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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[During a primary hip arthroplasty for coxarthrosis treatment we may need to use bone graft as a complementary measure. For this, bone autografts from the excised femoral head obtained in a diversity of forms, dimensions and types, find their best indication. We describe a simple and effective technique for obtaining granular bone autograft from the degenerated femoral head during a primary hip arthroplasty.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><b><font face="Verdana" size="2">NOTA TÉCNICA</font></b></p>    <p>&nbsp;</p>    <p><b><font face="Verdana" size="4">Técnica de colheita de autoenxerto ósseo no decurso de uma artroplastia primária da anca</font></b></p>    <p>&nbsp;</p>    <p><font face="Verdana" size="2"><b>Diogo Moura<sup>I</sup></b>; <b>Sandra Santos<sup>I</sup></b>; <b>Francisco Manuel Lucas<sup>I</sup></b>; <b>Fernando Judas<sup>I</sup></b></font></p>    <p><font face="Verdana" size="2">I. Serviço de Ortopedia do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra, EPE. Coimbra.<br /></font></p>    <p>&nbsp;</p>    <p><font face="Verdana" size="2"><a name="topc"></a><a href="#c">Endereço para correspondência</a></font></p>    <p>&nbsp;</p>    <p><b><font face="Verdana" size="2">RESUMO</font></b></p><font face="verdana" size="2">    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Durante a implanta&ccedil;&atilde;o de uma pr&oacute;tese prim&aacute;ria da anca para o tratamento de uma coxartrose, pode haver necessidade de se recorrer &agrave; aplica&ccedil;&atilde;o de enxertos &oacute;sseos, na condi&ccedil;&atilde;o de medida terap&ecirc;utica complementar. Para isso, os autoenxertos &oacute;sseos provenientes da cabe&ccedil;a femoral excisada sob diversas formas, dimens&otilde;es e tipos encontram a melhor indica&ccedil;&atilde;o.</p>     <p>Descreve-se uma t&eacute;cnica simples e eficaz para a colheita de autoenxerto &oacute;sseo sob a forma de gr&acirc;nulos a partir da cabe&ccedil;a femoral artr&oacute;sica, no decurso de uma artroplastia prim&aacute;ria da anca.</p></font>    <p><font face="verdana" size="2"><b>Palavras chave</b>: Técnica, colheita, enxerto, autólogo, osso, esponjoso, acetábulo. </font></p>    <p>&nbsp;</p>    <p><b><font face="Verdana" size="2">ABSTRACT</font></b></p><font face="verdana" size="2">    <p>During a primary hip arthroplasty for coxarthrosis treatment we may need to use bone graft as a complementary measure. For this, bone autografts from the excised femoral head obtained in a diversity of forms, dimensions and types, find their best indication.</p>     <p>We describe a simple and effective technique for obtaining granular bone autograft from the degenerated femoral head during a primary hip arthroplasty.</p></font>    <p><font face="verdana" size="2"><b>Key words</b>: Technique, obtaining, graft, autologous, bone, cancellous, acetabulum. </font></p>    <p>&nbsp;</p>    <p><b><font face="Verdana" size="2">INTRODUÇÃO</font></b></p><font face="verdana" size="2">    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Em situa&ccedil;&otilde;es de grau avan&ccedil;ado de destrui&ccedil;&atilde;o articular, a implanta&ccedil;&atilde;o de uma pr&oacute;tese total da anca representa uma das interven&ccedil;&otilde;es cir&uacute;rgicas de maior sucesso cl&iacute;nico em Ortopedia, proporcionando o al&iacute;vio da dor e o restabelecimento precoce da fun&ccedil;&atilde;o articular. Em determinadas situa&ccedil;&otilde;es tornase necess&aacute;rio recorrer a enxertos &oacute;sseos para se obter uma melhor reconstru&ccedil;&atilde;o articular, de que s&atilde;o exemplos as pr&oacute;teses totais prim&aacute;rias no tratamento de coxartroses com acet&aacute;bulos profundos/protusos, nas sequelas da displasia de desenvolvimento da anca, na coxartrose p&oacute;s-traum&aacute;tica, entre outros.</p>
    <p>Para isso, os autoenxertos &oacute;sseos provenientes da cabe&ccedil;a femoral excisada sob diversas formas, dimens&otilde;es e tipos encontram a melhor indica&ccedil;&atilde;o.<sup>1</sup></p>
    <p>&Eacute; dado como certo que os autoenxertos esponjosos constituem o melhor biomaterial para a cirurgia &oacute;ssea reconstrutiva, na medida em que oferecem uma &aacute;rea osteog&eacute;nica alargada com propriedades osteoindutoras e osteocondutores reconhecidas, ou seja, incluem os fatores que comp&otilde;em a tr&iacute;ade da regenera&ccedil;&atilde;o de osso novo. Al&eacute;m disso, n&atilde;o levantam quest&otilde;es de ordem deontol&oacute;gica, imunol&oacute;gica ou de seguran&ccedil;a microbiol&oacute;gica.<sup>1,2</sup></p>
    <p>O objetivo central deste trabalho consiste na descri&ccedil;&atilde;o de uma t&eacute;cnica cir&uacute;rgica para a colheita de autoenxerto &oacute;sseo sob a forma de gr&acirc;nulos a partir da cabe&ccedil;a femoral artr&oacute;sica, no decurso de uma artroplastia prim&aacute;ria da anca.<br /><br /></p></font>    <p>&nbsp;</p>    <p><b><font face="Verdana" size="2">TÉCNICA CIRÚRGICA</font></b></p><font face="verdana" size="2">    <p>Abordagem da anca por via p&oacute;stero-lateral com o doente em dec&uacute;bito lateral. Dissec&ccedil;&atilde;o sequencial dos tecidos e luxa&ccedil;&atilde;o da articula&ccedil;&atilde;o coxofemoral.</p>
    <p>Rota&ccedil;&atilde;o medial do f&eacute;mur, de modo a obter uma exposi&ccedil;&atilde;o m&aacute;xima da cabe&ccedil;a femoral. A cartilagem articular degenerada remanescente da cabe&ccedil;a femoral artr&oacute;sica &eacute; totalmente removida com recurso a uma fresa adequada (<a name="topf1"></a><a href="#f1">Figura 1</a>). De seguida procede-se &agrave; osteotomia-excis&atilde;o do v&eacute;rtice da cabe&ccedil;a femoral, por forma a criar uma superf&iacute;cie prop&iacute;cia para receber uma fresa acetabular com o tamanho 40 mm, de acordo com a dimens&atilde;o da cabe&ccedil;a femoral (<a name="topf2"></a><a href="#f2">Figura 2</a>). Procede-se &agrave; fresagem da cabe&ccedil;a femoral, segundo o eixo do colo, de modo a colher apenas osso esponjoso e n&atilde;o cortical (<a name="topf3"></a><a href="#f3">Figura 3</a>). A fresagem &eacute; continuada com fresas de dimens&otilde;es crescentes, obtendo-se uma quantidade significativa de gr&acirc;nulos de osso esponjoso que devem ser preservados em recipiente est&eacute;ril at&eacute; &agrave; sua aplica&ccedil;&atilde;o, logo que for poss&iacute;vel (<a name="topf4"></a><a href="#f4">Figura 4</a>).</p>    <p>&nbsp;</p><a name="f1"></a>     <p>    ]]></body>
<body><![CDATA[<center><img src="/img/revistas/rpot/v23n2/23n2a03f1.jpg" width="394" height="206" border="0" /></center></p>    
<p>&nbsp;</p><a name="f2"></a>     <p>    <center><img src="/img/revistas/rpot/v23n2/23n2a03f2.jpg" width="393" height="187" border="0" /></center></p>    
<p>&nbsp;</p><a name="f3"></a>     <p>    <center><img src="/img/revistas/rpot/v23n2/23n2a03f3.jpg" width="394" height="353" border="0" /></center></p>    
<p>&nbsp;</p><a name="f4"></a>     <p>    <center><img src="/img/revistas/rpot/v23n2/23n2a03f4.jpg" width="393" height="208" border="0" /></center></p>    
]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
    <p>Segue-se a osteotomia do colo femoral em local planeado e continua&ccedil;&atilde;o da interven&ccedil;&atilde;o cir&uacute;rgica, ou seja, a implanta&ccedil;&atilde;o de uma pr&oacute;tese prim&aacute;ria da anca (<a name="topf5"></a><a href="#f5">Figura 5</a>).</p>    <p>&nbsp;</p><a name="f5"></a>     <p>    <center><img src="/img/revistas/rpot/v23n2/23n2a03f5.jpg" width="398" height="360" border="0" /></center></p>    
<p>&nbsp;</p></font>    <p>&nbsp;</p>    <p><b><font face="Verdana" size="2">DISCUSSÃO</font></b></p><font face="verdana" size="2">    <p>V&aacute;rias t&eacute;cnicas t&ecirc;m sido descritas para a prepara&ccedil;&atilde;o de autoenxertos &oacute;sseos provenientes da cabe&ccedil;a femoral, de acordo com os defeitos &oacute;sseos a reconstruir ou com inten&ccedil;&atilde;o de aumentar a cobertura acetabular.<sup>3</sup> Em todas elas, de uma forma geral, os enxertos s&atilde;o preparados a partir da cabe&ccedil;a femoral excisada, o que pode implicar o uso de um moinho de osso, a fragmenta&ccedil;&atilde;o mec&acirc;nica e corte da cabe&ccedil;a femoral com instrumentos manuais, processos que levam tempo e ocupam um elemento da equipa cir&uacute;rgica. Pelo contr&aacute;rio, a t&eacute;cnica acima descrita permite de forma r&aacute;pida (m&eacute;dia de 5 a 8 minutos), pouco dispendiosa, segura e com reduzido grau de dificuldade, obter quantidade significativa de autoenxerto granulado esponjoso sem recurso a instrumentos espec&iacute;ficos de relevo. Al&eacute;m disso, n&atilde;o se interrompe a sequ&ecirc;ncia do processo operat&oacute;rio e n&atilde;o &eacute; necess&aacute;rio libertar um dos elementos da equipa cir&uacute;rgica para a prepara&ccedil;&atilde;o do enxerto &oacute;sseo.</p>
    <p>Esta t&eacute;cnica permite tamb&eacute;m obter fatias de osso esponjoso maci&ccedil;o e pequenos fragmentos de osso esponjoso recorrendo, neste caso, a um escopro&nbsp; canelado. Notar que outra fonte de autoenxerto esponjoso est&aacute; localizada na extremidade proximal do f&eacute;mur, uma vez removida a parte restante do colo femoral, que pode acrescentar volume &agrave; massa &oacute;ssea obtida. N&atilde;o tem havido registo de ossifica&ccedil;&otilde;es heterot&oacute;picas periprot&eacute;ticas, que poderiam ser eventualmente originadas por gr&acirc;nulos do tecido &oacute;sseo esponjoso depositados nos tecidos moles adjacentes, nem de outros tipos de complica&ccedil;&otilde;es relacionadas com a colheita do autoenxerto.</p>
    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Uma etapa fundamental deste processo cir&uacute;rgico, que consideramos uma modifica&ccedil;&atilde;o da t&eacute;cnica original de Bucknall V. et al.<sup>4</sup>, &eacute; a remo&ccedil;&atilde;o da cartilagem articular degenerada da cabe&ccedil;a femoral.</p>
    <p>Este procedimento parece-nos fundamental para a obten&ccedil;&atilde;o de enxerto &oacute;sseo de qualidade uma vez que, se assim n&atilde;o se fizer, o processo biol&oacute;gico de incorpora&ccedil;&atilde;o do osso esponjoso pode ser comprometido pela interposi&ccedil;&atilde;o de part&iacute;culas cartilag&iacute;neas. Temos usado este tipo de enxerto na reconstru&ccedil;&atilde;o acetabular de ancas artr&oacute;sicas protusas, conjuntamente com c&uacute;pulas acetabulares cimentadas e segundo o conceito designado por &ldquo;enxerto impactado&rdquo;.</p></font>    <p>&nbsp;</p>    <p><b><font face="Verdana" size="2">CONCLUSÃO</font></b></p><font face="verdana" size="2">    <p>A colheita de autoenxerto esponjoso &oacute;sseo granulado a partir da cabe&ccedil;a femoral, com recurso a fresas acetabulares, no decurso de uma artroplastia prim&aacute;ria da anca, &eacute; uma t&eacute;cnica simples, reprodut&iacute;vel, segura, sem custos adicionais e, em compara&ccedil;&atilde;o com outras t&eacute;cnicas, permite reduzir o tempo de interven&ccedil;&atilde;o cir&uacute;rgica.</p></font>    <p>&nbsp;</p>    <p><b><font face="Verdana" size="2">REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS</font></b></p>    <!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">1. Judas F. Contribution to the study of Morsellized Bone Allografts and Biomaterials. Coimbra: PhD Thesis, Coimbra University.; 2002.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1307447&pid=S1646-2122201500020000300001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>    <!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">2.  Judas F. Coimbra University Hospitals? bone and tissue bank: twenty-two years of experience.. Transplant Proc. 2005; 37: 2799-2801</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1307449&pid=S1646-2122201500020000300002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font face="verdana" size="2">3. D?Antonio JA, Capello WN, Borden LS. Classification and Management of Acetabular Abnormalities in Total Hip Arthroplasty. Clin Orthop. 1989; 243: 126</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=1307450&pid=S1646-2122201500020000300003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p><font face="verdana" size="2">4. Bucknall V, Mehdi A. The boiled-egg technique: a new method for obtaining femoral head autograft used in acetabular defect reconstruction. J Arthroplasty. 2013 Sep; 28 (8): 1391-1393</font></p>    <p>&nbsp;</p>    <p><b><font face="Verdana" size="2">Conflito de interesse: </font></b></p><font face="verdana" size="2">    <p>Nada a declarar.</p></font>    <p>&nbsp;</p><a name="c"></a>    <p><b><font face="Verdana" size="2"><a href="#topc">Endereço para correspondência</a></font></b></p>    <p><font face="Verdana" size="2">Diogo Moura    <br>Serviço de Ortopedia    <br>Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra, EPE.    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>Praceta Prof. Mota Pinto    <br>3000-075 Coimbra    <br><a href="mailto:dflmoura@gmail.com">dflmoura@gmail.com</a></font></p>    <p>&nbsp;</p>    <p><font face="verdana" size="2"><b>Data de Submissão: </b> 2015-04-17</font></p>    <p><font face="verdana" size="2"><b>Data de Revisão: </b> 2015-04-23</font></p>    <p><font face="verdana" size="2"><b>Data de Aceitação: </b> 2015-09-06</font></p>     ]]></body><back>
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