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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Periprosthetic joint infection is one of the most formidable challenges for arthroplasty surgeons. The management of infection associated with prosthetic joints is poorly standartized because of the varied clinical presentation and the lack of data from randomized, controlled trials. Successful treatment of prosthetic joint infection consists, not only, of eliminating the infection but also of restoring patient mobility, which is important for patient satisfaction.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[Infeção prótese articular (IPA)]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[antibioterapia]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><b><font face="Verdana" size="2">ARTIGO DE REVISÃO</font></b></p>    <p>&nbsp;</p>    <p><b><font face="Verdana" size="4">Infecção de prótese articular da anca e joelho</font></b></p>    <p>&nbsp;</p>    <p><font face="Verdana" size="2"><b>Filipa Freitas<sup>I</sup></b>; <b>Manuel Virgolino<sup>I</sup></b>; <b>Carlos Ribeiro<sup>I</sup></b></font></p>    <p><font face="Verdana" size="2">I. Serviço de Ortopedia e Traumatologia. Hospital Sant'Iago Outão. Setúbal. Portugal.<br /></font></p>    <p>&nbsp;</p>    <p><font face="Verdana" size="2"><a name="topc"></a><a href="#c">Endereço para correspondência</a></font></p>    <p>&nbsp;</p>    <p><b><font face="Verdana" size="2">RESUMO</font></b></p><font face="verdana" size="2">    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>A infe&ccedil;&atilde;o de pr&oacute;tese articular &eacute; um dos maiores desafios para os Ortopedistas.<br />A abordagem das infe&ccedil;&otilde;es associadas com as pr&oacute;teses articulares n&atilde;o est&aacute; protocolada devido &agrave;s variadas apresenta&ccedil;&otilde;es cl&iacute;nicas e &agrave; escassez de ensaios cl&iacute;nicos randomizados.<br />O sucesso do tratamento consiste, n&atilde;o s&oacute;, na erradica&ccedil;&atilde;o da infe&ccedil;&atilde;o, mas tamb&eacute;m na recupera&ccedil;&atilde;o do arco de movimento, que &eacute; importante para a satisfa&ccedil;&atilde;o do doente.</p></font>    <p><font face="verdana" size="2"><b>Palavras chave</b>: Infeção prótese articular (IPA), antibioterapia, reimplantação 2 tempos. </font></p>    <p>&nbsp;</p>    <p><b><font face="Verdana" size="2">ABSTRACT</font></b></p><font face="verdana" size="2">    <p>Periprosthetic joint infection is one of the most formidable challenges for arthroplasty surgeons.<br />The management of infection associated with prosthetic joints is poorly standartized because of the varied clinical presentation and the lack of data from randomized, controlled trials.<br />Successful treatment of prosthetic joint infection consists, not only, of eliminating the infection but also of restoring patient mobility, which is important for patient satisfaction.</p></font>    <p><font face="verdana" size="2"><b>Key words</b>: Prosthetic joint infection (PJI), antimicrobial, 2-stage exchange strategy. </font></p>    <p>&nbsp;</p>    <p><b><font face="Verdana" size="2">INTRODUÇÃO</font></b></p><font face="verdana" size="2">    <p>A substitui&ccedil;&atilde;o articular da anca ou joelho &eacute; um dos procedimentos cir&uacute;rgicos com mais sucesso na melhoria da qualidade de vida dos doentes[1]. No entanto, a infe&ccedil;&atilde;o de pr&oacute;tese articular (IPA) &eacute; um dos maiores desafios para os ortopedistas[2, 3]. &Eacute; uma situa&ccedil;&atilde;o adversa que afeta o doente, a equipa cir&uacute;rgica e consome recursos ao hospital[4, 5]. A infe&ccedil;&atilde;o &eacute; uma complica&ccedil;&atilde;o devastadora e uma das principais causas de morbilidade ap&oacute;s artroplastia total, com uma taxa de mortalidade variando entre os 2,7% e 18%[6]. A taxa m&eacute;dia de IPA com dois anos ap&oacute;s a artroplastia total anca ou joelho &eacute; entre 0, 25% e 2,0%[6]. Portanto, o diagn&oacute;stico preciso de infe&ccedil;&atilde;o &eacute; importante com doentes com dor e descelamento da pr&oacute;tese[7]. O aumento da mortalidade relacionada com o a infe&ccedil;&atilde;o, aumenta diretamente os custos associados com os cuidados m&eacute;dicos[8]. M&uacute;ltiplos fatores de risco para infe&ccedil;&atilde;o de artroplastia total, incluindo varia&ccedil;&otilde;es demogr&aacute;ficas, comorbilidades, vari&aacute;veis operat&oacute;rias e p&oacute;s-operatorias , foram identificadas[9]. O Staphylococcus aureus &eacute; o respons&aacute;vel pela maioria das infe&ccedil;&otilde;es[3, 10,&nbsp;11]. As IPA s&atilde;o especialmente dif&iacute;ceis de tratar quando causadas por Staphylococcus aureus meticilino-resistentes[3]. <br />Numerosas estrat&eacute;gias s&atilde;o aplicadas de modo a reduzir a taxa de infe&ccedil;&atilde;o ap&oacute;s artroplastias totais da anca ou joelho. As estrat&eacute;gias podem ser divididas em: pr&eacute;-operat&oacute;rias, intraoperat&oacute;rias e p&oacute;s-operat&oacute;rias[6]. <br />Estabelecer o diagn&oacute;stico definitivo de IPA previamente &agrave; interven&ccedil;&atilde;o cir&uacute;rgica &eacute; dif&iacute;cil, sobretudo porque sinais e sintomas de infe&ccedil;&atilde;o como febre, calafrios e leucocitose n&atilde;o est&atilde;o, muitas vezes, presentes nestes doentes[12].<br />O m&eacute;todo de tratamento ideal para IPA ap&oacute;s artroplastia total da anca ou joelho permanece controverso. Os m&eacute;todos de tratamento incluem antibioterapia prolongada, desbridamento cir&uacute;rgico com reten&ccedil;&atilde;o de pr&oacute;tese, artroplastia de resec&ccedil;&atilde;o definitiva, artrodese, e reimplanta&ccedil;&atilde;o em um ou dois tempos[13].<br />O doente como hospedeiro &eacute; um importante fator de risco de infe&ccedil;&atilde;o, e muitos, se n&atilde;o a maioria, est&atilde;o em condi&ccedil;&otilde;es de sa&uacute;de suboptimas. Otimizar a condi&ccedil;&atilde;o m&eacute;dica dos doentes antes da cirurgia e diminuir fatores de risco modific&aacute;veis de infe&ccedil;&atilde;o, demonstraram reduzir o risco de infe&ccedil;&atilde;o[9].<br />As comorbilidades mais frequentemente associadas a aumento de risco de IPA s&atilde;o: doen&ccedil;a reumatol&oacute;gica, obesidade, coagulopatia e anemia pr&eacute;-operat&oacute;ria[14].<br />Doentes com artrite reumatoide (AR) t&ecirc;m duas a tr&ecirc;s vezes o risco aumentado de adquirirem infe&ccedil;&atilde;o p&oacute;s-operat&oacute;ria na ferida cir&uacute;rgica do que os doentes com osteoartrose[9]. As raz&otilde;es pelas quais estes doentes t&ecirc;m risco aumentado de infe&ccedil;&atilde;o pode dever-se ao tratamento a que est&atilde;o submetidos: anti-inflamat&oacute;rios n&atilde;o esteroides (AINE&rsquo;s), corticoides, imunossupressores e outros medicamentos antirreum&aacute;ticos.<br />Apesar de os AINE&rsquo;s n&atilde;o levarem diretamente ao aumento das necessidades transfusionais nem da morbimortalidade, eles podem aumentar a hemorragia intra e p&oacute;s-operat&oacute;rias. Assim, a indometacina e o ibuprofeno devem ser parados 2 dias antes da cirurgia, o naproxeno 3 dias antes e a aspirina 7 dias antes da cirurgia[15, 16]. A obesidade, definida com &iacute;ndice de massa corporal (IMC) &gt;= 30 kgs/m2, &eacute; um fator de risco conhecido para complica&ccedil;&otilde;es p&oacute;s-operat&oacute;rias, sobretudo, para infe&ccedil;&atilde;o da ferida operat&oacute;ria[3, 9, 14]. O estado nutricional dos doentes obesos e de todos aqueles em que se suspeita de m&aacute; nutri&ccedil;&atilde;o, deve ser avaliado recorrendo aos n&iacute;veis de albumina e transferrina no soro, bem como &agrave; contagem total de linf&oacute;citos. Se o estado nutricional &eacute; mau (n&iacute;veis de transferrina &lt; 200mg/dl, albumina &lt;3,5g/dl e ou contagem total de linf&oacute;citos &lt; 1500cel/mm3) os doentes devem de ser referenciados aos cuidados prim&aacute;rios, de modo a melhorarem o seu estado nutricional antes da cirurgia[3, 9]. A profilaxia antibi&oacute;tica, por vezes, n&atilde;o &eacute; ajustada ao peso, e muitos doentes t&ecirc;m n&iacute;veis s&eacute;ricos de antibi&oacute;tico inadequados[9].<br />Apesar do IMC aumentado estar associado com piores scores pr&eacute; e p&oacute;s operat&oacute;rios, as melhorias sentidas pelos doentes foram semelhantes, independentemente do IMC. Assim, os doentes obesos n&atilde;o devem ser exclu&iacute;dos dos benef&iacute;cios das artroplastias[17].<br />A anemia est&aacute;, muitas vezes, associada a m&aacute; nutri&ccedil;&atilde;o. Os doentes com anemia pr&eacute;-operat&oacute;ria, que se submeteram a artroplastias totais, tiveram maior necessidade de suporte transfusional, o qual est&aacute; associado a um aumento do risco de infe&ccedil;&atilde;o p&oacute;s-operat&oacute;ria[9, 14]. <br />Um estudo demonstrou que doentes que recebem transfus&otilde;es p&oacute;s-operat&oacute;rias t&ecirc;m 2,1 vezes mais hip&oacute;teses de desenvolverem IPA em compara&ccedil;&atilde;o com doentes que n&atilde;o recebem transfus&otilde;es[18]. Assim, a transfus&atilde;o s&oacute; deve ser efetuada quando o doente tem sintomas (aumento da frequ&ecirc;ncia card&iacute;aca (F.C.) hipotens&atilde;o, dispneia) ou n&iacute;veis de hemoglobina &lt;8g/dl ou quando a transfus&atilde;o est&aacute; medicamente indicada[6]. Altera&ccedil;&otilde;es na coagula&ccedil;&atilde;o est&atilde;o associadas com aumento do risco de forma&ccedil;&atilde;o de hematoma p&oacute;s-operat&oacute;rio, o qual &eacute; um fator de risco de infe&ccedil;&atilde;o de pr&oacute;tese articular[12, 19].<br />Um dos mais comuns micro- encontrados nas infe&ccedil;&otilde;es operat&oacute;rias &eacute; o Staphylococcus aureus (S. aureus)[8,10]. Existe uma forte associa&ccedil;&atilde;o entre os portadores de S. aureus e a infe&ccedil;&atilde;o da ferida operat&oacute;ria por esse micro-. Os portadores t&ecirc;m 2 a 9 vezes mais hip&oacute;teses de adquirirem infe&ccedil;&atilde;o p&oacute;s-operat&oacute;ria por S. aureus do que os n&atilde;o portadores[9]. A percentagem de IPA causada por S. aureus meticilino resistentes (MRSA) aumentou de 27% em 1999 para 62% em 2006[20]. <br />A     identifica&ccedil;&atilde;o de portadores de MRSA pode ser efetuada rapidamente pelo teste de triagem baseado na rea&ccedil;&atilde;o em cadeia da polimerase (PCR).<br />A mupirocina intranasal &eacute; o m&eacute;todo de erradica&ccedil;&atilde;o de S. aureus intranasal. Estes doentes devem receber tratamento adicional com desinfe&ccedil;&atilde;o da pele com gluconato de clorohexidina[6].<br />Ultimamente, o programa de identifica&ccedil;&atilde;o e tratamento dos portadores de S. aureus est&aacute; associado a uma diminui&ccedil;&atilde;o de 59% na taxa de infe&ccedil;&atilde;o operat&oacute;ria[8]. A replica&ccedil;&atilde;o e ader&ecirc;ncia do S. aureus aos implantes ortop&eacute;dicos &eacute; efetuada pela cria&ccedil;&atilde;o de modelo de biofilme, usando discos de tit&aacute;nio[21]. Estes micro- podem sobreviver na superf&iacute;cie dos implantes, mesmo em casos considerados ass&eacute;pticos[22]. Tamb&eacute;m os espa&ccedil;adores podem atuar como biomaterial de superf&iacute;cie, onde os micro- aderem e crescem[23].<br />Dados epidemiol&oacute;gicos recentes sugerem que entre 4 a 27% das IPA s&atilde;o polimicrobianas[24]. O estudo que analisou 5277 casos verificou que o tempo prolongado de cirurgia est&aacute; associado com aumento da incid&ecirc;ncia de infe&ccedil;&atilde;o. O plano pr&eacute;-operat&oacute;rio pode diminuir o tempo gasto para decidir durante a cirurgia e pode antecipar a necessidade de material adicional[25]. Todos os passos que minimizem atrasos na cirurgia devem ser investigados. Tamb&eacute;m se deve ter particular cuidado na introdu&ccedil;&atilde;o de medidas que prolongem a dura&ccedil;&atilde;o da artoplastia[25]. A profilaxia antibi&oacute;tica reduz o risco de infe&ccedil;&atilde;o nas cirurgias de substitui&ccedil;&atilde;o articular[3, 25]. A cefazolina e a cefuroxima s&atilde;o os antibi&oacute;ticos de escolha devido &agrave;s suas excelentes capacidades em vivo contra Staphyloccus e Streptococcus, longas semi vidas, e boas penetra&ccedil;&otilde;es nos tecidos[6]. A American Academy of Orthopaedic Surgeons (AAOS) publicou guidelines para os antibi&oacute;ticos mais apropriados. A cefazolina e a cefuroxima s&atilde;o as preferidas, com a clindamicina ou a vancomicina a serem recomendadas para os doentes com alergia aos beta-lact&acirc;micos. A vancomicina tamb&eacute;m deve ser usada nos doentes portadores de MRSA e em doentes operados em institui&ccedil;&otilde;es onde a preval&ecirc;ncia de MRSA nos doentes ortop&eacute;dicos &eacute; &gt; 25%[3].<br />A dose recomendada de cefazolina baseia-se na massa corporal do doente, sendo de 1 g para doentes com &lt; 80 Kg e 2,0g para doentes &gt; 80Kg. A dose recomendada de clindamicina &eacute; 600 a 900 mg. Para cirurgias demoradas recomenda-se a readministra&ccedil;&atilde;o de cefazolina a cada 2 a 5 horas; e cada 3 a 6 horas para a clindamicina[11].<br />A AAOS e a SCIP recomendam a administra&ccedil;&atilde;o de antibioterapia profil&aacute;tica uma hora antes da incis&atilde;o cir&uacute;rgica[11]. Quando se usa garrote na raiz do membro, toda a dose de antibi&oacute;tico deve estar administrada antes da insufla&ccedil;&atilde;o do mesmo[11]. A administra&ccedil;&atilde;o de antibi&oacute;ticos profil&aacute;ticos n&atilde;o deve ultrapassar as 24h do p&oacute;s-operat&oacute;rio, independentemente do uso de cateteres ou drenos[11]. Os aminoglicos&iacute;deos s&atilde;o outra classe de antibi&oacute;ticos que foram usados na profilaxia, atualmente s&atilde;o mais usados localmente do que por via parent&eacute;rica.<br />O uso de cimento impregnado de antibi&oacute;tico foi criado como um m&eacute;todo para reduzir a necessidade de cirurgias de revis&atilde;o ap&oacute;s artroplastia total da anca, em estudos realizados na Su&iacute;&ccedil;a e na Noruega, quando usado em conjunto com profilaxia antibi&oacute;tica endovenosa[26].<br />O cimento impregnado de antibi&oacute;tico, quando usado nas artroplastias totais da anca, parece ter uma boa rela&ccedil;&atilde;o custo-benef&iacute;cio, se os doentes forem jovens e o custo do mesmo for relativamente baixo[26].</p></font>    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>    <p><b><font face="Verdana" size="2">DIAGNÓSTICO</font></b></p><font face="verdana" size="2">    <p>A diferencia&ccedil;&atilde;o entre infe&ccedil;&atilde;o e descelamento mec&acirc;nico ass&eacute;ptico( a causa mais comum de falha de pr&oacute;tese) &eacute; especialmente importante devido aos diferentes tipos de tratamento necess&aacute;rios, para cada uma delas[7]. O diagn&oacute;stico de infe&ccedil;&atilde;o atrav&eacute;s da hist&oacute;ria cl&iacute;nica, exame f&iacute;sico, meios complementares de diagn&oacute;stico e complexos algoritmos, permanece um desafio[7].<br />N&atilde;o existe um teste suficientemente especifico e sens&iacute;vel que possa ser usado sozinho como m&eacute;todo para confirmar ou descartar IPA[27]. O diagn&oacute;stico pr&eacute;-operat&oacute;rio de infe&ccedil;&atilde;o de pr&oacute;tese articular, nos doentes com artroplastia total da anca ou joelho depende, em parte, do uso de marcadores sist&eacute;micos de inflama&ccedil;&atilde;o[12]. A velocidade de sedimenta&ccedil;&atilde;o dos eritr&oacute;citos (VS) e o leucograma t&ecirc;m demonstrado sensibilidade e especificidade relativamente baixas como marcadores de infe&ccedil;&atilde;o. <br />A interleucina-6 est&aacute; associada com altas taxas de acuidade diagn&oacute;stica como marcador de infe&ccedil;&atilde;o periprotesica, seguida da prote&iacute;na C reativa (PCR), VS e leucograma[12]. A contagem de leuc&oacute;citos (27 800 cel/microl) e o diferencial de neutrofilia ( 89%) no l&iacute;quido sinovial, t&ecirc;m demonstrado ter altas taxas de sensibilidade e especificidade no diagn&oacute;stico de IPA[27, 21].<br />A leucocitose esterase &eacute; uma enzima secretada pelos neutr&oacute;filos, quando estes s&atilde;o recrutados para o local de infe&ccedil;&atilde;o. Uma fita teste colorim&eacute;trica &eacute; usada, desde 1980, para detetar infe&ccedil;&otilde;es do trato urin&aacute;rio. A altera&ccedil;&atilde;o da cor da fita est&aacute; dependente da rea&ccedil;&atilde;o qu&iacute;mica com a leucocitose esterase ativa[27]. A sensibilidade e a especificidade da fita teste para a leucocitose esterase no diagn&oacute;stico de IPA foram altas, aproximando-se e, nalguns casos, excedendo os testes standard, como a contagem de leuc&oacute;citos e diferencial de neutr&oacute;filos no liquido sinovial[27]. Este teste tem as vantagens de dar o resultado em tempo real, ser barato e ter a capacidade de confirmar ou descartar a infe&ccedil;&atilde;o, podendo alterar a conduta do cirurgi&atilde;o intraoperatoriamente[27]. <br />Num algoritmo com m&uacute;ltiplos passos para diagn&oacute;stico de IPA, a fita teste para a leucocitose esterase pode ser usada na fase de triagem do aspirado do joelho, antes de outros testes mais caros e demorados serem usados[27]. <br />A bi&oacute;psia de membrana sinovial, por via artroscopica (m&iacute;nimo 6 amostras)[21] teve resultados superiores no diagn&oacute;stico IPA tardia do joelho, comparativamente com a aspira&ccedil;&atilde;o de liquido sinovial e a PCR[7]. Oferece ainda a oportunidade de combinar o exame histol&oacute;gico e o bacteriol&oacute;gico[7].<br />Na altura da cirurgia de reimplanta&ccedil;&atilde;o, quer em um ou dois tempos, devem ser colhidas amostras de liquido sinovial, amostras de tecidos s&oacute;lidos ( pseudocapsula, membrana envolvente dos componentes ou espa&ccedil;adores, ou tecidos suspeitos de infe&ccedil;&atilde;o) e amostras de esfrega&ccedil;os da superf&iacute;cie das pr&oacute;teses[28, 29]. A sonica&ccedil;&atilde;o dos implantes &eacute; um novo e mais sens&iacute;vel m&eacute;todo para o diagn&oacute;stico de IPA, sendo particularmente &uacute;til nos doentes que receberam antibioterapia 14 dias antes da cirurgia[23]. Este m&eacute;todo, ao recuperar bact&eacute;rias do biofilme, permite diagnosticar infe&ccedil;&otilde;es subcl&iacute;nicas, que n&atilde;o seriam identificadas pelos m&eacute;todos tradicionais[23]. A antibioterapia deve ser parada 4 semanas antes da aspira&ccedil;&atilde;o/ bi&oacute;psias para minimizar o risco de falsos negativos[29, 21]. <br />O micro- n&atilde;o &eacute; identificado em 2 a 36 % dos casos[21]. <br />Entre as modalidades imagiol&oacute;gicas, as radiografias n&atilde;o s&atilde;o nem sens&iacute;veis nem espec&iacute;ficas[30]. A radiografia constitui o primeiro exame de imagem para avalia&ccedil;&atilde;o de artroplastia sintom&aacute;tica. Permite excluir outras causas de dor e edema, como mau posicionamento, fratura periprot&eacute;sica ou luxa&ccedil;&atilde;o[21].<br />A radiografia n&atilde;o deteta a infe&ccedil;&atilde;o precoce e a presen&ccedil;a de linhas radiolucentes significa infe&ccedil;&atilde;o numa fase avan&ccedil;ada[24]. As modalidades de imagem por corte seccional, como a tomografia computorizada (TC) e a resson&acirc;ncia magn&eacute;tica (RM) s&atilde;o limitadas pelos artefactos induzidos pelos materiais[30]. A imagem por radionucl&iacute;deo reflete as altera&ccedil;&otilde;es funcionais e anat&oacute;micas, n&atilde;o sendo afetada pela presen&ccedil;a de pr&oacute;teses met&aacute;licas. Deste modo, a cintigrafia &eacute;, normalmente, a modalidade de escolha na investiga&ccedil;&atilde;o de IPA. A cintigrafia &oacute;ssea (CO) &eacute; sens&iacute;vel para a identifica&ccedil;&atilde;o de descelamento da pr&oacute;tese, mas n&atilde;o diferencia entre descelamento s&eacute;ptico do ass&eacute;ptico. Combinando a CO e cintigrafia com g&aacute;lio (CG) h&aacute; uma modesta melhoria no diagn&oacute;stico em rela&ccedil;&atilde;o a CO isolada. A cintigrafia com leuc&oacute;citos radiomarcados (CLR) permanece a t&eacute;cnica gold standart para o diagn&oacute;stico de processos mediados pelos neutr&oacute;filos. <br />Por outro lado, tem aumentado o papel da tomografia de emiss&atilde;o de positr&otilde;es (PET) no diagn&oacute;stico de IPA. Mas, estas t&eacute;cnicas de tomografia s&oacute; receber&atilde;o completa aceita&ccedil;&atilde;o quando modelos espec&iacute;ficos de PET forem desenvolvidos com sucesso. A emerg&ecirc;ncia de modalidades de imagem h&iacute;bridas, que usam integra&ccedil;&atilde;o da tomografia computorizada de emiss&atilde;o de fot&otilde;es simples (SPECT) e a PET com a TC (SPECT/TC e PET/TC) podem tamb&eacute;m contribuir para melhor avalia&ccedil;&atilde;o das complica&ccedil;&otilde;es das artroplastias, especialmente quando associadas com novos radiomarcadores, como o Ga68 e o Cu64. Atualmente, ainda n&atilde;o existem marcadores espec&iacute;ficos de infe&ccedil;&atilde;o[30].</p></font>    <p>&nbsp;</p>    <p><b><font face="Verdana" size="2">CONDUTA</font></b></p><font face="verdana" size="2">    <p>A infe&ccedil;&atilde;o ap&oacute;s artroplastia total &eacute; um problema desafiante. Os m&eacute;todos de tratamento incluem antibioterapia parent&eacute;rica de longa dura&ccedil;&atilde;o, desbridamento cir&uacute;rgico com reten&ccedil;&atilde;o dos componentes da pr&oacute;tese, reimplanta&ccedil;&atilde;o em um ou dois tempos, artroplastia de ressec&ccedil;&atilde;o definitiva, artrodese e amputa&ccedil;&atilde;o transfemoral[2, 13,&nbsp;21, 24]. A artroplastia de ressec&ccedil;&atilde;o e a amputa&ccedil;&atilde;o podem erradicar a infe&ccedil;&atilde;o mas est&atilde;o associadas a piores resultados funcionais[31]. A amputa&ccedil;&atilde;o deve ser efetuada nos casos graves e quando todos os outros tratamentos falharem[24]. O desbridamento radical inclui remo&ccedil;&atilde;o de cimento, membranas, corpos estranhos, tecidos potencialmente infetados, bem como fresagem agressiva intramedular e o uso de lavagem puls&aacute;til com solu&ccedil;&atilde;o salina[21]. A adi&ccedil;&atilde;o de gluconato de clorohexidina na lavagem puls&aacute;til com soro, obteve melhores resultados na redu&ccedil;&atilde;o de col&oacute;nias de bact&eacute;rias no biofilme[21]. <br />O tratamento vai depender, entre outras coisas, do tipo de infe&ccedil;&atilde;o. Segawa sugere uma classifica&ccedil;&atilde;ocl&iacute;nica de IPA. As do tipo I s&atilde;o aquelas identificadas nos exames microbiol&oacute;gicos culturais de rotina, durante a artroplastia de revis&atilde;o, quando n&atilde;o h&aacute; suspeita de infe&ccedil;&atilde;o.<br />No tipo II est&atilde;o inclu&iacute;das as infe&ccedil;&otilde;es p&oacute;s- operat&oacute;rias precoces, aquelas que s&atilde;o diagnosticadas durante primeiro m&ecirc;s ap&oacute;s a cirurgia.<br />As de tipo III ocorrem anos ap&oacute;s implanta&ccedil;&atilde;o e s&atilde;o infe&ccedil;&otilde;es agudas, provocadas por via hematog&eacute;nea, normalmente, com foco conhecido. Finalmente, o tipo IV s&atilde;o infe&ccedil;&otilde;es que aparecem ap&oacute;s um m&ecirc;s ou mais e s&atilde;o classificadas como infe&ccedil;&otilde;es indolentes cr&oacute;nicas[3, 32].<br />O tratamento para as infe&ccedil;&otilde;es de tipo I inclui desbridamento cir&uacute;rgico e mudan&ccedil;a dos componentes, sendo comparado com a reimplanta&ccedil;&atilde;o em um tempo. O tratamento &eacute; complementado com antibioterapia parent&eacute;rica durante quatro a seis semanas, &agrave; qual pode seguir-se antibioterapia oral[3].<br />As infe&ccedil;&otilde;es tipo II, devem ser tratadas com desbridamento cir&uacute;rgico e reten&ccedil;&atilde;o dos componentes, seguido de antibioterapia parent&eacute;rica durante quatro a seis semanas com possibilidade de complementar com antibioterapia oral[3]. No caso das culturas serem positivas ser&aacute; necess&aacute;rio repetir o desbridamento . Diversos fatores devem ser considerados, tais como, o tipo de bact&eacute;ria e a sua sensibilidade antibi&oacute;tica, a complexidade de antecipar ressec&ccedil;&atilde;o e reimplanta&ccedil;&atilde;o tardia e o estado geral do doente.<br />O tratamento das infe&ccedil;&otilde;es de tipo III depende da dura&ccedil;&atilde;o dos sintomas at&eacute; ao diagn&oacute;stico, do estado de imunidade do doente e do tipo de micro-. <br />Finalmente, o tipo IV pode ser tratado em um ou dois tempos de reimplanta&ccedil;&atilde;o, sempre com desbridamento cir&uacute;rgico e antibioterapia parent&eacute;rica durante quatro a seis semanas[3].<br />A reimplanta&ccedil;&atilde;o em dois tempos &eacute; o tratamento mais eficaz no tratamento de IPA, tendo em conta a erradica&ccedil;&atilde;o da infe&ccedil;&atilde;o[13, 24, 33].<br />Contudo, h&aacute; uma morbilidade adicional ap&oacute;s a segunda interven&ccedil;&atilde;o, com per&iacute;odo de menor atividade do doente entre os procedimentos[33]. Assim, a op&ccedil;&atilde;o entre reimplanta&ccedil;&atilde;o em 1 ou 2 tempos deve ter em conta a esperan&ccedil;a de vida do doente e as suas comorbilidades[33].<br />&nbsp;Este tratamento &eacute; uma op&ccedil;&atilde;o vi&aacute;vel para doentes com IPA por organismos resistentes, porque apesar de 24% dos doentes terem reinfe&ccedil;&otilde;es, 14% s&atilde;o por um organismo diferente[13]. A falha no tratamento inicial da IPA aumenta a probabilidade de tratamento mais complexo ( reimplanta&ccedil;&atilde;o em 2 tempos)[5].<br />Est&aacute; bem documentado que um dos passos cruciais no tratamento da reimplanta&ccedil;&atilde;o em dois tempos &eacute; a implanta&ccedil;&atilde;o do espa&ccedil;ador de cimento, que liberta altas doses de antibi&oacute;tico local[24]. As concentra&ccedil;&otilde;es de antibi&oacute;tico permanecem altas, acima da concentra&ccedil;&atilde;o inibit&oacute;ria m&iacute;nima, ap&oacute;s 6 semanas[34].<br />Esta propriedade do cimento impregnado com antibi&oacute;tico &eacute; tamb&eacute;m de grande import&acirc;ncia nas artroplastias de revis&atilde;o. Estudos cl&iacute;nicos demonstraram que as taxas de IPA s&atilde;o mais altas nas artroplastias de revis&atilde;o que nas prim&aacute;rias. O tratamento &eacute; tamb&eacute;m mais complicado nas artroplastias de revis&atilde;o[35]. As artroplastias de revis&atilde;o s&atilde;o infetadas por agentes patog&eacute;nicos mais virulentos e menos sens&iacute;veis aos antibi&oacute;ticos[23] Nestes casos, o cimento impregnado com vancomicina demonstrou ser eficaz na preven&ccedil;&atilde;o de infe&ccedil;&atilde;o profunda, quando associado a antibioterapia intravenosa[35].</p></font>    <p>&nbsp;</p>    <p><b><font face="Verdana" size="2">CONCLUSÃO</font></b></p><font face="verdana" size="2">    <p>A capacidade dos micro- sobreviverem e crescerem nas superf&iacute;cies dos implantes por interm&eacute;dio do biofilme, pode ter efeito adverso na longevidade da artroplastia.</p></font>    <p>&nbsp;</p>    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b><font face="Verdana" size="2">REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS</font></b></p>    <!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">1. Meyer J, Piller G, Spiegel C, Hetzel S, Squire M. Vacum -Mixing Significantly Changes Antibiótico Elution Characteristics of comercially available antibiotic - impregnated bone cements. J Bone Joint Surg Am. 2011; 93: 2049-2056</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000034&pid=S1646-2122201300020000400001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">2. Kubista B, Hartzler R, Wood C, Osmon D, Hanssen A, Lewallen D. Reinfection after two- stage revision for periprosthetic infection of total knee arthroplasty. Internacional Orthopaedics (SICOT). 2012; 36: 65-71</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000035&pid=S1646-2122201300020000400002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">3. Garvin K, Konigsberg B. Infection following total knee arthroplasty. J Bone Joint Surg Am. 2011; 93: 1167-1175</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000036&pid=S1646-2122201300020000400003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">4. Lindsay W, Bigsby E, Bannister G. Prevention of infection in orthopaedic joint replacement. J Perioper Pract. 2011; 21 (6): 206-209</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000037&pid=S1646-2122201300020000400004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p><font face="verdana" size="2">5. De Man F, Sendi P, Zimmerli W, Maurer T, Ochsner P, Ilchmann T. Infectiological, functional, and radiographic outcome after revision for prosthetic hip infection according to a strict algorithm. Acta Orthopaedica. 2011; 82 (1): 27-34</font></p>    <!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">6. Matar W, Jafari M, Restrepo C, Austin M, Purtill J, Parvizi J. Preventing infection in total joint arthroplasty. J Bone Joint Surg Am. 2010; 92 (1): 36-46</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000039&pid=S1646-2122201300020000400006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">7. Fink B, Makowiak C, Fuerst M, Berger I, Schafer P, Frommelt L. The value of synovial biopsy, joint aspiration and Creactive protein in diagnosis of late peri- prosthetic infection of total knee replacements. J Bone Joint Surg Br. 2008; 90-B: 874-878</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000040&pid=S1646-2122201300020000400007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p><font face="verdana" size="2">8. Kim D, Spencer M, Davidson S, Li L, Shaw J, Gulczynski D, et al. Institutional prescreening for detection and eradication of methicillinresistant Staphylococcus aureus in patients undergoing elective orthopaedic surgery. J Bone Joint Surg Am. 2010; 92: 1820-1826</font></p>    <p><font face="verdana" size="2">9. Lee J, Lee JH, Joung M, Moon S, Wi YM, Chung DR, et al. Risk factores for treatment failure in patients with prosthetic joint infections. J Hosp Infect. 2010; 75 (4): 273-276</font></p>    ]]></body>
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