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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><b><font face="Verdana" size="2">CASO CLÍNICO</font></b></p>    <p>&nbsp;</p>    <p><b><font face="Verdana" size="4">Lipoma arborescente sinovial</font></b></p>    <p>&nbsp;</p>    <p><font face="Verdana" size="2"><b>Eduardo Cruz-Ferreira<sup>I</sup></b>; <b>Eunice Carvalho<sup>I</sup></b>; <b>Luís Silva<sup>I</sup></b>; <b>Bruno Maia<sup>I</sup></b>; <b>Filipa Pires<sup>I</sup></b>; <b>Jorge Correia<sup>I</sup></b></font></p>    <p><font face="Verdana" size="2">I. Serviço de Ortopedia. Unidade Local de Saúde da Guarda. Guarda. Portugal.<br /></font></p>    <p>&nbsp;</p>    <p><font face="Verdana" size="2"><a name="topc"></a><a href="#c">Endereço para correspondência</a></font></p>    <p>&nbsp;</p>    <p><b><font face="Verdana" size="2">RESUMO</font></b></p><font face="verdana" size="2">    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>O lipoma arborescente da sinovial (LAS) &eacute; uma patologia intra-articular rara, ben&iacute;gna e de etiologia desconhecida. A sua cl&iacute;nica cursa com tumefac&ccedil;&atilde;o articular indolor e derrame articular recorrente devido a uma prolifera&ccedil;&atilde;o vilosa lipomatosa da sinovial.Geralmente, surge na articula&ccedil;&atilde;o do joelho, com envolvimento da bursa suprapatelar, embora estejam descritos casos noutras articula&ccedil;&otilde;es. Apresentamos dois casos cl&iacute;nicos tratados do nosso servi&ccedil;o.</p>     <p>Ambos os casos se apresentaram ab initio com queixas de gonalgia inespec&iacute;fica, derrame articular recidivante e progressivo agravamento da tumefa&ccedil;&atilde;o no joelho.</p>     <p>O diagn&oacute;stico foi sugerido pela realiza&ccedil;&atilde;o de resson&acirc;ncia magn&eacute;tica (RMN), com confirma&ccedil;&atilde;o anatomo-patol&oacute;gica posterior, ap&oacute;s ex&eacute;rese por mini-artrotomia de um dos casos e bi&oacute;psia artrosc&oacute;pia do outro caso. O progn&oacute;stico &eacute; bom, sendo o aspecto cl&iacute;nico o factor primordial para a indica&ccedil;&atilde;o cir&uacute;rgica.</p></font>    <p><font face="verdana" size="2"><b>Palavras chave</b>: Joelho, lipoma arborescente sinovial, proliferação lipomatosa sinovial, tratamento. </font></p>    <p>&nbsp;</p>    <p><b><font face="Verdana" size="2">INTRODUÇÃO</font></b></p><font face="verdana" size="2">    <p>O LAS &eacute; uma patologia benigna caracterizada pela substitui&ccedil;&atilde;o de tecido sinovial por adip&oacute;citos maduros que se organizam de forma vilomatosa, com maior frequ&ecirc;ncia no sexo masculino, durante a 5&ordf; ou 6&ordf; d&eacute;cada de vida, apresenta dois crit&eacute;rios essenciais para diagn&oacute;stico: apresenta&ccedil;&atilde;o como uma les&atilde;o difusa ou apresenta&ccedil;&atilde;o com car&aacute;cter proliferativo, t&iacute;pico da hiperplasia sinovial vilosa lipomatosa<sup>1,2,3</sup>.</p>
    <p>Clinicamente, pode cursar com tumefa&ccedil;&atilde;o do joelho, de come&ccedil;o insidioso e progress&atilde;o durante meses ou anos, podendo ser acompanhada de dor ou derrame articular<sup>1,3,4</sup>.</p>
    <p>A maioria dos casos reportados revelaram aus&ecirc;ncia de antecedentes patol&oacute;gicos relevantes, o que tamb&eacute;m se verifica nos casos descritos.</p></font>    <p>&nbsp;</p>    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b><font face="Verdana" size="2">CASO CLÍNICO 1</font></b></p><font face="verdana" size="2">    <p>Apresentamos um doente do sexo masculino, 72 anos, referenciado com gonalgia de caracter&iacute;sticas mistas, com cerca de 1 ano de evolu&ccedil;&atilde;o. Ao exame objectivo apresentava aumento de volume do joelho, sem sinais inflamat&oacute;rios, com derrame e dor localizada &agrave; face posterior do joelho, dificuldade de marcha e com limita&ccedil;&atilde;o de 15&ordm; &agrave; flex&atilde;o, quando comparado com membro contralateral.</p>
    <p>O estudo radiol&oacute;gico foi inespec&iacute;fico, evidenciando altera&ccedil;&otilde;es degenerativas.</p>
    <p>Realizou RMN que revelou uma forma&ccedil;&atilde;o vilonodular difusa, com hipersinal T2 para gordura, na depend&ecirc;ncia do recesso supra patelar externo (com cerca de 60 mm) e com suspei&ccedil;&atilde;o de metaplasia sinovial, suportando a hip&oacute;tese diagn&oacute;stica de LAS (<a name="topf1"></a><a href="#f1">Figura 1</a>). A op&ccedil;&atilde;o terap&ecirc;utica foi a bi&oacute;psia excisional por via artrosc&oacute;pica onde &eacute; poss&iacute;vel observar o aspecto multi-lobulado da les&atilde;o (<a name="topf2"></a><a href="#f2">Figura 2</a>). O exame histol&oacute;gico de bi&oacute;psia revelou uma les&atilde;o com aspecto compat&iacute;vel com lipoma arborescente da sinovial (<a name="topf3"></a><a href="#f3">Figura 3</a>).</p>    <p>&nbsp;</p><a name="f1"></a>     <p>    <center><img src="/img/revistas/rpot/v23n1/23n1a10f1.jpg" width="388" height="309" border="0" /></center></p>    
<p>&nbsp;</p><a name="f2"></a>     <p>    <center><img src="/img/revistas/rpot/v23n1/23n1a10f2.jpg" width="397" height="384" border="0" /></center></p>    
]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p><a name="f3"></a>     <p>    <center><img src="/img/revistas/rpot/v23n1/23n1a10f3.jpg" width="399" height="569" border="0" /></center></p>    
<p>&nbsp;</p>
    <p>Devido &agrave; idade do doente e bom estado funcional, a ex&eacute;rese da les&atilde;o foi diferida at&eacute; ser clinicamente justific&aacute;vel.</p></font>    <p>&nbsp;</p>    <p><b><font face="Verdana" size="2">CASO CLÍNICO 2</font></b></p><font face="verdana" size="2">    <p>Apresentamos um doente do sexo masculino, 57 anos, referenciado por edema do joelho e gonalgia de caracter&iacute;sticas mec&acirc;nicas com cerca de 2 anos de evolu&ccedil;&atilde;o. O exame objectivo apresentava um joelho globoso, sem sinais inflamat&oacute;rios, com derrame moderado, queixas &aacute;lgicas localizadas na face lateral do joelho, sem dificuldade de marcha, embora com desconforto e limita&ccedil;&atilde;o de 10&ordm; de flex&atilde;o versus joelho contralateral.</p>
    <p>A radiologia convencional, n&atilde;o revelou altera&ccedil;&otilde;es significativas. A artroscopia diagn&oacute;stica revelou les&atilde;o com cerca de 2 centimetros de di&acirc;metro, amarela, lobulada.</p>
    <p>Ap&oacute;s excis&atilde;o da les&atilde;o realizou-se estudo anatomopatol&oacute;gico que revelou o diagn&oacute;stico de LAS (<a name="topf4"></a><a href="#f4">Figura 4</a>).</p>    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p><a name="f4"></a>     <p>    <center><img src="/img/revistas/rpot/v23n1/23n1a10f4.jpg" width="394" height="483" border="0" /></center></p>    
<p>&nbsp;</p>
    <p>Ap&oacute;s 12 meses o doente encontra-se sem queixas &aacute;lgicas e melhoria de mobilidade.</p>
    <p>Actualmente, n&atilde;o houve recidiva da les&atilde;o excisada.</p></font>    <p>&nbsp;</p>    <p><b><font face="Verdana" size="2">DISCUSSÃO</font></b></p><font face="verdana" size="2">    <p>A LAS &eacute; uma les&atilde;o rara, caracterizada pela prolifera&ccedil;&atilde;o vilolipomatosa do tecido sinovial. Est&aacute; descrita na literatura a sua associa&ccedil;&atilde;o com trauma, les&otilde;es degenerativas, Artrite Reumat&oacute;ide e Diabetes Mellitus<sup>5,6</sup>. &Agrave; semelhan&ccedil;a destes casos cl&iacute;nicos, nos casos descritos de LAS, existe um atingimento monoarticular, mais frequentemente no recesso suprapatelar, podendo existir, no entanto, afe&ccedil;&atilde;o de outras articula&ccedil;&otilde;es ou, mais raramente, um envolvimento poliarticular3. Apesar de descritos, casos de LAS com afec&ccedil;&atilde;o extraarticular s&atilde;o extremamente raros<sup>5-7</sup>.</p>
    <p>Clinicamente, a apresenta&ccedil;&atilde;o do LAS &eacute; insidiosa, apresentando um desafio no diagn&oacute;stico. Pode existir dor de caracter&iacute;sticas mec&acirc;nicas, com limita&ccedil;&atilde;o de mobilidade, bloqueio ou ressalto, com exacerba&ccedil;&atilde;o quando associadas a quadros degenerativos6.</p>
    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>O recurso a t&eacute;cnicas de imagiologia mais diferenciadas, sendo consensual a import&acirc;ncia da RMN, muitas vezes &eacute; suficiente para realizar diagn&oacute;stico de LAS. Uma imagem de massa sinovial com disposi&ccedil;&atilde;o arborescente, sinal de gordura e eventual derrame articular, s&atilde;o caracter&iacute;sticos<sup>3,4,7</sup>.</p>
    <p>N&atilde;o existe, actualmente, consenso ou guidelines para o tratamento espec&iacute;fico desta patologia, prevalecendo o senso clinico e a especificidade do doente o factor primordial para a tomada de decis&atilde;o terap&ecirc;utica<sup>2</sup>.</p></font>    <p>&nbsp;</p>    <p><b><font face="Verdana" size="2">REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS</font></b></p>    <!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">1. Finotti L. Lipoma arborescente da Sinovial. actareumatolport. 2011; 36: 171-175</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000057&pid=S1646-2122201500010001000001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">2. Bernardo A. Lipoma arborescente da Sinovial. acta médica port. 2004; 17: 325-328</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000058&pid=S1646-2122201500010001000002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">3. Beija I. Lipoma arborescens afecting multiple joints. Skeletal Radiol. 2005; 34: 536-538</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000059&pid=S1646-2122201500010001000003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">4. Martin S. Diagnostic imaging of lipoma arborescens. Skeletal Radiol. 1998; 27: 325-329</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000060&pid=S1646-2122201500010001000004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">5. Robert E. The arthroscopic appearance of lipoma arborescens of the knee. The Journal of Arthroscopic and Related Surgery. 1995; II (5): 623-627</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000061&pid=S1646-2122201500010001000005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">6. Kloen P. Lipoma arborescens of the knee. J Bone Joint Surg Br. 1998; 80-B: 298-301</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000062&pid=S1646-2122201500010001000006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">7. Hermann G, Hochberg F. Lipoma arborescens; arthrographic findings. Orthopedics. 1980; 3: 19-21</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000063&pid=S1646-2122201500010001000007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>&nbsp;</p>    <p><b><font face="Verdana" size="2">Conflito de interesse: </font></b></p><font face="verdana" size="2">    <p>Nada a declarar</p></font>    <p>&nbsp;</p><a name="c"></a>    <p><b><font face="Verdana" size="2"><a href="#topc">Endereço para correspondência</a></font></b></p>    <p><font face="Verdana" size="2">Eduardo Cruz-Ferreira    <br>Unidade Local de Saúde da Guarda    <br>Parque da Saúde    <br>Av. Rainha Dona Amélia    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>6300-858 Guarda    <br>Portugal    <br><a href="mailto:cruzferreira_em@hotmail.com">cruzferreira_em@hotmail.com</a></font></p>    <p>&nbsp;</p>    <p><font face="verdana" size="2"><b>Data de Submissão: </b> 2015-02-13</font></p>    <p><font face="verdana" size="2"><b>Data de Revisão: </b> 2015-03-15</font></p>    <p><font face="verdana" size="2"><b>Data de Aceitação: </b> 2015-03-15</font></p>     ]]></body><back>
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