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<journal-title><![CDATA[Revista Portuguesa de Ortopedia e Traumatologia]]></journal-title>
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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Sutura percutânea de rotura aguda do tendão de Aquiles em atletas utilizando Tenolig® Revisão de 30 casos]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Introduction: Rupture of the Achilles tendon has a growing incidence by increasing informal sports. Several studies have compared the treatment options, surgical versus medical treatment, there is still no consensus. In the surgical approach, the percutaneous method has been increasingly used. We found this increase in our institution. The objetive of this study is to evaluate the functional outcome and post rupture and rerrupture rate in patients undergoing percutaneous Achilles tendon surgery. Material: We conducted a retrospective study of 30 patients with rupture of the Achilles tendon during sports, undergoing surgery with percutaneous Tenolig ® between 2007 and 2008. We excluded tears with more than 8 days of evolution, patients not followed at the institution after surgery, open wounds, associated with fluoroquinolones and patients with neurological or vascular pathology. Methods: The functional assessment was classified using the American Orthopaedic Foot and Ankle Society (AOFAS) hindfoot score. We accessed via questionnaire the level of physical activity pre and post injury (occasional, mild or severe). The rate of rerrupture was calculated by clinical process review and clinical evaluation. Results: In this group of 30 patients (70% male), the mechanism of injury were sports - 80% football and 20% running. In relation to activity level, 16.6% of patients had occasional activity, 46.6% had mild activity and 36.6% intense. During follow-up, 86.6% of patients had an average AOFAS hindfoot score of good (80 to 100 points). In the same period, the activity level was 23.3% for occasional activity / inactivity, 53.3% had mild activity and 23.3% had intense activity. We obtained a rerrupture rate of 10%, on average 4 months after surgery, with no statistically significant value. All rerruptures were surgically intervened by classic open approach. Discussion: The most common mechanism of injury, sport, is consistent with data present in the literature. We found a decrease in physical activity between the preand post-injury, although 86.6% of patients presented an AOFAS hindfoot score of good. We found a rate of rerrupture than expected for the procedure, although without statistically significant value. Conclusion: Our data suggests a decline in physical activity after a ruptured Achilles tendon. In our institution, the rate of rebreakage with using Tenolig ® was not statistically significant.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[Rotura Aquiles]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><b><font face="Verdana" size="2">ARTIGO ORIGINAL</font></b></p>    <p>&nbsp;</p>    <p><b><font face="Verdana" size="4">Sutura percutânea de rotura aguda do tendão de Aquiles em atletas utilizando Tenolig®  Revisão de 30 casos</font></b></p>    <p>&nbsp;</p>    <p><font face="Verdana" size="2"><b>Artur Antunes<sup>I</sup></b>; <b>Manuel Santos Carvalho<sup>I</sup></b>; <b>Manuel Seara<sup>I</sup></b>; <b>Paulo Oliveira<sup>I</sup></b>; <b>António Mendes Moura<sup>I</sup></b>; <b>Rui Pinto<sup>I</sup></b></font></p>    <p><font face="Verdana" size="2">I. Serviço de Ortopedia. Centro Hospitalar São João. Porto. Portugal.<br /></font></p>    <p>&nbsp;</p>    <p><font face="Verdana" size="2"><a name="topc"></a><a href="#c">Endereço para correspondência</a></font></p>    <p>&nbsp;</p>    <p><b><font face="Verdana" size="2">RESUMO</font></b></p><font face="verdana" size="2">    ]]></body>
<body><![CDATA[<div>Introdu&ccedil;&atilde;o: A rotura do tend&atilde;o de Aquiles apresenta uma incid&ecirc;ncia crescente pelo aumento da pr&aacute;tica desportiva informal. Diversos estudos t&ecirc;m comparado as op&ccedil;&otilde;es terap&ecirc;uticas, tratamento m&eacute;dico versus cir&uacute;rgico, n&atilde;o existindo ainda consenso. Na abordagem cir&uacute;rgica, a via percut&acirc;nea tem sido cada vez mais utilizada. Verific&aacute;mos esse aumento na nossa institui&ccedil;&atilde;o. O objetivo deste estudo &eacute; avaliar o resultado funcional pr&eacute; e p&oacute;s rotura e a taxa de rerrotura nos doentes submetidos a cirurgia percut&acirc;nea do tend&atilde;o de Aquiles.</div>     <div>Material: Realiz&aacute;mos um estudo retrospetivo de 30 doentes com les&otilde;es durante a pr&aacute;tica desportiva, submetidos a cirurgia percut&acirc;nea com Tenolig &reg; por rotura do tend&atilde;o de Aquiles entre 2007 e 2008. Exclu&iacute;mos roturas com mais de 8 dias de evolu&ccedil;&atilde;o, doentes n&atilde;o seguidos na institui&ccedil;&atilde;o ap&oacute;s a cirurgia, roturas abertas, associadas a fluroquinolonas e doentes com patologia neurol&oacute;gica ou vascular diagnosticada.</div>     <div>M&eacute;todos: A avalia&ccedil;&atilde;o funcional foi classificada utilizando o American Orthopaedic Foot and Ankle Society (AOFAS) hindfoot score. Avali&aacute;mos atrav&eacute;s de question&aacute;rio o n&iacute;vel de atividade f&iacute;sica pr&eacute; e p&oacute;s les&atilde;o (ocasional, ligeira ou intensa). A taxa de rerrotura foi calculada atrav&eacute;s de revis&atilde;o processual e avalia&ccedil;&atilde;o cl&iacute;nica.</div>     <div>Resultados: No grupo de estudo de 30 doentes (70% do sexo masculino), o mecanismo de les&atilde;o foi a pr&aacute;tica desportiva &ndash; 80% futebol e 20% corrida. Em rela&ccedil;&atilde;o ao n&iacute;vel de atividade, 16,6% dos doentes tinham atividade ocasional, 46,6% tinha atividade ligeira e 36,6% intensa. No per&iacute;odo de follow-up, 86,6% dos doentes apresentava um valor m&eacute;dio AOFAS hindfoot score de bom (80 a 100 pontos). Nesse mesmo per&iacute;odo, o n&iacute;vel de atividade encontrado foi de 23,3% para atividade ocasional/sedentarismo, 53,3% tinha atividade ligeira e 23,3% mantinham atividade intensa. Obtivemos uma taxa de rerrotura de 10%, verificando-se em m&eacute;dia 4 meses ap&oacute;s a cirurgia, sem valor estatisticamente significativo. Todas as rerroturas foram reintervencionadas por via cir&uacute;rgica aberta.</div>     <div>Discuss&atilde;o: O mecanismo de les&atilde;o mais frequente, pr&aacute;tica desportiva, &eacute; consistente com os dados presentes na literatura. Verific&aacute;mos uma diminui&ccedil;&atilde;o de atividade f&iacute;sica entre o pr&eacute; e p&oacute;s-les&atilde;o, embora 86,6% dos doentes apresentassem um AOFAS hindfoot score m&eacute;dio de bom. Encontr&aacute;mos uma taxa de rerrotura superior ao esperado para o procedimento, embora sem valor estat&iacute;stico significativo.</div>     <div>Conclus&atilde;o: Os dados sugerem uma diminui&ccedil;&atilde;o da atividade f&iacute;sica ap&oacute;s uma rotura do tend&atilde;o de Aquiles. Na nossa institui&ccedil;&atilde;o, a taxa de rerroturas com a utiliza&ccedil;&atilde;o de Tenolig &reg; n&atilde;o foi estatisticamente significativa.</div></font>    <p><font face="verdana" size="2"><b>Palavras chave</b>: Rotura Aquiles, Percutâneo, Tenolig®. </font></p>    <p>&nbsp;</p>    <p><b><font face="Verdana" size="2">ABSTRACT</font></b></p><font face="verdana" size="2">    <p>Introduction: Rupture of the Achilles tendon has a growing incidence by increasing informal sports. Several studies have compared the treatment options, surgical versus medical treatment, there is still no consensus. In the surgical approach, the percutaneous method has been increasingly used. We found this increase in our institution. The objetive of this study is to evaluate the functional outcome and post rupture and rerrupture rate in patients undergoing percutaneous Achilles tendon surgery.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Material: We conducted a retrospective study of 30 patients with rupture of the Achilles tendon during sports, undergoing surgery with percutaneous Tenolig &reg; between 2007 and 2008. We excluded tears with more than 8 days of evolution, patients not followed at the institution after surgery, open wounds, associated with fluoroquinolones and patients with neurological or vascular pathology.</p>     <p>Methods: The functional assessment was classified using the American Orthopaedic Foot and Ankle Society (AOFAS) hindfoot score. We accessed via questionnaire the level of physical activity pre and post injury (occasional, mild or severe). The rate of rerrupture was calculated by clinical process review and clinical evaluation.</p>     <p>Results: In this group of 30 patients (70% male), the mechanism of injury were sports - 80% football and 20% running. In relation to activity level, 16.6% of patients had occasional activity, 46.6% had mild activity and 36.6% intense. During follow-up, 86.6% of patients had an average AOFAS hindfoot score of good (80 to 100 points). In the same period, the activity level was 23.3% for occasional activity / inactivity, 53.3% had mild activity and 23.3% had intense activity. We obtained a rerrupture rate of 10%, on average 4 months after surgery, with no statistically significant value. All rerruptures were surgically intervened by classic open approach.</p>     <p>Discussion: The most common mechanism of injury, sport, is consistent with data present in the literature. We found a decrease in physical activity between the preand post-injury, although 86.6% of patients presented an AOFAS hindfoot score of good. We found a rate of rerrupture than expected for the procedure, although without statistically significant value.</p>     <p>Conclusion: Our data suggests a decline in physical activity after a ruptured Achilles tendon. In our institution, the rate of rebreakage with using Tenolig &reg; was not statistically significant.</p></font>    <p><font face="verdana" size="2"><b>Key words</b>: Achilles tendon rupture, percutaneous, Tenolig®. </font></p>    <p>&nbsp;</p>    <p><b><font face="Verdana" size="2">INTRODUÇÃO</font></b></p><font face="verdana" size="2">    <p>A rotura do tend&atilde;o de Aquiles apresenta uma incid&ecirc;ncia crescente pelo aumento da pr&aacute;tica desportiva informal. Diversos estudos t&ecirc;m comparado as op&ccedil;&otilde;es terap&ecirc;uticas, tratamento m&eacute;dico versus cir&uacute;rgico, n&atilde;o existindo ainda consenso[1-3]. Na abordagem cir&uacute;rgica, a via percut&acirc;nea tem sido cada vez mais utilizada. Verific&aacute;mos esse aumento na nossa institui&ccedil;&atilde;o. O objetivo deste estudo &eacute; avaliar o resultado funcional pr&eacute; e p&oacute;s rotura e a taxa de rerrotura nos doentes com pr&aacute;tica desportiva submetidos a cirurgia percut&acirc;nea do tend&atilde;o de Aquiles.</p></font>    <p>&nbsp;</p>    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b><font face="Verdana" size="2">OBJECTIVOS</font></b></p><font face="verdana" size="2">    <p>No presente estudo pretendemos avaliar o resultado funcional pr&eacute; e p&oacute;s rotura, bem como a taxa de rerrotura num grupo de doentes submetidos a cirurgia percut&acirc;nea no tratamento de rotura aguda do tend&atilde;o de Aquiles. Realizamos tamb&eacute;m uma revis&atilde;o da literatura.</p></font>    <p>&nbsp;</p>    <p><b><font face="Verdana" size="2">MATERIAL E MÉTODOS</font></b></p><font face="verdana" size="2">    <p>Efetu&aacute;mos um estudo retrospetivo, incluindo todos os doentes com roturas agudas do tend&atilde;o de Aquiles que foram submetidos a cirurgia percut&acirc;nea com Tenolig &reg; na nossa institui&ccedil;&atilde;o entre 2007 e 2008. Utilizamos diversos crit&eacute;rios de exclus&atilde;o (roturas abertas, associadas a fluroquinolonas, doentes com patologia neurol&oacute;gica e doentes n&atilde;o seguidos na nossa institui&ccedil;&atilde;o) de modo a permitir uma correta avalia&ccedil;&atilde;o funcional dos doentes. Foram igualmente exclu&iacute;dos doentes com roturas com mais de 8 dias de evolu&ccedil;&atilde;o, j&aacute; que n&atilde;o est&aacute; preconizado pelo manual t&eacute;cnico do Tenolig &reg; a sua utiliza&ccedil;&atilde;o ap&oacute;s esse per&iacute;odo2. A avalia&ccedil;&atilde;o funcional foi realizada utilizando a American Orthopaedic Foot and ankle Society hindfoot score3. A taxa de rerrotura foi calculada com base na an&aacute;lise processual e avalia&ccedil;&atilde;o dos doentes em consulta de revis&atilde;o. Elaboramos um question&aacute;rio sobre o n&iacute;vel de atividade f&iacute;sica dos doentes, comparando o pr&eacute; com o p&oacute;s rotura e agrupando-os em tr&ecirc;s grupos &ndash; ocasional, ligeira ou intensa.</p></font>    <p>&nbsp;</p>    <p><b><font face="Verdana" size="2">RESULTADOS</font></b></p><font face="verdana" size="2">    <p>No per&iacute;odo entre 2007 e 2008 identificamos 36 roturas agudas do tend&atilde;o de Aquiles tratadas cirurgicamente na nossa institui&ccedil;&atilde;o. Desse grupo, 83,3% das roturas ocorreram durante a pr&aacute;tica desportiva e n&atilde;o apresentavam crit&eacute;rios de exclus&atilde;o (30 doentes). Dos doentes 70% eram do sexo masculino. A m&eacute;dia de idades encontrada foi de 44,5 anos. O tempo m&eacute;dio de seguimento foi de 31,8 meses. O mecanismo de les&atilde;o foi em todos os casos a pr&aacute;tica desportiva &ndash; 80% futebol, 20% corrida. A interven&ccedil;&atilde;o cir&uacute;rgica foi efetuada com anestesia loco-regional em 80% dos doentes, tendo sido utilizada anestesia geral nos restantes. Os doentes foram posicionados em dec&uacute;bito ventral, com os p&eacute;s fora da marquesa operat&oacute;ria, tendo sido os dois membros esterilizados de modo a comparar e ter refer&ecirc;ncias em rela&ccedil;&atilde;o ao tensionamento necess&aacute;rio das &acirc;ncoras, de modo a obter equinos fisiol&oacute;gicos similares. Realizamos 2 incis&otilde;es de cerca de 1 cm na regi&atilde;o proximal do tend&atilde;o, passando sucessivamente as agulhas do Tenolig &reg;, controlando por palpa&ccedil;&atilde;o a passagem &agrave; por&ccedil;&atilde;o distal do mesmo e saindo na regi&atilde;o retrocalc&acirc;neana medial e lateralmente, tal como preconizado pela t&eacute;cnica cir&uacute;rgica do material. Foi realizado o tensionamento do Tenolig &reg;, controlando a aproxima&ccedil;&atilde;o dos topos tendinosos por palpa&ccedil;&atilde;o, e realizado o bloqueio distal. O membro foi imobilizado com tala gessada posterior em equino de cerca de 20&ordm;.</p>
    <p>Os doentes apresentaram um tempo m&eacute;dio de internamento de 1,3 dias, sendo orientados para a consulta externa. &Agrave;s 4 semanas, foi substitu&iacute;da a tala em equino para uma tala gessada posterior em neutro e &agrave;s 6 semanas efetuamos a extra&ccedil;&atilde;o dos fios do Tenolig &reg; em ambulat&oacute;rio com anestesia local. Ap&oacute;s esse per&iacute;odo, os doentes foram aconselhados a utilizar um apoio para elevar cerca de 2 cm o calc&acirc;neo e iniciaram programa de reabilita&ccedil;&atilde;o em fisioterapia.</p>
    <p>Em rela&ccedil;&atilde;o ao n&iacute;vel de atividade no per&iacute;odo pr&eacute;-operat&oacute;rio, 16,6% dos doentes referiram pr&aacute;tica ocasional, 46,6% tinha atividade ligeira e 36,6% intensa. No seguimento dos doentes, o n&iacute;vel de atividade encontrado ap&oacute;s 1 ano da rotura foi de 23,3% para pr&aacute;tica ocasional/sedentarismo, 53,3% para atividade ligeira e 23,3% dos indiv&iacute;duos mantinham atividade intensa. N&atilde;o verificamos aumento do n&iacute;vel de atividade ap&oacute;s a rotura em nenhum dos doentes. Funcionalmente 86,6% dos doentes apresentaram um valor m&eacute;dio AOFAS hindfoot score de bom (80 a 100 pontos) no per&iacute;odo de seguimento.</p>
    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Como complica&ccedil;&otilde;es registamos 73,3% de &uacute;lceras de pele na regi&atilde;o retro calcaneana, observadas no momento de extra&ccedil;&atilde;o do Tenolig&reg; sem que fosse necess&aacute;rio tratamento espec&iacute;fico para al&eacute;m de cuidados de penso. Obtivemos uma taxa de rerrotura de 10%, verificando-se em m&eacute;dia 4 meses ap&oacute;s a cirurgia. Todas as rerroturas foram reintervencionadas por via cir&uacute;rgica aberta.</p></font>    <p>&nbsp;</p>    <p><b><font face="Verdana" size="2">DISCUSSÃO</font></b></p><font face="verdana" size="2">    <p>Os tend&otilde;es apresentam propriedades biomec&acirc;nicas que lhes conferem uma capacidade de estiramento at&eacute; 4% antes que ocorra les&atilde;o. A partir de estiramentos acima de 8% do comprimento do tend&atilde;o, desenvolvem-se roturas macrosc&oacute;picas[4].</p>
    <p>As roturas agudas do tend&atilde;o de Aquiles apresentam-se habitualmente em indiv&iacute;duos entre a terceira e quinta d&eacute;cada de vida. Suchak et al[5] apresentaram em 2006 um estudo referindo uma incid&ecirc;ncia m&eacute;dia de 8,3 roturas por 100 000 indiv&iacute;duos, com uma m&eacute;dia de idade entre os 30 e 49 anos, contrariando a distribui&ccedil;&atilde;o bimodal das roturas, que era descrita at&eacute; essa data. O ratio de rotura entre homens e mulheres situa-se entre 1,7:1 a 12:11. At&eacute; 75% das roturas ocorrem durante a pr&aacute;tica desportiva.</p>
    <p>V&aacute;rios autores concordam que a patologia degenerativa intratendinosa tamb&eacute;m exerce um papel na patologia das roturas do tend&atilde;o de Aquiles. Cetti et al[6] apresentaram uma serie de 60 doentes em que foi realizada uma biopsia do tend&atilde;o no momento da corre&ccedil;&atilde;o cir&uacute;rgica da rotura, encontrando em todos eles altera&ccedil;&otilde;es &ndash; aumento de conte&uacute;do de agua, diminui&ccedil;&atilde;o da quantidade de colag&eacute;nio e aumento da quantidade de colag&eacute;nio desnaturado ou danificado. A etiologia das roturas do tend&atilde;o de Aquiles &eacute; multifatorial, incluindo les&otilde;es por sobrecarga, medica&ccedil;&atilde;o ou cal&ccedil;ado n&atilde;o apropriado[7,8,9]. Holmes e Lin[10] observaram uma associa&ccedil;&atilde;o de tendinopatia do Aquiles com obesidade, hipertens&atilde;o arterial, anticoncetivos orais e esteroides. Kvist[7] descreveu que 10% das les&otilde;es observadas no seu trabalho estariam relacionadas com o cal&ccedil;ado. Pacientes com desalinhamento biomec&acirc;nico, p&eacute; cavo e hiperpronado ou varo marcado do antep&eacute; est&atilde;o com um risco aumentado de desenvolver queixas relacionadas com o tend&atilde;o de Aquiles[5]. Tradicionalmente est&atilde;o descritas roturas com mais frequ&ecirc;ncia entre os 4 e 6 cm da inser&ccedil;&atilde;o do tend&atilde;o distalmente. Chen et al[11] descreveram uma &aacute;rea hipovascular na regi&atilde;o m&eacute;dia do tend&atilde;o. Contrariando estes resultados, Langbern et al[12] n&atilde;o encontram altera&ccedil;&otilde;es na irriga&ccedil;&atilde;o do tend&atilde;o na regi&atilde;o de maior incid&ecirc;ncia de roturas.</p>
    <p>Em 1990, Kuwada[13] publicou um sistema de classifica&ccedil;&atilde;o das roturas do tend&atilde;o de Aquiles, de forma a guiar as op&ccedil;&otilde;es de tratamento. Nas les&otilde;es do tipo 1, roturas parciais, foi recomendado o tratamento m&eacute;dico com imobiliza&ccedil;&atilde;o gessada. Nas les&otilde;es do tipo 2, rotura completa com uma solu&ccedil;&atilde;o de continuidade at&eacute; 3 cm entre os topos, foi recomendado a tenodese topo a topo. As les&otilde;es tipo 3, com solu&ccedil;&atilde;o de continuidade de 3 a 6 cm, poder&atilde;o ser tratadas, segundo Kuwada, com um avan&ccedil;o em V-Y, transfer&ecirc;ncia tendinosa, rebatimento de Bosworth ou uma combina&ccedil;&atilde;o destes tr&ecirc;s. As les&otilde;es com mais de 6 cm de solu&ccedil;&atilde;o de continuidade necessitam de uma ressec&ccedil;&atilde;o do gastrocn&eacute;mio, um flap, enxerto livre de tend&atilde;o, enxerto sint&eacute;tico ou uma combina&ccedil;&atilde;o destes m&eacute;todos.</p>
    <p>Diversos trabalhos t&ecirc;m sido publicados, comparando as diferentes formas de tratamento cir&uacute;rgico destas les&otilde;es. A via aberta cl&aacute;ssica tem sido associada a maiores complica&ccedil;&otilde;es de pele comparativamente &agrave;s vias percut&acirc;neas ou mini-invasivas[14,15,16]. A via percut&acirc;nea tem a vantagem de evitar a desvasculariza&ccedil;&atilde;o do tend&atilde;o e de manter o hematoma ap&oacute;s a rotura, preservando assim os fatores anat&oacute;micos e biol&oacute;gicos para estimular a regenera&ccedil;&atilde;o. Permite igualmente uma mobiliza&ccedil;&atilde;o precoce, que auxilia no alinhamento das fibras de colag&eacute;nio de modo a que se transformem em fibras el&aacute;sticas funcionais[2,14]. Cretnik et al[15] realizaram um estudo comparando 132 vias percut&acirc;neas versus 105 vias abertas, encontrando uma menor taxa de complica&ccedil;&otilde;es major na abordagem percut&acirc;nea e resultados funcionais similares, embora com um risco aumentado de rerrotura. Ceccarelli et al[16] aparentaram resultados funcionais similares no tratamento cir&uacute;rgico aberto versus percut&acirc;neo, sem no entanto registarem qualquer rerrotura. Numa meta-analise, Khan et al[17] encontraram 14 estudos que englobavam um n&uacute;mero total de 891 doentes. Os autores descrevem um risco relativo de rerrotura de 0,27 no grupo cir&uacute;rgico quando comparado com o grupo de tratamento conservador. Quando comparada a via cir&uacute;rgica aberta com a via percut&acirc;nea, Khan et al reportaram um menor tempo cir&uacute;rgico e um menor risco de infe&ccedil;&atilde;o a favor da via percut&acirc;nea. Numa revis&atilde;o de 30 casos por via percut&acirc;nea, Junge et al[18] reportaram duas rerroturas, uma infe&ccedil;&atilde;o profunda e uma les&atilde;o do nervo sural. Conclu&iacute;ram que as t&eacute;cnicas menos invasivas apresentavam um resultado est&eacute;tico excelente, resultados funcionais bons e um grau elevado de satisfa&ccedil;&atilde;o por parte dos pacientes.</p>
    <p>Como complica&ccedil;&atilde;o descrita em v&aacute;rios artigos, a trombose venosa profunda [TVP], com ou sem embolia pulmonar, pode chegar aos 36% dos casos[19, 20] independentemente da modalidade de tratamento escolhido. Assim sendo, a profilaxia da TVP &eacute; essencial nos pacientes que sofram de roturas do tend&atilde;o de Aquiles.</p>
    <p>Neste estudo, a distribui&ccedil;&atilde;o e mecanismo de les&atilde;o das roturas est&atilde;o em conson&acirc;ncia com o descrito na&nbsp;Literatura [4,5,7,8,9]. No nosso grupo de estudo, n&atilde;o foram registadas TVP com significado cl&iacute;nico, tendo todos os doentes realizado profilaxia com enoxaparina subcut&acirc;nea [40mg por dia]. A presen&ccedil;a de les&otilde;es de pele na regi&atilde;o calcaneana, n&atilde;o motivou tratamentos adicionais nem influenciou os resultados finais. Embora mantendo um resultado funcional no AOFAS hindfoot score de bom em 87% dos pacientes, verificamos uma diminui&ccedil;&atilde;o da pr&aacute;tica e intensidade desportiva do nosso grupo de estudo. Acreditamos que esta diminui&ccedil;&atilde;o de atividade poder&aacute; estar relacionada com fatores inerentes ao pr&oacute;prio paciente, tal como o receio de rerrotura, do que associado a uma diminui&ccedil;&atilde;o efetiva da capacidade funcional.</p>
    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>A taxa de rerrotura neste grupo de estudo foi de 10%, valor esse que est&aacute; acima do que seria de esperar para este tipo de procedimento, embora sem valor estatisticamente significativo. Este resultado poder&aacute; estar na depend&ecirc;ncia do in&iacute;cio de realiza&ccedil;&atilde;o desta t&eacute;cnica na institui&ccedil;&atilde;o e na presen&ccedil;a de uma amostra limitada de doentes.</p></font>    <p>&nbsp;</p>    <p><b><font face="Verdana" size="2">CONCLUSÃO</font></b></p><font face="verdana" size="2">    <p>Os nossos dados sugerem uma diminui&ccedil;&atilde;o da atividade f&iacute;sica ap&oacute;s rotura do tend&atilde;o de Aquiles, embora com resultados funcionais bons em 87% dos pacientes. A via percut&acirc;nea &eacute; um procedimento r&aacute;pido, que permite uma aproxima&ccedil;&atilde;o dos topos do tend&atilde;o, com preserva&ccedil;&atilde;o do hematoma fratur&aacute;rio, estando associada a poucas complica&ccedil;&otilde;es major de pele.</p></font>    <p>&nbsp;</p>    <p><b><font face="Verdana" size="2">REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS</font></b></p>    <p><font face="verdana" size="2">1. Khan RJ, Fick D, Keogh A. Treatment of acute Achilles tendon ruptures. A meta-analysis of randomized, controlled trials. J Bone Joint Surg Am. 2005 Oct 1; 87 (10): 2202-2210</font></p>    <!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">2. Implant for percutaneous tenosynthesis of Achilles tendon - be POD[homepage on the Internet]. Available from: <a href="http://www.fhorthopedics.com/achille-tendon-tenolig-percutaneous.html" target="_blank">http://www.fhorthopedics.com/achille-tendon-tenolig-percutaneous.html</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000060&pid=S1646-2122201300020000900002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>    <p><font face="verdana" size="2">3. Kitaoka HB, Alexander IJ, Adelaar RS, Nunley JA, Myerson MS, Sanders M. Clinical rating systems for the ankle-hindfoot, midfoot, hallux, and lesser toes. Foot Ankle Int. 1994 Jul; 81 (7): 1019-1036</font></p>    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="verdana" size="2">4. Maffulli N. N. Rupture of the Achilles tendon. J Bone Joint Surg Am. 1999 Jul; 81 (7): 1019-1036</font></p>    <!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">5. Suchak AA, Bostick G, Reid D, Blitz S, Jomha N.  The incidence of Achilles tendon ruptures in Edmonton, Canada. Foot Ankle Int. 2005; 26 (11): 932-936</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000064&pid=S1646-2122201300020000900005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">6. Cetti R, Junge J, Vyberg M. Spontaneous rupture of the Achilles tendon is preceded by widespread and bilateral tendon damage and ipsilateral inflammation: a clinical and histopathologic study of 60 patients. Ata Orthop Scand. 2003; 74 (1): 78-84</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000065&pid=S1646-2122201300020000900006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">7. Kvist M. Achilles tendon injuries in athletes. Ann Chir Gynaecol. 1991; 80 (2): 188-201</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000066&pid=S1646-2122201300020000900007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">8. Knobloch K, Yoon U, Vogt PM. Acute and overuse injuries correlated to hours of training in master running athletes. Foot Ankle Int. 2008; 29 (7): 671-676</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000067&pid=S1646-2122201300020000900008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">9. Mahieu NN, Witvrouw E, Stevens V. Intrinsic risk factors for the development of Achilles tendon overuse injury: a prospective study. Am J Sports Med. 2006; 34 (2): 226-235</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000068&pid=S1646-2122201300020000900009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">10. Holmes GB, Lin J. Etiologic factors associated with symptomatic Achilles tendinopathy. Foot Ankle Int. 2006; 27 (11): 952-959</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000069&pid=S1646-2122201300020000900010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">11. Chen TM, Rozen WM, Pan WR, Richardson MD, Taylor GI. The arterial anatomy of the Achilles tendon: anatomical study and clinical implications. Clin Anat. 2009; 22 (3): 377-385</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000070&pid=S1646-2122201300020000900011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">12. Langbern H, Olesen J, Skovgaard D, Kjaer M. Age related blood flow around the Achilles tendon during exercise in humans. Eur J Appl Physiol. 2001; 84 (3): 246-248</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000071&pid=S1646-2122201300020000900012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">13. Kuwada GT. Classification of tendo Achillis rupture with consideration of surgical repair techniques. J Foot Surg. 1990; 29 (4): 361-365</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000072&pid=S1646-2122201300020000900013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p><font face="verdana" size="2">14. Twaddle BC, Poon P. Early motion for Achilles tendon ruptures: is surgery important? A randomized, prospective study. Am J Sports Med. 2007 Dec; 35 (12): 2033-2038</font></p>    <!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">15. Cretnik A, Kosanovic M, Smrkolj V. Percutaneous versus open repair  of the rupture Achilles tendon: a comparative study. Am J Sports Med. 2005; 33 (9): 1369-1379</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000074&pid=S1646-2122201300020000900015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">16. Ceccarelli F, Berti L, Giuriati L, Romagnoli M, Giannini S. Percutaneous and minimally invasive techniques of Achilles tendon repair. Clin Orthop Relat Res. 2007; 458: 188-193</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000075&pid=S1646-2122201300020000900016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">17. Khan RJ, Fick D, Keogh A, Crawford J, Brammar T, Parker M. Treatment of acute Achilles tendon ruptures. A meta-analysis of randomized, controlled trials. J Bone Joint Surg Am. 2005; 87 (10): 2202-2210</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000076&pid=S1646-2122201300020000900017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">18. Jung HG, Lee KB, Cho SG, Yoon TR. Outcome of achilles tendon ruptures treated by a limited open technique. Foot Ankle Int. 2008; 29 (8): 803-807</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000077&pid=S1646-2122201300020000900018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">19. Lapidus LJ, Rosfors S, Ponzer S. Prolonged thromboprophylaxis with dalteparin after surgical treatment of achilles tendon rupture: a randomized, placebo-controlled study. J Orthop Trauma. 2007; 2 (1): 52-57</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000078&pid=S1646-2122201300020000900019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">20. Nilsson-Helander K, Thurin A, Karlsson J, Eriksson BI. High incidence of deep venous thrombosis after Achilles tendon rupture: a prospective study. Knee Surg Sports Traumatol Arthrosc. 2009; 17 (10): 1234-1238</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000079&pid=S1646-2122201300020000900020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>&nbsp;</p>    <p><b><font face="Verdana" size="2">Conflito de interesse: </font></b></p><font face="verdana" size="2">    <p>Nada a declarar.</p></font>    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p><a name="c"></a>    <p><b><font face="Verdana" size="2"><a href="#topc">Endereço para correspondência</a></font></b></p>    <p><font face="Verdana" size="2">Artur Antunes    <br>Rua Mestre Guilherme Camarinha nº 9    <br>Hab 2.3    <br>4200 Porto    <br>Portugal    <br><a href="mailto:arturafonsoantunes@gmail.com">arturafonsoantunes@gmail.com</a></font></p>    <p>&nbsp;</p>    <p><font face="verdana" size="2"><b>Data de Submissão: </b> 2013-02-01</font></p>    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="verdana" size="2"><b>Data de Revisão: </b> 2013-05-02</font></p>    <p><font face="verdana" size="2"><b>Data de Aceitação: </b> 2013-07-03</font></p>     ]]></body><back>
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