verdana" size="2">58. Lehmann HP, Hinton R, Morello P, Santoli J. Developmental dysplasia of the hip practice guideline: technical report. Committee on Quality Improvement, and Subcommittee on Developmental Dysplasia of the Hip. Pediatrics. 2000 Apr; 105 (4): 57</font></p>    <p><font face="verdana" size="2">59. von Kries R, Ihme N, Oberle D, Lorani A, Stark R, Altenhofen L. Effect of ultrasound screening on the rate of first operative procedures for developmental hip dysplasia in Germany. Lancet. 2003 Dec 6; 362 (9399): 1883-1887</font></p>    <!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">60. Gomes H, Ouedraogo T, Avisse C, Lallemand A, Bakhache P. Neonatal hip: from anatomy to cost-effective sonography. Eur Radiol. 1998; 8 (6): 1030-1039</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000140&pid=S1646-2122201300020000300060&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p><font face="verdana" size="2">61. O'Riordan C, Condon F, Conhyea D, Kaliszer M, O'Brien T. The role of ultrasound screening for hip dysplasia. Irish medical journal. 2005 May; 98 (5): 147-149</font></p>    <p><font face="verdana" size="2">62. Clinical practice guideline: early detection of developmental dysplasia of the hip. Pediatrics. 2000 Apr; 105 (4): 896-905</font></p>    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="verdana" size="2">63. Screening for developmental dysplasia of the hip: recommendation statement. Pediatrics. 2006 Mar; 117 (3): 898-902</font></p>    <p><font face="verdana" size="2">64. Tong SH, Eid MA, Chow W, To MK. Screening for developmental dysplasia of the hip in Hong Kong. J Orthop Surg (Hong Kong). 2011 Aug; 19 (2): 200-203</font></p>    <p><font face="verdana" size="2">65. Afaq AA, Stokes S, Fareed H, Zadeh HG, Watson M. Ultrasound in the selective screening of developmental dysplasia of the hip. Eur Rev Med Pharmacol Sci. 2011 Apr; 15 (4): 394-398</font></p>    <!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">66. Graf R. The diagnosis of congenital hip-joint dislocation by the ultrasonic Combound treatment. Archives of orthopaedic and trauma surgery. 1980; 97 (2): 117-133</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000146&pid=S1646-2122201300020000300066&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p><font face="verdana" size="2">67. Novick G, Ghelman B, Schneider M. Sonography of the neonatal and infant hip. AJR Am J Roentgenol. 1983 Oct; 141 (4): 639-645</font></p>    <p><font face="verdana" size="2">68. Harcke HT, Grissom LE. Performing dynamic sonography of the infant hip. AJR Am J Roentgenol. 1990 Oct; 155 (4): 837-844</font></p>    <p><font face="verdana" size="2">69. Roovers EA, Boere-Boonekamp MM, Castelein RM, Zielhuis GA, Kerkhoff TH. Effectiveness of ultrasound screening for developmental dysplasia of the hip. Arch Dis Child Fetal Neonatal Ed. 2005 Jan; 90 (1): 25-30</font></p>    <p><font face="verdana" size="2">70. Clarke NM, Harcke HT, McHugh P, Lee MS, Borns PF, MacEwen GD. Real-time ultrasound in the diagnosis of congenital dislocation and dysplasia of the hip. J Bone Joint Surg Br. 1985 May; 67 (3): 406-412</font></p>    <!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">71. Rosenberg N, Bialik V, Norman D, Blazer S. The importance of combined clinical and sonographic examination of instability of the neonatal hip. Int Orthop. 1998; 22 (3): 185-188</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000151&pid=S1646-2122201300020000300071&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p><font face="verdana" size="2">72. Kosar P, Ergun E, Unlubay D, Kosar U. Comparison of morphologic and dynamic US methods in examination of the newborn hip. Diagnostic and interventional radiology (Ankara, Turkey). 2009 Dec; 15 (4): 284-289</font></p>    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="verdana" size="2">73. Finnbogason T, Jorulf H, Soderman E, Rehnberg L. Neonatal hip instability: a prospective comparison of clinical examination and anterior dynamic ultrasound. Acta Radiol. 2008 Mar; 49 (3): 212-219</font></p>    <p><font face="verdana" size="2">74. Roposch A, Moreau NM, Uleryk E, Doria AS. Developmental dysplasia of the hip: quality of reporting of diagnostic accuracy for US. Radiology. 2006 Dec; 241 (3): 854-860</font></p>    <p><font face="verdana" size="2">75. Rakovac I, Tudor A, Sestan B, Prpic T, Gulan G, Madarevic T. New "L value" parameter simplifies and enhances hip ultrasound interpretation in the detection of developmental dysplasia of the hip. Int Orthop. 2011 Oct; 35 (10): 1523-1528</font></p>    <p><font face="verdana" size="2">76. Bar-On E, Meyer S, Harari G, Porat S. Ultrasonography of the hip in developmental hip dysplasia. J Bone Joint Surg Br. 1998 Mar; 80 (2): 321-324</font></p>    <p><font face="verdana" size="2">77. Roovers EA, Boere-Boonekamp MM, Geertsma TS, Zielhuis GA, Kerkhoff AH. Ultrasonographic screening for developmental dysplasia of the hip in infants. Reproducibility of assessments made by radiographers. J Bone Joint Surg Br. 2003 Jul; 85 (5): 726-730</font></p>    <!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">78. Peterlein CD, Schuttler KF, Lakemeier S, Timmesfeld N, Gorg C, Fuchs-Winkelmann S. Reproducibility of different screening classifications in ultrasonography of the newborn hip. BMC Pediatr. 2010; 10: 98</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000158&pid=S1646-2122201300020000300078&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p><font face="verdana" size="2">79. Ramwadhdoebe S, Sakkers RJ, Uiterwaal CS, Boere- Boonekamp MM, Beek FJ. Evaluation of a training program for general ultrasound screening for developmental dysplasia of the hip in preventive child health care. Pediatr Radiol. 2010 Oct; 40 (10): 1634-1639</font></p>    <p><font face="verdana" size="2">80. Falliner A, Schwinzer D, Hahne HJ, Hedderich J, Hassenpflug J. Comparing ultrasound measurements of neonatal hips using the methods of Graf and Terjesen. J Bone Joint Surg Br. 2006 Jan; 88 (1): 104-106</font></p>    <p><font face="verdana" size="2">81. Dezateux C, Brown J, Arthur R, Karnon J, Parnaby A. Performance, treatment pathways, and effects of alternative policy options for screening for developmental dysplasia of the hip in the United Kingdom. Archives of disease in childhood. 2003 Sep; 88 (9): 753-759</font></p>    <p><font face="verdana" size="2">82. Woolacott NF, Puhan MA, Steurer J, Kleijnen J. Ultrasonography in screening for developmental dysplasia of the hip in newborns: systematic review. BMJ (Clinical research ed). 2005 Jun 18; 330 (7505): 1413</font></p>    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">83. Graf R. [The use of ultrasonography in developmental dysplasia of the hip]. Acta orthopaedica et traumatologica turcica. 2007; 41 (1): 6-13</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000163&pid=S1646-2122201300020000300083&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">84. Treiber M, Tomazic T, Tekauc-Golob A, Zolger J, Korpar B, Burja S. Ultrasound screening for developmental dysplasia of the hip in the newborn: a population-based study in the Maribor region, 1997-2005. Wiener klinische Wochenschrift. 2008; 120: 31-36</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000164&pid=S1646-2122201300020000300084&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p><font face="verdana" size="2">85. von Kries R, Ihme N, Altenhofen L, Niethard FU, Krauspe R, Ruckinger S. General Ultrasound Screening Reduces the Rate of First Operative Procedures for Developmental Dysplasia of the Hip: A Case-Control Study. The Journal of pediatrics. 2012 Fev; 160 (2): 271-275</font></p>    <p><font face="verdana" size="2">86. Clegg J, Bache CE, Raut VV. Financial justification for routine ultrasound screening of the neonatal hip. J Bone Joint Surg Br. 1999 Sep; 81 (5): 852-857</font></p>    <p><font face="verdana" size="2">87. Bralic I, Vrdoljak J, Kovacic L. Ultrasound screening of the neonatal hip: cost-benefit analysis. Croatian medical journal. 2001 Apr; 42 (2): 171-174</font></p>    <p><font face="verdana" size="2">88. Brown J, Dezateux C, Karnon J, Parnaby A, Arthur R. Efficiency of alternative policy options for screening for developmental dysplasia of the hip in the United Kingdom. Archives of disease in childhood. 2003 Sep; 88 (9): 760-766</font></p>    <p><font face="verdana" size="2">89. Thaler M, Biedermann R, Lair J, Krismer M, Landauer F. Costeffectiveness of universal ultrasound screening compared with clinical examination alone in the diagnosis and treatment of neonatal hip dysplasia in Austria. J Bone Joint Surg Br. 2011 Aug; 93 (8): 1126-1130</font></p>    <p><font face="verdana" size="2">90. Gray A, Elbourne D, Dezateux C, King A, Quinn A, Gardner F. Economic evaluation of ultrasonography in the diagnosis and management of developmental hip dysplasia in the United Kingdom and Ireland. J Bone Joint Surg Am. 2005 Nov; 87 (11): 2472-2479</font></p>    <p>&nbsp;</p>    <p><b><font face="Verdana" size="2">Conflito de interesse: </font></b></p><font face="verdana" size="2">    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Nada a declarar.</p></font>    <p>&nbsp;</p><a name="c"></a>    <p><b><font face="Verdana" size="2"><a href="#topc">Endereço para correspondência</a></font></b></p>    <p><font face="Verdana" size="2">Carlos Silva    <br>Faculdade de Medicina da Universidade do Porto    <br>Departamento de Cirurgia - Ortopedia e Traumatologia     <br>Alameda Prof. Hernâni Monteiro    <br>4200 - 319 Porto    <br><a href="mailto:ca.silva204@gmail.com">ca.silva204@gmail.com</a></font></p>    <p>&nbsp;</p>    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="verdana" size="2"><b>Data de Submissão: </b> 2012-07-23</font></p>    <p><font face="verdana" size="2"><b>Data de Revisão: </b> 2012-12-30</font></p>    <p><font face="verdana" size="2"><b>Data de Aceitação: </b> 2013-01-21</font></p>     ]]></body><back>
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