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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The occurrence of vertebral metastasis is common in patients with cancer, their occurrence is being a challenge to the spinal surgeon. The approach of these lesions should be multidisciplinary, it doesn´t exist yet universally accepted guidelines. However there is now a refinement of treatment protocols for patients with spinal metastasis which has led to a gradual improvement in prognosis, reduction of pain complaints and an increase in median survival of the patient. The treatment may be conservative through steroid therapy, palliative radiotherapy or surgical or otherwise and may be based on indices such as Tokuhashi, Tomita Capuccio or treatment. The aim of this review article is to optimize the approach and treatment planning in metastatic vertebral lesions.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><b><font face="Verdana" size="2">ARTIGO ORIGINAL</font></b></p>    <p>&nbsp;</p>    <p><b><font face="Verdana" size="4">Tratamento das metástases vertebrais</font></b></p>    <p>&nbsp;</p>    <p><font face="Verdana" size="2"><b>Jorge Costa<sup>I</sup></b>; <b>António Andrade<sup>I</sup></b>; <b>João Martins<sup>I</sup></b>; <b>Naod Berhanu<sup>I</sup></b>; <b>José Rodrigues<sup>I</sup></b></font></p>    <p><font face="Verdana" size="2">I. Unidade de Vértebro Medular do Hospital de São José. Centro Hospitalar Lisboa Central. Portugal.<br /></font></p>    <p>&nbsp;</p>    <p><font face="Verdana" size="2"><a name="topc"></a><a href="#c">Endereço para correspondência</a></font></p>    <p>&nbsp;</p>    <p><b><font face="Verdana" size="2">RESUMO</font></b></p><font face="verdana" size="2">    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>A ocorr&ecirc;ncia de met&aacute;stases vertebrais &eacute; frequente em doentes com neoplasia, sendo a sua ocorr&ecirc;ncia um desafio para o cirurgi&atilde;o de coluna. A abordagem destas les&otilde;es deve ser multidisciplinar, n&atilde;o existindo ainda directrizes universalmente aceites. No entanto verifica-se actualmente um aperfei&ccedil;oamento dos protocolos de tratamento para doentes com metastiza&ccedil;&atilde;o vertebral o que tem conduzido a uma progressiva melhoria no progn&oacute;stico, diminui&ccedil;&atilde;o das queixas &aacute;lgicas e a um aumento da sobrevida m&eacute;dia do doente. O tratamento pode ser conservador atrav&eacute;s da terapia com ester&oacute;ides, radioterapia ou tratamento paliativo ou ent&atilde;o cir&uacute;rgico e pode ser baseado em &iacute;ndices como os de Tokuhashi,Tomita ou Capuccio.</p>     <p>O objectivo deste artigo de revis&atilde;o &eacute; o de optimizar a abordagem e planeamento do tratamento nas les&otilde;es metast&aacute;ticas vertebrais.</p></font>    <p><font face="verdana" size="2"><b>Palavras chave</b>: Coluna vertebral, metástases, orientações para tratamento, prognóstico pré operatório, cirurgia, abordagem multidisciplinar. </font></p>    <p>&nbsp;</p>    <p><b><font face="Verdana" size="2">ABSTRACT</font></b></p><font face="verdana" size="2">    <p>The occurrence of vertebral metastasis is common in patients with cancer, their occurrence is being a challenge to the spinal surgeon. The approach of these lesions should be multidisciplinary, it doesn&acute;t exist yet universally accepted guidelines. However there is now a refinement of treatment protocols for patients with spinal metastasis which has led to a gradual improvement in prognosis, reduction of pain complaints and an increase in median survival of the patient. The treatment may be conservative through steroid therapy, palliative radiotherapy or surgical or otherwise and may be based on indices such as Tokuhashi, Tomita Capuccio or treatment.</p>     <p>The aim of this review article is to optimize the approach and treatment planning in metastatic vertebral lesions.</p></font>    <p><font face="verdana" size="2"><b>Key words</b>: Spine, metastases, guidelines for treatment, prognosis preoperatively, surgery, multidisciplinary approach. </font></p>    <p>&nbsp;</p>    <p><b><font face="Verdana" size="2">INTRODUÇÃO</font></b></p><font face="verdana" size="2">    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>O tratamento das met&aacute;stases vertebrais pode ser definido como um &ldquo;cap&iacute;tulo da Medicina&rdquo; que ainda se apresenta em constru&ccedil;&atilde;o e &agrave; procura de valida&ccedil;&atilde;o inter-pares. A dificuldade prov&eacute;m do facto de esta ser uma doen&ccedil;a multifacetada. Na realidade sob o t&iacute;tulo de met&aacute;stases vertebrais encontramos um vasto espectro de patologias t&atilde;o diferentes na sua etiologia ou idade de ocorr&ecirc;ncia quer como no seu grau de envolvimento sist&eacute;mico, &oacute;sseo ou neurol&oacute;gico<sup>1</sup>. O aperfei&ccedil;oamento dos protocolos de tratamento para doentes com cancro tem no entanto conduzido a uma progressiva melhoria no progn&oacute;stico e sobrevida m&eacute;dia destes doentes<sup>2</sup>.</p></font>    <p>&nbsp;</p>    <p><b><font face="Verdana" size="2">DADOS CLÍNICOS</font></b></p><font face="verdana" size="2">    <p>A ocorr&ecirc;ncia de met&aacute;stases &oacute;sseas &eacute; uma condi&ccedil;&atilde;o frequente em pacientes com neoplasia<sup>3</sup>. A ocorr&ecirc;ncia de met&aacute;stases vertebrais &eacute; mais frequente no segmento tor&aacute;cico, verificando-se em 60% a 80% dos casos de metastiza&ccedil;&atilde;o vertebral, sendo seguida pelo segmento lombossagrado, com cerca de 15% a 30% dos casos<sup>3</sup>. A ocorr&ecirc;ncia de met&aacute;stases em mais de que um segmento da coluna vertebral &eacute; registada em 50% dos casos. As met&aacute;stases vertebrais mais comuns s&atilde;o, por ordem, as provenientes do adenocarcinoma da mama, cancro do pulm&atilde;o, pr&oacute;stata, rim e dos tumo&shy;res hematopoi&eacute;ticos, nomeadamente linfoma ou mieloma m&uacute;ltiplo<sup>4-8</sup>.</p>
    <p>A compress&atilde;o medular ocorre em 20% dos pacientes com met&aacute;stases na coluna vertebral<sup>9</sup>. Pode ser causada tanto pela compress&atilde;o tumoral directa quanto pelo colapso de um corpo vertebral no caso das les&otilde;es l&iacute;ticas<sup>10</sup>. O n&atilde;o reconhecimento e tratamento deste tipo de les&otilde;es pode resultar num d&eacute;fice neurol&oacute;gico permanente<sup>11</sup>.</p></font>    <p>&nbsp;</p>    <p><b><font face="Verdana" size="2">OPÇÕES DE TRATAMENTO NA METASTIZAÇÃO VERTEBRAL</font></b></p><font face="verdana" size="2">    <p>Dependendo de factores como o est&aacute;gio da doen&ccedil;a e as condi&ccedil;&otilde;es cl&iacute;nicas e neurol&oacute;gicas de cada paciente institu&iacute;-se o tratamento para as met&aacute;stases vertebrais<sup>12</sup>. A escolha do tratamento vai depender de factores como a exist&ecirc;ncia de compromisso neurol&oacute;gico, do progn&oacute;stico da doen&ccedil;a e de aspectos re&shy;levantes para a qualidade de vida do doente como por exemplo a presen&ccedil;a e n&iacute;vel de dor<sup>12</sup>. O diagn&oacute;stico histol&oacute;gico &eacute; imprescind&iacute;vel para a correcta elei&ccedil;&atilde;o do tratamento que pode ser por sua vez ser conservador ou cir&uacute;rgico.</p></font>    <p><b><font face="Verdana" size="2">Terapia com esteróides</font></b></p><font face="verdana" size="2">    <p>Usados para reduzir o edema e a resposta inflamat&oacute;ria, diminuindo os d&eacute;fices neurol&oacute;gicos e controlando a dor, principalmente nos pacientes com quadro de mielopatia<sup>13,14</sup>. N&atilde;o devem ser usados rotineiramente em pacientes com boa fun&ccedil;&atilde;o motora no in&iacute;cio do quadro<sup>14</sup>.</p></font>    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b><font face="Verdana" size="2">Radioterapia</font></b></p><font face="verdana" size="2">    <p>Este tratamento est&aacute; indicado para doentes sem compromisso da estabilidade da coluna e da fun&ccedil;&atilde;o neurol&oacute;gica e cujos tumores sejam sens&iacute;veis &agrave; radioterapia. A radioterapia est&aacute; indicada tamb&eacute;m na presen&ccedil;a de paraplegia por mais de 24 horas, quando existe um envolvimento de m&uacute;ltiplos n&iacute;veis medulares, quando se verifica uma dissemina&ccedil;&atilde;o da doen&ccedil;a e ainda nos casos em que o estado de sa&uacute;de do paciente co&iacute;ba a op&ccedil;&atilde;o cir&uacute;rgica<sup>15</sup>. O paciente dever&aacute; ter uma expectativa de vida de pelo menos de 3 meses. A localiza&ccedil;&atilde;o anat&oacute;mica do tumor, o seu tamanho, o seu tipo histol&oacute;gico e o seu grau de diferencia&ccedil;&atilde;o s&atilde;o alguns dos factores de&shy;terminantes do sucesso da radioterapia<sup>16,17</sup>.</p></font>    <p><b><font face="Verdana" size="2">Tratamento da dor</font></b></p><font face="verdana" size="2">    <p>As les&otilde;es metast&aacute;ticas s&atilde;o m&uacute;ltiplas na maioria dos casos, manifestando-se com dor local de intensidade progressiva.</p>
    <p>Tr&ecirc;s tipos de dor podem estar presentes: lo&shy;calizada, referida ou radicular. A dor localizada est&aacute; geralmente presente na linha m&eacute;dia, acompanhada ou n&atilde;o de dor referida ou radicular<sup>15</sup>. &Eacute; habitualmente cons&shy;tante e aumenta de intensidade quando o doente se encontra deitado em repouso, podendo inclusiv&eacute; acord&aacute;-lo durante o sono<sup>10</sup>. A dor radicular segue uma distribui&ccedil;&atilde;o conforme o segmento do derm&aacute;tomo afectado pela compress&atilde;o nervosa<sup>15</sup>, aumentando de intensidade tal como nos outros tipos de dor com a compress&atilde;o causada pelo aumento da massa tumoral ou les&atilde;o l&iacute;tica, podendo piorar com a manobra de Valsalva, com a tosse e durante a pes&shy;quisa dos sinais de Las&egrave;gue, Kernig e Brudzinski<sup>10,13</sup>. Por &uacute;ltimo temos a dor referida que regra geral ocorre nos casos de compres&shy;s&atilde;o medular lombar como por exemplo os casos em que met&aacute;stases a n&iacute;vel de L1 ou L2, causam dor na articula&ccedil;&atilde;o sacro-&iacute;liaca, o que constitui num falso sinal de localiza&ccedil;&atilde;o<sup>13</sup>.</p>
    <p>As causas de dor por met&aacute;stase &oacute;ssea ainda n&atilde;o s&atilde;o totalmente conhecidas. Existe a participa&ccedil;&atilde;o de processo inflamat&oacute;rio envolvendo c&eacute;lulas e mediadores qu&iacute;micos, compress&atilde;o neural, microfraturas, destrui&ccedil;&atilde;o de tecidos &oacute;sseos (com distens&atilde;o do peri&oacute;steo), hip&oacute;xia intramedular e outros fen&ocirc;menos. O tratamento da dor relacionada com met&aacute;stase segue a mesma orienta&ccedil;&atilde;o para a utiliza&ccedil;&atilde;o da escada analg&eacute;sica proposta pela Organiza&ccedil;&atilde;o Mundial de Sa&uacute;de (OMS), para controle da dor oncol&oacute;gica, baseado na adequa&ccedil;&atilde;o da terapia farmacol&oacute;gica de acordo com o n&iacute;vel de dor experimentado pelo doente<sup>32</sup>. Nos casos em que o doente tem um mau progn&oacute;stico, n&atilde;o responde &agrave; radioterapia ou n&atilde;o tem indica&ccedil;&atilde;o cir&uacute;rgica a via passa por obter a m&aacute;xima qualidade de vida poss&iacute;vel atrav&eacute;s dos cuidados paliativos.&nbsp;</p></font>    <p><b><font face="Verdana" size="2">Cirurgia</font></b></p><font face="verdana" size="2">    <p>As principais indica&ccedil;&otilde;es de cirurgia s&atilde;o a exist&ecirc;ncia de dor sem resposta aos tratamentos conservadores, deficite neurol&oacute;gico progressivo ou deteriora&ccedil;&atilde;o neurol&oacute;gica durante ou ap&oacute;s os tratamentos de radioterapia<sup>15</sup>. Consideram-se ainda factores para cirurgia a exist&ecirc;ncia de mielopatia, obstru&ccedil;&atilde;o intracanalar compressiva, instabilidade vertebral, fractura ou luxa&ccedil;&atilde;o vertebral, radiculopatia com sintomas progressivos incontrol&aacute;veis e crescimento tumoral sem resposta &agrave; radioterapia<sup>18</sup>. Os objectivos da cirurgia s&atilde;o a remiss&atilde;o da dor, a melhoria das fun&ccedil;&otilde;es neurol&oacute;gicas e a estabiliza&ccedil;&atilde;o da coluna. A remo&ccedil;&atilde;o da massa tumoral &eacute; outro objectivo importante da cirurgia<sup>19</sup>. Se o tumor n&atilde;o &eacute; sens&iacute;vel &agrave; radioterapia deve ser correctamente avaliada a indica&ccedil;&atilde;o<sup>20</sup> para cirurgia.</p>
    <p>Existem v&aacute;rias abordagens cir&uacute;rgicas para o tratamento das met&aacute;stases:</p>
    <p>A vertebroplastia, a descompress&atilde;o e estabiliza&ccedil;&atilde;o, a excis&atilde;o intralesional ou "debulking" e a ressec&ccedil;&atilde;o em bloco.</p>
    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>A vertebroplastia percut&acirc;nea, &eacute; uma t&eacute;cnica minimamente invasiva constituindo op&ccedil;&atilde;o v&aacute;lida no tratamento de fracturas causadas por invas&atilde;o tumoral. O seu uso estende-se tamb&eacute;m a fracturas traum&aacute;ticas ou osteopor&oacute;ticas, com o objectivo de diminuir as queixas &aacute;lgicas proveniente da perda de sustenta&ccedil;&atilde;o mec&acirc;nica bem como para evitar acunhamentos vertebrais atrav&eacute;s da estabiliza&ccedil;&atilde;o<sup>21</sup>.</p>
    <p>A cifoplastia &eacute; uma variante da vertebroplastia. Ambas t&ecirc;m bons resultados no al&iacute;vio imediato da dor levando a uma uma melhoria da capacidade funcional e de vida do doente com pouco n&uacute;mero de complica&ccedil;&otilde;es operat&oacute;rias devido ao seu curto per&iacute;odo de internamento. S&atilde;o procedimentos de baixa morbilidade, economicamente vi&aacute;veis, bem tolerados e de r&aacute;pida execu&ccedil;&atilde;o<sup>21</sup>. Existem no entanto contra-indica&ccedil;&otilde;es a estas t&eacute;cnicas que s&atilde;o a poss&iacute;vel embolia pulmonar neopl&aacute;sica, deste modo recomenda-se o uso destas t&eacute;cnicas apenas em casos de baixa expectativa de vida<sup>22</sup>, d&eacute;fice neurol&oacute;gico causado por compress&atilde;o intracanalar e o n&atilde;o envolvimento do muro posterior vertebral pela massa tumoral pelo risco de extravasamento do cimento ou da massa tumoral dentro do canal medular. Estas t&eacute;cnicas est&atilde;o normalmente indicadas para pacientes com pior progn&oacute;stico.</p>
    <p>A descompress&atilde;o/estabiliza&ccedil;&atilde;o &eacute; a t&eacute;cnica pela qual se pode optar nos casos de maior urg&ecirc;ncia, na presen&ccedil;a de d&eacute;fice neurol&oacute;gico e de dor intrat&aacute;vel. Esta cirurgia tem como objectivo a mobiliza&ccedil;&atilde;o precoce e consequente melhor qualidade de vida do paciente<sup>16,23,24,25</sup>.</p>
    <p>Tamb&eacute;m h&aacute; indica&ccedil;&atilde;o para descompress&atilde;o/estabiliza&ccedil;&atilde;o em casos de les&otilde;es neurol&oacute;gicas p&oacute;s fractura patol&oacute;gica. Uma vez indicada a cirurgia a abordagem posterior por meio de laminectomia ampla, associada a costotransversectomia se a les&atilde;o for no segmento tor&aacute;cico permite uma descompress&atilde;o adequada. A laminectomia isolada raramente permite a descompress&atilde;o neste tipo de les&otilde;es, al&eacute;m de poder aumentar a instabilidade. Quando se verifica uma les&atilde;o neurol&oacute;gica grave &eacute; regra geral necess&aacute;rio optar-se por uma descompress&atilde;o/estabiliza&ccedil;&atilde;o abertas<sup>26</sup>, no entanto se houver a hip&oacute;tese de se optar pela estabiliza&ccedil;&atilde;o minimamente invasiva existem mais vantagens para o doente<sup>26</sup>.</p>
    <p>O procedimento de excis&atilde;o intralesional/"debulking" &eacute; mais indicado quando a remo&ccedil;&atilde;o da massa tumoral facilita ou aumenta o efeito de outras terapias j&aacute; efectuadas<sup>27</sup>. O tumor &eacute; abordado directamente e excisado o m&aacute;ximo que for poss&iacute;vel, para se conseguir n&atilde;o s&oacute; uma descompress&atilde;o circunferencial da medula espinal, mas especialmente uma redu&ccedil;&atilde;o significativa da massa tumoral<sup>27</sup>.</p>
    <p>No caso dos tumores prim&aacute;rios a ressec&ccedil;&atilde;o em bloco &eacute; o procedimento de escolha, procedimento este tamb&eacute;m indicado na presen&ccedil;a de met&aacute;stases solit&aacute;rias, tumores resistentes aos tratamentos m&eacute;dicos e radia&ccedil;&atilde;o desde que se encontrem tamb&eacute;m em &oacute;rg&atilde;os vitais. Os doentes devem ter uma boa expectativa de vida a m&eacute;dio/longo prazo. Este procedimento est&aacute; associado a um &oacute;ptimo controlo local mas tem como contra indica&ccedil;&atilde;o a sua alta morbilidade devido &agrave; sua longa dura&ccedil;&atilde;o (entre 8 a 16 horas) e &agrave; sua complexidade t&eacute;cnica<sup>28</sup>.</p>
    <p>A remo&ccedil;&atilde;o em "bloco" da vertebra est&aacute; apenas indicada em tumores hipervasculares (especialmente met&aacute;stases do carcinoma do rim) e em casos de menores dificuldade t&eacute;cnica, ou seja em casos muito especificos devido &agrave; sua alta taxa de morbilidade<sup>28</sup>.</p>
    <p>N&atilde;o existem ainda directrizes universalmente aceites em rela&ccedil;&atilde;o a este tipo de patologia, no entanto podemos verificar na literatura sistemas de &iacute;ndice que orientam os cirurgi&otilde;es de coluna para o tratamento mais adequado.</p>
    <p>Por conseguinte a defini&ccedil;&atilde;o do tratamento cir&uacute;rgico espec&iacute;fico a ser empregue vai ser estabelecido pela experi&ecirc;ncia do cirurgi&atilde;o e por &iacute;ndices, como os propostos por Tokuhashi<sup>29</sup> (<a name="topt1"></a><a href="#t1">Tabelas 1</a> e <a name="topt2"></a><a href="#t2">2</a>) e Tomita<sup>30</sup> (<a name="topt3"></a><a href="#t3">Tabelas 3</a> e <a name="topt4"></a><a href="#t4">4</a>).</p>    <p>&nbsp;</p><a name="t1"></a>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>    <center><img src="/img/revistas/rpot/v22n4/22n4a02t1.jpg" width="397" height="586" border="0" /></center></p>    
<p>&nbsp;</p><a name="t2"></a>     <p>    <center><img src="/img/revistas/rpot/v22n4/22n4a02t2.jpg" width="392" height="350" border="0" /></center></p>    
<p>&nbsp;</p><a name="t3"></a>     <p>    <center><img src="/img/revistas/rpot/v22n4/22n4a02t3.jpg" width="385" height="157" border="0" /></center></p>    
<p>&nbsp;</p><a name="t4"></a>     <p>    ]]></body>
<body><![CDATA[<center><img src="/img/revistas/rpot/v22n4/22n4a02t4.jpg" width="387" height="196" border="0" /></center></p>    
<p>&nbsp;</p>
    <p>Tokuhashi facultou-nos o primeiro &iacute;ndice em 1990, sendo actualmente o mais usado pelos cirurgi&otilde;es de coluna<sup>29</sup>.</p>
    <p>Neste &iacute;ndice, os pacientes que tenham um score igual ou inferior a 8 tem indica&ccedil;&atilde;o para tratamento conservador nomeadamente cuidados paliativos.</p>
    <p>Scores entre 9 e 11 pontos tem indica&ccedil;&atilde;o para tratamento paliativo ou cir&uacute;rgico. Uma pontua&ccedil;&atilde;o superior a 12 pontos tem indica&ccedil;&atilde;o cir&uacute;rgica conforme <a name="topt3"></a><a href="#t3">Tabela 3</a>.</p>
    <p>O score de Tomita preconiza tratamento conservador para pontua&ccedil;&otilde;es iguais ou superiores a 6 e cir&uacute;rgico se igual ou menor que 5, conforme <a name="topt4"></a><a href="#t4">Tabela 4</a>.</p>
    <p>Hecht<sup>31</sup> descreve estrat&eacute;gias cir&uacute;rgicas de acordo com as escalas de Tomita e Tokuhashi (<a name="topt5"></a><a href="#t5">Tabela 5</a>).</p>    <p>&nbsp;</p><a name="t5"></a>     <p>    <center><img src="/img/revistas/rpot/v22n4/22n4a02t5.jpg" width="342" height="288" border="0" /></center></p>    
]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
    <p>Em 2008, Cappuccio et al<sup>35</sup> publicaram o seu pr&oacute;prio algoritmo de tratamento para orientar o planeamento de decis&atilde;o nos casos de metastiza&ccedil;&atilde;o vertebral, com base num estudo retrospectivo de 43 pacientes (<a href="/img/revistas/rpot/v22n4/22n4a02f1.jpg">Figura 1</a>). De acordo com estes autores o tratamento tem de ter uma abordagem multidisciplinar que s&oacute; &eacute; poss&iacute;vel atrav&eacute;s da participa&ccedil;&atilde;o activa do oncologista, do radioterapeuta, do cirurgi&atilde;o e do m&eacute;dico paliativista<sup>33,34</sup>.<strong></strong></p>    
<p>&nbsp;</p>    <p>    <center><a href="/img/revistas/rpot/v22n4/22n4a02f1.jpg">Figura 1</a></center></p>    
<p>&nbsp;</p>
    <p>Gasbarrini et al. conduziram um estudo cl&iacute;nico prospectivo em 2010, com 202 pacientes para avaliar a efic&aacute;cia deste algoritmo<sup>35</sup>.</p></font>    <p>&nbsp;</p>    <p><b><font face="Verdana" size="2">CONCLUSÃO</font></b></p><font face="verdana" size="2">    <p>A ocorr&ecirc;ncia de met&aacute;stases vertebrais &eacute; mais frequente na coluna tor&aacute;cica<sup>3</sup>. Estas tem regra geral origem no adenocarcinoma da mama, cancro do pulm&atilde;o, pr&oacute;stata, rim, linfoma ou mieloma m&uacute;ltiplo<sup>4-8</sup>. A compress&atilde;o medular ocorre em 20% dos casos e ocorre pela compress&atilde;o causada directamente pela massa tumoral ou pelo colapso vertebral no caso das les&otilde;es l&iacute;ticas<sup>10</sup>. Dependendo de factores como o est&aacute;gio da doen&shy;&ccedil;a e as condi&ccedil;&otilde;es cl&iacute;nicas e neurol&oacute;gicas de cada paciente institu&iacute;-se o tratamento<sup>12</sup>. O tratamento pode ser conservador atrav&eacute;s da terapia com ester&oacute;ides, radioterapia ou tratamento paliativo ou ent&atilde;o cir&uacute;rgico e &eacute; baseado em &iacute;ndices como os de Tokuhashi<sup>29</sup> ,Tomita<sup>30</sup> ou Capuccio<sup>35</sup> sendo o primeiro o mais usado pelos cirurgi&otilde;es de coluna<sup>29</sup>. Hecht<sup>31</sup> descreveu estrat&eacute;gias cir&uacute;rgicas de acordo com as escalas de Tomita e Tokuhashi. O aperfei&ccedil;oamento dos protocolos de tratamento para doentes com met&aacute;stases vertebrais tem conduzido a uma progressiva melhoria no progn&oacute;stico e sobrevida m&eacute;dia destes doentes.</p></font>    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>    <p><b><font face="Verdana" size="2">REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS</font></b></p>    <!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">1. Barron KD, Hirano A, Araki S. Experiences with metastatic neoplasms involving the spinal cord. Neurology. 1959; 9: 91-106</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000085&pid=S1646-2122201400040000200001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">2. Schuster JM, Grady MS. Medical management and Adjuvant therapies in spinalmetastatic disease. Neurosurg Focus. 2001; 11: 3</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000086&pid=S1646-2122201400040000200002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">3. Filkelstein JA, Zaveri G, Wai E, Vidmar M, Kreder H, Chow E. A population-based study of surgery for spinal metastases. J Bone Joint Surg. 2003; 85: 1045-1050</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000087&pid=S1646-2122201400040000200003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">4. Abdu WA, Provencher M. Primary bone and metastatic tumors of the cervical spine. Spine. 1998; 23: 2767-2777</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000088&pid=S1646-2122201400040000200004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p><font face="verdana" size="2">5. Wilson DA, Fusco DJ, Uschold TD, Spetzler RF, Chang SW. Survival and Functional Outcome After Surgical Resection of Intramedullary Spinal Cord Metastases. World Neurosurg. 2011 Nov 7; </font></p>    <!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">6. Onimus M, Papin P, Gangloff S. Results of surgical treatment of spinal thoracic and lumbar metastases. Eur Spine. 1996; 5: 407-411</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000090&pid=S1646-2122201400040000200006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">7. Sioutos PJ, Arbit E, Meshulam CF, Galicich JH. Spinal metastases from solid tumors. Analysis of factors affecting survival. Cancer. 1995; 76: 1453-1459</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000091&pid=S1646-2122201400040000200007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">8. Solberg A, Bremnes RM. Metastatic spinal cord compression: diag¬nostic delay, treatment, and outcome. Anticancer Res. 1995; 19: 677-684</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000092&pid=S1646-2122201400040000200008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p><font face="verdana" size="2">9. Weitao Y, Qiqing C, Songtao G, Jiaqiang W. Open vertebroplasty in the treatment of spinal metastatic disease. Clin Neurol Neurosurg. 2011 Nov 14; </font></p>    <!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">10. Held JL, Peahota A. Nursing care of the patient with spinal cord compression. 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Eur spine J. 2003; 12: 202-213</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000096&pid=S1646-2122201400040000200012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">13. Quinn JA, DeAngelis LM. Neurological emergencies in the cancer patient. Sem Oncol. 2000; 27 (3): 311-321</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000097&pid=S1646-2122201400040000200013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">14. Maranzano E, Latini P, Beneventi S, Perrucci E, Panizza BM, Aristei C. Radiotherapy without steroids in selected metastatic spinal cord compression. Am J Clin Oncol. 1998; 19 (2): 179-183</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000098&pid=S1646-2122201400040000200014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p><font face="verdana" size="2">15. Ahmed KA, Stauder MC, Miller RC, Bauer HJ, Rose PS, Olivier KR. Stereotactic Body Radiation Therapy in Spinal Metastases. Int J Radiat Oncol Biol Phys. 2012 Fev 22; </font></p>    <!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">16. Ratliff JK, Cooper PR. Metastatic spine tumors. 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Inter-rater reliability between musculoskeletal radiologists and orthopedic surgeons on computed tomography imaging features of spinal metastases. Curr Oncol. 2011 Dec; 18 (6): 282-287</font></p>    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="verdana" size="2">19. Boehling NS, Grosshans DR, Allen PK, McAleer MF, Burton AW, Azeem S. Vertebral compression fracture risk after stereotactic body radiotherapy for spinal metastases. J Neurosurg Spine. 2012 Jun 6; </font></p>    <!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">20. Boriani S, Cappuccio M, Bandiera S. Scelta del trattamento nelle metas-tasi del rachide toraco-lombare. GIOT. 2001; 70 (1): 1-3</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000104&pid=S1646-2122201400040000200020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">21. Bròdano G Barbanti, Cappuccio M, Gasbarrini A. Vertebroplasty in the treatment of vertebral metastases: clinical cases and review of the literature. Eur Rev Med Pharmacol Sci. 2007; 11: 91-100</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000105&pid=S1646-2122201400040000200021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">22. Axelsen M, Thomassen LD, Bünger C. Estimating risk of pulmonary neoplastic embolism during vertebroplasty. Spine (Phila Pa1976). 2012; 37: 551-556</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000106&pid=S1646-2122201400040000200022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p><font face="verdana" size="2">23. Patil CG, Lad SP, Santarelli J, Boakye M. National inpatient complications and outcomes after surgery for spinal metastasis from 1993-2002. Cancer. 2007 Aug 1; 110 (3): 625-630</font></p>    <!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">24. Wai EK, Finkelstein JA, Tangente RP. Quality of life in surgical treatment of metastatic spine disease. Spine. 2003; 28: 508-512</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000108&pid=S1646-2122201400040000200024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">25. Bilsky MH, Lis E, Raizer J, Lee H, Boland P. The diagnosis and treatment of metastatic spinal tumor. The Oncologist. 1999; 4: 459-469</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000109&pid=S1646-2122201400040000200025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p><font face="verdana" size="2">26. Ibrahim A, Crockard A, Antonietti P, Boriani S, Bünger C, Gasbarrini A. Does spinal surgery improve the quality of life for those with extradural (spinal) osseous metastases? An international multicenter prospective observational study of 223 patients. Invited submission from the Joint Section Meeting on Disorders of the Spine and Peripheral Nerves, March 2007. J Neurosurg Spine. 2008 Mar; 8 (3): 271</font></p>    <!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">27. Cappuccio M, Boriani S. Metastasi vertebrali nell'anziano. 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Spine. 1990; 15: 1110-1113</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000113&pid=S1646-2122201400040000200029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">30. Tomita K, Kawahara N, Kobayashi T, Yoshida A, Murakami H, Akamaru T. Surgical Strategy for Spinal Metastasis. Spine. 2001; 26 (3): 298-306</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000114&pid=S1646-2122201400040000200030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">31. Costachescu B, Popescu CE. Modern management in vertebral metastasis. Romanian Neurosurgery. 2010; 17 (4): 432-437</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000115&pid=S1646-2122201400040000200031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">32. Constans JP, DeDivitiis E, Donzelli R. Spinal metastases with neurological manifestations: review of 600 cases. J Neurosurg. 1983; 59: 111-118</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000116&pid=S1646-2122201400040000200032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p><font face="verdana" size="2">33. Wibmer C, Leithner A, Hofmann G, Clar H, Kapitan M, Berghold A. Survival analysis of 254 patients after manifestation of spinal metastases: evaluation of seven preoperative scoring systems. Spine (Phila Pa 1976). 2011 Nov 1; 36 (23): 1977-1986</font></p>    <!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">34. Harrington KD. Orthopedic surgical management of skeletal complications of malignancy. Cancer. 1997; 80 (1): 1614-1627</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000118&pid=S1646-2122201400040000200034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">35. Cappuccio M, Gasbarrini A, Van Urk P. Spinal metastasis: a retrospective study validating the treatment algorithm. Eur Rev Med Pharmaco Sci. 2008; 12: 155-160</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000119&pid=S1646-2122201400040000200035&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>&nbsp;</p>    <p><b><font face="Verdana" size="2">Conflito de interesse: </font></b></p><font face="verdana" size="2">    <p>Nada a declarar.</p></font>    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p><a name="c"></a>    <p><b><font face="Verdana" size="2"><a href="#topc">Endereço para correspondência</a></font></b></p>    <p><font face="Verdana" size="2">Jorge Costa    <br>Hospital de S. José    <br>Unidade de Vértebro Medular     <br>Rua José António Serrano    <br>1150-199 Lisboa    <br>Portugal    <br><a href="mailto:jorgehomerocosta@hotmail.com">jorgehomerocosta@hotmail.com</a></font></p>    <p>&nbsp;</p>    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="verdana" size="2"><b>Data de Submissão: </b> 2014-07-29</font></p>    <p><font face="verdana" size="2"><b>Data de Revisão: </b> 2014-09-03</font></p>    <p><font face="verdana" size="2"><b>Data de Aceitação: </b> 2014-11-10</font></p>     ]]></body><back>
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<label>1</label><nlm-citation citation-type="journal">
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<surname><![CDATA[Araki]]></surname>
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<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Experiences with metastatic neoplasms involving the spinal cord]]></article-title>
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<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Medical management and Adjuvant therapies in spinalmetastatic disease]]></article-title>
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