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<journal-title><![CDATA[Revista Portuguesa de Ortopedia e Traumatologia]]></journal-title>
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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Isolamento e caracterização das células da notocorda humana: Implicações para o desenvolvimento de terapias celulares para a doença degenerativa discal]]></article-title>
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Estudos animais e in vitro demonstraram que as células da notocorda exercem efeitos anabólicos e protetores sobre o disco intervertebral, pelo que o seu desaparecimento do NP humano tem sido implicado na patogénese da degeneração discal. Deste modo, o estudo destas células e dos seus mecanismos de regulação poderá identificar fatores envolvidos na homeostasia do disco intervertebral e ajudar no desenvolvimento de terapêuticas celulares para regenerar ou substituir as células do disco intervertebral degenerado. No entanto, o estudo de células da notocorda humana tem sido dificultado por restrições éticas, logísticas e técnicas, o que constitui uma importante limitação para o avanço científico nesta área. Este estudo foi realizado com o objetivo de isolar células da notocorda (precursoras do NP) das do esclerótomo (precursoras do anel fibroso (AF) e das vértebras) a partir de embriões e fetos humanos e caracterizar o seu fenótipo e os mecanismos ou moléculas reguladores da sua função no disco intervertebral. Métodos: Embriões e fetos humanos (3.5 a 12 semanas pósconceção) foram dissecados e caracterizados morfologicamente para confirmar a presença de células da notocorda na coluna vertebral em desenvolvimento. Uma vez que nesta altura do desenvolvimento humano não existe uma demarcação óbvia dos limites entre o NP, o AF e o corpo vertebral, foi desenvolvida uma estratégia baseada na identificação de um marcador celular específico para as células da notocorda e na sua utilização para as separar das células do esclerótomo. Para identificar esse marcador realizou-se uma pesquisa da literatura; seguidamente, os potenciais marcadores foram testados por imunohistoquímica em secções embrionárias e fetais contendo células da notocorda. Após identificação do marcador a usar, e uma vez que esse tinha localização intracelular, foi desenvolvida uma metodologia que permitisse extrair RNA a partir de um número limitado de células fixadas, permeabilizadas, marcadas com um anticorpo fluorescente e separadas por citometria de fluxo. O método desenvolvido foi então utilizado para separar e extrair RNA a partir de células da notocorda e esclerótomo fetais. A precisão da separação foi confirmada pela quantificação por reação em cadeia da polimerase em tempo real (qRT-PCR) da expressão de genes da notocorda nos dois tipos celulares separados. Posteriormente, microarrays foram utilizados para identificar o fenótipo e o software interactive pathway analysis (IPA®) foi utilizado para identificar moléculas e fatores reguladores da função das células da notocorda. Resultados: A coluna vertebral fetal humana foi validada como uma fonte adequada para obtenção de células da notocorda. A pesquisa da literatura identificou 16 potenciais marcadores específicos destas células e a validação de um grupo deles identificou as moléculas KRT8, KRT18 e KRT19 como sendo específicas para as células da notocorda da coluna vertebral fetal humana. Verificou-se que uma metodologia consistindo na fixação e permeabilização de células com 95% etanol/ 5% ácido acético, marcação com um anticorpo fluorescente anti-KRT18 e separação por citometria de fluxo permitia obter RNA de elevada qualidade. Esse método foi utilizado para separar células extraídas enzimaticamente da coluna fetal humana e separar as células da notocorda (precursoras do NP e KRT18-positivas) das células do esclerótomo (precursoras do AF e das vértebras e KRT18-negativas). A maior expressão diferencial dos genes da notocorda KRT18, KRT19, brachyury, Galectin 3, CTGF e FOXA2 pelas células KRT18-positivas confirmou a precisão da separação. A análise dos dois tipos celulares por microarrays identificou 782 genes regulados positivamente e 678 regulados negativamente pelas células da notocorda. A análise IPA identificou 30 moléculas reguladoras dos genes expressos pelas células da notocorda. Destas, o hepatocyte growth fator (HGF) foi identificado como o principal fator de crescimento a montante das células da notocorda ativando genes importantes para a sua função no disco intervertebral. Discussão: Este estudo isolou pela primeira vez células da notocorda humana. Para o realizar foi desenvolvida uma metodologia complexa, cujas aplicações se estendem para lá desta área de investigação. A análise por microarrays identificou marcadores fenotípicos das células da notocorda, alguns dos quais potencialmente responsáveis pelos seus efeitos protetores no disco intervertebral. O fator de crescimento HGF foi identificado como um regulador destas células, podendo ser responsável por algumas das funções que lhes são atribuídas.]]></p></abstract>
<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Introduction: For the development of cell-based therapies targeting intervertebral disc (IVD) degeneration a thorough understanding of its cells and the molecular pathways leading to their differentiation is required. The embryonic, foetal and juvenile nucleus pulposus (NP) is populated by large vacuolated notochordal cells that with skeletal maturity become replaced by smaller chondrocyte-like cells. Since animal and in vitro studies have shown that notochordal cells display protective and anabolic roles in the IVD, their loss in humans has often been suggested to initiate the degenerative process. As such, a detailed understanding of these cells and their regulatory pathways may help to identify factors involved in IVD homeostasis and the development of novel cell-based therapies targeting disc degeneration. The study of human notochordal cells has however been hindered by ethical, logistical and technical restrictions in obtaining suitable samples, which constitutes a major limitation to the field. This study was conducted with the objective of isolating notochordal cells (precursors of the NP) from their adjacent sclerotomal tissues (precursors of the annulus fibrosus (AF) and vertebrae) from human embryonic and foetal spines and to identify their phenotype and potential factors involved in their function in the IVD. Methods: Human embryonic and foetal spines (3.5-12 weeks post-conception) were dissected and characterised morphologically to confirm their suitability as sources of notochordal cells. Then, and since there was no visible demarcation between the NP, AF and vertebral regions, a strategy involving the identification of a notochord-specific marker to label and sort notochordal cells was devised. To identify a notochordspecific marker, a literature search was performed followed by the validation of identified putative markers in the human foetal spine using immunohistochemistry. Subsequently, and as the identified marker had an intracellular location, a novel methodology was developed to allow for the extraction of high quality RNA from limited numbers of fixed, permeabilised, labelled with a fluorescent antibody and sorted cells. Using the optimised methodology, RNA was extracted from notochordal and sclerotomal cells. Separation accuracy was validated using real time quantitative polymerase chain reaction (qRT-PCR) for known notochordal markers. Microarrays were then used to identify differentially expressed genes between notochordal and sclerotomal cells and interactive pathway analysis (IPA) was used to identify notochordal cell regulators. Results: The human foetal spine was validated as a suitable source of notochordal cells. The literature search identified 16 putative markers and the validation of a panel of these identified KRT8, KRT18 and KRT19 as human notochord-specific markers. A methodology involving cell fixation and permeabilisation using 95% ethanol/ 5% acetic acid, followed by incubation with a directly conjugated KRT18 antibody and separation by fluorescence activated cell sorting was found to have no detrimental effect on the RNA quality. This method was therefore used to separate enzymatically obtained human foetal notochordal cells (NP precursors and KRT18-positive) from sclerotomal cells (AF and vertebrae precursors and KRT18-negative). qRT-PCR analysis validated the cell separation methodology by confirming that notochordal cells had higher differential expression of the notochordal markers KRT18, KRT19, brachyury, Galectin 3, CTGF and FOXA2. Array analysis identified 782 upregulated and 678 downregulated genes. IPA analysis identified 30 upstream regulators of notochordal cell genes. Of these, hepatocyte growth factor (HGF) was the top growth factor and was predicted to be activating a number of relevant notochordal genes. Discussion: This study isolated, for the first time, human notochordal cells. To do so, a complex labelling methodology was devised that is applicable to different areas of research. Microarray analysis identified a list of notochordal cell markers, some of which may be important in notochordal cell function within the IVD. Importantly, HGF was identified as an upstream regulator of notochordal cells that may be involved in some of the biological functions attributed to them.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><b><font face="Verdana" size="2">INVESTIGAÇÃO</font></b></p>    <p>&nbsp;</p>    <p><b><font face="Verdana" size="4">Isolamento e caracterização das células da notocorda humana.  Implicações para o desenvolvimento de terapias celulares para a doença degenerativa discal</font></b></p>    <p>&nbsp;</p>    <p><font face="Verdana" size="2"><b>Ricardo Rodrigues-Pinto<sup>I, II</sup></b>; <b>António Oliveira<sup>I</sup></b>; <b>Stephen M. Richardson<sup>II</sup></b>; <b>Judith A. Hoyland<sup>II</sup></b></font></p>    <p><font face="Verdana" size="2">I. Spine Research Group. Centre for Tissue Injury and Repair. Institute of Inflammation and Repair. Faculty of Medical and Human Sciences. Universidade de Manchester. Reino Unido.<br />II. Serviço de Ortopedia. Centro Hospitalar do Porto. Hospital Santo António. Porto. Portugal.<br /></font></p>    <p>&nbsp;</p>    <p><font face="Verdana" size="2"><a name="topc"></a><a href="#c">Endereço para correspondência</a></font></p>    <p>&nbsp;</p>    <p><b><font face="Verdana" size="2">RESUMO</font></b></p><font face="verdana" size="2">    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Introdu&ccedil;&atilde;o: Para o desenvolvimento de terap&ecirc;uticas celulares para o tratamento da degenera&ccedil;&atilde;o do disco intervertebral &eacute; necess&aacute;rio o conhecimento detalhado das c&eacute;lulas que o constituem e das vias moleculares que levam &agrave; sua diferencia&ccedil;&atilde;o. O n&uacute;cleo pulposo (NP) embrion&aacute;rio, fetal e dos primeiros anos de vida &eacute; formado por c&eacute;lulas grandes e vacuoladas da notocorda; no entanto, com a maturidade esquel&eacute;tica, as c&eacute;lulas da notocorda desaparecem e s&atilde;o substitu&iacute;das por c&eacute;lulas menores, semelhantes a condr&oacute;citos. Estudos animais e in vitro demonstraram que as c&eacute;lulas da notocorda exercem efeitos anab&oacute;licos e protetores sobre o disco intervertebral, pelo que o seu desaparecimento do NP humano tem sido implicado na patog&eacute;nese da degenera&ccedil;&atilde;o discal. Deste modo, o estudo destas c&eacute;lulas e dos seus mecanismos de regula&ccedil;&atilde;o poder&aacute; identificar fatores envolvidos na homeostasia do disco intervertebral e ajudar no desenvolvimento de terap&ecirc;uticas celulares para regenerar ou substituir as c&eacute;lulas do disco intervertebral degenerado. No entanto, o estudo de c&eacute;lulas da notocorda humana tem sido dificultado por restri&ccedil;&otilde;es &eacute;ticas, log&iacute;sticas e t&eacute;cnicas, o que constitui uma importante limita&ccedil;&atilde;o para o avan&ccedil;o cient&iacute;fico nesta &aacute;rea. Este estudo foi realizado com o objetivo de isolar c&eacute;lulas da notocorda (precursoras do NP) das do escler&oacute;tomo (precursoras do anel fibroso (AF) e das v&eacute;rtebras) a partir de embri&otilde;es e fetos humanos e caracterizar o seu fen&oacute;tipo e os mecanismos ou mol&eacute;culas reguladores da sua fun&ccedil;&atilde;o no disco intervertebral.</p>     <p>M&eacute;todos: Embri&otilde;es e fetos humanos (3.5 a 12 semanas p&oacute;sconce&ccedil;&atilde;o) foram dissecados e caracterizados morfologicamente para confirmar a presen&ccedil;a de c&eacute;lulas da notocorda na coluna vertebral em desenvolvimento. Uma vez que nesta altura do desenvolvimento humano n&atilde;o existe uma demarca&ccedil;&atilde;o &oacute;bvia dos limites entre o NP, o AF e o corpo vertebral, foi desenvolvida uma estrat&eacute;gia baseada na identifica&ccedil;&atilde;o de um marcador celular espec&iacute;fico para as c&eacute;lulas da notocorda e na sua utiliza&ccedil;&atilde;o para as separar das c&eacute;lulas do escler&oacute;tomo. Para identificar esse marcador realizou-se uma pesquisa da literatura; seguidamente, os potenciais marcadores foram testados por imunohistoqu&iacute;mica em sec&ccedil;&otilde;es embrion&aacute;rias e fetais contendo c&eacute;lulas da notocorda. Ap&oacute;s identifica&ccedil;&atilde;o do marcador a usar, e uma vez que esse tinha localiza&ccedil;&atilde;o intracelular, foi desenvolvida uma metodologia que permitisse extrair RNA a partir de um n&uacute;mero limitado de c&eacute;lulas fixadas, permeabilizadas, marcadas com um anticorpo fluorescente e separadas por citometria de fluxo. O m&eacute;todo desenvolvido foi ent&atilde;o utilizado para separar e extrair RNA a partir de c&eacute;lulas da notocorda e escler&oacute;tomo fetais. A precis&atilde;o da separa&ccedil;&atilde;o foi confirmada pela quantifica&ccedil;&atilde;o por rea&ccedil;&atilde;o em cadeia da polimerase em tempo real (qRT-PCR) da express&atilde;o de genes da notocorda nos dois tipos celulares separados. Posteriormente, microarrays foram utilizados para identificar o fen&oacute;tipo e o software interactive pathway analysis (IPA&reg;) foi utilizado para identificar mol&eacute;culas e fatores reguladores da fun&ccedil;&atilde;o das c&eacute;lulas da notocorda.</p>     <p>Resultados: A coluna vertebral fetal humana foi validada como uma fonte adequada para obten&ccedil;&atilde;o de c&eacute;lulas da notocorda. A pesquisa da literatura identificou 16 potenciais marcadores espec&iacute;ficos destas c&eacute;lulas e a valida&ccedil;&atilde;o de um grupo deles identificou as mol&eacute;culas KRT8, KRT18 e KRT19 como sendo espec&iacute;ficas para as c&eacute;lulas da notocorda da coluna vertebral fetal humana. Verificou-se que uma metodologia consistindo na fixa&ccedil;&atilde;o e permeabiliza&ccedil;&atilde;o de c&eacute;lulas com 95% etanol/ 5% &aacute;cido ac&eacute;tico, marca&ccedil;&atilde;o com um anticorpo fluorescente anti-KRT18 e separa&ccedil;&atilde;o por citometria de fluxo permitia obter RNA de elevada qualidade. Esse m&eacute;todo foi utilizado para separar c&eacute;lulas extra&iacute;das enzimaticamente da coluna fetal humana e separar as c&eacute;lulas da notocorda (precursoras do NP e KRT18-positivas) das c&eacute;lulas do escler&oacute;tomo (precursoras do AF e das v&eacute;rtebras e KRT18-negativas). A maior express&atilde;o diferencial dos genes da notocorda KRT18, KRT19, brachyury, Galectin 3, CTGF e FOXA2 pelas c&eacute;lulas KRT18-positivas confirmou a precis&atilde;o da separa&ccedil;&atilde;o. A an&aacute;lise dos dois tipos celulares por microarrays identificou 782 genes regulados positivamente e 678 regulados negativamente pelas c&eacute;lulas da notocorda. A an&aacute;lise IPA identificou 30 mol&eacute;culas reguladoras dos genes expressos pelas c&eacute;lulas da notocorda. Destas, o hepatocyte growth fator (HGF) foi identificado como o principal fator de crescimento a montante das c&eacute;lulas da notocorda ativando genes importantes para a sua fun&ccedil;&atilde;o no disco intervertebral.</p>     <p>Discuss&atilde;o: Este estudo isolou pela primeira vez c&eacute;lulas da notocorda humana. Para o realizar foi desenvolvida uma metodologia complexa, cujas aplica&ccedil;&otilde;es se estendem para l&aacute; desta &aacute;rea de investiga&ccedil;&atilde;o. A an&aacute;lise por microarrays identificou marcadores fenot&iacute;picos das c&eacute;lulas da notocorda, alguns dos quais potencialmente respons&aacute;veis pelos seus efeitos protetores no disco intervertebral. O fator de crescimento HGF foi identificado como um regulador destas c&eacute;lulas, podendo ser respons&aacute;vel por algumas das fun&ccedil;&otilde;es que lhes s&atilde;o atribu&iacute;das.</p></font>    <p><font face="verdana" size="2"><b>Palavras chave</b>: Disco intervertebral, núcleo pulposo, degeneração discal, células da notocorda, fenótipo, microarrays, regeneração, terapêuticas celulares. </font></p>    <p>&nbsp;</p>    <p><b><font face="Verdana" size="2">ABSTRACT</font></b></p><font face="verdana" size="2">    <p>Introduction: For the development of cell-based therapies targeting intervertebral disc (IVD) degeneration a thorough understanding of its cells and the molecular pathways leading to their differentiation is required. The embryonic, foetal and juvenile nucleus pulposus (NP) is populated by large vacuolated notochordal cells that with skeletal maturity become replaced by smaller chondrocyte-like cells. Since animal and in vitro studies have shown that notochordal cells display protective and anabolic roles in the IVD, their loss in humans has often been suggested to initiate the degenerative process. As such, a detailed understanding of these cells and their regulatory pathways may help to identify factors involved in IVD homeostasis and the development of novel cell-based therapies targeting disc degeneration. The study of human notochordal cells has however been hindered by ethical, logistical and technical restrictions in obtaining suitable samples, which constitutes a major limitation to the field. This study was conducted with the objective of isolating notochordal cells (precursors of the NP) from their adjacent sclerotomal tissues (precursors of the annulus fibrosus (AF) and vertebrae) from human embryonic and foetal spines and to identify their phenotype and potential factors involved in their function in the IVD.</p>     <p>Methods: Human embryonic and foetal spines (3.5-12 weeks post-conception) were dissected and characterised morphologically to confirm their suitability as sources of notochordal cells. Then, and since there was no visible demarcation between the NP, AF and vertebral regions, a strategy involving the identification of a notochord-specific marker to label and sort notochordal cells was devised. To identify a notochordspecific marker, a literature search was performed followed by the validation of identified putative markers in the human foetal spine using immunohistochemistry. Subsequently, and as the identified marker had an intracellular location, a novel methodology was developed to allow for the extraction of high quality RNA from limited numbers of fixed, permeabilised, labelled with a fluorescent antibody and sorted cells. Using the optimised methodology, RNA was extracted from notochordal and sclerotomal cells. Separation accuracy was validated using real time quantitative polymerase chain reaction (qRT-PCR) for known notochordal markers. Microarrays were then used to identify differentially expressed genes between notochordal and sclerotomal cells and interactive pathway analysis (IPA) was used to identify notochordal cell regulators.</p>     <p>Results: The human foetal spine was validated as a suitable source of notochordal cells. The literature search identified 16 putative markers and the validation of a panel of these identified KRT8, KRT18 and KRT19 as human notochord-specific markers. A methodology involving cell fixation and permeabilisation using 95% ethanol/ 5% acetic acid, followed by incubation with a directly conjugated KRT18 antibody and separation by fluorescence activated cell sorting was found to have no detrimental effect on the RNA quality. This method was therefore used to separate enzymatically obtained human foetal notochordal cells (NP precursors and KRT18-positive) from sclerotomal cells (AF and vertebrae precursors and KRT18-negative). qRT-PCR analysis validated the cell separation methodology by confirming that notochordal cells had higher differential expression of the notochordal markers KRT18, KRT19, brachyury, Galectin 3, CTGF and FOXA2. Array analysis identified 782 upregulated and 678 downregulated genes. IPA analysis identified 30 upstream regulators of notochordal cell genes. Of these, hepatocyte growth factor (HGF) was the top growth factor and was predicted to be activating a number of relevant notochordal genes.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Discussion: This study isolated, for the first time, human notochordal cells. To do so, a complex labelling methodology was devised that is applicable to different areas of research. Microarray analysis identified a list of notochordal cell markers, some of which may be important in notochordal cell function within the IVD. Importantly, HGF was identified as an upstream regulator of notochordal cells that may be involved in some of the biological functions attributed to them.</p></font>    <p><font face="verdana" size="2"><b>Key words</b>: Intervertebral disc, nucleus pulposus, disc degeneration, notochordal cells, phenotype, microarrays, regeneration, cellular therapies. </font></p>    <p>&nbsp;</p>    <p><b><font face="Verdana" size="2">INTRODUÇÃO</font></b></p><font face="verdana" size="2">    <p>A dor lombar &eacute; um sintoma praticamente universal, apresentando preval&ecirc;ncias pontual, mensal e global de 11.9%[1], 23.2% e 84%[2], respetivamente. Apesar de fatores como carga, hereditariedade, profiss&atilde;o, diabetes, obesidade, tabagismo e consumo de &aacute;lcool estarem implicados na sua patog&eacute;nese, estudos observacionais demonstram que cerca de 40% dos casos de lombalgia t&ecirc;m associada degenera&ccedil;&atilde;o do disco intervertebral (diagnosticada por resson&acirc;ncia magn&eacute;tica)[3, 4], tendo j&aacute; sido estabelecida uma rela&ccedil;&atilde;o de causalidade entre os dois fen&oacute;menos[5, 6].</p>     <p>O disco intervertebral &eacute; uma estrutura complexa que permite flexibilidade &agrave; coluna vertebral e suporta e distribui o peso que &eacute; aplicado atrav&eacute;s desta. &Eacute; formado perifericamente pelo anel fibroso (AF), uma estrutura lamelar formada sobretudo por colag&eacute;nio tipo I que rodeia o n&uacute;cleo pulposo (NP), uma estrutura gelatinosa, hidratada e rica em proteoglicanos. A separar o disco intervertebral das v&eacute;rtebras adjacentes encontram-se placas terminais cartilag&iacute;neas, que permitem o transporte passivo de nutrientes da v&eacute;rtebra para o disco e de produtos de degrada&ccedil;&atilde;o do disco para a v&eacute;rtebra[7]. Apesar das densidades celulares no NP e no AF serem extremamente baixas[8] as suas c&eacute;lulas assumem um papel fundamental na manuten&ccedil;&atilde;o da integridade do disco intervertebral, sendo respons&aacute;veis pela s&iacute;ntese e degrada&ccedil;&atilde;o da matriz extracelular destas estruturas[8]. Isto assume particular import&acirc;ncia no NP, que &eacute; a primeira estrutura a ser afetada durante a degenera&ccedil;&atilde;o discal e, consequentemente, aquela cuja integridade funcional &eacute; mais importante para a manuten&ccedil;&atilde;o da fun&ccedil;&atilde;o normal do disco intervertebral[9].</p>     <p>A degenera&ccedil;&atilde;o discal inicia-se assim, por um desequil&iacute;brio entre a s&iacute;ntese e degrada&ccedil;&atilde;o da matriz extracelular do NP mediada pelas suas c&eacute;lulas e que se caracteriza por uma redu&ccedil;&atilde;o do conte&uacute;do de proteoglicanos e uma substitui&ccedil;&atilde;o gradual de colag&eacute;nio tipo II (o principal colag&eacute;nio do NP) pelo mais fibroso colag&eacute;nio tipo I. Estas altera&ccedil;&otilde;es celulares e da matriz extracelular levam &agrave; desidrata&ccedil;&atilde;o do NP, que se torna incapaz de distribuir equitativamente as for&ccedil;as compressivas provenientes dos corpos vertebrais, e que s&atilde;o consequentemente transmitidas de forma n&atilde;o uniforme para o AF gerando &aacute;reas de press&atilde;o aumentada e micro-trauma[10]. Estas altera&ccedil;&otilde;es na normal distribui&ccedil;&atilde;o de cargas levam ao aparecimento de fissuras e roturas no AF, atrav&eacute;s das quais o NP hernia para o canal vertebral e neovasos e nervos crescem para o interior do disco; estes vasos e nervos transportam est&iacute;mulos nocicetivos que contribuem para a dor lombar[6]. Em &uacute;ltima inst&acirc;ncia, a altura do disco intervertebral diminui. Esta cadeia de eventos envolve tamb&eacute;m as estruturas anat&oacute;micas vizinhas, uma vez que a perda de altura do disco e da sua capacidade de suportar cargas levam ao aumento da carga sobre as facetas articulares intervertebrais e o ligamento amarelo, que hipertrofiam, e sobre a musculatura paravertebral, originando desequil&iacute;brios musculares; o conjunto destes fatores &eacute; respons&aacute;vel pela dor lombar axial. Por outro lado, o abaulamento, hernia&ccedil;&atilde;o e perda de altura discais e a hipertrofia de facetas e do ligamento amarelo reduzem o di&acirc;metro do canal vertebral e dos buracos vertebrais, levando &agrave; compress&atilde;o medular e/ou das ra&iacute;zes nervosas[11, 12].</p>     <p>Quando as medidas de tratamento conservador para as patologias associadas &agrave; degenera&ccedil;&atilde;o discal (hernia&ccedil;&atilde;o discal, estenose canalar com ou sem espondilolistese e escoliose degenerativa[11, 12]) falham, o tratamento cir&uacute;rgico consiste frequentemente na ex&eacute;rese do disco e consequente fus&atilde;o do segmento vertebral ou a sua substitui&ccedil;&atilde;o prot&eacute;sica. Apesar destas terap&ecirc;uticas serem relativamente eficazes no al&iacute;vio da dor e terem resultados cl&iacute;nicos geralmente favor&aacute;veis, est&atilde;o tamb&eacute;m associadas a complica&ccedil;&otilde;es importantes, como a degenera&ccedil;&atilde;o do disco adjacente ou complica&ccedil;&otilde;es relacionadas com o implante, tais como migra&ccedil;&atilde;o, infe&ccedil;&atilde;o ou fal&ecirc;ncia[13, 14]. Al&eacute;m disso, estes tratamentos est&atilde;o direcionados para o al&iacute;vio sintom&aacute;tico mas n&atilde;o resolvem a patologia subjacente.</p>     <p>As terap&ecirc;uticas celulares constituem alternativas ou complementos aos tratamentos cir&uacute;rgicos dispon&iacute;veis atualmente. Em Ortopedia, estas estrat&eacute;gias foram j&aacute; aplicadas com bons resultados na regenera&ccedil;&atilde;o tendinosa[15], meniscal[16], ligamentar[17], cartilag&iacute;nea[18] e &oacute;ssea[19]. A terapia celular baseia-se em dois m&eacute;todos fundamentais:<br />i) ex vivo, em que o tecido &eacute; completamente gerado in vitro e s&oacute; ent&atilde;o transplantado para o doente;<br />ii) in vivo, em que c&eacute;lulas isoladamente ou em combina&ccedil;&atilde;o com estruturas tridimensionais porosas (scaffolds) s&atilde;o implantadas sem terem sido cultivadas previamente, maturando e diferenciando-se no corpo do doente[20]. Para o sucesso de qualquer dos m&eacute;todos &eacute; crucial que as c&eacute;lulas implantadas sejam capazes de substituir e/ ou estimular as c&eacute;lulas nativas a produzirem uma matriz extracelular saud&aacute;vel e hidratada, capaz de realizar as suas fun&ccedil;&otilde;es.</p>     <p>As c&eacute;lulas estaminais mesenquimatosas (MSC) s&atilde;o c&eacute;lulas estaminais do adulto que se encontram em m&uacute;ltiplos tecidos (medula &oacute;ssea, tecido adiposo, cord&atilde;o umbilical, m&uacute;sculo, derme, peri&oacute;sseo, membrana e l&iacute;quido sinoviais e cartilagem[21-23]) e que podem diferenciar-se em c&eacute;lulas de diversos tecidos como cartilagem [21, 24, 25], osso[25-27], tecido adiposo[21, 28], ligamento[23, 29] e m&uacute;sculo[21]. Estudos na &aacute;rea do disco intervertebral mostram que as MSC t&ecirc;m potencial para regenerar o disco intervertebral[30-35]. No entanto, para que uma c&eacute;lula progenitora seja diferenciada e substitua e estimule a popula&ccedil;&atilde;o celular do NP, &eacute; essencial que o fen&oacute;tipo da c&eacute;lula do NP seja conhecido. S&oacute; este conhecimento permitir&aacute; que a c&eacute;lula implantada execute as suas fun&ccedil;&otilde;es, produzindo e mantendo uma matriz extracelular hidratada.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Recentemente, o fen&oacute;tipo das c&eacute;lulas dos NP adulto foi elucidado usando microarrays [36, 37]. As c&eacute;lulas do NP s&atilde;o, no entanto, complexas na sua morfologia, fen&oacute;tipo e origem embrion&aacute;ria. Enquanto que o NP juvenil &eacute; populado por c&eacute;lulas grandes e vacuoladas derivadas da notocorda fetal e embrion&aacute;ria, com a maturidade esquel&eacute;tica estas c&eacute;lulas da notocorda &ldquo;desaparecem&rdquo;, sendo substitu&iacute;das por c&eacute;lulas mais pequenas, semelhantes a condr&oacute;citos, que t&ecirc;m sido chamadas de c&eacute;lulas do NP adulto. Este fen&oacute;meno &eacute; particularmente importante uma vez que a &ldquo;perda&rdquo; de c&eacute;lulas da notocorda tem sido implicada na patog&eacute;nese da degenera&ccedil;&atilde;o discal, tal como &eacute; sugerido pela an&aacute;lise post-mortem de discos intervertebrais realizada por Walmsley em que se verificou que o momento do desaparecimento destas c&eacute;lulas se correlaciona com o aparecimento dos primeiros sinais histol&oacute;gicos de degenera&ccedil;&atilde;o[38]. Esta hip&oacute;tese &eacute; ainda suportada pelo facto de certas ra&ccedil;as de c&atilde;es (denominadas condrodistr&oacute;ficas), tal como o homem, perderem as c&eacute;lulas da notocorda e desenvolverem espontaneamente degenera&ccedil;&atilde;o discal, enquanto que outras ra&ccedil;as (n&atilde;o-condrodistr&oacute;ficas), que mant&ecirc;m essas c&eacute;lulas ao longo da vida, s&atilde;o resistentes &agrave; degenera&ccedil;&atilde;o discal[39-42]. In vitro, existe evid&ecirc;ncia de que as c&eacute;lulas da notocorda t&ecirc;m um papel importante na manuten&ccedil;&atilde;o da homeostasia do disco intervertebral: estas produzem mais proteoglicanos do que as c&eacute;lulas do NP adulto e, portanto, uma matriz extracelular mais hidratada[43]; quando em co-cultura as c&eacute;lulas da notocorda estimulam as c&eacute;lulas do NP adulto a produzirem uma matriz extracelular mais hidratada[39, 44] e evitam a morte das c&eacute;lulas do NP adulto induzida pela interleucina-1 (Il-1)[45].</p>     <p>Se, tal como a evid&ecirc;ncia existente sugere, as c&eacute;lulas da notocorda ou fatores por elas sintetizados s&atilde;o os ideais para manter uma matriz do disco intervertebral hidratada e funcionante, o conhecimento do fen&oacute;tipo destas c&eacute;lulas e das mol&eacute;culas e mecanismos que regulam o seu desenvolvimento, permitir&aacute; identificar fatores importantes na manuten&ccedil;&atilde;o da homeostasia do disco intervertebral e no desenvolvimento de novas terap&ecirc;uticas regenerativas/celulares. No entanto, e como as c&eacute;lulas da notocorda apenas est&atilde;o presentes no disco intervertebral durante os per&iacute;odos embrion&aacute;rio e fetal e nos primeiros anos ap&oacute;s o nascimento, a investiga&ccedil;&atilde;o destas c&eacute;lulas tem sido limitada por restri&ccedil;&otilde;es &eacute;ticas, log&iacute;sticas e t&eacute;cnicas e, at&eacute; &agrave; data, n&atilde;o existe qualquer estudo caracterizando as c&eacute;lulas da notocorda humana.</p>     <p>A notocorda humana origina-se ap&oacute;s a 3&ordf; semana p&oacute;s-conce&ccedil;&atilde;o (SPC). &Eacute; formada por c&eacute;lulas grandes e vacuoladas e ocupa uma posi&ccedil;&atilde;o central ao longo do eixo cr&acirc;nio-caudal do embri&atilde;o, encontrandose anterior ao tubo neural e com uma coluna de s&oacute;mitos em cada lado. Ap&oacute;s a 4&ordf; SPC a notocorda induz a migra&ccedil;&atilde;o central das c&eacute;lulas dos s&oacute;mitos (ent&atilde;o denominadas c&eacute;lulas do escler&oacute;tomo), para circundarem e envolverem a notocorda e o tubo neural[46]. Durante as 5&ordf; e 6&ordf; SPC, as c&eacute;lulas do escler&oacute;tomo adotam uma organiza&ccedil;&atilde;o segmentar, com segmentos de elevada densidade celular intercalando com segmentos de menor densidade; centralmente, mant&eacute;m-se presente uma coluna cont&iacute;nua de c&eacute;lulas da notocorda, que suporta o embri&atilde;o. Ap&oacute;s a 7&ordf; SPC as c&eacute;lulas do escler&oacute;tomo nas regi&otilde;es de menor densidade celular come&ccedil;am a comprimir a regi&atilde;o central, &ldquo;empurrando&rdquo; as c&eacute;lulas da notocorda para os segmentos adjacentes. Nestes, as c&eacute;lulas do escler&oacute;tomo v&atilde;o condensar-se na periferia, adotando uma distribui&ccedil;&atilde;o lamelar, acomodando no seu centro as c&eacute;lulas da notocorda provenientes dos segmentos adjacentes. Nesta fase, as estruturas vertebrais assumem j&aacute; as caracter&iacute;sticas morfol&oacute;gicas da coluna do adulto: as c&eacute;lulas centrais da notocorda correspondem ao NP, as c&eacute;lulas do escler&oacute;tomo localizadas &agrave; periferia destas constituir&atilde;o o AF e as c&eacute;lulas do escler&oacute;tomo nos segmentos adjacentes come&ccedil;am o processo de hipertrofia que as levar&aacute; a forma&ccedil;&atilde;o do corpo vertebral[47, 48].</p>     <p>A hip&oacute;tese para este estudo foi que a coluna embrion&aacute;ria e fetal humana cont&eacute;m c&eacute;lulas da notocorda e que a identifica&ccedil;&atilde;o do fen&oacute;tipo destas c&eacute;lulas e dos fatores por elas produzidos s&atilde;o importantes para o desenvolvimento de terap&ecirc;uticas celulares para a regenera&ccedil;&atilde;o do disco intervertebral. Para testar esta hip&oacute;tese, c&eacute;lulas da notocorda humana foram isoladas da coluna vertebral fetal e microarrays foram utilizados para caracterizar o seu fen&oacute;tipo e identificar fatores respons&aacute;veis pela sua fun&ccedil;&atilde;o no disco intervertebral.</p></font>    <p>&nbsp;</p>    <p><b><font face="Verdana" size="2">MATERIAL E MÉTODOS</font></b></p>    <p><b><font face="Verdana" size="2">Aquisição de amostras e cultura celular</font></b></p><font face="verdana" size="2">    <p>Embri&otilde;es (3&ordf;-8&ordf; SPC) e fetos (8&ordf;-12&ordf; SPC) humanos foram adquiridos atrav&eacute;s de uma colabora&ccedil;&atilde;o com o grupo do Professor Neil Hanley (Institute of Human Development, Faculty of Medical and Human Sciences, The University of Manchester, Reino Unido) ap&oacute;s consentimento autorizado por parte de mulheres a realizarem interrup&ccedil;&otilde;es volunt&aacute;rias da gravidez. Aprova&ccedil;&atilde;o para a realiza&ccedil;&atilde;o do projeto foi obtida junto do comit&eacute; de &eacute;tica local (Manchester Royal Infirmary, Ref. No: 08/H1010/28 Early Pregnancy Tissue Collection). Os embri&otilde;es foram estadiados por esteromicroscopia de acordo com a classifica&ccedil;&atilde;o de Carnegie[49], sendo esta posteriormente convertida em SPC. O comprimento das m&atilde;os e p&eacute;s fetais foram usados para dar uma estimativa da idade destes em SPC.</p>     <p>As c&eacute;lulas MCF-7 (Michigan Cancer Foundation) s&atilde;o uma linha celular de c&eacute;lulas de carcinoma mam&aacute;rio. Um recipiente contendo 4x106 c&eacute;lulas MCF-7 foi adquirido atrav&eacute;s da European Collection of Cell Cultures. Estas c&eacute;lulas foram cultivadas a 37&ordm;C e 5% CO2 em EMEM contendo 10% de soro fetal bovino, 1% de glutamina, 1% de amino&aacute;cidos n&atilde;o essenciais, 100U/ml de penicilina, 100mg/ml de estreptomicina e 250ng de anfotericina.</p></font>    <p><b><font face="Verdana" size="2">Dissecção de colunas vertebrais embrionárias e fetais humanas</font></b></p><font face="verdana" size="2">    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Devido &agrave; pequena dimens&atilde;o dos embri&otilde;es e fetos e &agrave; inexist&ecirc;ncia de uma demarca&ccedil;&atilde;o clara entre os limites do NP, AF e corpo vertebral em desenvolvimento, a dissec&ccedil;&atilde;o foi realizada para isolar as estruturas precursoras da coluna vertebral (v&eacute;rtebras e discos intervertebrais) desde a regi&atilde;o cervical &agrave; lombar. Deste modo, colunas vertebrais juntamente com os seus tecidos adjacentes (espinhal medula, costelas e ligamentos) foram colhidos do embri&atilde;o/feto e transferidos para uma placa de Petri contendo solu&ccedil;&atilde;o tamp&atilde;o salina de fosfato (PBS) Posteriormente, as costelas, nas suas articula&ccedil;&otilde;es costovertebrais, e a medula espinhal primeiro, e os ligamentos longitudinais anterior e posterior depois foram cuidadosamente dissecados da coluna vertebral e descartados. Por &uacute;ltimo, as colunas vertebrais dissecadas contendo apenas os discos intervertebrais e as v&eacute;rtebras foram lavadas em PBS (<a name="topf1"></a><a href="#f1">Figura 1</a>).</p>    <p>&nbsp;</p><a name="f1"></a>     <p>    <center><img src="/img/revistas/rpot/v21n4/21n4a02f1.jpg" width="547" height="428" border="0" /></center></p>    
<p>&nbsp;</p></font>    <p><b><font face="Verdana" size="2">Caracterização histológica da coluna vertebral embrionária e fetal</font></b></p><font face="verdana" size="2">    <p>As colunas vertebrais dissecadas foram imediatamente fixadas em 4% paraformalde&iacute;do/PBS, descalcificadas em 20% EDTA, re-hidratadas em &aacute;gua, processadas e embebidas em parafina. Sec&ccedil;&otilde;es sagitais com 5&micro;m de espessura ao longo de toda a coluna foram obtidas e montadas em l&acirc;minas para visualiza&ccedil;&atilde;o. A colora&ccedil;&atilde;o de hematoxilina e eosina (H&amp;E) foi usada para caracteriza&ccedil;&atilde;o morfol&oacute;gica da coluna vertebral e identifica&ccedil;&atilde;o das regi&otilde;es contendo c&eacute;lulas da notocorda. As l&acirc;minas coradas foram visualizadas por microscopia de luz.</p></font>    <p><b><font face="Verdana" size="2">Pesquisa da literatura</font></b></p><font face="verdana" size="2">    <p>Devido &agrave; aus&ecirc;ncia de uma demarca&ccedil;&atilde;o clara entre os limites das diferentes estruturas vertebrais, foi realizada uma pesquisa liter&aacute;ria para identificar um marcador espec&iacute;fico das c&eacute;lulas da notocorda que pudesse ser utilizado para separ&aacute;-las das c&eacute;lulas do escler&oacute;tomo adjacentes. As bases de dados da PubMed e Embase foram pesquisadas usando a seguinte combina&ccedil;&atilde;o de termos: (&ldquo;nucleus pulposus&rdquo; OR &ldquo;notochordal cells&rdquo; OR &ldquo;notochord&rdquo;) AND (&ldquo;marker&rdquo; OR &ldquo;gene&rdquo; OR &ldquo;protein&rdquo; OR &ldquo;phenotype&rdquo;). Para complementar a pesquisa, refer&ecirc;ncias relevantes dos artigos selecionados e de revis&otilde;es da literatura foram tamb&eacute;m pesquisadas. Foram inclu&iacute;dos todos os estudos publicados na l&iacute;ngua inglesa, portuguesa, espanhola e francesa, realizados em humanos ou animais. Os artigos selecionados foram pesquisados para identificar potenciais marcadores (genes ou prote&iacute;nas) com express&atilde;o em c&eacute;lulas da notocorda (de animais que as ret&ecirc;m), em c&eacute;lulas do NP humano (que apesar de n&atilde;o possuir c&eacute;lulas da notocorda &eacute; derivado delas[50]) ou em c&eacute;lulas da notocorda de embri&otilde;es ou fetos (independentemente da esp&eacute;cie a que pertencem).</p></font>    <p><b><font face="Verdana" size="2">Identificação imunohistoquímica de um marcador específico para as células da notocorda humana</font></b></p><font face="verdana" size="2">     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Para identificar um marcador espec&iacute;fico para as c&eacute;lulas da notocorda    humana, um conjunto de marcadores identificados na pesquisa liter&aacute;ria    foi testado por imunohistoqu&iacute;mica em sec&ccedil;&otilde;es da coluna    embrion&aacute;ria e fetal. A colora&ccedil;&atilde;o foi realizada segundo    o m&eacute;todo de Avidina-Biotina-Peroxidase para as prote&iacute;nas brain    acid soluble protein 1 (BASP1), galectin-3 (Gal-3), CD55, connective tissue    growth fator (CTGF), cytokeratin (KRT) 8, 18 e 19 e n-cadherin (NCAD). Imunoglobulinas    (Ig) de controlo foram usadas como controlos negativos e sec&ccedil;&otilde;es    de tecidos que expressam o anticorpo de interesse foram usadas como controlos    positivos. V&aacute;rios protocolos de recupera&ccedil;&atilde;o antig&eacute;nica    e v&aacute;rias concentra&ccedil;&otilde;es foram testados para determinar o    m&eacute;todo ideal para cada anticorpo. O <a href="/img/revistas/rpot/v21n4/21n4a02q1.jpg">quadro    I</a> detalha os anticorpos (prim&aacute;rios e secund&aacute;rios) usados,    bem como como as concentra&ccedil;&otilde;es e protocolos de recupera&ccedil;&atilde;o    antig&eacute;nica otimizados para cada anticorpo. Ap&oacute;s a otimiza&ccedil;&atilde;o    destes, cada anticorpo foi testado numa coorte de sec&ccedil;&otilde;es de coluna    vertebral embrion&aacute;rias e fetais (3.5 - 12 SPC) contendo regi&otilde;es    da notocorda, para avaliar a especificidade de cada um dos anticorpos. As l&acirc;minas    coradas foram visualizadas por microscopia de luz.</p> </font>      
<p><b><font face="Verdana" size="2">Extração de células da coluna vertebral embrionária/fetal</font></b></p><font face="verdana" size="2">    <p>Imediatamente ap&oacute;s a dissec&ccedil;&atilde;o, as colunas vertebrais embrion&aacute;rias e fetais foram cuidadosamente trituradas com um bisturi e digeridas durante 16 horas em a-MEM (Sigma-Aldrich&reg;, M4526) contendo 100U/ml de penicilina, 100mg/mL de estreptomicina, 250ng de anfotericina, 2.5mg/mL de colagenase tipo II (Life Technologies&reg;, 17101) e 1 mg/mL de hialuronidase (Sigma-Aldrich&reg;, H3506). Ap&oacute;s a digest&atilde;o, as c&eacute;lulas foram ressuspendidas em Cell Dissociation Solution Non-enzymatic (Sigma-Aldrich&reg;, C5789) a 37&ordm;C por uma hora para dissociar os agregados de c&eacute;lulas da notocorda[51]. Ap&oacute;s dissocia&ccedil;&atilde;o as c&eacute;lulas frescas isoladas da coluna vertebral dissecada foram lavadas em PBS e usadas para separa&ccedil;&atilde;o entre c&eacute;lulas da notocorda e do escler&oacute;tomo.</p></font>    <p><b><font face="Verdana" size="2">Desenvolvimento de uma metodologia para obtenção de RNA a partir de células da notocorda e do esclerótomo humanos</font></b></p><font face="verdana" size="2">    <p>Dos marcadores testados por imunohistoqu&iacute;mica, a KRT18 foi identificada como sendo o marcador espec&iacute;fico mais adequado para marcar e separar as c&eacute;lulas da notocorda (KRT18-positivas) das c&eacute;lulas do escler&oacute;tomo (KRT18-negativas) isoladas da coluna vertebral embrion&aacute;ria/ fetal. Uma vez que a sua localiza&ccedil;&atilde;o &eacute; intracelular, para que as c&eacute;lulas sejam marcadas com um anticorpo contra este marcador t&ecirc;m que ser previamente fixadas e permeabilizadas, para permitir a penetra&ccedil;&atilde;o do anticorpo atrav&eacute;s da membrana celular. A fixa&ccedil;&atilde;o e permeabiliza&ccedil;&atilde;o celulares s&atilde;o m&eacute;todos que, por exporem o interior da c&eacute;lula, afetam a qualidade do RNA, qualidade esta que &eacute; fundamental para a realiza&ccedil;&atilde;o de microarrays. Assim, uma metodologia foi desenvolvida para permitir obter RNA de elevada qualidade a partir de c&eacute;lulas fixadas, permeabilizadas, marcadas com um anticorpo fluorescente anti-KRT18 e separadas por citometria de fluxo.</p>     <p>Devido &agrave; dificuldade na obten&ccedil;&atilde;o de amostras embrion&aacute;rias e fetais suficientes, a linha celular MCF-7 (que tamb&eacute;m expressa KRT18) foi usada para a o desenvolvimento e otimiza&ccedil;&atilde;o deste protocolo, tendo este sido posteriormente aplicado em c&eacute;lulas da coluna vertebral fetal. O protocolo foi dividido em 3 passos:<br />i) fixa&ccedil;&atilde;o e permeabiliza&ccedil;&atilde;o;<br />ii) fixa&ccedil;&atilde;o, permeabiliza&ccedil;&atilde;o e marca&ccedil;&atilde;o com anticorpo fluorescente anti-KRT18;<br />iii) fixa&ccedil;&atilde;o, permeabiliza&ccedil;&atilde;o, marca&ccedil;&atilde;o com anti-KRT18 e separa&ccedil;&atilde;o por citometria de fluxo.</p>     <p>O RNA das c&eacute;lulas MCF-7 foi extra&iacute;do ap&oacute;s cada um destes passos e a sua quantidade, grau de pureza e integridade foram analisados. Todas as experi&ecirc;ncias foram realizadas em triplicado e os reagentes usados eram certificados como livres de RNAses e DNAses.</p>     <p>Para reproduzir o limitado n&uacute;mero de c&eacute;lulas existente na coluna vertebral embrion&aacute;ria e fetal 5x104 c&eacute;lulas MCF-7 foram usadas em cada condi&ccedil;&atilde;o experimental. Abreviadamente, as c&eacute;lulas foram cultivadas, tripsinizadas, contadas com um hemocit&oacute;metro e distribu&iacute;das pelo n&uacute;mero adequado de tubos de micro-centrifuga&ccedil;&atilde;o. Ap&oacute;s lavagem em PBS, as c&eacute;lulas foram incubadas com os v&aacute;rios agentes de fixa&ccedil;&atilde;o e permeabiliza&ccedil;&atilde;o a ser testados (<a name="topq2"></a><a href="#q2">Quadro II</a>) a 4&ordm;C durante 10 minutos. Seguidamente, as c&eacute;lulas foram lavadas em PBS e incubadas a 4&ordm;C durante 10 minutos na presen&ccedil;a de 1.5&micro;g/mL de anti-KRT18 conjugado diretamente com isocianato de fluoresce&iacute;na (FITC) em PBS. Finalmente, as c&eacute;lulas foram ressuspendidas em PBS para separa&ccedil;&atilde;o por citometria de fluxo. IgG de rato diretamente conjugada com FITC foi usada como controlo negativo.</p>    <p>&nbsp;</p><a name="q2"></a>     <p>    ]]></body>
<body><![CDATA[<center><img src="/img/revistas/rpot/v21n4/21n4a02q2.jpg" width="360" height="132" border="0" /></center></p>    
<p>&nbsp;</p></font>    <p><b><font face="Verdana" size="2">Separação de células da notocorda e do esclerótomo isoladas a partir da coluna vertebral fetal</font></b></p><font face="verdana" size="2">    <p>Ap&oacute;s otimiza&ccedil;&atilde;o do m&eacute;todo adequado para marca&ccedil;&atilde;o e separa&ccedil;&atilde;o de c&eacute;lulas KRT18-positivas, c&eacute;lulas extra&iacute;das da coluna vertebral de um feto de 9 SPC foram fixadas e permeabilizadas, marcadas com FITC-anti-KRT18 e separadas por citometria de fluxo.</p>     <p>A citometria de fluxo foi realizada com o instrumento FACS Aria (BD Biosciences&reg;). A excita&ccedil;&atilde;o de part&iacute;culas foi realizada com o laser azul (488nm) e a dete&ccedil;&atilde;o com o filtro 530/30. As c&eacute;lulas separadas foram colhidas para um tubo de micro-centrifuga&ccedil;&atilde;o contendo 350&micro;L de tamp&atilde;o de lise celular (RLT lysis buffer, RNeasy micro plus kit, Qiagen&reg;).</p></font>    <p><b><font face="Verdana" size="2">Extração e análise da quantidade, grau de pureza e integridade do RNA e amplificação para cDNA</font></b></p><font face="verdana" size="2">    <p>O RNA foi extra&iacute;do com o RNeasy micro plus kit (Qiagen&reg;). As seguintes altera&ccedil;&otilde;es ao protocolo base foram realizadas:<br />i) o lisado celular foi aquecido a 37&ordm;C antes da sua homogeneiza&ccedil;&atilde;o;<br />ii) para eluir o RNA foi utilizada &aacute;gua a 60&ordm;C;<br />iii) para aumentar a quantidade de RNA obtida, o eluente foi repipetado pela coluna de extra&ccedil;&atilde;o de RNA.</p>     <p>A quantifica&ccedil;&atilde;o e an&aacute;lise da pureza do RNA foram realizadas com o Nanodrop ND-1000 Spectrophotometer (Thermo Fisher Scientific&reg;), que avalia a concentra&ccedil;&atilde;o e os r&aacute;cios 260/280 e 260/230. Estes r&aacute;cios avaliam o grau de pureza do RNA, que &eacute; m&aacute;ximo para valores pr&oacute;ximos de 2. A integridade do RNA foi avaliada com o Algilent 2100 Bioanalyser (Algilent Technologies&reg;), que mede o RNA integrity number (RIN), que varia entre 0 e 10 pontos, sendo 10 o valor m&aacute;ximo de integridade.</p>     <p>O RNA obtido foi amplificado para Spia&reg; (Single Primer Isothermal Amplification) cDNA com o Ovation Pico WTA v2 kit (NuGen Technologies&reg;), purificado com o RNeasy MinElute kit (Qiagen&reg;) e fragmentado e marcado para an&aacute;lise com o Encore Biotin Module (NuGen Technologies&reg;). Todos estes passos foram realizados de acordo com as instru&ccedil;&otilde;es do produtor.</p></font>    <p><b><font face="Verdana" size="2">Validação da separação celular através da análise da reação em cadeia da polimerase em tempo real</font></b></p><font face="verdana" size="2">    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Para determinar a precis&atilde;o da separa&ccedil;&atilde;o entre c&eacute;lulas da notocorda e do escler&oacute;tomo, realizou-se a rea&ccedil;&atilde;o em cadeia da polimerase em tempo real (qRTPCR) para genes anteriormente descritos como sendo da notocorda (<a href="/img/revistas/rpot/v21n4/21n4a02q3.jpg">Quadro III</a>). Todas as rea&ccedil;&otilde;es foram realizadas em triplicado usando o Applied Biosystem StepOnePlus&reg; e a express&atilde;o relativa de cada gene foi normalizada &agrave; express&atilde;o do gene constitutivo glyceraldehyde-3-phosphate dehydrogenase (GAPDH), como previamente descrito[53].</p>     
<p><b><font face="Verdana" size="2">Microarrays de DNA complementar (cDNA)</font></b></p> </font><font face="verdana" size="2">     <p>Para hibridiza&ccedil;&atilde;o com o gene chip Human Genome U133 Plus 2.0 microarray (Affymetrix&reg;) foram usados 2.5&micro;g de cDNA de cada uma das amostras. O controlo de qualidade foi realizado com o software dChip[54] e a an&aacute;lise dos genes com express&atilde;o diferencial foi realizada com o pacote PUMA[55]. A interactive pathway analysis (Ingenuity Systems&reg;) foi usada para identificar redes celulares, fun&ccedil;&otilde;es biol&oacute;gicas e reguladores dos genes com express&atilde;o diferencial entre as c&eacute;lulas da notocorda e as c&eacute;lulas do escler&oacute;tomo. Os genes com express&atilde;o diferencial foram definidos como aqueles que apresentavam um r&aacute;cio logar&iacute;tmico de base 2 (Log<sub>2</sub>) superior a 2 (equivalente ao qu&aacute;druplo da express&atilde;o) e uma probabilidade logar&iacute;tmica normalizada positiva (PPLR) &lt;0.05 ou &gt;0.95.</p></font>    <p><b><font face="Verdana" size="2">Análise estatística</font></b></p><font face="verdana" size="2">    <p>A an&aacute;lise estat&iacute;stica foi realizada com o software GraphPad InStat (GraphPad Software Inc&reg;), usando o teste de Mann-Whitney-U; valores de p&lt;0.05 foram definidos como representativos de diferen&ccedil;a significativa entre m&eacute;dias.A an&aacute;lise estat&iacute;stica foi realizada com o software GraphPad InStat (GraphPad Software Inc&reg;), usando o teste de Mann-Whitney-U; valores de p&lt;0.05 foram definidos como representativos de diferen&ccedil;a significativa entre m&eacute;dias.</p></font>    <p>&nbsp;</p>    <p><b><font face="Verdana" size="2">RESULTADOS</font></b></p>    <p><b><font face="Verdana" size="2">Análise morfológica da coluna vertebral embrionária e fetal</font></b></p><font face="verdana" size="2">     <p>A colora&ccedil;&atilde;o H&amp;E identificou a presen&ccedil;a de c&eacute;lulas    da notocorda grandes e vacuoladas ocupando uma posi&ccedil;&atilde;o central    na coluna embrion&aacute;ria e fetal. Estas c&eacute;lulas estavam organizadas    continuamente ao longo do eixo do feto at&eacute; &agrave; 8&ordf; SPC, a partir    da qual se encontravam restritas &agrave; regi&atilde;o do disco intervertebral.    Nesta regi&atilde;o, e perifericamente &agrave;s c&eacute;lulas da notocorda,    as c&eacute;lulas do escler&oacute;tomo apresentavam uma organiza&ccedil;&atilde;o    lamelar caracter&iacute;stica do AF adulto. Nas regi&otilde;es adjacentes, a    densidade celular das c&eacute;lulas do escler&oacute;tomo percursoras do corpo    vertebral era menor; no seu centro, e a partir da 10a SPC, estas tornavam-se    hipertr&oacute;ficas, constituindo o centro de ossifica&ccedil;&atilde;o vertebral    (<a href="/img/revistas/rpot/v21n4/21n4a02f2.jpg">Figura 2</a>).</p> </font>      
<p><b><font face="Verdana" size="2">Identificação de um marcador específico para as células da notocorda</font></b></p><font face="verdana" size="2">    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>A pesquisa da literatura identificou 16 potenciais marcadores espec&iacute;ficos das c&eacute;lulas da notocorda (<a href="/img/revistas/rpot/v21n4/21n4a02q4.jpg">Quadro IV</a>). Destes, as mol&eacute;culas BASP1, Galectin-3, CD55, CTGF, KRT8, KRT18, KRT19 e N-Cad foram selecionadas para an&aacute;lise imunohistoqu&iacute;mica da sua express&atilde;o em sec&ccedil;&otilde;es da coluna vertebral embrion&aacute;ria e fetal. Verificou-se que as prote&iacute;nas KRT8, KRT18 e KRT19 eram espec&iacute;ficas para as c&eacute;lulas da notocorda humana em todos os n&iacute;veis vertebrais (cervical, tor&aacute;cico e lombar) e em todas as idades analisadas (<a href="/img/revistas/rpot/v21n4/21n4a02f3.jpg">Figura 3</a>), tendo a KRT18 sido escolhida como o marcador a usar para separar as c&eacute;lulas da notocorda (KRT18-positivas) das c&eacute;lulas do escler&oacute;tomo (KRT18-negativas).</p>     
<p><b><font face="Verdana" size="2">Desenvolvimento de uma metodologia para obtenção    de RNA a partir de células marcadas com um anticorpo intracelular</font></b></p> </font><font face="verdana" size="2">     <p>i) A an&aacute;lise do RNA extra&iacute;do a partir de c&eacute;lulas MCF-7    fixadas e permeabilizadas com diferentes agentes demonstrou uma redu&ccedil;&atilde;o    significativa na sua concentra&ccedil;&atilde;o quando comparados com o controlo    positivo (PBS). Os agentes Etanol/ &aacute;cido ac&eacute;tico e 100% RNAlater    foram aqueles com os quais se obteve RNA com maior grau de pureza e integridade    (<a href="/img/revistas/rpot/v21n4/21n4a02f4.jpg">Figura 4</a>), pelo que    foram selecionados como os m&eacute;todos de fixa&ccedil;&atilde;o e permeabiliza&ccedil;&atilde;o    a usar nos passos seguintes.<br />   ii) Para avaliar o efeito da marca&ccedil;&atilde;o intracelular com FITC-anti-KRT18,    c&eacute;lulas MCF-7 foram fixadas e permeabilizadas com os dois agentes selecionados    previamente e incubadas com FITCanti-KRT18 ou PBS (controlo). Verificou-se que    a marca&ccedil;&atilde;o com FITC-anti-KRT18 n&atilde;o exercia efeito delet&eacute;rio    sobre a quantidade ou integridade do RNA, independentemente do agente de fixa&ccedil;&atilde;o    usado previamente (etanol/ &aacute;cido ac&eacute;tico ou RNAlater&reg;). No    entanto, o grau de pureza (analisado pelo r&aacute;cio 260/230) ap&oacute;s    a fixa&ccedil;&atilde;o, permeabiliza&ccedil;&atilde;o e marca&ccedil;&atilde;o    com anticorpo era significativamente inferior quando o RNAlater&reg; era usado    (<a href="/img/revistas/rpot/v21n4/21n4a02f5.jpg">Figura 5</a>).<br />   iii) Verificou-se que o RNA obtido ap&oacute;s separa&ccedil;&atilde;o por citometria    de fluxo de c&eacute;lulas MCF-7 fixadas e permeabilizadas com etanol/&aacute;cido    ac&eacute;tico e marcadas com FITC-anti-KRT18 apresentava concentra&ccedil;&otilde;es    e integridade significavamente superiores &agrave;s obtidas quando o RNAlater&reg;    era usado como m&eacute;todo de fixa&ccedil;&atilde;o e permeabiliza&ccedil;&atilde;o    (<a href="/img/revistas/rpot/v21n4/21n4a02f6.jpg">Figura 6</a>).</p>      
<p>Estes resultados permitiram desenvolver uma metodologia que consistia na fixa&ccedil;&atilde;o    e permeabiliza&ccedil;&atilde;o com etanol/&aacute;cido ac&eacute;tico, seguida    de marca&ccedil;&atilde;o com FITC-anti-KRT18 e separa&ccedil;&atilde;o celular    por citometria de fluxo e que era capaz de obter RNA com suficiente qualidade    e integridade para a realiza&ccedil;&atilde;o de microarrays a partir de um    n&uacute;mero limitado de c&eacute;lulas, pelo que esta foi usada para o isolamento    de RNA a partir de c&eacute;lulas da coluna vertebral fetal humana.</p> </font>      <p><b><font face="Verdana" size="2">Separação por citometria de fluxo e extração de RNA a partir de células da notocorda e do esclerótomo da coluna vertebral humana</font></b></p><font face="verdana" size="2">    <p>A coluna vertebral de um feto de 9 SPC foi dissecada de todos os tecidos adjacentes e as suas c&eacute;lulas (da notocorda e do escler&oacute;tomo) foram extra&iacute;das enzimaticamente, fixadas e permeabilizadas, marcadas com FITC-anti-KRT18 e separadas por citometria de fluxo de acordo com a metodologia desenvolvida com c&eacute;lulas MCF-7. A an&aacute;lise citom&eacute;trica do n&iacute;vel de fluoresc&ecirc;ncia detetou 3800 eventos KRT18-positivos (c&eacute;lulas da notocorda) e 40000 eventos KRT18-negativos (c&eacute;lulas do escler&oacute;tomo) (<a href="/img/revistas/rpot/v21n4/21n4a02f7.jpg">Figura 7</a>).</p>     
<p><b><font face="Verdana" size="2">Extração de RNA a partir de células da notocorda    e do esclerótomo humano</font></b></p> </font><font face="verdana" size="2">     <p>Treze microlitros de RNA com concentra&ccedil;&otilde;es de 13.7ng/&micro;L e 12.4ng/&micro;L foram respetivamente obtidos a partir de c&eacute;lulas KRT18-positivas e KRT18-negativas da coluna vertebral fetal. Este RNA apresentava elevados r&aacute;cio 260/280 e valores de RIN mas baixos r&aacute;cio 260/230 e concentra&ccedil;&atilde;o (<a name="topf8"></a><a href="#f8">Figura 8</a>). Devido &agrave; sua baixa concentra&ccedil;&atilde;o, o RNA foi amplificado para cDNA por um fator de 25 vezes nas c&eacute;lulas KRT18-positivas e 45 vezes nas c&eacute;lulas KRT18-negativas. Esta amplifica&ccedil;&atilde;o melhorou tamb&eacute;m significavamente o r&aacute;cio 260/230 (<a name="topf9"></a><a href="#f9">Figura 9</a>).</p>    <p>&nbsp;</p><a name="f8"></a>     <p>    ]]></body>
<body><![CDATA[<center><img src="/img/revistas/rpot/v21n4/21n4a02f8.jpg" width="509" height="612" border="0" /></center></p>    
<p>&nbsp;</p><a name="f9"></a>     <p>    <center><img src="/img/revistas/rpot/v21n4/21n4a02f9.jpg" width="538" height="723" border="0" /></center></p>    
<p>&nbsp;</p></font>    <p><b><font face="Verdana" size="2">Validação da separação celular por reação em cadeia da polimerase em tempo real</font></b></p><font face="verdana" size="2">    <p>Para validar a precis&atilde;o da metodologia usada para separar c&eacute;lulas da notocorda (KRT18-positivas) das c&eacute;lulas do escler&oacute;tomo (KRT18-negativas), a express&atilde;o de genes previamente descritos como sendo da notocorda (KRT18, KRT19, T, Galectin-3 e FOXA2) foi comparada entre os dois tipos celulares. A compara&ccedil;&atilde;o mostrou que as c&eacute;lulas KRT18-positivas t&ecirc;m uma express&atilde;o aumentada de todos os genes analisados, comparativamente com as c&eacute;lulas KRT18- negativas (<a href="/img/revistas/rpot/v21n4/21n4a02f10.jpg">Figura 10</a>).</p>     
<p> <b><font face="Verdana" size="2">Análise dos microarrays</font></b></p> </font><font face="verdana" size="2">     <p>A an&aacute;lise da express&atilde;o diferencial entre as c&eacute;lulas separadas identificou 782 genes regulados positivamente e 678 genes regulados negativamente pelas c&eacute;lulas KRT18-positivas em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s KRT18-negativas. O <a href="/img/revistas/rpot/v21n4/21n4a02q5.jpg">quadro V</a> apresenta os 10 genes com maior express&atilde;o diferencial entre as c&eacute;lulas KRT18-positivo e KRT18-negativo (marcadores positivos) e os 10 genes com maior express&atilde;o diferencial entre as c&eacute;lulas KRT18-negativo e KRT18-positivo (marcadores negativos).</p>     
<p>A an&aacute;lise IPA dos fatores a montante dos genes KRT18-positivos identificou    30 reguladores destes genes (24 previstos estar ativados e 6 inibidos) (<a href="/img/revistas/rpot/v21n4/21n4a02q6.jpg">Quadro    VI</a>). Destes, o hepatocyte growth factor (HGF) foi o fator de crescimento    com probabilidade de ativa&ccedil;&atilde;o (score z) mais elevado. A an&aacute;lise    das vias de regula&ccedil;&atilde;o deste fator de crescimento identificou diversas    mol&eacute;culas com express&atilde;o diferencial aumentada nas c&eacute;lulas    KRT18-positivas e envolvidas no desenvolvimento da coluna vertebral e na atividade    biol&oacute;gica das c&eacute;lulas da notocorda (<a name="topf11"></a><a href="#f11">Figura    11</a>).</p>     
]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <a name="f11"></a>      <p>        <center>     <img src="/img/revistas/rpot/v21n4/21n4a02f11.jpg" width="503" height="750" border="0" />    </center> </p>     
<p>&nbsp;</p> </font>      <p>&nbsp;</p>    <p><b><font face="Verdana" size="2">DISCUSSÃO</font></b></p><font face="verdana" size="2">    <p>As c&eacute;lulas da notocorda ou fatores por estas produzidos t&ecirc;m sido propostos como tendo um efeito anab&oacute;lico e protetor contra a degenera&ccedil;&atilde;o do disco intervertebral e o seu &ldquo;desaparecimento&rdquo; aquando da maturidade esquel&eacute;tica, tem sido sugerido como sendo o fator iniciador da degenera&ccedil;&atilde;o discal. Deste modo, a identifica&ccedil;&atilde;o do fen&oacute;tipo destas c&eacute;lulas e das mol&eacute;culas que as regulam poder&aacute; elucidar a comunidade cient&iacute;fica sobre quais os fatores que regulam a homeostasia do disco intervertebral e ajudar no desenvolvimento de novas terap&ecirc;uticas biol&oacute;gicas e estrat&eacute;gias celulares para combater a sua degenera&ccedil;&atilde;o.</p>     <p>Apesar de terem j&aacute; sido efetuadas v&aacute;rias tentativas para definir o fen&oacute;tipo das c&eacute;lulas da notocorda em modelos animais[56, 57, 68-72], os resultados desses estudos n&atilde;o s&atilde;o diretamente aplic&aacute;veis &agrave; investiga&ccedil;&atilde;o humana, j&aacute; que o fen&oacute;tipo da c&eacute;lula do NP, que deriva da notocorda, varia consideravelmente entre esp&eacute;cies[36, 57, 73]. Isto pode dever-se a diferen&ccedil;as de organiza&ccedil;&atilde;o celular, forma e tamanho do disco intervertebral, postura e locomo&ccedil;&atilde;o entre as diferentes esp&eacute;cies de mam&iacute;feros[73, 74]. A realiza&ccedil;&atilde;o de estudos em humanos tem, no entanto, sido dificultada por restri&ccedil;&otilde;es &eacute;ticas e log&iacute;sticas relacionadas com a aquisi&ccedil;&atilde;o de tecidos contendo c&eacute;lulas da notocorda, bem como por dificuldades t&eacute;cnicas relacionadas com a dimens&atilde;o das colunas vertebrais embrion&aacute;ria e fetal e a falta de m&eacute;todos adequados para separa&ccedil;&atilde;o de c&eacute;lulas para realiza&ccedil;&atilde;o de estudos de express&atilde;o gen&eacute;tica em grande escala, como microarrays. Esta lacuna tem sido uma limita&ccedil;&atilde;o importante para o aprofundamento do conhecimento sobre o desenvolvimento, matura&ccedil;&atilde;o e degenera&ccedil;&atilde;o do disco intervertebral e para a descoberta de m&eacute;todos para o regenerar.</p>     <p>Assim, os objetivos deste trabalho foram:<br />i) desenvolver um m&eacute;todo para o isolamento e separa&ccedil;&atilde;o de c&eacute;lulas da notocorda (precursoras do NP) das c&eacute;lulas do escler&oacute;tomo (precursoras do AF e v&eacute;rtebra) que lhe s&atilde;o adjacentes;<br />ii) caraterizar o fen&oacute;tipo das c&eacute;lulas da notocorda e identificar fatores envolvidos na fun&ccedil;&atilde;o anab&oacute;lica e protetora desempenhada por estas c&eacute;lulas no disco intervertebral.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Devido &agrave; aus&ecirc;ncia de uma demarca&ccedil;&atilde;o clara entre os limites das c&eacute;lulas do escler&oacute;tomo e da notocorda fetais foi desenvolvida uma estrat&eacute;gia de separa&ccedil;&atilde;o baseada na identifica&ccedil;&atilde;o de um marcador celular espec&iacute;fico para as c&eacute;lulas da notocorda, marca&ccedil;&atilde;o dessas c&eacute;lulas com um anticorpo fluorescente dirigido para o marcador identificado e separa&ccedil;&atilde;o das c&eacute;lulas por citometria de fluxo.</p>     <p>Primeiro, a coluna vertebral fetal foi dissecada de todos os tecidos adjacentes com o objetivo de limitar o tipo de c&eacute;lulas a separar a dois tipos: c&eacute;lulas da notocorda e c&eacute;lulas do escler&oacute;tomo.</p>     <p>Segundo, foi realizada uma revis&atilde;o extensa da literatura para identificar um marcador espec&iacute;fico para as c&eacute;lulas da notocorda. Uma vez que h&aacute; muito pouca informa&ccedil;&atilde;o sobre estas c&eacute;lulas, pretenderam identificar-se todas as mol&eacute;culas que haviam sido descritas como sendo expressas por c&eacute;lulas da notocorda embrion&aacute;ria e fetal (em estudos de biologia do desenvolvimento), c&eacute;lulas da notocorda do NP de animais que as ret&ecirc;m ao longo da vida ou c&eacute;lulas do NP humano adulto (que, apesar de n&atilde;o possuir c&eacute;lulas com morfologia da notocorda, se pensa ser derivado desta[50]). Foram analisados todos os artigos identificados, bem como refer&ecirc;ncias relevantes desses mesmos artigos e de revis&otilde;es da literatura dentro da mesma &aacute;rea. Dezasseis potenciais marcadores foram identificados. Destes, 8 (BASP1, Galectin-3, CD55, CTGF, KRT8, KRT18, KRT19 e N-Cad) foram selecionados para valida&ccedil;&atilde;o por imunohistoqu&iacute;mica na coluna embrion&aacute;ria e fetal humana. Estas mol&eacute;culas foram selecionadas por terem sido identificadas em estudos humanos e animais. Verificou-se que as KRT8, KRT18 e KRT19 eram expressas por todas as c&eacute;lulas da notocorda em todos os n&iacute;veis vertebrais e em todas as idades gestacionais avaliadas.</p>     <p>As citoqueratinas s&atilde;o mol&eacute;culas do citoesqueleto e a sua express&atilde;o, apesar de indicativa de um fen&oacute;tipo epitelial, tem sido tamb&eacute;m observada em c&eacute;lulas derivadas da mesoderme como cardiomi&oacute;citos[75] e fibroblastos[76]. A KRT18 dimeriza com a KRT8 para formar um filamento intermedi&aacute;rio em epit&eacute;lios estratificados simples, enquanto que a KRT19 &eacute; a mais pequena citoqueratina ac&iacute;dica conhecida. As KRT8 e KRT18 est&atilde;o envolvidas na resist&ecirc;ncia &agrave; apoptose induzida pelo TNF-a em hepat&oacute;citos[77]. De relevo para a &aacute;rea do disco intervertebral, estas mol&eacute;culas encontram-se frequentemente presentes em tecidos submetidos a carga mec&acirc;nica[78, 79], pelo que a sua presen&ccedil;a no disco intervertebral poder&aacute; servir para ajudar a suportar a elevada press&atilde;o hidrost&aacute;tica existente no NP[80]. Uma vez que n&atilde;o se verificaram diferen&ccedil;as no padr&atilde;o e intensidade de colora&ccedil;&atilde;o das c&eacute;lulas da notocorda pelas tr&ecirc;s citoqueratinas, e j&aacute; que n&oacute;s identific&aacute;mos recentemente a KRT18 como um marcador do NP adulto[36], esta foi escolhida para marcar as c&eacute;lulas da notocorda a serem separadas por citometria.</p>     <p>A KRT18, tal como todas as citoqueratinas &eacute;, no entanto, uma prote&iacute;na intracelular, pelo que para que o anticorpo consiga penetrar atrav&eacute;s da membrana celular, &eacute; necess&aacute;rio fixar e permeabilizar as c&eacute;lulas. A extra&ccedil;&atilde;o de RNA de c&eacute;lulas fixadas e permeabilizadas &eacute;, contudo, complexa e as &uacute;nicas tentativas para o fazer reportam &agrave; d&eacute;cada de 90[81, 82], em que &eacute; proposto o uso de agentes de fixa&ccedil;&atilde;o e permeabiliza&ccedil;&atilde;o de base alco&oacute;lica. Contudo, o RNA obtido nestes estudos n&atilde;o apresentava qualidade suficiente para a realiza&ccedil;&atilde;o de microarrays.</p>     <p>Deste modo, foi desenvolvida uma metodologia para isolar RNA com elevado grau de pureza e integridade a partir de c&eacute;lulas previamente fixadas, permeabilizadas, marcadas com um anticorpo fluorescente e separadas por citometria de fluxo. Para o desenvolvimento desta metodologia foi inicialmente usada a linha celular MCF-7, tendo esta s&oacute; posteriormente sido aplicada a c&eacute;lulas da coluna fetal. Para minimizar a degrada&ccedil;&atilde;o do RNA, todos os procedimentos foram realizados em ambiente livre de RNAses e o n&uacute;mero total de passos foi reduzido, eliminando lavagens celulares que se verificaram redundantes e usando um anticorpo conjugado diretamente (e n&atilde;o um anticorpo prim&aacute;rio seguido de um secund&aacute;rio). Inicialmente, foi avaliado o efeito sobre a qualidade do RNA de agentes de fixa&ccedil;&atilde;o e permeabiliza&ccedil;&atilde;o de base alco&oacute;lica (etanol/&aacute;cido ac&eacute;tico, 100% e 50% etanol e UM-Fix&reg;) e n&atilde;o alco&oacute;lica (100% ou 50% RNAlater&reg;), m&eacute;todos adaptados a partir de estudos pr&eacute;vios[81-84], tendo-se verificado que dois deles (etanol/&aacute;cido ac&eacute;tico e RNAlater&reg;) tinham o menor impacto negativo sobre a qualidade de RNA obtida e, portanto, tendo sido escolhidos para os passos seguintes. Posteriormente, verificouse que a marca&ccedil;&atilde;o com anticorpo fluorescente n&atilde;o afetava a qualidade do RNA em c&eacute;lulas fixadas e permeabilizadas com etanol/&aacute;cido ac&eacute;tico e diminu&iacute;a ligeiramente o grau de pureza do RNA em c&eacute;lulas fixadas com 100% RNAlater&reg;. Por &uacute;ltimo, avaliouse o efeito da separa&ccedil;&atilde;o celular por citometria de fluxo, tendo-se verificado que a qualidade do RNA das c&eacute;lulas fixadas e permeabilizadas com 100% RNAlater&reg; era drasticamente reduzida, enquanto que a das c&eacute;lulas fixadas com etanol/&aacute;cido ac&eacute;tico n&atilde;o era afetada. Foi recentemente demonstrado que a radia&ccedil;&atilde;o de campo el&eacute;trico emitida pelo cit&oacute;metro de fluxo pode causar disrup&ccedil;&atilde;o celular[85] e talvez esta seja a raz&atilde;o pela qual, nas c&eacute;lulas fixadas e permeabilizadas com RNAlater&reg; o RNA &eacute; degradado. N&atilde;o &eacute; clara, no entanto, a raz&atilde;o pela qual quando as c&eacute;lulas s&atilde;o fixadas com etanol/&aacute;cido ac&eacute;tico isto n&atilde;o acontece mas poder&aacute; estar relacionado com a diferente natureza dos dois agentes utilizados.</p>     <p>Esta metodologia (fixa&ccedil;&atilde;o com etanol/&aacute;cido ac&eacute;tico, seguida de marca&ccedil;&atilde;o com anti-KRT18 marcado com anticorpo fluorescente e separa&ccedil;&atilde;o celular por citometria de fluxo) &eacute; uma nova estrat&eacute;gia para a obten&ccedil;&atilde;o de RNA de elevada qualidade a partir de c&eacute;lulas marcadas com um anticorpo intracelular. Esta foi a estrat&eacute;gia usada para identificar o fen&oacute;tipo das c&eacute;lulas da notocorda humana, mas &eacute; tamb&eacute;m uma nova metodologia cuja utilidade e aplica&ccedil;&atilde;o se estendem a qualquer &aacute;rea de investiga&ccedil;&atilde;o.</p>     <p>Utilizando o m&eacute;todo estabelecido com a linha celular, c&eacute;lulas da coluna vertebral fetal humana foram isoladas enzimaticamente, fixadas e permeabilizadas, marcadas com KRT18 e separadas em c&eacute;lulas da notocorda (KRT18-positivas) e do escler&oacute;tomo (KRT18-negativas). Tal como previsto pela avalia&ccedil;&atilde;o morfol&oacute;gica da coluna fetal, a propor&ccedil;&atilde;o de c&eacute;lulas do escler&oacute;tomo (90.5%) foi superior &agrave; de c&eacute;lulas da notocorda (9.5%). Apesar do n&uacute;mero limitado de c&eacute;lulas separadas, foi isolado RNA e, ap&oacute;s amplifica&ccedil;&atilde;o para cDNA, este apresentava elevada concentra&ccedil;&atilde;o, grau de pureza e integridade. O grau de precis&atilde;o da separa&ccedil;&atilde;o em c&eacute;lulas da notocorda e do escler&oacute;tomo foi confirmado pela maior express&atilde;o diferencial dos genes da notocorda KRT18, KRT19, T, Gal3, CTGF e FoxA2 pelas c&eacute;lulas KRT18-positivas do que pelas KRT18-negativas.</p>     <p>Os microarrays s&atilde;o uma t&eacute;cnica potente capaz de medir a express&atilde;o de todos os genes conhecidos do genoma humano numa determinada c&eacute;lula num tempo espec&iacute;fico e a informa&ccedil;&atilde;o proveniente destes estudos tem sido usada para caracterizar doen&ccedil;as, prever a sua progress&atilde;o e desenvolver novas terap&ecirc;uticas[86-88]. Na &aacute;rea do disco intervertebral foram usados para caracterizar o fen&oacute;tipo do NP adulto e para identificar novos marcadores celulares que t&ecirc;m sido utilizados para avaliar a correta diferencia&ccedil;&atilde;o de c&eacute;lulas estaminais em c&eacute;lulas do NP[36, 37, 56, 57, 61, 89-92].</p>     <p>As c&eacute;lulas NP do adulto podem, no entanto, n&atilde;o ter o fen&oacute;tipo adequado para regenerar o disco intervertebral j&aacute; que, com a idade, estas c&eacute;lulas apresentam uma aumento da senesc&ecirc;ncia[93], da morte celular mediada por autofagia[94] e da express&atilde;o de enzimas catab&oacute;licas e degradadoras da matriz extracelular[95, 96] e uma diminui&ccedil;&atilde;o da express&atilde;o dos componentes normais da matriz extracelular[9, 97]. Por outro lado, e como detalhado anteriormente, as c&eacute;lulas da notocorda t&ecirc;m propriedades anab&oacute;licas e anticatab&oacute;licas, o que indica que elas, ou fatores por elas produzidos, s&atilde;o capazes de produzir uma matriz extracelular mais hidratada, que melhor poder&aacute; executar as fun&ccedil;&otilde;es do NP no disco intervertebral. Deste modo, a caracteriza&ccedil;&atilde;o do fen&oacute;tipo destas c&eacute;lulas e dos mecanismos biol&oacute;gicos respons&aacute;veis pela sua fun&ccedil;&atilde;o s&atilde;o essenciais para o desenvolvimento de terap&ecirc;uticas celulares para regenerar o disco intervertebral.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>O estudo por microarrays realizado identificou uma lista de marcadores (positivos e negativos) com elevada express&atilde;o diferencial entre os dois tipos celulares. Apesar da valida&ccedil;&atilde;o destes marcadores numa coorte mais alargada estar ainda em curso, os dados obtidos at&eacute; agora permitem uma an&aacute;lise detalhada de genes que poder&atilde;o desempenhar pap&eacute;is fundamentais na biologia das c&eacute;lulas da notocorda.</p>     <p>O receptor growth fator recetor-bound protein 14 (GRB14), que &eacute; uma mol&eacute;cula que interage com o recetor insulin growth factor 1 (IGF1), foi o marcador positivo com maior express&atilde;o diferencial entre os dois tipos celulares e poder&aacute; assumir particular relev&acirc;ncia. O IGF1 &eacute; um fator de crescimento que aumenta a produ&ccedil;&atilde;o de proteoglicanos por c&eacute;lulas do NP bovino[98] e mur&iacute;deo[99], estimula a prolifera&ccedil;&atilde;o de c&eacute;lulas do NP bovinas[100] e humanas[101] e inibe a morte celular induzida pela Il-1 em c&eacute;lulas do NP de coelhos[102]; al&eacute;m disso, a produ&ccedil;&atilde;o aumentada de proteoglicanos induzida pelo IGF1 em c&eacute;lulas do NP mur&iacute;deo diminui com a idade[99]. &Eacute; poss&iacute;vel que a elevada produ&ccedil;&atilde;o de proteoglicanos pelas c&eacute;lulas da notocorda esteja relacionada com uma maior resposta ao IGF1 dependente do seu recetor GRB14 e que, com a matura&ccedil;&atilde;o do disco intervertebral e o desaparecimento da c&eacute;lulas da notocorda (e do recetor GRB14 por elas expresso) esta capacidade seja perdida. Esta hip&oacute;tese poder&aacute; ser testada pela avalia&ccedil;&atilde;o da express&atilde;o de GRB14 no NP humano de diferentes idades.</p>     <p>Por outro lado, as mol&eacute;culas FAS e CD40 (recetores do citocina pr&oacute;-inflamat&oacute;ria TNF) foram identificadas como marcadores negativos das c&eacute;lulas da notocorda. A baixa express&atilde;o destes recetores nas c&eacute;lulas da notocorda indica que estas c&eacute;lulas poder&atilde;o n&atilde;o responder a esta citocina, podendo estar protegidas dos efeitos pr&oacute;-inflamat&oacute;rios e catab&oacute;licos do TNF-a verificados durante a degenera&ccedil;&atilde;o discal[102, 103].</p>     <p>Al&eacute;m de fornecer uma extensa lista de genes e marcadores celulares, a an&aacute;lise de microarrays por IPA permite a identifica&ccedil;&atilde;o de vias e mecanismos celulares, bem como de reguladores a montante das c&eacute;lulas em estudo. O IPA combina as listas de genes identificados no estudo com bases de dados da literatura cient&iacute;fica, prevendo rela&ccedil;&otilde;es entre mol&eacute;culas, mecanismos, e fatores reguladores da fun&ccedil;&atilde;o das c&eacute;lulas em investiga&ccedil;&atilde;o. A an&aacute;lise dos fatores a montante da lista de marcadores positivos das c&eacute;lulas da notocorda identificou o HGF como sendo o fator de crescimento com maior probabilidade de ativar os seus genes, e portanto, algumas das fun&ccedil;&otilde;es destas c&eacute;lulas. O HGF &eacute; um regulador positivo do GRB14, do FoxA2 e do neuropilin 1 (NRP1). O FoxA2 &eacute; um gene que, em conjunto com o FoxA1 &eacute; crucial para o desenvolvimento do NP[63]. O NRP-1 &eacute; um recetor do semaphorin 3A (Sema3A9) que est&aacute; envolvido da repuls&atilde;o de neur&oacute;nios da notocorda[104] e que atua como barreira para o crescimento de nervos para o disco intervertebral saud&aacute;vel[105]. Estes dados sugerem que o fator de crescimento HGF tem um papel importante na regula&ccedil;&atilde;o das c&eacute;lulas da notocorda, regulando positivamente a express&atilde;o de genes importantes para o desenvolvimento e fun&ccedil;&atilde;o adequada do NP.</p></font>    <p>&nbsp;</p>    <p><b><font face="Verdana" size="2">CONCLUSÃO</font></b></p><font face="verdana" size="2">    <p>Este &eacute; o primeiro estudo a identificar e separar c&eacute;lulas da notocorda das c&eacute;lulas do escler&oacute;tomo na coluna vertebral humana e a caracterizar o fen&oacute;tipo, mecanismos e vias de regula&ccedil;&atilde;o dessas c&eacute;lulas. Para o fazer, foi desenvolvida uma metodologia inovadora que permite extrair RNA de elevada qualidade a partir de um n&uacute;mero limitado de c&eacute;lulas fixadas, permeabilizadas, marcadas com um anticorpo intracelular e separadas por citometria de fluxo. Esta metodologia tem aplica&ccedil;&otilde;es que v&atilde;o para al&eacute;m da &aacute;rea do disco intervertebral.</p>     <p>Os genes identificados representam um conjunto de marcadores positivos e negativos das c&eacute;lulas da notocorda e constituem a assinatura gen&eacute;tica destas c&eacute;lulas, que poder&aacute; agora ser usada para estudar o desenvolvimento destas c&eacute;lulas e o seu destino com a matura&ccedil;&atilde;o do disco intervertebral humano, mas tamb&eacute;m para avaliar a diferencia&ccedil;&atilde;o de c&eacute;lulas estaminais em c&eacute;lulas da notocorda.</p>     <p>O fator de crescimento HGF foi identificado como um regulador a montante das c&eacute;lulas da notocorda e poder&aacute;, sozinho ou em combina&ccedil;&atilde;o com outros fatores de crescimento, ser respons&aacute;vel por algumas das fun&ccedil;&otilde;es atribu&iacute;das a estas c&eacute;lulas.</p></font>    <p>&nbsp;</p>    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b><font face="Verdana" size="2">REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS</font></b></p>    <!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">1. Hoy D. A systematic review of the global prevalence of low back pain. Arthritis Rheum. 2012; 64 (6): 2028-2037</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000134&pid=S1646-2122201300040000200001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">2. Balague F. Non-specific low back pain. 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Lumbar disc degeneration and genetic factors are the main risk factors for low back pain in women: the UK Twin Spine Study. Ann Rheum Dis. 2011; 70 (10): 1740-1745</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000137&pid=S1646-2122201300040000200004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">5. Bogduk N. The lumbar disc and low back pain. Neurosurg Clin N Am. 1991; 2 (4): 791-806</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000138&pid=S1646-2122201300040000200005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">6. Freemont AJ. 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Mesenchymal stem cells for bone repair: preclinical studies and potential orthopedic applications. Foot Ankle Clin. 2005; 10 (4): 651-665</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000159&pid=S1646-2122201300040000200026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">27. Hong L, Colpan A, Peptan IA. Modulations of 17-beta estradiol on osteogenic and adipogenic differentiations of human mesenchymal stem cells. Tissue Eng. 2006; 12 (10): 2747-2753</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000160&pid=S1646-2122201300040000200027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">28. Helder MN. Stem cells from adipose tissue allow challenging new concepts for regenerative medicine. Tissue Eng. 2007; 13 (8): 1799-808</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000161&pid=S1646-2122201300040000200028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">29. Trubiani O. Morphological and cytofluorimetric analysis of adult mesenchymal stem cells expanded ex vivo from periodontal ligament. Int J Immunopathol Pharmacol. 2005; 18 (2): 213-221</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000162&pid=S1646-2122201300040000200029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">30. Henriksson HB. Transplantation of human mesenchymal stems cells into intervertebral discs in a xenogeneic porcine model. Spine (Phila Pa 1976). 2009; 34 (2): 141-148</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000163&pid=S1646-2122201300040000200030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">31. Richardson SM. The differentiation of bone marrow mesenchymal stem cells into chondrocyte-like cells on poly- L-lactic acid (PLLA) scaffolds. Biomaterials. 2006; 27 (22): 4096-4078</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000164&pid=S1646-2122201300040000200031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">32. Richardson SM. Human mesenchymal stem cell differentiation to NP-like cells in chitosan-glycerophosphate hydrogels. Biomaterials. 2008; 29 (1): 85-93</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000165&pid=S1646-2122201300040000200032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">33. Risbud MV. Differentiation of mesenchymal stem cells towards a nucleus pulposus-like phenotype In vitro: implications for cell-based transplantation therapy. Spine (Phila Pa 1976). 2004; 29 (23): 2627-2632</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000166&pid=S1646-2122201300040000200033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">34. Stoyanov JV. Role of hypoxia and growth and differentiation factor-5 on differentiation of human mesenchymal stem cells towards intervertebral nucleus pulposus-like cells. Eur Cell Mater. 2011; 21: 533-547</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000167&pid=S1646-2122201300040000200034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">35. Strassburg S. Bi-directional exchange of membrane components occurs during co-culture of mesenchymal stem cells and nucleus pulposus cells. PLoS One. 2012; 7 (3)</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000168&pid=S1646-2122201300040000200035&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">36. Minogue BM. Characterization of the human nucleus pulposus cell phenotype and evaluation of novel marker gene expression to define adult stem cell differentiation. Arthritis Rheum. 2010; 62 (12): 3695-3705</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000169&pid=S1646-2122201300040000200036&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">37. Powers KA. Identification of cell surface-specific markers to target human nucleus pulposus cells: expression of carbonic anhydrase XII varies with age and degeneration. Arthritis Rheum. 2011; 63 (12): 3876-3886</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000170&pid=S1646-2122201300040000200037&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">38. Walmsley R. The development and growth of the intervertebral disc. Edinb Med J. 1953; 60 (8): 341-364</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000171&pid=S1646-2122201300040000200038&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">39. Aguiar DJ, Johnson SL, Oegema TR. Notochordal cells interact with nucleus pulposus cells: regulation of proteoglycan synthesis. Exp Cell Res. 1999; 241 (1): 129-137</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000172&pid=S1646-2122201300040000200039&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">40. Hunter CJ, Matyas JR, Duncan NA. The threedimensional architecture of the notochordal nucleus pulposus: novel observations on cell structures in the canine intervertebral disc. J Anat. 2003; 202 (3): 279-291</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000173&pid=S1646-2122201300040000200040&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">41. Hunter CJ, Matyas JR, Duncan NA. The functional significance of cell clusters in the notochordal nucleus pulposus: survival and signaling in the canine intervertebral disc. Spine (Phila Pa 1976). 2004; 29 (10): 1099-1104</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000174&pid=S1646-2122201300040000200041&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">42. Hunter CJ, Matyas JR, Duncan NA. Cytomorphology of notochordal and chondrocytic cells from the nucleus pulposus: a species comparison. J Anat. 2004; 205 (5): 357-362</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000175&pid=S1646-2122201300040000200042&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">43. Cappello R. Notochordal cell produce and assemble extracellular matrix in a distinct manner, which may be responsible for the maintenance of healthy nucleus pulposus. Spine (Phila Pa 1976). 2006; 31 (8): 873-883</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000176&pid=S1646-2122201300040000200043&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">44. Erwin WM. Nucleus pulposus notochord cells secrete connective tissue growth factor and up-regulate proteoglycan expression by intervertebral disc chondrocytes. Arthritis Rheum. 2006; 54 (12): 3859-3867</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000177&pid=S1646-2122201300040000200044&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">45. Erwin WM. Notochordal cells protect nucleus pulposus cells from degradation and apoptosis: implications for the mechanisms of intervertebral disc degeneration. Arthritis Res Ther. 2011; 13 (6): 215</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000178&pid=S1646-2122201300040000200045&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">46. Hay ED. The mesenchymal cell, its role in the embryo, and the remarkable signaling mechanisms that create it. Dev Dyn. 2005; 233 (3): 706-720</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000179&pid=S1646-2122201300040000200046&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">47. Aszodi A. Collagen II is essential for the removal of the notochord and the formation of intervertebral discs. J Cell Biol. 1998; 143 (5): 1399-1412</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000180&pid=S1646-2122201300040000200047&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">48. Peacock A. Observations on the prenatal development of the intervertebral disc in man. J Anat. 1951; 85 (3): 260-274</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000181&pid=S1646-2122201300040000200048&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">49. Piper K. Beta cell differentiation during early human pancreas development. J Endocrinol. 2004; 181 (1): 11-23</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000182&pid=S1646-2122201300040000200049&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">50. Choi KS, Cohn MJ, Harfe BD. Harfe, Identification of nucleus pulposus precursor cells and notochordal remnants in the mouse: implications for disk degeneration and chordoma formation. Dev Dyn. 2008; 237 (12): 3953-3958</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000183&pid=S1646-2122201300040000200050&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">51. Guehring T. Notochordal intervertebral disc cells: sensitivity to nutrient deprivation. Arthritis Rheum. 2009; 60 (4): 1026-1034</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000184&pid=S1646-2122201300040000200051&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">52. Yamada H. Messenger RNA quantification after fluorescence-activated cell sorting using in situ hybridization. Cytometry A. 2010; 77 (11): 1032-1037</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000185&pid=S1646-2122201300040000200052&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">53. Schmittgen TD, Livak KJ. Analyzing real-time PCR data by the comparative C(T) method. Nat Protoc. 2008; 3 (6): 1101-1108</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000186&pid=S1646-2122201300040000200053&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">54. Li C, Wong WH. Model-based analysis of oligonucleotide arrays: expression index computation and outlier detection. Proc Natl Acad Sci U S A. 2001; 98 (1): 31-36</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000187&pid=S1646-2122201300040000200054&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">55. Pearson RD. puma: a Bioconductor package for propagating uncertainty in microarray analysis. BMC Bioinformatics. 2009; 10: 211</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000188&pid=S1646-2122201300040000200055&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">56. Tang X, Jing L, Chen J. Changes in the molecular phenotype of nucleus pulposus cells with intervertebral disc aging. PLoS One. 2012; 7 (12)</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000189&pid=S1646-2122201300040000200056&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">57. Minogue BM. Transcriptional profiling of bovine intervertebral disc cells: implications for identification of normal and degenerate human intervertebral disc cell phenotypes. Arthritis Res Ther. 2010; 12 (1): 22</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000190&pid=S1646-2122201300040000200057&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">58. Chen J, Richardson WJ, Brown L, Setton LA. Gene expression profiling reveals age and zonal-specific differences in intervertebral disc tissues during ageing. Trans Orthop Res Soc. 2007;    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000191&pid=S1646-2122201300040000200058&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">59. Chen J. Expression of laminin isoforms, receptors, and binding proteins unique to nucleus pulposus cells of immature intervertebral disc. Connect Tissue Res. 2009; 50 (5): 294-306</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000193&pid=S1646-2122201300040000200059&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">60. Gilchrist CL. Nucleus pulposus cell-matrix interactions with laminins. Eur Cell Mater. 2011; 21: 523-532</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000194&pid=S1646-2122201300040000200060&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">61. Tang X. Identifying the molecular phenotype of cells in the human intervertebral disc reveals the existence of a unique notochordal-like cell population. Orthopaedic Research Society 2013 Annual Meeting; San Antonio, Texas; 2013.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000195&pid=S1646-2122201300040000200061&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>    <p><font face="verdana" size="2">62. Leung V. Defining the phenotype and molecular signatures of notochordal nucleus pulposus cells. World Forum for Spine Research (WFSR 2010); Montreal, Canada: The Intervertebral Disc; 2010. </font></p>    <!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">63. Maier JA, Lo Y, Harfe BD. Foxa1 and Foxa2 are required for formation of the intervertebral discs. PLoS One. 2013; 8 (1)</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000198&pid=S1646-2122201300040000200063&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">64. Gotz W. Detection and distribution of the carbohydrate binding protein galectin-3 in human notochord, intervertebral disc and chordoma. Differentiation. 1997; 62 (3): 149-157</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000199&pid=S1646-2122201300040000200064&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">65. Weiler C. Immunohistochemical identification of notochordal markers in cells in the aging human lumbar intervertebral disc. Eur Spine J. 2010; 19 (10): 1761-1770</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000200&pid=S1646-2122201300040000200065&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">66. Gotz W. Intermediate filament typing of the human embryonic and fetal notochord. Cell Tissue Res. 1995; 280 (2): 455-462</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000201&pid=S1646-2122201300040000200066&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">67. McCann MR. Tracing notochord-derived cells using a Noto-cre mouse: implications for intervertebral disc development. Dis Model Mech. 2012; 5 (1): 73-82</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000202&pid=S1646-2122201300040000200067&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">68. Chen J, Yan W, Setton LA. Molecular phenotypes of notochordal cells purified from immature nucleus pulposus. Eur Spine J. 2006; 15 (3): 303-311</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000203&pid=S1646-2122201300040000200068&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">69. Kim JH. Differentiation of intervertebral notochordal cells through live automated cell imaging system In vitro. Spine (Phila Pa 1976). 2009; 24 (23): 2486-2493</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000204&pid=S1646-2122201300040000200069&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">70. Oguz E. Galectin-3 expression in the intervertebral disc: a useful marker of the notochord phenotype?. Spine (Phila Pa 1976). 2007; 32 (1): 9-16</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000205&pid=S1646-2122201300040000200070&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">71. Poiraudeau S. Phenotypic characteristics of rabbit intervertebral disc cells. Comparison with cartilage cells from the same animals. Spine (Phila Pa 1976). 1999; 24 (9): 837-844</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000206&pid=S1646-2122201300040000200071&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">72. Rastogi A. Environmental regulation of notochordal gene expression in nucleus pulposus cells. J Cell Physiol. 2009; 220 (3): 698-705</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000207&pid=S1646-2122201300040000200072&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">73. Rodrigues-Pinto R, Richardson SM, Hoyland JA. Identification of novel nucleus pulposus markers: Interspecies variations and implications for cell-based therapiesfor intervertebral disc degeneration. Bone Joint Res. 2013; 2 (8): 169-178</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000208&pid=S1646-2122201300040000200073&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">74. Alini M. Are animal models useful for studying human disc disorders/degeneration?. Eur Spine J. 2008; 17 (1): 2-19</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000209&pid=S1646-2122201300040000200074&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">75. Kuruc N, Franke WW. Transient coexpression of desmin and cytokeratins 8 and 18 in developing myocardial cells of some vertebrate species. Differentiation. 1988; 38 (3): 177-193</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000210&pid=S1646-2122201300040000200075&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">76. von Koskull H, Virtanen I. Induction of cytokeratin expression in human mesenchymal cells. J Cell Physiol. 1987; 133 (2): 321-329</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000211&pid=S1646-2122201300040000200076&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">77. Caulin C. Keratin-dependent, epithelial resistance to tumor necrosis factor-induced apoptosis. J Cell Biol. 2000; 149 (1): 17-22</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000212&pid=S1646-2122201300040000200077&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">78. Bordeleau F. Keratin contribution to cellular mechanical stress response at focal adhesions as assayed by laser tweezers. Biochem Cell Biol. 2008; 86 (4): 352-359</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000213&pid=S1646-2122201300040000200078&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">79. Flitney EW. Insights into the mechanical properties of epithelial cells: the effects of shear stress on the assembly and remodeling of keratin intermediate filaments. FASEB J. 2009; 23 (7): 2110-2119</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000214&pid=S1646-2122201300040000200079&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">80. Hunter CJ, Matyas JR, Duncan NA. The notochordal cell in the nucleus pulposus: a review in the context of tissue engineering. Tissue Eng. 2003; 9 (4): 667-677</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000215&pid=S1646-2122201300040000200080&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">81. Diez C, Bertsch G, Simm A. Isolation of full-size mRNA from cells sorted by flow cytometry. J Biochem Biophys Methods. 1999; 40 (3): 69-80</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000216&pid=S1646-2122201300040000200081&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">82. Esser C. Isolation of full-size mRNA from ethanolfixed cells after cellular immunofluorescence staining and fluorescence-activated cell sorting (FACS). Cytometry. 1995; 21 (4): 382-386</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000217&pid=S1646-2122201300040000200082&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">83. Barrett MT. High-quality RNA and DNA from flow cytometrically sorted human epithelial cells and tissues. Biotechniques. 2002; 32 (4): 888-896</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000218&pid=S1646-2122201300040000200083&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">84. Lamoreaux L, Roederer M, Koup R. Intracellular cytokine optimization and standard operating procedure. Nat Protoc. 2006; 1 (3): 1507-1516</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000219&pid=S1646-2122201300040000200084&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">85. Li Q. Comparison of the sorting efficiency and influence on cell function between the sterile flow cytometry and immunomagnetic bead purification methods. Prep Biochem Biotechnol. 2013; 43 (2): 197-206</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000220&pid=S1646-2122201300040000200085&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">86. Karlsson C. Genome-wide expression profiling reveals new candidate genes associated with osteoarthritis. Osteoarthritis Cartilage. 2010; 18 (4): 581-592</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000221&pid=S1646-2122201300040000200086&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">87. Saito T. Transcriptional regulation of endochondral ossification by HIF-2alpha during skeletal growth and osteoarthritis development. Nat Med. 2010; 16 (6): 678-686</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000222&pid=S1646-2122201300040000200087&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">88. Yang S. Hypoxia-inducible factor-2alpha is a catabolic regulator of osteoarthritic cartilage destruction. Nat Med. 2010; 16 (6): 687-693</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000223&pid=S1646-2122201300040000200088&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">89. Fujita N. CD24 is expressed specifically in the nucleus pulposus of intervertebral discs. Biochem Biophys Res Commun. 2005; 338 (4): 1890-1896</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000224&pid=S1646-2122201300040000200089&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">90. Lee CR. A phenotypic comparison of intervertebral disc and articular cartilage cells in the rat. Eur Spine J. 2007; 16 (12): 2174-2185</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000225&pid=S1646-2122201300040000200090&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">91. Sakai D. Differential phenotype of intervertebral disc cells: microarray and immunohistochemical analysis of canine nucleus pulposus and anulus fibrosus. Spine (Phila Pa 1976). 2009; 34 (14): 1448-1556</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000226&pid=S1646-2122201300040000200091&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">92. Smolders LA. Gene expression profiling of early intervertebral disc degeneration reveals a down-regulation of canonical Wnt signaling and caveolin-1 expression: implications for development of regenerative strategies. Arthritis Res Ther. 2013; 15 (1): 23</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000227&pid=S1646-2122201300040000200092&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">93. Maitre CL Le, Freemont AJ, Hoyland JA. Accelerated cellular senescence in degenerate intervertebral discs: a possible role in the pathogenesis of intervertebral disc degeneration. Arthritis Res Ther. 2007; 9 (3): 45</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000228&pid=S1646-2122201300040000200093&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">94. Ye W. Age-related increases of macroautophagy and chaperone-mediated autophagy in rat nucleus pulposus. Connect Tissue Res. 2011; 52 (6): 472-478</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000229&pid=S1646-2122201300040000200094&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">95. Maitre CL Le, Freemont AJ, Hoyland JA. Localization of degradative enzymes and their inhibitors in the degenerate human intervertebral disc. J Pathol. 2004; 204 (1): 47-54</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000230&pid=S1646-2122201300040000200095&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">96. Maitre CL Le, Freemont AJ, Hoyland JA. The role of interleukin-1 in the pathogenesis of human intervertebral disc degeneration. Arthritis Res Ther. 2005; 7 (4): 732-745</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000231&pid=S1646-2122201300040000200096&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">97. Pearce RH, Grimmer BJ, Adams ME. Grimmer, and M.E. Adams, Degeneration and the chemical composition of the human lumbar intervertebral disc. J Orthop Res. 1987; 5 (2): 198-205</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000232&pid=S1646-2122201300040000200097&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">98. Osada R. Autocrine/paracrine mechanism of insulinlike growth factor-1 secretion, and the effect of insulinlike growth factor-1 on proteoglycan synthesis in bovine intervertebral discs. 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PDGF, bFGF and IGF-I stimulate the proliferation of intervertebral disc cells In vitro via the activation of the ERK and Akt signaling pathways. Eur Spine J. 2007; 16 (11): 1858-1866</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000235&pid=S1646-2122201300040000200100&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">101. Zhang R, Ruan D, Zhang C. Effects of TGF-beta1 and IGF-1 on proliferation of human nucleus pulposus cells in medium with different serum concentrations. J Orthop Surg Res. 2006; 1: 9</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000236&pid=S1646-2122201300040000200101&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">102. Zhang CC. Effects of IGF-1 on IL-1beta-induced apoptosis in rabbit nucleus pulposus cells In vitro. Mol Med Rep. 2013; 7 (2): 441-444</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000237&pid=S1646-2122201300040000200102&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">103. Olmarker K, Larsson K. Tumor necrosis factor alpha and nucleus-pulposus-induced nerve root injury. Spine (Phila Pa 1976). 1998; 23 (23): 2538-2544</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000238&pid=S1646-2122201300040000200103&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">104. Masuda T. Developmental regulation of notochordderived repulsion for dorsal root ganglion axons. Mol Cell Neurosci. 2004; 25 (2): 217-227</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000239&pid=S1646-2122201300040000200104&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">105. Tolofari SK. Expression of semaphorin 3A and its receptors in the human intervertebral disc: potential role in regulating neural ingrowth in the degenerate intervertebral disc. Arthritis Res Ther. 2010; 12 (1): 1</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000240&pid=S1646-2122201300040000200105&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>&nbsp;</p>    <p><b><font face="Verdana" size="2">Conflito de interesse: </font></b></p><font face="verdana" size="2">    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Nada a declarar</p></font>    <p>&nbsp;</p><a name="c"></a>    <p><b><font face="Verdana" size="2"><a href="#topc">Endereço para correspondência</a></font></b></p>    <p><font face="Verdana" size="2">Serviço de Ortopedia    <br>Centro Hospitalar do Porto    <br>Hospital de Santo António    <br>Largo Prof. Abel Salazar    <br>4099-001 Porto    <br>Portugal    <br><a href="mailto:ric_pinto@hotmail.com">ric_pinto@hotmail.com</a></font></p>    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>    <p><font face="verdana" size="2"><b>Data de Submissão: </b> 2013-09-01</font></p>    <p><font face="verdana" size="2"><b>Data de Aceitação: </b> 2013-11-01</font></p>     ]]></body><back>
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